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sexta-feira, maio 09, 2025

O "ENIGMA" DONALD TRUMP PREOCUPA ISRAEL


A liderança política israelita está não só admirada, como preocupada com a recente decisão do presidente norte-americano de negociar a "paz" com os houthis, dessa forma recebendo a confirmação do grupo terrorista de que não atacará navios norte-americanos, deixando Israel de lado, ou seja, abandonando Israel na sua luta contra o grupo iémenita. O primeiro-ministro israelita já afirmou entretanto que Israel irá "defender-se por si próprio" dos ataques dos houthis. E, como prova disso, Israel fez em algumas horas aquilo que os aviões norte-americanos não conseguiram em semanas. A aviação israelita destruiu o principal porto utilizado pelos houthis para receber fornecimentos do Irão, e passadas poucas horas destruiu praticamente a totalidade do aeroporto e dos aviões do grupo terrorista. 

O impressionante ataque israelita ao aeroporto e à aviação dos houthis foi a pronta resposta ao míssil disparado pelo grupo contra o aeroporto de Tel Aviv, que os sistemas de defesa israelita falharam em interceptar, e que para além do stress causado levou a que várias companhias aéreas tenham suspendido os seus voos para Israel. O susto foi enorme, uma vez que o míssil caiu a uns 350 metros do terminal do aeroporto internacional, naquela altura repleto de passageiros. Encontrava-me pessoalmente em Israel nessa manhã, com um grupo de 17 peregrinos, mas essa situação não trouxe qualquer agravo para nós, uma vez que viajámos no regresso com a companhia aérea El Al, que nunca suspendeu os seus voos. 

Como se não bastasse esta estranha e repentina atitude, Israel vê-se agora confrontado com a decisão de Donald Trump de visitar vários países do Médio Oriente, segundo parece para firmar um acordo com o Irão, passando por cima do aliado Israel, o país mais interessado na cooperação mútua entre os dois países visando a destruição do programa nuclear iraniano. Israel vê agora o "amigo" norte-americano a avançar com um acordo com o seu pior inimigo (Irão), deixando Israel à mercê dos ataques do regime iraniano. 

A pergunta inquietante é: já que Trump irá nos próximos dias visitar o Médio Oriente, por que é que não vai a Israel? Será este um sinal do esfriamento das relações entre o líder norte-americano e o israelita? 

Por outro lado, Israel interroga-se sobre a razão que leva Trump ao Qatar, um suposto aliado dos EUA, mas muito mais próximo do Irão e do Hamas? Como se sabe, o Qatar tem sido um dos principais financiadores do terrorismo islâmico, enviando inclusivamente grandes somas de financiamento a universidades norte-americanas para promoção das campanhas estudantis pró-intifada...

Os líderes israelitas estão preocupados com a possibilidade do imprevisível Trump fazer um acordo com Teerão que não obrigue ao término do programa nuclear, da construção de mísseis e da ameaça terrorista, permitindo assim ao regime dos ayatolás florescer na sua economia que permanecerá intacta. 

Esperemos para ver no que vai dar a visita de Trump. Uma coisa é mais que certa e sabida: Israel terá de contar cada vez mais consigo só, e com Deus...

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 06, 2024

ISRAEL SAÚDA A GRANDE VITÓRIA DE TRUMP. "O MAIOR REGRESSO DA HISTÓRIA!" - NETANYAHU


"Deus poupou a minha vida por uma razão"
- afirmou Donald Trump no seu discurso de vitória, referindo-se às duas tentativas de assassinato de que foi alvo durante a sua campanha eleitoral. E acrescentou: "E essa razão foi a de salvar o nosso país e restaurar a América à grandeza. E vamos agora cumprir juntos essa missão."

A retumbante e histórica vitória do Donald Trump nas eleições presidenciais norte-americanas traz motivos de alegria e de esperança a Israel, tendo em vista os seus contributos para o bem de Israel no seu anterior mandato (2016 - 2020). A grande maioria do povo israelita é favorável à presidência de Trump, ainda que haja uma cuidadosa expectativa quando ao cumprimento das suas promessas relativas à paz no Médio Oriente e ao rápido término dos conflitos na Ucrânia, em Israel e em outras regiões. Certamente que ele não é nenhum "Messias", não terá uma tarefa fácil pela frente, mas espera-se que os grande inimigos de Israel, em especial o Irão, percebam que com Trump as coisas serão diferentes e que será melhor pensarem bem antes de se decidirem a cometer os mesmos erros que têm recentemente cometido contra Israel.

O "regresso" de Trump à liderança mundial é de facto um fenómeno, uma vez que ficou mal visto com a insurreição no Capitólio em 2020 e tem tido contra ele a opinião pública mundial e em especial dos órgãos de comunicação social, vergonhosamente tendenciosos e comprometidos com a mentira e a manipulação. Felizmente não conseguiram. Mais de metade do povo americano entendeu o que é melhor para os seus interesses, e, ainda bem que realmente não tem qualquer preocupação com as opiniões alheias. 

Trump já prometeu "acabar com as guerras" em vez de as iniciar, certamente uma bela promessa eleitoral, mas com uma concretização deveras difícil, já para não dizer impossível. Mas a sua firme postura poderá de facto influenciar positivamente o ambiente ameaçador em que vivemos, impondo algum respeito, quiçá até temor entre os inimigos dos EUA e de Israel. 

Ao contrário da dúbia Kamala Harris, os inimigos de Israel temem Trump e sabem do que ele é capaz. O Irão já declarou estar preparado para um possível confronto com Israel e até mesmo para um ataque preventivo de Israel e dos EUA.


REACÇÕES EM ISRAEL

"Parabéns pelo histórico regresso!" - congratulou Netanyahu o novo reeleito presidente dos EUA, acrescentando: "O seu histórico retorno à Casa Branca proporciona um novo início para a América e uma poderosa reafirmação da grande aliança entre Israel e a América. Esta é uma enorme vitória!"

"Um verdadeiro amigo de Israel. Isso tem sido demonstrado não só pelas suas palavras, mas pelas acções" - declarou Benny Gantz, líder do partido da "Unidade Nacional". E acrescentou: "Em todo o seu mandato anterior , ele lançou os Acordos de Abraão, reconheceu oficialmente os Montes Golan como parte de Israel, e deslocou a embaixada dos EUA para Jerusalém."

"Juntos iremos fortalecer a aliança EUA-Israel, trazer os reféns de volta, e ficar firmes para derrotarmos o eixo do mal liderado pelo Irão" - Israel Katz, novo ministro da Defesa.

"Um verdadeiro e querido amigo de Israel, e um campeão da paz e da cooperação na nossa região. Em nome do estado democrático e judaico de Israel, e todo o nosso povo, desejo-lhe muito sucesso!" - Isaac Herzog, presidente de Israel. 

Deus abençoe Donald Trump! God bless America! Shalom, Israel!



sábado, novembro 07, 2020

TRUMP LEVANTOU AS RESTRIÇÕES AOS INVESTIMENTOS NORTE-AMERICANOS NA JUDEIA E SAMARIA

 

Injustiçado por muitos judeus norte-americanos que preferiram votar no seu adversário, o actual presidente norte-americano Donald Trump não abandonou mesmo assim os amigos israelitas, deliberando aquela que será talvez a sua última acção favorável a Israel e aos israelitas, levantando as restrições aos investimentos federais norte-americanos ligados à ciência e projectos de pesquisa e agrícolas levados a cabo nos assentamentos judaicos da Judeia e Samaria.

O plano e paz de Trump permite que Israel possa estender a sua soberania a 30% destes territórios onde residem cerca de 460 mil israelitas.

Ao assinar o acordo que permite o levantamento das restrições ao investimento, no passado dia 28 de Outubro, o embaixador norte-americano em Jerusalém afirmou: "Tal como temos visto um tremendo progresso regional com os Acordos de Abraão, estamos também vendo os benefícios tangíveis das políticas do presidente Trump para a cooperação bilateral com Israel."

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 27, 2020

MAIS 5 A 10 NAÇÕES A CAMINHO DA NORMALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES COM ISRAEL - AFIRMOU TRUMP

 

Antes de entrar no avião que o levará a mais algumas campanhas eleitorais nos EUA, o presidente norte-americano Donald Trump informou que pelo menos 5 nações árabes irão "definitivamente" assinar acordos de normalização com Israel, prevendo ainda que esse número duplique para os dez.

"Temos cinco, mas teremos provavelmente nove ou dez na calha" - afirmou Trump, acrescentando: "Vamos ter muitos, eventualmente todos eles."

Questionado sobre a altura em que esses acordos serão efectivados, Trump informou que tal acontecerá depois das eleições. "Estamos agora a fazer um grande trabalho, e estou envolvido em todos esses acordos. A beleza disso é que se trata de paz no Médio Oriente sem dinheiro nem sangue."

"Não há nenhum sangue na areia, e as coisas estão a acontecer. Sim, temos 5 países assegurados e penso que vamos ter outros cinco praticamente assegurados."

Trump não especificou quais são os países, apenas revelando que as perspectivas de normalização se relacionam "com todos eles (países) - os grandes e os mais pequenos."

Shalom, Israel!

quinta-feira, agosto 13, 2020

ISRAEL NORMALIZA RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS COM OS EMIRADOS ÁRABES UNIDOS EM TROCA DE TERRITÓRIO

Hoje será um dia negro para os muitos milhares de judeus residentes nos territórios bíblicos da Judeia e Samaria.
Donald Trump e Netanyahu, ambos a braços com um decréscimo da popularidade nas sondagens dos respectivos países, tentam agarrar-se a uma tábua de salvação proibitiva, nada mais nada menos do que congelar o anunciado plano de extensão da soberania de Israel sobre partes dos territórios da Judeia e Samaria, em troca do restabelecimento das relações diplomáticas com os Emirados Árabes Unidos.
É um preço demasiado alto a pagar por Israel, tanto mais que a Terra pertence ao Eterno Deus, daí nunca poder ser negociada, ainda mais porque o parceiro árabe nada irá perder, antes pelo contrário, tem tudo a ganhar.
Donald Trump pensa que conseguiu mais um troféu, mas acredito que estará a cavar a sua própria sepultura política. Mas o líder norte-americano acredita que, com este acordo diplomático, irá conseguir que mais países árabes sigam este exemplo.
Já para Benjamin Netanyahu, confrontado com uma crescente oposição interna, este é "um dia histórico."
Este é o terceiro país árabe com quem Israel assina um acordo de relações diplomáticas, mas, ao contrário do Egipto e da Jordânia, o país nunca teve quaisquer conflitos com os Emirados.
Para Netanyahu, ansioso por conseguir melhorar a sua popularidade entre a população israelita, este acordo "é o maior avanço para a paz entre Israel e o mundo árabe nos últimos 26 anos."
E acrescentou: "Podemos juntos trazer um futuro maravilhoso. É um momento incomparavelmente empolgante, um momento histórico para a paz no Médio Oriente...Tenho o grande privilégio de fazer o 3º acordo de paz entre Israel e um país árabe."
Delegações de ambos os países reunir-se-ão durante as próximas semanas "para assinarem acordos bilaterais relacionados com o investimento, voos directos para turismo, segurança, telecomunicações, tecnologia, energia, cuidados de saúde, cultura, ambiente, estabelecimento recíproco de embaixadas, e outras áreas de benefício mútuo."
Para Trump, "muitos mais países" da região irão restabelecer relações com Israel, "incluindo os palestinianos."
Enquanto isso, o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, já convocou uma cimeira urgente, uma vez que se sente traído por esta normalização das relações entre mais um país árabe e Israel.
Confrontado entretanto com a questão do anunciado plano de extensão da soberania sobre territórios em Samaria e na Judeia, Netanyahu repetiu a afirmação de que Trump teria apenas insistido numa "pausa temporária" nos planos de "anexação."

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 25, 2019

DONALD TRUMP ASSINOU DOCUMENTO CONFIRMANDO O RECONHECIMENTO NORTE-AMERICANO DA SOBERANIA DE ISRAEL SOBRE OS MONTES GOLAN

Hoje é sem dúvida um dia histórico e de grande relevância profética: o presidente da nação mais poderosa da terra acabou de assinar um documento oficial confirmando o reconhecimento dos EUA da soberania de Israel sobre os Montes Golan, conquistados durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967, e legitimamente anexados por Israel.
A assinatura foi feita ao lado do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu que recebeu de presente a caneta utilizada por Donald Trump para assinar este documento histórico. 
Donald Trump afirmou que esta mudança política permitirá a Israel "defender-se a si mesmo", acrescentando ainda que esta decisão já devia ter sido tomada há "décadas atrás."


Netanyahu agradeceu ao presidente este "acto de justiça histórica" , acrescentando que Israel nunca cederá este planalto estratégico. 
Donald Trump é o primeiro presidente norte-americano a colocar-se realmente ao lado de Israel e do seu povo, passando das palavras de circunstância às acções reais e objectivas, dessa forma cativando para si as bênçãos prometidas pelo Deus de Abraão em Génesis 12:3. 
Não é certamente por acaso que Trump foi ontem mesmo ilibado das acusações que sobre ele pendiam e que o comprometiam com as alegadas ligações à Rússia...

Bem haja, Donald Trump!


sexta-feira, fevereiro 10, 2017

TRUMP: "NÃO CONDENO ISRAEL, MAS..."

A poucos dias da visita do primeiro-ministro israelita a Washington, o presidente norte-americano Donald Trump concedeu a sua primeira entrevista como presidente a um diário israelita, o "Israel Hayom."
Nesta entrevista, Trump elogiou o primeiro-ministro israelita, mas acrescentou sentir que os recentes anúncios de novas construções na Judeia e em Samaria não melhoram as perspectivas de paz na região.
"Conheço muito bem Israel" - afirmou Trump - "e respeito-o. Quero conseguir a paz entre os israelitas e os palestinianos, e até mais do que isso."
Apesar de declarar a sua admiração por Netanyhau como "homem bom, que quer a paz", Trump mesmo assim confessou não entender como é que a expansão das comunidades judaicas na Judeia e Samaria pode promover a paz.
"A terra que resta é limitada, e de cada vez que se toma terra para colonatos, fica menos terra. Não sou daqueles que acredita que expandir os colonatos seja bom para a paz. Mas estamos a estudar todas as possibilidades."
Sobre o relacionamento com Israel, o presidente norte-americano que ele irá melhorar. Trump condenou veementemente o acordo nuclear feito entre o governo de Hussein Obama e o Irão, afirmando ser "um desastre para Israel."
Trump prometeu não condenar Israel durante a sua administração, contudo, em relação à promessa de deslocalizar a embaixada do seu país de Tel Aviv para Jerusalém, afirmou estar a "considerar a questão."

Começo pessoalmente a duvidar da capacidade de Trump de cumprir as suas promessas em relação a Israel. E, ou muito me engano, ou a questão da mudança da embaixada vai continuar a ficar na gaveta, tal como aconteceu com anteriores promessas feitas por presidentes que o antecederam...

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 28, 2016

"FICA FIRME, ISRAEL, O 20 DE JANEIRO ESTÁ PRÓXIMO!" - COMUNICOU HOJE TRUMP AOS ISRAELITAS.

O presidente eleito norte-americano Donald Trump condenou veementemente a administração de Hussein Obama pela sua decisão de não vetar a recente resolução do Conselho de Segurança da ONU que condena os colonatos judaicos.
Fazendo uso do seu meio preferido de comunicação - o twitter - Trump afirmou que Washington não pode continuar a tratar Israel "com tanto desdém e desrespeito."
Trump alegou também que sob Obama, os EUA deixaram de ser "um grande amigo" do estado judaico.
"Não podemos continuar a deixar Israel ser tratado com tão grande desdém e desrespeito. Eles costumavam ter nos EUA um grande amigo, mas..." - escreveu Trump, acrescentando: "Isso acabou. O princípio do fim foi o horrível acordo com o Irão, e agora isto (ONU)! Fica firme, Israel, o 20 de Janeiro está às portas!"

NETANYAHU AGRADECE
Poucos minutos depois desta mensagem pelo twitter, o primeiro-ministro Netanyahu agradeceu a Trump a sua "calorosa amizade e claro apoio."

Shalom, Israel!