Mostrar mensagens com a etiqueta aldeamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aldeamentos. Mostrar todas as mensagens

sábado, abril 01, 2017

DESDE GUTERRES À ALEMANHA, DA FRANÇA AO REINO UNIDO, TODOS CONDENAM ISRAEL POR CONSTRUIR NA SUA PRÓPRIA TERRA...


A hipocrisia dos líderes políticos mundiais não tem limites. Com tantos gravíssimos problemas mundiais com que se deveriam ocupar, as atenções desses joguetes ao serviço da agenda anti-semita volta-se mais uma vez para Israel, condenando mais uma vez o governo judaico por ter aprovado a construção de casas para as famílias judaicas retiradas à força de Amona há pouco meses atrás.
O primeiro-ministro israelita havia prometido aos residentes judeus expulsos por ordem do Supremo Tribunal de Israel das suas casas onde habitavam há vários anos, que lhes concederia novos espaços - terrenos - para poderem reconstruir as suas vidas.
Desde há 20 anos que não eram feitas construções israelitas em território disputado pelos árabes. 
É revoltante ver a doentia hipocrisia dos líderes mundiais, que em vez de cuidarem dos gravíssimos imbróglios que têm em mãos nas suas próprias colónias, vêm preocupar-se com construções feitas num pequeno espaço de terra, ainda por cima quando é o próprio governo de um país soberano a aprovar por unanimidade tais construções para o povo natural da sua terra. 

GUTERRES DESILUDE
O novo secretário-geral da ONU, António Guterres, demonstrou estar "desiludido e alarmado" pela decisão de Israel. 
"O secretário geral tem consistentemente sublinhado que não existe 'plano B' para que israelitas e palestinianos vivam conjuntamente em paz e segurança" - confirmou Stéphane Dujarric, porta-voz da ONU. 
E acrescentou: "Ele condena todas as acções unilaterais que, tais como a actual, ameaçam a paz e minam a solução dois estados."
O sr. Guterres não abre a boca em relação ao actual progressivo e preocupante rearmamento do Hamas, cujo único objectivo é destruir Israel. Essa deveria ser a preocupação do secretário-geral da ONU, não a construção de umas centenas de casas num território administrado por um estado soberano, membro de pleno direito da ONU.

CONDENAÇÃO DO REINO UNIDO, FRANÇA E ALEMANHA
Ontem também se ouviram as vozes condenatórias destes 3 países europeus. Os mesmos motivos. A mesma cegueira. A mesma e incurável atitude anti-semita de que não se conseguem libertar. O mais incrível é que estes 3 países estão a braços com gravíssimos problemas internos causados pelo descontrolado influxo de refugiados, na maioria muçulmanos, mas longe de resolverem os seus problemas, atacam um estado de direito, a única democracia em todo o Médio Oriente, pelo simples facto de o seu governo ter aprovado por unanimidade a construção de casas para os seus cidadãos...!
O secretário para as Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, veio ontem mesmo contestar a decisão do governo soberano de Israel: "Estes anúncios são contrários à lei internacional e minam seriamente as perspectivas de dois estados para dois povos. Como forte amigo de Israel, e como alguém disponível para defender Israel quando enfrenta críticas injustas, apelo a Israel para que não dê passos como este, que nos afasta do nosso propósito comum de paz e segurança, tornando mais difícil alcançar-se um relacionamento diferente entre Israel e o mundo árabe."
O Ministério dos Negócios Estrangeiros de França alegou que os anúncios de Israel eram "extremamente preocupantes" e que "Paris condena firmemente estas decisões que ameaçam a paz e que arriscam o exacerbar das tensões no terreno."
A Alemanha também expressou a sua condenação, chegando ao ponto de afirmar "não reconhecer qualquer alteração às linhas de 1967 que não tinham sido acordadas por ambas as partes."

Enfim, o tristemente habitual e coordenado movimento condenatório europeu às decisões tomadas pela única democracia em todo o Médio Oriente. Depois queixam-se dos atentados terroristas nos seus próprios quintais...

Shalom, Israel!


sexta-feira, março 31, 2017

ISRAEL VAI RESTRINGIR "SIGNIFICATIVAMENTE" NOVAS CONSTRUÇÕES NA JUDEIA E SAMARIA...PARA AGRADAR A DONALD TRUMP

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou hoje aos membros do seu gabinete de segurança que o governo israelita irá restringir "significativamente" o número de novas construções na Judeia e Samaria, numa adesão ao recente pedido feito nesse sentido pela administração norte-americana.
Segundo esta nova política, Israel só construirá casas em terras já utilizadas por residentes e não expandirá novos aldeamentos.
Um representante da Casa Branca afirmou entretanto que os EUA "recebem com agrado" o facto de Israel ter preferido "adoptar uma política relacionada com a actividade dos aldeamentos que leva em consideração as preocupações do presidente."
"Conquanto a existência de aldeamentos não seja por si própria um obstáculo à paz, a continuidade irrestrita da actividade das construções, não ajuda ao avanço da paz" - referiu o representante.

NOVO ALDEAMENTO PARA OS RESIDENTES EXPULSOS DE AMONA
Em relação à construção de um novo aldeamento para os residentes expulsos de Amona, e que foi ontem aprovada por unanimidade pelo gabinete de segurança, o representante norte-americano informou que Netanyahu já se havia comprometido com o mesmo antes da tomada de posse de Trump.
O novo aldeamento ontem aprovado corresponde a uma promessa feita por Netanyahu quando da expulsão dos residentes judeus de Amona: "Prometi logo desde o início que iríamos construir um novo aldeamento, e hoje estamos cumprindo essa promessa" - afirmou o primeiro-ministro, antes da aprovação da concessão de 220 ares de terrenos para as novas construções. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

A VERDADE SOBRE OS ERRADAMENTE CHAMADOS "COLONATOS"

Podendo servir como motivo de conflitos, a verdade é que os aldeamentos - erradamente chamados de "colonatos" - não são um obstáculo real para a paz entre israelitas e palestinianos. 
Entre 1948 e 1967 não existiam quaisquer desses aldeamentos, mas mesmo assim a liderança palestiniana e o mundo árabe procurava a aniquilação de Israel.
Como resultado da retumbante vitória de Israel na Guerra dos Seis Dias em Junho de 1967, Israel "ganhou" a Judeia e Samaria, a Faixa de Gaza, os Montes Golan e Jerusalém oriental. Menos de uma semana depois do término da guerra, o governo de unidade israelita liderado pelo primeiro-ministro Levi Eskhol afirmou - e disse aos americanos - que Israel iria devolver a península do Sinai ao Egipto e os Montes Golan à Síria como resultados da assinatura de acordos de paz com esses países.
Negociações separadas seriam então conduzidas relativas ao futuro da Faixa de Gaza, a chamada "Margem Ocidental" - Judeia e Samaria - e à questão dos refugiados. 
Enquanto que o Egipto aceitou a oferta do Sinai em troca da assinatura de paz, a Síria rejeitou a oferta dos Montes Golan em troca da assinatura da paz. Quanto à "Margem Ocidental", as negociações falharam por completo.
Durante esse tempo, alguns israelitas foram-se estabelecendo em áreas à volta de Jerusalém para além das linhas do armistício de 1967. Estes assentamentos israelitas, conhecidos como "colonatos", ocupam apenas 2 por cento do total da terra da "Margem Ocidental." Ao longo dos anos, os EUA foram reconhecendo que Israel iria reter algumas dessas povoações numas futuras negociações para a paz.
Israel tem levantado e abandonado outros assentamentos, como é o caso da Faixa de Gaza. Israel evacuou todas as famílias israelitas que viviam em Gaza em 2005, num total de 8.000 pessoas. Contudo, em vez de fazer a paz com Israel, o Hamas - uma organização terrorista - apoderou-se da Faixa de Gaza e passou a disparar milhares de rockets contra Israel nos anos subsequentes.
O governo de Israel não está a criar novos aldeamentos, ou "colonatos." Durante anos, as únicas construções autorizadas pelo governo de Israel têm-se limitado às comunidades já existentes, de forma a acomodar o crescimento natural das famílias dos residentes. 
Existem de facto alguns locais com construções ilegais, os quais não se coadunam com as políticas de Israel. Alguns críticos acusam os governos de Israel de não serem mais duros com esses abusos, mas os sucessivos governos têm tentado resolver essas questões pacificamente e/ou através dos tribunais.
Muitos peritos legais questionam se os aldeamentos são de facto ilegais. Eugene W. Rostow, um dos autores da resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU - escrita depois da Guerra de 1967 para criar um enquadramento para as negociações de paz - afirmou: "O direito de assentamento judaico na Palestina a ocidente do rio Jordão, que é, Israel, na Margem Ocidental, Jerusalém e a Faixa de Gaza, é inatacável. Esse direito nunca terminou, nem pode ser terminado, excepto se houver uma paz reconhecida entre Israel e os seus vizinhos." Rostow acrescentou ainda que "O direito ao assentamento judaico na região é em tudo equivalente ao direito da população palestiniana existente a viver ali."

OS PALESTINIANOS ESTÃO A CONSTRUIR ILEGALMENTE À VOLTA DE JERUSALÉM
Todos os governos e organizações internacionais que criticam Israel por construir aquilo que muitos alegam serem construções legais estão silenciosos quanto à construção de novos aldeamentos palestinianos em redor de Jerusalém. Segundo um artigo detalhado de Bassam Tawil, do "Instituto Gatestone", a construção questionável é primariamente na "Zona-C", a qul, segundo os "Acordos de Paz de Oslo", deveria ser território ocupado por Israel. Segundo Tawil, os palestinianos calculam que nestes últimos anos, já terão construído cerca de 15.000 unidades habitacionais ilegais em áreas à volta de Jerusalém, como parte de um plano para rodear a cidade.
E não se trata de casas individuais, mas sim de enormes complexos de apartamentos sem os respectivos licenciamentos, nem construídos segundo os padrões legais, alguns até sem condições sanitárias. O artigo alega que muitos dos "contratantes" são ladrões de terras e bandidos que andam a construir sem autorização em terras privadas palestinianas ou em terrenos cujos donos vivem fora.

O GRANDE OBSTÁCULO PARA A PAZ É A LIDERANÇA PALESTINIANA
A recusa da liderança palestiniana em deixar o conflito, reconhecer Israel como o estado judaico e a renúncia ao "direito de retorno" para a maioria dos refugiados palestinianos é o principal obstáculo para a paz. O assim-chamado "direito de retorno" iria permitir a milhões de descendentes de refugiados palestinianos inundarem Israel. Nenhum líder israelita poderá jamais aceitar uma coisa dessas, uma vez que isso representaria o fim imediato do único estado judaico do mundo. A liderança palestiniana, no entanto, nunca diz ao seu povo para deixar de lado essa reivindicação para que se possa alcançar a paz.

Artigo escrito por Susan Michael, directora da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém nos EUA.

Shalom, Israel!