sexta-feira, dezembro 22, 2017

APÓS REJEITAR A MEDIAÇÃO NORTE-AMERICANA, ABBAS VAI BUSCAR AJUDA A...EMMANUEL MACRON...

Tal como venho dizendo nestes últimos meses, a figura do presidente francês Emmanuel Macron tem-me vindo a suscitar um crescente sentimento de inquietação e mal estar, ainda mais agora que o seu envolvimento nas questões do Médio Oriente parece ser cada vez mais desejado e procurado.
Apelidado na capa de uma das recentes edições da revista Time como o possível "futuro líder da Europa", e considerado pelos próprios alemães como o líder europeu mais bem posicionado para mediar o conflito israelo-árabe, o presidente francês foi agora procurado pelo líder palestiniano Mahmoud Abbas para - assim creio - uma provável alternativa à agora rejeitada mediação norte-americana.

VISITA A PARIS
Na sua deslocação a Paris, o líder palestiniano encontrou-se hoje mesmo com Emmanuel Macron, e a conferência de imprensa conjunta que se seguiu ao encontro revela o propósito deste encontro.
"Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, pelo que não aceitaremos qualquer plano proposto pelos Estados Unidos devido ao seu espírito partidário" - afirmou Abbas através de um intérprete na conferência conjunta.
E o descarado mentiroso continuou a proferir o seu habitual discurso só convincente para os incautos e os mal intencionados: "Queremos a paz com Israel e queremos alcançar uma solução pacífica, e não há solução sem Jerusalém. O reconhecimento de um estado palestiniano é um investimento na paz. Nós somos aqueles que expõem uma cultura de paz e não de guerra" - afirmou o falsário.
Se o assunto não fosse tão sério, dava para rir às gargalhadas...Abbas, o representante de um povo que só conhece a linguagem do ódio e da violência, e que na hora em que o seu líder abre o sorriso de camaleão diante de um líder europeu está mais uma vez a manifestar-se "pacificamente" atirando pedras e bombas contra os polícias israelitas...
Mas o hipócrita, de tanto mentir, até já pensa que está a dizer a verdade. Diante de Macron, atreveu-se a convidar os seus interlocutores a repararem nos "protestos pacíficos" nos "territórios palestinianos", acrescentado: "mesmo assim, há palestinianos sendo mortos."

"SOLUÇÃO 2 ESTADOS"
Macron reiterou que a França continua engajada na solução 2 estados, com a "Palestina" e Israel coexistindo pacificamente lado a lado. 
Mas, cauteloso, o líder francês acrescentou que a França reconheceria um estado palestiniano, "no tempo certo", e não debaixo de pressão. 

AVANÇO PROFÉTICO?
Este encontro entre o líder palestiniano e o líder europeu é provavelmente mais um dos sinais de que será a Europa a entrar com toda a força no processo de paz entre israelitas e árabes, dando razão àqueles que como eu acreditam que o "grande negociador" - entenda-se: Anti-Cristo - surgirá desta Europa renascida do antigo império romano...ou não fosse ele descrito pelo profeta Daniel como "o príncipe do povo que há de vir." O povo romano, obviamente.

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 21, 2017

APESAR DA GROTESCA VOTAÇÃO NA ONU, OS EUA MUDARÃO MESMO A SUA EMBAIXADA PARA A CAPITAL DE ISRAEL, JERUSALÉM

Assistir a um espectáculo destes é mais do que desaconselhável para os mais sensíveis. Mas é para este buraco existencial que o mundo caminha a passos largos. Às ordens dos países muçulmanos que, ridiculamente ostentando honestidade, democracia e respeito pelos direitos humanos, não têm qualquer despudor em se apresentarem no pódio do "circo das nações" - termo muito bem dado à ONU por Benjamin Netanyahu - como campeões da promoção da justiça e do direito. Quando vi os representantes da Venezuela, Cuba, China, Iémen, Coréia do Norte, Irão, Turquia e outros promotores do desrespeito pelos direitos humanos e até do terrorismo islâmico advogarem a "causa palestiniana" e condenarem a decisão soberana dos EUA de deslocarem a sua embaixada para a capital de Israel, Jerusalém, percebi um pouco mais do mundo em que vivemos, ansiando cada vez mais que o Juízo de Deus venha e venha depressa para punir todos aqueles que ostensivamente teimam em lutar contra os Seus eternos desígnios.

128 VOTOS A FAVOR, 9 CONTRA E 33 ABSTENÇÕES

A esmagadora maioria dos países votou a favor desta resolução proposta pelo Iémen e pela Turquia, em nome de um grupo de países árabes e da Organização para a Cooperação Islâmica, contra o reconhecimento feito pelos Estados Unidos de Jerusalém como capital de Israel.
O ridículo texto hoje aprovado afirma que todas as decisões sobre o estatuto da cidade de Jerusalém "são nulas e vazias", devendo ser canceladas.

EUA AMEAÇAM
Pouco antes da assembleia extraordinária da ONU, os EUA já haviam ameaçado que cortariam a ajuda aos países que votassem a favor da resolução. Tal foi também lembrado pela representante da administração norte-americana na ONU, Nikki Haley, que atirou à cara dos presentes que o seu país, que é o maior contribuinte da ONU, poderá muito bem rever a sua decisão quanto a esta questão.
Tratou-se realmente de um total desrespeito para com um dos países-pilares da organização, que, no seu direito de decidir onde colocar a sua embaixada, se vê humilhado naquele circo de palhaços condenados a provarem do seu próprio veneno anti-semita, incluindo Portugal, que, mais uma vez fez uma triste figura, desrespeitando publicamente uma decisão de um país a quem tanto deve...

MENÇÃO HONROSA PARA 9 PAÍSES
Merecem toda a honra os 9 países que corajosamente votaram contra esta nova manipulação árabe e muçulmana para controlar os destinos da humanidade. Para além dos EUA e Israel, votaram contra: Togo, Micronésia, Guatemala, Nauru, Palau, Ilhas Marshall e Honduras.

33 países abstiveram-se, na sua maioria alegando que não concordavam com esta resolução, uma vez que pensam terem de ser as partes envolvidas (Israel e os árabes) a decidirem a questão de Jerusalém. A maioria destes, senão até todos, defende a solução 2 estados partilhando Jerusalém como capital.
21 países decidiram não votar.

REACÇÃO ISRAELITA
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou num video há pouco gravado que "Israel rejeita completamente esta absurda resolução. Jerusalém é a nossa capital - sempre foi e sempre será. No entanto, aprecio o facto de um número crescente de países se recusar a participar neste teatro do absurdo."
Netanyahu agradeceu ainda ao presidente Trump a sua "corajosa" defesa de Israel e da verdade.

"UMA VITÓRIA PARA A PALESTINA"
Para o líder da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, o voto foi "uma vitória para a Palestina."
Prometeu ainda que os palestinianos continuariam a lutar para que a ONU e outras organizações internacionais "pusessem um fim a esta ocupação e estabelecessem o nosso estado palestiniano com Jerusalém oriental como sua capital."

Não haja dúvida de que Jerusalém está cumprindo aquilo que lhe foi designado para estes "últimos dias". Mas, depois da turbulência anteriormente anunciada, virá o juízo do Eterno sobre toda esta escória de nações, e finalmente a libertação de Jerusalém da opressão islâmica e católica-romana...

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 19, 2017

A PACIÊNCIA TEM LIMITES - "HEROÍNA" PALESTINIANA DETIDA EM ISRAEL

A adolescente de 17 anos que atacou soldados israelitas, insistindo nas provocações e agressões, na tentativa de conseguir uma reacção "brutal" por parte das forças israelitas, acabou sendo detida esta madrugada com a sua mãe na aldeia árabe de Nabi Saleh. prevendo-se que fique detida pelo menos mais dois dias.
As provocações, que incluíram bofetadas e pontapés aos dois soldados, estavam a ser filmadas em directo por uma amiga delas, na expectativa de ver a "brutal agressão" dos israelitas, para mais uma vez envenenar as redes sociais e a estupidificada classe jornalística mundial com as habituais manipulações e distorções da realidade quando se trata de Israel.
Só que, como se diz no bom português, "o tiro saiu-lhes pela culatra", e as "heroínas" provocadoras vão passar alguns dias de descanso nas instalações da polícia israelita.
Contrariamente ao que esperavam, a reacção dos soldados israelitas foi extremamente branda e pacífica, ainda que estivessem no seu pleno direito de se defenderem daqueles ataques verbais e físicos.
O video abaixo mostra bem a realidade dos factos, para que conste nos arquivos daqueles que sabem ainda diferenciar entre a realidade e a manipulação dos factos.
Mas a paciência também tem limites...

Shalom, Israel!



segunda-feira, dezembro 18, 2017

EUA VETAM PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU PARA REVERTER A DECISÃO DO PRESIDENTE DONALD TRUMP

Os Estados Unidos, através da sua representante na ONU, decidiu ir contra o voto favorável dos outros 14 membros do Conselho de Segurança da ONU, vetando uma proposta que pretendia reverter a decisão do presidente norte-americano.
Apesar de não ter sido mencionado o nome de Donald Trump nem dos Estados Unidos, a resolução expressava mesmo assim uma alegada "profunda tristeza pelas recentes decisões respeitantes ao estatuto de Jerusalém."
A proposta incluía também um apelo a todos os países para que se abstivessem de estabelecer missões diplomáticas em Jerusalém. 

REUNIÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU
Reuniram-se hoje em Nova Iorque os 15 representantes do Conselho de Segurança da ONU. A reunião teve como propósito tentar inverter a decisão tomada há dias atrás pelo presidente norte-americano Donald Trump em mover a embaixada do seu país para Jerusalém, reconhecendo dessa forma oficialmente a Cidade como capital do estado de Israel.
Um pouco por todo o mundo, as reacções têm-se feito sentir, levando a que o Egipto tenha levado ao CS da ONU uma proposta de resolução que pretendia reverter a decisão de Trump.

REACÇÃO DE ISRAEL
"Nenhum voto conseguirá alterar a realidade de que Jerusalém será sempre a capital de Israel" - afirmou o embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, em resposta à pérfida proposta que neste momento acabou de ser discutida e votada.
O teor da proposta visa retirar a Israel o direito a escolher onde é a sua capital: "Quaisquer decisões e acções que proponham alterar o carácter, estado ou composição demográfica da Cidade santa de Jerusalém não têm efeito legal, são vazias e nulas, e devem ser rescindidas de acordo com as resoluções relevantes do Conselho de Segurança."

"COMO UMA MACABEIA"
Assim que teve conhecimento do veto dos EUA, Netanyahu pronunciou-se de seguida, gravando uma mensagem de reconhecimento: "Obrigado, embaixadora Haley. Na (festa da) Hanukkah, falou como uma macabéia. Acendeu uma vela à verdade. Espantou as trevas. Uma derrotou a muitos. A verdade derrotou as mentiras. Obrigado presidente Trump. Obrigado, Nikki Haley."

VETO  DOS EUA
Para que esta resolução passasse, teria de ter pelo menos 5 votos a favor, o que não seria difícil, caso os EUA não fossem um dos 5 membros permanentes do Conselho de Segurança. 
A embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, tomou a esperada decisão, em conformidade com a de Donald Trump. Outra coisa não seria de esperar da administração norte-americana que se tem mostrado a mais amiga de Israel nestes últimos anos.
Nikki Haley tem demonstrado uma coragem e uma determinação pró-Israel talvez nunca antes vista em algum outro representante dos EUA na ONU. Sem papas na língua, expressou-se desta forma: "Os EUA não aceitarão que nenhum país lhes diga onde devemos colocar a nossa embaixada." E acrescentou: "Aquilo que hoje aconteceu no Conselho de Segurança é um insulto. Não será esquecido" - afirmou, condenando o Conselho pela sua obsessão com as resoluções anti-Israel.

FUROR ÁRABE
Um representante palestiniano classificou a decisão dos EUA como "inaceitável."

MEMBROS DO CONSELHO DE SEGURANÇA
Os outros 5 países com assento permanente no Conselho de Segurança e com direito de veto, mas que votaram a favor desta resolução são a China, a Rússia, a França e o Reino Unido. 
Os actuais membros não permanentes e que também votaram a favor da resolução anti-Israel são a Bolívia, o Egipto, a Etiópia, a Itália, o Japão, o Cazaquistão, o Senegal, a Suécia, a Ucrânia e o Uruguai. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 15, 2017

DIA DE VIOLÊNCIA NA ÁREA DE GAZA E DA SAMARIA PROVOCA 4 MORTES

Quatro palestinianos morreram nas manifestações de raiva palestiniana promovidas nesta Sexta-Feira pelo Hamas e grupos afins.
Os mortos foram 3 palestinianos que se manifestavam atirando pedras contra os soldados israelitas, um terrorista que atacava israelitas, havendo ainda cerca de 150 feridos.
Milhares de palestinianos concentraram-se junto à fronteira que separa a Faixa de Gaza do território de Israel, atirando pedras contra os soldados israelitas, que prontamente retaliaram, abatendo 2 manifestantes e ferindo uns 145.
Em Samaria, um dos manifestantes foi abatido pelas forças israelitas.
Um terrorista que esfaqueou um guarda fronteiriço israelita foi entretanto abatido. Segundo informações prestadas no local, este palestiniano carregava um cinturão com explosivos à volta do corpo, que mais tarde se comprovou serem falsos.
Esta vaga de violência palestiniana é o resultado da revolta causada pela decisão de Trump de mudar a embaixada norte-americana para Jerusalém, a capital de Israel.
Esta violência palestiniana não conduz a lado nenhum. Só endurece posições e alimenta extremismos, mas em nada contribui para a resolução do velho conflito.

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 14, 2017

"OS CÃES LADRAM, MAS A CARAVANA PASSA"...

PARTICIPANTES DA CIMEIRA DA "ORGANIZAÇÃO DA
COOPERAÇÃO ISLÂMICA" REALIZADA EM ISTAMBUL
Na cimeira extraordinária da "Organização de Cooperação Islâmica" terminada ontem em Istambul, muitos líderes de países árabes e de maioria muçulmana condenaram veementemente a recente decisão da administração norte-americana em reconhecer Jerusalém como capital do estado judaico.
E, como seria de esperar, os líderes dos 57 países ali representados, afirmaram a habitual verborreia: "O mundo deve reconhecer o estado da Palestina e Jerusalém Oriental como sua capital."
No comunicado final da cimeira da OIC foi também pedido às Nações Unidas para "acabar a ocupação israelita" e garantido que a organização continuará a "defender uma solução justa e um plano completo baseado na solução de 2 estados."

NENHUMA CREDIBILIDADE
Mas, nenhum dos membros desta cambada de anti-democratas tem qualquer tipo de credibilidade, a começar pelo próprio anfitrião, o presidente turco Erdogan, reconhecido tirano e autor de tremendas injustiças e crueldades no seu próprio país. A começar por ele, nenhum dos líderes ali reunidos tem qualquer lição a dar ao mundo civilizado, muito menos a Israel, a única democracia existente em todo o Médio Oriente.
Claro que Erdogan, à boa maneira de um cão raivoso, não deixou de esgrimir a sua raiva contra um país muito mais avançado do que o dele, chamando a Israel "estado terrorista." O presidente turco não se cansou de condenar os EUA e de apresentar algumas propostas pró-palestinianas.
Mas não cumpriu a sua ameaça de romper relações com Israel...

O TEIMOSO ABBAS
Outra "vedeta" desta reunião de malfeitores foi o presidente da Autoridade Palestiniana, o mais que descredibilizado Mahmoud Abbas, que ameaçou anular todos os acordos de Oslo, insistindo que não aceita mais os EUA como um parceiro de confiança nas conversações de paz.
E mais uma vez anunciou que irá tentar conseguir membresia de pleno direito para um suposto estado da "Palestina" junto às Nações Unidas. Já o tentou no passado, mas falhou. Mas prometeu voltar à carga.

ESFORÇOS INÚTEIS
Mas toda a gente de bom senso sabe bem que de nada vale a Mahmoud Abbas tentar membresia do seu utópico estado palestiniano, uma vez que para tal proposta ir avante, terá de primeiramente passar pelo Conselho de Segurança da ONU, onde vai esbarrar com o mais que certo veto dos Estados Unidos, os únicos verdadeiros amigos de Israel ali representados.
Mesmo na Assembleia Geral da ONU, onde os palestinianos têm a seu favor a maioria, nada será alterado da actual condição dos palestinianos naquela organização mundial. A AG da ONU até pode passar as resoluções que entender, mas daí até serem implementadas é outra história. 
É que a suposta "Palestina" nem sequer é reconhecida como estado membro da ONU...
Mudar o papel de mediador dos EUA para as mãos da ONU de nada vai adiantar aos sonhadores palestinianos. 

CONDENAÇÃO DOS EUA
No comunicado final desta reunião de ditadores e desrespeitadores dos direitos humanos, os EUA foram criticados pela decisão de reconhecerem Jerusalém como capital de Israel, constituindo, segundo eles, "uma clara deserção...do seu papel como parceiro nas conversações de paz."
Mas, para além do boicote à visita do vice-presidente norte-americano Mike Pence, aos territórios sob administração palestiniana, os palestinianos sabem muito bem que nunca se conseguirá reunir as duas partes sem a presença e envolvimento dos EUA...
A própria hipócrita União Europeia, pronta a condenar os EUA pela sua corajosa decisão, já afirmou na passada Segunda-Feira, quando da reunião dos seus ministros com o primeiro-ministro israelita, em Bruxelas, que não é possível haver um recomeço das conversações sem a presença dos EUA.

Enfim, como seria de esperar, as conclusões deste encontro de malfeitores são mais do mesmo, mais retórica, mais ameaças, mais ruído, mas não passará disso.
Tal como reza o ditado: "Os cães ladram, mas a caravana passa."

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 13, 2017

POLÍCIA ISRAELITA DETÉM 367 PALESTINIANOS ILEGAIS E APREENDE ARMAS DESTINADAS A GRUPOS TERRORISTAS

Cerca de 1.000 polícias israelitas participaram hoje numa operação de "limpeza" no território de Israel e que levou à detenção de 367 palestinianos que estavam a viver ilegalmente em Israel.
Para além dos indivíduos em si, a polícia conseguiu também apreender armamento que se encontrava nas mãos destes palestinianos e que se destinava a grupos terroristas. 
Pelo menos 3 armas de fogo, 55 bombas de gás, e ainda outras bombas de maior dimensão.
38 destes palestinianos detidos eram oriundos da Faixa de Gaza. Outros 29 foram detidos por alegadamente providenciarem transporte e alojamento aos residentes ilegais.

DETIDOS 3 TERRORISTAS QUE PLANEAVAM SEQUESTRAR UM CIDADÃO ISRAELITA
As forças de segurança do Shin Bet, numa operação conjunta com a polícia israelita e as Forças de Defesa de Israel, apanharam e desmantelaram uma rede de 3 terroristas ligados ao Hamas na aldeia de Tell, perto de Nablus, e que planeavam sequestrar um militar ou um civil israelita durante as celebrações festivas do Hanukkah, que ontem começaram.
O israelita sequestrado seria depois usado como moeda de troca para a libertação de vários terroristas das prisões israelitas.
Várias armas foram apreendidas a esta célula do Hamas, agora a prestar contas à justiça israelita.

Shalom,. Israel!


terça-feira, dezembro 12, 2017

FELIZ FESTA DO HANUKKAH!

Inicia-se hoje a Festa de Hanukkah!

QUE A LUZ DO MUNDO INFLAME O SEU CORAÇÃO NESTA FESTA DE HANUKKAH, A FESTA DAS LUZES!

YESHOUA (JESUS) É A NOSSA LUZ!



"E em Jerusalém havia a Festa de Hanukkah (Festa da Dedicação), e era Inverno.
E Jesus andava passeando no Templo, no alpendre de Salomão."
- Evangelho de João 12:22 e 23.

Shalom!

segunda-feira, dezembro 11, 2017

"O RECONHECIMENTO DA REALIDADE É A SUBSTÂNCIA DA PAZ, A BASE DA PAZ" - AFIRMOU ESTA MANHÃ NETANYAHU AO LÍDERES EUROPEUS

Num pequeno-almoço informal realizado esta manhã com os ministros dos negócios estrangeiros da União Europeia, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu elogiou o reconhecimento de Jerusalém como capital do estado de Israel pelo presidente norte-americano Donald Trump, acrescentando esperar ver os europeus a seguirem o exemplo.
Mesmo antes do pequeno-almoço, Netanyahu afirmou que esta decisão de Trump, 
condenada pelos palestinianos e pelos governos europeus, irá contribuir para a paz no Médio Oriente.
"Ela torna possível a paz, uma vez que o reconhecimento da realidade é a substância da paz, a base da paz" - afirmou aos repórteres, quando cumprimentava a chefe da diplomacia europeia, a romana Federica Mogherini.
E, conforme lhe é habitual, Netanyahu não fala com meias palavras, nem esconde segundas intenções: "É tempo de os palestinianos reconhecerem o estado judaico e também o facto de que ele tem uma capital. Ela chama-se Jerusalém."

E acrescentou: "Acredito que apesar de ainda não estarmos de acordo, é isso que irá acontecer no futuro. Acredito que todos, ou a maioria dos países europeus deslocarão as suas embaixadas para Jerusalém, reconhecerão Jerusalém como capital de Israel e se envolverão robustamente connosco para a segurança, prosperidade e paz."

A EUROPA EM DÍVIDA PARA COM ISRAEL
O líder israelita sublinhou as parcerias entre o seu país e Israel, lembrando que a troca de informações secretas tem permitido a prevenção de ataques terroristas na Europa, ao mesmo tempo que o papel que Israel exerce na segurança do Médio Oriente tem impedido o avanço do Daesh na região.
Netanyahu salientou ainda o contributo de Israel nas novas tecnologias. 

O DOENTIO ANTAGONISMO EUROPEU
Tal como é habitual nos governos europeus, o antagonismo às resoluções soberanas do estado de Israel é latente, especialmente no não reconhecimento das fronteiras estabelecidas pelo estado judaico depois da sua vitória na Guerra dos Seis Dias. A Europa teima em não reconhecer Jerusalém oriental, a Judeia e Samaria e os Montes Golan como parte integral do território de Israel. 
E o ministro sueco - um dos países mais anti-Israel de toda a Europa - apressou-se a dizer que não está a ver nenhum país europeu a seguir o exemplo dos EUA. 
Para Mogherini, a decisão norte-americana sobre Jerusalém "tem o potencial de nos fazer recuar para tempos ainda mais tenebrosos do que aqueles que estamos a viver hoje."
E, fazendo eco das pretensões europeias, voltou a insistir na utopia de 2 estados lado a lado partilhando a mesma capital, Jerusalém. 
Mas nem todos os 28 estão unidos nesta questão. Há pelo menos já 4 países que defendem uma maior relação com Israel: Grécia, Hungria, Lituânia e República Checa.

Shalom, Israel!



sábado, dezembro 09, 2017

FAZ HOJE PRECISAMENTE 100 ANOS QUE JERUSALÉM FOI LIBERTA DOS TURCOS OTOMANOS COM BASE NUM TEXTO BÍBLICO!

POSTAL DA ÉPOCA, COMPARANDO O "LIBERTADOR" ALLENBY
AO HERÓI JUDEU JUDAS MACABEU
A manhã de 9 de Dezembro de 1917 assistiu a um dos momentos históricos mais identificados com o cumprimento profético do destino de Jerusalém de que há memória: O General Allenby, um cristão devoto estudioso da Bíblia, entrou triunfalmente a pé pela porta de Jaffa, acompanhado do mítico Lourenço da Arábia, após a rendição e saída das tropas turcas pela porta de Estêvão às 7 da manhã.
Completam-se hoje exactamente 100 anos desse esse dia que o conde Ballobar descreveu como "de extraordinária beleza", e em que os judeus festejavam o primeiro dia da festa da Hanukkah, ou a "Festa das Luzes", celebrando a preservação do povo judeu graças à fidelidade do Deus de Abraão, Isaque e Jacó, e a libertação da Cidade santa pelos macabeus.
 
SEM UM ÚNICO TIRO DISPARADO, SEM UMA ÚNICA GOTA DE SANGUE VERTIDA
A tomada de Jerusalém aos turcos otomanos pelo império britânico e que culminou exactamente há 100 anos, foi única em toda a História, uma vez que a Cidade foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado ou uma única gota de sangue fosse vertida!
 
ALLENBY ENTRA A PÉ EM JERUSALÉM PELA PORTA DE JAFFA
"JERUSALÉM, A BENDITA"
Mas nada disto aconteceu por acaso. O general Britânico Allenby, que ao serviço de sua majestade o rei Jorge V comandou as tropas que libertaram Jerusalém de 400 anos de domínio turco otomano, era um crente devoto e um profundo estudioso das Escrituras Sagradas. Na manhã de 11 de Dezembro, e após a rendição do presidente da câmara de Jerusalém - o muçulmano Hussein Husseini -  o general inglês Allenby admirado por Lourenço da Arábia como "o gigantesco e alegre general ruivo", que tinha "uma tal grandeza moral que tinha dificuldade em compreender a nossa pequenez, o homem era um verdadeiro ídolo" entrou na Cidade antiga a pé, silenciosamente, sem fanfarra ou tiros de saudação, em sinal de respeito pelo local sagrado, em vez de se apresentar como se esperava montado num cavalo ou dentro de um automóvel. Apenas os sinos da Cidade ecoavam naquela manhã.
 
O general Edmond Allenby subiu depois a uma plataforma de onde leu a sua proclamação acerca de "Jerusalém, a Bendita", que foi depois repetida em 7 línguas, incluindo o hebraico, seguindo-se a entrega formal das chaves da Cidade pelo presidente da câmara. Para os cristãos ali presentes, o momento era profético: "A Palestina tinha sido conquistada por uma nação cristã!"
RENDIÇÃO DOS TURCOS OTOMANOS
ÀS TROPAS INGLESAS
As palavras de Lourenço da Arábia descrevendo o seu encontro com Allenby na porta de Jaffa e descritas no seu livro "Os 7 pilares da sabedoria", não poderiam descrever melhor aqueles momentos: "O encontro na Porta de Jaffa foi para mim o momento supremo da guerra, um momento que, por razões históricas, teve uma importância incomparável com a de qualquer outro."
 
INSPIRADO E GUIADO PELA PALAVRA DE DEUS
O general inglês Edmond Allenby era um crente devoto que lia diariamente a sua Bíblia. À medida que as forças britânicas avançavam, resgatando a Palestina das mãos do império turco otomano, o general sentia da parte de Deus que deveria tomar a Cidade de Jerusalém de forma pacífica.
GENERAL ALLENBY
Não querendo causar quaisquer danos à Cidade santa, o general consultou o rei Jorge V sobre o que deveria fazer, tendo-lhe o rei respondido com um "Ora sobre o assunto."
Allenby acreditava nas profecias bíblicas. Neste dia, o general pediu a Deus como poderia conquistar a Cidade sem a destruir. O Senhor falou-lhe através do texto lido nessa precisa manhã pelos capelães às tropas inglesas, a partir do livro de devoções matinais utilizado pela Igreja de Inglaterra. O texto desse dia era a profecia de Isaías 31:4 e 5:
"Porque assim me disse o Senhor: Como o leão e o leãozinho rugem sobre a sua presa, ainda que se convoque contra ele uma multidão de pastores, não se espantam das suas vozes, nem se abatem pela sua multidão, assim o Senhor dos Exércitos descerá, para pelejar sobre o monte Sião, e sobre o seu outeiro. Como as aves voam, assim o Senhor dos Exércitos amparará a Jerusalém; Ele a amparará, a livrará, passando, a salvará."
Foi essa a estratégia de guerra que lhe foi revelada por Deus. "O que é que isto significa?" - perguntou Allenby a Deus. O Senhor não tardou em dar-lhe a inspiração:
Allenby percebeu no "leão" o símbolo da Grã Bretanha, e no "leãozinho" as tropas aliadas ali presentes (Austrália e Nova Zelândia). Mas Allenby viu algo mais...
 
Em 1917 ainda não havia muitos aviões no mundo. Tomando como base o texto bíblico, Allenby pensou em reunir todos os aviões disponíveis naquela região e trazê-los em voo cerrado sobre Jerusalém. Naquela altura, há 100 anos atrás, muitos dos turcos e árabes residentes em Jerusalém nunca tinham visto um único avião na vida. Allenby tinha mandado encher os aviões com panfletos escritos em árabe: "Rendam a cidade hoje, Allenby." Por uma incrível "coincidência", o tradutor árabe não conseguiu escrever correctamente o nome Allenby, tendo escrito "Alla Nebi", que para os muçulmanos significa "profeta de Alá."
Imagine-se como os turcos e os árabes muçulmanos reagiram ao lerem o "recado" vindo dos céus, oriundo do "profeta de Alá", mandando-os evacuar a cidade...!
Como resultado desta "coincidência", que nada mais é do que a mão de Deus na História, a Cidade santa de Jerusalém foi conquistada sem que um único tiro fosse disparado!
 
E, por "coincidência", exactamente 100 anos depois, Jerusalém voltou ao centro das atenções mundiais, desta vez para afirmar que ela é e sempre será a Capital eterna, una e indivisível da Terra de Israel!
 
Shalom, Israel!
 
 
 
 
 

sexta-feira, dezembro 08, 2017

CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU REÚNE-SE PARA - MAIS UMA VEZ - CONDENAR ISRAEL, MAS NÃO A VIOLÊNCIA PROVOCADA PELOS PALESTINIANOS EM GAZA, JUDEIA E SAMARIA...

Os 8 países membros do Conselho de Segurança da ONU estão neste momento reunidos em Nova Iorque para nada mais fazer do que condenar Israel e a decisão histórica do presidente norte-americano de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel e deslocar a respectiva embaixada para capital.

Enquanto a Conselho de Segurança discute mais do mesmo, cerca de 3.000 palestinianos da Faixa de Gaza e nas regiões da Judeia e Samaria manifestam-se de forma violenta, como já era esperado e conforme lhes é habitual. Tal como falou a embaixadora dos EUA nesta reunião, "aqueles que retornam à violência mostram que não querem a paz."
Até ao momento os confrontos palestinianos contra a polícia israelita já provocou 1 morto e cerca de 250 feridos entre os provocadores. Até agora, 2 rockets disparados de Gaza já foram interceptados pelo sistema de defesa israelita "Cúpula de Ferro."
Um pouco por todo o Médio Oriente tem-se assistido a protestos e manifestações contra a decisão do presidente norte-americano. 
O líder do Hamas convocou todos palestinianos para uma "nova Intifada." O líder da Autoridade Palestiniana afirma que a "raiva palestiniana" não vai decrescer: "Nunca voltaremos atrás." Um dos principais clérigos iranianos apelou também à violência palestiniana, jurando inclusivamente "arrasar Tel Aviv."

O que se pode esperar do Conselho de Segurança da ONU? A condenação de Israel e dos EUA. Silêncio em relação à violência já latente em Israel e incitada pelos líderes dos movimentos terroristas e de nações islâmicas um pouco por todo o lado. Felizmente os EUA estão representados neste CS, fazendo segundo se espera o seu direito de veto a toda e qualquer resolução deste desequilibrada e pérfida organização anti-semita...

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 07, 2017

EVANGÉLICOS INFLUENCIARAM DECISIVAMENTE A HISTÓRICA DECISÃO DE DONALD TRUMP EM RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

A História comprova que por detrás da formação do estado de Israel estiveram influentes líderes evangélicos - na maioria ingleses - que interpretavam a Bíblia de forma literal e que por isso entenderam que havia chegado a hora de o Senhor Deus estar a cumprir a Sua promessa de reunir o Seu povo dos "4 cantos da terra", trazendo-os de volta para a Terra da promessa, a herança que Ele, o Soberano Deus, deu como herança a um único povo: os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Não só o grande "profeta" Theodor Herzl teve grandes amigos evangélicos que o influenciaram a "sonhar" com o retorno dos judeus a Israel, como o próprio rei britânico que há precisamente 100 anos assistiu à tomada da então denominada "Palestina" das mãos dos turcos otomanos, ao fim de 400 anos de ocupação, era ele próprio um cristão assumido. 
Daqui a dois dias estaremos comemorando os 100 anos exactos da conquista britânica da Cidade de Jerusalém pelo general Allenby, um devoto crente estudioso da Bíblia e que, naquela manhã histórica, buscou na Palavra de Deus orientação sobre como poderia conquistar a Cidade santa sem que um único tiro fosse disparado ou uma gota de sangue fosse derramada. E assim foi! Desse inesperado "milagre" falaremos daqui a dois dias, se o Eterno Deus nos permitir.
O próprio primeiro-ministro actual de Israel, Benjamin Netanyahu, tem confessado por diversas vezes e em público que Israel não tem melhores amigos do que os cristãos evangélicos. 

INFLUÊNCIA EVANGÉLICA DECISIVA 
E foram mais uma vez os cristãos evangélicos, desta vez os norte-americanos, que influenciaram decisivamente o actual presidente norte-americano Donald Trump na sua histórica e corajosa decisão anunciada ontem, dia 6 de Dezembro de 2017, de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel, passando-se a partir de agora à prometida deslocação da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.
Como se sabe, a fortíssima comunidade evangélica dos EUA identifica-se maioritariamente com os conservadores israelitas, reconhecendo-se nas raízes comuns: a Bíblia.

Sabe-se que têm havido constantes visitas de cristãos evangélicos conservadores à Casa Branca, tornando a questão de Jerusalém um tema incontornável para o presidente Trump. 
Segundo Johnnie Moore, pastor californiano porta-voz de um conselho de destacados pastores conselheiros da Casa Branca, "tal decisão não teria tido lugar sem eles (os evangélicos)."
"Não tenho quaisquer dúvidas de que os evangélicos desempenharam um papel significativo na decisão" - afirmou o pastor, acrescentando: "Não acredito que tal pudesse ter acontecido sem eles."
Desde há muito que os evangélicos conservadores norte-americanos têm reclamado o formal reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, no cumprimento de uma decisão do Senado em 1995 que decretou a mudança da embaixada para Jerusalém, mas que tem sido constantemente protelada pelos consecutivos presidentes norte-americanos. Com Trump e Pence, as portas abriram-se e a decisão foi finalmente tomada.
Um grupo dirigido pelo ex-candidato presidencial, o evangélico Mike Huckabee, o "My Faith Votes" (A minha fé vota) lançou uma enorme campanha por e-mails, através dos quais os apoiantes pediam ao presidente Donald Trump para reconhecer Jerusalém como capital de Israel. 

Outro grupo denominado "American Christian Leaders for Israel" (Líderes Cristãos Americanos por Israel) enviou uma carta a Donald Trump alertando de que era chegada a hora de mudar a embaixada para Jerusalém: "Estamos profundamente preocupados em que, por cada dia que se vai passando, torna-se cada vez mais difícil mudar a embaixada, e se não o fizer agora, talvez isso nunca venha a acontecer."
Esta carta foi subscrita por 60 influentes pastores, representando cerca de 60 milhões de evangélicos norte-americanos.
O conhecido mediático pastor pró-Israel John Hagee, que visitou o presidente norte-americano há poucas semanas atrás, comentou sobre a histórica decisão que ela tem "importância bíblica, tendo uma precisão absoluta no tempo bíblico."

CRISTÃOS EVANGÉLICOS CELEBRAM

Logo que foi anunciada a decisão da Casa Branca, milhares de cristãos evangélicos pelo mundo fora têm vindo a congratular o presidente Trump e a sua administração, celebrando a histórica e tão ansiada decisão, pela qual muitos têm estado a orar.
Desde a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém, a organizações como a "Proclamando Justiça às Nações" ao enviado especial da ONU ao "Conselho Mundial das Igrejas Cristãs Independentes", muitos têm expressado as suas congratulações ao líderes norte-americanos. 
Milhões de cristãos evangélicos levam a sério a promessa de bênçãos àqueles que amam Israel (Génesis 12:3), e expressam-no orando, defendendo e até visitando fisicamente a Terra de Israel.

A HISTÓRICA DECISÃO DE 6 DE DEZEMBRO DE 2017
"Determinei que esta é a altura de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel. Após mais de duas décadas de adiamentos, não estamos mais perto de um acordo de paz permanente entre Israel e os palestinianos...esta decisão não é mais nem menos do que o reconhecimento da realidade." - Donald Trump
"Jerusalém é a capital do povo judeu, estabelecida em tempos antigos. Jerusalém é hoje o assento do governo de Israel."
E sobre a mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém, Trump anunciou: "Estou também orientando o Departamento de Estado para que comece a preparação para deslocar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Isto irá iniciar imediatamente o processo da contratação de arquitectos, engenheiros e outros, para que assim, uma nova embaixada, quando completa, seja um majestoso tributo à paz."

Assim seja. Bem haja, Donald Trump! God bless America!
Shalom, Israel!




quarta-feira, dezembro 06, 2017

O MUNDO DE OLHOS POSTOS EM JERUSALÉM

A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas. 
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.

BANDEIRAS QUEIMADAS, MURALHAS ILUMINADAS COM AS CORES DOS EUA
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.

"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida. 
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump! 

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 05, 2017

DITADOR TURCO ERDOGAN AMEAÇA ROMPER RELAÇÕES COM ISRAEL CASO TRUMP RECONHEÇA JERUSALÉM COMO SUA CAPITAL

Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico. 
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...

ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."

A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 04, 2017

57 NAÇÕES ISLÂMICAS CONVOCAM CIMEIRA DE EMERGÊNCIA PREVENDO O RECONHECIMENTO DE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL POR DONALD TRUMP

Jerusalém torna-se cada vez mais uma "pedra pesada". Já assim foi profetizado há 2.500 anos.
O polémico anúncio de que Trump irá nesta próxima Quarta-Feira confirmar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel está a gerar enormes ondas de contestação e até de ameaças de uma nova Intifada.
A "Organização da Cooperação Islâmica" acabou de convocar as 57 nações muçulmanas que fazem parte da organização para uma cimeira, caso o presidente norte-americano acabe por anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Nesta próxima Quarta-Feira o presidente norte-americano tem diante de si este dilema, e, apesar de o ter anunciado na sua campanha eleitoral, a oposição interna e externa a tal decisão cresce de minuto a minuto, prevendo-se um aumento da violência em Israel caso o reconhecimento se confirme.
Os 57 países membros da organização muçulmana irão esta noite reunir-se de emergência em Jeddah, na Arábia Saudita: "Se os Estados Unidos derem o passo de reconhecerem Jerusalém como a assim-chamada capital de Israel, recomendamos unanimemente a convocação de uma reunião ao nível de conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros, seguida de uma cimeira islâmica o mais rapidamente possível."
A "OCI" alertaram também que o reconhecimento de Jerusalém ou o estabelecimento de qualquer missão diplomática na cidade em disputa será visto como "um claro ataque contra as nações árabes e islâmicas."

ABBAS APELA À MOBILIZAÇÃO GERAL
O movimento Fatah associado ao líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou entretanto a uma mobilização geral dos palestinianos no caso de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O governo turco alertou entretanto o presidente norte-americano para não dar o anunciado passo, prevendo que a acontecer, tal decisão iria gerar "um desastre."

Passo a passo, o anunciado está tomando o lugar no plano profético...

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 02, 2017

MÍSSEIS ISRAELITAS DESTROEM DEPÓSITO DE ARMAMENTO NUMA BASE MILITAR IRANIANA PERTO DE DAMASCO

Durante esta madrugada Israel terá disparado mísseis contra uma base militar construída pelo Irão perto de Damasco, tendo alegadamente destruído um depósito de armas.
Ouviram-se grandes explosões no local, resultado dos cinco mísseis disparados pela poderosa aviação israelita. Segundo os sírios, as forças militares de Damasco terão conseguido interceptar dois desses mísseis, não conseguindo mesmo assim evitar os estragos provocados pelos outros.
Um órgão de comunicação social árabe afirma que os mísseis foram disparados já dentro do espaço aéreo do Líbano. 
Israel, tal como sempre faz, não comentou estas notícias. 
Desde há muito que Israel tem vindo a avisar o Irão para não construir bases militares na Síria. Israel não pode de forma alguma permitir que o seu maior inimigo actual, o Irão, que promete destruir por completo o estado "sionista", se instale na sua vizinhança, mesmo que para isso tenha de usar a força. Está no seu direito. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 01, 2017

6 RESOLUÇÕES ANTI-ISRAEL APROVADAS PELA ONU, COM OS VOTOS CONTRA DO REINO UNIDO, EUA E CANADÁ

A Assembleia Geral da ONU comemorou ontem os 70 anos da resolução da partição da "Palestina" entre judeus e árabes votando 6 resoluções propostas por países árabes condenando Israel e apoiando fortemente os palestinianos, com quem a ONU tanto parece se solidarizar.
A desfaçatez da desacreditada ONU é tão grande, que até uma resolução relacionada com Jerusalém que denomina o Monte do Templo unicamente com um nome islâmico foi aprovada, para não falar de uma outra que condena a presença israelita nos Montes Golan.

BEM HAJA, REINO UNIDO!
Votando isoladamente da União Europeia, de quem se desligou recentemente, o embaixador do Reino Unido na ONU votou contra a resolução proposta pela Síria que condena Israel pela "ocupação" dos Montes Golan, afirmando que "o dever da Assembleia Geral é de atrair a atenção às violações das leis humanitárias internacionais onde quer que elas ocorram. Esta resolução arrisca-se a desacreditar essa responsabilidade vital."
Segundo o embaixador britânico, "esta resolução corre o risco de endurecer ambos os lados (Síria e Israel) , e pouco faz para fazer avançar a paz ou o mútuo entendimento. É desnecessária e desproporcional."
E acrescentou: "A intenção do regime sírio é fazer uso desta resolução adicional para desviar a atenção das suas acções criminosas e matança indiscriminada dos seus próprios cidadãos."

MAIORIA CONDENA ISRAEL
A resolução proposta pela Síria condenando Israel por não ceder ao regime de Assad o controle sobre os Montes Golan e os seus 20 mil habitantes drusos foi aprovada com 105 votos a favor, 6 contra e 58 abstenções.

NENHUMA MENÇÃO AOS CRIMES DO HAMAS
Ao contrário desta perversa e injusta proposta, a ONU esqueceu por completo os crimes cometidos pelo Hamas, tais como esfaqueamentos de cidadãos israelitas, disparos ou veículos atirados contra judeus. Este "esquecimento" demonstra inequivocamente de que lado está a desacreditada ONU, sempre condenando Israel pelo uso da sua força para defesa dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que passando por cima dos crimes cometidos pelos palestinianos da Autoridade Palestiniana, Hamas e Jihad Islâmica.
Por outro lado, e em desenvergonhado contraste com as condenações feitas a Israel nesta reunião da ONU, serão passadas apenas 6 resoluções de condenação a seis países onde os direitos humanos são constante e brutalmente violados: Síria, Coréia do Norte, Irão, Criméia, Myanmar, e ainda uma condenação ao embargo dos EUA a Cuba. 
Uma das resoluções condenou Israel pela "ocupação", sendo que outra fê-lo, alegando a "actos de violência e terror" cometidos por Israel, sem mencionar uma única palavra sobre os crimes cometidos pelos palestinianos. 

ISRAEL É O BODE EXPIATÓRIO
Hillel Neuer, director executivo do grupo de monitorização sediado em Genebra "UN Watch"comentou as resoluções anti-Israel de forma bem clara: "O ataque de hoje da ONU a Israel, com esta torrente de resoluções unilaterais é surreal."
E acrescentou: "A resolução de hoje sobre Jerusalém refere-se ao Monte do Templo apenas pelo seu nome islâmico, Haram al-Sharif. Numa altura em que nem a UNESCO tolera tal terminologia, a Assembleia Geral não se devia envolver na negação da herança judaica e cristã."
"Ao mesmo tempo que nesta sessão irão haver 20 resoluções contra Israel, nenhuma resolução da Assembleia Geral das Nações está hoje prevista para condenar os mais que evidentes abusadores dos direitos humanos, como são a Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China, Cuba, Paquistão, ou o Zimbawe."
"As resoluções de hoje alegam preocupação para com os palestinianos, porém a ONU parece esquecer as dezenas de palestinianos que têm sido mortos, prejudicados ou expulsos pelas forças de Assad, e as mais de 3.000 vítimas mortas depois de 2011."
De facto, conclui-se que o interesse da ONU nem sequer é a protecção dos palestinianos, mas sim fazer mais uma vez de Israel o bode expiatório de todos os crimes humanitários. 

Mais do mesmo. Da ONU, nada de bom se pode esperar. Antes pelo contrário...

Shalom, Israel!