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segunda-feira, outubro 18, 2021

NA PRIMEIRA VISITA EM 10 ANOS DE UM MINISTRO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS SUECO A ISRAEL FICOU A PROMESSA DO COMBATE AO ANTISSEMITISMO

Logo após encontrar-se com a ministra sueca dos Negócios Estrangeiros, o ministro israelita dos Negócios Estrangeiros Lapid afirmou que ambos os países não permitirão que os seus desacordos sobre a questão palestiniana os divida, tal como aconteceu no passado.

"Em nome da Suécia prometo que afirmamos 'nunca mais', e falamos sério. Continuaremos a tomar acções contra o antissemitismo em todas as suas formas, de forma a assegurar-mo-nos de que nunca esqueceremos" - afirmou Ann Linde, a ministra sueca, na sua visita oficial a Jerusalém, a capital de Israel. Esta visita faz parte de um esforço encetado pelo governo sueco para "remendar" os estragos provocados pelo reconhecimento de um alegado "estado da Palestina" pela Suécia em 2014.

Na semana passada a Suécia recebeu vários líderes mundiais na cidade de Malmo, a terceira maior do país, para o "Fórum Internacional da Memória do Holocausto", um evento que recebeu o elogio do presidente israelita Isaac Herzog.

A ministra sueca confirmou ao ministro israelita o "forte compromisso (da Suécia) com a segurança de Israel."

Num comunicado editado nas redes sociais pelo ministro israelita, o mesmo expressou a sua apreciação pela visita da ministra sueca: "Apreciei o que me falou, de que, por detrás do criticismo, jaz um profundo compromisso da Suécia com a segurança de Israel e com o direito do povo judeu de estabelecer um estado próprio na nossa histórica terra mãe. Obrigado pela sua visita, ministra. Acredito que por causa da página que hoje estamos a virar haverá um livro completamente novo sobre a amizade e a cooperação."

Assim seja. Shalom, Israel!

sábado, dezembro 17, 2016

SUÉCIA CADA VEZ MAIS ANTI-ISRAEL

Outrora um dos países europeus mais favoráveis a Israel, a Suécia, cada vez mais saturada de muçulmanos, tem-se mostrado ultimamente um dos piores críticos de Israel e das suas políticas.
A ministra sueca para os Negócios Estrangeiros Margot Wallstrom, de visita a Ramalá, em território da Autoridade Palestiniana, afirmou que em Janeiro próximo a Suécia procurará fazer avançar para o Conselho de Segurança da ONU uma resolução condenando os assentamentos israelitas. A Suécia irá liderar o Conselho de Segurança da ONU durante o mês de Janeiro.
Falando aos seus "amigos" anfitriões - o chefe da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas e seu ministro para as Relações Exteriores Riyad al-Maliki - a ministra sueca afirmou "esperar ser possível ao Conselho de Segurança adoptar uma resolução sobre os assentamentos."
A ministra afirmou ainda que "os objectivos das políticas da Suécia são criar um futuro em que Israel e a Palestina possam viver lado a lado." E a declarada anti-semita foi ainda mais longe: "É profundamente preocupante que os jovens palestinianos comecem a perder a esperança para o futuro após 50 anos de ocupação."

ISRAEL FECHOU-LHE AS PORTAS
Apesar de ter pedido para ser recebida por autoridades israelitas, estas negaram-lhe qualquer recepção, tendo em conta as suas afirmações controversas, tornando-a indesejável em Israel. Foi esta mulher que em Outubro de 2014 levou a Suécia a reconhecer oficialmente a existência de um estado "palestiniano", causando justificada fúria e revolta nos políticos israelitas.

A estupidez desta mulher e do seu governo arrastará inequivocamente a Suécia pós-cristã para o abismo existencial e para uma cada vez maior dependência dos políticos muçulmanos já activos naquele país...

Shalom, Israel!