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terça-feira, maio 23, 2017

TRUMP DEIXA ISRAEL ASSEGURANDO LEALDADE A ISRAEL E CONDENANDO O TERRORISMO PALESTINIANO

O périplo de 26 horas do presidente norte-americano por terras de Israel permitiu reforçar os laços de amizade com a liderança israelita - algo posto em causa pela anterior administração de Hussein Obama - e tirar as esperanças dos palestinianos em relação a um estado independente em território judaico.
Trump afiançou a Netanyahu que os palestinianos "querem alcançar a paz", acrescentando no entanto que "não será fácil. Ambas as partes terão de fazer face a decisões difíceis."

"ESTAREMOS SEMPRE COM ISRAEL"
Num emocionado e muito aplaudido discurso proferido esta manhã no Museu de Israel, Trump afiançou que a sua administração estará "sempre ao lado de Israel", tendo provocado uma efusão de aplausos. 
No seu discurso, Trump alertou que "o conflito não pode continuar para sempre. A questão é quando é que as nações perceberão que já tiveram que chegue. A mudança tem que vir de dentro. Só pode vir de dentro."
E foi a partir da Capital eterna de Israel que agora celebra os seus 50 anos de reunificação que Donald Trump fez este apelo: "Apelo a todos os povos, judeus, cristãos, muçulmanos e todos os credos a que retirem inspiração desta antiga cidade para deixar de lado as nossas diferenças sectárias para vencer a opressão e o ódio."
O presidente norte-americano referiu-se ainda às ameaças e aos perigos que os israelitas enfrentam: "Os israelitas têm experimentado em primeira mão o ódio e o terror da violência radical. Têm sido assassinados por terroristas empunhando facas e bombas. O Hamas e o Hezbollah disparam mísseis contra Israel, onde as crianças são ensinadas a correr para os abrigos. Os líderes do Irão apelam rotineiramente à destruição de Israel."
"Não com Donald J. Trump, acreditem em mim" - prometeu, recebendo mais uma ruidosa ovação.
"Os Estados Unidos estão firmemente comprometidos em impedir que o Irão desenvolva uma arma nuclear e continue a financiar terroristas."
Numa conferência de imprensa conjunta com Netanyahu, o presidente Donald Trump proclamou a ligação histórica do povo judeu com a Terra de Israel, fazendo menção do reino do Rei David. 

UMA FORTE REPRIMENDA À AUTORIDADE PALESTINIANA

Durante uma rápida visita a Belém para se encontrar com o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, Donald Trump repreendeu a liderança palestiniana por pagar benefícios aos terroristas palestinianos em prisões israelitas e às famílias dos terroristas, tanto dos que estão presos, como dos que já morreram. 

VISITA AO MEMORIAL DO HOLOCAUSTO
Apesar da intensa agenda, Trump ainda teve tempo para homenagear esta manhã os 6 milhões de judeus assassinados durante o Holocausto nazi, visitando o Memorial do Holocausto, onde proferiu as seguintes palavras: "Estamos aqui no Yad Vashem para honrar a memória de seis milhões de judeus que foram enviados para a morte. Palavras não conseguirão descrever a imensidão da profundidade desse mal. O Holocausto foi o acto mais selvagem contra Deus e contra os Seus filhos, e é nosso dever solene lamentar cada vida que foi tão cruelmente tirada."

ASSUNTOS CONVENIENTEMENTE EVITADOS POR TRUMP
Donald Trump soube habilmente evitar referências aos temas que têm desde há décadas conturbado as relações entre os EUA e Israel, tais como os aldeamentos (erradamente chamados de 'colonatos'), o estatuto de Jerusalém e até mesmo a idéia de 2 estados, algo em que o seu antecessor sempre insistia como condição para a paz. 

O primeiro-ministro de Israel tem razões de sobra para recordar esta visita do presidente norte-americano como marcante e um verdadeiro volte face em relação às anteriores políticas da administração dos EUA. A ver vamos como e de que forma é que estas palavras de ocasião se traduzirão em realidades que no terreno garantam a Israel a tão ambicionada paz e segurança...

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 15, 2017

10.000 POLÍCIAS PROTEGERÃO TRUMP NA SUA HISTÓRICA VISITA A ISRAEL

O ódio generalizado contra o presidente norte-americano Donald Trump obriga a que grandes medidas de segurança sejam tomadas quando ele se deslocar em visitas oficiais ao exterior. 
Israel não é excepção. O ódio a Trump vem obviamente dos palestinianos que não aceitam o apoio que ele parece querer dar ao estado judaico de Israel.
É por isso que a história visita de Donald Trump a realizar a Israel nos dias 22 e 23 de Maio vai exigir uma redobrada atenção da parte das autoridades de Israel: mais de 10 mil polícias vão estar de serviço permanente desde a primeira hora da chegada ao aeroporto Ben Gurion, até à sua partida para outro país.
Após a chegada a Ben Gurion, Trump viajará de helicóptero para a capital Jerusalém, onde visitará a Cidade velha e o Museu do Holocausto. Na hipótese de condições climatéricas adversas à chegada a Ben Gurion, Trump subirá a Jerusalém numa comitiva automobilistíca que percorrerá a estrada nacional Nº 1 até à capital.

MASSADA E BELÉM
Trump irá também visitar Massada, o último bastião da resistência judaica à invasão dos romanos, no ano 73 d.C. O presidente norte-americano deslocar-se- à mais uma vez em helicóptero, numa acção coordenada pela polícia e pelas Forças de Defesa de Israel. A fortaleza de Massada ficará completamente bloqueada para a visita.
Cerca de 900 elementos da comitiva norte-americana acompanharão Trump nesta sua primeira visita oficial a Israel. 56 veículos estarão sendo usados, e isso inclui 14 limusinas. Uma esquadrilha de 30 aviões de transporte C-17 aterrará em Israel, carregando vidros à prova de bala que serão colocados nas janelas da suite presidencial em Jerusalém. Serão também trazidas centenas de toneladas de outros materiais e equipamentos.

Shalom, Israel

quarta-feira, abril 26, 2017

DONALD TRUMP VISITA ISRAEL EM MAIO, A SUA PRIMEIRA VISITA OFICIAL COMO PRESIDENTE NORTE-AMERICANO

Representantes dos governos de Jerusalém e de Washington irão reunir-se amanhã para acertarem os pormenores da primeira visita oficial do presidente norte-americano a Israel, prevista para finais do próximo mês de Maio.
Segundo consta, o presidente norte-americano poderá visitar Jerusalém durante as celebrações da reunificação da Cidade capital eterna de Israel, que ocorrerão na noite de 23 de Maio e no dia seguinte.
A Casa Branca tem demonstrado um grande interesse em que Donald Trump possa visitar Israel, a sua primeira visita como presidente.
Durante a sua visita oficial a Washington em Fevereiro passado, o primeiro-ministro israelita convidou o presidente Trump a visitar Israel, sublinhando a importância de tal visita no início do seu mandato. 
Será durante esta visita que Trump finalmente anunciará oficialmente a mudança da embaixada norte-americana para a capital Jerusalém?
Ao contrário do seu antecessor, Trump quer começar bem o seu mandato internacional...
Bem haja!

Shalom, Israel!