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quinta-feira, abril 21, 2022

JERUSALÉM E O MONTE DO TEMPLO UMA VEZ MAIS NO EPICENTRO DAS ATENÇÕES MUNDIAIS

À medida que o relógio profético se aproxima da meia-noite, o foco das tensões e da atenção mundial voltará a ser Jerusalém, ou não estivessem certas as profecias bíblicas.

As injustificadas acusações contra Israel como alegado causador do actual conflito caem por terra quando averiguamos a origem dos acontecimentos, porém, como sempre acontece, a pérfida e manipulada comunicação social conta sempre o filme a partir da metade, ou seja, sempre ocultam quem é o verdadeiro responsável pelo actual mal estar em Jerusalém, e especificamente no Monte do Templo. 

Agora é a Liga Árabe, uma associação de países violadores dos direitos humanos e nada democráticos a querer impôr a Israel - um estado soberano - que proíba as orações dos judeus no Monte do Templo. Israel, por seu turno, cansa-se de assegurar que manterá o actual status quo, permitindo a liberdade de culto a todas as religiões. A Liga Árabe alega que as orações de judeus no recinto do Monte - actualmente profanado pela mesquita de al-Aqsa e o Domo da Rocha - são "uma flagrante afronta aos sentimentos muçulmanos que podem inflamar um conflito alargado." Só não mencionam é que foram precisamente os arruaceiros muçulmanos que iniciaram o conflito, interrompendo as orações dos judeus junto ao Muro no início da manhã da passada Sexta-Feira, arremessando pedras contra eles, o que obrigou a uma pronta intervenção das forças de segurança de Israel. Para acalmar a situação e acabar com as inúmeras pedradas a que a polícia foi sujeita a partir de dentro da mesquita, os elementos policiais tiveram de entrar dentro do recinto da mesquita, pois de outra forma a situação só tenderia a piorar.

O ministro das Relações Exteriores da Jordânia também condenou a intervenção israelita no recinto: "As nossas exigências são claras, que a al-Aqsa e a Haram al-Sharif em toda a sua área é um lugar só para os muçulmanos adorarem."

As tensões deste mês têm muito a ver com a coincidência da celebração do Ramadão, com a Páscoa judaica e cristã. Esta manhã registaram-se novos confrontos entre arruaceiros palestinianos e a polícia israelita. 

A Rússia, através do seu ministro dos Negócios Estrangeiros Lavrov, veio também condenar "a excessiva força" de Israel nos confrontos de Jerusalém.

O movimento islâmico terrorista palestiniano Hamas vai aproveitando a actual crise para tentar conquistar a simpatia dos palestinianos, fazendo bandeira desta luta e convocando os palestinianos a uma "mobilização" para as orações de amanhã no Monte do Templo, alegando que se trata da "defesa dos lugares sagrados do islamismo."

De forma a acalmar a situação, o governo de Jerusalém proibiu a subida de judeus ao Monte nos últimos 10 dias do Ramadão, começando já amanhã, uma medida que visa aliviar as tensões, mas que, como se sabe, não receberá a atenção mundial, muito menos a dos inimigos de Israel. 

Em resposta a rockets disparados desde Gaza contra território israelita, a força aérea tem estado a bombardear posições terroristas dentro do enclave.

Na nossa opinião, as tensões irão aumentando pouco a pouco, uma vez que Satanás, o grande inspirador do islamismo, sabe que o Messias Jesus virá reinar em Jerusalém e construir o Seu Templo exactamente naquele lugar agora conspurcado pelos lugares sagrados do islão, pelo que essa criatura abominável tudo fará para tentar impedir que tal aconteça... O que ele quer ignorar, é que ele já está vencido e nada poderá fazer para impedir o progresso e a concretização plena do plano de Deus em relação a Jerusalém, Israel e o Seu povo eleito. 

Shalom, Israel!

sábado, abril 16, 2022

EUA "PROFUNDAMENTE PREOCUPADOS" COM O MONTE DO TEMPLO EM JERUSALÉM

Devido aos incidentes na manhã de ontem em que cerca de 185 palestinianos foram alegadamente feridos pela intervenção da polícia israelita que tentou pôr ordem na multidão de arruaceiros que atirava pedras contra os fiéis judeus que rezavam junto ao muro, o departamento de estado norte-americano informou estar em permanente contacto com as autoridades palestinianas e israelitas visando o acalmar da situação naquele lugar sagrado para judeus e muçulmanos. 

"Apelamos a ambas as partes para que exerçam contenção, evitem acções provocatórias e de retórica, e que preservem o status quo histórico no Haram al-Sharif/Monte do Templo."

Sob o actual status quo de há 54 anos, enquanto os muçulmanos podem rezar e fazer o que querem no Monte do Templo, inclusivé deixar as crianças jogar à bola, os judeus apenas têm permissão para subir e visitar em pequenos grupos, e mesmo assim sob pesadas restrições, seguindo um caminho previamente estabelecido e apenas durante algumas horas em certos dias da semana. Os judeus estão ainda por cima proibiddos de orar naquele recinto...

Numa declaração emitida pela embaixada norte-americana em Jerusalém, foi feito um apelo à calma e ao restabelecimento da normalidade: "Estamos a acompanhar de perto os acontecimentos em Jerusalém durante este período de feriados sagrados para os judeus, muçulmanos e cristãos. Apelamos a cada um para que se abstenha de acções que levem a um escalar das tensões. Encorajamos ambas as partes a que trabalhem conjuntamente para assegurar a calma e o tranquilo desfrutar de todos os feriados religiosos."

As autoridades israelitas detiveram 400 arruaceiros palestinianos e, segundo alegações do Crescente Vermelho Palestiniano, 158 indivíduos terão ficado feridos, a maioria dos quais devido à inalação de gás lacrimejante. Os videos gravados no local revelaram um verdadeiro caos no recionto, com pedras voando em todas as direcções e bombas artesanais sendo arremessadas contra a polícia israelita. Determinada a limpar as pilhas de pedras acumuladas pelos palestinianos dentro da mesquita de al-Aqsa, a polícia teve de invadir o edifício, resultando na detenção de dezenas de arruaceiros. Foram necessárias seis horas para que a polícia repusesse a ordem, expulsando os arruaceiros palestinianos do recinto, conduzindo centenas deles para dentro de autocarros que os conduziram para uma estação de polícia próxima do local. A calma foi então restaurada, e as orações da tarde puderam ser realizadas sem qualquer problema, com a presença de cerca de 50 mil fiéis muçulmanos.

Shalom, Israel!

sexta-feira, abril 15, 2022

MAIS DE 100 FERIDOS EM NOVOS CONFRONTOS NO MONTE DO TEMPLO

Esta manhã, após as rezas do Ramadão, a polícia israelita foi forçada a entrar no recindo do Monte do Templo para tentar impedir que uma furiosa multidão de palestinianos continuasse a atirar pedras aos judeus que oravam junto ao Muro Ocidental. Segundo a polícia israelita, 3 oficiais sofreram ferimentos ligeiros. 59 palestinianos terão ficado também feridos com os confrontos.

Os palestinianos estavam mascarados e atirando pedras junto à mesquita de al-Aqsa quando a polícia israelita foi obrigada a intervir, neste que tem sido um mês de grandes tensões, devido à celebração do Ramadão, coincidente com as celebrações da Páscoa judaica e cristã. Vários ataques têm sido feitos a israelitas civis, com um total de 14 vítimas mortais. 

Pelas 4 da manhã um grupo de palestinianos com bandeiras do Hamas e palestinianas começaram a atirar pedras aos judeus que oravam junto ao Muro. Quando a polícia interveio, os arruaceiros barricaram-se dentro da mesquita de al-Aqsa. A polícia não entrou dentro do local sagrado para os muçulmanos. Apesar dos esforços, a polícia não conseguiu dispersar os manifestantes palestinianos. 

Para as autoridades muçulmanas responsáveis pelo Monte do Templo, a polícia israelita é que provocou os incidentes, tentando varrer dali os muçulmanos para permitir que "colonos" façam sacrifícios no recinto, uma referência ao que o grupo extremista judeu "Retornando ao Monte" queria fazer, anunciando aos seus membros que iriam tentar realizar um sacrifício pascal no Monte do Templo segundo os preceitos bíblicos na manhã de hoje. 

Como sempre, estes lamentáveis conflitos são fruto da estupidez incurável dos extremistas muçulmanos que não conseguem produzir nada de bom a não ser a violência e o ódio contra aqueles que apenas querem estar no sossego do lugar da oração. E, como lhes é habitual, todas as mentiras servem de argumento para acender o rastilho...

Shalom, Israel!

sábado, maio 08, 2021

CONFRONTOS NO MONTE DO TEMPLO PROVOCADOS POR ARRUACEIROS PALESTINIANOS CAUSAM MAIS DE 200 FERIDOS

A polícia israelita foi obrigada a intervir ontem à noite no Monte do Templo depois de centenas de palestinianos atirarem pedras e garrafas contra as forças de segurança, a meio de confrontos ocorridos em Jerusalém no término das rezas realizadas na última Sexta-Feira do Ramadão.

17 polícias ficaram feridos, tendo cerca de metade sido levados aos hospitais. Um dos polícias encontra-se em estado moderado após ter levado com uma pedra na cabeça. O "Crescente Vermelho Palestiniano" relatou entretanto haver 205 palestinianos feridos nos confrontos que durante a noite ocorreram em Jerusalém, muito em especial na zona do Monte do Templo e do Portão de Damasco. 88 palestinianos foram hospitalizados, a maior parte atingidos com balas de borracha disparadas pela polícia israelita. Os confrontos acalmaram por volta da meia noite, com os arruaceiros tendo sido dispersados. 


Videos gravados no Monte do Templo revelam refregas violentas, com os palestinianos atirando garrafas, cadeiras, sapatos e pedras, e disparando foguetes, com a polícia disparando granadas de efeito moral, gás lacrimogéneo e balas de borracha. 

Os arruaceiros palestinianos vociferavam: "Allahu Akbar!" (Alá é Grande!). Foram vistos vários feridos sendo transportados em macas. Sabe-se que esta violência está sendo inflamada pelos movimentos terroristas Hezbollah e Hamas, apoiados pelo Irão.

Numa declaração oficial, a polícia israelita comentou: "Não permitiremos rebeliões, violência e tentativas de atingir a polícia aproveitando a liberdade de religião e de culto, transformando-a em incidentes violentos."

"Responderemos com mão pesada a todos os distúrbios violentos, rebeliões e ataques contra as nossas forças."

Os arruaceiros palestinianos tentaram convocar mais gente a juntar-se à rebelião, mas a polícia bloqueou as estradas conducentes ao recinto. Imagens transmitidas em redes sociais mostraram polícias no teto da mesquita al-Aqsa. 

Desde há muito que o Monte do Templo tem sido o epicentro dos conflitos entre judeus e árabes palestinianos. O Monte representa o lugar mais sagrado para o judaísmo, devido ao facto de ali terem estado os dois Templos. Para os muçulmanos, o lugar é considerado sagrado pela presença das mesquitas de al-Aqsa e do Domo da Rocha. 

"DIA DE JERUSALÉM"

Estes confrontos já são considerados como os mais violentos desde 2017. Teme-se que durante o dia de hoje e mesmo amanhã continuem a haver actos de violência palestiniana por toda a Cidade de Jerusalém, tanto mais que amanhã à noite é a "Laylat al-Qad" (Noite do Destino), a mais sagrada de todo o mês do Ramadão. Os fiéis muçulmanos irão reunir-se em força para rezas na mesquita de al-Aqsa. Por outro lado, amanhã à noite é também o início do "Dia de Jerusalém", um feriado nacional que celebra a reunificação de Jerusalém - quando Israel capturou a parte oriental da Cidade velha aos jordanos durante a Guerra dos Seis Dias - e os nacionalistas religiosos realizam desfiles e outras celebrações na Cidade. 

PROVOCAÇÃO ISLÂMICA

O "Movimento Islâmico" apelou à polícia israelita para abandonar o recinto, alegando "responsabilizar totalmente as autoridades israelitas por qualquer deterioração e banho de sangue em Jerusalém e na bendita mesquita de al-Aqsa." O Movimento convocou ainda os árabes israelitas a virem a Jerusalém para a celebração "Laylat al-Qad" para contrariar "os apelos dos colonos para invadirem a mesquita de al-Aqsa." Na manhã de ontem foram vistas bandeiras do Hamas exibidas no Monte do Templo e apelos a ataques contra Israel. Imagens de vídeo ali recolhidas revelam a presença de bandeiras do Hamas e a vociferação de apelos como este: "Somos todos Hamas, aguardando pelas tuas ordens, comandante Mohammed Deif. Hamas: dispara um rocket contra Tel Aviv esta noite."

JERUSALÉM, JERUSALÉM...

Os confrontos destes últimos dias em Jerusalém e em outras partes do país têm a ver com a luta pela posse de Jerusalém, com várias famílias judaicas a tentarem adquirir propriedades alegadamente palestinianas em Jerusalém oriental, onde vive uma maioria palestiniana. Decorre uma longa batalha judicial contra 4 famílias palestinianas cujas propriedades foram legalmente expropriadas. Para além disso, as autoridades israelitas proibiram no mês passado, no início do Ramadão, qualquer ajuntamento de pessoas junto ao Portão de Damasco, provocando a fúria dos palestinianos e levando a que Israel cancelasse esta decisão. 

Desde então têm ocorrido ataques isolados a judeus ortodoxos nas ruas de Jerusalém, com judeus de um grupo supremacista a reagirem, desfilando as ruas da Capital entoando o slogan: "Morte aos árabes!", e procurando árabes a quem atacar. 

Oremos pela paz em Jerusalém!