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sábado, julho 06, 2024

FALECEU UM DOS HERÓIS MAIS ICÓNICOS DA GUERRA DOS SEIS DIAS


Um dos 3 para-quedistas heróis celebrizados pela famosa foto tirada no dia 7 de Junho de 1967 junto ao Muro Ocidental, o Dr. Yitzhak Yifat (o do meio na foto), faleceu hoje com a idade de 81 anos. A foto, tirada por David Rubinger, captou a alegria e o fascínio estampado nas caras dos 3 heróis pouco depois de terem recuperado a Cidade Santa de Jerusalém, no final da Guerra dos Seis Dias, mais especificamente o Monte do Templo e o Kottel - o Muro Ocidental - até então vedado aos judeus pelas forças ocupantes da Jordânia. Na altura da conquista eles ainda não sabiam que aquele era "o Muro" tão querido dos judeus, só tendo recebido a confirmação algum tempo depois. 

Na foto, da esquerda para a direita: Tzion Karasenti, YitzhakYifat e Chaim Oshri. A foto da direita foi tirada no mesmo local, exactamente 50 anos depois, ou seja, no dia 7 de Junho de 2017. 

Yifat formou-se e trabalhou como médico ginecologista. 

A reconquista do Monte do Templo foi um dos momentos cruciais e determinantes desta guerra, e o então ministro da Defesa Moshe Dayan tornou-se no grande herói da mesma, tendo estado à frente das tropas vitoriosas que em apenas 6 dias venceram 5 países inimigos e reconquistaram território bíblico, como partes da Judeia e Samaria, os montes Golan e a parte oriental da cidade de Jerusalém. 

Foi de facto um dos momentos mais importantes da História do século 20.

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 05, 2020

HÁ EXACTAMENTE 53 ANOS ISRAEL VENCIA 5 EXÉRCITOS INIMIGOS


Faz hoje exactamente 53 anos que Israel, sendo atacado por 5 poderosos exércitos inimigos, representado países árabes inimigos de Israel, uma guerra que humanamente falando Israel não tinha quaisquer possibilidades de vencer. Era literalmente uma repetição da história épica de David contra Golias.
Só que não só Israel venceu a guerra, como venceu por completo e humilhou os seus inimigos em apenas 6 dias, reconquistando Jerusalém, expulsando as tropas jordanas que ocupavam parte da Cidade, unificando e declarando Jerusalém como sua capital indivisível e eterna, cumprindo assim uma das grandes profecias relacionadas com os "últimos dias."
Mais ainda: Israel reconquistou o território bíblico dos Montes Golan, e ainda ocupou toda a península do Sinai, mais tarde devolvida ao Egipto.

A partir dessa semana, a História do mundo mudou para sempre, e Israel comprovou que é Deus Quem controla a História!

Shalom, Israel!

sábado, abril 06, 2019

A IMPORTÂNCIA HISTÓRICA E ESTRATÉGICA DOS MONTES GOLAN PARA ISRAEL

Agora que o presidente norte-americano Donald Trump decidiu corajosamente reconhecer a soberania israelita sobre os bíblicos Montes Golan, actualmente "anexados" por Israel e disputados pela Síria, as atenções e as habituais e doentias condenações mundiais voltaram-se mais uma vez a sua atenção para esta "violação" do direito internacional. Mais do mesmo. Como se Israel já não estivesse habituado a essa hipocrisia da ONU e das nações que, fechando os olhos para as verdadeiras violações cometidas pela Rússia, Irão, Arábia Saudita, etc. etc., fazem constantemente de Israel o bode expiatório dos seus ódios e frustrações.

TERRITÓRIO BÍBLICO
Os Montes Golan sempre foram território bíblico pertencente ao povo de Israel. 
"Depois nos virámos e subimos o caminho de Basã (nos actuais Montes Golan); e Ogue, rei de Basã, nos saiu ao encontro, ele e todo o seu povo, à pela em Edrei. Então Senhor me disse (a Moisés): Não temas, porque a ele e a todo o seu povo e a sua terra dei na tua mão...Nesse tempo tomámos todas as suas cidades; nenhuma cidade houve que lhes não tomássemos: sessenta cidades, toda a região de Argobe, o reino de Ogue, em Basã...Assim, nesse tempo, tomámos a terra das mãos daqueles dois reis dos amorreus, que estavam dalém do Jordão: desde o rio de Arnom até ao Monte Hermon, todas as cidades do planalto (Golan), e todo o Gileade, e todo o Basã..." (Deuteronómio 3:1-10, ênfase minha).

Mais tarde, quando da divisão do território da Terra Prometida pelas 12 tribos de Israel, toda aquela região foi concedida à meia tribo de Manassés (Deuteronómio 3:13; Josué 13:29-31).
A antiga cidade de Golan foi também uma das cidades dos levitas escolhidas como "cidade de refúgio para os homicidas" - conf. Josué 21:27.
Sendo uma região estratégica, foi ao longo dos anos território de muitas batalhas, pelo que nem sempre Israel conseguiu dominar aquela região.

"As batalhas entre os arameus (da antiga Síria) e os israelitas eram dirigidas pelas mesmas considerações geopolíticas dos dias de hoje. Quem quer que controle as terras altas (Golan) tem uma vantagem estratégica" - afirmou o arqueólogo Moshe Kohavi, da Universidade de Tel Aviv.
Foi talvez por esse motivo que o grande rei David terá casado com Maaca, filha do rei de Gesur, que era o nome dado a Golan naquela altura - 2 Samuel 3:3. É que se poderá chamar de "casamento por conveniência política"...
Ao casar com a filha do rei da região dos Golan, cessariam as hostilidades naquela fronteira do território de Israel. 
Após o reinado de Salomão, e a divisão de Israel, foram vários os povos que batalharam e controlaram os Montes Golan: os arameus, a Assíria, a Babilónia, a Pérsia, a Grécia, Roma, os árabes muçulmanos, os turcos otomanos, e a França.
Os cristãos árabes estabeleceram o seu próprio reino a leste da Galiléia, como província romana, com capital em Golan entre o ano 250 d.C. até à conquista islâmica no ano 636 d.C.

OS MONTES GOLAN QUE O MESSIAS JESUS CONHECEU
Nos dias do Messias Jesus (1º século d.C.) a região da Galiléia e os Montes Golan estavam sob o domínio do império romano, sendo governados pelos filhos do rei Herodes, Filipe, e mais tarde o rei Agripa. Tendo capturado esta região no ano 63 a.C., os romanos tornaram-na acessível tanto a judeus como a gentios.
Apesar de Jesus ter centralizado o Seu ministério em Cafarnaum, Ele atravessou muitas vezes o lago para "o outro lado", exactamente para os Montes Golan. Foi exactamente na região dos Golan que Ele expulsou 2 mil demónios de um homem que vivia na "terra dos gadarenos", ou seja, Gádara, nos actuais Montes Golan. Foi também no ponto mais a Norte dos Montes Golan, a antiga Cesaréia Filipe, que o Messias Jesus foi confessado pelo apóstolo Pedro como "o Messias" (Marcos 8:29).
Foi também na região dos Golan que Jesus alimentou 5.000 homens com 5 pães e 2 peixes, e onde passou noites em oração (Mateus 14).

CUMPRIMENTO DE UMA PROFECIA COM 800 ANOS
Jesus não só visitou a região dos Golan por compaixão dos seus habitantes, que curou e abençoou, mas também para cumprir uma antiga profecia dos dias de Isaías, proferida num tempo em que a Síria dominava toda aquela região.
"...nos últimos (tempos) tornará glorioso o caminho do mar (Via Maris), além do Jordão, Galiléia dos gentios" (Isaías 9:1). Que Jesus cumpriu essa profecia durante o Seu ministério não há quaisquer dúvidas, uma vez que o evangelista Mateus confirma que o ministério do Messias Jesus por aquelas paragens era o cumprimento da profecia de Isaías: "...para que se cumprisse o que fora dito por intermédio do profeta Isaías: Terra de Zebulom, terra de Naftali, caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios!" (Mateus 4:14-15). "E a Sua fama correu por toda a Síria...e da Galiléia, Decápolis, Jerusalém, Judéia e dalém do Jordão numerosas multidões O seguiam." (Mateus 4:24-25).

POSIÇÃO ESTRATÉGICA PARA OS CRUZADOS
No ano 1229 d.C. os cruzados construíram no sopé dos Montes Hermon o "castelo do grande penhasco". conhecido mais tarde como "fortaleza de Nimrode", de forma a protegerem o acesso vital a Damasco dos exércitos invasores.

OS MONTES GOLAN E OS JUDEUS
Vários judeus e organizações judaicas compraram terras nos Golan e tentaram trabalhar nelas durante a viragem do século 19 para o 20, porém, os turcos otomanos, que controlavam os Golan desde 1517 tornaram a vida praticamente impossível para aqueles judeus, até que a França tomou o controle daquela região no ano de 1918.
Em 1946, a França entregou os Montes Golan à Síria, uma nação que tinha acabado de receber a sua independência da França.

Inimiga cruel de Israel, a Síria nunca foi boa vizinha do estado judaico, passando a bombardear sistematicamente as posições e aldeias judaicas junto ao lago da Galiléia a partir das suas posições nos Montes Golan. 
Ajudada pela Síria, a organização terrorista Fatah, comandada pela OLP do cruel terrorista Yasser Arafat foi-se instalando nos Montes Golan, de onde, e a partir dessa posição tão estratégica, foi atacando civis e militares israelitas.

ISRAEL CAPTURA OS MONTES GOLAN EM 1967
Tendo sido atacado a Norte pela Síria durante a Guerra dos Seis Dias, em que várias nações árabes tentaram varrer Israel do mapa, Israel não só derrotou todos esses numerosos exércitos inimigos, como avançou em várias direcções, conquistando os Montes Golan, chegando até perto de Damasco, no Norte, e conquistando toda a península do Sinai, esta última entregue ao Egipto como parte do acordo de paz estabelecido com aquele país. 

VISTA DOS MONTES HERMON A PARTIR DOS GOLAN
Sendo um local de tanta importância estratégica, Israel recusou a entrega dos Montes Golan aos inimigos sírios, com quem aliás nunca foi feito nenhum acordo de paz, anexando-os oficialmente em 1981. 
Durante a Guerra do Yom Kippur, em Outubro de 1973, a Síria tentou reaver aquela região, avançando de surpresa pelo território adentro, tendo-se travado uma intensa batalha de tanques com Israel, que os judeus quase perderam, mas que conseguiram vencer após 3 semanas de intensas lutas, voltando a "empurrar" os sírios para as anteriores fronteiras.

UMA IMPROVÁVEL CEDÊNCIA
Entregar os estratégicos montes com 1.200 quilómetros quadrados ao inimigo sírio, como a comunidade internacional quer forçar Israel a fazer, seria convidar a Síria, o Hezbollah e o Irão a destruírem Israel por completo. 
Só um louco pensaria numa coisa dessas...
Para além da Síria, outras 15 nações árabes e muçulmanas apelam à destruição do estado de Israel. Ceder os Montes Golan aos sírios seria abrir a porta aos inimigos para invadirem e aniquilarem o estado judaico. É isso que infelizmente a ONU não entende...
Actualmente vivem nos Montes Golan cerca de 40.000 pessoas, das quais cerca de metade são drusos, que convivem pacificamente com os judeus e são leais ao estado de Israel. 
A maior cidade é Katrin, com uma população de cerca de 7 mil judeus. Ao todo, existem nos Golan cerca de 32 cidades e explorações agrícolas judaicas.

As populações dos Golan vivem em relativa tranquilidade numa região fértil, próspera, bela e repleta de vida selvagem e abundância de água. É dos Golan que fluem muitos cursos de água que abastecem o Rio Jordão e suprem cerca de um terço das necessidades de água de todo o país.

Preservar os Golan é assim, não só uma questão de suprema necessidade para a segurança e o bem estar de Israel, mas é também manter em boas mãos a Terra que Deus prometeu a Abraão e à sua posteridade para sempre.

Shalom, Israel!






sábado, dezembro 23, 2017

O DIREITO INALIENÁVEL DE ISRAEL SOBRE JERUSALÉM

Os profetas de há 2.500 anos avisaram que nos "últimos dias" Jerusalém seria o epicentro da grande controvérsia e disputa mundiais. Todos percebem que nenhum outra cidade do mundo tem despertado tantos ódios, cobiças e discussões como esta, a capital do estado de Israel. Jerusalém é a única cidade do mundo que provoca a convocação de uma assembleia geral da ONU. Jerusalém é a única cidade do mundo que divide o mundo em duas partes.
Mas, por que será que os judeus reivindicam pleno direito a Jerusalém como a eterna, una e indivisível capital do estado de Israel?

UMA PEQUENA SINOPSE HISTÓRICA
A ligação histórica dos judeus à sua Cidade santa é incontornável. Há 3.000 anos atrás o rei de Israel, David, fez de Jerusalém a capital do seu reino. Actualmente, podem-se ver do lado de fora das actuais muralhas as ruínas da Cidade de David, acreditando-se que sejam esses os restos da cidade fundada por David.

Salomão, filho de David, erigiu um magnífico Templo no Monte Moriá, o mesmo onde Abraão foi sacrificar o seu filho Isaque. Este Templo foi posteriormente destruído pelos babilónios, que levaram os judeus para o exílio. Depois do exílio, o segundo Templo foi construído e aumentado. O actual Muro Ocidental (Kotel) é uma pequena parte da parede de suporte onde se apoiava o Monte alargado sobre o qual estava o Templo.
Os romanos destruíram o Segundo Templo há 2.000 anos e dispersaram os judeus. Ao longo dos séculos Jerusalém foi sendo ocupada pelos vários impérios que se ergueram na História. 
No entanto, em 2.000 Jerusalém nunca serviu de capital de qualquer povo, a não ser a nação judaica. Com excepção de um breve período, os judeus sempre estiveram presentes na Cidade. Em finais do século 19, os judeus já representavam a maioria da população da Cidade.

BANDEIRA DA "PALESTINA", NA
ENCICLOPÉDIA "LAROUSSE" DE 1939
DIREITOS LEGAIS DE POSSE 
O "Mandato para a Palestina", unanimemente aprovado em 1922 pela "Liga das Nações", e que entrou em vigor no dia 29 de Setembro de 1922, constitui um artigo da lei internacional que nunca foi substituído. Ele estipulava que a então chamada Palestina seria estabelecida como pátria dos judeus.
Jerusalém situa-se dentro das fronteiras da Palestina estipuladas pelo Mandato.
Em 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução 181 que recomendava que dentro da Palestina fossem estabelecidos dois estados federados, um para judeus e outro para árabes. Nessa altura ainda não se tinham inventado os "palestinianos."
Esta resolução das Nações Unidas propunha que Jerusalém fosse um "corpus separatum" administrado pelas Nações Unidas.
As resoluções da Assembleia Geral da ONU são apenas recomendações, não sendo por isso vinculativas, nem tendo qualquer peso nas leis internacionais.
Mais ainda, a resolução 181 é nula e vazia porque os árabes a rejeitaram, e porque a ONU em nenhuma altura assumiu a responsabilidade de Jerusalém, nunca efectivando o que havia sido recomendado.
Quaisquer reivindicações actuais por parte dos árabes ou de outros de que Israel está condicionado à resolução 181 são pura e simplesmente falaciosas.

No final da Guerra da Independência, em 1949, Israel ocupava Jerusalém Ocidental. a Jordânia tinha ocupado a parte Oriental da Cidade, que engloba partes importantes da herança judaica, incluindo a Cidade de David e o antigo cemitério judaico do Monte das Oliveiras, para além de lugares sagrados judaicos, como o Muro Ocidental, e o Monte do Templo. Esta ocupação, bem como a da Judeia e da Samaria era ilegal; a Jordânia tinha tomado o território numa guerra ofensiva.
Apesar das garantias do acordo de armistício, a Jordânia declarou a parte Oriental de Jerusalém como interdita a judeus. Os judeus não tinham por isso acesso aos lugares sagrados judaicos naquela parte da Cidade. Daí surge a presunção completamente errada de que Jerusalém Oriental era árabe.
Os 19 anos em que os jordanos controlaram Jerusalém Oriental foram os únicos em 3 mil anos de História em que a Cidade foi dividida. 

Em 1967, e como resultado de uma guerra defensiva, Israel tomou Jerusalém Oriental.
Essa Guerra - Guerra dos Seis Dias - começou com o Egipto. Israel tinha enviado uma mensagem à Jordânia, via ONU: "Se vocês não intervierem, não sofrerão quaisquer consequências." Indiferente a este aviso, a Jordânia atacou, e sofreu as respectivas consequências.
Em 1970, o legislador internacional Stephen Schwebel - que mais tarde se tornou no presidente do Tribunal Internacional de Justiça - escreveu que os direitos a um território de um estado agindo em auto-defesa são superiores aos direitos de um agressor que ataque o mesmo território. Em relação a Israel, ele escreveu o seguinte: "Israel tem um título melhor no território daquilo que era a Palestina, incluindo a totalidade de Jerusalém..."

DOCUMENTO DA "LEI BÁSICA - JERUSALÉM:
CAPITAL DE ISRAEL", 
"JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL"
Depois da Guerra dos Seis Dias, a Cidade foi reunificada. Em 30 de Julho de 1980, o parlamento de Israel aprovou como lei básica: "JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL - Jerusalém unida e completa é a Capital de Israel."
Os bairros judaicos em Jerusalém Oriental foram restaurados, as sinagogas destruídas pelos jordanos foram reerguidas, e novos bairros foram estabelecidos.
Os palestinianos árabes reivindicam actualmente o direito a Jerusalém "Oriental." Alegam que Israel tem de recuar para as fronteiras de 1967, o que colocaria o Muro Ocidental, o Monte do Templo e outros lugares sagrados judaicos em mãos árabes.
Mas não existe fronteira de 1967. A linha a que se referem é simplesmente a linha do armistício de 1949, desenhada quando a guerra entre Israel e a Jordânia chegou ao fim. A linha - que apenas designava a disposição dos dois exércitos - foi intencionalmente temporária: o acordo do armistício declara isso de forma bem clara. A linha não serviria de condição para futuras negociações de delimitação das fronteiras finais. 
Mais ainda: o acordo de armistício foi unicamente entre Israel e a Jordânia. Os árabes palestinianos não tiveram nada a ver com isso. É portanto um atentado à lógica ouvir-se actualmente os palestinianos reivindicarem parte de Jerusalém como sua. 
Em completa contradição com as suas alegações, se os árabes palestinianos reivindicam Jerusalém Oriental como sua, por que é que então se opõem tão violentamente à deslocação da embaixada norte-americana em Jerusalém Ocidental?
A realidade desconhecida de muitos é que, quando se comunicam na língua árabe, os árabes palestinianos desmascaram-se, manifestando as suas reais intenções: possuir TODA a Jerusalém. Na TV da Autoridade Palestiniana, por exemplo, são feitas constantes referências à "cidade árabe de Jerusalém ocupada."
Quando os árabes palestinianos se referem a "Jerusalém Oriental" e a "Jerusalém Ocidental", isso pressupõe uma imagem mental de uma cidade dividida pelo meio, o que não é o caso. "Jerusalém Oriental" refere-se a tudo o que estava além da linha de armistício, referida posteriormente como "linha verde."
Actualmente há vários bairros judeus construídos para além daquilo que se chamava a "linha verde" em Jerusalém, como é o caso de Ramot, no Noroeste da Cidade, e Giló, a Sudoeste.

Shalom, Israel!


quarta-feira, junho 07, 2017

E AO TERCEIRO DIA... JERUSALÉM FOI LIBERTADA. FAZ HOJE EXACTAMENTE 50 ANOS!

O "terceiro dia" é muito importante no calendário divino. 
Foi ao terceiro dia que Ele ressuscitou o Seu Filho dentre os mortos. Foi ao terceiro dia profético (1 dia = 1 ano) que o povo judeu renasceu das cinzas e declarou a sua independência na Terra de Israel (1945 - 1948). 
E foi ao terceiro dia da mítica Guerra dos Seis Dias que as vitoriosas tropas israelitas reconquistaram Jerusalém, até então ocupada pelos jordanos muçulmanos.
Para Deus não há coincidências. Tudo funciona segundo "os Seus decretos." 
"Depois de dois dias nos ressuscitará; ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante d' Ele." (profeta Oséias 6:2)

JERUSALÉM LIBERTADA DO JUGO DOS MUÇULMANOS
Exactamente no dia 7 de Junho de 1967, ao terceiro dia da Guerra dos Seis Dias, as tropas israelitas entraram na Cidade santa de Jerusalém, travando intensos combates e conseguindo chegar até ao símbolo actual mais importante para os judeus: O Muro Ocidental! 
Descrever as emoções vividas e sentidas por aqueles heróis seria um trabalho debalde, pelo que não nos atrevemos a tal empreendimento, apenas relatar os factos que mudaram para sempre a História de Israel, do povo judeu e da própria humanidade. 

"Após as 48 horas da batalha (pela libertação de Jerusalém do domínio jordano), estávamos cansados e suados, os nossos uniformes empoeirados e manchados de sangue, mas quando descemos as escadas e vimos as pedras do Muro Ocidental, muitos dos rapazes começaram a chorar...foi uma coisa extraordinária, difícil de descrever" - testemunhou Zion Karasenti, um dos "rapazes" da foto ao lado, que se tornou um ícone do Dia da Libertação e Reunificação de Jerusalém, há precisamente 1 Jubileu bíblico, 50 anos...

CUMPRIMENTO DA PROFECIA DO MESSIAS JESUS?
Para muitos estudiosos da Bíblia - eu incluído - não restam dúvidas de que a reconquista de Jerusalém, ao fim de 2 mil anos de Dispersão pelos quatro cantos da terra, é o cumprimento das palavras proféticas proferidas pelo Messias Jesus no Monte das Oliveiras: "E cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles" - Lucas 21.24.

Descrições feitas por soldados egípcios capturados durante esta Guerra referem a presença de milhares de anjos armados que eles viram em várias ocasiões e que os aterrorizaram ao ponto de se porem em fuga, mesmo quando diante deles estava apenas um soldado israelita!

A HISTÓRIA POR TRÁS DA VITÓRIA
Em Junho de 1967, os vizinhos árabes de Israel reuniram exércitos contando quase meio milhão de soldados preparados para invadir Israel. Os líderes árabes anunciaram publicamente a sua intenção de varrer completamente Israel do mapa. Os líderes de Israel temeram e tremeram. Mesmo assim, prepararam-se para o pior e isso levou-os a tomarem acções decisivas para frustrar os desígnios dos seus inimigos. Israel não só venceu a guerra, como acabou conquistando tanto território aos inimigos, que aumentou o seu espaço territorial em 3 vezes!
E...no terceiro dia da Guerra, dia 7 de Junho de 1967, as tropas para-quedistas israelitas libertaram a Cidade velha de Jerusalém!

Pouco antes das 9 da manhã do dia 5 de Junho, o primeiro dia da Guerra, o comandante chefe Uzi Narkiss, mandou uma mensagem ao então presidente do Município de Jerusalém, Teddy Kollek: "Isto é uma guerra. Está tudo em ordem. Você vai ser o prefeito de uma Jerusalém unida. Estamos a experimentar imenso sucesso."
No final do primeiro dia de batalha, Narkiss disse ao rabino Goren: "Prepare um shofar. Você está prestes a fazer História. O que está a acontecer no sul não é nada (a estrondosa vitória contra os egípcios em fuga). A coisa mais importante é a Cidade Velha e o Monte do Templo."
Na manhã do terceiro dia da Guerra, Narkiss falou com o deputado chefe de pessoal Haim Bar-Lev, e disse-lhe o seguinte: "Temos de entrar na Cidade Velha, mas com sensibilidade. Já há pressão para que haja um cessar fogo. Já estamos no canal (referindo-se ao canal de Suez). Os egípcios estão desconectados. Não queremos criar uma situação de enclave na Cidade Velha, tipo Monte Scopus...A questão é como e quando vamos tomar a Cidade Velha. Com o mínimo possível de fogo, não através de bombardeamentos."

"O MONTE DO TEMPLO ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS!"
Notícias chegadas entretanto informavam que as tropas jordanas tinham "desabado" e que o "Victoria Augusta (hospital) está nas nossas mãos." Às 9H10, as forças militares deixaram o "posto Efraim" e encaminharam-se para a Cidade Velha. Às 10 da manhã, segundo os registos no diário de Narkiss, foi atirada uma granada de fumo verde para facilitar a passagem dos soldados através do Portão dos Leões. Pouco depois, Gur anunciava:


"O Monte do Templo está nas nossas mãos!"

"QUE A PAZ DESÇA SOBRE TODO O ISRAEL!"
Cerca de uma hora depois, foi recebida uma ordem para que se deixassem os árabes sair através do Portão dos Leões. Ytzak Rabin emitiu uma ordem simultânea para que se abrissem todos os portões da Cidade Velha, e o Ministro para a Defesa Moshe Dayan colocou um papelinho no Muro Ocidental, no qual escreveu: 
"Que a paz desça sobre todo o Israel!"

Horas depois da libertação da Cidade, o então primeiro-ministro Levi Eshkol começou a discutir a questão do controle do Monte do Templo.

E AO SÉTIMO DIA...ISRAEL DESCANSOU!
O Deus de Abraão, Isaque e Jacó deu a Israel a maior vitória militar alguma vez alcançada por aquela nação. O exército e aviação judaicos desbarataram por completo as tropas e o equipamento das 5 nações árabes que se juntaram para acabar com Israel. Bastaram 4 horas para que a aviação israelita acabasse com dois terços de todos os aviões egípcios. 
E ao sétimo dia, Israel descansou...!

Shalom, Israel!






quinta-feira, maio 11, 2017

HÁ 50 ANOS...JERUSALÉM DEIXOU DE SER "PISADA PELOS GENTIOS"...

Esta icónica fotografia do histórico e profético dia da libertação de Jerusalém, revela para sempre a admiração e até reverência destes 3 jovens militares, ainda hoje vivos, diante da Muralha conhecida como "Muro Ocidental", ou "Muro das Lamentações", na contemplação daquilo que tantos seus antepassados sonharam ver, mas que agora estava patente diante dos seus olhos ainda incrédulos.
"Após as 48 horas da batalha (pela libertação de Jerusalém do domínio jordano), estávamos cansados e suados, os nossos uniformes empoeirados e manchados de sangue, mas quando descemos as escadas e vimos as pedras do Muro Ocidental, muitos dos rapazes começaram a chorar...
...foi uma coisa extraordinária, difícil de descrever" - assim testemunha Zion Karasenti, um dos "rapazes" da foto que se tornou um ícone do Dia da libertação e reunificação de Jerusalém, há precisamente 50 anos atrás (1967 - 2017 = 1 jubileu).

Há poucos dias atrás, os 3 jovens soldados presentes nesta foto reuniram-se na Cidade antiga para relembrar o histórico momento vivido pelos três.
E lembram com emoção os perigos vividos naquele dia: "Havia atiradores por todo o lado, especialmente por cima de nós. Eles podiam ter-nos atirado uma granada e dado cabo de nós" - relembrou Karasenti, junto aos seus inseparáveis amigos Haim Oshri e Itizik Yifat.
E o espanto deles era tão grande naquele dia, que até lhes custava a admitir que aquilo era a verdadeira muralha: "Toda a gente falava constantemente sobre o Muro, mas nós éramos novos e nunca lá havíamos estado. Aquele foi o nosso primeiro dia junto ao Muro."

UMA FOTO QUE SE TORNOU UM SÍMBOLO PARA A POSTERIDADE
Só depois que a Guerra dos Seis Dias terminou é que os três homens perceberam que a foto que lhes havia sido tirada pelo legendário fotógrafo Rubinger estava-se tornando famosa pelo mundo fora: "Depois da Guerra, o meu vizinho, que era um imigrante acabado de chegar da Polónia, veio correndo até mim para mostrar a foto nos jornais polacos. Fiquei em estado de choque" - confessou Yifat, acrescentando: "Tornámo-nos num símbolo da nossa força."

As palavras de Karasenti são bem reveladoras do simbolismo e significado profético daqueles 6 Dias de Junho de 1967 em que, contra tudo e contra todos, Israel capturou a Judeia e a Samaria, a Faixa de Gaza, os Montes Golan e até a península do Sinai:
"Nós devolvemos a esta terra o coração do povo judeu."

Shalom, Israel!

sábado, junho 06, 2015

LEMBRANDO OS 6 MILAGRES NOS 6 DIAS DE GUERRA, HÁ EXACTAMENTE 48 ANOS: 5 - 10 DE JUNHO DE 1967

Ninguém em Israel esquece, muito menos duvida da retumbante vitória do povo judeu há precisamente 48 anos contra uma poderosíssima aliança de inimigos árabes, determinados a varrer para sempre Israel do mapa. Falamos obviamente da mítica e inesquecível "Guerra dos Seis Dias", travada entre 5 e 10 de Junho de 1967, em que, contra toda a lógica e previsões, Israel, num verdadeiro papel de David contra Golias, confrontou e derrotou estrondosamente todos os seus vizinhos e inimigos árabes, num espaço de apenas 6 dias!



A VITÓRIA DE ISRAEL DEVEU-SE INQUESTIONAVELMENTE À PODEROSA INTERVENÇÃO DE DEUS

Quando a Guerra dos Seis Dias se iniciou, Israel contava com metade das tropas dos seus inimigos, e encontrava-se bastante inferiorizado em termos de material bélico, comparativamente com as forças inimigas conjuntas do Egipto, Síria, Iraque e Jordânia. Em todo o mundo a expectativa é a de que Israel iria perder a guerra, levando à sua óbvia aniquilação. 
Só que os inimigos não contavam com a intervenção divina a favor do Seu povo eleito...!


1 - No dia 5 de Junho de 1967, a Força Aérea israelita sobrevoou e destruiu uma após outra todas as bases aéreas egípcias, num espaço consecutivo de 3 horas. Crê-se que nenhuma das bases aéreas tentou ou conseguiu contactar com as outras, após os ataques. Um aviso preventivo sobre os ataques feito pela Jordânia falhou porque o Egipto tinha alterado os seus códigos de alerta exactamente no dia anterior! Esta tremenda vitória foi decisiva para o resultado da guerra.
Quando questionado sobre a razão deste verdadeiro milagre, o então futuro presidente de Israel, Ezer Weizmann, ficou por momentos silencioso. Pouco tempo depois, ergueu a cabeça e afirmou: "Foi o dedo de Deus."


2 - Previa-se que a batalha contra Siquem, na chamada "margem ocidental", fosse uma das mais sangrentas. Mas quando as forças israelitas se aproximaram da cidade de uma direcção inesperada - do leste em vez do oeste - os árabes fortemente armados em Siquem confundiram-nas como sendo soldados iraquianos que viriam trazer reforços desde leste. Como resultado dessa confusão, as tropas israelitas foram recebidas de braços abertos e tomaram imediatamente posse da cidade. Isso ajudou Israel a conquistar o resto da "margem ocidental" com um mínimo de resistência.


3 - As tropas israelitas eram muito inferiores em número e equipamento comparativamente ao inimigo Síria, nos Montes Golan. Porém, à medida que as forças israelitas avançavam, muitos dos sírios saíam das suas posições e fugiam caoticamente, deixando para trás todo o equipamento. Posteriormente, alguns afirmaram terem tido visões aterradoras de Abraão a mandá-los parar e desistir...


4 - 48 horas depois do ataque israelita à sua aviação, o Egipto começou misteriosamente a fazer explodir e a abandonar as outras bases militares. Em resultado disso, Israel apoderou-se facilmente da península do Sinai e da Faixa de Gaza, ocupada ilegalmente pelo Egipto segundo as leis internacionais.

5 - Um camião israelita carregado de munições explosivas fundamentais para o rearmamento urgente das tropas israelitas foi atingido directamente por uma granada explosiva. A iminente explosão da mesma iria não só causar a destruição do camião e de todo o equipamento, como de todos os soldados e instalações nas imediações. Contudo, a granada "aterrou" tranquilamente sobre o topo do camião, sem ter explodido, até ter sido desmantelada e removida. Este tipo de incidentes ocorreu por diversas ocasiões durante toda a duração da guerra...

6 - As pressões internacionais forçaram Israel a aceitar um cessar fogo proposto pelo rei Hussein da Jordânia. Porém, no último momento, Hussein vetou alguns termos do cessar fogo que ele próprio propôs. Isso forneceu a Israel o tempo extra necessário para aniquilar a infraestrutura militar do inimigo, e restabelecer a soberania judaica sobre a Cidade velha de Jerusalém, até então controlada pelos jordanos.


7 - E ao 7º Dia, Israel descansou! Vitória conseguida! Descanso merecido! A Deus toda a Glória!


Shalom, Israel!

terça-feira, maio 07, 2013

ALEGRE-SE NO DIA DE JERUSALÉM!

LEÃO DE JUDÁ: SÍMBOLO DE JERUSALÉM
Daqui a poucas horas, assim que o sol se ponha sobre Jerusalém, a Cidade Santa celebra o seu 46º aniversário após a libertação.

É O "YOM YERUSHALAYIM" 
- DIA DE JERUSALÉM!
Por isso, "Regozijai-vos com Jerusalém, e alegrai-vos por ela, vós todos os que a amais." - Isaías 66:10.
RECONQUISTA DA CIDADE - 1967
Foi exactamente neste dia, durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967, e em cumprimento das profecias bíblicas, que toda a Cidade de Jerusalém voltou mais uma vez à soberania de Israel - Jeremias 30:18; Amós 9:11 e Lucas 21:24: "...Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem." Ora isto aconteceu exactamente há 46 anos!
Jerusalém foi dividida entre Israel e a Jordânia depois que Israel proclamou a sua independência em 14 de Maio de 1948 e os árabes atacaram Israel.
Durante a Guerra da Independência em 1948, a Jordânia conseguiu o controle da Cidade velha e da parte oriental da Cidade onde outrora se edificaram o primeiro e o segundo Templo.
Sob o governo jordano, os residentes judeus foram obrigados a abandonar aquela parte da cidade e muitas sinagogas antigas foram destruídas.
Depois da Guerra dos Seis Dias, em 1967, Jerusalém ficou uma vez mais sob administração e soberania de Israel pela primeira vez em 2000 anos!
Os dias anteriores à guerra foram de intensa hostilidade árabe, com a Síria, o Egipto, a Jordânia e a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) ameaçando destruir completamente a Israel.
Ao mesmo tempo que a Síria, o Egipto, a Jordânia e o Iraque reuniam as suas tropas para atacarem Israel, Israel lançou um ataque preventivo e derrotou milagrosamente o inimigo em apenas seis dias!
E mais uma vez, a Capital de Israel, a Cidade na qual o Senhor escolheu habitar, estava em mãos judaicas.
"Tu os introduzirás, e os plantarás no monte da Tua herança, no lugar que Tu, ó Senhor, aparelhaste para a Tua habitação, no santuário, ó Senhor, que as Tuas mãos estabeleceram." - Êxodo 15:17.

JERUSALÉM É FULCRAL PARA AS PROFECIAS DOS ÚLTIMOS DIAS
A Bíblia diz que nos "últimos dias" as nações virão contra Jerusalém - Zacarias 12:3; Ezequiel 38-39.
E a verdade é que o palco está montado para que tal aconteça em breve, uma vez que quase toda a comunidade mundial quer a divisão de Jerusalém, dando aos palestinianos a parte que outrora foi governada pelos jordanos.
É por isso que queremos encorajar todos os "amantes de Sião" a orarem neste dia 8 de Maio pela paz em Jerusalém, neste "Dia de Jerusalém".

"Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam." - Salmo 122:6.
"Se Eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a Minha mão direita da sua destreza. Se me não lembrar de ti, apegue-se-me a língua ao meu paladar, se não preferir Jerusalém à Minha maior alegria." - Salmo 137:5-6.

JERUSALÉM: A ÚNICA CIDADE QUE DEUS ESCOLHEU PARA SUA HABITAÇÃO!
"Porque o Senhor escolheu a Sião; desejou-a para a Sua habitação, dizendo: Este é o Meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o desejei." - Salmo 132:13-14.
Shalom, Jerusalém!