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sábado, julho 06, 2024

FALECEU UM DOS HERÓIS MAIS ICÓNICOS DA GUERRA DOS SEIS DIAS


Um dos 3 para-quedistas heróis celebrizados pela famosa foto tirada no dia 7 de Junho de 1967 junto ao Muro Ocidental, o Dr. Yitzhak Yifat (o do meio na foto), faleceu hoje com a idade de 81 anos. A foto, tirada por David Rubinger, captou a alegria e o fascínio estampado nas caras dos 3 heróis pouco depois de terem recuperado a Cidade Santa de Jerusalém, no final da Guerra dos Seis Dias, mais especificamente o Monte do Templo e o Kottel - o Muro Ocidental - até então vedado aos judeus pelas forças ocupantes da Jordânia. Na altura da conquista eles ainda não sabiam que aquele era "o Muro" tão querido dos judeus, só tendo recebido a confirmação algum tempo depois. 

Na foto, da esquerda para a direita: Tzion Karasenti, YitzhakYifat e Chaim Oshri. A foto da direita foi tirada no mesmo local, exactamente 50 anos depois, ou seja, no dia 7 de Junho de 2017. 

Yifat formou-se e trabalhou como médico ginecologista. 

A reconquista do Monte do Templo foi um dos momentos cruciais e determinantes desta guerra, e o então ministro da Defesa Moshe Dayan tornou-se no grande herói da mesma, tendo estado à frente das tropas vitoriosas que em apenas 6 dias venceram 5 países inimigos e reconquistaram território bíblico, como partes da Judeia e Samaria, os montes Golan e a parte oriental da cidade de Jerusalém. 

Foi de facto um dos momentos mais importantes da História do século 20.

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 07, 2022

JERUSALÉM FOI LIBERADA HÁ PRECISAMENTE 55 ANOS!

                                          7 de Junho de 1967 > 7 de Junho de 2022

Faz hoje precisamente 55 anos que os valentes paraquedistas israelitas reconquistaram Jerusalém das mãos dos seus inimigos árabes, libertando e unificando a Cidade para sempre!


Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 07, 2021

FAZ HOJE 54 ANOS QUE JERUSALÉM VOLTAVA ÀS MÃOS DOS JUDEUS APÓS 2 MIL ANOS DE DISPERSÃO

A História mudou radicalmente no ano de 1967. Uma das profecias mais conhecidas relacionadas com a Cidade santa de Jerusalém cumprir-se-ia no dia 7 de Junho desse ano, quando os heróicos paraquedistas das Forças de Defesa de Israel libertaram a Cidade velha das mãos dos invasores jordanos, após 19 anos de ocupação da parte oriental da Cidade, da Judeia e Samaria (politicamente denominadas "Margem Ocidental").


A emoção sentida por aqueles jovens militares foi indescritível. Conseguir chegar junto ao Muro, cujo acesso lhes era interdito há 2 mil anos, subir ao Monte do Templo, ver de perto os locais mais sagrados ao judaísmo e que os seus avós tanto sonharam ver, ultrapassa tudo o que se pode expressar por palavras. 



E não é para admirar: a profecia do Messias Jesus relatada em Lucas 21.24 estava-se cumprindo naquele mesma dia: "...Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem."  Isso quer dizer que depois da expulsão dos judeus da Cidade no ano 70 d.C., os judeus seriam dispersos pelo mundo fora, mas voltariam um dia, e reconquistariam a sua Cidade, passando a dominá-la e a fazer dela o centro das suas atenções e do seu governo nacional. 

Ao chegarem junto do Muro e tocarem nas suas pedras milenares, os soldados israelitas recitaram a bênção: "Bendito és Tu, Senhor Deus, Rei do Universo, que nos tens sustentado e guardado e nos trouxeste a este dia." Junto deles, encontrava-se o famoso rabi Shlomo Goren, que pronunciou a bênção: "Bendito és Tu, que confortas a Sião e edificas Jerusalém." Os soldados cantaram então o "Hatikva" junto ao Muro. Após uma oração pelos soldados caídos naquela guerra, e com os presentes a chorar pelos seus camaradas, o rabi Goren fez soar o shofar, afirmando de seguida: "Este ano numa Jerusalém reconstruída! Na antiga Jerusalém!"

Jerusalém estava libertada ao fim de 2 mil anos! Voltava às mãos do povo judeu! Foi um momento de festa para os judeus de todo o mundo. Para muitos, tratava-se de um presente de Deus. 

E o Monte do Templo voltaria também às mãos dos judeus: "O Monte do Templo está nas nossas mãos! Repito: o Monte do Templo está nas nossas mãos!" - ouviu-se. Mais tarde, o general Moshe Dayan, num gesto ainda hoje contestado, decidiu entregar a administração do Monte aos jordanos muçulmanos, de forma a não iniciar um alegado conflito mundial...

Passaram-se 54 anos. Jerusalém é hoje uma cidade muito diferente, pujante, alegre e unificada. Sabe-se que o epicentro do conflito final terá novamente o seu foco na Cidade, e as últimas semanas são a prova de que os tempos finais se aproximam. Mas, quando num futuro próximo Jerusalém for cercada pelos exércitos, e estiver quase perdida, será o próprio Messias a intervir, vindo com os Seus exércitos desde os Céus para derrotar os inimigos, libertar a Cidade e salvar o Seu povo!



Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 07, 2017

E AO TERCEIRO DIA... JERUSALÉM FOI LIBERTADA. FAZ HOJE EXACTAMENTE 50 ANOS!

O "terceiro dia" é muito importante no calendário divino. 
Foi ao terceiro dia que Ele ressuscitou o Seu Filho dentre os mortos. Foi ao terceiro dia profético (1 dia = 1 ano) que o povo judeu renasceu das cinzas e declarou a sua independência na Terra de Israel (1945 - 1948). 
E foi ao terceiro dia da mítica Guerra dos Seis Dias que as vitoriosas tropas israelitas reconquistaram Jerusalém, até então ocupada pelos jordanos muçulmanos.
Para Deus não há coincidências. Tudo funciona segundo "os Seus decretos." 
"Depois de dois dias nos ressuscitará; ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante d' Ele." (profeta Oséias 6:2)

JERUSALÉM LIBERTADA DO JUGO DOS MUÇULMANOS
Exactamente no dia 7 de Junho de 1967, ao terceiro dia da Guerra dos Seis Dias, as tropas israelitas entraram na Cidade santa de Jerusalém, travando intensos combates e conseguindo chegar até ao símbolo actual mais importante para os judeus: O Muro Ocidental! 
Descrever as emoções vividas e sentidas por aqueles heróis seria um trabalho debalde, pelo que não nos atrevemos a tal empreendimento, apenas relatar os factos que mudaram para sempre a História de Israel, do povo judeu e da própria humanidade. 

"Após as 48 horas da batalha (pela libertação de Jerusalém do domínio jordano), estávamos cansados e suados, os nossos uniformes empoeirados e manchados de sangue, mas quando descemos as escadas e vimos as pedras do Muro Ocidental, muitos dos rapazes começaram a chorar...foi uma coisa extraordinária, difícil de descrever" - testemunhou Zion Karasenti, um dos "rapazes" da foto ao lado, que se tornou um ícone do Dia da Libertação e Reunificação de Jerusalém, há precisamente 1 Jubileu bíblico, 50 anos...

CUMPRIMENTO DA PROFECIA DO MESSIAS JESUS?
Para muitos estudiosos da Bíblia - eu incluído - não restam dúvidas de que a reconquista de Jerusalém, ao fim de 2 mil anos de Dispersão pelos quatro cantos da terra, é o cumprimento das palavras proféticas proferidas pelo Messias Jesus no Monte das Oliveiras: "E cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações; e, até que os tempos dos gentios se completem, Jerusalém será pisada por eles" - Lucas 21.24.

Descrições feitas por soldados egípcios capturados durante esta Guerra referem a presença de milhares de anjos armados que eles viram em várias ocasiões e que os aterrorizaram ao ponto de se porem em fuga, mesmo quando diante deles estava apenas um soldado israelita!

A HISTÓRIA POR TRÁS DA VITÓRIA
Em Junho de 1967, os vizinhos árabes de Israel reuniram exércitos contando quase meio milhão de soldados preparados para invadir Israel. Os líderes árabes anunciaram publicamente a sua intenção de varrer completamente Israel do mapa. Os líderes de Israel temeram e tremeram. Mesmo assim, prepararam-se para o pior e isso levou-os a tomarem acções decisivas para frustrar os desígnios dos seus inimigos. Israel não só venceu a guerra, como acabou conquistando tanto território aos inimigos, que aumentou o seu espaço territorial em 3 vezes!
E...no terceiro dia da Guerra, dia 7 de Junho de 1967, as tropas para-quedistas israelitas libertaram a Cidade velha de Jerusalém!

Pouco antes das 9 da manhã do dia 5 de Junho, o primeiro dia da Guerra, o comandante chefe Uzi Narkiss, mandou uma mensagem ao então presidente do Município de Jerusalém, Teddy Kollek: "Isto é uma guerra. Está tudo em ordem. Você vai ser o prefeito de uma Jerusalém unida. Estamos a experimentar imenso sucesso."
No final do primeiro dia de batalha, Narkiss disse ao rabino Goren: "Prepare um shofar. Você está prestes a fazer História. O que está a acontecer no sul não é nada (a estrondosa vitória contra os egípcios em fuga). A coisa mais importante é a Cidade Velha e o Monte do Templo."
Na manhã do terceiro dia da Guerra, Narkiss falou com o deputado chefe de pessoal Haim Bar-Lev, e disse-lhe o seguinte: "Temos de entrar na Cidade Velha, mas com sensibilidade. Já há pressão para que haja um cessar fogo. Já estamos no canal (referindo-se ao canal de Suez). Os egípcios estão desconectados. Não queremos criar uma situação de enclave na Cidade Velha, tipo Monte Scopus...A questão é como e quando vamos tomar a Cidade Velha. Com o mínimo possível de fogo, não através de bombardeamentos."

"O MONTE DO TEMPLO ESTÁ NAS NOSSAS MÃOS!"
Notícias chegadas entretanto informavam que as tropas jordanas tinham "desabado" e que o "Victoria Augusta (hospital) está nas nossas mãos." Às 9H10, as forças militares deixaram o "posto Efraim" e encaminharam-se para a Cidade Velha. Às 10 da manhã, segundo os registos no diário de Narkiss, foi atirada uma granada de fumo verde para facilitar a passagem dos soldados através do Portão dos Leões. Pouco depois, Gur anunciava:


"O Monte do Templo está nas nossas mãos!"

"QUE A PAZ DESÇA SOBRE TODO O ISRAEL!"
Cerca de uma hora depois, foi recebida uma ordem para que se deixassem os árabes sair através do Portão dos Leões. Ytzak Rabin emitiu uma ordem simultânea para que se abrissem todos os portões da Cidade Velha, e o Ministro para a Defesa Moshe Dayan colocou um papelinho no Muro Ocidental, no qual escreveu: 
"Que a paz desça sobre todo o Israel!"

Horas depois da libertação da Cidade, o então primeiro-ministro Levi Eshkol começou a discutir a questão do controle do Monte do Templo.

E AO SÉTIMO DIA...ISRAEL DESCANSOU!
O Deus de Abraão, Isaque e Jacó deu a Israel a maior vitória militar alguma vez alcançada por aquela nação. O exército e aviação judaicos desbarataram por completo as tropas e o equipamento das 5 nações árabes que se juntaram para acabar com Israel. Bastaram 4 horas para que a aviação israelita acabasse com dois terços de todos os aviões egípcios. 
E ao sétimo dia, Israel descansou...!

Shalom, Israel!