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quarta-feira, maio 04, 2011

BENVINDOS À EURÁBIA - O FIM DA EUROPA, TAL COMO A CONHECEMOS



À medida que a população islâmica cresce, podemos estar a assistir ao fim da Europa, tal como a conhecemos hoje.
Estamos a atravessar a auto-extinção da civilização europeia que moldou a época em que vivemos. No seu novo bestseller "Civilização", o reconhecidíssimo historiador de Harvard, Niall Ferguson, escreve: "Se a população muçulmana no Reino Unido continuar a crescer a uma taxa anual de 6,7% (tal como aconteceu entre 2004 e 2008), a sua percentagem no total da população inglesa irá crescer dos cerca de 4% em 2008 para 8% em 2020, para 15% em 2030, e 28% em 2040, ultrapassando finalmente os 50% em 2050."
Mas Ferguson não está só no uso do termo "Eurábia", para descrever um continente europeu islamizado: A historiadora Bat Ye'or gastou a sua carreira estudando o fenómeno, e o professor Bernard Lewis disse ao diário alemão "Die Welt" que "a Europa terá maiorias islâmicas pelo menos até ao final do século XXI".
Espera-se que o número global de muçulmanos deve saltar 35% nos próximos 20 anos, crescendo duas vezes mais rápido que a população não-islâmica - e isto não e a opinião destes "eurofóbicos" - mas do famoso US Pew Forum, que publicou projecções para o crescimento da população muçulmana entre 2010 e 2030.
Os números mais assustadores estão na Europa. Alguns dos maiores aumentos da população muçulmana na Europa em números absolutos para os próximos 20 anos devem ocorrer no Reino Unido, França, Itália e Alemanha. As populações muçulmanas na Itália e na Suécia estão projectadas para "mais do dobro do tamanho". O cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana, avisou acerca do "lento suicídio demográfico" e o padre italiano Piero Gheddo, deão dos missionários do Vaticano, avisou que "a Europa será dominada pelo Islão no espaço de poucas gerações".
Uma baixa taxa da fertilidade na Europa, imigração massiça de países muçulmanos e uma minoria islâmica confiante estão fazendo do berço da civilização ocidental a sua própria sepultura. Tal como o historiador Walter Laqueur avisou, estes são "os últimos dias da Europa".
Ano após ano, o número de nascimentos em toda a Europa caiu em comparação com o número de mortes. Para que haja uma população estabilizada, uma nação precisa de uma taxa de fertilidade de 2.1 novos nascimentos por mulher. Essa é a situação geral na América. Israel tem uma significativa taxa de 2.6. A Itália tem entretanto uma das mais baixas taxas de fertilidade do mundo inteiro: 1.3. Mark Steyn,  autor da obra "America sozinha" alertou que no final do século 21 pode "ainda haver uma região geográfica marcada no mapa como Itália, mas tal será apenas uma mera designação oficial."
Segundo o jornalista americano Cristopher Caldwel, na Áustria, conquanto que no século XX 90% da população fosse católica,  o Islão pode tornar-se na religião maioritária entre os austríacos com menos de 15 anos de idade no ano  2050. Nas quatro maiores cidades da Holanda, Amesterdão, Roterdão, The Hague e Utrecht, o nome "Maomé", já é o mais usado para os recém nascidos. O mesmo acontece em Bruxelas, capital da União Europeia.
Em outras regiões, por exemplo em Espanha, no ano de 1998 só 3,2% da população era de origem estrangeira. Hoje já são mais de 15%. Segundo o Pew Forum, a população islâmica da França aumentará dos actuais 4,7 milhões para 6,9 milhões em 2030. A demografia está na verdade a mudar todas as cidades europeias: as populações de Amesterdão, Bruxelas e Marselha já são entre 20 a 25% muçulmanas; Birminghan, Colónia, Copenhaga, Londres, Paris, Roterdão, Estocolmo, Estrasburgo, e The Hague são entre 10 a 20% muçulmanas; Berlim, Hamburgo e Viena são entre 5 a 10% muçulmanas.
O problema é que o grupo demográfico de maior crescimento populacional na Europa é também o mais religioso e o mais resistente às bênçãos de uma democracia liberal. Não é difícil imaginar como esta confrontação entre uma apatia ateística europeia e um turbilhão teológico muçulmano irá acabar.
A Irmandade Muçulmana dirige a maioria das mesquitas europeias. Os seus grupos da linha da frente são cortejados pelos governos e pelos mídia ocidentais. A Europa é uma das suas prioridades. Eles chamam-lhe: "dar al shaadi", ou seja: terra de missão. Yusuf al Qaradawi, o mais famoso guru da Irmandade, falou claramente: "O Islão vai retornar à Europa, não pela espada, mas pelo proselitismo."
A Europa arrisca-se a perder todos os seus preciosos dons: a dignidade humana, a liberdade de consciência, a liberdade de expressão, a autoridade da lei, a separação entre o estado e a mesquita. Por toda a Europa há dezenas de jornalistas, cartunistas e escritores que vivem debaixo de ameaças terroristas.
Os últimos ficheiros do WikiLeaks revelaram que pelo menos 35 terroristas presos em Guantanamo estavam radicalizados em mesquitas londrinas antes de terem sido enviados para combater o ocidente. Existem no Reino Unido 80 tribunais sharia funcionando como um apartheid legalizado dentro da lei comum. Estes tribunais baseiam-se na rejeição do princípio da inviolabilidade dos direitos humanos. Os tribunais formalizam o "talaq", o repúdio da mulher por parte do marido, a poligamia, o direito a 'repreender' a esposa e a prevenção de casamentos entre credos diferentes.
A Holanda - com todas as suas leis contra a descriminação - já é uma sociedade segregada. As maiores mesquitas na Europa já fazem parte da luxuriante, verde e aquosa paisagem rural holandesa. No Teatro Zuidplein, um dos mais prestigiados de Roterdão, um balcão inteiro está reservado para as mulheres muçulmanas. Isto não está a acontecer no Paquistão ou na Arábia Saudita, mas na cidade de onde partiram os "pais fundadores" dos Estados Unidos da América.
A publicação The Economist, conhecida por posicionar-se longe de idéias anti-islâmicas referiu-se a Roterdão como o "pesadelo eurábico." O pesadelo está ameaçando também os judeus. Segundo a Agência Judaica, no ano passado, o anti-semitismo na Europa foi "o pior desde a 2ª Guerra Mundial", e só irá piorar no futuro. Livros como o Mein Kampf e Os Protocolos dos Sábios de Sião são bestsellers proeminentemente expostos em lojas muçulmanas na Rua Edgware, no coração de Londres.
Não esqueçamos Ilan Halimi, um jovem judeu de Paris, raptado e torturado sem que ninguém interviesse nas zonas residenciais adjacentes ao seu prédio. Os residentes ouviram os gritos de Halimi, mas ninguém disse uma palavra.
Na Suécia, um país descrito pelo The Guardian como "o maior sucesso que o mundo jamais conheceu", os judeus estão a abandonar grandes cidades como Malmo, devido a razões de segurança e ataques anti-semitas. Frits Bolkestein, o guru liberal holandês, acabou de despoletar um rastilho na Holanda ao afirmar que "os judeus não têm futuro aqui e deviam emigrar para os EUA ou Israel."
A famosa Holanda de Baruch Espinoza, abrigo dos judeus portugueses e espanhóis que fugiram à Inquisição, está abrindo portas a um reino de temor, intimidação e subjugação. Os judeus estão também a fugir de Antuérpia, a cidade outrora orgulhosamente apelidada de "Jerusalém do Norte".
O anti-semitismo é uma erupção do barbarismo na nossa civilização, e os judeus têm sempre sido um barómetro de tolerância. Quando os judeus tiverem saído de Amesterdão e de Antuérpia, nada será igual na Europa. Não nos deveríamos surpreender se, um dia, sob a bandeira da Eurábia, estes novos europeus tentarem expelir os descendentes do Holocausto da Terra de Israel. Este segundo Shoah (Holocausto) chamar-se-á: "Paz e Justiça para a Palestina".

Nota: este artigo foi escrito por Giulio Meotti, e publicado originalmente em "Ynetnews.com".
Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 08, 2010

UM SÉRIO AVISO À EUROPA!


Não posso deixar de corroborar este editorial que hoje recebi dos meus amigos da "Ynetnews" de Israel, deveras preocupante e urgente para que não exija de nós uma séria e profunda reflexão...e quem sabe: alguma acção?
Passo a transcrever:

"Bom dia, Europa! Olá para ti, meu caro continente. Tenho estado há algum tempo a querer escrever-te umas poucas palavras, como vizinho próximo que és aqui de nós no Médio Oriente, nós que tanto gostamos de passear pelas tuas maravilhosas paisagens, e cujas raízes são tão profundas no continente.
Foste o nosso lar por milhares de anos, e especialmente nos últimos mil. Conhecemos bons tempos de boas relações de vizinhança bem como de prosperidade económica, cultural e espiritual. Contudo, conhecemos também dias difíceis de ódio, expulsões, humilhações e difamações raciais. Oh, se não conhecemos esses dias...
De algum modo, sobrevivemos; tanto tu como eu. Para nossa tristeza, e para tua vergonha, não fomos nós que escolhemos terminar a nossa relação contigo, querido continente. Poderíamos ter mantido relações e cooperação de boa vizinhança durante muitos mais anos, porém por razões só tuas escolheste pôr literalmente um fim a esta parceria.
O plano foi formulado no teu solo, os campos foram aí construídos e os comboios andaram por aí; os sepulcros foram cavados no teu solo e o sangue correu para os teus rios. Dentro de um pequeno espaço de tempo cortaste uma presença judaica significativa de mais de 1000 anos. Assassinaste e expulsaste milhões de leais cidadãos judeus. Não só os eliminaste a eles, mas também a todas as suas contribuições para a cultura, economia, arte, humanidades, instrução académica, literatura, medicina, educação, comércio, banca, e vida em geral.
Eu ando há muito para te escrever, mas não tem funcionado. Porém, esta semana, e depois de ter visto duas coisas, decidi que tenho de dizer algumas poucas coisas.
Em primeiro lugar, vi relatos preparads por toda a sorte de peritos em demografia e em sociologia, que indiciam que dentro de poucos anos, tu, Europa, ter-te-ás tornado muçulmana. Em alguns estados europeus, 50 % de todos os nascimentos actuais já são muçulmanos. Se juntarmos isto às baixas taxas de natalidade dos europeus não-muçulmanos - aí estás tu, a Europa branca e cristã a tornar-te num continente muçulmano.
Estás verdadeiramente tentando a te engajares em batalhas de rearmamento contra este fenómeno - contra mesquitas na Suíça, contra burqas na França, contra a imigração e contra muita coisa mais. Porém tu também já reconheceste que esse comboio não pode ser mais parado. Ninguém será capaz de proibir uma mulher muçulmana de colocar um véu. Na verdade, as iluminadas, liberais e escassamente vestidas mulheres europeias reconhecem que pode chegar o dia em que o islamismo radical irá ganhar suficiente força para acabar com a festa.
A segunda coisa que eu vi foram os avisos aos viajantes emitidos por muitos estados alertando os seus cidadãos para não se deslocarem à Europa, por receios de terrorismo. Alguém já notou (e não foi necessariamente um judeu) que apesar de nem todos os muçulmanos serem terroristas, por aguma razão a maioria dos terroristas são muçulmanos.
Meu caro continente: estás lentamente começando a entender com o que estás lidando. Estás começando a compreender o tipo de religião e cultura trazidos pelo islamismo radical. Subitamente descobres o ódio e a cultura do martírio, bem como a intolerância, o isolamento e a alienação face à verdadeira democracia, e o apagar dos direitos humanos e do das mulheres.
Subitamente, o Islão radical fica entalado como uma espinha na garganta da Europa. Não a consegues extrair - porque isso iria imediatamente levantar gritos de racismo, xenofobia e direitos humanos, e o bulício habitual - mas também não a consegues engolir, porque a branca, democrática, liberal e cristã cultura europeia não pode conter tais elementos radicais, culturais e religiosos. Vai terminar numa grande explosão, e isso em mais do que uma forma.
Caro continente: não há vácuo neste mundo. Tu expulsaste-nos e exterminaste-nos, e ficaste com o mundo muçulmano no lugar. De princípio era bonito apanhar um pouco da atmosfera e brisa oriental, contudo com a passagem do tempo a tempestade do radicalismo islâmico chegou, e agora ameaça varrer-te, meu querido vizinho.
Agora, começas a dormir na cama que armaste. De repente começas a descobrir mulheres envergando véus, olhos zelosos e mesquitas em todas as esquinas. De repente começas a ter que lidar com altas taxas de natalidade, uma cultura com características radicais que cultivaste, e terrorismo e violência que ignoraste. Não podes negar isto por muito mais tempo. A confrontação já chegou. Infelizmente, nós por cá já somos peritos na matéria, apesar de por aqui também não haver falta de indivíduos ingénuos e hipócritas.
A primeira vez que o Criador decidiu arrasar o mundo como resultado da nossa conduta, Ele concordou em permitir à humanidade uma outra chance. Ele disse a Noé para entrar na arca para criar uma nova base para o mundo e produzir uma humanidade mais decente. A arca foi a oportunidade para o mundo; um abrigo momentâneo.
Assim, querida Europa, serás suficientemente inteligente para preparares antecipadamente uma Arca de Noé física e cultural para poderes sobreviver e te preservares? Ou será que a tua agressividade, arrogância e hipocrisia não te deixarão admitir o desastre que atraíste para ti mesma, tornando-te num continente que vive num tempo emprestado?"

E eu comento: este aviso talvez até já venha tarde. Não o aviso, mas aquilo que se faz com ele. Tal como aconteceu com Noé e a sua arca...
Shalom, Israel!