Diz o ditado que cada um tem o que merece. Após ter sido tão maltratado e injustiçado pela UNESCO, Israel decidiu sair desta organização anti-semita no dia 31 de Dezembro de 2018, portanto daqui a exactamente um ano.
Dois meses depois de os EUA terem anunciado a sua decisão de sairem da UNESCO, Israel notificou agora formalmente a organização da ONU ligada à "cultura e à educação" - ainda que seja isso que mais lhe falta - a sua retirada da mesma.
"LAMENTO PROFUNDAMENTE"
Hoje mesmo a chefe da organização, Audrey Azoulay, confirmou ter recebido a notificação e partilhou a sua tristeza com a decisão israelita: "Lamento profundamente, e é minha convicção que é dentro da UNESCO e não fora dela que os estados podem melhor procurar ultrapassar as diferenças nos campos de competência da organização."
MAU COMPORTAMENTO
Israel tem mais do que razão para se retirar de uma organização que constantemente tem estado a adulterar os factos históricos em prejuízo de Israel, chegando ao ponto de apagar a ligação histórica e religiosa judaica a lugares sagrados, adulterando-as com alegadas ligações palestinianas.
Para os tendenciosos responsáveis da UNESCO, não existe presença judaica no Muro Ocidental, no Monte do Templo e em outros lugares da herança judaica, mas sim uma ligação islâmica e palestiniana. O ridículo em tudo isto é que há 100 anos atrás nem sequer se falava no "povo palestiniano."
A retirada de Israel tem mesmo assim uma cláusula, permitindo a possibilidade de Israel rever a sua posição, caso a UNESCO também reveja os seus procedimentos e corrija os absurdos erros em que tem estado a chafurdar nesta matéria.
Shalom, Israel!

