sábado, março 22, 2014

ISRAEL LIQUIDA "HOMEM-BOMBA" E OUTROS 2 TERRORISTAS DO HAMAS

A operação de busca desta madrugada de um dos mais temíveis terroristas do Hamas na cidade palestiniana de Jenin pelas Forças de Defesa de Israel foi recebida com disparos do próprio bandido - Hamza Abu Al-Haija - e de dezenas de outros companheiros terroristas refugiados na região.
Retaliando ao tiroteio dos terroristas, as FDI abateram o procurado terrorista que, segundo informações recentes, estava sendo mandatado pelo Hamas para cometer um ataque terrorista contra colonos israelitas e tropas das FDI num futuro próximo.
O terrorista palestiniano Hamza Abu Al-Haija era um autêntico homem "bomba-relógio" em contagem decrescente para uma possível carnificina.
LOCAL DA "OPERAÇÃO"
Há cerca de um mês que Israel andava no rasto deste terrível criminoso, tendo-o localizado há uma semana atrás. O esconderijo onde ele se refugiou foi ontem mesmo descoberto dentro do campo de refugiados de Jenin. Uma unidade israelita de contra-terrorismo - a Yamam - cercou ontem o espaço da casa, enquanto outros membros das FDI controlavam as imediações. As unidades de operação foram recebidas com um tiroteio vindo do próprio terrorista, tendo os soldados israelitas pedido aos habitantes para evacuarem o edifício enquanto disparavam balas de aviso.
O terrorista continuou entretanto a disparar contra as forças israelitas. Em poucos minutos dezenas de palestinianos chegaram ao local e abriram fogo contra as tropas israelitas.
As forças de elite Yamam enviaram então um cão de ataque para as instalações, o qual tombou com os disparos do terrorista palestiniano. Depois de um pequeno espaço de tempo, o homem do Hamas saiu da casa disparando contra os israelitas. Dois soldados das forças de elite Yamam ficaram ligeiramente feridos mas conseguiram mesmo assim responder ao fogo, abatendo o temível inimigo do Hamas. 
CORPOS DOS 3 TERRORISTAS PALESTINIANOS
O plano israelita era capturar o homem vivo, mas a reacção violenta do mesmo obrigou a uma intervenção mais dura por parte dos elementos da Yamam. Outros dois palestinianos foram mortos no tiroteio, sabendo-se entretanto que também eram terroristas conhecidos.
Israel anunciou que o plano era impedir a acção do "homem-bomba" que, a mando do Hamas em Gaza se preparava para um atentado contra um aldeamento e contras as FDI.
Sabe-se que o campo de refugiados palestinianos em Jenin é um autêntico ninho de terroristas, não só da Fatah, como também do próprio Hamas e da Jihad Islâmica. 
Israel entretanto prepara-se para as habituais manifestações de violência e vingança durante os funerais dos 3 terroristas abatidos esta madrugada. O Hamas já prometeu vingança...
Parabéns, Israel!

sexta-feira, março 21, 2014

RIO ZIN RENASCE NO DESERTO DO NEGUEVE, EM ISRAEL, CUMPRINDO MAIS UMA PROFECIA BÍBLICA!





Israel é a "terra dos milagres". Não porque haja intervenção humana - apesar do desenvolvimento e capacidades do povo judeu - mas porque Deus cumpre a Sua Palavra!

E as profecias bíblicas de há 2.500 anos atrás anunciavam que o Senhor "abriria rios no deserto" de Israel, como prova da Sua eleição de Israel como Seu povo: "Abrirei rios em lugares altos, e fontes no meio dos vales; tornarei o deserto em lagos de águas, e a terra seca em mananciais de água." 

"Para que todos vejam, e saibam, e considerem, e juntamente entendam que a mão do Senhor fez isto, e o Santo de Israel o criou." - Isaías 41:18 e 20.

RIO ZIN RENASCE EM PLENO DESERTO DO NEGUEVE!
Depois de muitos anos de seca absoluta, Israel assistiu a mais um cumprimento profético, ao testemunhar (video acima) o renascimento de um rio dos tempos bíblicos que há muitos anos tinha deixado de existir. A população local não coube em si de contente ao registar esta bênção, tendo as imagens capturado a própria alegria de um cão ali presente...!
As fortes chuvas que têm caído nas montanhas subjacentes permitiram que granes quantidades de água deslizassem pelas encostas e voltassem a percorrer o leito deste antigo rio Zin, já existente nos tempos do Velho Testamento!
Segundo os peritos locais, esta grande quantidade de água é algo anormal na região, habituada a extremas e prolongadas secas. 
Este rio Zin tem a sua nascente na região da cratera de Ramon - um impressionante sítio geológico localizado no topo do deserto do Negueve, e as 85 kms a sul da cidade de Berseba - indo desaguar no Mar Morto. 


Foi exactamente deste local que os 12 espias judeus foram enviados para espiar a Terra de Canaã: "Assim subiram e espiaram a Terra desde o deserto de Zin..." (Números 13:21), sendo o rio Zin a marca da fronteira do território de Israel nos tempos bíblicos. 
Este raro acontecimento comprova a fidelidade do Deus de Israel para com o Seu povo, pois Ele "Converte o deserto em lagos, e a terra seca em fontes." (Salmo 107:35)
"O deserto e o lugar solitário se alegrarão disto...porque águas arrebentarão no deserto e ribeiros no ermo. E a terra seca se tornará em lagos, e a terra sedenta em mananciais de águas..." (Isaías 35:1, 6 e 7).
"Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. Os animais do campo me honrarão, os chacais e as avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao Meu povo, ao meu eleito. A esse povo que formei para Mim..." (Isaías 43:19-21).
Shalom, Israel!



quinta-feira, março 20, 2014

"O ANTI-SIONISMO É O NOVO ANTI-SEMITISMO" - DECLARA MINISTRO FRANCÊS

Numa manifestação realizada em Paris comemorando a morte de 4 judeus no atentado de Toulouse em 2012, o ministro do Interior francês, Manuel Valls, afirmou que "o anti-sionismo é um convite ao anti-semitismo."
Valls fez esta afirmação ontem durante um discurso que proferiu na comemoração dos 2 anos do atentado contra uma escola judaica em Toulouse, no qual foram assassinados o rabino Jonathan Sandler, os seus dois filhos, Arieh, com 6 anos, e Gabriel, com 3, e ainda Miriam Monsenego, com 8 anos.
JONATHAN SANDLER E FILHOS
Segundo o ministro Valls, o antigo anti-semitismo da extrema direita francesa está sendo renovado: "ele alimenta o ódio contra Israel. Ele alimenta o anti-sionismo, pois que o anti-sionismo é um convite ao anti-semitismo."
A manifestação juntou mais de 1000 pessoas na Praça Trocadero, próxima da Torre Eiffel, em memória ao atentado cometido pelo muçulmano Mohammed Merah, com 23 anos.
"O criticismo feito a Israel baseia-se no anti-sionismo - isso é o anti-semitismo actual, esse é o refúgio para aqueles que não aceitam o estado de Israel" - acrescentou o ministro.
Estas declarações oficiais não são comuns num país com fortes tradições de igualdade e onde os políticos falam do seu compromisso em combater o anti-semitismo juntamente com outras formas de racismo.
Numa outra comemoração realizada em Toulouse, o primeiro-ministro Jean-Marc Ayrault afirmou que a sua presença era "uma homenagem em nome do governo e de toda a República, e um apelo à acção contra todas as formas de racismo, anti-semitismo, ódio e violência."
O presidente do Parlamento Europeu, o alemão Martin Schulz, também participou na comemoração realizada em Toulouse, juntamente com outros 500 manifestantes.
Outra comemoração teve também lugar em Bordéus, com cerca de 300 pessoas presentes e com a presença de Alain Juppe, o prefeito da cidade.

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 19, 2014

SER ANTI-ISRAEL É UM ERRO TEOLÓGICO MORTAL

O conhecido escritor Michael Brown, que conheci através do seu livro "Our Hands Are Stained With Blood" ( "Nossas mãos estão manchadas de sangue"), escreveu um excelente artigo sobre a actual onda de anti-semitismo que está arrastando muitos cristãos e até líderes evangélicos, pelo que passo a transcrevê-lo:

A idéia de que Deus terminou com o povo judeu como nação e de que a Igreja substituiu Israel nos planos de Deus não é apenas um sério erro teológico: é também um erro mortal. 
Foi esta falsa teologia que ajudou a alimentar as chamas do ódio aos judeus em João Crisóstomo - um dos líderes mais respeitados da Igreja primitiva (347 - 407 d.C.) - o qual certa vez afirmou o seguinte: "Deus odeia os judeus, e no Dia do Juízo dirá àqueles que simpatizam com eles: 'Afastai-vos de Mim, pois tivestes relações com os Meus assassinos!' Fugi então das suas assembleias, correi das suas casas, e tratai as suas sinagogas com ódio e aversão."
Sem esta teologia errónea, as Cruzadas nunca teriam tido lugar 700 anos depois.
Foi esta falsa teologia que ajudou a alimentar as chamas do ódio aos judeus no grande reformador Martinho Lutero (1483 - 1546 d.C.), o qual deu o seguinte conselho aos príncipes alemães da sua época: "Primeiro, lançar fogo às suas sinagogas ou escolas...em segundo lugar, aconselho que as suas casas sejam também arrasadas e destruídas...em lugar disso, eles podem abrigar-se debaixo de um tecto ou num celeiro, tal como os ciganos...em terceiro lugar aconselho que lhes sejam tirados todos os seus livros de oração e escrituras talmúdicas, nos quais são ensinadas essas idolatrias, mentiras, maldições e blasfémias. Em quarto lugar, aconselho que todos os seus rabinos sejam de hoje em diante proibidos de ensinar, sob pena de perda da vida ou de membros." Para muitos outros exemplos, favor consultar o meu livro "Our Hands Are Stained With Blood".
As palavras criminosas de Lutero foram postas em acção por nada menos nada mais que o próprio Adolph Hitler, iniciando na noite de 9 de Novembro de 1938, conhecida como a Krystallnacht (Noite dos vidros partidos) e em que, segundo o oficial nazi Reinhard Heydrich "815 lojas (judaicas) foram destruídas, 171 habitações queimadas ou destruídas... 119 sinagogas incendiadas, e outras 76 completamente destruídas...20.000 judeus foram detidos, 36 mortes foram reportadas e 36 outras pessoas ficaram gravemente feridas."
Este é o resultado directo de uma teologia que estava completamente errada, ajudando a defender acções mortais. (Os nazis não eram obviamente verdadeiros cristãos, mas foram séculos de anti-semitismo "cristão" na Europa que tornaram possível o Holocausto).
Há na verdade bons cristãos nos dias de hoje que abraçam este mesmo erro teológico (denominado teologia da substituição ou super-cessacionismo, alegando que a Igreja substituiu ou sucedeu a Israel). Eles não são anti-semitas em absoluto, e nunca sancionariam a perseguição ao povo judeu em nome de Jesus. E também repudiam totalmente citações odiosas tais como essas mencionadas acima.
Mas o triste facto da História é que é esta mesma teologia que abriu a porta a séculos de anti-semitismo "cristão" no passado que está mais uma vez ameaçando abrir de novo essa porta nojenta para os dias actuais.
À luz da terceira conferência "Christ at the Checkpoint" (Cristo no posto de controle) que acabou de ter lugar na antiga localidade de Belém, e onde assuntos como estes foram muito mais do que abstracções teológicas, é importante lembrar-se como a teologia errada conduz a acções erradas.
Segundo Actos 1, depois de os discípulos terem passado 40 dias com Jesus após a Sua ressurreição, falando-lhes "acerca do reino de Deus" (v. 3), os Seus devotos seguidores quiseram fazer-Lhe uma pergunta antes que Ele ascendesse aos céus.
Eles questionaram: "Senhor, restaurarás Tu neste tempo o reino a Israel?"
Ele respondeu: "Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo Seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-Me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra." (vs. 6-8).
Em outras palavras: é uma boa questão, e certamente faz sentido à luz de tudo o que temos estado a falar, mas a altura em que isso vai acontecer - quando Deus vai "restaurar o reino a Israel" - não nos diz respeito neste momento. Devemos concentrar-nos no cumprimento da Grande Comissão com a ajuda do poder do Espírito.
Mas não foi assim que João Calvino interpretou a resposta de Jesus. Tal como referido pelo Dr. Paul R. Wilkinson no seu livro "Understanding Christian Zionism" (Entendendo o Sionismo Cristão), Calvino afirmou que havia tantos erros quanto palavras na questão dos discípulos relativa à restauração de Israel. Isto - assim ele acreditava - mostrou "quão maus alunos eles eram sob tão bom Mestre", e, portanto, "quando Ele (Jesus) disse: recebereis poder, repreendeu-os pela sua imbecilidade."
Wilkinson também refere o seguinte: "Na 5ª Conferência Internacional Sabeel em 2004 (esta é uma conferência anti-sionista), Mitri Raheb denunciou os discípulos como sendo de "mente estreita", "nacionalistas" e "cegos" ao terem feito uma pergunta dessas."
Preferindo ser moderado, digo que interpretações como estas não são nada mais do que disparates exegéticos...
Se por exemplo os discípulos tivessem dito a Jesus: "Senhor, é chegada a altura de nós pegarmos em espadas e deceparmos os nossos inimigos?", Ele não teria respondido: "Não vos compete saber os tempos para decapitar as cabeças que o Pai estabeleceu. Concentrem-se em pregar o Evangelho."
Dificilmente! Em vez disso, tê-los-ia repreendido com termos indescritíveis.
Mas não foi isso que Ele fez, apesar do facto de as Suas palavras estarem sempre sendo interpretadas como se Ele tivesse dito: "Seus idiotas! Não sabeis que já terminei com Israel? Não sabeis que a Igreja substituiu Israel? Tenho estado convosco há tanto tempo e ainda não compreendestes?"
Em vez disso, Ele simplesmente lhes disse que não lhes competia saber exactamente quando é que o Pai iria restaurar o reino a Israel (algo que tanto Jesus, como Pedro e Paulo afirmaram: Mateus 19:28; Actos 3:19-21; Romanos 11:28-29; 15:8). A missão deles era serem Suas testemunhas.
Infelizmente, nos nossos dias, ao vermos um número crescente de cristãos a voltarem-se contra o moderno estado de Israel - e não quero apenas dizer criticar Israel quando Israel merece ser criticado, mas estarem a rejeitá-lo como cumprimento profético em todo o sentido da palavra, abraçando também a narrativa palestiniana de Israel como ocupante opressor e reivindicando que não restam mais promessas proféticas para o povo judeu como nação - estamos vendo as sementes do ódio aos judeus sendo novamente semeadas nos corações de muitos desses crentes. A hostilidade deles a Israel já não é mais segredo.

Tende cuidado, povo de Deus!
A História pode facilmente voltar a repetir-se - para agravo do Nome de Jesus, para desgraça da Igreja, e para prejuízo espiritual e físico do povo judeu - a menos que tenhamos a teologia certa.
Vocês foram avisados.
                                in "Charisma Magazine" , edição de 18/3/2014

Shalom, Israel!

terça-feira, março 18, 2014

"OS JUDEUS AMAM JERUSALÉM MAIS DO QUE NÓS" - LAMENTA LÍDER DA JIHAD ISLÂMICA

RAMADAN SHALAH
O amor dos judeus a Jerusalém atraiu um inesperado elogio por parte do líder da organização terrorista palestiniana Jihad Islâmica, ao afirmar aos líderes religiosos em Teerão que os judeus mostram mais o seu amor pela Cidade do que os muçulmanos, chegando até a citar uma expressão hebraica da famosa balada dedicada ao amor dos judeus pela Cidade santa de Jerusalém.
Dirigindo-se aos delegados de uma conferência religiosa islâmica na capital do Irão, Ramadan Shalah lamentou que os palestinianos e outros muçulmanos demonstrem um amor insuficiente por Al-Quds, o nome árabe para Jerusalém.
Shalah contrastou o inadequado amor dos palestinianos e dos muçulmanos pela Cidade Santa com a emotiva ligação dos judeus a Jerusalém e, falando em árabe e em hebraico, citou a famosa balada israelita "Jerusalém de Ouro", escrita pela cantora sionista Naomi Shemer.
DIA DA CELEBRAÇÃO DA AL-QUDS
"Qual é o significado de Jerusalém para nós?" - assim questionou Shalah os clérigos reunidos na semana passada, o homem que lidera um dos mais extremistas grupos terroristas do mundo e um dos terroristas mais procurados na lista do FBI. 
"Aprendam dos judeus, dessa amaldiçoada entidade (Israel). Eles amam Jerusalém, não apenas como uma questão militar, mas uma questão cultural" - acrescentou o líder terrorista.
E o terrorista não se ficou por aqui nas suas lamentações: "Lá na entidade israelita eles têm uma canção que o exército deles canta no dia 7 de Junho, quando eles conquistaram a mesquita de Al-Aqsa e o Haram al-Sharif" (o Monte do Templo, na Guerra dos Seis Dias, em 1967). Shabah prosseguiu ainda com uma citação de parte do coro da canção "Jerusalém de Ouro."
"Jerusalém de Ouro. Jerusalém de bronze. Jerusalém de luz" - entoou o palestiniano, tanto em hebraico como em árabe.
"Toda a criança israelita e todo o amaldiçoado soldado israelita entoa esta canção no seu coração" - afirmou Shalah perante a multidão reunida na capital do Irão.

"JERUSALÉM DE OURO"
A balada "Jerusalém de Ouro" é uma das canções israelitas mais populares de sempre e foi composta para um festival musical inserido nas comemorações do Dia da Independência, em Maio de 1967. A canção integra referências antigas, algumas do Livro das Lamentações e outras do Mishnah, lamentando que os lugares mais sagrados do judaísmo - especialmente o Monte do Templo - estivessem fechados aos judeus pelas autoridades jordanas que na altura controlavam a parte oriental da Cidade de Jerusalém.
A canção inicia-se descrevendo uma Jerusalém desolada, com um "muro" no seu coração - uma referência à fronteira que na época dividia as partes judaicas e jordanas da Cidade.
Poucas semanas depois da publicação da canção e o seu aplauso generalizado, rebentou a Guerra dos Seis Dias e as forças israelitas conseguiram capturar a antiga Cidade velha de Jerusalém, levando Shemer a acrescentar uma quarta e triunfante estrofe que começa desta forma: "Voltámos às cisternas de água, ao mercado e à praça / Um corno de carneiro soa no Monte do Templo na antiga Cidade."


A Jihad Islâmica - o mesmo grupo terrorista que este homem dirige - atacou na semana passada o sul de Israel com cerca de 60 rockets, levando Israel a vários ataques aéreos e conduzindo à maior escalada de violência na Faixa de Gaza dos últimos meses. 
Este grupo é considerado como um dos maiores rivais do Hamas para o controle da Faixa, e tem laços estreitos com o Irão.

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 17, 2014

OBAMA RECEBE PRESIDENTE PALESTINIANO NA CASA BRANCA

Ansioso por se afundar ainda mais no processo de "paz" para o Médio Oriente, e não tendo aprendido as lições com os seus mal sucedidos antecessores, o presidente norte-americano recebeu hoje na Casa Branca o "amigo" palestiniano, Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestiniana, o mesmo que se recusa a reconhecer Israel como o estado judaico.
Segundo as últimas informações de Washington, Barack Obama terá urgido Abbas a tomar decisões duras e a correr riscos de forma a conseguir a paz com Israel, alegando esperar nas próximas semanas ver progressos nas negociações dirigidas pelos EUA.
Abbas não perdeu tempo para lembrar Obama que deve pressionar Netanyahu a libertar os últimos prisioneiros (entenda-se: criminosos) palestinianos em prisões israelitas no final deste mês de Março, sendo esta a última "tranche" de bandidos palestinianos que Israel assumiu libertar em troca de...não sei o quê...
Abbas disse ser esta uma "oportunidade histórica", agradecendo a Obama o apoio económico e político.
Provavelmente indiciando sinais de amnésia ou de algo ainda pior, o presidente norte-americano elogiou o líder palestiniano como alguém que "consistentemente renunciou à violência (...) e que tem consistentemente procurado uma solução pacífica e diplomática."
O líder palestiniano que Obama crê ser um "homem de paz" foi no entanto bem claro na sua recusa em aceitar Israel como um estado judaico: "Tenho 79 anos e não estou preparado para terminar a minha vida com uma traição."
Palavras para quê?
Shalom, Israel!

sábado, março 15, 2014

CHEGOU A HORA DE VOCÊ CONHECER ISRAEL!


Cada vez mais no centro das atenções do mundo, Israel não pára de fascinar pela sua beleza, diferença e cultura.
De entre todos os países do mundo, Israel ocupa o primeiro lugar no coração de Deus. Foi lá que tudo começou e é lá que tudo irá finalizar.
Venha a Israel! Faça desta visita a prioridade na sua agenda deste ano!
Consulte-nos para receber o programa completo e obter todas as necessárias informações.

SITE: www.viagens-shalom.com
EMAIL: viagens.shalom@gmail.com

Shalom!

sexta-feira, março 14, 2014

"ALÁ ESTÁ REUNINDO OS JUDEUS PARA QUE OS POSSAMOS MATAR" - AFIRMOU LÍDER PALESTINIANO À TV DA AUTORIDADE PALESTINIANA

O alto representante da Autoridade Palestiniana Abbas Zaki alinhou a sua crença com a de muitos cristãos e judeus segundo a qual o actual ajuntamento dos judeus na terra de Israel é resultado da "intervenção divina."
Só que, com uma grande diferença: para o palestiniano Zaki, o alvo final não é a restauração de Israel, mas, pelo contrário, o seu desaparecimento.
"Acredito que Alá irá juntar (os judeus) para que os possamos matar" - afirmou Zaki à TV da Autoridade Palestiniana, no passado dia 12.
O líder palestiniano acusou também os israelitas de "não terem religião nem princípios", acrescentando ainda que "eles são um instrumento avançado do mal."
Já em 2009, Zaki admitia na TV libanesa que o alvo final da "solução dois estados" (Israel e Palestina) era a ruína de Israel.
Zaki é membro do comité central da Fatah e serve actualmente como comissário do líder Mahmoud Abbas para o diálogo com o mundo árabe e a China.






quinta-feira, março 13, 2014

GOVERNO DE ISRAEL REÚNE-SE DE EMERGÊNCIA

A continuação do disparo de rockets da Faixa de Gaza contra as populações civis de Israel tem gerado diversas condenações, como foi o caso da Inglaterra, EUA e da própria ONU. 
Só ontem foram disparados mais de 60 rockets. As Forças Aéreas de Israel atacaram ontem à noite 29 alvos terroristas em Gaza, mas esta manhã o sistema de defesa de Israel - o Iron Dome - interceptou pelo menos mais um rocket disparado pelos terroristas contra Askhelon.
O gabinete do primeiro-ministro de Israel irá reunir-se esta manhã de emergência a fim de discutir esta escalada de violência, a maior desde 2012. 
Netanyahu já declarou que "não há disparos livres, e os elementos terroristas na Faixa de Gaza devem começar a interiorizar o facto de que estão a lidar com um governo muito determinado e um exército muito forte."

Shalom, Israel!

quarta-feira, março 12, 2014

SUL DE ISRAEL ATACADO COM DEZENAS DE ROCKETS DISPARADOS DA FAIXA DE GAZA NO DIA EM QUE CAMERON, 1º MINISTRO INGLÊS VISITA ISRAEL

Depois não querem que Israel responda?
Dezenas de rockets - pelo menos 20 - têm desde esta tarde estado a cair no sul de Israel, a maioria em terrenos, tendo um deles caído numa cidade e outro na cidade-mártir de Sderot, naquele que já é considerado o maior ataque vindo de Gaza desde 2012.
O sistema de defesa Iron Dome conseguiu interceptar uma série de rockets
As sirenes têm estado a tocar em toda a região à volta de Gaza, no sul de Israel, levando a que os habitantes da região se protejam nos abrigos e espaços preparados dentro das casas.
Graças a Deus não têm havido quaisquer vítimas do lado israelita.
O braço militar do grupo terrorista islâmico Jihad já assumiu a responsabilidade pelos ataques, que alegam ser a resposta à morte de 3 dos seus elementos pela aviação israelita num ataque realizado ontem. Este ataque de Israel tinha sido a resposta ao fogo de morteiros disparado por uma célula terrorista da Jihad islâmica contra tropas israelitas estacionadas a sul de Gaza.

CAMERON EM ISRAEL
Tudo isto está acontecendo exactamente no dia em que o primeiro-ministro britânico Cameron iniciou a sua visita a Israel e fez a sua visita ao Knesset - parlamento israelita. 
A visita ao Knesset não foi contudo nada pacífica, uma vez que tinha sido votada a obrigação de os judeus ortodoxos - os haredim - cumprirem o serviço militar em Israel, tendo esta lei provocado uma forte agitação na sociedade israelita, levando a que centenas de milhar de haredim se manifestassem nas ruas de Jerusalém. 
Logo que Netanyahu subiu ao pódio do Knesset para dar as boas vindas a Cameron, todos os deputados do partido Haredi abandonaram a sala, tendo os deputados árabes feito o mesmo algum tempo depois durante o discurso de Netanyahu.
Certamente nada que impressione Cameron, habituado como está às sessões do parlamento do seu próprio país. O que deveria impressionar o líder britânico deveria ser os ataques vindos da Faixa de Gaza contra civis inocentes, levando-o a reflectir e a pensar duas vezes antes de condenar Israel, quando este país se vê obrigado a responder aos ataques de forma a proteger as suas populações civis...
Shalom, Israel!



terça-feira, março 11, 2014

CRISTÃOS ISRAELITAS CRITICAM CONFERÊNCIA "CHRIST AT THE CHECKPOINT" ORGANIZADA POR IGREJAS ANTI-SEMITAS

Está a decorrer em Belém a controversa conferência "Christ at the Checkpoint" - "Cristo no posto de controle" - alegadamente representando "a voz" dos cristãos locais. 
Esta conferência anti-Israel pode representar algumas igrejas e grupos palestinianos e ocidentais anti-semitas, mas não representa o todo. Antes pelo contrário, ela não representa a "voz única" e exclusiva dos cristãos locais. 
Passo a transcrever o comunicado emitido por Shadi Khalloul, chairman da Associação Aramaica Cristã em Israel, porta-voz do Forum Cristão das FDI, e um representante dos cristãos de língua árabe que escolheram estar do lado de Israel, em vez de se posicionarem contra a nação judaica.

"Um número crescente de cristãos israelitas tem estado a verbalizar numa nova voz, apelando à integração na sociedade judaica israelita. Ao mesmo tempo, muitos de nós estamos pedindo um basta ao uso cínico de cristãos locais como peões na causa palestiniana ou em outros esforços árabes para a destruição de Israel como estado judaico democrático.
À semelhança da maioria dos cristãos israelitas, sinto que muitos líderes cristãos estão traindo a mensagem cristã e ignorando os direitos dos companheiros cristãos na Terra Santa, ao serviço da propaganda islâmica contra o nosso país, Israel.
Ver líderes cristãos a participarem em conferências políticas anti-Israel, como é o caso da "Christ at the Checkpoint" dá-me vontade de vomitar. Sinto vergonha da duplicidade desses líderes. Esses cristãos gozam de plenos direitos e liberdades em Israel, até a liberdade para publicitarem e caluniarem o estado sem qualquer medo. Ao contrário disso, eles e suas famílias seriam rapidamente mortos ao criticarem publicamente e dessa forma a Autoridade Palestiniana. 
A nossa situação em Israel é melhor do que a de qualquer outra comunidade cristã em todo o Médio Oriente. Tal como temos recentemente testemunhado, muitos cristãos nesta região têm estado a emigrar ou a converterem-se ao Islão pela força.
Aquilo que nos preocupa como cristãos israelitas é vermos companheiros cristãos a continuarem na sua temerosa aproximação aos árabes, juntando-se àqueles que que de forma rotineira abusam e matam o nosso próprio povo, de forma a acusarem falsamente a Israel, o único país em toda a região onde os cristãos são realmente protegidos.
Israel continuará sendo a casa perpétua e o refúgio seguro para os judeus e também para as suas minorias cristãs, drusas e até árabes. O mundo precisa de conhecer estes factos e compreender que o povo que cinicamente poria Cristo no posto de controle não representa a verdadeira voz cristã nesta região ou em nenhuma outra parte do mundo.
Todos nós ansiamos pela paz na Terra Santa, mas não uma paz baseada em mentiras que só podem conduzir a problemas para os cristãos locais."

Shalom, Israel!

segunda-feira, março 10, 2014

ISRAEL EXIBE CARREGAMENTO DE ARMAS DO IRÃO

Graças à apreensão de um barco iraniano carregado de armas dirigidas aos terroristas da Faixa de Gaza, Israel está agora exibindo ao mundo inteiro aquilo que o Irão tenta esconder e até negar, provando que não é um regime credível, apesar da relativa confiança que vem lamentavelmente merecendo de governos como o norte-americano, os europeus, etc.
Face à grande quantidade de armamento iraniano agora exposto, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aproveitou o momento para criticar a hipocrisia da comunidade internacional, afirmando que esse países preferem "ignorar as contínuas agressões iranianas", acrescentando que o mundo deveria ver esta situação para entender as reais intenções do Irão.
As Forças de Defesa de Israel capturaram neste navio iraniano 40 rockets M-302, 181 munições de morteiro de 120 mm e cerca de 400.000 munições de calibre 7.62.

Perante uma plateia de diplomatas e militares, Netanyahu alertou acerca dos perigos inerentes a estas armas e lembrou que elas apenas provam que o Irão continua sendo um regime agressor.


"Assim como ocultou estas armas, o Irão está também escondendo o seu programa nuclear. O mundo tem de acordar e impedir o Irão de conseguir armas nucleares" - afirmou Netanyahu, acrescentando em referência ao armamento agora capturado:
"Estes rockets poderiam ter atingido Tel Aviv, Jerusalém e até os subúrbios de Haifa."
Segundo o primeiro-ministro de Israel, este acontecimento expõe o engano por detrás dos novos esforços diplomáticos do Irão, ansioso por restabelecer as relações políticas com o Ocidente.
Segundo Netanyahu, é preciso que o mundo reconheça que o Irão não abandonou as suas intenções de destruir Israel: "Estas armas eram dirigidas aos terroristas de Gaza que tencionam destruir Israel."
Esperemos que o mundo civilizado olhe com atenção para esta "caça" e reflicta seriamente sobre o tipo de atitude a tomar com um regime hipócrita, mentiroso e genocida, como é o actual governo do Irão. 
Shalom, Israel!

sábado, março 08, 2014

ALÁ NÃO É O MESMO DEUS DA BÍBLIA

Assiste-se cada vez mais ao espírito de confusão causado pela ignorância e pelo erro em que tantos incautos vão caindo, numa atitude de pacifismo e tolerância, em nome de um "ecumenismo" humanista, mas que salienta indevidamente o "espírito da unidade" às custas da verdade absoluta revelada nas Sagradas Escrituras.
A minha preocupação não é tanto com as opiniões verberadas pelos fabricantes e comentadores de notícias, normalmente manipulados por interesses políticos ou económicos, ou até do público em geral, mas com a crescente e subtil tendência que se nota em muitos ditos "cristãos" para acreditarem e defenderem que o Deus de Israel revelado nas páginas da Bíblia é o mesmo "deus" do Islão...
PARA OS CATÓLICOS ROMANOS, DEUS = ALÁ...
E esta tendência vai-se notando visivel e frequentemente nos "encontros ecuménicos", ou, numa linguagem mais "politicamente correcta", nos assim-chamados "diálogos inter-religiosos", em que nos temos acostumado a ver líderes evangélicos e católicos dando as mãos aos "irmãos muçulmanos", em nome de um pretenso entendimento e convergência espiritual, e à sombra de um mesmo pretenso "deus."
Existe até já uma nova doutrina ecuménica denominada Crislão que assegura que tanto os judeus como os cristãos e os muçulmanos adoram o mesmo deus. Isso não é mais do que o fruto da ignorância, só que é bem pior do que isso: é uma autêntica heresia.
A Bíblia diz que o "povo perece por falta de entendimento", e a actual geração religiosa peca exactamente por essa falta de conhecimento e sabedoria transmitidos pelo único e verdadeiro Deus, Aquele que Se revela nas Sagradas Escrituras.

A ORIGEM DE ALÁ
Durante os dias do profeta Maomé, a palavra "Alá" surgia nos textos
judaicos e cristãos na língua árabe. O nome Alá tem a mesma raíz que o nome "Elohim" na língua aramaica, ambos os nomes significando "Deus." Mas visto que tanto judeus como cristãos rejeitaram Maomé como o último e o maior dos profetas, Maomé decidiu então rejeitar o Deus dos judeus e dos cristãos, e substitui-l'O pela maior de todas as divindades pagãs dos árabes, Alá, o deus-lua, deus da guerra e deus da espada.
Segundo a tradição pagã árabe - os antigos sabeus - Alá, o deus-lua (Ilumquh), era casado com o deus-sol (Dhat Hamymand), que era a mãe; e as três estrelas mais brilhantes - as primeiras visíveis ao pôr do sol e mencionadas pelo nome no Corão - são as filhas da lua e do sol (Allat, Al Uzza, e Al Manat). Assim, os três maiores deuses pagãos da antiga Arábia eram a lua, o sol e as estrelas: o pai, a mãe e as três filhas.

O VERDADEIRO DEUS PROÍBE O CULTO À LUA E AOS ASTROS CELESTES
Não devemos esquecer o aviso da Palavra de Deus, de que qualquer um em Israel que adorasse ou se curvasse perante a lua, o sol e as estrelas devia ser levado aos portões da cidade e apedrejado (Deuteronómio 17). Segundo as Sagradas Escrituras dos judeus e dos cristãos esta forma de idolatria é uma ofensa capital.

ALÁ PASSA A SER "DEUS ÚNICO"
Doze anos depois de Maomé ter começado a sua nova religião, o Islão, começou a enfrentar problemas com alguns dos seus seguidores que reclamavam que conquanto ele lhes tivesse prometido uma religião monoteísta, ele tinha pelo contrário mantido uma trindade de deuses segundo a tradição árabe. 
Havia 360 deuses na antiga Arábia, e apesar de ter abolido 357, Maomé tinha permitido que os três mais importantes permanecessem. Mas isso não chegava, pelo que os seus seguidores exigiram a abolição do sol e das estrelas como deuses.
Assim, Maomé foi alegadamente consultar  o anjo Gabriel, o qual o terá ostensivamente instruído a abolir o sol e as estrelas, deixando apenas a lua como deus monoteísta islâmico. Foi uma decisão difícil, uma vez que aos olhos dos árabes a lua, o sol e as estrelas eram considerados uma família, sendo como que um talismã da sorte. É por essa razão que ainda encontramos hoje esses símbolos no mundo islâmico.
Os antigos arábios (árabes) cultuavam o deus-lua Alá, curvando-se várias vezes ao dia em oração na direcção da Kaaba, a "casa de Alá", na cidade de Meca. A Kaaba é uma casa que aloja um meteorito - uma pedra negra caída dos céus. Os antigos árabes visitavam a pedra uma vez por ano e caminhavam várias vezes à sua volta durante a sua visita. É exactamente isso que os actuais muçulmanos hoje fazem, provando-se assim que o culto a Alá é nada mais do que a continuação do antigo culto pagão ao deus-lua.
Assim, o islamismo é realmente um sistema monoteísta, mas Alá é o deus-lua e não o Deus de Abraão, Isaque e Jacob. Quando os muçulmanos pronunciam "Allah hu akbar" nas suas orações, isso não significa que Alá é grande, como se interpreta vulgarmente, mas que Alá é maior. Em outras palavras, Alá al-Hahi é maior que o Deus de Israel. Segundo a tradição cristã, Satanás foi aquele ser que disse ser maior do que Deus...

ALÁ É UM FALSO DEUS
O segundo dos 10 Mandamentos diz: "Não terás outros deuses diante de Mim." O Alá do Islão é um outro deus, um deus que eles alegam ser maior que o Deus de Abraão, Isaque e Jacob.
A Bíblia afirma claramente que o Deus de Israel é o Único Deus, o verdadeiro Deus, e portanto maior do que Alá. 
Há várias questões básicas que comprovam a incompatibilidade entre o verdadeiro Deus, tal como nos é revelado na Bíblia, e o deus Alá descrito no Corão: a Bíblia revela que Deus é Triuno, ou seja, uma unidade de 3 Pessoas partilhando a mesma essência e atributos; o Corão nega a Triunidade de Deus, alegando que isso é uma blasfémia (Sura 5:73). O Islão nega que Jesus é Deus incarnado (Sura 4:172) e que Ele é o Filho Unigénito. Nega também que Jesus tenha sido crucificado (Sura 4:158). Para o Islão, Maomé é o "consolador", enquanto a Bíblia afirma que o Espírito Santo é o verdadeiro "Consolador".

É importante que ponhamos as coisas no seu devido lugar, e não nos deixemos enredar nas teias da confusão, ignorância espiritual e conveniências. Jesus disse: "Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará!"
Shalom!

sexta-feira, março 07, 2014

PAPA AMEAÇA CANCELAR VISITA A ISRAEL

A visita do chefe da Igreja Católica Romana a Israel prevista para 25 e 26 de Maio próximo corre o sério risco de ser suspensa devido à greve dos funcionários do Ministério das Relações Exteriores de Israel. 
A paralisação destes trabalhadores é motivada por discussões laborais com o Ministério das Finanças. 
O anúncio das sanções aos trabalhadores veio seguido de uma declaração emitida pelo Gabinete de Protocolo dos Negócios Estrangeiros mencionando que os seus funcionários não serão capazes de lidar com os preparativos requeridos para a primeira visita do actual papa a Israel.
Os trabalhadores acrescentaram ainda que não tomarão conta dos preparativos para a chegada da comitiva preparatória da visita papal e que deveria chegar a Israel já na próxima semana.
Após esta declaração, o embaixador papal presente em Israel informou que a visita corre o risco de ser cancelada caso as preparações para a mesma não sejam devidamente tratadas.
O cancelamento, a acontecer, será um duro golpe contra a economia de Israel, uma vez que afectará drasticamente a indústria do turismo israelita, afectará as relações com as igrejas "cristãs" e provavelmente também a imagem internacional de Israel. Além de que não se sabe se o chefe católico se disporá a marcar outra data para a visita.
Esta primeira visita de Francisco I a Israel seria a sua primeira desde que foi empossado como chefe da Igreja Católica Romana, há cerca de um ano atrás.
Shalom, Israel!

quinta-feira, março 06, 2014

GUARDAS REVOLUCIONÁRIOS IRANIANOS RESPONSÁVEIS PELO CONTRABANDO DE ARMAS PARA OS TERRORISTAS

GUARDAS REVOLUCIONÁRIOS IRANIANOS
De hora a hora vão surgindo novas revelações sobre a transferência de armamento iraniano descoberto e capturado por Israel, em pleno mar Vermelho. 
Um general israelita pronunciou-se esta manhã sobre o que tem sido descoberto, e, na sua opinião, não há dúvidas de que por detrás desta "passagem" de armas do Irão para os "amigos" terroristas da Faixa de Gaza estão os famosos "Guardas Revolucionários Iranianos", em especial as forças de elite "Quds."
Segundo o general Aviv Kochavi, logo a seguir à operação naval israelita, os Guardas Revolucionários Iranianos abriram uma investigação, e muito provavelmente irão suspender novas transferências de armamento para os "amigos" terroristas até descobrirem que é que transmitiu a informação aos israelitas.
O barco iraniano que carregava o armamento está neste momento sendo levado para o porto israelita de Eilat, onde deverá chegar neste próximo sábado à noite. Segundo as autoridades israelitas, o navio "Klos-C" poderá transportar ainda outro tipo de armamento, para além daquele que já ontem foi descoberto. Uma coisa é afirmada pelos israelitas: este navio vinha seguramente do Irão. 
A guerra de palavras actual entre israelitas e iranianos terá o impacto que cada um quiser, mas sem dúvida que, nas palavras do primeiro-ministro israelita, "o Irão mostrou a sua verdadeira face."
Claro que os iranianos negam qualquer responsabilidade neste assunto, alegando que as acusações "não têm qualquer fundamento". 
O habitual...

COOPERAÇÃO MILITAR ENTRE ISRAEL E OS EUA
Sabe-se que houve intensa troca coordenada de informações entre as autoridades israelitas e as norte-americanas que permitiu a "caça grossa" deste armamento transferido do Irão para os terroristas da Faixa de Gaza. 
Segundo informações prestadas pelo embaixador dos EUA em Israel, esta coordenação de informações militares permitiu dar "luz verde" a Israel para avançar com a captura do barco e respectiva carga. 
Shalom, Israel!

quarta-feira, março 05, 2014

ÚLTIMA HORA! ISRAEL CAPTURA NAVIO IRANIANO CARREGADO DE ROCKETS PARA A FAIXA DE GAZA

As Forças de Defesa de Israel estão de parabéns!
Numa acção de grande coragem e envergadura, forças de elite israelitas capturaram em pleno mar, a caminho do Sudão, um navio do irão carregado de rockets de grande alcance destinados aos terroristas da Faixa de Gaza.
A operação digna de um filme de acção "tipo 007" foi realizada ontem à noite, e o barco iraniano conduzido até ao porto israelita de Eilat.
NAVIO IRANIANO KLOS-C
Tropas de elite da Marinha de Israel - unidade Shayetet 13 - abordaram o navio em pleno mar na fronteira marítima do Sudão e da Eritréia - uns 1.500 kms a sul de Israel.
O barco iraniano, denominado Klos C, navegava sob o pavilhão panamiano, tinha zarpado do Irão há 10 dias atrás e navegava em direcção do Sudão, onde deveria chegar amanhã, transportando um carregamento de rockets de nível avançado, capazes de atingir alvos até 200 kms de distância.
Os 17 membros da tripulação a bordo - representando diversas nacionalidades - estão sendo agora investigados pelo seu envolvimento na abortada operação de contrabando de armas. O interrogatório irá continuar em Israel.
Do grande carregamento de armas, constavam os famosos foguetes iranianos 302m, fabricados no Irão, e que caíram em Haifa durante a Segunda Guerra no Líbano em 2006. 
Segundo as Forças de defesa de Israel, os rockets eram originários da Síria, onde o Irão tem armazenados imensos arsenais. Tinham entretanto sido levados por via aérea para o Irão, onde foram carregados para o navio iraniano Klos C, que zarpou até ao Iraque, onde as ramas foram escondidas dentro de caixas de cimento.
O navio deixou depois o porto iraquiano de Umm Qasr, entrou no Mar Vermelho, rodeou o porto de Oman e dirigia-se depois para o Sudão.
A rota do navio foi seguida de perto pelas forças israelitas. 
"Há clara indicação a partir do navio que estes são rockets dos quais o Irão é responsável" - informou um oficial israelita, acrescentando: "Os rockets destinavam-se a grupos terroristas na Faixa de Gaza."

TRANSFERÊNCIA DE ARMAS IRANIANAS
Desde há muito tempo que Israel tem informado o mundo que o Irão tem andado a transferir armas para grupos terroristas em todo o mundo, especificamente para o Hezbollah no Líbano, e para o Hamas na Faixa de Gaza, através do Sudão e o Iémen.
Em Abril do ano passado, a Marinha egípcia capturou um navio com um enorme carregamento de armas, perto da parte sul da península do Sinai. A agência noticiosa turca confirmou que se tratava de um barco de pesca iraniano, com o nome "Sawit 1", informando ainda que o mesmo carregava 62.283 armas de fogo, incluindo espingardas sniper, AK-47, RPG, e enormes quantidades de munições.
Em 2009 os comandos israelitas abordaram o "Francop", uma embarcação que se dirigia para a Síria contendo imensas quantidades de armamento destinado ao grupo terrorista Hezbollah.
A operação mais famosa foi realizada em 2002, com a intercepção do barco "Karin-A" no Mar Vermelho. Foram na altura encontradas a bordo várias toneladas de munições que seguiam do Irão para a Faixa de Gaza.

Parabéns, Israel!



terça-feira, março 04, 2014

"AQUILO QUE NÓS QUEREMOS É A PAZ, NÃO UM PEDAÇO DE PAPEL" - AFIRMOU NETANYAHU AO PRESIDENTE OBAMA





Na sua visita aos EUA, Netanyahu fez ver ao presidente norte-americano que aquilo que Israel quer é mais actos concretos e menos conversa.
É que Israel já fez tudo o que tinha a fazer para alcançar a paz com os palestinianos: "Israel tem feito a sua parte, e lamento dizer que os palestinianos não" - afirmou Netanyahu ontem no seu encontro na sala oval da Casa Branca, em Washington, diante dos jornalistas presentes. E acrescentou: "O povo de Israel sabe que esse é o caso."
"Aquilo que queremos é a paz...não um pedaço de papel" - afirmou Netanyahu, apelando ainda para "uma paz verdadeira...baseada num mútuo reconhecimento", aproveitando para criticar os parceiros palestinianos por promoverem a "violência contínua" contra o estado judaico.
"Israel, o estado judaico, é a realização do direito do povo judeu à auto-determinação" - disse Netanyahu, adiantando que "É hora de eles reconhecerem Israel como estado judaico para o povo judeu."
E o primeiro-ministro israelita acrescentou com alguma ironia: "Só temos estado aqui há 4 mil anos!"
Obama, por seu turno, elogiou Netanyahu por estar participando numas negociações "muito longas e dolorosas" ao longo dos últimos 8 meses, e reconheceu que Israel não poderia aceitar um acordo de paz que falhe em reconhecer as suas necessidades estratégicas de segurança. 
"É minha convicção que em último plano será ainda possível criar dois estados, um estado judaico de Israel, e um estado da Palestina, nos quais os povos estejam vivendo lado a lado em paz e segurança. Mas isso é difícil e requer compromisso de todos os lados. E eu quero mais uma vez elogiar publicamente o primeiro-ministro pela seriedade com que tem assumido estas discussões" - afirmou Obama.
"A janela de tempo que nós estabelecemos para que estas negociações sejam completadas está chegando ao fim, e algumas decisões duras terão de ser tomadas."
Referindo-se depois ao Irão, o primeiro-ministro israelita afirmou que continuava a ser o maior desafio a Israel, acrescentando ainda que o seu governo não aceitaria uma "capacidade" iraniana de adquirir armas nucleares.
E como primeiro-ministro, Netanyahu afirmou estar também preparado para proteger Israel de potenciais ameaças, usando todos os meios necessários.

segunda-feira, março 03, 2014

NETANYAHU EM VISITA AOS EUA





A meio das conturbadas negociações patrocinadas pelos EUA entre israelitas e palestinianos para se alcançar um entendimento, o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu deslocou-se com a sua esposa Sara a Washington para um encontro com o presidente norte-americano Barack Obama.
Não se esperam no entanto grandes novidades sobre este encontro. As expectativas norte-americanas em relação a algum avanço são até mornas.
Usando uma linguagem já clássica, Netanyahu respondeu à pergunta feita por um jornalista à chegada ao aeroporto da capital norte-americana, afirmando que "são precisos 3 para dançar o tango" no que concerne às questões do Médio Oriente: "O tango no Médio oriente requer pelo menos 3. Durante vários anos havia apenas 2: Israel e os EUA. Agora é necessário ver se os palestinianos estarão também presentes" - declarou Netanyahu.
"De qualquer forma," - continuou Netanyahu - "para que consigamos um entendimento, temos de preservar os nossos interesses vitais. Tenho provado que o faço diante de todas as pressões e turbulências, e continuarei a fazê-lo aqui também."
Como se sabe, as relações entre os dois líderes nunca foram simpáticas.
Vejamos o que este encontro irá produzir, se é que alguma coisa boa se possa esperar de Washington em questões do Médio Oriente...
Shalom, Israel!