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segunda-feira, julho 12, 2010

O conselheiro para a segurança nacional informou o Comité do Knesset para os Negócios Estrangeiros e Defesa de Israel que "os EUA estão estrategicamete comprometidos com a segurança de Israel". Adiantou ainda que "Obama disse-o claramente na sua própria voz, e a administração por escrito".
"As afirmações escritas pelos EUA, que chegaram semanas antes do encontro em Washington entre Obama e Netanyahu, mencionam que Israel definiu as suas próprias necessidades de segurança. Esta é uma afirmação significativa por parte da Casa Branca. Os EUA estão realmente a dizer que estão atentos e que compreendem as necessidades de segurança de Israel".
Assim seja!
Shalom, Israel!


sexta-feira, março 26, 2010

GOVERNO ISRAELITA MANTÉM-SE FIRME, FORTE E UNIDO


Apesar da pressão norte-americana, Netanyahu encontrou total apoio do seu governo reunido hoje, sendo comunicado que Israel manterá a posição assumida até agora de construir na sua eterna Capital.

Não só Netanyahu tem o apoio do governo, mas a maioria do povo de Israel também está ao seu lado nesta decisão. É claro que a mídia israelita interpretou o encontro como um fracasso. Os EUA - na sua habitual arrogância - julgavam que conseguiriam obrigar Israel a ceder às exigências da Autoridade Palestiniana, mas enganou-se: Netanyahu de forma inteligente "passou a bola" para o seu governo, escudando-se assim numa decisão que não foi só individual mas colectiva.
Hussein Obama exigia a Israel não só o congelamento da construção de habitações na terra dos judeus (Judéia e Samaria), como também a libertação de centenas de terroristas afiliados na organização terrorista Fatah, ligada ao presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, e ainda a proibição de construir casas na parte oriental de Jerusalém recuperada em 1967.
Mas a pressão de Hussein Obama foi criticada por muitos americanos, incluindo o influente jornal Washington Post, que acusa Obama de ter levado Israel a "um beco sem saída", e de ter "envenenado as relações entre os EUA e Israel", que já se encontravam ao nível mais baixo em duas décadas.
Para além do apoio "em casa", Netanyahu conta com o entusiasmado apoio do prefeito da Capital, Cidade santa de Jerusalém: Nir Barkat informou que as construções irão continuar em todas as partes de Jerusalém, e elogiou o primeiro-ministro: "Quero expressar o meu apoio ao primeiro ministro Benjamin Netanyahu que protegeu Jerusalém durante a sua visita a Washington."
"Quero também utilizar o pódio do concelho municipal para tornar claro ao nosso importante aliado, os Estados Unidos, que irá continuar a construção em Jerusalém. Não há congelamento em Jerusalém. Jerusalém é uma cidade em desenvolvimento, ela tem necessidades e continuará a construir no lado ocidental e no oriental para todos os seus habitantes, judeus e árabes." - afirmou.
Parabéns, Netanyahu! Parabéns, governo de Israel! Coragem contra os opressores e os falsos "amigos"!
Shalom, Israel!


quinta-feira, março 25, 2010

A TRAIÇÃO AMERICANA

Era aquilo que já se esperava: nenhum entendimento entre Netanyahu e Hussein Obama. Os encontros foram tensos, estando por um lado a administração norte-americana a tentar "forçar" Israel a não construir na sua própria capital - Jerusalém - contra um firme primeiro-ministro israelita, Netanyahu, disposto a não ceder a esta pressão dos "amigos" americanos.
Crê-se até em Israel que Hussein Obama tentou humilhar Netanyahu durante esta visita, não aparecendo publicamente com ele na Casa Branca conforme é costume do protocolo, muito menos permitindo cobertura jornalística ou fotos do encontro. As únicas fotos foram tiradas à distância, ao jeito dos "paparazzis", conseguindo-se apenas "apanhar" um Netanyahu de cara fechada acompanhado do ministro da defesa Ehud Barak.
Apesar dos 2 encontros entre o presidente americano e o premier israelita, e mais uma vez violando todos os protocolos, não houve qualquer comunicado oficial, ficando um porta voz da Casa Branca encarregado de comunicar algumas palavras sem qualquer significado.
Sabe-se entretanto algo de ainda mais grave: a actual administração norte-americana, liderada pelo apoiante da causa palestiniana, sr. HUSSEIN Obama, tem estado a recusar assinar qualquer contrato de fornecimento de armas a Israel, ao passo que aprovou o fornecimento de aviões F-16 ao Egipto e um contrato de fornecimento de 10 biliões de dólares em armas para vários países da Liga Árabe, incluindo o Kuwait, a Jordânia (vizinho de Israel), Marrocos, Arábia Saudita, e a União dos Emirados Árabes.
Ao mesmo tempo que os EUA rejeitaram a venda de helicópteros Apache a Israel, aprovaram a venda dos mesmos ao Egipto, vizinho do estado judaico...
Nunca nos enganou este sr. Hussein Obama. Na opinião pública israelita, este é o presidente americano menos amigo de Israel, e poderá ser este o homem que liderará o processo de exclusão de Israel, isolando cada vez mais o estado judaico na cena internacional. Nada que admire os estudiosos das profecias bíblicas, pois sabemos que assim terá de ser, para infelicidade de Israel, mas ao mesmo tempo para salvação do povo eleito, uma vez que é desta forma que eles se voltarão para o seu único, verdadeiro e fiel Aliado: o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacob!
Deus te abençoe Israel! Não estás só!
Shalom, Israel!