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quarta-feira, setembro 05, 2018

CRÓNICAS DE UMA MEMORÁVEL EXCURSÃO A ISRAEL - 4ª Parte

27 DE AGOSTO DE 2018

Quem nunca viu o deserto ficará certamente impressionado com a imensidão, silêncio e contraste que a vista do deserto da Judeia proporciona: é um espaço muito montanhoso, com muito pouca água e vegetação, extremamente seco, muito quente durante o dia e frio à noite, lugar de abrigo dos beduínos e seus rebanhos, dos répteis e de algumas das raras espécies de animais que por ali vão procurando o seu refúgio.
O deserto da Judeia é por diversas vezes referido nas narrativas bíblicas, desde as travessias dos patriarcas por aquelas bandas, às dramáticas fugas do futuro rei David face às ameaças de morte do rei Saul e que o levaram a refugiar-se nas grutas de Ein Gedi, e, nas páginas do Novo Testamento, através do ministério profético itinerante e extremamente ascético de João Baptista.
 

MASSADA
O último bastião judeu ingloriamente conquistado pelos exércitos romanos foi a montanha de Massada, em pleno deserto da Judeia e próxima ao Mar Morto, onde, após 3 anos de cerco e infrutíferos ataques, os soldados romanos construíram uma rampa que lhes permitiu o acesso a esta fortaleza construída pelo rei Herodes e praticamente inexpugnável, dando conta que os 960 judeus ali resistentes tinham preferido morrer pela sua honra - num horripilante exercício de suicídio colectivo - do que entregarem-se aos invasores romanos. Estava-se no ano 73 d.C., já Jerusalém e o seu Templo haviam sido arrasados pelos cruéis soldados romanos.
Esta foi uma história que chocou o mundo e que ainda hoje leva os pára-quedistas israelitas a proferirem no seu juramento de bandeira no cimo da fortaleza de Massada: "Massada nunca mais cairá!"
A subida ao cimo da fortaleza é feita por um espaçoso teleférico, e a taxa de esforço para esta visita às ruínas é baixa, compensada mesmo assim pela vasta visão que se consegue de toda a planície do Mar Morto e das montanhas de Moabe, do outro lado do mar, no actual território da Jordânia.

No cimo desta montanha podemos visitar o que resta do grande palácio de Inverno que o rei Herodes ali mandou construir, conhecendo-se ainda uma das salas de banhos "turcos" onde a sua família podia desfrutar de todos os prazeres carnais correspondentes à posição social que ocupavam.
Podem-se ainda ver com extrema nitidez as marcas dos acampamentos romanos, em forma de quadrado, e a rampa que permitiu aos romanos invadir o bastião judeu.
Para além das cisternas, celeiros, armazéns e mikvés (tanques para os banhos rituais), pudemos ainda entrar nas ruínas de uma antiga igreja cristã bizantina, e observar algumas das pedras que foram utilizadas pelos romanos para derrubar as muralhas desta fortaleza.

EIN GEDI
A mudança no deserto seco e quase insuportável chama-se "oásis". A palavra em si já revela a diferença entre deserto e um espaço fértil onde se pode encontrar água fresca, daí a presença da vegetação, arvoredo e frondosas tamareiras. Parar e descansar num oásis é de facto uma alegria e conforto para os caminhantes que outrora percorriam as imensidões desérticas a pé, ou montados nos seus camelos ou cavalos. 
EIN GEDI é um lugar paradisíaco, onde podemos descansar à sombra das tamareiras, caminhar pelos trilhos que nos levam a belíssimas e refrescantes cascatas, e encontrar animais raros e cuja presença atrai a atenção imediata das nossas câmaras de fotografar.
Ali se escondeu David quando perseguido pelo rei Saul (1 Samuel 24), e tanto o oásis como os seus vinhedos são mencionados por Salomão no seu Livro de Cantares (1:14).
 
O grupo dos 59 excursionistas conseguiu caminhar até à "primeira estação", ou seja: a primeira cascata visível no trilho e que levou a que alguns não resistissem a entrar na água e refrescar os seus corpos com aquelas águas nascidas literalmente no deserto, e que certamente serviram também de refrigério ao rei David e a muitas outras personagens bíblicas que por ali andaram.
O elevado calor e o cansaço já visível no grupo impediu-nos de arriscar a "segunda estação", onde encontraríamos a segunda cascata, já bem maior, mas acessível apenas aos mais ousados, uma vez que o trilho é bastante irregular e montanhoso, requerendo um elevado esforço que achámos por bem não exigir aos nossos companheiros de viagem.
 
QUMRAN
Com tanto desgaste calórico, as cabeças já não conseguiam pensar noutra coisa que não no merecido repasto. Atendendo a essa solicitação visível nos olhares carentes dos nossos companheiros de viagem - com a qual nos identificámos sem reservas - decidimos encurtar a visita às ruínas de Qumran ao essencial. De facto, Qumram não tem muito para ver. A grande atracção são as grutas onde em 1947 foram encontradas "por casualidade" as ânforas que continham um dos maiores tesouros da História: nada mais nada menos que os famosos manuscritos do Mar Morto, muitos deles com trechos inteiros de livros do Antigo Testamento! Logo essa descoberta despertou a cobiça mundial, sendo até hoje ainda motivo de conflitos legais entre as autoridades israelitas detentoras destes preciosíssimos manuscritos e os palestinianos, que - conforme lhes é habitual - nada fizeram pela cultura, mas sempre se acham senhores do respectivo património...
A descoberta dos manuscritos do Mar Morto foi sem dúvida a maior de toda a ciência arqueológica em todo o século 20, ocorrendo num ano repleto de significado para o povo judeu, o mesmo em que as Nações Unidas aprovaram a partição da Palestina entre 2 povos, o judeu e o árabe.
Em Qumran viveu durante algum tempo uma comunidade de judeus fundamentalistas, os essénios, que ali praticaram uma vida comunitária austera e extremamente religiosa, em contraponto àquilo que julgavam ser a decadência da vida religiosa em Jerusalém.
Tal era a austeridade e a rígida disciplina vividas naquela comunidade, que muitos julgam ter sido possível o profeta João Baptista ter por ali passado e até vivido durante um curto espaço de tempo.
Apesar do calor, pudemos visitar algumas das ruínas dos armazéns, do escritório onde os essénios se dedicavam à cópia dos manuscritos do Antigo Testamento, as cisternas, os mikvés, etc.
 
MAR MORTO
Este mar, referido na Bíblia como "mar salgado" está situado no ponto mais baixo da terra, a mais de 423 metros abaixo do nível das águas do mar.
A sua extrema salinidade (com 8 vezes mais sal que os oceanos) e a presença de inúmeros minerais e fosfatos nas suas águas permite que o visitante não afunde, antes consiga sem qualquer esforço boiar à sua superfície. Milhões de turistas ali se deslocam anualmente para experimentar este fenómeno, mas também para se untarem com a lama preta ali encontrada por todo o lado - uma lama terapêutica, cujos efeitos são reconhecidos para tratamentos de doenças de pele, como a psoríase e outras. Milhares de utentes deslocam-se ao Mar Morto anualmente para estes mesmos tratamentos com resultados verdadeiramente assombrosos nos seus variados spas.
Do Mar Morto são extraídos produtos benéficos para a saúde, encontrados à venda por todas as lojas de Israel e da Jordânia, país que divide a bênção deste mar com Israel.
Descer e flutuar nas águas do Mar Morto é uma "obrigação" para todo o visitante, pelo que a grande maioria dos nossos excursionistas não se fizeram de rogados, e aproveitaram aquela hora concedida nomeio daquela tarde para experimentarem a realidade das águas e divertirem-se à custa das imagens produzidas por corpos untados de lama preta e capazes de flutuar sem esforço à superfície daquelas paradisíacas águas.

DE VOLTA A JERUSALÉM
Mas a nossa casa era Jerusalém. E foi a Jerusalém que subimos, fascinados e deleitados com o relaxamento físico e mental produzidos por aquelas águas. 

Continua...


sexta-feira, julho 26, 2013

MASSADA: SÍMBOLO DA CORAGEM DOS JUDEUS

Visitar as ruínas da fortaleza de Massada, na região da Judeia, Israel, é uma experiência inesquecível, não só pelo lugar em si, mas também pela história de coragem e resistência que ele representa.
MASSADA fica situada a uns 50 kms a sul de Jerusalém e é uma elevação sobranceira ao Mar Morto, o ponto mais baixo do planeta.
As ruínas revelam um majestoso palácio construído pelo rei Herodes entre os anos 37 e 31 a.C. no topo deste plateau montanhoso, de onde se tem uma impressionante visão do Mar Morto e da região da actual Jordânia.
Esta fortaleza quase inexpugnável foi o derradeiro posto de um grupo de judeus zelotes extremistas que para ali fugiram com as suas famílias após a queda de Jerusalém e destruição do Templo no ano 70 d.C.

Para quem olha para aquele elevada montanha de 400 metros naquele local desértico da Judeia, ficará imediatamente com uma ideia da inacessibilidade do local, mas também da sua forma, que o torna quase inexpugnável. Daí ter-se tornado o local de refúgio daqueles quase 1000 judeus há 2 mil anos atrás.
De forma a tornar esta fortaleza ainda mais inexpugnável, o megalómano Herodes mandou construir uma muralha a toda a sua volta, com cerca de 1,4 kms. de comprimento e 4 metros de largura, intercalada com uma série de torres.
Dentro da muralha, Herodes mandou edificar vários palácios, uns maiores, outros menores, dormitórios para os guardas, banhos, uma piscina, 29 armazéns com 27 metros de comprimento cada para guardar alimentos e bebidas, e 12 gigantescas cisternas cavadas na rocha com uma capacidade total de 40 mil metros cúbicos, para guardar as águas das chuvas.
Três trilhos sinuosos conduziam até às muralhas da fortaleza.
Os mais corajosos turistas podem ainda hoje subir a pé até ao topo da fortaleza, usando o trilho chamado "caminho da serpente."
Mas o turista moderno não precisa de se preocupar com o esforço exigido para subir a pé até ao cimo do monte! Um moderno e espaçoso teleférico transporta várias dezenas de pessoas de cada vez até ao topo da fortaleza, sem qualquer esforço e em completa segurança!
RAMPA CONSTRUÍDA PELOS ROMANOS
Quem sobe então até ao topo é recompensado com as vistas que desfruta do grande vale do Mar Morto, do próprio mar em si, no ponto mais baixo da terra, e ainda pode observar as colinas da Jordânia, e até os restos do acampamento romano que serviu para alojar os soldados invasores que às ordens de Roma assaltaram e conseguiram ao fim de 3 anos de cerco entrar dentro da fortaleza. Está ainda bem visível a rampa utilizada pelos invasores.
Podem-se hoje visitar os restos do palácio de Herodes, que era composto por 3 andares, no flanco norte do monte. A parte residencial ficava no andar cimeiro, com uma varanda e o chão coberto com mosaicos pretos e brancos.
Um palácio para banhos muito bem elaborado e construído pode ser também visitado, e que inclui uma sala aquecida a vapor (caldarium), com um chão suspenso suportado por diversas filas de pequenas colunas através das quais circulava o ar quente necessário para aquecer a temperatura.
Um segundo palácio na parte ocidental servia provavelmente como centro administrativo. Cobria uma área de cerca de 4 mil metros quadrados e incluía armazéns, escritórios e um grande apartamento real.
Algumas salas tinham pavimentos cobertos com esplêndidos mosaicos.

REVOLTA ÉPICA NO DESERTO
Os judeus nunca esqueceram Massada e a sua história épica.
Os nossos conhecimentos actuais advêm das escavações realizadas nos anos 60 pelo famoso arqueólogo israelita Yigael Yadin, além dos relatos pormenorizados da tragédia ali ocorrida feitos pelo historiador romano-judeu Flávio Josefo.
Na sua imprescindível obra "As Guerras dos Judeus", Flávio Josefo relata que 960 rebeldes judeus e suas famílias cometeram suicídio colectivo em Massada no final da primeira guerra de resistência entre judeus e romanos (66 - 73 d.C.), preferindo essa forma "honrosa" de morte a renderem-se às forças romanas determinadas a capturar cada um desses resistentes judeus.

"DESCOBERTA" SÓ NO SÉCULO 20
Do ponto de vista histórico, os judeus preferiram ignorar durante séculos os escritos de Flávio Josefo devido à sua rendição aos romanos após a destruição de Jerusalém.
Foi só nos anos 20 (do século 20), quando o escritor judeu Isaac Lamdan escreveu o poema "Massada" - que narra a luta do povo judeu contra todos os seus inimigos - que o relato de Josefo ganhou atenção.
Mais tarde, os sobreviventes da famosa "insurreição no gueto de Varsóvia" - no qual os lutadores judeus combateram contra os alemães durante a 2ª Guerra Mundial - revelaram que tinham sido inspirados a combater os alemães através da inspiração do poema de Lamdan, apesar da quase impossibilidade de poderem obter qualquer vitória.

SUICÍDIO COLECTIVO: UM ACTO DE CORAGEM?
Josefo relatou que apenas duas mulheres e cinco pequenas crianças escaparam ao suicídio em massa realizado no cimo do monte.
Elas foram levadas cativas pelos romanos que entraram na fortaleza através de uma rampa artificial.
Os relatos dessas mulheres formam a base da versão da história relatada na obra "As Guerras dos Judeus". Ali se declara que o líder zelote Eliazar ben-Yair persuadiu os cabeças das famílias a lançarem sortes para matarem suas mulheres, filhos e a si próprios, em vez de se deixarem capturar e serem torturados pelos romanos.
"Visto que há longo tempo decidimos nunca ser servos dos romanos, nem de ninguém a não ser o próprio Deus, sendo Ele só o verdadeiro e justo Senhor da humanidade, é agora chegada hora em que somos obrigados a tomar essa decisão na prática...Nós fomos os primeiros a nos revoltarmos e somos os derradeiros a lutar contra eles; e não posso deixar de considerar isso como um favor que Deus nos concedeu, estar ainda em nossas mãos morrer de forma brava e em estado de liberdade," - discursou Eliazar ben-Yair diante de todos os 960 judeus ali encurralados, na noite fatídica que antecedeu a invasão e assalto dos soldados romanos.

Na obra "As Guerras dos Judeus", Flávio Josefo conta que um grupo de rebeldes judeus, denominados de "sicários" romperam o cerco romano a Massada no início da revolta judia contra os romanos, no ano 66 d.C., mais de 60 anos após a morte de Herodes, o Grande.
Com a destruição do Templo e a queda de Jerusalém, outros rebeldes e suas famílias que escaparam da Cidade, juntaram-se a este grupo.
A partir de Massada, eles resistiram aos romanos durante 3 anos, assaltando comunidades próximos em busca de suprimentos.
Os rebeldes puseram em funcionamento a sinagoga que Herodes ali havia construído, tendo sido ali encontrados fragmentos de dois textos bíblicos - porções do livro de Deuteronómio e a secção de Ezequiel 37 que descreve a visão dos "ossos secos."
A sinagoga está voltada na direcção de Jerusalém e forma uma parte da zona a noroeste da muralha.
SINAGOGA DE MASSADA
Esta bela sinagoga é hoje considerada o melhor exemplo das sinagogas do tempo de primeiro século anteriores à destruição do segundo Templo de Jerusalém no ano 70 d.C.



QUEBRANDO A RESISTÊNCIA JUDAICA
Numa missão para acabar com a resistência judaica, o governador romano Lucius Flavius Silva lançou um cerco à fortaleza no ano 70 d.C. com a sua 10ª legião, para além de uma força laboral composta de milhares de prisioneiros judeus agora escravizados pelos romanos.
Acredita-se hoje que os romanos terão usado a força laboral dos judeus na construção da rampa que os levou ao cume da fortaleza, numa tentativa de evitar que os rebeldes judeus atacassem os seus próprios irmãos durante o assalto à fortaleza.
Na Primavera do ano 74 d.C. os romanos conseguiram arrastar as pesadas máquinas de guerra pela rampa acima e lançaram fogo sobre os portões de madeira.
Conta-se que os rebeldes oraram então a Deus para que Ele mudasse a direcção do vento para que o fogo se extinguisse, e quando tal não aconteceu, submeteram-se à Sua vontade.

Foi nessa altura que então o líder da comunidade ordenou que se realizasse o suicídio colectivo.
O arqueólogo Yadin encontrou evidências de que os rebeldes dispunham de recursos para se aguentarem mais algum tempo.
O arqueólogo descobriu um armazém que tinha os restos de uma grande quantidade de vasos para armazenamento de azeite, vinho, grãos e outros produtos alimentares.
Josefo relatou que os zelotes queimaram tudo, excepto os alimentos, enviando assim uma mensagem aos romanos de que não se tinham suicidado por causa de fome.
Na noite fatídica, eles lançaram sortes para escolher 10 homens entre eles que matassem as outras pessoas. Foi depois seleccionado um homem para matar os outros 9, e depois a si mesmo.
Onze cacos foram encontrados nas ruínas, tendo um deles escrito o nome "Ben Yair".
Acredita-se que os outros dez tenham registados os nomes dos últimos dez que foram escolhidos para matar os outros e depois a si mesmos.

UM SÍMBOLO NACIONAL DE CORAGEM
Apesar de terem passado quase 2 mil anos sobre este trágico acontecimento, a morte destes quase mil judeus tem um grande significado para os judeus actuais.
Massada é hoje um símbolo incontornável da coragem e da força da nação de Israel.
Perante a realidade actual das forças anti-semitas e de acontecimentos como o Holocausto, muitos judeus têm sido inspirados pela determinação dos zelotes ao resistirem ao domínio a todo o custo, embora muitos israelitas considerem que aquele suicídio em massa se tratou de fanatismo.
Além disso, tanto o suicídio como a matança de membros da família são proibidos no judaísmo.
Moshe Dayan, chefe das Forças de Defesa de Israel, foi tão influenciado pela coragem dos zelotes, que estabeleceu a tradição de se realizar em Massada o juramento de bandeira dos soldados que completam o treino básico nas FDI.
Essa cerimónia é encerrada com a afirmação conjunta: "Massada nunca mais cairá."
E assim foi: passados quase 2 mil anos, Deus cumpriu a Sua promessa e, contra tudo e contra todos, fez com que Israel voltasse a ser um estado independente em 1948. Essa realidade é o cumprimento de inúmeras profecias que Deus revelou para os últimos dias:
"E há de ser que naquele dia o Senhor tornará a pôr a Sua mão para adquirir outra vez o remanescente do Seu povo..." 
(Isaías 11:11)
"E trarei do cativeiro Meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto.
E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus." (Amós 9:14-15).

VENHA CONHECER MASSADA!
Você não pode perder esta inesquecível visita. Visitar Israel e não subir a Massada é quase como "ir a Roma e não ver o papa."
Se é difícil ir este ano - já estamos muito próximos da excursão - pense e planeie já para o verão de 2014. 
Contamos consigo! 
Mais informações sobre as nossas excursões a Israel: viagens.shalom@gmail.com
www.viagens-shalom.com

Shalom, Israel!