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quinta-feira, julho 23, 2026

MILHARES DE JUDEUS SUBIRAM ESTA MANHÃ AO MONTE DO TEMPLO, MUITOS PARA PARA ORAR!


Aquilo que parecia impossível ainda há bem pouco está agora a acontecer diante dos nossos olhos: neste dia comemorado pelos judeus como lamento pela destruição dos 2 Templos de Jerusalém - o Tisha Bav - vários milhares de judeus 
romperam o status quo e subiram ao monte do Templo para orar. Calcula-se em 3.000 o número dos que o fizeram, incluindo o polémico ministro do Interior, Ben Gvir. A Jordânia, que tem ao seu encargo a administração do espaço, não está nada contente com a situação, que considera "uma flagrante violação" do status quo. Para além destes cerca de 3 mil, várias centenas aguardavam em fila para entrar durante a tarde, pelo que se espera um número recorde de judeus a pisar no monte que para eles tem tudo de sagrado, uma vez que ali estiveram erigidos os 2 Templos de Jerusalém. 

Pouco a pouco, passos vão sendo dados, a caminho da tão desejada construção de um edifício de culto judaico neste Monte...

Shalom, Israel!


segunda-feira, agosto 04, 2025

MINISTRO ISRAELITA DIRIGE ORAÇÕES NO MONTE DO TEMPLO


Violando o status quo desde há muito imposto para o Monte do Templo, que impede os judeus de orarem no mesmo, o ministro da Segurança Nacional Ben Gvir subiu ontem de manhã com uma comitiva ao Monte do Templo, onde dirigiu orações relacionadas com o Tisha B'Av, o dia da tristeza pela destruição dos Templos de Jerusalém. 

Durante a sua visita ao Monte, Ben Gvir emitiu um comunicado no qual ele disse que a resposta israelita aos vídeos de propaganda do Hamas com os reféns israelitas Rom Braslavski e Evyatar David - ambos com um aspecto horrível - deveria ser "conquistar toda a Faixa de Gaza e encorajar a emigração voluntária."

"Tal como provámos ser possível governar no Monte do Templo, podemos conquistar toda a Faixa de Gaza e encorajar a emigração voluntária. Devia ser essa a resposta aos vídeos horrorosos do Hamas."

Ben Gvir dirigiu também orações Shacharit (matinais) no Monte do Templo, sendo a primeiro vez que um líder governamental dirigiu orações naquele espaço ou se envolveu em semelhantes actos religiosos. 

Segundo o status quo imposto para o local, quaisquer actos religiosos judaicos, incluindo cânticos, orações cantadas e ajoelhar-se no recinto são proibidos.


Ben Gvir escreveu na sua rede social que tinha ascendido ao Monte do Templo para o jejum do Tisha B'Av, tendo ali orado pela vitória total de Israel na guerra e pelo regresso a casa dos reféns. 

Como seria de esperar, logo após esta "provocação", vários países árabes demonstraram a sua raiva por esta violação do status quo, classificando-a como "comportamento inflamatório."

Ainda durante o dia de ontem foi emitida uma declaração pelo gabinete do primeiro-ministro, afirmando que a política israelita de manter o status quo no Monte do Templo "não se alterou, nem se alterará."

NÚMERO RECORDE DE VISITANTES JUDEUS

Até ao momento, mais de 3.500 judeus já subiram este ano ao Monte do Templo, um aumento de 32% em relação a igual período do ano passado. A acção de Ben Gvir irá certamente despertar o desejo de outros judeus ascenderem ao seu lugar mais sagrado, actualmente conspurcado pela mesquita de Al Aqsa e pelo Domo da Rocha. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 26, 2025

NESTE "DIA DE JERUSALÉM" JUDEUS SUBIRAM E ORARAM NO MONTE DO TEMPLO


Enquanto se passeava pelo local mais sagrado para o judaísmo, o polémico ministro da Segurança Nacional Ben Gvir declarou esta manhã que as orações judaicas, incluindo a prostração são permitidas no Monte do Templo. Acompanhado de outros ministros do mesmo partido, ele afirmou que "muito judeus estão inundando o Monte do Templo."


"Hoje, graças a Deus, é possível orar e ajoelhar-se no Monte do Templo - damos graças a Deus por isso"
- declarou, acrescentando que ele e os seus colegas tinham vindo "orar pela segurança dos reféns" e "pela vitória na guerra."

Um dos parlamentares foi visto a passear-se pelo Monte ostentando uma bandeira de Israel e repetindo a frase: "O Monte do Templo está nas nossas mãos!" - uma declaração feita pelos militares que há 58 anos reconquistaram este espaço sagrado das mãos dos jordanos. 

Desde há muito que Ben Gvir vem desafiando a permanência do "status quo" relacionado com o Templo, reconquistado por Israel em 1967, mas entregue à administração jordana pelo então ministro Moshe Dayan. 

Ben Gvir já havia visitado a esplanada em Abril passado, provocando fortes reacções negativas dos grupos mais religiosos, que consideram o lugar sagrado, pelo que não pode ser pisado.

Apesar de os judeus não terem permissão para orar no Monte do Templo, a polícia, sob a supervisão do ministro tem estado cada vez mais a tolerar a oração de judeus no espaço. 

Muitos milhares de judeus concentraram-se ontem à noite junto ao Muro Ocidental, com uma gigantesca bandeira de Israel, num espectáculo digno de monta. 


Neste "Dia de Jerusalém" os judeus desfilam pelas ruas da Cidade Velha, comprovando a sua soberania sobre toda a Cidade, a única capital de Israel conheceu até aos dias de hoje. 


GIGANTESCA MANIFESTAÇÃO PRÓ-ISRAEL EM TORONTO

Uma gigantesca marcha pró-Israel teve ontem lugar nas ruas de Toronto, calculando-se em 56.000 os participantes, muitos ostentando bandeiras de Israel, na denominada "Caminhada por Israel." Esta manifestação acontece numa altura em que o governo do Canadá se volta cada vez mais contra Israel, juntando-se a outros países europeus, tais como o Reino Unido, a Espanha e a França. 

AJUDA HUMANITÁRIA COMEÇOU A SER DISTRIBUÍDA EM GAZA

A "Fundação Humanitária de Gaza", uma associação norte-americana iniciou hoje a distribuição directa de ajuda humanitária à população, sem a intervenção nefasta do Hamas. Este trabalho humanitário está sendo feito em cooperação com Israel, esperando-se que até ao final desta semana cerca de 1 milhão de palestinianos residentes em Gaza possam já ter sido ajudados. 


75% DE GAZA EM 2 MESES

Israel concentrou entretanto em Gaza 5 divisões compostas de dezenas de milhar de militares, na disposição de avançar pelo território e conquistar 75% do mesmo nos próximos dois meses. Esta concentração ainda aguarda ordens do governo para avançar, uma vez que têm surgido notícias contraditórias sobre a aceitação ou não do acordo de cessar fogo por parte do Hamas. Esta nova intervenção visa desmantelar por completo o grupo terrorista e forçar à imediata libertação de todos os reféns. 

Shalom, Israel!

terça-feira, maio 23, 2023

"SOMOS OS DONOS DE JERUSALÉM E DE ISRAEL!"- AFIRMOU O MINISTRO BEN-GVIR DE CIMA DO MONTE DO TEMPLO


O número recorde de judeus que ascenderam ao Monte do Templo na passada Quinta-Feira, na véspera do "Dia de Jerusalém" - cerca de 1.200 - comprova o quanto se aproxima o grande conflito mundial provocado pela disputa da soberania do Monte.

Desde há muito que acreditamos ser o Monte do Templo - actualmente conspurcado pela mesquita de al Aqsa e pelo Domo da Rocha - o epicentro do rastilho que despoletará o último dos conflitos, o qual atrairá a intervenção física e directa do próprio Messias. 

Ben-Gvir, o actual Ministro para a Segurança Nacional de Israel, subiu pessoalmente ao Monte do Templo no Domingo passado, e desde ali afirmou que apesar das ameaças do Hamas, Israel continua sendo soberano sobre aquele lugar sagrado: "Sinto-me contente por subir ao Monte do Templo, o lugar mais importante para o povo de Israel. Deve dizer-se que a polícia tem a desempenhar um óptimo trabalho aqui, mais uma vez provando a quem pertence o Monte do Templo. Todas as ameaças do Hamas de nada adiantam, nós somos os donos de Jerusalém e de toda a Terra de Israel" - afirmou o ministro. 

O rabino Shimshon Elbaum, líder da Administração do Monte do Templo, afirmou que a visita de Ben-Gvir dá sentido ao slogan "O Monte do Templo está nas nossas mãos" que recentemente completou 56 anos. Elbaum referia-se à mensagem transmitida via rádio pelo comandante das Forças de Defesa de Israel, Mordechai Gur, logo após a sua brigada ter libertado a Cidade velha dos jordanos em 1967. 

Para além do ministro, cerca de 1.200 judeus ascenderam ao Monte na passada Quinta-Feira, um número recorde, incluindo vários ministros do actual governo de Israel.

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 03, 2023

MINISTRO ISRAELITA SOBE AO MONTE DO TEMPLO PROVOCANDO A CONDENAÇÃO DE PAÍSES ÁRABES


Desafiando os medos e oposições internas, e em especial as ameaças islâmicas, o novo ministro israelita para a Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, do partido direitista em coligação governamental, subiu esta manhã ao Monte do Templo por 15 minutos, suscitando uma enorme vaga de protestos e ameaças dos sectores árabes e palestinianos, não só em Israel, como de países como o Egipto, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita.



Esta visita "provocatória" logo no início da nova governação israelita é uma mensagem clara aos inimigos de Israel de que apesar da administração do espaço onde se encontram a mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha estar nas mãos da Jordânia, todo aquele lugar está inserido no património da Cidade santa de Jerusalém, capital e património do estado de Israel. 

A Jordânia já veio condenar esta visita "nos termos mais duros" alegando que se tratou de "uma violação da sua santidade." Logo de seguida o embaixador israelita em Amman foi chamado para "conversações." O embaixador Eitan Surkis informou os jordanos que Israel continua comprometido com o status quo prevalecente para o local, e que não tinham existido quaisquer violações aos acordos, tanto mais que outros ministros israelitas já o tinham feito no passado. 

O embaixador norte-americano em Jerusalém sublinhou a necessidade de Israel manter o status quo nos lugares sagrados de Jerusalém. 

Os Emirados Árabes Unidos condenaram a "intrusão" e a "invasão do pátio da mesquita de al-Aqsa." Este país do Golfo também apelou ao fim destas "provocações sérias e provocatórias."

Esta "invasão" foi também condenada nesses termos pelo Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita, numa altura em que se tem vindo a falar cada vez mais sobre a normalização das relações entre os dois países. 

O Egipto também "deplorou a invasão da mesquita de al-Aqsa por uma autoridade israelita", alertando sobre as "repercussões negativas" associadas à mesma. 

A Turquia também criticou esta visita, considerando-a como "um acto provocatório do ministro israelita para a segurança nacional."

Outros países árabes como o Catar e o Barein também condenaram esta visita.

O ministro das Relações Exteriores da Autoridade Palestiniana condenou a visita, classificando-a como "uma provocação sem precedentes e um escalar perigoso do conflito." O primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana condenou a visita, acrescentando que tais "incursões" eram uma tentativa para "transformar a mesquita de al-Aqsa num templo judaico."

Vários países europeus, como a França o Reino Unido afirmaram o seu compromisso para com a preservação do status quo no local.

Mas as críticas surgiram também de sectores internos, como do principal rabino sefardita em Israel, Yitzhak Yosef, que lembrou ao ministro da proibição religiosa para se subir ao Monte do Templo, apelando a que não voltasse a fazê-lo para não influenciar o povo de Israel. 



Um responsável do gabinete do primeiro-ministro afirmou entretanto que Netanyahu estava comprometido com a "protecção estrita do status quo no Monte do Templo, sem qualquer mudança."

Este oficial acrescentou que Israel "não se submeterá às directrizes do Hamas", acrescentando que como parte do estado de status quo vários ministros visitaram o Monte no passado, incluindo o ex-ministro para a segurança pública, Gilad Erdan. 

O ministro Ben Gvir não entrou contudo na mesquita. Durante 15 minutos, ele percorreu aquele recinto por volta das 7 da manhã, uma hora em que os judeus têm permissão para subir ao recinto. Ben Gvir já havia visitado este espaço por diversas vezes, mas esta foi a primeira vez em que o fez como ministro.  

Muitos palestinianos rejeitam a noção de que este recinto é sagrado para os judeus, sempre acusando os judeus e os sionistas ao longo de um século de planearem destruir a mesquita, substituindo-a por um templo judaico - uma acusação que não corresponde à opinião dos israelitas em geral. 

O dia da visita não foi escolhido ao acaso. Esta Terça-Feira - o 10º do mês de Tevet - os judeus jejuam e lamentam os eventos que conduziram à destruição do Templo. 

Seja como for, Ben Gvir não se deixou intimidar pelas ameaças: "O nosso governo não se renderá às ameaças do Hamas." E acrescentou: "O Monte do Templo é o local mais importante para o povo de Israel. Nós preservamos a liberdade de movimentos para judeus e cristãos, mas os judeus também sobem ao sítio, e aqueles que fazem ameaças devem ser tratados com punho de ferro."


Desde há muito que Ben Gvir tem advogado uma alteração formal do status quo do Monte do Templo, através do qual os muçulmanos podem rezar e entrar com poucas restrições, ao mesmo tempo que os judeus podem apenas visitar o recinto em horas determinadas, entrando por uma única passagem e percorrendo um trajecto previamente planeado e acompanhados de perto pela polícia. Os judeus não têm permissão para orar no recinto, nem exibir símbolos religiosos judaicos ou a bandeira de Israel, embora nestes últimos anos se venha a assistis a grupos de judeus caminhando e orando em silêncio. 

Shalom, Israel!