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quarta-feira, abril 05, 2023

350 ARRUACEIROS PALESTINIANOS DETIDOS APÓS CONFRONTOS NO MONTE DO TEMPLO


A menos de 24 horas do início da Páscoa judaica, os palestinianos decidiram fazer festa, promovendo esta madrugada uma onda desacatos que levou à detenção de 350 arruaceiros violentos, preparados para gerar mais uma onda de violência no Monte do Templo. 

E, conforme é habitual, a versão dos acontecimentos provocados pelos palestinianos é sempre contraditória, com os inimigos de Israel a alegar que Israel é que cometeu uma agressão...

Segundo a versão da polícia israelita, normalmente comprovada pelos factos e pelos registos em vídeos, elementos da polícia foram obrigados a entrar esta madrugada na mesquita de al Aqsa após se aperceberem que jovens palestinianos se tinham barricado na mesma munidos de foguetes, cacetes e pedras, recusando-se a sair de forma pacífica. Crê-se que os indivíduos se preparavam para atacar judeus que visitassem o Monte do Templo nesta época tão importante para a religião judaica. 

Perante as acusações dos países árabes, Netanyahu afirmou que muçulmanos que se encontravam dentro da mesquita confirmaram o relato da polícia. O primeiro-ministro israelita afirmou que o seu governo estava comprometido em "manter o status quo e acalmar as tensões no Monte do Templo."

Confirmado por testemunhas muçulmanas no local, sabe-se que a polícia israelita pediu aos manifestantes barricados dentro da mesquita para que saíssem, tendo o grupo recusado, pelo que não havia outra opção senão entrar no recinto, onde foram recebidos com pedras e foguetes. 

A polícia deteve 350 arruaceiros, confirmando que os mesmos causaram danos e profanaram a mesquita, um lugar sagrado para os muçulmanos. 

A Liga Árabe já decidiu reunir-se para discutir esta situação, tendo o seu líder declarado que as acções de Israel foram "irresponsáveis", acrescentando que "o comportamento afecta os sentimentos religiosos de milhões de muçulmanos no mundo, especialmente durante o Ramadão." Este árabe só se esqueceu foi das intenções dos arruaceiros dentro da mesquita...

Tanto a Autoridade Palestiniana, como o Egipto, a Arábia Saudita, a Jordânia e outros responsabilizaram Israel pela onda de violência. Mais do mesmo a que já há muito nos habituámos...

O Hamas, o grande instigador desta onda de violência, apelou entretanto aos árabes na Judeia e Samaria para que "acorram em massa à mesquita de al Aqsa para a defenderem."

ROCKETS DE GAZA

Entretanto, e para completar a festa, 16 rockets foram disparados desde Gaza, tendo um deles atingido uma fábrica, provocando vários danos. A aviação israelita respondeu, lançando vários ataques contra instalações do movimento terrorista apoiado pelo Irão. 

Shalom, Israel!

sábado, maio 08, 2021

CONFRONTOS NO MONTE DO TEMPLO PROVOCADOS POR ARRUACEIROS PALESTINIANOS CAUSAM MAIS DE 200 FERIDOS

A polícia israelita foi obrigada a intervir ontem à noite no Monte do Templo depois de centenas de palestinianos atirarem pedras e garrafas contra as forças de segurança, a meio de confrontos ocorridos em Jerusalém no término das rezas realizadas na última Sexta-Feira do Ramadão.

17 polícias ficaram feridos, tendo cerca de metade sido levados aos hospitais. Um dos polícias encontra-se em estado moderado após ter levado com uma pedra na cabeça. O "Crescente Vermelho Palestiniano" relatou entretanto haver 205 palestinianos feridos nos confrontos que durante a noite ocorreram em Jerusalém, muito em especial na zona do Monte do Templo e do Portão de Damasco. 88 palestinianos foram hospitalizados, a maior parte atingidos com balas de borracha disparadas pela polícia israelita. Os confrontos acalmaram por volta da meia noite, com os arruaceiros tendo sido dispersados. 


Videos gravados no Monte do Templo revelam refregas violentas, com os palestinianos atirando garrafas, cadeiras, sapatos e pedras, e disparando foguetes, com a polícia disparando granadas de efeito moral, gás lacrimogéneo e balas de borracha. 

Os arruaceiros palestinianos vociferavam: "Allahu Akbar!" (Alá é Grande!). Foram vistos vários feridos sendo transportados em macas. Sabe-se que esta violência está sendo inflamada pelos movimentos terroristas Hezbollah e Hamas, apoiados pelo Irão.

Numa declaração oficial, a polícia israelita comentou: "Não permitiremos rebeliões, violência e tentativas de atingir a polícia aproveitando a liberdade de religião e de culto, transformando-a em incidentes violentos."

"Responderemos com mão pesada a todos os distúrbios violentos, rebeliões e ataques contra as nossas forças."

Os arruaceiros palestinianos tentaram convocar mais gente a juntar-se à rebelião, mas a polícia bloqueou as estradas conducentes ao recinto. Imagens transmitidas em redes sociais mostraram polícias no teto da mesquita al-Aqsa. 

Desde há muito que o Monte do Templo tem sido o epicentro dos conflitos entre judeus e árabes palestinianos. O Monte representa o lugar mais sagrado para o judaísmo, devido ao facto de ali terem estado os dois Templos. Para os muçulmanos, o lugar é considerado sagrado pela presença das mesquitas de al-Aqsa e do Domo da Rocha. 

"DIA DE JERUSALÉM"

Estes confrontos já são considerados como os mais violentos desde 2017. Teme-se que durante o dia de hoje e mesmo amanhã continuem a haver actos de violência palestiniana por toda a Cidade de Jerusalém, tanto mais que amanhã à noite é a "Laylat al-Qad" (Noite do Destino), a mais sagrada de todo o mês do Ramadão. Os fiéis muçulmanos irão reunir-se em força para rezas na mesquita de al-Aqsa. Por outro lado, amanhã à noite é também o início do "Dia de Jerusalém", um feriado nacional que celebra a reunificação de Jerusalém - quando Israel capturou a parte oriental da Cidade velha aos jordanos durante a Guerra dos Seis Dias - e os nacionalistas religiosos realizam desfiles e outras celebrações na Cidade. 

PROVOCAÇÃO ISLÂMICA

O "Movimento Islâmico" apelou à polícia israelita para abandonar o recinto, alegando "responsabilizar totalmente as autoridades israelitas por qualquer deterioração e banho de sangue em Jerusalém e na bendita mesquita de al-Aqsa." O Movimento convocou ainda os árabes israelitas a virem a Jerusalém para a celebração "Laylat al-Qad" para contrariar "os apelos dos colonos para invadirem a mesquita de al-Aqsa." Na manhã de ontem foram vistas bandeiras do Hamas exibidas no Monte do Templo e apelos a ataques contra Israel. Imagens de vídeo ali recolhidas revelam a presença de bandeiras do Hamas e a vociferação de apelos como este: "Somos todos Hamas, aguardando pelas tuas ordens, comandante Mohammed Deif. Hamas: dispara um rocket contra Tel Aviv esta noite."

JERUSALÉM, JERUSALÉM...

Os confrontos destes últimos dias em Jerusalém e em outras partes do país têm a ver com a luta pela posse de Jerusalém, com várias famílias judaicas a tentarem adquirir propriedades alegadamente palestinianas em Jerusalém oriental, onde vive uma maioria palestiniana. Decorre uma longa batalha judicial contra 4 famílias palestinianas cujas propriedades foram legalmente expropriadas. Para além disso, as autoridades israelitas proibiram no mês passado, no início do Ramadão, qualquer ajuntamento de pessoas junto ao Portão de Damasco, provocando a fúria dos palestinianos e levando a que Israel cancelasse esta decisão. 

Desde então têm ocorrido ataques isolados a judeus ortodoxos nas ruas de Jerusalém, com judeus de um grupo supremacista a reagirem, desfilando as ruas da Capital entoando o slogan: "Morte aos árabes!", e procurando árabes a quem atacar. 

Oremos pela paz em Jerusalém!

sábado, julho 28, 2018

DEZENAS DE PALESTINIANOS PROVOCARAM DISTÚRBIOS ONTEM NO MONTE DO TEMPLO

Logo a seguir às rezas islâmicas de ontem no Monte do Templo, dezenas de jovens palestinianos barricaram-se na mesquita de al-Aqsa, desobedecendo às ordens da polícia para dispersarem durante a tarde.
Cerca de 16 manifestantes foram detidos pela polícia israelita na mesquita, uma vez que desobedeceram às ordens do comandante distrital da polícia israelita.
Quatro polícias israelitas ficaram feridos com os desacatos violentos provocados pelos palestinianos, tendo de ser evacuados do local.
O total de palestinianos detidos terá sido de 24, quando um grupo de dezenas de indivíduos começaram a arremessar bombas incendiárias contra a força policial ali presente, logo após o término das rezas islâmicas na mesquita.
Tudo leva a crer que as rezas a Alá não conseguem acalmar o ódio e a violência daquela gente que, só conhece a linguagem da violência, mesmo quando se trata de um lugar que eles consideram tão sagrado como aquele...
A polícia israelita teve de recorrer ao uso de granadas de fumo para controlar os jovens enfurecidos.

Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 19, 2017

TAL COMO ANUNCIADO HÁ 2.500 ANOS, JERUSALÉM ESTÁ-SE A TORNAR NUMA "PEDRA PESADA"

As tensões à volta do Monte do Templo estão aumentando de dia para dia, em grande parte por culpa dos muçulmanos que não querem aceitar o controle das entradas através da passagem por detectores de metais, algo que já acontece para quem entra pelo lado do Muro Ocidental, conforme tem sido a minha experiência nestes últimos anos.
O velho ditado "quem não deve não teme" aplica-se exactamente a esta gente muçulmana que alega subir ao Monte apenas para rezar, o que não tem sido sempre a realidade. É que se assim fosse, esses indivíduos não teriam qualquer problema em fazer-se passar pelo detector que avisa a presença de metais, logo de armas.

"WAQF ISLÂMICA DE JERUSALÉM" PROVOCA O RASTILHO QUE PODE PROVOCAR UMA TRAGÉDIA
Para incendiar ainda mais a questão, um dos grandes bandidos muçulmanos responsáveis por esta violência que levou à morte de 2 polícias israelitas druzos há poucos dias atrás, é o próprio mufti de Jerusalém, o líder espiritual islâmico que controla as rezas naquele enorme recinto conspurcado por duas mesquitas. 
A "Waqf Islâmica de Jerusalém" veio hoje anunciar que todas as mesquitas estarão encerradas em Jerusalém para as rezas nesta próxima Sexta-Feira, um claro e preocupante esforço para convocar todos os muçulmanos a virem rezar às portas do Monte do Templo, algo que poderá causar mais violência, com contornos inimagináveis.

MONTE FECHADO AOS JUDEUS
Esta manhã a polícia israelita decidiu fechar o acesso do Monte aos visitantes judeus devido ao "desrespeito pelas normas ali vigentes" por parte de um grupo de visitantes judeus.
Apesar dos esforços de mediação norte-americanos, sauditas e de outros, mantém-se a situação imposta por Israel face aos permanentes distúrbios entre manifestantes muçulmanos e as autoridades israelitas.
E, como não poderia deixar de ser, o Egipto veio agora também exigir a Israel que "acabe com a violência" nos acessos ao Monte, uma ridícula visão completamente desfasada da realidade dos factos, uma vez que são os muçulmanos que estão constantemente a provocar a polícia que protege os acessos ao recinto sagrado. O Egipto exigiu também a Israel que assegure os direitos dos palestinianos para poderem expressar a sua fé em liberdade. 
E Mahmoud Abbas, o grande e nojento hipócrita líder da Autoridade Palestiniana, usando da sua habitual manha para conquistar votos entre a população palestiniana de Gaza, da Judeia e da Samaria, convocou os palestinianos para "um dia de ira" em Jerusalém Oriental, na Judeia e em Samaria.
Tanto a Fatah como o Hamas estão atiçando estes fogos, convocando os muçulmanos para grandes manifestação de "ira." Ontem à noite várias pedras e cocktails Molotov foram atirados contra elementos da polícia, deixando dois oficiais com ferimentos ligeiros.

Estas lamentáveis situações, embora que preocupantes - tanto mais que contamos ali estar já na próxima semana - não nos apanham de surpresa, pois o profeta Zacarias revelou pelo Espírito de Deus o que seria Jerusalém "nos últimos dias": um cálice de tontear e uma pedra pesada para todos os povos ao derredor. 
Parece que estamos chegando a esses dias, agora que o conflito se centra cada vez mais em Jerusalém e no seu lugar mais sagrado: o Monte do Templo.

Shalom, Israel!