Mostrar mensagens com a etiqueta islamismo na europa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta islamismo na europa. Mostrar todas as mensagens

sábado, janeiro 26, 2013

A ISLAMIZAÇÃO DA EUROPA CRESCE ACELERADAMENTE


Os extremistas islâmicos estão a criar "zonas proibidas" em cidades europeias interditas a não-muçulmanos.
Muitas das "zonas proibidas" funcionam como micro-estados governados pela lei islâmica do sharia. As autoridades locais desses países europeus anfitriões perderam efectivamente o controle dessas áreas e em muitos casos estão incapazes de providenciar até ajuda pública prática como policiamento, bombeiros, socorro a incêndios e serviço de ambulâncias. 
MESQUITA NO LESTE DE LONDRES
As áreas "interditas" são o resultado de décadas de políticas multiculturais que têm encorajado os imigrantes muçulmanos a criarem sociedades paralelas e a continuarem segregados em vez de se tornarem integrados nas culturas das nações europeias que os acolhem.
Na Inglaterra, por exemplo, um grupo islâmico denominado "Islâmicos contra os Cruzados" lançou uma campanha para fazer com que doze cidades inglesas - incluindo aquilo a que já chamam de "Londonistão" - se tornem estados independentes islâmicos. Os assim chamados emirados islâmicos funcionariam como enclaves autónomos governados pela sharia (lei) islâmica, operando totalmente fora da jurisprudência britânica.
O projecto dos emirados islâmicos já planeou que as cidades britânicas de Birmingham, Bradford, Derby, Dewsbury, Leeds, Leicester, Liverpool, Luton, Manchester, Sheffield, bem como Waltham Forest, no nordeste de Londres e Tower Hamlets, no leste de Londres passem a ser territórios abrangidos pela lei sharia.
Na região de Tower Hamlets, no leste de Londres (também conhecida por República Islâmica de Tower Hamlets), por exemplo, pregadores muçulmanos extremistas apelidados de "talibãs de Tower Hamlets", emitem regularmente ameaças de morte a mulheres que se recusem a usar o véu islâmico. As ruas próximas têm sido "decoradas" com cartazes afirmando: "Você está entrando em uma zona controlada pela sharia. Regras islâmicas em vigor". 
Na região de Bury Park, em Luton, os muçulmanos têm sido acusados de "limpeza étnica", por ameaçarem de tal forma os não-muçulmanos ao ponto de muitos deles saírem dos bairros muçulmanos. Em West Midlands, dois pregadores cristãos foram acusados de "crimes de ódio" por andarem a distribuir folhetos evangelísticos numa área predominantemente muçulmana de Birmingham.

NA FRANÇA
Na França, largas porções de bairros muçulmanos são agora considerados pela própria polícia como "zonas interditas". Na última contagem, existem 751 zonas urbanas sensíveis, já assim denominadas por eles.
Cerca de 5 milhões de muçulmanos vivem nestas "zonas urbanas sensíveis", apelidadas de "zus" pela própria polícia francesa, sendo que o próprio estado francês perdeu o controle das mesmas.
Os imigrantes muçulmanos estão também a controlar já outras partes da França. Em Paris e em outras cidades francesas com largas populações muçulmanas, como Lyon, Marselha, e Toulouse, milhares de muçulmanos fecham ruas e passeios (e por extensão os pequenos negócios locais, encurralando os residentes não-muçulmanos dentro das suas casas e escritórios) de forma a acomodarem as crescentes multidões de fiéis para as orações das sextas-feiras.
Algumas mesquitas também transmitem sermões pelos seus altifalantes e cantos "Allahu Akbar" para serem ouvidos pelas ruas fora.

NA BÉLGICA
Na capital belga Bruxelas, que já é 20% islâmica, alguns bairros de imigrantes tornaram-se "zonas interditas" para a polícia, que já é recebida muitas vezes com pedras atiradas pelos jovens muçulmanos. No distrito Kuregem de Bruxelas, que muitas vezes se assemelha a um palco de guerra, a polícia é obrigada a patrulhar a área com dois carros: um para realizar as patrulhas e o outro para dar apoio ao primeiro no caso de este ser atacado.
No distrito Molenbeek de Bruxelas, a polícia recebeu ordens para não beber café ou comer sanduíches em público durante o mês islâmico do Ramadão.

NA ALEMANHA
Na Alemanha, o comissário da polícia Bernhard Witthaut, numa entrevista dada a 1 de Agosto ao jornal Der Westen revelou que os imigrantes muçulmanos estão a impôr "zonas interditas" em cidades por toda a Alemanha a um ritmo alarmante.

NA ITÁLIA
Na Itália, os muçulmanos têm estado a reservar a Praça Venezia, em Roma, para orações públicas. Em Bolonha, os muçulmanos têm repetidamente ameaçado bombardear a catedral de San Peronio por conter um quadro com 600 anos inspirado pela obra "Inferno" de Dante e que apresenta Maomé sendo atormentado no inferno.

NA HOLANDA
Na Holanda, um tribunal holandês ordenou ao governo que revelasse ao público uma lista politicamente incorrecta de 40 "zonas interditas" na Holanda. Os cinco principais bairros muçulmanos problemáticos estão em Amesterdão, Roterdão e Utreque. A área Kolenkit em Amesterdão é o principal "distrito problemático" do país.

NA SUÉCIA
MESQUITA DE MALMO
Na Suécia, país onde vigoram as leis de imigração mais liberais de toda a Europa, grandes pedaços da cidade de Malmo, no sul do país, e que já é mais de 25% muçulmana, são já "zonas interditas" ao não muçulmanos.
Tanto os bombeiros como outros prestadores de serviços de socorro recusam-se a entrar em algumas partes da cidade de Malmo sem uma escolta policial a acompanhá-los. No bairro de Rosengaard, predominantemente islâmico, a taxa de desemprego entre os homens é superior a 80%. Quando os bombeiros tentaram apagar um incêndio na principal mesquita da cidade de Malmo foram recebidos com pedras. 
Na cidade sueca de Gothenburg, os carros da polícia já são muitas vezes atacados com petardos, tendo já cerca de 15 carros da polícia sido destruídos pelos jovens muçulmanos.
Segundo Adly Abu Hajar, o iman residente em Malmo, "A Suécia é o melhor estado islâmico."

Para onde vais Europa? Só Deus sabe...
Shalom!

sexta-feira, outubro 08, 2010

UM SÉRIO AVISO À EUROPA!


Não posso deixar de corroborar este editorial que hoje recebi dos meus amigos da "Ynetnews" de Israel, deveras preocupante e urgente para que não exija de nós uma séria e profunda reflexão...e quem sabe: alguma acção?
Passo a transcrever:

"Bom dia, Europa! Olá para ti, meu caro continente. Tenho estado há algum tempo a querer escrever-te umas poucas palavras, como vizinho próximo que és aqui de nós no Médio Oriente, nós que tanto gostamos de passear pelas tuas maravilhosas paisagens, e cujas raízes são tão profundas no continente.
Foste o nosso lar por milhares de anos, e especialmente nos últimos mil. Conhecemos bons tempos de boas relações de vizinhança bem como de prosperidade económica, cultural e espiritual. Contudo, conhecemos também dias difíceis de ódio, expulsões, humilhações e difamações raciais. Oh, se não conhecemos esses dias...
De algum modo, sobrevivemos; tanto tu como eu. Para nossa tristeza, e para tua vergonha, não fomos nós que escolhemos terminar a nossa relação contigo, querido continente. Poderíamos ter mantido relações e cooperação de boa vizinhança durante muitos mais anos, porém por razões só tuas escolheste pôr literalmente um fim a esta parceria.
O plano foi formulado no teu solo, os campos foram aí construídos e os comboios andaram por aí; os sepulcros foram cavados no teu solo e o sangue correu para os teus rios. Dentro de um pequeno espaço de tempo cortaste uma presença judaica significativa de mais de 1000 anos. Assassinaste e expulsaste milhões de leais cidadãos judeus. Não só os eliminaste a eles, mas também a todas as suas contribuições para a cultura, economia, arte, humanidades, instrução académica, literatura, medicina, educação, comércio, banca, e vida em geral.
Eu ando há muito para te escrever, mas não tem funcionado. Porém, esta semana, e depois de ter visto duas coisas, decidi que tenho de dizer algumas poucas coisas.
Em primeiro lugar, vi relatos preparads por toda a sorte de peritos em demografia e em sociologia, que indiciam que dentro de poucos anos, tu, Europa, ter-te-ás tornado muçulmana. Em alguns estados europeus, 50 % de todos os nascimentos actuais já são muçulmanos. Se juntarmos isto às baixas taxas de natalidade dos europeus não-muçulmanos - aí estás tu, a Europa branca e cristã a tornar-te num continente muçulmano.
Estás verdadeiramente tentando a te engajares em batalhas de rearmamento contra este fenómeno - contra mesquitas na Suíça, contra burqas na França, contra a imigração e contra muita coisa mais. Porém tu também já reconheceste que esse comboio não pode ser mais parado. Ninguém será capaz de proibir uma mulher muçulmana de colocar um véu. Na verdade, as iluminadas, liberais e escassamente vestidas mulheres europeias reconhecem que pode chegar o dia em que o islamismo radical irá ganhar suficiente força para acabar com a festa.
A segunda coisa que eu vi foram os avisos aos viajantes emitidos por muitos estados alertando os seus cidadãos para não se deslocarem à Europa, por receios de terrorismo. Alguém já notou (e não foi necessariamente um judeu) que apesar de nem todos os muçulmanos serem terroristas, por aguma razão a maioria dos terroristas são muçulmanos.
Meu caro continente: estás lentamente começando a entender com o que estás lidando. Estás começando a compreender o tipo de religião e cultura trazidos pelo islamismo radical. Subitamente descobres o ódio e a cultura do martírio, bem como a intolerância, o isolamento e a alienação face à verdadeira democracia, e o apagar dos direitos humanos e do das mulheres.
Subitamente, o Islão radical fica entalado como uma espinha na garganta da Europa. Não a consegues extrair - porque isso iria imediatamente levantar gritos de racismo, xenofobia e direitos humanos, e o bulício habitual - mas também não a consegues engolir, porque a branca, democrática, liberal e cristã cultura europeia não pode conter tais elementos radicais, culturais e religiosos. Vai terminar numa grande explosão, e isso em mais do que uma forma.
Caro continente: não há vácuo neste mundo. Tu expulsaste-nos e exterminaste-nos, e ficaste com o mundo muçulmano no lugar. De princípio era bonito apanhar um pouco da atmosfera e brisa oriental, contudo com a passagem do tempo a tempestade do radicalismo islâmico chegou, e agora ameaça varrer-te, meu querido vizinho.
Agora, começas a dormir na cama que armaste. De repente começas a descobrir mulheres envergando véus, olhos zelosos e mesquitas em todas as esquinas. De repente começas a ter que lidar com altas taxas de natalidade, uma cultura com características radicais que cultivaste, e terrorismo e violência que ignoraste. Não podes negar isto por muito mais tempo. A confrontação já chegou. Infelizmente, nós por cá já somos peritos na matéria, apesar de por aqui também não haver falta de indivíduos ingénuos e hipócritas.
A primeira vez que o Criador decidiu arrasar o mundo como resultado da nossa conduta, Ele concordou em permitir à humanidade uma outra chance. Ele disse a Noé para entrar na arca para criar uma nova base para o mundo e produzir uma humanidade mais decente. A arca foi a oportunidade para o mundo; um abrigo momentâneo.
Assim, querida Europa, serás suficientemente inteligente para preparares antecipadamente uma Arca de Noé física e cultural para poderes sobreviver e te preservares? Ou será que a tua agressividade, arrogância e hipocrisia não te deixarão admitir o desastre que atraíste para ti mesma, tornando-te num continente que vive num tempo emprestado?"

E eu comento: este aviso talvez até já venha tarde. Não o aviso, mas aquilo que se faz com ele. Tal como aconteceu com Noé e a sua arca...
Shalom, Israel!