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quarta-feira, abril 07, 2010

JORDÂNIA TAMBÉM QUER JERUSALÉM

A Jordânia não larga os seus "direitos" de soberania e responsabilidade sobre o Monte do Templo - anunciou Abdel Salam Abbadi, ministro jordano para os assuntos e lugares santos islâmicos.
O ministro disse que apesar da decisão tomada em 1988 para a Jordânia se desligar da Judéia e Samaria, não se desliga de Jerusalém e dos lugares sagrados.
Observadores comentam que as afirmações do ministro não se dirigiram unicamente aos ouvidos israelitas. Pode ser que a Jordânia queira vincar a sua reivindicação sobre Jerusalém por a Autoridade Palestiniana estar actualmente exigindo a Cidade santa para os palestinianos, com o visível apoio dos Estados Unidos, sendo que os jordanos não querem ficar de fora.
Representantes oficiais da Autoridade Palestiniana encontram-se actualmente nos Estados Unidos com as mãos cheias de mapas e outros documentos que tencionam apresentar à administração americana como prova de que a AP é capaz de controlar áreas sob sua jurisdição. Esta apresentação visa engrossar novas exigências a Israel por mais terras, incluindo zonas de Jerusalém, como é o caso de Abu Dis.


Jerusalém, "a pedra pesada" e o "cálice de tontear"...
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 28, 2009

CADA VEZ MAIS PRÓXIMOS DA PROFECIA DE ZACARIAS 12:2-3

O mundo inteiro volta-se mais uma vez contra Jerusalém!
A recente decisão do governo soberano de Israel sediado na sua capital eterna de Jerusalém de construir mais 700 habitações em Jerusalém oriental está-se tornando num "copo de tremor" ou "cálice de tontear" para todos os povos do mundo!
Desde o governo de Washington aos governos europeus, a condenação é unânime, como se Israel precisasse da autorização desses "amigos" para construir onde muito bem entender no seu território...!
De Washington ouve-se: "O estatuto da capital tem de ser resolvido pelas partes através de negociações".
A actual presidência da União Europeia, por mais alguns dias nas mãos da Suécia, avisa: "Aldeamentos em terra ocupada são ilegais sob a lei internacional".
Os EUA "opõem-se a novas construções". Pois podem opôr-se à vontade: Israel continuará a construir naquela terra que Deus confiou a um povo, o povo eleito. E quanto mais oposição internacional existir, mais "pesada" será a pedra que cairá sobre essas nações que teimam em se opôr aos planos de Deus!
Shalom, Israel!