Mostrar mensagens com a etiqueta Guerra da Independência. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Guerra da Independência. Mostrar todas as mensagens

sábado, abril 21, 2018

AS FOLHAS DA FIGUEIRA JÁ BROTAM, OS SEUS RAMOS JÁ SE RENOVAM! (2ª Parte)

O renascimento da nação de Israel há precisamente 70 anos é o acontecimento mais marcante nestes quase 2 mil últimos anos de História!
A profecia do Messias Jesus proferida em Jerusalém, fazendo uso do renovar da figueira - uma das 3 árvores que simbolizam Israel - iniciou o seu cumprimento "oficial" em 14 de Maio de 1948, ainda que se possa afirmar com convicção que o relógio profético de Deus já tinha recomeçado a sua contagem decrescente para a Vinda do Reino muitos anos antes, talvez já em 1897, como num próximo artigo iremos demonstrar.

UM PARTO ÚNICO E SOBRENATURAL
Numa das mais extraordinárias profecias de Isaías, o profeta anunciou o "parto" dos filhos de Israel, num contexto dos "últimos dias", como algo de sobrenatural e até anti-natural: "Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisa semelhante? Pode acaso nascer uma terra num só dia? Ou nasce uma nação de uma só vez?" (Isaías 66:8). E agora o profeta acrescenta aquilo que é de facto um feito improvável na natureza humana: "Pois Sião, antes que lhe viessem as dores, deu à luz seus filhos." 
Ora, todos sabemos que as dores de parto de uma mulher sempre ocorrem antes que ela dê à luz. Mas, contrariamente à natureza, Israel nasceu, e as dores de parto vieram depois...!
E assim aconteceu literalmente! Logo no dia seguinte à declaração da independência de Israel (Sião) - em 15 de Maio de 1948 - vieram as "dores de parto", e bem dolorosas elas foram, com os exércitos de 6 países árabes coligados para destruírem Israel (Egipto, Síria, Líbano, Iraque, Jordânia e Arábia Saudita) e atirarem os judeus ao mar, naquela que ficou conhecida como a "Guerra da Independência", que durou até 1949.

O que os inimigos árabes não sabiam é que este renascimento de Israel foi provocado pelo próprio Senhor Deus: "Acaso farei Eu abrir a madre, e não farei nascer? Diz o Senhor; acaso ao que Eu faço nascer, fecharei a madre? Diz o teu Deus" - Isaías 66:9.
A porta que Deus abre ninguém pode fechar, seja quem for e com a força que tiver. Deus "abriu a madre" a Sião, e ela "deu à luz os seus filhos." Ou seja: a figueira outrora amaldiçoada por não dar frutos, foi agora regenerada pelo poder e vontade de Deus!
A "Guerra da Independência" não só foi vencida por Israel, como o território israelita foi grandemente aumentado, passando Israel a controlar um território cinco mil quilómetros quadrados superior àquele que lhe havia sido designado pelas Nações Unidas em Novembro de 1947!
Mas as "dores de parto" foram muitas: nos 15 meses de combates ferozes e intermitentes, em que as forças israelitas estavam em minoria e muito mal equipadas, pereceram cerca de 6 mil israelitas, praticamente 1% da população judaica na altura a viver em Israel...

AINDA É SÓ O COMEÇO DO "BROTAR" DA FIGUEIRA
Apesar de nestes 70 anos Israel se ter tornado numa das maiores potências económicas, científicas e militares do mundo, um facto já de si sobrenatural, a Palavra de Deus afirma que os melhores frutos da figueira (Israel) ainda estão para vir, quando o Messias vier de novo visitar a Sua Terra e ali instalar o Seu trono de juízo, justiça e paz. Tal como em breve contamos abordar no artigo "A Extraordinária Profecia dos Ossos Secos", os profetas anunciaram que o retorno dos judeus à Terra de Israel nos "últimos dias" seria inicialmente apenas físico, mas que seria posteriormente complementado de um grande reavivamento espiritual.

Primeiramente foi então o renascimento físico, já iniciado desde o início do século XX: "Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra" - Ezequiel 36:24.
Só depois desta primeira fase é que se dará o renascimento espiritual: "Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei" - Ezequiel 36:25.

Aquilo que Deus está para fazer ainda com o Seu povo eleito é impressionante! Se já o é o renascimento físico e a posição de Israel "como cabeça, e não por cauda" entre as nações do mundo, imagine-se o que será então o renascimento espiritual, quando o Senhor Deus colocar dentro dos judeus "um coração novo e um espírito novo"!
"Porei dentro em vós o Meu Espírito, e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis. Habitareis na terra que Eu dei a vossos pais; vós sereis o Meu povo, e Eu serei o vosso Deus" - Ezequiel 36:26-28.
É isso certamente que o apóstolo Paulo tinha em mente quando, fascinado com o grande plano restaurador de Deus para com o Seu povo, jamais rejeitado por Ele - "Terá Deus, porventura, rejeitado o Seu povo? De modo nenhum!" - Romanos 11:1 - ele afirma que o "restabelecimento" do povo judeu será "vida dentre os mortos" para o mundo inteiro. 
JUDEUS MESSIÂNICOS 
Paulo adianta ainda que o "endurecimento" de Israel, ou seja, a esterilidade da figueira, é temporário:
"...veio endurecimento em parte a Israel, até que haja entrado a plenitude dos gentios. E assim todo o Israel será salvo" - Romanos 11:25-26.
E tal como o profeta Jeremias há 2.600 anos declarou: "Disse-me o Senhor: Eu velo sobre a Minha palavra para a cumprir" (Jeremias 1:12), assim também Paulo muitos anos depois confirma esse inviolável e irrevogável projecto de Deus para o Seu povo: "Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis" (Romanos 11:29), ou seja: o que o Senhor Deus tem prometido fazer ao Seu povo, trazendo-o de volta à sua Terra, abençoando-o e prosperando-o ali, Ele completará com o renascer espiritual daqueles corações tão endurecidos pelo sofrimento e rebeldia, mas finalmente quebrantados pela revelação do eterno amor redentor do Messias para com a nação de Israel.

Shalom, Israel!




sábado, dezembro 23, 2017

O DIREITO INALIENÁVEL DE ISRAEL SOBRE JERUSALÉM

Os profetas de há 2.500 anos avisaram que nos "últimos dias" Jerusalém seria o epicentro da grande controvérsia e disputa mundiais. Todos percebem que nenhum outra cidade do mundo tem despertado tantos ódios, cobiças e discussões como esta, a capital do estado de Israel. Jerusalém é a única cidade do mundo que provoca a convocação de uma assembleia geral da ONU. Jerusalém é a única cidade do mundo que divide o mundo em duas partes.
Mas, por que será que os judeus reivindicam pleno direito a Jerusalém como a eterna, una e indivisível capital do estado de Israel?

UMA PEQUENA SINOPSE HISTÓRICA
A ligação histórica dos judeus à sua Cidade santa é incontornável. Há 3.000 anos atrás o rei de Israel, David, fez de Jerusalém a capital do seu reino. Actualmente, podem-se ver do lado de fora das actuais muralhas as ruínas da Cidade de David, acreditando-se que sejam esses os restos da cidade fundada por David.

Salomão, filho de David, erigiu um magnífico Templo no Monte Moriá, o mesmo onde Abraão foi sacrificar o seu filho Isaque. Este Templo foi posteriormente destruído pelos babilónios, que levaram os judeus para o exílio. Depois do exílio, o segundo Templo foi construído e aumentado. O actual Muro Ocidental (Kotel) é uma pequena parte da parede de suporte onde se apoiava o Monte alargado sobre o qual estava o Templo.
Os romanos destruíram o Segundo Templo há 2.000 anos e dispersaram os judeus. Ao longo dos séculos Jerusalém foi sendo ocupada pelos vários impérios que se ergueram na História. 
No entanto, em 2.000 Jerusalém nunca serviu de capital de qualquer povo, a não ser a nação judaica. Com excepção de um breve período, os judeus sempre estiveram presentes na Cidade. Em finais do século 19, os judeus já representavam a maioria da população da Cidade.

BANDEIRA DA "PALESTINA", NA
ENCICLOPÉDIA "LAROUSSE" DE 1939
DIREITOS LEGAIS DE POSSE 
O "Mandato para a Palestina", unanimemente aprovado em 1922 pela "Liga das Nações", e que entrou em vigor no dia 29 de Setembro de 1922, constitui um artigo da lei internacional que nunca foi substituído. Ele estipulava que a então chamada Palestina seria estabelecida como pátria dos judeus.
Jerusalém situa-se dentro das fronteiras da Palestina estipuladas pelo Mandato.
Em 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução 181 que recomendava que dentro da Palestina fossem estabelecidos dois estados federados, um para judeus e outro para árabes. Nessa altura ainda não se tinham inventado os "palestinianos."
Esta resolução das Nações Unidas propunha que Jerusalém fosse um "corpus separatum" administrado pelas Nações Unidas.
As resoluções da Assembleia Geral da ONU são apenas recomendações, não sendo por isso vinculativas, nem tendo qualquer peso nas leis internacionais.
Mais ainda, a resolução 181 é nula e vazia porque os árabes a rejeitaram, e porque a ONU em nenhuma altura assumiu a responsabilidade de Jerusalém, nunca efectivando o que havia sido recomendado.
Quaisquer reivindicações actuais por parte dos árabes ou de outros de que Israel está condicionado à resolução 181 são pura e simplesmente falaciosas.

No final da Guerra da Independência, em 1949, Israel ocupava Jerusalém Ocidental. a Jordânia tinha ocupado a parte Oriental da Cidade, que engloba partes importantes da herança judaica, incluindo a Cidade de David e o antigo cemitério judaico do Monte das Oliveiras, para além de lugares sagrados judaicos, como o Muro Ocidental, e o Monte do Templo. Esta ocupação, bem como a da Judeia e da Samaria era ilegal; a Jordânia tinha tomado o território numa guerra ofensiva.
Apesar das garantias do acordo de armistício, a Jordânia declarou a parte Oriental de Jerusalém como interdita a judeus. Os judeus não tinham por isso acesso aos lugares sagrados judaicos naquela parte da Cidade. Daí surge a presunção completamente errada de que Jerusalém Oriental era árabe.
Os 19 anos em que os jordanos controlaram Jerusalém Oriental foram os únicos em 3 mil anos de História em que a Cidade foi dividida. 

Em 1967, e como resultado de uma guerra defensiva, Israel tomou Jerusalém Oriental.
Essa Guerra - Guerra dos Seis Dias - começou com o Egipto. Israel tinha enviado uma mensagem à Jordânia, via ONU: "Se vocês não intervierem, não sofrerão quaisquer consequências." Indiferente a este aviso, a Jordânia atacou, e sofreu as respectivas consequências.
Em 1970, o legislador internacional Stephen Schwebel - que mais tarde se tornou no presidente do Tribunal Internacional de Justiça - escreveu que os direitos a um território de um estado agindo em auto-defesa são superiores aos direitos de um agressor que ataque o mesmo território. Em relação a Israel, ele escreveu o seguinte: "Israel tem um título melhor no território daquilo que era a Palestina, incluindo a totalidade de Jerusalém..."

DOCUMENTO DA "LEI BÁSICA - JERUSALÉM:
CAPITAL DE ISRAEL", 
"JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL"
Depois da Guerra dos Seis Dias, a Cidade foi reunificada. Em 30 de Julho de 1980, o parlamento de Israel aprovou como lei básica: "JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL - Jerusalém unida e completa é a Capital de Israel."
Os bairros judaicos em Jerusalém Oriental foram restaurados, as sinagogas destruídas pelos jordanos foram reerguidas, e novos bairros foram estabelecidos.
Os palestinianos árabes reivindicam actualmente o direito a Jerusalém "Oriental." Alegam que Israel tem de recuar para as fronteiras de 1967, o que colocaria o Muro Ocidental, o Monte do Templo e outros lugares sagrados judaicos em mãos árabes.
Mas não existe fronteira de 1967. A linha a que se referem é simplesmente a linha do armistício de 1949, desenhada quando a guerra entre Israel e a Jordânia chegou ao fim. A linha - que apenas designava a disposição dos dois exércitos - foi intencionalmente temporária: o acordo do armistício declara isso de forma bem clara. A linha não serviria de condição para futuras negociações de delimitação das fronteiras finais. 
Mais ainda: o acordo de armistício foi unicamente entre Israel e a Jordânia. Os árabes palestinianos não tiveram nada a ver com isso. É portanto um atentado à lógica ouvir-se actualmente os palestinianos reivindicarem parte de Jerusalém como sua. 
Em completa contradição com as suas alegações, se os árabes palestinianos reivindicam Jerusalém Oriental como sua, por que é que então se opõem tão violentamente à deslocação da embaixada norte-americana em Jerusalém Ocidental?
A realidade desconhecida de muitos é que, quando se comunicam na língua árabe, os árabes palestinianos desmascaram-se, manifestando as suas reais intenções: possuir TODA a Jerusalém. Na TV da Autoridade Palestiniana, por exemplo, são feitas constantes referências à "cidade árabe de Jerusalém ocupada."
Quando os árabes palestinianos se referem a "Jerusalém Oriental" e a "Jerusalém Ocidental", isso pressupõe uma imagem mental de uma cidade dividida pelo meio, o que não é o caso. "Jerusalém Oriental" refere-se a tudo o que estava além da linha de armistício, referida posteriormente como "linha verde."
Actualmente há vários bairros judeus construídos para além daquilo que se chamava a "linha verde" em Jerusalém, como é o caso de Ramot, no Noroeste da Cidade, e Giló, a Sudoeste.

Shalom, Israel!


segunda-feira, maio 01, 2017

ISRAEL LEMBRA OS SEUS SOLDADOS MORTOS

Toda a nação de Israel homenageia hoje os mais de 23.000 soldados que perderam as suas vidas para protegerem a nação de Israel do terrorismo árabe, desde os anos de 1890 até aos dias de hoje.
Depois dos horrores do Holocausto nazi, em que cerca de 6 milhões de judeus foram brutalmente assassinados, Deus cumpriu a Sua promessa, trazendo o povo de Israel de volta à Sua Terra, ressuscitando-o ao "terceiro dia", tal como foi profetizado!
Apesar dessa estrondosa confirmação do plano de Deus para com Israel e o seu povo, os israelitas tiveram que lutar pela sobrevivência e pela defesa e protecção do seu país logo desde o 1º dia da sua independência. 
24 horas depois da declaração da independência, no dia 14 de Maio de 1948, 5 dos estados árabes vizinhos de Israel invadiram o país, numa tentativa para acabarem de vez com o sonho sionista. O Egipto, a Síria, a Transjordânia, o Líbano e o Iraque, todos eles participaram nessa frustrada tentativa de aniquilação do estado judaico, uma nação ainda com poucas horas de vida.
Essa guerra durou 15 meses, e Deus protegeu e deu a vitória ao Seu povo, apesar da perda de 6.373 vidas de jovens soldados judeus.
Desde então Israel tem vivido diariamente sob as ameaças dos seus vizinhos, mas actualmente o maior perigo é interno, com o terrorismo palestiniano constantemente tentando alcançar os seus pérfidos objectivos contra a população judaica, que outra coisa não deseja que não a paz.

"Orai pela paz em Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." - Salmo 122:6