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terça-feira, outubro 29, 2024

COM 80% DO ARSENAL DO HEZBOLLAH DESTRUÍDO, ABRE-SE A PORTA PARA UMA SOLUÇÃO POLÍTICA PARA O LÍBANO


O primeiro-ministro israelita convocou uma "consulta de segurança" para as 8 horas desta noite, com o assunto das conversações visando um acordo político para o Líbano em cima da mesa. Segundo declarações de autoridades norte-americanas, "Israel procura certezas diplomáticas de longa duração."

O acordo diplomático prevê um cessar-fogo de 60 dias em que as forças israelitas saiam do Sul do Líbano, dando lugar a uma força internacional e ao exército regular do Líbano, ao mesmo tempo que os terroristas do Hezbollah terão de abandonar essa parte do território libanês e não ultrapassar a região a Sul do rio Litani, tal como constava na resolução 1701 da ONU, de 2006, e que o Hezbollah nunca respeitou. Trata-se no fundo de pôr a funcionar o acordo que deveria ter vigorado desde 2006, que o grupo terrorista desrespeitou e ao qual a UNIFIL fechou os olhos, permitindo que as forças terroristas avançassem e se instalassem com todo o seu arsenal perto da fronteira de Israel, preparando uma invasão semelhante à dos Hamas no 7 de Outubro, mas com uma extensão e capacidade superior. 

O HEZBOLLAH COM APENAS 20% DO SEU ARSENAL MILITAR

Segundo o ministro da Defesa de Israel Yoav Gallant, o Hezbollah mantém apenas 20% das capacidades de rockets e mísseis em comparação com o que tinha antes do início da guerra. 

"Calculo em 20% a restante capacidade dos mísseis e rockets e, para além disso, (o Hezbollah) já não está organizado como antes estava, capaz de disparar rondas de disparos" - declarou durante a sua visita às tropas situadas em Safed, na Alta Galiléia. 

"Há uma conexão profunda entre o nosso ataque ao Irão e o que se está a passar com o Hezbollah. O Irão percebe que o Hezbollah não tem capacidade de resposta, e o Hezbollah percebeu que não pode depender do Irão."

NOVA RONDA DE CONVERSAÇÕES NO EGIPTO 

Uma nova ronda de negociações visando a libertação dos reféns vai decorrer ainda durante esta semana no Cairo, com a delegação israelita sendo representada pelo chefe da Mossad.

UNRWA BANIDA EM ISRAEL

Uma lei ontem aprovada pelo Knesset (parlamento israelita) passou a proibir qualquer representação ou actividade do UNRWA no território do país, devido à sua ligação ao Hamas, ficando assim limitado à Faixa de Gaza. 


600 MEMBROS DO HAMAS RENDEM-SE A ISRAEL

Com o desmantelamento do Hamas e do Hezbollah, é cada vez maior o número de terroristas que se rendem às forças israelitas. Só na Faixa de Gaza, mais especificamente em Jabaliyah, mais de 600 membros do Hamas renderam-se às IDF, alguns dos quais tendo participado nos massacres do 7 de Outubro. 120 destes terroristas foram encontrados num hospital da cidade onde se tinham refugiado, e que as IDF cercou, obrigando os militantes do grupo terrorista a abandonarem o seu refúgio civil. O hospital tinha sido usado como central de comando do Hamas. 

Há também notícias de membros do Hezbollah a renderem-se no Sul do Líbano, e outros que se colocam em fuga, refugiando-se na vizinha Síria, ou no Norte do Líbano. Quando as forças israelitas conquistam uma povoação antes ocupada pelos terroristas do Hezbollah, já não encontram lá ninguém, pois todos se puseram em fuga deixando todo o equipamento para trás!

ISRAELITAS PREFEREM DONALD TRUMP

Uma sondagem realizada em Israel confirma a preferência dos israelitas pelo ex-presidente, com uma percentagem de 66%, contra apenas 16% que escolheriam Kamala Harris, se pudessem votar nos EUA. Os israelitas não esquecem a amizade de Donald Trump para com Israel, superando a de qualquer outro presidente norte-americano, ao ter deslocado a embaixada do seu país para Jerusalém, como capital do estado de Israel, reconhecer os Montes Golan como parte integrante do território israelita e ainda o início dos famosos "acordos de Abraão", permitindo a aproximação de Israel com vários países árabes anteriormente inimigos de Israel. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 29, 2024

ISRAEL ACREDITA QUE 10% DOS "FUNCIONÁRIOS" DA UNRWA ESTÃO LIGADOS A GRUPOS TERRORISTAS


Nada que não se soubesse. O mundo inteiro está alegadamente chocado com a revelação de que 12 funcionários da organização da ONU - a UNRWA - estiveram ligados directa ou indirectamente aos massacres do 7/10. O próprio secretário-geral da ONU, António Guterres, numa expressão de pura hipocrisia, disse-se "horrorizado" com a situação, como se há muito não soubesse que os representantes da ONU na Faixa de Gaza promoviam a causa terrorista e o ódio contra Israel...

Devido a esta descoberta, várias nações do mundo civilizado cancelaram o envio de ajuda financeira para essa organização literalmente a serviço do Hamas, até que a situação fique inteiramente esclarecida. A União Europeia já informou que irá rever o financiamento. A União Europeia tem sido o terceiro maior financiador dos "refugiados" palestinianos, logo a seguir aos EUA e à Alemanha, que entretanto já suspenderam o financiamento dos palestinianos, mal habituado a estes subsídios desde há décadas, desta forma habituando-se a nada fazer, muito menos desenvolver os lugares onde residem, uma vez que lhes é mais fácil e proveitoso viverem há décadas na base da vitimização...A Inglaterra, o Canadá, a Itália, a Áustria, o Japão e outros países também suspenderam temporariamente o financiamento aos parasitas palestinianos.

Soube-se agora através de um artigo no diário "Wall Street Journal" citando informações dos serviços secretos israelitas que pelo menos 1.200 "funcionários" da agência da ONU para os refugiados palestinianos são membros do Hamas ou de outros grupos terroristas palestinianos, o que representa cerca de 10% da totalidade.

Segundo esta reportagem, um determinado número de professores da UNRWA esteve envolvido no planeamento ou na efectivação dos massacres, um deles raptou o corpo de um soldado israelita, e outro preparou uma sala de guerra para a Jihad Islâmica Palestiniana no dia 8 de Outubro, um dia após o massacre. Estas informações foram recolhidas através de escutas telefónicas, interrogatórios e documentos encontrados, provando que cerca de metade dos 120.000 "funcionários" da organização das Nações Unidas tem familiares entre os operacionais terroristas. 

A UNRWA supervisiona 59 campos de refugiados palestinianos na Síria, Líbano, Jordânia, Jerusalém, na Margem Ocidental e em Gaza. A maior parte dos fundos enviados dirigem-se supostamente a escolas. O orçamento anual ronda mais de 1 bilião de dólares, sendo 90% originários de países que agora suspenderam as contribuições. 

Pode ser que agora o mundo civilizado acorde para a realidade, e decida de vez ensinar os palestinianos a trabalhar...

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 27, 2024

GOVERNO ITALIANO COMPARA O HAMAS ÀS SS NAZIS, MAIS PAÍSES SUSPENDEM FINANCIAMENTOS À UNRWA


Um número crescente de países está a cancelar os financiamentos à UNRWA, a corrupta agência da ONU para uma suposta ajuda aos "refugiados" palestinianos.

O primeiro país a suspender esta viciosa ajuda a quem não a merece foi os EUA, logo seguido do Canadá, Autrália, Reino Unido e agora também a Itália.

Este cancelamento temporário do financiamento tem a ver com as ondas de choque provocadas pela revelação ontem divulgada de que pelo menos 12 membros palestinianos da UNRWA colaboraram na preparação dos massacres cometidos contra israelitas no tristemente memorável 7 de Outubro. A própria ONU suspendeu estes criminosos e o secretário-geral António Guterres revelou estar chocado com a situação...

O governo italiano, na voz do seu vice primeiro-ministro Antonio Tajani, foi mais directo, ao afirmar que o Hamas é o novo SS - as criminosas forças policiais dos nazis - numa referência aos ataques a judeus perpetrados pelos monstros criinosos do Hamas e seus párias. 

"O antissemitismo e o Hamas são as novas SS, a nova Gestapo, porque conduziram uma caça científica aos judeus" - afirmou Tajani, antigo presidente do Parlamento Europeu e actual responsável pela diplomacia italiana. 

Tajani no entanto distinguiu os terroristas do Hamas do restante da população palestiniana: "Temos de garantir que os direitos da população civil palestiniana são respeitados, há demasiadas vítimas."

Estas acusações contra o Hamas são feitas no dia em que se celebra o Dia Internacional das Vítimas do Holocausto.

Shalom, Israel!

sábado, setembro 01, 2018

ESTADOS UNIDOS ACABAM DE VEZ COM O VICIOSO FINANCIAMENTO AOS "REFUGIADOS" PALESTINIANOS

Já não era sem tempo. O corajoso presidente norte-americano decidiu acabar com o injusto e vicioso financiamento à "UNRWA" - a agência da ONU que desde há décadas anda a subsidiar os alegados 5 milhões de refugiados palestinianos. Estes subsídios da ONU não fazem qualquer sentido, não só porque não existem 5 milhões de refugiados palestinianos, como essa gente é a única que recebe continuamente apoio financeiro da ONU, ao passo que muitos outros verdadeiros refugiados pouco ou nada recebem dessa desacreditada organização internacional patrocinadora do terrorismo árabe e do anti-semitismo.
Os habituais 300 milhões de dólares concedidos pelos EUA à organização de apoio aos palestinianos deixarão assim de entrar nos cofres de alguns tiranos poderosos que dominam e escravizam aquela gente que de facto ninguém quer na sua terra.

REACÇÃO PALESTINIANA
O presidente da Autoridade Palestiniana já veio condenar esta decisão, denunciando-a como "um flagrante assalto ao povo palestiniano e um desafio às resoluções da ONU."

RAZÕES NORTE-AMERICANAS
A porta-voz do Departamento de estado norte-americano Heather Nauert, comunicou que tanto o modelo negocial como as práticas fiscais da "UNRWA" tornaram-na numa "irremediável operação defeituosa." E acrescentou: "A administração reviu cuidadosamente o assunto e determinou que os Estados Unidos não farão contribuições adicionais à UNRWA." Nauert informou ainda que "a interminável e exponencialmente crescente comunidade de beneficiários titulares é simplesmente insustentável e tem estado desde há muitos anos em modo de crise."
Durante muitos anos os EUA têm sido o principal contribuinte desta organização, participando com cerca de 30% da mesma.

5 MILHÕES?
A agência da ONU tem estado ao longo destes últimos 69 anos a financiar "serviços" para os alegados refugiados residentes na Jordânia, Líbano, Síria, Samaria e Faixa de Gaza. 
A agência foi criada em 1949 depois da primeira guerra árabe-israelita - a Guerra da Independência - após o êxodo de cerca de 700 mil árabes que, ou fugiram, ou foram expulsos dos territórios como consequência da guerra iniciada por 5 nações árabes contra Israel logo no dia seguinte à proclamação da sua independência.
É importante lembrar que muitos desses árabes foram instigados a sair das suas terras pelas próprias nações árabes, visando a "limpeza" dos judeus naquela primeira guerra travada contra o estado judaico.
O número "5 milhões" está disparatademente inflacionado, tal e qual como é prática decorrente dos árabes palestinianos. Tudo isso tem a ver com o propósito dos árabes em incluir num futuro acordo o "direito ao retorno" desses alagados 5 milhões de "refugiados" a Israel, algo que o estado judaico não pode de forma alguma aceitar, uma vez que provocaria o fim do estado de Israel.
Segundo estudos norte-americanos a publicar no início deste mês, o número de refugiados palestinianos com direito a esse estatuto não ultrapassa o meio milhão.

AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO ALEMÃ
Em contraponto a esta decisão norte-americana, o governo alemão decidiu aumentar o seu financiamento a esta organização, alegando que "a perda desta organização pode desencadear uma reacção em cadeia incontrolável."

O que é intrigante no meio de tudo isto é o facto de nenhum dos países árabes querer absorver e integrar nas suas populações estes "refugiados palestinianos", preferindo que eles vivam em guetos e continuando a depender dos intermináveis subsídios enviados pelo mundo ocidental...

Shalom, Israel!