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sábado, novembro 01, 2014

MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM: A GRANDE CONTROVÉRSIA QUE DESPOLETARÁ O CONFLITO FINAL

O Monte do Templo - ou a actual esplanada das mesquitas - torna-se cada vez mais o epicentro do grande conflito que unirá uma grande parte do mundo para lutar contra Israel.
Já reaberto desde ontem para as orações dos muçulmanos após algumas horas de encerramento por razões justificadas por Israel, a disputa pelo espaço mais controverso e conflituoso do planeta é indubitavelmente o "rastilho" que a qualquer momento poderá acender um conflito de proporções apocalípticas.

PEDRA DO SACRIFÍCIO DE ISAQUE
O Monte do Templo é segundo a tradição judaica o lugar a partir do qual Deus criou o mundo, e a pedra alojada no interior do "Domo da Rocha" é supostamente o local onde o quase-sacrifício de Isaque pelo seu pai Abraão - o pai do judaísmo - ia sendo efectivado.

O TEMPLO DE HERODES
Foi naquele monte comprado pelo rei David que o rei Salomão erigiu o grande Templo de Jerusalém, mais tarde destruído por Nabucodonozor e reconstruído por Esdras. Passados muitos anos, o rei Herodes construiu ali o segundo Templo de Jerusalém, uma obra gigantesca e a mais impressionante da época. Foi nesse Templo que o Messias Jesus entrou e ensinou muitas vezes, mas que, tal como Ele anunciou, acabaria por ser destruído e arrasado pelos invasores romanos no ano 70 d.C.


Zelosos pela reconstrução da História, os muçulmanos transformaram a igreja bizantina erigida no Monte pelos cruzados católicos em uma mesquita, alegando ter sido daquele mesmo lugar que o seu profeta Maomé ascendeu aos céus. 

Desde essa época, o recinto esteve sempre sob a administração islâmica, e, mesmo quando em 1967 as tropas israelitas reconquistaram vitoriosamente a Cidade de Jerusalém, a administração foi levianamente concedida aos jordanos - a autoridade "Waqf"- tendo-se até hoje criado um injusto estado de "status quo", que dá aos muçulmanos liberdade para orar quando quiserem, mas proibindo aos judeus quaisquer orações no lugar.


ÂNSIA JUDAICA
É exactamente aí que está o cerne do conflito actual. Os judeus estão cansados de não poderem cultuar no seu lugar mais sagrado, exactamente ali onde Deus Se fez presente no "santo dos santos", o lugar mais íntimo do Templo de Jerusalém. E questionam não só a razão pela qual não o podem fazer, mas também a impossibilidade de se construir um novo Templo naquele lugar tão sagrado para o judaísmo, tanto mais que mais de metade da população judaica de Israel já é favorável a tal projecto.
YEHUDAH GLICK
A tentativa de assassinato do rabino Yehudah Glick por um palestiniano jihadista islâmico, momentos depois de ele ter saído da conferência onde falou e cujo tema era: "Israel retorna ao Monte do Templo" foi a comprovação da atitude dos muçulmanos em relação aos desejos dos judeus. Eles não querem aceitar a presença judaica no local, e é nesse intuito que tentam desesperadamente negar todas as evidências históricas que comprovam a ligação dos judeus àquele lugar sagrado.

Estão criadas as condições para a manutenção e o agudizar de um conflito que - na minha opinião - fornecerá ao falso Messias (o Anti-Cristo) um álibi para a sua enganosa "proposta de paz" que os ansiosos judeus aceitarão de mãos abertas e que provavelmente incluirá a construção de um templo na esplanada. 
Essa idéia talvez não colhesse muita aceitação há meia dúzia de anos, contudo, o quadro religioso e político actual aponta cada vez mais para essa realidade.
Durante muitos anos ouvi a pressuposição de que teria de se destruir o "Domo da Rocha" para a construção de um templo.
"DOMO DOS ESPÍRITOS"

No entanto, desde que há mais de 20 anos comecei a visitar regularmente aquele lugar, logo percebi que tal não seria necessário, uma vez que há espaço mais que suficiente para se construir um templo na parte Norte da esplanada, sem ter de se danificar seja o que for das construções muçulmanas. Essa minha conclusão aprofundou-se quando comecei a ler comentários de estudiosos judeus que referem o verdadeiro lugar do "santo dos santos" como estando mais a Norte do actual "domo", possibilitando assim a concretização do anseio judaico, lado a lado com o espaço ocupado pelos muçulmanos para as suas orações. 
Estudando a estratégia do Anticristo, ninguém de bom senso acreditará que ele venha a realizar um acordo "com muitos", certamente aceite por todos, tendo para tal de despertar a fúria dos muçulmanos ao destruir um dos seus lugares mais sagrados...
Se olhar com atenção o gráfico ao lado, verificará que a entrada do "portão dourado" por onde judeus, cristãos e muçulmanos acreditam que o Messias irá entrar, não está direccionada para o "Domo da Rocha", mas sim para o "Domo dos Espíritos"(foto acima).
Os desejos actuais dos judeus têm a ver com a construção de um espaço de oração e talvez de sacrifícios no Monte do Templo, não necessariamente a destruição de qualquer espaço islâmico.
E é nessa direcção que a História caminha. E a alta velocidade. Os acontecimentos das últimas horas comprovam-no. As profecias alertam-nos para tal. Estejamos atentos... e preparados. 

AMEAÇAS DO HAMAS 
Ontem mesmo, o líder terrorista do Hamas, Ismail Haniyeh declarou que a sua organização irá combater Israel, e que não permitirá que os judeus "façam o que querem" no Monte do Templo.
O líder terrorista participou ontem de uma grande manifestação em Gaza como parte do "dia da raiva" convocado pela Autoridade Palestiniana, relacionada com os acontecimentos recentes em Jerusalém. Segundo a delirante opinião deste criminoso líder palestiniano, Israel fechou o acesso à esplanada das mesquitas "como parte do plano para destruir a mesquita al-Aqsa."
Segundo este paranóico, Israel estará a construir túneis subterrâneos para fazer desabar a mesquita...
Só que a verdade é bem diferente: quem tem andado consistentemente a destruir antiguidades judaicas encontradas nas escavações do Monte tem sido exactamente a autoridade islâmica "Waqf", num esforço para tentar apagar todas as evidências da presença milenar judaica no lugar...

Até quando irá a paciência dos judeus?

Shalom, Israel!



sexta-feira, maio 10, 2013

JUDEUS PODERÃO VOLTAR A ORAR NO MONTE DO TEMPLO?

SÓ OS MUÇULMANOS AQUI PODEM ORAR...
O director-geral do Ministério para os Assuntos Religiosos de Israel anunciou que a regulamentação que trata da questão do direito dos judeus de orarem no Monte do Templo será revista e actualizada, numa iniciativa que poderá aliviar o impedimento actual.
Ainda não se sabe neste momento o que irá mudar. A lei actual permite aos judeus subir ao Monte e orar no mesmo, mas a polícia tem o direito de vetar quaisquer visitas e na prática impedir quaisquer manifestações por parte dos judeus, especialmente as orações. 
JUDEUS SÃO PROIBIDOS DE ORAR...
Os muçulmanos acreditam que o Monte do Templo é o lugar de onde o profeta Maomé ascendeu aos céus e de onde embarcou numa viagem nocturna pelos ares até Meca. O funcionamento diário do espaço está nas mãos da Waqf islâmica, e assim tem estado mesmo depois da conquista da Cidade pelos judeus em 1967, sendo que os sucessivos governos israelitas têm preferido manter o status quo do lugar.

Devido à importância do lugar para os muçulmanos, e as implicações relacionadas com o controle de Israel, qualquer altercação ali havida gerará graves implicações em todo o mundo islâmico, com consequências incalculáveis.
A polícia israelita colabora com os guardas da Waqf islâmica no controle das entradas. Qualquer judeu que seja visto a mexer os seus lábios em oração ou a prostrar-se sobre as pedras milenares será expulso e até detido.
Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

MUÇULMANOS ÁRABES PROVOCAM MAIS VIOLÊNCIA NO MONTE DO TEMPLO


Dezenas de polícias israelitas anti-motim foram forçados a irromper pelo Monte do Templo depois de "mais de 100" árabes terem começado a atirar-lhes pedras.
O porta-voz da Polícia de Israel, Mickey Rosenfeld, disse que mais de 100 muçulmanos começaram atirando pedras contra um posto da polícia, logo a seguir às orações de sexta-feira, obrigando a polícia a entrar no recinto.
Segundo os relatos, a polícia utilizou gás lacrimogéneo e balas de borracha para dispersar os desordeiros. A polícia disse no entanto só ter utilizado granadas de aviso contra os manifestantes e que "dezenas de pessoas" se tinham barricado dentro da mesquita de Al-Aqsa.
"Estamos a negociar com os israelitas para que não invadam a mesquita do Domo da Rocha e para que deixem sair as pessoas" - disse à AFP o sheikh Azzam al-Khatib, responsável do Waqf de Jerusalém.
O sheikh culpou o governo de Israel pelos distúrbios e alegou que eles "sofrerão as consequências", acrescentando: "Exigimos que nem colonos, nem radicais ou soldados entrem na mesquita, para evitar fricção".
Muitas das tensões seguem no trilho de uma reportagem não confirmada publicada no início desta semana pelo Centro Al Aqsa (islâmico), alegando que Israel planeia dividir o Monte do Templo em secções separadas para judeus e muçulmanos, na mesma forma que está dividida a Gruta dos Patriarcas em Hebron.
A violência desta manhã é apenas a última de uma série de confrontos com a polícia e ataques contra peregrinos judeus e cristãos por parte de muçulmanos no Monte do Templo durante esta semana.
Ontem mesmo a polícia israelita prendeu sete árabes que instigaram uma série de confrontos com visitantes judeus no Monte do Templo, na Cidade velha de Jerusalém.
Na passada terça-feira, muçulmanos no Monte do Templo atiraram pedras e sapatos aos polícias que escoltavam visitantes judeus e cristãos. Um polícia sofreu pequenos ferimentos.
Segundo a polícia, foram detidos dois muçulmanos nesse incidente.
E no passado Domingo, a polícia teve de usar gás para dispersar desordeiros muçulmanos que estavam atirando pedras dentro do recinto, acabando por deter 19 indivíduos.
O Monte do Templo é o local da mesquita Al-Aqsa (705 d.C.) Contudo, muito antes disso, era o local do Primeiro Templo Santo construído pelo rei Salomão (esteve ali entre 950 a 587 a.C.) e do Segundo Templo Sagrado (517 a.C. até ao ano 70 d.C.), e é inquestionavelmente o lugal mais sagrado do judaísmo.
O Muro Ocidental, onde os judeus têm permissão para orar, é apenas um remanescente de uma parede do recinto exterior dos dias de Herodes, não tendo sido parte dos Templos. 
A Waqf Muçulmana, a autoridade religiosa muçulmana, tem sistematicamente tentado  destruir todas as evidências arqueológicas da presença judaica no templo, escavando ilegalmente e destruindo relíquias de valor incalculável.
Os arqueólogos israelitas e voluntários pesquisam pacientemente todo o lixo das escavações, tendo encontrado artefactos que são depois transferidos para museus israelitas. A Waqf tem também permitido gerir o local depois que Israel libertou o Monte do Templo em 1967, sob sugestão do então Ministro da defesa Moshe Dayan. A Waqf mantém uma política descriminatória, ao tentar impedir que os judeus entrem no espaço.
Temendo distúrbios, a polícia israelita permite que os fiéis judeus sejam descriminados ao ponto de nem poderem sussurrar orações no Monte...
 Mais uma vez se vê o ódio dos muçulmanos contra aqueles que têm pleno direito ao Monte onde um dia se ergueram os dois grandes Templos onde a Glória de Deus se manifestou. Talvez estas recentes situações provoquem alguma decisão séria por parte do governo de Jerusalém, de forma a permitir que tanto judeus como cristãos possam livre e civilizadamente continuar a frequentar aquele espaço ao qual os muçulmanos não têm qualquer direito de posse.
A que levará esta situação? Não sabemos. Uma coisa é certa: este será um dos pontos da "agenda" do Anti-Cristo, uma vez que a meio da "semana" ele se assentará no "lugar sagrado", querendo proclamar-se deus...
Será esta a preparação "necessária"?
Shalom, Israel!

sexta-feira, março 05, 2010

TENSÃO NO MONTE DO TEMPLO

Israel promete uma resposta "firme" aos provocadores que originaram a violência ocorrida hoje na esplanada do Templo, em Jerusalém.
A polícia de Jerusalém considerou a violência de hoje, que deixou feridos 20 polícias e 60 palestinianos, como "extremamente séria", acusando os jovens árabes de se aproveitarem da decisão israelita de não restrigir a idade dos fiéis que sobem à esplanada para não condicionar a liberdade religiosa.
"A polícia julgará com severidade os desordeiros e tomará medidas duras contra qualquer tentativa para causar distúrbios no complexo do Monte do Templo" - afirmou um porta voz da polícia israelita.
Durante este fim de semana a polícia irá fazer uma avaliação da situação de forma a decidir se vai ou não restringir a idade dos fiéis que desejem orar nas mesquitas do Monte nos próximos dias.
O Ministro da Segurança Interna, Yitzhak Aharonovitch, chegou ao Monte do Templo esta tarde e acusou o Hamas e a ala norte do Movimento islâmico de terem acendido o rastilho para os incidentes na Cidade velha e arredores.
A Autoridade Palestiniana por seu lado aponta o dedo a Israel como responsável pelos distúrbios, de forma a "impedir o regresso às conversações de paz".
Os provocadores árabes procuram qualquer oportunidade para lançar o caos e a confusão na Cidade Santa de Jerusalém, numa tentativa de atrair a opinião pública mundial liderada pelos mídia a simpatizar com as "vítimas" do "apartheid" israelita. E os comentadores apressadamente condenam Israel pelo "uso desproporcional da força", negando a Israel o dever e a necessidade de se defender daqueles que há muito deveriam ter sido expulsos para fora daquela que deveria ser a Cidade da Paz...!
Shalom, Israel!