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segunda-feira, março 24, 2025

NOVA DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA EM MEGIDDO COMPROVA NARRATIVA BÍBLICA


"A Bíblia tem sempre razão"
- é uma frase por demais repetida de cada vez que uma nova descoberta arqueológica vem comprovar a veracidade das narrativas bíblicas. E elas são muitas! 

Desta feita foram as novas escavações a decorrer em Megiddo que vieram dar crédito à narrativa bíblica da batalha ali travada entre o rei judeu Josias e o faraó egípcio Neco II, ocorrida há cerca de 2.600 anos, tal como se encontra registado em 2 Reis 23.29.

Josias foi um dos últimos reis de Judá e tornou-se conhecido pelas suas reformas religiosas e devoção a Deus. Ele tentou restaurar o culto a Jeová e eliminar práticas idólatras tão comuns na época entre o povo judeu. 

Segundo o relato bíblico, Josias cometeu o grave erro de se envolver numa guerra que não lhe pertencia, ao confrontar o poderoso exército egípcio do faraó Neco II na cidade de Megiddo. 

O nome da antiga cidade deu origem ao nome "Armagedom" - Har Megiddo - que significa de facto: Monte Megiddo. Segundo a profecia no Livro da Revelação do Apocalipse é naquele local que se realizará a grande batalha em que o Anticristo e o Falso profeta serão derrotados juntamente com os muitos exércitos que ali se reunirão.


Estas actuais descobertas revelam a presença de forças militares egípcias na região por ocasião da época da morte do rei Josias, por volta do ano 609 a.C. - 2 Reis 23.29.

A análise de fragmentos de cerâmica egípcia e grega encontrados numa camada arqueológica da época indica que Megiddo foi ocupada pelos egípcios, que habitualmente faziam uso de mercenários gregos nas suas tropas. O estudo foi acompanhado por Israel Finkelstein, arqueólogo da Universidade de Haifa e da de Tel Aviv.


Devido à sua posição estratégica, Megiddo era um local importante de passagem de rotas comerciais e militares, tendo sido campo de muitas batalhas no passado, tendo também sido ocupada por diversos povos ao longo da História. As escavações que ali têm sido realizadas revelaram mais de 20 camadas arqueológicas, abrangendo períodos da ocupação cananéia, israelita, assíria, egípcia e persa. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, abril 01, 2022

MOSAICO DO 3º SÉCULO D.C. DEDICADO "AO DEUS JESUS CRISTO" VAI SER EXPOSTO AO PÚBLICO EM MEGIDDO

Um mosaico do 3º século com a menção de Jesus, considerado o mais antigo do género até agora descoberto, e que até agora tem estado no espaço prisional de Megiddo, portanto inacessível ao público, vai ser recolocado num novo espaço, já a partir de Junho, tornando assim possível a sua observação pelos turistas e público em geral.

Este mosaico foi escavado entre 2004 e 2008, por baixo do pavimento da actual prisão de Megiddo, e acredita-se ter sido parte do pavimento de uma antiga casa de oração cristã, pois inclui uma inscrição em grego dedicada "ao Deus Jesus Cristo."

Esta sensacional descoberta comprova a existência de igrejas cristãs no território de Israel e o reconhecimento pelos primeiros cristãos da divindade do Senhor Jesus Cristo. 

Quando em 2004 trabalhadores escavavam uma nova ala para a prisão de Megiddo, depararam-se com este tesouro, cuja escavação ocupou 60 detidos durantes vários meses.

Vária spartes do mosaico são dedicadas à memória de quatro mulheres e a um oficial do exército que terá contribuído para o mosaico. Na parte ocidental do mosaico encontra-se o nome "Akaptos", descrito como "Amante de Deus que contribuiu para o altar ao Deus Jesus Cristos, como memorial."

Escavações realizadas no local revelaram um caminho dentro da povoação com casas em ambo sos lados. O grande edifício com a casa de oração cristã estava localizado na parte noroeste da localidade, havendo ainda um outro grande edifício na parte sul que os arqueólogos pretendem também escavar. 

Os achados nesta área incluem as ruínas de uma antiga aldeia do período romano - com residentes judeus e samaritanos - um acampamento de uma legião do exército romano e uma cidade romana-bizantina indicando a presença de diversos grupos populacionais com diversidade cultural, étnica e religiosa. As evidências arqueológicas indicam também para uma antiga comunidade cristã cujos membros incluiam oficiais do exército romano, assinalando a História do cristianismo ainda antes de se ter tornado a religião oficial do império romano. Ao que parece, conviviam ali na comunidade pessoas de várias etnias e religiões, desde judeus a samaritanos, de romanos e ateus, cristãos e outros, num verdadeiro microcosmos cultural e religioso, numa aparente harmonia social. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 15, 2021

ARQUEÓLOGA BÍBLICA TEM ENCONTRO SOBRENATURAL COM JESUS E É LIBERTA DA CABALA!

Procurando a verdade por detrás da Bíblia, a arqueóloga bíblica Jennifer Guetta, andou durante 10 anos a fazer escavações no Armagedon, mais especificamente na cidade bíblica de Megiddo, Israel, e em outros sítios arqueológicos do país. Ela não acreditava em Jesus. Até ao dia em que foi atacada por forças das trevas da Cabala e liberta pelo Jesus que ela viu em sonhos. 

O testemunho desta arqueóloga comprova que Jesus ainda liberta pessoas no mundo inteiro e provê esperança para um tempo como este. 

Como supervisora chefe das escavações em Megiddo, Guetta, de origem norte-americana e holandesa, mas com ascendência judaica, encontrava-se a meio de intensos debates sobre arqueologia e fé. Como cientista, Guetta não acreditava no sobrenatural até 2012, após se ter envolvido com a Cabala. Ela rapidamente despertou para a realidade do mundo invisível depois de ela e sua família terem ficado sob os ataques de tenebrosas forças ocultas.

Foi então que, em desespero, Guetta clamou por Jesus, e Ele começou a revelar-Se a ela através de sonhos. À medida que demónios eram expulsos dela em Seu Nome, ela experimentou libertação e liberdade, e começaram a ter lugar milagres que mudaram radicalmente a sua cosmovisão. Jennifer é agora uma arqueóloga "em fogo" por Jesus!

"Passei muitos anos a minar a Bíblia, mas aprendi através deste encontro com Jesus que a Bíblia é a Palavra de Deus literal, e que cada palavra tem significado para nós nos dias de hoje" - ela afirmou. Ela agora vive pregando o Evangelho e partilhando o seu poderoso testemunho de forma a encorajar os crentes e fortalecer a sua fé. Guetta e o seu marido Elijah mudaram-se para Israel em 2020, onde residem actualmente perto do Lago da Galileia. 

A história extraordinária de Guetta foi recentemente documentada numa obra entitulada "Awestruck by Glory", um livro de suspense da vida real que ensina sobre guerra espiritual, desmascara a Cabala e inclui centenas de experiências sobrenaturais com Jesus.

A origem académica e científica da escritora confere uma credibilidade adicional ao seu testemunho. 

Shalom, Israel!