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sexta-feira, junho 10, 2011

SÍRIA PODERÁ ESTAR À BEIRA DA GUERRA CIVIL



Os ataques contra civis na Síria causaram hoje mais 28 mortes, calculando-se que serão já cerca de 1.100 as pessoas vítimas da violência das forças armadas durante as manifestações de protesto que desde Março se têm organizado por toda a Síria, especialmente em Damasco e Daraa.
Segundo relatos de activistas, as forças armadas usaram munições reais contra os manifestantes durante as demonstrações de hoje, sexta-feira.
Durante as manifestações de hoje, realizadas depois das orações de sexta-feira, gritava-se: "Viva a Síria! Abaixo Bashar Assad!".
A Síria tem 20 milhões de habitantes e a situação começa a ficar fora de controle, ainda mais que não se sabe bem o que se está a passar, uma vez que a Síria impede os órgãos internacionais e independentes de reportarem os acontecimentos. Muito do que se sabe é através dos cerca de 3 mil sírios que conseguiram escapar para a vizinha Turquia.
O regime da família Assad já governa o país há 41 anos.
Ontem mesmo, a França, a Grã-Bretanha, a Alemanha e Portugal pediram ao Conselho de Segurança da ONU para condenar Assad, apesar de a Rússia - que tem poder de veto - avisar que se oporia a tal decisão.
Ninguém sabe onde irá parar a situação na Síria. Nem que tipo de governo poderá vir a seguir, uma vez que é natural que Assad não consiga aguentar a pressão, ainda que como se sabe tenha forte apoio do Irão. De qualquer modo, qualquer que seja o resultado, Israel estará sempre atento ao seu arqui-inimigo do Norte, ansioso por recuperar os Montes Golan e obviamente expulsar os judeus para fora da sua Terra...
Shalom, Israel!
































segunda-feira, abril 25, 2011

POPULAÇÃO SÍRIA MASSACRADA NAS RUAS PELOS TANQUES E EXÉRCITO DO DITADOR ASSAD

Depois de nos últimos dias a população síria se ter manifestado nas ruas em busca de liberdade e o fim da ditadura de um dos maiores tiranos do Médio Oriente - o presidente Bashar Assad - o dia de hoje está sendo marcado pela invasão de tanques de guerra e do exército na cidade de Deraa, havendo relatos de corpos deitados nas ruas, não se sabendo como este braço de ferro irá terminar. Talvez num banho de sangue. O ditador lança os tanques contra a população, julgando que desta forma conseguirá abafar a revolta dos humilhados e oprimidos.
Calcula-se em 350 o número dos mortos nestes últimos dias, e pelo que parece, a situação tende a agravar-se. Segundo testemunhas locais na cidade, os tanques dispararam contra a população. À medida que o exército tenta reconquistar o controle da cidade de Deraa, a sul do país, os manifestantes informam que as forças leais ao ditador Assad tentam também irromper pela cidade de Douma, nos subúrbios da capital Damasco, onde têm havido enormes manifestações de protesto anti-Assad. A cidade de Deraa tem estado desde há um mês debaixo do controle dos manifestantes anti-Assad.
Num novo avanço desta manhã, a Síria fechou todas as suas fronteiras com a vizinha Jordânia depois da colocação de tanques e carros do exército na cidade de Deraa.
Um diplomata presente na capital da Jordânia declarou que as duas principais fronteiras com a Síria, em Deraa e Nassib, do lado sírio, estão fechadas ao tráfego, certamente "relacionado com aquilo que parece ser uma grande operação de segurança que está agora tendo lugar."
Na quinta-feira passada, o ditador Assad tinha levantado o estado de emergência imposto há 48 anos, mas os activistas afirmam que a violência que irrompeu no dia seguinte, matando pelo menos 100 pessoas comprova que Assad não leva a sério os apelos para que haja liberdade política na Síria.
Os raids de hoje nas cidades de Deraa e Douma parecem mostrar que Assad, que sucedeu em 2000 ao seu pai falecido nesse mesmo ano e que governou a Síria com mão de ferro durante 30 anos estava determinado a esmagar a oposição pela força.
Os residentes de Deraa afirmam que há centenas de militares na cidade.
Há relatos de corpos espalhados pelo chão de uma das ruas centrais da cidade, perto da mesquita Omarti, após oito tanques e dois carros armados terem sido estacionados no quarteirão antigo da cidade.
Segundo os relatos, as pessoas estão-se abrigando nas casas, ninguém se atrevendo a sair à rua para recolher os corpos, havendo snipers colocados no topo de edifícios e que disparam sobre a população e contra as próprias casas das pessoas. Segundo outros relatos, as casas têm-se tornado em hospitais, e vê-se uma nuvem de fumo negro subindo da cidade.
A maioria dos jornalistas estrangeiros foram expulsos do país, tornando impossível a verificação da situação no terreno. Alguns manifestantes têm conseguido colocar na internet alguns videos caseiros mostrando as tropas sírias disparando contra as multidões desarmadas.
Na opinião de Joel Brinkley, jornalista premiado com o Prémio Pullitzer, "Assad é o homem mais perigoso à face da terra", chegando a ser pior que o ditador iraniano Ahmadinejad, uma vez que "este ditador de duas caras tem ludibriado presidentes e primeiros-ministros, fazendo-os acreditar que ele é o amigo indispensável com quem eles podem contar - apesar de ele ter facilitado a assassínio de tropas americanas, armazenar armas de destruição massiça e e servir de abastecedor de armas para os grupos terroristas."
E como sempre tem acontecido, a secretária de estado norte-americana Hillary Clinton, conhecida por andar a dar tiros nos pés, errou mais uma vez ao chamar Assad de "reformador", quando este tentou demonstrar o seu interesse em aliviar a força do regime ditatorial no mês passado, durante o início das manifestações de revolta na Síria.
O próprio Obama parece querer manter o namoro com o regime de Assad, que considera "um elemento chave para a paz na região", ao condenar a violência por parte do regime, mas também por parte dos manifestantes. Resta saber qual a visão que o sr. Hussein Obama tem de liberdade e direitos humanos...
Uma coisa é certa: a revolução síria é imparável, e é importante que o mundo acompanhe a situação passo a passo, não permitindo que aquele regime ditatorial venha pouco a pouco espezinhando a população civil, ávida de liberdade e justiça social. E que uma intervenção militar internacional seja eventualmente a solução para defender a população, já que Assad é certamente um perigo e ameaça muito maior para a estabilidade e paz do Médio Oriente do que Khadafi, que os membros da NATO se apressaram - relativamente - a combater...
E que estas revoltas não transbordem para Israel, desejoso como está de manter a "paz fria" com o seu vizinho sírio...
Shalom! 

quarta-feira, março 30, 2011

O DITADOR DA SÍRIA ENCONTROU UM "BODE EXPIATÓRIO": ISRAEL

A História tem demonstrado que quando um tirano se encontra a braços com graves problemas no seu próprio país, há um sempre pronto e disponível "bode expiatório" sobre quem se podem despejar todos os males e culpas: Israel. Pois quem haveria mais de ser?
Assim foi, é e sempre será.
Agora foi o tirano-déspota presidente ditador da Síria, Bashar al-Assad, a braços com uma revolução no seu próprio país, que redescobre a estratégia e subterfúgio para tentar não só desresponsabilizar-se pelos males que durante anos tem infligido ao seu próprio povo, como vê nessa a forma ideal para iludir e incendiar a opinião pública contra um inimigo comum, logo ali ao lado: Israel.
Pensando que demitir o governo bastaria para acalmar as multidões, o déspota esqueceu-se que as revoluções também contagiam, e aquilo que se viu acontecer no Egipto, na Tunísia, na Líbia e em breve no Yemen irá obviamente bater à porta da sua própria casa.
Hoje mesmo Assad fez uma bem montada encenação a partir do parlamento, falando ao povo no meio de manifestações eufóricas de apoio e aplausos: "Allah, a Síria e Bashar só!" e "Nossas almas e o nosso sangue sacrificamos por ti, Bashar!"
Os números daqueles que foram mortos nas manifestações dos últimos dias variam entre 60 e os 130, dependendo de quem presta essas informações.
Ágil na sua criminosa política, Assad tratou logo de acusar Israel e expressar esperança de que a actual onda que varre as nações árabes possa produzir fruto para a presente luta dos palestinianos contra Israel: "Cremos e esperamos que estas transformações alterem o curso da causa palestiniana." E acusou os "conspiradores estrangeiros" de causarem as perturbações no seu próprio país, alegando que os protestos tinham como objectivo "forçar uma agenda israelita".
Claro que a causa e culpa dos problemas causados por esses ditadores aos povos sedentos de liberdade e justiça social devem sempre ser transferidos para os judeus em Israel. Essa é a fórmula mágica, mas que se calhar já não convence nem satisfaz a inteligência daquelas massas humanas que eles se habituaram a oprimir e roubar. Se calhar a fórmula já nem funciona mais...
Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

DOIS TIRANOS UNEM-SE NO ÓDIO A ISRAEL

Dois dos piores bandidos à solta - actualmente chefes de governos ditatoriais - reuniram-se esta manhã em Damasco, capital da Síria, vociferando o seu ódio contra Israel e profetizando a sua aniquilação no Médio Oriente.
São eles, obviamente, o chefe ditador do Irão, Ahmadinejad, e o seu comparsa da Síria, Bashar Assad. Durante a sua visita a este país "amigo", o ditador iraniano prometeu que "as nações árabes irão entrar num novo Médio Oriente sem sionistas e sem colonialistas." - estas palavras ditas durante a visita têm um timing importante, uma vez que os EUA andam tentando recentemente uma aproximação à Síria, visando obviamente um isolamento do Irão na cena internacional, o que parece difícil de acontecer, conforme comprova esta "visita de amigos".
Vociferando o seu ódio a Israel, Ahmadinejad ameaçou: "Se o regime sionista quiser repetir os seus erros do passado, isso levará ao seu desaparecimento e aniquilação."
E adiantou que o Irão, a Síria, o Líbano e o Iraque estarão contra Israel.
Comungando da mesma doença mental, o líder sírio, referindo-se às alegadas ameaças de Israel, vociferou: "Cremos estar a enfrentar uma entidade (Israel) capaz de agressões em qualquer altura, e nós estamos a preparar-nos para qualquer agressão israelita, seja ela em pequena ou em grande escala. Israel está direccionando as suas ameaças à Síria e aos movimentos de resistência (leia-se: grupos terroristas). As ameaças visam também levantar a moral dos israelitas após uma série de derrotas."
Comentando acerca da forte ligação entre o Irão e a Síria, o ditador iraniano afirmou numa entrevista à imprensa que "a ligação entre Damasco e Teerão é forte e ninguém a conseguirá danificar."
"Estes laços tornar-se-ão mais profundos e desenvolvidos com o decorrer dos anos. Nós somos irmãos. Temos interesses comuns, bem como alvos e inimigos comuns. O mundo precisa de uma nova ordem."
"Os sionistas e seus protectores chegaram a um beco sem saída. A entidade sionista irá eventualmente desaparecer, a sua filosofia existencial terminou. Os conquistadores sionistas chegaram ao seu fim. Todas as suas ameaças aos palestinianos derivam da sua fraqueza. Se os sionistas repetirem os erros do passado, todas as nações da região irão arrancá-los daqui para fora."
E adiantou: "Com a ajuda de Alá, o novo Médio Oriente será um Médio Oriente sem sionistas nem imperialistas."


A História tem provado exactamente o contrário: quanto mais Israel é ameaçado, mais cresce, e os seus vizinhos continuam no mesmo atraso e miséria que os seus líderes promovem. Afinal Alá nada consegue fazer pelos seus seguidores, excepto incutir-lhes o ódio contra o povo escolhido de Deus - com todos os males, Israel está vivo e recomenda-se, pois tem Deus do seu lado. Não é por acaso que Ele é chamado o Deus de Israel, de Abraão, o Deus de Isaque, o Deus de Jacob, enfim... o Deus das promessas feitas aos descendentes de Isaque.
Shalom, Israel!