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sexta-feira, julho 06, 2018

CHANCELER AUSTRÍACO AO PRESIDENTE IRANIANO: "É INACEITÁVEL QUESTIONAR O DIREITO À EXISTÊNCIA DO ESTADO DE ISRAEL!"

Durante a cimeira realizada em Viena entre os líderes europeus e o presidente do Irão Rouhani, visando discutir o acordo nuclear com o Irão, o anfitrião austríaco, o chanceler Sebastian Kurz, deu um recado forte ao tirano iraniano, afirmando que a Áustria está "incondicionalmente comprometida com a segurança de Israel e seus cidadãos."
Na conferência de imprensa conjunta entre o chanceler e o ditador iraniano, o líder austríaco declarou ser "absolutamente inaceitável" questionar o direito à existência de Israel ou os apelos à destruição do estado judaico. 
Em comentários obviamente dirigidos ao líder iraniano, o líder austríaco condenou também aqueles que trivializam o Holocausto, afirmando: "As preocupações de Israel devem ser levadas a sério. A Áustria está incondicionalmente comprometida com a segurança de Israel e dos seus cidadãos."
"Durante este ano memorável, estamos particularmente conscientes da nossa responsabilidade histórica. Condenamos veementemente todas as formas de anti-semitismo, bem como qualquer forma de desvalorizar a negação do Holocausto" - acrescentou o chanceler da Áustria.

APELOS À DESTRUIÇÃO DE ISRAEL
Os líderes iranianos têm apelado abertamente à destruição de Israel, e a república islâmica do Irão financia grupos terroristas islâmicos como o Hezbollah e o Hamas, os quais partilham os mesmos pérfidos objectivos.
No mês passado, durante as celebrações do "dia de al-Quds" (o nome dado pelos muçulmanos a Jerusalém), Rouhani proferiu uma mensagem à nação, dizendo: "Acredito que a terra da Palestina será devolvida aos donos da terra com a ajuda de Alá." O ditador iraniano disse ainda que "Israel nunca poderá sentir que está em terra segura."

CONFRONTO SUÍÇA - IRÃO
O presidente suíço Alain Berset, afirmou na Terça-Feira passada em Genebra que em conversações bi-laterais com o presidente do Irão Rouhani vincou "a necessidade de reconhecer o estado de Israel", provocando uma imediata reacção do líder iraniano, afirmando que Teerão "vê o regime sionista como um regime ilegítimo", responsável por fomentar conflitos na região...

Realmente a desfaçatez e a falta de vergonha do líder iraniano nem merecem mais comentários da nossa parte...

Shalom, Israel!



quinta-feira, março 09, 2017

PARLAMENTO SUÍÇO PROÍBE APOIOS DO GOVERNO AOS GRUPOS QUE BOICOTAM ISRAEL

A Suíça está de parabéns, e será certamente abençoada: numa decisão sem precedentes, o parlamento helvético votou a favor da proibição dos apoios governamentais ao movimento "BDS"  - um movimento anti-sionista que incita à proibição de importação de produtos oriundos de "territórios ocupados" por Israel, sob o lema: "Boicote, Desinvestimento e Sanções" - colocando este movimento na mesma linha de outras organizações racistas e anti-semitas.


Esta decisão marca a primeira vez que um parlamento de um país europeu reconhece a equivalência moral ou correlação entre o anti-semitismo e o "BDS."
A decisão do parlamento suíço visa impedir o estado de "financiar qualquer organização que apoie o racismo, o anti-semitismo ou o BDS."
A proposta foi votada com 111 votos a favor da proibição, 78 contra e 4 abstenções.
Há poucos dias atrás foram apresentados aos deputados do parlamento suíço vários nomes de organizações que a Suíça estava financiando e que comprovadamente promovem o anti-semitismo, e negam o próprio direito aos judeus de viverem na Terra de Israel. Essa informação, amplamente divulgada pelos media suíços foi um factor determinante para a mudança de opinião de vários deputados, levando-os agora a votar a favor da proibição. 
Israel, obviamente, já congratulou o parlamento helvético por esta importante decisão. A ministra para as Relações Exteriores de Israel, Tzipi Hotovely expressou-o com estas palavras: "Congratulo o parlamento suíço por este passo importante na vereda da justiça e da moral humana. A decisão merece ser adoptada por outros parlamentos pela Europa fora. Estamos todos a favor dos direitos humanos, mas há organizações que servem um propósito diferente sob o disfarce desta noção, e é crucial que se façam esforços para descobrir os seus reais intentos."

Bem haja a Suíça! Shalom, Israel!