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sábado, novembro 05, 2011

O RESULTADO DA ADMISSÃO DA "PALESTINA" NA UNESCO NÃO SE FEZ ESPERAR...

Mal foram reconhecidos pela UNESCO como membro de pleno direito, os palestinianos começaram logo a despejar o seu veneno e ódio contra Israel, tentando usar agora do direito de membresia para atacarem Israel de uma forma que muito já previam mas que agora são evidentes: os inimigos de Israel - ou seja, os palestinianos, sim, eles mesmos - estão planeando mover acções legais contra Israel nos foruns internacionais, acusando Israel de ter alegadamente roubado antiguidades palestinianas e de terem mudado o carácter árabe e islâmico dos lugares sagrados em Jerusalém - assim afirmaram representantes palestinianos durante este fim de semana.
"Agora que nos juntámos à UNESCO, iremos levar Israel à justiça por andar sistematicamente a destruir e adulterar a cultura árabe e islâmica em Jerusalém" - afirmou Hatem Abdel Qader, antigo ministro da Autoridade Palestiniana para os assuntos de Jerusalém - "Estamos também a preparar processos contra Israel em tribunais internacionais por roubarem antiguidades árabes e islâmicas e assaltarem lugares sagrados islâmicos e cristãos". E a disparatada palestiniana não fica por aí. Abdel Qader disse ao Al-Quds Al-Arabi, um jornal árabe sediado em Londres, que as renovações feitas por Israel nas muralhas da Cidade velha de Jerusalém e as escavações nas vizinhanças da mesquita Al-Aqsa fazem parte de uma tentativa de alterar o carácter islâmico e árabe da cidade, e roubar e destruir antiguidades.  
E Abdel foi ainda mais longe, afirmando que os palestinianos estavam também planeando acção legal contra Israel pela sua intenção de demolir a ponte Mughrabi na entrada sul do Monte do Templo.
O município de Jerusalém anunciou recentemente que iria demolir a ponte, devido a preocupações com a segurança, apesar da objecção do Wakf Islâmico.
As razões citadas foram o pequeno sismo que ocorreu este ano, a queda de neve e a erosão natural que têm tornado instável a estrutura em madeira, que também é inflamável. Mas as pretensões palestinianas ainda conhecem um maior arrojo quando se sabe que também planeiam pedir à UNESCO que declare vários sítios em Jerusalém e na Margem Ocidental como sítios de património mundial pertencentes à Palestina, e não a Israel.
Esta pretensão palestiniana, para além de ridícula, deveria ser interpretada como uma brincadeira de mau gosto, não fosse a espécie de gente que eles - os palestinianos - representam. É ridículo ver aqueles que agora se acham "respeitadores e guardadores" de um património que Israel tem sabido respeitar e preservar defenderem o direito ao mesmo, quando se sabe muito bem que eles foram os principais destruidores de tudo quanto representava cultura e história relacionada com a presença de Israel naquela terra... Depois da partição e divisão de Jerusalém, os árabes e palestinianos trataram de simplesmente destruir sinagogas e tudo que tanto representava para os judeus, ao contrário de Israel, que após a reconquista da Cidade em 1967 tem sabido respeitar e preservar todos os vestígios, monumentos e símbolos da cultura e presença árabe na região. Mas, que se poderá esperar da UNESCO, um organismo que aceita como membro um estado que não é estado, um país que não existe senão na mente daqueles que têm como único objectivo a pura e simples aniquilação do estado de Israel?
E ficamos por aqui, pois tememos que os interesses políticos e petrolíferos acabem por falar mais alto...
Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 31, 2011

"PALESTINA" RECONHECIDA NA UNESCO



A quase totalidade dos países árabes, africanos e latino-americanos votaram hoje a favor da adesão da Palestina à UNESCO, juntamente com a França, liderada por Sarkozy.
Nada de surpreender, uma vez que a UNESCO é reconhecida pelas suas inclinações anti-judaicas, sendo também um órgão da ONU merecedor de pouco crédito.
Os Estados Unidos e outros opositores ao voto já avisaram que esta medida poderá afectar os esforços de paz para o Médio Oriente.

Os EUA tinham ameaçado reter cerca de 80 milhões de dólares do financiamento anual para a UNESCO caso esta instituição aprovasse a membresia da Palestina. Só os EUA financiam cerca de 22% do orçamento da UNESCO. Vamos agora ver se os EUA mantêm a sua palavra ou não...
Entre os países que votaram contra estão os EUA, o Canadá e a Alemanha. O Brasil, a Rússia, a China, a Índia, a África do Sul e a França votaram a favor. A Inglaterra, a Itália e Portugal abstiveram-se.
Uma grande aclamação surgiu na Organização para a Educação, Ciência e Cultura das Nações Unidas (UNESCO), logo que os delegados aprovaram a membresia com 107 votos a favor, 14 contra e 52 abstenções. Dos 173 membros presentes da UNESCO eram necessários 81 votos para a aprovação. 
"Viva a Palestina!" - gritava um delegado, em francês, numa contrariamente ao habitual tensa e dramática reunião do conselho geral da UNESCO.
Este voto tem um significado meramente simbólico, mas pode dar um novo fôlego à tentativa dos palestinianos de fazerem aprovar um estado no Conselho de Segurança da ONU.
O embaixador dos EUA na UNESCO, David Killion, afirmou hoje que o voto irá "complicar" os esforços dos EUA para apoiar a agência.
Nimrod Barkan, embaixador de Israel na UNESCO, apelidou o voto de "tragédia".
"A UNESCO lida com ciência, não com ficção científica"
- afirmou o embaixador israelita. "Ele forçaram a UNESCO a votar numa questão política fora da sua competência".
O Ministério das Relações Exteriores de Israel anunciou que o seu país rejeita a decisão da UNESCO de aceitar a Autoridade Palestiniana como membro de pleno direito, afirmando que "depois da decisão de aceitar a Palestina como membro regular da UNESCO, o estado de Israel irá considerar que passos irá dar e que continuidade dará à cooperação com a organização". Shalom, Israel!