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quarta-feira, fevereiro 21, 2024

NOVA CIMEIRA EM PARIS PARA TENTAR UM ACORDO PARA A LIBERTAÇÃO DOS REFÉNS


Israel prepara-se para uma nova cimeira em Paris na próxima Sexta-Feira visando um acordo visando a libertação dos mais de 100 reféns ainda de posse do Hamas.

Tal como na cimeira anterior realizada no final do passado mês de Janeiro, Israel vai fazer-se representar pelo líder da Mossad, David Barnea, o primeiro-ministro do Qatar Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, pelo chefe da inteligência egípcia Abbas Kamel e ainda pelo chefe da CIA, o norte-americano Bill Burns. 

Israel aguarda ainda que haja algum progresso nas conversações a decorrer actualmente no Cairo entre o Egipto e o Hamas para tomar a decisão final de participar nesta nova cimeira. 

Segundo Benny Gantz, o ministro do gabinete de guerra, existem alguns sinais de progresso nas conversações.

MEDICAÇÃO TERÁ CHEGADO AOS REFÉNS

Entretanto, a boa notícia do dia, é que a França confirmou hoje a informação prestada pelo Qatar de que a medicação enviada anteriormente para os reféns já terá sido entregue a 45 deles. Os familiares dos reféns já agradeceram ao presidente francês Emmanuel Macron pela sua "significativa iniciativa e envolvimento em facilitar este processo através do Qatar."

"Acompanhámos ansiosamente este esforço e estamos gratos pela compaixão e humanismo demonstrados neste assunto pelo presidente Macron. A França é uma verdadeira amiga das famílias dos reféns, e não esqueceremos o seu apoio nesta matéria" - afirmaram os representantes dos familiares.

Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 30, 2020

CENTENAS DE PALESTINIANOS PROTESTAM CONTRA MACRON NO MONTE DO TEMPLO

 

Centenas de indivíduos protestaram esta manhã no Monte do Templo, em Jerusalém, contra o voto do presidente francês Emmanuel Macron de proteger o direito às caricaturas do profeta Maomé. Três dos manifestantes foram detidos pela polícia. Os outros foram dispersados pela polícia. Outras manifestações tiveram lugar nos arredores da capital Jerusalém.

Os manifestantes vociferaram: "Sacrificamos com as nossas almas e o nosso sangue pelo nosso profeta Maomé", e outras que a polícia israelita descreveu como "slogans nacionalistas."

Os manifestantes chamaram também a Macron: "O inimigo de Alá!"

Vários manifestantes exibiram faixas declarando que insultar Maomé é passar a linha vermelha e outros empunhavam bandeiras com a declaração da fé islâmica.

Os comentários do presidente francês continuam a abalar todo o mundo muçulmano, com especial incidência no Paquistão, com cerca de 2.000 manifestantes gritando palavras de ordem contra a França, cortando estradas e outros pisando bandeiras francesas e apelando ao boicote dos produtos daquele país. Esperavam-se mais protestos nesta tarde no Paquistão, no Líbano e na Faixa de Gaza. 

Estes protestos islâmicos surgem a meio de tensões entre a França e o mundo muçulmano, que se iniciaram com a publicação de novos cartoons do profeta Maomé pelo jornal satírico Charlie Hebdo, e que levaram a que um muçulmano decapitasse um professor que mostrou as caricaturas aos seus alunos. Ontem mesmo, um refugiado tunisino, carregando um exemplar do Corão, assassinou 3 pessoas numa igreja católica, em Nice, tendo uma delas sido decapitada. No mesmo dia de ontem deram-se outras 2 tentativas em território francês e um ataque a um guarda na embaixada francesa na Arábia Saudita. Um pouco por todo o lado têm sido feito apelos a boicotes dos produtos franceses, sendo o principal porta voz o presidente turco Recep Erdogan, já em conflito com Macron por causa das suas disputas territoriais marítimas no Mediterrâneo Oriental. 

Um responsável sénior da Autoridade Palestiniana condenou os ataques de ontem, afirmando: "O assassinato de inocentes é proibido pela perspectiva religiosa, moral e humanitária."

Shalom, Israel!

sábado, agosto 08, 2020

REVOLTA NAS RUAS DE BEIRUTE

O dia de hoje tem sido marcado por grandes e numerosas manifestações nas ruas da capital do Líbano, Beirute, em protestos contra o governo acusado de ser inoperativo e corrupto. Os protestos exigem explicações e o apuramento rápido da responsabilidade de quem terá provocado ou sido culpado da explosão violenta que na passada Terça-Feira matou mais de 150 pessoas e deixou milhares de feridos.
Desde a explosão que as autoridades políticas têm estado ausentes, com rumores divulgados pelo presidente e pelos políticos próximos ao Hezbollah de que a explosão teria sido causada por interferência estrangeira, e com o grupo terrorista Hezbollah representado no governo a afirmar nada ter a ver com a tragédia. 
Muitos dos protestos são também contra o Hezbollah, com e efígie enforcada num acto simbólico durante os protestos de hoje.
As populações estão revoltadas com os políticos, numa altura em que são elas a ter de limpar o próprio lixo das ruas por causa da ausência dos empregados de limpeza, e não se sabe o paradeiro dos políticos, que se limitaram a deter alguns dos responsáveis portuários.

A revolta ocorre poucos dias depois da visita do presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro presidente estrangeiro a visitar o país, e isso a meio da aparente indiferença dos políticos do próprio país.
Os manifestantes invadiram o ministério das Relações Exteriores e foram ao longo do dia queimando e quebrando vários bens. a polícia teve de disparar gás lacrimogéneo para dispersar o grupo que tentava invadir o parlamento do país.
Segundo a Cruz Vermelha Internacional, 142 pessoas ficaram feridas no decorrer das manifestações de protesto.

Vários políticos foram simbolicamente enforcados em efígie, desde o líder do Hezbollah, ao próprio presidente Michel Aoun. Cinco membros do parlamento já se demitiram, tendo o embaixador do Líbano na Jordânia também pedido a demissão do seu cargo.

Até onde irá e levará esta revolta popular ninguém sabe. Uma coisa é certa: não irá parar tão cedo. As consequências? Só o tempo o dirá...

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 02, 2018

EMMANUEL MACRON AFIRMA TER "PLANO DE PAZ" PARA O MÉDIO ORIENTE...

Se a há muito esperada "proposta de paz" de Trump para o Médio Oriente falhar, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou ter em mãos um "plano de paz."
Apesar dos muitos rumores e insinuações sobre o há muito esperado plano de paz do presidente norte-americano para resolução do conflito israelo-árabe, a verdade é que nada de concreto se sabe acerca do mesmo.
É nesse "vácuo" criado pela passividade norte-americana que Macron quer entrar, querendo jogar uma cartada forte no Médio Oriente, cortejando o sector palestiniano, ao não concordar com a declaração de Trump sobre a soberania judaica de Jerusalém. 
Como "bom" europeu, sempre usando dois pesos e duas medidas, o presidente francês quer dividir Jerusalém em 2 capitais, para judeus e árabes...
Claro que, ao contrário dos israelitas, os palestinianos confiam muito mais em Macron do que em Trump, e o primeiro-ministro Netanyahu já nos habituou às suas demonstrações de pouca confiança nas intenções dos líderes europeus. E faz bem...

A verdade é que os pormenores tanto do "plano de paz" de Trump como do de Macron continuam no "segredo dos deuses"...É caso para perguntar: o que virá aí? Assistiremos em breve ao cumprimento de Daniel 9:27?
Só Deus sabe...mas parece estar mais próximo do que imaginamos.

Shalom, Israel!

quinta-feira, março 29, 2018

MILHARES DE PESSOAS DESFILARAM EM PARIS EM MEMÓRIA DA SOBREVIVENTE DO HOLOCAUSTO ASSASSINADA PELO "CRIME" DE SER JUDIA

Desde o presidente francês Emmanuel Macron a muitas outras individualidades e simpatizantes em geral, foram vários milhares os participantes de uma grande marcha pelas ruas de Paris em solidariedade com Mireille Knoll, uma idosa judia sobrevivente ao Holocausto que foi há dias atrás barbaramente assassinada por um árabe no seu apartamento de Paris.

Mireille Knoll foi assassinada por um árabe pelo simples facto de ser...judia!

Não só em Paris, mas um pouco por todo o mundo milhares de pessoas juntaram-se em honra de mais esta vítima do anti-semitismo, a denominada "Marcha Branca", numa grande acção de solidariedade para com a família da vítima e também com a comunidade judaica francesa.
Tomando a palavra, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou: "O terrorista...assassinou uma mulher inocente e vulnerável por ser judia, e ao fazê-lo profanou os nossos valores sagrados e a nossa História."
Membros da família da vítima e líderes da comunidade judaica francesa encabeçaram a marcha:
"NUNCA ESQUECEREMOS MIREILLE KNOLL. JUNTEMO-NOS E CONFRONTEMOS O ANTI-SEMITISMO E O ÓDIO."

Shalom!


sexta-feira, dezembro 22, 2017

APÓS REJEITAR A MEDIAÇÃO NORTE-AMERICANA, ABBAS VAI BUSCAR AJUDA A...EMMANUEL MACRON...

Tal como venho dizendo nestes últimos meses, a figura do presidente francês Emmanuel Macron tem-me vindo a suscitar um crescente sentimento de inquietação e mal estar, ainda mais agora que o seu envolvimento nas questões do Médio Oriente parece ser cada vez mais desejado e procurado.
Apelidado na capa de uma das recentes edições da revista Time como o possível "futuro líder da Europa", e considerado pelos próprios alemães como o líder europeu mais bem posicionado para mediar o conflito israelo-árabe, o presidente francês foi agora procurado pelo líder palestiniano Mahmoud Abbas para - assim creio - uma provável alternativa à agora rejeitada mediação norte-americana.

VISITA A PARIS
Na sua deslocação a Paris, o líder palestiniano encontrou-se hoje mesmo com Emmanuel Macron, e a conferência de imprensa conjunta que se seguiu ao encontro revela o propósito deste encontro.
"Os Estados Unidos não são mais um mediador honesto no processo de paz, pelo que não aceitaremos qualquer plano proposto pelos Estados Unidos devido ao seu espírito partidário" - afirmou Abbas através de um intérprete na conferência conjunta.
E o descarado mentiroso continuou a proferir o seu habitual discurso só convincente para os incautos e os mal intencionados: "Queremos a paz com Israel e queremos alcançar uma solução pacífica, e não há solução sem Jerusalém. O reconhecimento de um estado palestiniano é um investimento na paz. Nós somos aqueles que expõem uma cultura de paz e não de guerra" - afirmou o falsário.
Se o assunto não fosse tão sério, dava para rir às gargalhadas...Abbas, o representante de um povo que só conhece a linguagem do ódio e da violência, e que na hora em que o seu líder abre o sorriso de camaleão diante de um líder europeu está mais uma vez a manifestar-se "pacificamente" atirando pedras e bombas contra os polícias israelitas...
Mas o hipócrita, de tanto mentir, até já pensa que está a dizer a verdade. Diante de Macron, atreveu-se a convidar os seus interlocutores a repararem nos "protestos pacíficos" nos "territórios palestinianos", acrescentado: "mesmo assim, há palestinianos sendo mortos."

"SOLUÇÃO 2 ESTADOS"
Macron reiterou que a França continua engajada na solução 2 estados, com a "Palestina" e Israel coexistindo pacificamente lado a lado. 
Mas, cauteloso, o líder francês acrescentou que a França reconheceria um estado palestiniano, "no tempo certo", e não debaixo de pressão. 

AVANÇO PROFÉTICO?
Este encontro entre o líder palestiniano e o líder europeu é provavelmente mais um dos sinais de que será a Europa a entrar com toda a força no processo de paz entre israelitas e árabes, dando razão àqueles que como eu acreditam que o "grande negociador" - entenda-se: Anti-Cristo - surgirá desta Europa renascida do antigo império romano...ou não fosse ele descrito pelo profeta Daniel como "o príncipe do povo que há de vir." O povo romano, obviamente.

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 28, 2017

NETANYAHU AVISA ASSAD QUE ISRAEL ATACARÁ SE A SÍRIA DEIXAR QUE O IRÃO ESTABELEÇA BASES MILITARES NO SEU PAÍS

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu alertou o actual presidente sírio Bashar Assad de que Israel intervirá directamente na guerra civil síria caso Assad dê permissão oficial ao Irão para estabelecer bases militares na Síria. 
Israel tem-se mantido longe do conflito que desde há seis anos vem devastando a Síria, estando no entanto a par dos constantes abastecimentos de material e equipamento de guerra ao grupo terrorista Hezbollah por parte do Irão, permitindo que milhares de terroristas filiados a este grupo muçulmano combatam na Síria ao lado das forças leais a Assad. 
Israel tem vindo a tratar feridos de guerra que atravessam a fronteira para o lado israelita, e tem respondido a ocasionais disparos que caiem no seu território. Sabe-se também que a poderosa aviação israelita tem atacado comboios de carregamentos de armas e munições destinados ao Hezbollah, mas até agora nunca houve uma intervenção directa de Israel no conflito.
Israel quer a todo o custo impedir que Assad convide formalmente o regime iraniano a instalar-se na Síria depois da guerra, tal como já aconteceu com a Rússia que, a convite de Assad, mantém as suas tropas no terreno. O aviso de Netanyhau vai exactamente nesse sentido. Seria inconcebível ter as forças inimigas do Irão na fronteira com Israel, sabendo-se de antemão que o principal objectivo do regime iraniano é a pura e simples aniquilação do estado de Israel.
Segundo um canal de TV israelita, a pretensão iraniana é de construir uma base naval, provavelmente para submarinos, uma base aérea e fábricas de armamento para armas de precisão. 

Já no início do mês, conforme então noticiámos, a BBC tinha informado da instalação de uma base iraniana permanente no sítio onde se localiza um quartel sírio, a 14 quilómetros da capital Damasco e a 50 da fronteira com Israel.
Sabe-se também que pouco antes disso Netanyahu terá telefonado ao presidente francês Emmanuel Macron, informando-o de que Israel olha para a actividade iraniana na Síria como "um alvo" para as suas forças, podendo por isso realizar ataques contra objectivos iranianos se tal achar necessário.

Macron terá tentado dissuadir Netanyahu de avançar com "acções drásticas."
Mas Netanyahu foi claro: "O objectivo deve ser minimizar a influência do Irão, não só no Líbano, mas também na Síria...Israel tem até agora tentado não intervir naquilo que se passa na Síria. Mas depois da vitória sobre o 'estado islâmico', a situação alterou-se, pois as forças pró-iranianas têm ganho o controle...A partir de agora Israel olha para as actividades do Irão na Síria como um alvo. Não hesitaremos em agir no caso de as nossas necessidades de segurança assim o exigirem."
Num discurso proferido na semana passada, Netanyahu jurou que o Irão não terá permissão para ganhar espaço naquela região: "Já tornámos claro muitas vezes que não aceitaremos armas nucleares nas mãos do Irão, nem tampouco permitiremos o estabelecimento de forças iranianas perto da nossa fronteira, na região síria em geral, ou em qualquer outra parte."
Para aumentar as já elevadas tensões na região, um comandante militar iraniano declarou na passada Quinta-Feira que uma futura guerra na região resultará na aniquilação de Israel. Ali Jafari,  comandante dos "guardas revolucionários do Irão" disse aos repórteres iranianos que "qualquer nova guerra levará à erradicação do regime sionista."
Israel tem mantido constantes conversações com o governo russo sobre esta questão.

Shalom, Israel!


segunda-feira, maio 08, 2017

PRESIDENTE ISRAELITA SAÚDA NOVO PRESIDENTE FRANCÊS PELA VITÓRIA E PELO SEU RECONHECIDO COMBATE AO ANTI-SEMITISMO

A comunidade judaica em França parece poder respirar de alívio com a eleição do novo presidente francês Emmanuel Macron, que ontem ganhou a segunda ronda de eleições presidenciais com uma larga vantagem sobre a sua rival, a anti-semita Marine Le Pen.
Esta manhã, o presidente israelita Reuven Rivlin congratulou Macron pela sua vitória, agradecendo-lhe também pela sua forte oposição ao anti-semitismo, ao mesmo tempo que oferecendo a ajuda de Israel para o combate ao terrorismo.
"Quero agradecer-lhe pela sua forte postura contra o anti-semitismo e todas as formas de racismo, as quais têm mais uma vez levantado as suas cabeças feias pelo mundo fora" - declarou o presidente israelita a Emmanuel Macron numa carta dirigida há poucas horas atrás.
"Erguer-se contra tais vozes de intolerância e de ódio, defender os nossos cidadãos contra viciosos actos de terror, é uma tarefa de suprema importância que todos temos de enfrentar, e Israel é vosso parceiro nesta missão" - afirmou Rivlin ao mais jovem presidente francês desde Napoleão. 
E Rivlin acrescentou: "Sei que durante a sua visita aqui (Israel) em 2015 ficou grandemente impressionado com a inovação e as tecnologia israelitas. Partilho a sua profunda crença na inovação como motor para a prosperidade económica e social de todos os povos. Para além disso, a nossa crescente cooperação e parcerias nesta área oferecem uma base sólida para o contínuo aprofundamento e fortalecimento dos fortes laços existentes entre os nossos dois povos e países."
"Espero que as relações de amizade e cooperação entre a França e Israel possa continuar a expandir-se e a fortalecer-se sob a sua presidência."
E o presidente israelita terminou a sua saudação ao novo presidente francês com as seguintes palavras: "Permita-me desejar-lhe muito sucesso e satisfação pessoal neste altamente significativo e desafiador papel como líder da França."

A FAVOR DE DOIS ESTADOS
Numa entrevista televisiva na véspera da eleição, Macron afirmou apoiar uma solução dois estados, ao mesmo tempo afirmando que o reconhecimento unilateral da Palestina causaria instabilidade e prejudicaria as relações entre a França e Israel.

Shalom, Israel!