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quinta-feira, setembro 16, 2021

ABORTADA TENTATIVA DE "ATAQUE ISLÂMICO" A SINAGOGA ALEMÃ

A polícia alemã conseguiu abortar uma tentativa de ataque a uma sinagoga em Haguen, Alemanha, previsto para este dia em que os judeus celebram o Yom Kippur. 

Um rapaz sírio de 16 anos e outros 3 indivíduos foram ontem detidos em ligação a um planeado ataque à sinagoga de Hague. Este incidente trouxe à memória o ataque ocorrido há exactamente 2 anos contra outra sinagoga alemã na cidade de Halle, em que um atirador neo-nazi tentou invadir o edifício durante a celebração do Yom Kippur. A polícia isolou o recinto e a cerimónia do Yom Kippur foi cancelada. Segundo Herbert Reul, ministro do Interior para o governo estadual do Reno Norte - Westphalia, as autoridades tinham recebido "informações muito sérias e concretas" de que haveria um ataque à sinagoga durante o Yom Kippur. A informação apontava para "uma situação de ameaça de motivação islâmica", incluindo a provável hora e o nome do suspeito da tentativa. Segundo as autoridades, foi evitado "um ataque com motivação islâmica." As autoridades procuram agora quais serão as redes por detrás desta tentativa. 

A revista "Der Spiegel" reportou, ainda que não identificando as fontes, que a informação veio da parte de um serviço de informações estrangeiro. Segundo as mesmas, o adolescente disse a alguém numa conversa de chat na internet que estava a planear um ataque com explosivos a uma sinagoga, tendo esta pista levado os investigadores a procurar o jovem que vive com o seu pai na cidade de Hagen. 

A ministra da Justiça da Alemanha condenou duramente a tentativa de ataque à sinagoga: "É intolerável que os judeus sejam novamente expostos a uma ameaça tão horrível, não podendo celebrar o início do seu feriado mais solene, o Yom Kippur."

Os crimes antissemitas têm vindo a aumentar na Alemanha nestes últimos anos, com um total de 2.032 ofensas registadas em 2019, um acréscimo de 13 por cento em relação ao ano anterior.

Shalom, Israel!


sábado, junho 01, 2019

MANIFESTAÇÃO ANTI-ISRAEL DÁ DE CARAS COM MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL EM BERLIM

Cerca de 1.000 indivíduos manifestaram-se esta tarde em Berlim em apoio aos palestinianos e ao "dia Al-Quds", o dia de Jerusalém. Estes manifestantes vociferaram palavras de ordem, tais como: "A Palestina renascerá", "Libertem Gaza", havendo até quem empunhasse bandeiras iranianas. 

O que estes manifestantes defensores do terrorismo palestiniano não contavam era com uma contra-manifestação, em que várias centenas de pessoas, incluindo ilustres políticos alemães, e membros da comunidade judaica na Alemanha vieram protestar contra a outra manifestação anti-Israel, tendo a polícia de separar os dois grupos para evitar confrontos desnecessários.

O comissário do governo alemão para o antissemitismo, o embaixador de Israel em Berlim e o chefe da segurança da capital alemã estiveram presentes na manifestação que juntou os apoiantes de Israel.
Este último elemento pediu ao governo alemão que considere banir a ala política do grupo terrorista libanês Hezbollah.
Devido ao preocupante incremento dos actos antissemitas na Alemanha, o governo alemão pediu ao povo para que envergasse um kipá - a cobertura na cabeça dos religiosos judeus - antes da manifestação anti-Israel, como demonstração de solidariedade para com os judeus, que haviam sido aconselhados a não envergarem o kipá em público em certas regiões da Alemanha.
O presidente israelita reagiu contra este conselho, afirmando peremptoriamente que os judeus "não se renderiam ao antissemitismo."
O governo alemão reagiu de imediato, dando todo o apoio aos judeus e comunicando que "o livre exercício da religião é possível para todos..." e que "qualquer um pode ir a qualquer parte do país usando um kipá."

Shalom, Israel!