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sexta-feira, novembro 22, 2024

EM REACÇÃO À PÉRFIDA DECISÃO DO TPI, O MINISTRO DA DEFESA DE ISRAEL ORDENA O FIM DAS DETENÇÕES ADMINISTRATIVAS PARA JUDEUS DA JUDEIA E SAMARIA


O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ordenou que se terminasse com a prática de fazer uso da situação de emergência para colocar judeus residentes na Judeia e Samaria sob detenção prolongada sem julgamento. 

O anúncio foi feito esta manhã pelo ministro: "Neste clima actual em que comunidades judaicas na Judeia e Samaria enfrentam significativas ameaças de terrorismo palestiniano apoiado pelo eixo do mal iraniano que tenta estabelecer uma frente terrorista contra Israel, e quando sanções internacionais visam injustamente atingir residentes e organizações de assentamentos, não é apropriado para o estado de Israel tomar uma decisão tão severa."

Esta decisão exclui obviamente os casos em que haja actividade criminosa e violência física contra palestinianos. O que esta decisão significa é que não haverá mais prisões sem julgamentos para residentes nas regiões bíblicas da Judeia e Samaria. 

Israel já suspendeu entretanto a visita ao país do ministro dos Negócios Estrangeiros da Holanda, uma vez que o mesmo endossou a decisão do tribunal de Haia. 

Vários países europeus já comunicaram que aplicarão a medida de detenção dos dois líderes israelitas caso os mesmos coloquem os pés nos seus respectivos países. Tanto Portugal, como a França, Reino Unido, Bélgica, Holanda, Irlanda e Itália já se pronunciaram nesse sentido. O governo do Canadá também já seguiu a mesma cartilha antissemita. A Alemanha informou que analisará a situação, deixando qualquer decisão para a eventualidade de um pedido israelita para visitar o país. 

O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban já decidiu entretanto desobedecer às "ordens" do tribunal, tendo já convidado Netanyahu a visitar livremente o seu país. Nos EUA, tanto os democratas como os republicanos estão unidos no repúdio a esta decisão do tribunal internacional. Do lado de Israel colocaram-se também o presidente argentino Javier Milei e o primeiro-ministro checo. 

TRUMP CONTRA O TPI

O presidente eleito Donald Trump já se pronunciou pessoalmente contra a decisão conhecida ontem pelos juízes do TPI, em Haia, estando a preparar uma lista de possíveis sanções contra o tribunal, incluindo medidas pessoais visando o juíz prossecutor Karim Khan e os demais juízes, 

O mundo está dividido, mas a balança pende cada vez mais para o lado dos inimigos de Israel. Nada que nos surpreenda. Como estudiosos das profecias bíblicas, sabemos que assim será...

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 03, 2021

NETANYAHU CONSIDERA COMO "PURO ANTISSEMITISMO" A ABERTURA DE INVESTIGAÇÕES PELO TPI SOBRE ALEGADOS CRIMES DE GUERRA PERPETRADOS POR ISRAEL CONTRA OS PALESTINIANOS

"O Tribunal decidiu que os nossos bravos soldados que lutaram contra os cruéis terroristas é que são os terroristas" - desabafou Netanyahu...

"O tendencioso Tribunal Penal Internacional no Hague chegou a uma decisão que é puramente antissemita" - acusou Netanyahu, após ter tido conhecimento do anúncio da abertura das investigações de alegados crimes de guerra cometidos por Israel e pelo Hamas. E prosseguiu: "Ele (o tribunal) decidiu que quando construímos uma casa na nossa eterna capital Jerusalém, isso é um crime de guerra."

O presidente Reuven Rivlin considera a decisão como "escandalosa", acrescentando que Israel tem orgulho nos seus soldados "nossos filhos e filhas...que vigiam a sua própria terra." Benny Gantz, ministro da defesa de Israel, considerou a decisão como "recompensa ao terrorismo."

"Israel tem órgãos investigativos fortes e independentes, e os maiores índices de moral do mundo. Os palestinianos precisam de internalizar o facto de que o nosso conflito pode apenas ser resolvido através de negociações directas entre Jerusalém e Ramalá" - acrescentou o ministro. 

Para o principal chefe militar de Israel, a decisão "é fundamentalmente desprovida de qualquer autoridade, decidida sem autoridade e fora do contexto. Não consentiremos que qualquer instituição estrangeira inútil interfira com o nosso trabalho de proteger Israel."

Outros líderes vociferaram a sua condenação a esta pérfida decisão do TPI, com expressão do tipo: "desprezível", "moralmente distorcida", "uma farsa", "hipócrita e antissemita."

Mais uma nojenta farsa antissemita gerada por quem deveria ocupar-se com os verdadeiros crimes contra a humanidade...

Shalom, Israel!