Mostrar mensagens com a etiqueta Iraque. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Iraque. Mostrar todas as mensagens

sábado, setembro 25, 2021

MAIS DE 300 PROEMINENTES IRAQUIANOS APELARAM PUBLICAMENTE À PAZ COM ISRAEL. BAGDADE JÁ DISSE QUE NÃO.

Um evento sem precedentes teve ontem lugar em Erbil, Iraque, juntando líderes sunitas e xiitas e activistas, exigindo que o Iraque se junte aos "Acordos de Abraão."

A reunião foi ontem realizada na região curda do Iraque e reuniu 312 figuras relevantes iraquianas, tanto xiitas como sunitas, activistas e líderes tribais, apelando à normalização das relações com Israel, acrescentando que o passo seguinte seria haver conversações "face a face" com os israelitas. As declarações conjuntas foram emitidas e assinadas num hotel da cidade de Erbil, capital da região curda no Norte do Iraque. A conferência foi organizada pela organização "Centro para as Comunicações de Paz", sediada em Nova Iorque, que promove o avanço do envolvimento entre árabes e israelitas e a protecção de activistas que apoiem a normalização. 

Um dos prelectores explicou que o grupo acredita na paz com Israel "para que possamos viver numa região estável que leva o conflito ao seu término. Acreditamos nisso, porque queremos que a nossa região seja pacífica, na qual Israel seja uma parte inseparável de um todo, e na qual todos os povos possam ter o direito de viver em segurança."

"Exigimos que o Iraque se junte internacionalmente aos Acordos de Abraão" - escreveu Wisam al-Hardan, líder do movimento "Despertar dos Filhos do Iraque", acrescentando: "Apelamos a plenas relações diplomáticas com Israel e a uma nova política de desenvolvimento mútuo e prosperidade."

Os "Filhos do Iraque" formaram-se organicamente em 2005 com líderes tribais na província de Anbar e ex-oficiais do exército iraquiano aliados às forças dos EUA para combater a Al-Qaeda.

"Alguns de nós enfrentámos o ISIS e o Al-Qaeda no terreno de batalha" - escreveu Hardan, acrescentando: "Através do sangue e das lágrimas temos há muito demonstrado qu enos opomos a todos os extremistas, sejam eles jihadistas sunitas ou milícias xiitas apoiadas pelo Irão. Temos também demonstrado o nosso patriotismo. Sacrificámos vidas por amor a um Iraque unificado, aspirando à concretização de um sistema de governo federal, tall como estipulado na constituição da nossa nação."

Classificando a expulsão dos judeus iraquianos como "o acto mais infame" no decínio do país, Hardan disse que o Iraque "deve reconectar-se com a totalidade da nossa diáspora, incluindo esses judeus."

"Rejeitamos a hipocrisia em alguns sectores do Iraque que falam amavelmente dos judeus iraquianos, ao mesmo tempo que denigrem a sua cidadania israelita, e o estado judaico que lhe garantiu asilo." Hardan afirmou ainda que as leis iraquianas que criminalizam os contactos com israelitas são "moralmente repugnantes."

"Temos uma escolha" - finalizou Hardan - "tirania e caos, ou então legalidade, decência, paz e progresso."

Como resultado da conferência irão ser formados 7 grupos de trabalho que tratarão de assuntos relacionados às ligações entre o Iraque e a sua diáspora judaica, comércio e investimento, reformas educativas, o repúdio às leis anti-normalização, comunicações de paz nos media do Iraque, colaborações artísticas, e o apoio a activistas pela paz em outros países árabes que não reconhecem Israel. 

REACÇÕES ISRAELITAS

O ministro israelita para as Relações Exteriores, Yair Lapid, comentou: "O evento no Iraque é uma fonte de esperança e optimismo. Israel está sempre buscando formas de alargar o círculo da paz, e estamos trabalhando com amigos pelo mundo fora para tornar isso possível. A normalização beneficia toda a região e ajuda-nos a sairmos do extremismo e do caos oferecidos pelos actores negativos para a estabilidade, prosperidade, moderação e cooperação. O povo judeu partilha uma profunda conexão histórica com o Iraque. Assim, dizemos hoje ao povo iraquiano: é muito mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa, e muito mais a ganhar através da paz do que de conflitos desnecessários."

O Iraque está oficialmente em guerra com Israel e é um forte apoiante do boicote árabe a Israel. Os passaportes iraquianos não são válidos para entrar em Israel. Israel tem estado nestes útimos meses a avançar esforços para alcançar o país, alegando que os iraquianos estão interessados em estabelecer ligações com o estado judaico. 

Os 18.000 soldados iraquianos representaram a maior força única que combateu o estado judeu em 1948, na Guerra da Independência, chegando a derrotar as forças israelitas na cidade de Jenin. O Iraque enviou também grandes forças expedicionárias para combaterem Israel nas guerras de 1967 e 1973, perdendo 800 soldados nos Montes Golan durante a Guerra do Yom Kippur. O programa secreto de armas nucleares de Saddam Hussein alarmou Israel, que acabou por destruir o reactor nuclear iraquiano de Osirak em 1981. Durante a Guerra do Golfo de 1991, Hussein atacou o estado judaico com dezenas de mísseis "scud."

CONDENAÇÃO EM BAGDADE

Logo a seguir à realização da conferência, ergueu-se um enorme coro de protestos e condenações na capital Bagdade. O actual governo federal do Iraque classificou entretanto a reunião como "ilegal."

"A conferência não foi representativa da opinião da população e dos residentes nas cidades iraquianas, em cujo nome estes indivíduos supostamente falaram" - declarou o comunicado. O actual presidente do Iraque, Barham Saleh, ele também curdo, juntou-se às vozes de condenação. O poderoso clérigo xiita Moqtada Sadr apelou ao governo para "prender todos os participantes", enquanto o deputado Ahmed Assadi, classificou-os como "traidores aos olhos da lei."

Segundo o orgaizador, os mais de 300 participantes vieram de todo o Iraque, representando seis distritos governamentais: Bagdade, Mosul, Salaheddin, Al-Anbar, Diyala, e Babilónia.

Vários líderes curdos iraquianos têm vindo a visitar Israel regularmente nas últimas décadas, e os políticos locais têm abertamente exigido que o Iraque normalize relações com o estado judaico.

Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 20, 2019

VIOLENTAS EXPLOSÕES EM DEPÓSITOS DE ARMAS NO IRAQUE ATRIBUÍDAS A ISRAEL

Responsáveis iraquianos informaram hoje que uma enorme explosão rebentou por completo um depósito de armamento pertencente a uma milícia apoiada pelo Irão em território do Iraque, no Norte de Bagdade.
Esta é a mais recente de uma série de explosões "suspeitas" que ultimamente têm estado a acontecer em bases militares e em depósitos de armamento um pouco por todo o país.
Não se sabe ainda se houve vítimas humanas.~
As explosões ocorreram em bases e em armazéns pertencentes a grupos milicianos que operam sob a capa de milícias apoiadas pelo Irão, conhecidas como "Forças de Mobilização Popular."
Israel tem vindo a ser acusado de ser o responsável pelas explosões, através de alegados bombardeamentos aéreos, ainda que ninguém até agora tenha vindo a assumir responsabilidade pela sua autoria.
Israel tem bombardeado bases iranianas na vizinha Síria em diversas ocasiões, e têm surgido especulações de que pode estar a expandir as suas operações de forma a atacar posições iranianas no Iraque. Mas, a verdade é que nem as autoridades iraquianas nem as israelitas confirmam tais especulações.
Por outro lado, oficiais israelitas têm identificado o Iraque como uma provável base de operações em crescimento para esforços apoiados pelo Irão contra o estado judaico. 
Ontem mesmo, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, de visita à Ucrânia, deu pistas susceptíveis de se perceber que Israel está realmente por detrás destes ataques no Iraque, ao afirmar que o estado judaico continuaria a agir militarmente quando e onde se achar necessário.
"O Irão não tem imunidade, em lado nenhum" - respondeu Netanyahu aos repórteres em Kiev que o questionaram sobre esta probabilidade.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 15, 2015

"NOS DIAS DESTES REIS..."

"Nos dias destes reis, o Deus do céu suscitará um reino que não será jamais destruído..." - profeta Daniel 2:44

Algo de inquietante e profético está acontecendo diante dos nossos olhos, sem que a maioria da população mundial se dê conta, incluindo muitos dos frequentadores das igrejas ditas cristãs.
A famosa estátua vista por Nabucodonosor e interpretada pelo profeta Daniel, na Babilónia, há 2.500 anos atrás, está finalmente de pé, com todos os seus 4 reinos ali representados novamente no epicentro da História actual:

BABILÓNIA - o actual Iraque, em grande turbulência e diariamente nas manchetes mundiais.
MEDO PÉRSIA - o actual Irão, novamente em evidência como uma potência regional, diante da qual se curvaram ontem as maiores potências mundiais!
GRÉCIA - um país europeu do qual há pouco meses quase não se falava, encontra-se agora no epicentro da grande crise europeia, senão até mundial. A Grécia ocupa hoje uma grande parte do tempo dos noticiários, comentários e debates nos media europeus e não só.
EUROPA - o antigo império romano, presentemente revivificado, dedicado ao deus Mamom e sustentado pelo poder religioso de Roma, é novamente o suporte da estátua. Os líderes europeus encontram-se hoje no centro das decisões relativas aos restantes "reinos" da estátua: o Iraque, o Irão, e obviamente a Grécia.

O mais impressionante é que esta conjugação dos 4 "reinos" acontece pela primeira vez na História, uma vez que no passado eles se sucederam uns aos outros, mas não conviveram conjuntamente numa mesma época da História.
Esta é assim a primeira na História em que, ao fim de 2.500 anos após a enigmática visão e revelação, em que vemos a estátua não só a erigir-se, mas também a solidificar-se. Este é sem dúvida um momento único na História!
Será uma coincidência? Definitivamente, não!

A grande verdade que acalenta os verdadeiros filhos de Deus é que a profecia de Daniel revela que "nos dias destes reis" o Reino de Deus virá subitamente como uma pedra atirada dos céus e que "esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo (o Reino de Deus) subsistirá para sempre!"
Pessoalmente, não tenho dúvidas de que estamos vivendo no tempo desses "reis". O que muito me alegra. Não pelas circunstâncias actuais em si, das quais também me queixo, mas pela convicção de que tudo isto que agora tanto nos perturba irá em breve sucumbir por completo, dando lugar ao Reino eterno de Paz e Justiça do nosso Senhor e Salvador, o Messias Jesus!

Shalom!