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segunda-feira, junho 10, 2019

"ISRAEL TEM DIREITO A ANEXAR PARTE DA CISJORDÂNIA" - AFIRMOU O EMBAIXADOR NORTE-AMERICANO EM ISRAEL

Ele andou perto. O actual embaixador norte-americano em Israel, David Friedman, reconheceu o direito de Israel de reter partes daquilo a que se designou politicamente chamar de Cisjordânia, mas que para nós é simplesmente território bíblico de Israel (Judeia e Samaria).
Contrariamente aos seus antecessores, que teimavam na divisão do território bíblico entre judeus e árabes, David Friedman, quiçá o embaixador norte-americano mais amigo de Israel - declarou ontem numa entrevista ao jornal de esquerda "New York Times", que Israel tem o direito a anexar partes da Cisjordânia:
"Sob certas circunstâncias, penso que Israel tem o direito de reter algum (do território) da Cisjordânia, mas não todo."
Claro que a reacção dos jornalistas do NYT não se fez esperar, comentando que "a porta da aceitação americana daquilo que seria um enorme acto provocativo."
Não se sabe a que partes desses territórios Friedman se estaria a referir. Talvez estivesse a pensar na proposta de trocas de territórios, conforme os acordos de Oslo? 
Há de facto a possibilidade de ele se ter referido ao reconhecimento da soberania israelita sobre alguns dos aldeamentos judaicos já construídos, sendo que os mesmos representam apenas 5% de todo aquele território, portanto nada demais...
Por outro lado, não se sabe até que ponto esta opinião de Friedman representará a do presidente norte-americano, ou se não será apenas uma opinião pessoal...
Obviamente que a reacção do inimigos de Israel não se fez esperar. Numa postagem recente, o porta-voz da Autoridade Palestiniana para as "negociações de paz" Saeb Erekat já veio protestar que esta visão dos EUA é "um crime de guerra segundo as leis internacionais", apelidando o embaixador Friedman de "embaixador extremista dos colonos."
Não param no entanto de crescer os rumores de que um número crescente de palestinianos até se sentiria mais confortável com uma solução de um só estado - Israel - no qual poderiam viver em paz e prosperidade...

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

A VERDADE SOBRE OS ERRADAMENTE CHAMADOS "COLONATOS"

Podendo servir como motivo de conflitos, a verdade é que os aldeamentos - erradamente chamados de "colonatos" - não são um obstáculo real para a paz entre israelitas e palestinianos. 
Entre 1948 e 1967 não existiam quaisquer desses aldeamentos, mas mesmo assim a liderança palestiniana e o mundo árabe procurava a aniquilação de Israel.
Como resultado da retumbante vitória de Israel na Guerra dos Seis Dias em Junho de 1967, Israel "ganhou" a Judeia e Samaria, a Faixa de Gaza, os Montes Golan e Jerusalém oriental. Menos de uma semana depois do término da guerra, o governo de unidade israelita liderado pelo primeiro-ministro Levi Eskhol afirmou - e disse aos americanos - que Israel iria devolver a península do Sinai ao Egipto e os Montes Golan à Síria como resultados da assinatura de acordos de paz com esses países.
Negociações separadas seriam então conduzidas relativas ao futuro da Faixa de Gaza, a chamada "Margem Ocidental" - Judeia e Samaria - e à questão dos refugiados. 
Enquanto que o Egipto aceitou a oferta do Sinai em troca da assinatura de paz, a Síria rejeitou a oferta dos Montes Golan em troca da assinatura da paz. Quanto à "Margem Ocidental", as negociações falharam por completo.
Durante esse tempo, alguns israelitas foram-se estabelecendo em áreas à volta de Jerusalém para além das linhas do armistício de 1967. Estes assentamentos israelitas, conhecidos como "colonatos", ocupam apenas 2 por cento do total da terra da "Margem Ocidental." Ao longo dos anos, os EUA foram reconhecendo que Israel iria reter algumas dessas povoações numas futuras negociações para a paz.
Israel tem levantado e abandonado outros assentamentos, como é o caso da Faixa de Gaza. Israel evacuou todas as famílias israelitas que viviam em Gaza em 2005, num total de 8.000 pessoas. Contudo, em vez de fazer a paz com Israel, o Hamas - uma organização terrorista - apoderou-se da Faixa de Gaza e passou a disparar milhares de rockets contra Israel nos anos subsequentes.
O governo de Israel não está a criar novos aldeamentos, ou "colonatos." Durante anos, as únicas construções autorizadas pelo governo de Israel têm-se limitado às comunidades já existentes, de forma a acomodar o crescimento natural das famílias dos residentes. 
Existem de facto alguns locais com construções ilegais, os quais não se coadunam com as políticas de Israel. Alguns críticos acusam os governos de Israel de não serem mais duros com esses abusos, mas os sucessivos governos têm tentado resolver essas questões pacificamente e/ou através dos tribunais.
Muitos peritos legais questionam se os aldeamentos são de facto ilegais. Eugene W. Rostow, um dos autores da resolução 242 do Conselho de Segurança da ONU - escrita depois da Guerra de 1967 para criar um enquadramento para as negociações de paz - afirmou: "O direito de assentamento judaico na Palestina a ocidente do rio Jordão, que é, Israel, na Margem Ocidental, Jerusalém e a Faixa de Gaza, é inatacável. Esse direito nunca terminou, nem pode ser terminado, excepto se houver uma paz reconhecida entre Israel e os seus vizinhos." Rostow acrescentou ainda que "O direito ao assentamento judaico na região é em tudo equivalente ao direito da população palestiniana existente a viver ali."

OS PALESTINIANOS ESTÃO A CONSTRUIR ILEGALMENTE À VOLTA DE JERUSALÉM
Todos os governos e organizações internacionais que criticam Israel por construir aquilo que muitos alegam serem construções legais estão silenciosos quanto à construção de novos aldeamentos palestinianos em redor de Jerusalém. Segundo um artigo detalhado de Bassam Tawil, do "Instituto Gatestone", a construção questionável é primariamente na "Zona-C", a qul, segundo os "Acordos de Paz de Oslo", deveria ser território ocupado por Israel. Segundo Tawil, os palestinianos calculam que nestes últimos anos, já terão construído cerca de 15.000 unidades habitacionais ilegais em áreas à volta de Jerusalém, como parte de um plano para rodear a cidade.
E não se trata de casas individuais, mas sim de enormes complexos de apartamentos sem os respectivos licenciamentos, nem construídos segundo os padrões legais, alguns até sem condições sanitárias. O artigo alega que muitos dos "contratantes" são ladrões de terras e bandidos que andam a construir sem autorização em terras privadas palestinianas ou em terrenos cujos donos vivem fora.

O GRANDE OBSTÁCULO PARA A PAZ É A LIDERANÇA PALESTINIANA
A recusa da liderança palestiniana em deixar o conflito, reconhecer Israel como o estado judaico e a renúncia ao "direito de retorno" para a maioria dos refugiados palestinianos é o principal obstáculo para a paz. O assim-chamado "direito de retorno" iria permitir a milhões de descendentes de refugiados palestinianos inundarem Israel. Nenhum líder israelita poderá jamais aceitar uma coisa dessas, uma vez que isso representaria o fim imediato do único estado judaico do mundo. A liderança palestiniana, no entanto, nunca diz ao seu povo para deixar de lado essa reivindicação para que se possa alcançar a paz.

Artigo escrito por Susan Michael, directora da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém nos EUA.

Shalom, Israel!


sábado, dezembro 24, 2016

DEPOIS DA TRAIÇÃO AMERICANA, NETANYAHU REJEITA A RESOLUÇÃO DA ONU CONTRA ISRAEL

VOTAÇÃO DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU:
14 VOTOS A FAVOR DA RESOLUÇÃO E 1 ABSTENÇÃO
Depois da reunião de ontem do Conselho de Segurança da ONU promovida pela Venezuela, Senegal, Nova Zelândia e Malásia para fazer aprovar a proposta de resolução condenando Israel pela construção de aldeamentos nas terras bíblicas da Judeia, Samaria e Jerusalém oriental, e em que 14 países votaram a favor da resolução e os EUA pela primeira vez na sua história votaram pela abstenção, abrindo assim a porta para que a resolução passasse, o primeiro-ministro Netanyahu afirmou claramente que não aceitará a pérfida resolução.

TRAÍDOS PELO "AMIGO AMERICANO"
Os líderes israelitas e judeus por todo o mundo ficaram revoltados com a atitude de Hussein Obama, ao atraiçoar a nação "amiga" de Israel, permitindo que os seus inimigos agora determinem o que Israel tem ou não de fazer. Em suma, a administração norte-americana de Obama entregou Israel aos abutres.

VOTO DE ABSTENÇÃO DOS EUA
A embaixadora norte-americana na ONU tentou fazer crer que desde há décadas que os EUA têm tentado enviar uma mensagem a Israel de que as construções têm de parar. 
Para os palestinianos, 23 de Dezembro de 2016 "foi um dia de vitória para a lei internacional." 
Imagine-se ao que isto chegou: um grupo de canalhas terroristas e promotores do terrorismo a falar de "lei internacional"...

UMA PROVOCAÇÃO AO DEUS DE ISRAEL...
Apesar de todos os esforços diplomáticos feitos por Israel e do telefonema de Donald Trump, a actual administração norte-americana decidiu provocar Deus, ao combater o direito do povo judeu a construir onde muito bem entender na Terra concedida por Deus a um único povo: o povo de Israel.
O Egipto, que a mando dos palestinianos tinha proposto a votação para o dia 22, acabou por adiar a mesma horas antes da reunião, abrindo esperanças a Israel de que a mesma não se realizaria antes de Trump assumir a presidência norte-americana. Mas as esperanças de Israel saíram goradas ontem, com o relançar da proposta de algumas nações, algumas das quais se pensava seriam amigas de Israel, como a Nova Zelândia e o Senegal, das quais Netanyahu já mandou convocar os embaixadores.

"NÃO RESPEITAREMOS AS CONDIÇÕES DA RESOLUÇÃO"
Imediatamente depois de ter tomado conhecimento desta votação contra Israel, Netanyahu emitiu um comunicado, afirmando que "Israel rejeita esta vergonhosa resolução anti-Israel na ONU e não respeitará as suas condições. Numa altura em que o Conselho de Segurança nada faz para fazer parar a matança de meio milhão de pessoas na Síria, ele ataca desgraçadamente a única democracia no Médio Oriente, Israel, chamando ao Muro Ocidental de 'território ocupado.'"
Netanyahu acrescentou que anseia trabalhar com o presidente eleito Trump, bem como com os membros pró-Israel do Congresso norte-americano, de forma a reverter os estragos desta "absurda" decisão.
Depois da votação de ontem, Netanyahu convocou os seus embaixadores na Nova Zelândia e no Senegal para consultas. Foi também mandada cancelar a visita do ministro dos Negócios Estrangeiros do Senegal a Israel e todas as ajudas àquele país.
Netanyahu criticou também Obama e o secretário de estado John Kerry, como estando por detrás desta resolução, tal como os palestinianos. Os norte-americanos querem a todo o custo impôr a Israel uma solução "2 estados", querendo dessa forma impedir Israel de construir em territórios que os norte-americanos e não só consideram como "ocupados."
A resolução exige que Israel "cesse imediata e completamente todas as actividades dos colonatos no território palestiniano ocupado, incluindo Jerusalém oriental", acrescentando ainda que o estabelecimento de colonatos por Israel "não tem validade legal e constitui uma flagrante violação sob a lei internacional."
Todo o abominável documento da resolução refere-se a Israel como "força ocupante."

Esta decisão dos EUA de se abster foi claramente uma vingança de Hussein Obama contra Netanyahu, com quem nunca teve boas relações, uma vez que Obama sempre tentou nos seus 8 anos de reinado impôr a solução "2 estados", que Netanyahu sempre foi protelando. Fala-se também que terá sido ainda uma vingança pela vitória inesperada de Donald Trump, um declarado amigo de Israel.

"AS COISAS VÃO MUDAR DEPOIS DO DIA 20"
Logo a seguir à pérfida votação, Donald Trump escreveu no twitter: "Quanto à ONU, as coisas serão diferentes depois do dia 20 de Janeiro."
O actual secretário geral da ONU, Ban ki-Moon, que nunca simpatizou com Israel, também deu as boas vindas à resolução. Enquanto isso, o embaixador russo na ONU apelou a Israel para "respeitar a lei internacional."

DIA DE VITÓRIA PARA OS PALESTINIANOS
A decisão da ONU foi para os palestinianos "uma grande bofetada nas políticas israelitas, uma condenação unânime internacional dos colonatos e um forte apoio à solução 2 estados" - afirmou um porta voz oficial de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana.

ESPERANÇA ISRAELITA EM GUTERRES
Danny Danon, embaixador israelita na ONU, afirmou não ter dúvidas de que tanto a nova próxima administração Trump, como o próximo secretário geral da ONU, o português António Guterres, "nos conduzirão a uma nova era em termos da relação da ONU com Israel."
Assim seja.

Shalom, Israel!