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terça-feira, abril 27, 2021

JOHN KERRY ACUSADO DE TER REVELADO AO IRÃO INFORMAÇÕES SECRETAS SOBRE A ACTIVIDADE DE ISRAEL NA SÍRIA

Está a ser pedida a demissão de John Kerry, o enviado especial do presidente Biden para o clima e membro do conselho de segurança nacional do presidente norte-americano. Tudo tem a ver com a revelação de uma gravação descoberta com uma entrevista realizada com o ministro das Relações Externas do Irão, Mohammad Zarif. 

"A parte mais perturbadora da entrevista na gravação agora divulgada é quando Zarif disse que Kerry lhe tinha falado sobre acções secretas de Israel contra interesses iranianos na Síria" - afirmou o senador republicano Dan Sullivan, que pediu a imediata demissão de John Kerry.

Zarif disse "para seu espanto", que o então secretário de estado John Kerry o tinha informado de que Israel tinha atacado interesses iranianos na Síria pelo menos 200 vezes. 

"Quando li a história, fiquei também espantado" - confessou Sullivan. E acrescentou: "Se John Kerry falou aos líderes do Irão acerca de questões secretas relacionadas com o nosso maior aliado na região, Israel, de quem o Irão tem constantemente dito que quer eliminar do mapa, se ele fez isso, tem de se demitir."

Kerry veio prontamente negar as alegações: "Posso dizer-vos que esta história e estas alegações são inequivocamente falsas. Isto nunca aconteceu - quer quando eu era secretário de estado quer depois."

Não é a primeira vez que John Kerry é acusado de prejudicar interesses do estado norte-americano, mas esta actual acusação, a ser verdadeira, deveria imediatamente conduzi-lo ao banco dos réus.

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 29, 2016

"PEGUE NA SUA BÍBLIA E LEIA" - RESPOSTA DE MINISTRO ISRAELITA AO PÉRFIDO DISCURSO DE JOHN KERRY

Naftali Bennet, ministro da Educação em Israel, respondeu ao discurso de ontem do secretário de estado norte-americano John Kerry, ao serviço do anti-semita Hussein Obama, em que este insistiu constantemente na viabilidade de uma "solução 2 estados."
Na sua resposta, Bennet afirmou: "No seu discurso, Kerry mencionou-me de forma anónima por três vezes, querendo demonstrar que nos opomos a um estado palestiniano."
"Assim, vou ser claro" - prosseguiu Bennet. 
"Sim, se depender de mim, não iremos estabelecer nenhum estado terrorista no coração do nosso país. À custa da utópica ideia de um estado palestiniano, os cidadãos de Israel já pagaram com milhares de vítimas, dezenas de milhares de rockets, e inúmeras condenações. Chegou a altura de uma nova política, e por aí que nós iremos avançar."
Antes desta resposta de Bennet ao demagógico discurso de Kerry, já Bennet lhe tinha enviado um forte recado: "Há poucos dias atrás, o Conselho de Segurança da ONU votou a favor de uma vergonhosa resolução que menciona que Jerusalém é território ocupado."

"Jerusalém é a capital judaica há 3.000 anos. Isso está na Bíblia. Abra-a, e leia. Nós, os judeus, temos andado a acender o menorá (candelabro) há 2.170 anos, em Jerusalém. Em cada Páscoa, nós dizemos: 'No próximo ano, em Jerusalém'. Há 1.000 anos que acendemos o menorá na Rússia e em Marrocos, e dissemos: 'No próximo ano, em Jerusalém'. Há 72 anos atrás, acendemos o menorá junto ao crematório de Auschwitz e dissemos: 'No próximo ano, em Jerusalém.'
"Sr. secretário: Nenhuma decisão da ONU nem nenhum discurso mudará o facto de que Jerusalém foi e sempre será a capital israelita."

Shalom, Israel!