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terça-feira, maio 09, 2023

APÓS ELIMINAR 3 PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS DA JIHAD ISLÂMICA, ISRAEL PREPARA-SE PARA A RETALIAÇÃO


Israel lançou uma operação militar denominada "Escudo e Flecha" como resposta aos mais de 100 rockets disparados nesta última semana desde Gaza até território israelita. 

Durante esta madrugada Israel lançou ataques na Faixa de Gaza visando 3 importantes responsáveis do grupo terrorista palestiniano Jihad Islâmica, tendo sido bem sucedido na eliminação Khalil Bahitini, comandante das brigadas al-Quds na região Norte da Faixa de Gaza, Tarek Azzaldin, porta-voz do movimento terrorista islâmico, e também responsável por actividades terroristas na Judeia/Samaria e Gaza, e ainda Jahed Ahnam, secretário do conselho militar da Jihad Islâmica Palestiniana. 

O ministério da saúde palestiniano alegou 12 mortos como consequência dos ataques israelitas, entre os quais membros das famílias dos líderes abatidos. Várias incursões aéreas foram ainda realizadas em Rafah, Khan Yunis, e Shejaiya, na Faixa de Gaza. 

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deve reunir ainda hoje o seu gabinete de segurança. O ministro da defesa, Yoav Gallant, declarou haver uma "situação especial na linha da frente", o que levou a que comunidades situadas a menos de 40 quilómetros de Gaza fiquem sob restrições. Gallant aprovou ainda a mobilização de reservistas das FDI. 

Assim sendo, o governo ordenou o fecho de escolas, praias e estradas nas cidades e povoações no Sul de Israel, tendo também limitado a realização de reuniões. 

Logo a seguir aos ataques, o ministro da segurança nacional, Itamar Ben Gvir informou que "Chegou a hora!"

ISRAEL UNE-SE

É importante salientar que tanto os partidos de coligação que formam o actual governo, como os partidos da oposição estão unidos nesta operação militar contra o terrorismo palestiniano. 

UM "CONFLITO PROLONGADO"

Israel prepara-se agora para um "conflito prolongado", uma vez que a Jihad Islâmica já prometeu vingar os seus líderes mortos. A ONU, como lhe é habitual, já condenou a "morte de civis", ignorando como sempre faz as tácticas dos terroristas que se escudam atrás de familiares para se protegerem das retaliações israelitas aos seus atentados terroristas. 

O presidente Herzog já deu os parabéns à operação das FDI em Gaza, ao mesmo tempo pedindo aos israelitas que acatem as instruções transmitidas pelo comando da frente 

Esta acção apanhou os terroristas de surpresa. Netanyahu já avisou entretanto os inimigos de Israel para a eventualidade de qualquer escalar da situação, a qual, a acontecer, será respondida de forma decidida. O primeiro-ministro avisou ainda para que "não mexam connosco."

CONDENAÇÃO ÁRABE

As habituais declarações de condenação à intervenção israelita têm entretanto estado a surgir a partir da ONU, do Egipto, da Jordânia e da Autoridade Palestiniana, todos condenando a "agressão" em Gaza que matou 3 militantes e 10 civis.  A própria França também já veio condenar a acção anti-terrorista israelita...O Irão está entretanto a incitar o seu afiliado Hamas para se juntar à retaliação contra Israel. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, abril 08, 2011

ISRAEL ESTÁ ENVIANDO UMA "CLARA MENSAGEM AO HAMAS"

"O nosso objectivo é enviar uma clara mensagem ao Hamas" - afirmou o oficial das Forças de Defesa de Israel, acrescentando ainda que os ataques de retaliação a Gaza podem aumentar. O exército israelita matou entretanto 2 terroristas pertencentes à ala armada do Hamas e que tinham disparado rockets contra Askhelon.
As FDI de Israel continuavam neste final de tarde a bombardear posições na Faixa de Gaza em resposta ao incessante disparar de rockets contra Israel.
A Força Aérea atacou uma célula de lançadores de rockets contra Israel que dispararam 4 foguetes contra Askhelon, 3 dois quais interceptados pelo novo sistema anti-míssil.
Um dos indivíduos mortos era um comandante do Hamas, Rayid Shehadeh, de 27 anos.
Mais de 24 horas depois de começar a bombardear intensamente posições terroristas em Gaza, oficiais das FDI afirmaram não ter intenções de parar, e que a intensidade do ataques pode até ser intensificada até que as organizações terroristas entendam a mensagem.
"O nosso alvo é fazer passar a mensagem ao Hamas, para clarificar que não aceitaremos incidentes como o que ontem aconteceu" - informou um oficial, referindo-se ao ataque de ontem contra um autocarro escolar que deixou em estado crítico um rapaz de 16 anos, Daniel Viflic, que luta desesperadamente no hospital para conseguir sobreviver. O inqualificável ataque de ontem contra um "autocarro amarelo" foi na verdade provocado para chacinar crianças, uma vez que toda a gente sabe que um autocarro amarelo é usado pelas escolas, tornando-se assim um símbolo a respeitar. Mas o terroristas desconhecem esse palavra tão querida para nós: "respeito pela vida humana". Para eles isso nada significa. Afinal, o que poderia significar para bandidos que se escudam atrás de crianças e que as manipulam para que se tornem verdadeiras bombas mortíferas?
Israel perdeu a paciência. Já tínhamos há dias previsto que tal iria acontecer. Já que a ONU nada faz, nem sequer condenou o bárbaro ataque de ontem e que podia ter dizimado várias vidas de inocentes, já que todos viram a cara quando se trata de legitimizar o direito a Israel a se defender, a nação, cansada de tanta hipocrisia, entrega aos militares a resolução do problema que ameaça as populações do sul do país.
Israel sabe que os terroristas só entendem a linguagem da força, pelo que irão experimentá-la, até que entendam de uma vez por todas que a violência contra civis inocentes não é o caminho.
Shalom, Israel!