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quarta-feira, outubro 07, 2020

"A VITÓRIA DE BIDEN TRARÁ DESGRAÇA A ISRAEL" - ALERTA O EMBAIXADOR DOS EUA EM JERUSALÉM

 

David Friedman, embaixador dos Estados Unidos em Israel afirmou que se o candidato democrata norte-americano Joe Biden ganhar as eleições presidenciais em Novembro, isso será mau para o Médio Oriente e minará progressos importantes feitos sob o mandato de Donald Trump. O embaixador fez estes comentários na sua casa em Herzliya durante uma entrevista ao órgão de comunicação social dos Emirados Árabes "Al-Ain."

Friedman classificou a posição actual dos Estados Unidos sobre o programa nuclear iraniano como "a questão mais consequente da eleição." E acrescentou: "Joe Biden fez parte da administração de Obama que negociou e implementou o acordo com o Irão, algo que o presidente Trump - e eu partilho dessa ideia - entende como o pior acordo internacional em que os Estados Unidos entraram até agora."

O embaixador acrescentou ainda que "Se continuarmos neste caminho, pensamos que o Irão em última instância não terá outra alternativa que não parar a sua actividade maligna."

"Odeio pensar que uma nova administração venha a minar isso" - afirmou Friedman - acrescentando: "mas, lamentavelmente, se Biden vencer, penso que o farão."

Segundo Friedman, uma vitória de Biden seria má para toda a região, incluindo Israel, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Barein, o Catar e o Quwait.

Shalom, Israel!


quinta-feira, julho 30, 2020

"NUNCA SUBESTIMES A IMPORTÂNCIA DO SIONISMO CRISTÃO" - EMBAIXADOR NORTE-AMERICANO EM ISRAEL

Numa recente cerimónia realizada por video pelo Museu dos Amigos de Sião, o actual embaixador dos EUA em Jerusalém, David Friedman, reiterou a importância dos cristãos sionistas em relação a Israel: "Nunca se deve subestimar a importância do sionismo cristão. Eles desempenharam um papel importante na criação de Israel, e continuam a desempenhar um papel quiçá ainda mais importante hoje em dia. O Museu dos Amigos de Sião, fundado pelo Dr. Evans, faz um trabalho maravilhoso ao apresentar este incrível fenómeno."

APELO À UNIDADE
"Precisamos desesperadamente de unidade" - afirmou Friedman, acrescentando: "Israel enfrenta desafios como nunca antes. Esta é a única nação que tem de ser convocada para defender o seu direito à existência, seja da extrema direita ou da extrema esquerda, seja dos xiitas islâmicos radicais ou dos sunitas radicais."
"Essa gente que não consegue estar de acordo em nada, parece mesmo assim conseguir entrar um terreno comum para atacar, vilipendiar, e em última instância tratar de destruir o estado de Israel."

"ISRAEL NÃO ESTÁ SÓ"
"Mas graças a Deus, Israel não está só" - concluiu o embaixador, acrescentando: "Tenho encontrado verdadeira amizade, apoio e confiança na comunidade cristã. Centenas de milhões de cristãos sionistas orgulham-se agora de Israel e apresentam colectivamente uma mensagem importante, inestimável e sem precedentes. Em poucas palavras, dizem: Israel, não estás só."

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 02, 2019

ABERTO O "CAMINHO DOS PEREGRINOS" POR ONDE JESUS CAMINHOU EM JERUSALÉM

Este fim de semana foi profícuo em sensações na Cidade santa de Jerusalém: o antigo caminho percorrido pelos peregrinos judeus, que os levava desde os banhos rituais no Tanque de Siloé até ao Templo foi finalmente escavado e em breve aberto ao público em geral.
Tive o privilégio de fazer essa cansativa subida em Agosto passado juntamente com um grupo que levei a Israel, e, apesar do esforço e da humidade, todos sentimos a emoção de caminhar e pisar nas mesmas pedras que tantos milhões de judeus pisaram ao longo de séculos, e, muito em especial para nós cristãos, a sensação de caminharmos com toda a certeza pelo mesmo caminho trilhado tantas vezes pelo Messias Jesus quando subia ao Templo.
A verdade é que esta nova estrutura arqueológica, cuja descoberta e escavações já têm suscitado a habitual ira dos palestinianos e até da Jordânia, é mais uma incontestável prova da ligação histórica e espiritual dos judeus à Cidade santa de Jerusalém.

UMA DESCOBERTA "ACIDENTAL"
Tal como tantas vezes acontece no mundo da arqueologia, esta descoberta aconteceu "casualmente", sem que ninguém esperasse encontrar tão grande preciosidade arqueológica e histórica debaixo do solo da povoação palestiniana de Siloé, a actual Cidade de David.
Tudo começou em 2004. O rebentamento de uma conduta de esgoto no bairro árabe de Siloé, na parte sul de Jerusalém, levou o município a enviar uma equipa técnica ao local para reparar o estrago, acompanhada por uma equipa de arqueólogos, como sempre acontece com qualquer escavação ou obra realizada em Jerusalém e nos arredores.
À medida que os trabalhos de reparação progrediam, os trabalhadores tropeçaram em cima de uns enormes e largos degraus algumas dezenas de metros acima do tanque de Siloé - o antigo tanque de água onde os peregrinos judeus mergulhavam antes de iniciarem a ascensão religiosa até ao Templo, até à sua destruição no ano 70 d.C. Os degraus então encontrados eram em tudo semelhantes aos que conduziam aos portões de Hulda, um conjunto de entradas actualmente bloqueadas ao longo do muro sul do Monte do Templo. 
A descoberta do tanque de Siloé conduziu a outro achado monumental: o canal central de drenagem de água que servia a antiga Jerusalém. Esse canal é o túnel que os visitantes da Cidade de David percorrem actualmente. iniciando em baixo, junto ao tanque de Siloé e subindo até junto do Muro Ocidental, numa caminhada de cerca de 45 minutos. 
Esta nova descoberta foi denominada de "caminho dos peregrinos", uma vez que os arqueólogos estão convencidos que este é o caminho que milhões de judeus trilhavam três vezes ao ano em cumprimento ao mandamento de subir à Cidade santa de Jerusalém para trazerem sacrifícios a Deus nas três principais Festas judaicas: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. 

DESDE O TANQUE DE SILOÉ ATÉ AO TEMPLO
Este "caminho dos peregrinos" percorre todo o trajecto desde o tanque de Siloé  até à área adjacente ao Muro Ocidental conhecida como "arco de Robinson", onde ainda hoje se podem ver as ruínas da antiga escadaria de pedra que ascendia ao Templo.
O historiador judeu-romano Tito Flávio Josefo, que viveu no 1º século d.C., escreveu que cerca de 2,7 milhões de pessoas costumavam visitar Jerusalém durante as épocas festivas, trazendo com elas cerca de 256.000 ofertas para sacrifício.
Segundo Doron Spielman, vice-presidente da "Fundação Ir David", quase todos os peregrinos judeus teriam entrado na Cidade por este caminho. E era certamente por este mesmo caminho que Jesus caminhava durante o período do Segundo Templo, para além de muitos outros judeus famosos daquela época.

"O CORAÇÃO DO POVO JUDEU"
"Este lugar é o coração do povo judeu, e é como o sangue que corre nas nossas veias" - exclamou Spielman. Realmente, percorrer este caminho nos dias de hoje leva-nos a imaginar o que seria há 2 mil anos o movimento ruidoso e alegre de tantos judeus com a suas crianças no colo, subindo aqueles degraus e ansiando entrar no recinto do Templo...
Spielman acrescentou ainda que "não se pode amputar o coração."
Ao longo do caminho havia lojas de um lado e outro, provavelmente vendendo cabedais, lã, sementes, mel, vinho...tudo com o habitual regateio. Algumas dessas lojas já foram escavadas e trazidas à luz do dia.
Ao lado de umas escadas escavadas no caminho, os arqueólogos encontraram o que restou de uma palmeira queimada, uma árvore infrutífera que certamente serviria para trazer a ansiada sombra para os peregrinos.
"Para entender Jerusalém, você tem de estar aqui" - afirmou Spielman, acrescentando: "Fomos exilados no ano 70 d.C., orávamos três vezes ao dia e estabelecemos um estado. O derradeiro suspiro dos judeus foi mesmo aqui, por baixo de nós."
Spielman salientou ainda a existência de algumas cinzas negras encontradas ao longo do caminho e mencionou ainda as milhares de moedas que os arqueólogos escavaram e que têm gravadas as palavras "Sião Livre."
"Este era o grito de guerra durante a guerra contra os romanos" - explicou, acrescentando: "Em vez de pontas de lanças, eles faziam moedas, uma vez que sabiam que não podiam derrotar os romanos, mas as moedas ficariam para os que um dia voltassem."

UM LONGO E CANSATIVO TRABALHO DE ESCAVAÇÃO
A equipa de arqueólogos tem estado a trabalhar 24 horas por dia nestes últimos meses para ligar a parte escavada do caminho ao tanque de Siloé. É um trabalho fastidioso e demorado, com cada palmo sendo reforçado com pilares de aço de forma a proteger a cidade.
Vários milhões de dólares já foram investidos neste projecto, e apesar de o estado financiar uma parte do mesmo, a maior parte vem de dádivas individuais e de fundações.
Espera-se que quando o caminho abrir oficialmente ao público daqui a alguns meses, cerca de um milhão de turistas o percorram anualmente.

"MUITO IMPORTANTE PARA OS EUA"
Indiferente às críticas habituais dos palestinianos, o embaixador norte-americano em Jerusalém, David Friedman, participou numa cerimónia de "abertura" do caminho no passado Domingo, revelando publicamente a importância que este tesouro histórico e arqueológico tem para os norte-americanos: "A Cidade de David é uma descoberta única no século de enorme significado histórico para muitos americanos, bem como para os israelitas. Foi por isso que eu vim. Não há qualquer mensagem política nisto."
E o embaixador foi ainda mais longe, contribuindo para a desmistificação das habituais mentiras palestinianas, tão convincentes para a ONU e para a União Europeia: "A Cidade de David traz verdade e ciência ao debate que tem há demasiado tempo sido manchado por mitos e decepções. Os seus achados, na maioria das vezes por arqueólogos seculares, trazem um fim aos infundados esforços para negar o facto histórico da antiga ligação de Jerusalém ao povo judeu."

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 10, 2019

"ISRAEL TEM DIREITO A ANEXAR PARTE DA CISJORDÂNIA" - AFIRMOU O EMBAIXADOR NORTE-AMERICANO EM ISRAEL

Ele andou perto. O actual embaixador norte-americano em Israel, David Friedman, reconheceu o direito de Israel de reter partes daquilo a que se designou politicamente chamar de Cisjordânia, mas que para nós é simplesmente território bíblico de Israel (Judeia e Samaria).
Contrariamente aos seus antecessores, que teimavam na divisão do território bíblico entre judeus e árabes, David Friedman, quiçá o embaixador norte-americano mais amigo de Israel - declarou ontem numa entrevista ao jornal de esquerda "New York Times", que Israel tem o direito a anexar partes da Cisjordânia:
"Sob certas circunstâncias, penso que Israel tem o direito de reter algum (do território) da Cisjordânia, mas não todo."
Claro que a reacção dos jornalistas do NYT não se fez esperar, comentando que "a porta da aceitação americana daquilo que seria um enorme acto provocativo."
Não se sabe a que partes desses territórios Friedman se estaria a referir. Talvez estivesse a pensar na proposta de trocas de territórios, conforme os acordos de Oslo? 
Há de facto a possibilidade de ele se ter referido ao reconhecimento da soberania israelita sobre alguns dos aldeamentos judaicos já construídos, sendo que os mesmos representam apenas 5% de todo aquele território, portanto nada demais...
Por outro lado, não se sabe até que ponto esta opinião de Friedman representará a do presidente norte-americano, ou se não será apenas uma opinião pessoal...
Obviamente que a reacção do inimigos de Israel não se fez esperar. Numa postagem recente, o porta-voz da Autoridade Palestiniana para as "negociações de paz" Saeb Erekat já veio protestar que esta visão dos EUA é "um crime de guerra segundo as leis internacionais", apelidando o embaixador Friedman de "embaixador extremista dos colonos."
Não param no entanto de crescer os rumores de que um número crescente de palestinianos até se sentiria mais confortável com uma solução de um só estado - Israel - no qual poderiam viver em paz e prosperidade...

Shalom, Israel!

segunda-feira, abril 02, 2018

DEZENAS DE MILHARES DE JUDEUS CONCENTRAM-SE JUNTO AO MURO PARA A BÊNÇÃO ARAÓNICA

Dezenas de milhares de judeus inundaram literalmente esta manhã a enorme praça adjunta ao Muro Ocidental, na capital Jerusalém, para a costumeira "bênção sacerdotal", que encerra este primeiro período da Páscoa judaica.
Entre os muitos presentes desatacou-se a presença do embaixador dos EUA para Israel, David Friedman, ele próprio judeu religioso pertencente à ordem sacerdotal, vindo acompanhado do filho e do neto.
Esta cerimónia é realizada duas vezes por ano em Jerusalém, e desta vez foi acompanhada por fortes medidas de segurança. Milhares de homens e mulheres inundaram por completo cada centímetro quadrado disponível, para não perderem a bênção sacerdotal.

A cerimónia é conduzida por sacerdotes descendentes da ordem sacerdotal dos coatitas (cohen), que se reúnem para proferir uma bênção especial, erguendo as suas mãos para os céus e vestidos de xailes de oração. 
O Muro Ocidental é o local mais próximo ao "Santo dos Santos" do antigo Templo onde os judeus têm permissão para orar, uma vez que, ainda que possam subir ao Monte do Templo, estão proibidos de orar nesse lugar onde outrora foram erigidos os dois grandes Templos judaicos.

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 16, 2016

TRUMP NOMEIA JUDEU ORTODOXO PARA EMBAIXADOR EM ISRAEL, PROVAVELMENTE NA CAPITAL JERUSALÉM

David Friedman, antigo advogado de falências de Donald Trump, é o novo embaixador dos EUA para Israel já nomeado pelo presidente eleito, sendo alguém que, nas palavras de Trump, "se sentirá mais em casa em Jerusalém do que em Tel Aviv."
Trump lembrou que este seu amigo judeu de longa data fez o seu "bar mitzvah" há 45 anos atrás junto ao Muro Ocidental.
Friedman, por seu lado, afirmou estar ansioso por servir nas suas novas funções "na embaixada dos EUA, na capital eterna de Israel, Jerusalém."
Friedman pensa que as suas opiniões sobre Israel serão uma grande ajuda para o novo presidente Trump: "Os meus pontos de vista sobre Israel são bem conhecidos, e eu irei aconselhá-lo (ao presidente) de forma consistente com essas opiniões. Os interesses geo-políticos da América serão melhor servidos por um Israel forte e seguro com Jerusalém como sua capital indivisível."

Shalom, Israel!