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quarta-feira, abril 13, 2011

APROXIMA-SE O CUMPRIMENTO DE JOEL 3:2

O primeiro-ministro da Autoridade Palestiniana, Salam Fayyad, de visita a Bruxelas, está a tentar cativar os corações e os bolsos dos representantes europeus para o financiamento parcelado de 5 biliões de dólares para o futuro estado palestiniano: "Chegou agora o tempo de sermos os donos do nosso próprio destino no nosso próprio estado."
O plano é conseguir essa verba já a partir deste ano, em parcelas, até ao ano 2013.
"Distribuímos o plano aos doadores, que o receberam muito bem." - afirmou o ministro para o Planeamento Palestiniano, Ali al-Jarbawi. 
O plano será formalmente apresentado aos países doadores no próximo mês de Junho.
Os líderes palestinianos planeiam pedir à Assembleia Geral das Nações Unidas, na sua reunião de Setembro, para que reconheçam um estado palestiniano dentro das terras que Israel "ocupou" em 1967. Israel já avisou que medidas unilaterais não podem substituir a paz negociada, mas os palestinianos reivindicam que quase duas décadas de conversações não lhes deram um estado.
Tanto as Nações Unidas, como o Banco Mundial e o FMI têm elogiado a condução de Fayyad nestes dois últimos anos na constituição de instituições e atributos de um estado moderno, a tempo da próxima Assembleia Geral em Setembro.
"A jornada tem sido longa e árdua, mas o fim está agora à vista. Estamos a caminho da liberdade." - afirma Sayyd no início do seu plano - "Chegou agora a hora de sermos os  donos do nosso próprio destino no nosso próprio estado."
O plano diz que "os próximos 3 anos testemunharão uma transformação na natureza da ajuda externa, de 'apoio à vida' para 'investimento real no futuro da Palestina'".
O plano adianta que o PIB aumentará este ano 9%, 10 % em 2012, e 12% em 2013. Prevê que o desemprego caia de 25% em 2009 para 15% em 2013.
Mas os estados doadores que têm nos últimos anos injectado biliões de dólares nos cofres palestinianos (com a corrupção que todos conhecem, veja-se os milhões da conta de Arafat na Suíça) não precisam que se lhes lembre que o controle de Israel de 60% da Judéia e Samaria constituirá uma enorme barreira ao pleno desenvolvilmento do seu potencial económico.
A inclusão da Faixa de Gaza no plano de desenvolvimento ignora também a realidade de que Gaza está actualmente sob o controle do Hamas.
Setembro será sem dúvida um "Setembro negro" para Israel. O mundo será dividido em 2 partes, e nunca mais será o mesmo depois dessa possível trágica decisão de partilha imposta da "Terra Santa" dada por Deus a um só povo, o povo de Israel.
As nações que se puserem contra Israel sofrerão a ira de Deus - e esse é o pior local para se estar, porque com Deus não se brinca...                                                                                  
"Congregarei todas as nações, e as farei descer ao vale de Jeosafá; e ali com elas entrarei em juízo, por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem elas espalharam entre as nações e repartiram a Minha terra...
O sol e a lua se enegrecerão, e as estrelas retirarão o seu resplendor. E o Senhor bramará de Sião, e de Jerusalém fará ouvir a Sua voz; e os céus e a terra tremerão, mas o Senhor será o refúgio do Seu povo, e a fortaleza dos filhos de Israel...
O Egipto se fará uma desolação, e Edom se fará um deserto assolado, por causa da violência que fizeram aos filhos de Judá, em cuja terra derramaram sangue inocente. Mas Judá será habitada para sempre, e Jerusalém de geração em geração." - Livro do profeta Joel 3:2, 15-17. (ênfase nossa).
Tememos por aquilo que vai acontecer em Setembro. Oramos para que Deus confunda os planos dos homens, e Israel possa viver em paz e segurança naquela única terra de onde foram espalhados pelos 4 cantos da terra, e a única que conheceram como seu verdadeiro "lar".
Shalom, Israel!

quinta-feira, março 31, 2011

ONU CONTRA ISRAEL

O secretário-geral da ONU, Ban ki-Moon, reiterou nesta passada terça-feira que o mundo inteiro espera que Israel se renda imediatamente às exigências feitas pelos árabes e internacionalmente apoiadas, para que desista de todas as reivindicações às terras bíblicas da Judeia e Samaria e a metade da milenar capital de Israel, a Cidade santa de Jerusalém.
A presença judaica na assim chamada "margem ocidental", que inclui Jerusalém oriental é, nas palavras do líder da ONU, "moral e politicamente insustentável, e tem de terminar" - assim insistiu Ban numa conferência de imprensa no Uruguai.
Ao mesmo tempo, os palestinianos estão a avançar com planos para declararem uniteralmente um estado independente, com o apoio da ONU, deixando de lado o acordo de troca de terra pela paz feito com Israel.
Os líderes palestinianos já indicaram que avançarão com essa medida para o final deste ano. A moção irá certamente ser chumbada no Conselho de Segurança da ONU, onde os EUA têm direito de veto, mas será largamente adoptada pela Assembleia Geral que muitos vêem como mais do que adequada para que a "Palestina" seja declarada um estado.
Os lideres israelitas estão a tentar influenciar várias nações para que não votem a favor desta decisão. Mas há um certo desapontamento, uma vez que Israel não oferece muitas alternativas.
Mas há muitos dentro de Israel que estão também pressionando Netanyahu para que páre de jogar no mundo diplomático segundo as regras dos árabes, devendo antes mostrar à ONU que o territórios são tão disputados pelos judeus como pelos árabes, sendo que os judeus têm até mais direitos. 
A aceitação de um estado palestiniano pela assembleia geral da ONU pode levar Israel a uma anexação dos territórios ditos "palestinianos", mas onde moram milhares de judeus.
Tal como temos insistido, o mundo acelera o passo para o abismo, e todos aqueles países que aprovarem a divisão da Terra dada por Deus ao povo de Israel pagarão bem caro...!
Shalom, Israel!