domingo, julho 08, 2007

3 SOLDADOS ISRAELITAS = 250 PALESTINIANOS...


Numa generosíssima aritmética judaica, 3 vidas israelitas contam tanto como 250 palestinianos. Não, não é ironia nossa! É a realidade do valor que os judeus atribuem à vida humana. Cada ser humano conta muito, por isso, para resgatar 3 soldados israelitas presos pelos grupos palestinianos, Israel está disposto a pagar um alto preço: libertar 250 presos palestinianos acusados de vários crimes, excepto "crimes de sangue".
Israel continua a mostrar sinais de boa vontade para com os palestinianos, num intenso desejo de paz e segurança para todos. Aproveitando a actual crise vivida entre o Hamas e a Fatah, Israel tenta reforçar os laços com a actual direcção palestiniana, mormente com o presidente Abbas, dando-lhe assim força para poder dominar a rebelião palestiniana vivida na Faixa de Gaza e em Samaria.
Num outro gesto de boa vontade, o governo de Jerusalém decidiu hoje ainda descongelar alguns milhões de dólares retidos de impostos aos palestinianos, e ainda renovar a colaboração entre as forças de segurança israelitas e palestinianas, facilitar a deslocação de palestinianos dentro do território e ainda aumentar os laços comerciais entre a população judaica e a palestiniana residente na "Margem Ocidental".
Como sempre, Israel dá o primeiro passo de boa vontade no desejo de que a paz possa predominar naquela região. Veremos como reage a outra parte...
Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 06, 2007

NOVOS ALDEAMENTOS NA JUDÉIA E SAMARIA


Um grupo de israelitas está a planear estabelecer 5 novos aldeamentos (erradamente apelidados de "colonatos") na Judéia e na Samaria (Margem Ocidental) nas próximas semanas e meses, segundo informações dadas pela imprensa israelita.
Os "Fiéis da Terra de Israel" explicaram através do seu porta voz que "as novas comunidades não serão pequenos postos no topo dos montes, como aqueles que o governo israelita sob pressão americana está disposto a remover, mas,pelo contrário, serão grandes aldeamentos com edifícios permanentes e milhares de residentes."
A organização já está a recrutar famílias para viverem nas novas comunidades.
"Temos esquecido o essencial. Tudo agora passou a ser postos de fronteiras, barreiras e refúgios. Nós temos de estar ligados à Terra de Israel, e não deixar que os nossos inimigos se apoderem dela." - vincou o porta voz da organização.
Outra porta voz da organização disse à agência noticiosa israelita que os israelitas "já estão saturados de terem de se proteger atrás de muros de protecção, de andarem sempre a se defender e terem de retirar. É tempo de reivindicarmos o espírito pioneiro que antes tínhamos e começarmos novamente a encher a terra com a nossa população."
A primeira comunidade a ser construída será um conjunto de 2.500 casas nos subúrbios da cidade de Efrata. A colina onde as casas vão ser construídas está dentro das fronteiras municipais de Efrata, ainda que fora da zona de segurança.
Outra comunidade será depois construída a sul de Efrata, na estrada para Hebron, e outras três na região da Samaria.
Pouco a pouco, e contra a vontade da grande maioria - especialmente dos "politicamente correctos" - o povo de Israel vai ocupando a terra que há milhares de anos lhe foi oferecida por Deus.
Shalom, Israel!

ISRAELITAS ABENÇOAM AGRICULTURA PORTUGUESA


Israelitas ensinam agricultores
portugueses a cultivar com pouca
água. Os agricultores transmontanos
vão conhecer durante a próxima
semana as mais avançadas tecnologias
de regadio desenvolvidas por israelitas

«Com menos água do que nós, eles conseguem fazer maravilhas», afirmou Fernando Brás, dirigente da Associação de Agricultores de Trás-os-Montes, a promotora desta iniciativa, que é apoiada pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Uma comitiva de técnicos, empresas e representantes do governo israelita vão visitar, entre segunda-feira e sábado, as zonas transmontanas de maior produção agrícola e fazer demonstração de técnicas para regadio.

Durante esta semana terão lugar também reuniões de trabalho e conferências com organizações de produtores, regantes, e empresas de comercialização de produtos agrícolas.

Israel não tem a abundância de rios e lençóis de água doce como a região Transmontana, mas conseguiu tornar produtivas terras áridas, com pouco quantidade de água, um bem que por ser escasso se tornou, no Médio Oriente, precioso, e motivo de conflito entre povos.

Pomares e culturas hortícolas germinam no deserto graças a técnicas que tornaram os israelitas pioneiros na gestão e utilização da água e tecnologias para regadio.

Segundo o dirigente transmontano, cinco empresas e técnicos daquele país vão fazer demonstrações das soluções existentes para maximizar os recursos hídricos e adaptar os sistemas de rega às reais necessidades.

Estas acções acontecem num ano excepcional para os agricultores, em que as barragens estão cheias, garantia de que não há falta de água, apontada como principal impedimento da exploração de todas as potencialidades agrícolas da região.

A questão com que vão ser confrontados os agricultores é se haverá realmente falta de água ou se será possível racionalizar a que existe e diminuir os custos com o regadio.

Um sensor de humidade pode ser o suficiente para poupar água num sistema de rega, permitindo desligar o mecanismo quando o solo estiver suficientemente irrigado.

Este exemplo foi apontado por Fernando Brás, que é também presidente da junta de regantes do Vale da Vilariça, um dos mais férteis do país, onde centenas de agricultores se queixam frequentemente da falta de água.

O vale é irrigado por duas barragens e uma terceira encontra-se em enchimento e irá permitir a duplicação da área de regadio até aos dois mil hectares.

Fernando Brás questiona-se se não será possível gerir este perímetro de rega electronicamente, a partir da sede da associação, aproveitando as tecnologias existentes.

Esta solução ou outras, como a activação dos sistemas via telemóvel, diminuem também os custos com o regadio, já que deixaria de ser necessário activar manualmente e em cada exploração os sistemas de irrigação.

Sensibilizar os agricultores para estas questões é a finalidade da deslocação da comitiva israelita durante uma semana a Trás-os-Montes e Alto Douro.

Os técnicos israelitas vão visitar barragens e explorações e contactar com organizações e produtores na Vilariça, em Mirandela, Valpaços, Vila Nova de Foz Côa e Armamar.

Lusa/SOL

As profecias bíblicas dizem que de Israel virá a bênção para o mundo. Sem dúvida que, se o mundo descobrisse a realidade e o potencial de Israel, deixaria de voltar as costas à nação e ao povo que tanto têm para nos ensinar, e a bênção viria para todos.

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 02, 2007

O HAMAS TENTOU CONTROLAR O MONTE DO TEMPLO


Oficiais da segurança israelita comunicaram que desmontaram recentemente uma operação que evitou que a organização terrorista do Hamas ganhasse o controle religioso sobre o monte do Templo, em Jerusalém.
Os oficiais relataram ao diário Jerusalem Post que o Hamas tinha durante vários anos despejado fundos para construções e renovações no monte do Templo, ao mesmo tempo que iam financiando agências de caridade na cidade de Jerusalém. O alvo do grupo era recrutar árabes locais para a sua causa e instalar pregadores da sua ideologia no local sagrado.
Segundo a reportagem, o Hamas tem conseguido avanços nestes esforços desde o ano 2000, quando o grupo islâmico da Jordânia - o Waqf - que supervisiona as mesquitas no monte do Templo começou a sofrer dificuldades financeiras. Os israelitas acreditam não existir actualmente em Jerusalém nenhuma organização promovida e sustentada pelo Hamas.

domingo, julho 01, 2007

A QUESTÃO DE JERUSALÉM


A questão de Jerusalém tornar-se-à em breve "o cálice de tontear" e a "pedra pesada" que esmagará a muitos dos que, contrariando as promessas divinas, insistem em tentar negociar/repartir a cidade com os muçulmanos.
O sr. Tony Blair, acabado de sair do governo britânico, iniciou o caminho que o levará inevitavelmente à desgraça. Após o seu encontro com Bento XVI e a sua "conversão" ao catolicismo, ele está agora designado para promover o "diálogo" e relançar o "processo de paz" no Médio Oriente. Todos os seus antecessores falharam e caíram em desgraça (ex: Bill Clinton e Yzhak Rabin), mas parece que eles não aprendem a lição. Um estudo cuidadoso da Bíblia e das profecias relacionadas com Jerusalém levaria a que esses homens respeitassem o estatuto da cidade como capital eterna e indivisível do estado soberano de Israel.
O respeito (ou talvez o medo) para com o Islão faz com que o Ocidente comprometa estas grandes realidades a troco do dinheiro e do petróleo. Os líderes ocidentais tentam ignorar a realidade histórica desta Cidade santa, que nunca foi capital de nenhum outro estado que não o de Israel.
Jerusalém nada tem a ver com o Islão histórico, uma vez que não é mencionada uma única vez no Corão. Ao passo que na Bíblia é referida mais de 800 vezes como estando ligada à existência de Israel e do seu povo...!
As alegações actuais de que Jerusalém tinha a "mesquita longínqua" da qual Maomé ascendeu aos céus é um completo disparate, visto que no tempo de Maomé Jerusalém era dominada pelos cristãos e o monte do templo era a lixeira da cidade...!
Claro que o conflito irá agudizar-se a cada dia que passa, tanto mais que se aproxima o retorno do Glorioso Messias, facto que os muçulmanos conhecem e que os atemoriza, ao ponto de tentarem tudo por tudo para mudar o rumo da História. Mas não conseguirão, pois só Um tem o futuro nas Suas mãos, e certamente cuidará que toda a Sua Palavra seja integralmente cumprida, ainda que para desgraça da maior parte da humanidade.
E a Paz só virá a Jerusalém, quando esta voltar a receber o Messias, não mais para O crucificar, mas para o coroar como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Shalom, Israel!

terça-feira, junho 26, 2007

MAIS UMA PROFECIA SE CUMPRE...


PREPARA-SE A ABERTURA DE UM CANAL QUE LIGARÁ O MAR MORTO AO MAR VERMELHO - EZEQUIEL 47!

Onze empresas internacionais passaram a fase inicial de qualificação de um processo contínuo para a escolha de um construtor que adjudique a obra da abertura de um canal entre o Mar Morto e o Mar Vermelho.
As onze empresas irão agora submeter estudos sobre a viabilidade do projecto à Comissão conjunta entre israelitas, jordanos e palestinianos que analisam o projecto.
Crê-se que o projecto levará 25 anos a realizar-se.
Para além de revitalizar o Mar Morto que vai "encolhendo" rapidamente de ano para ano - sendo o lugar mais baixo do planeta e o corpo de água mais salina do mundo - o canal providenciará também 850 milhões de metros cúbicos de água por ano a Israel e à Jordânia.
Para os estudiosos das profecias bíblicas, este é mais um motivo de regozijo, uma vez que as profecias de Ezequiel 47:1-9 referem exactamente esta grande realização, o que prova mais uma vez que estamos a viver nos últimos dias!
Israel voltará a estar no centro das atenções do mundo, mas pelo lado positivo!
Shalom, Israel!

sábado, junho 23, 2007

OPRAH SOLIDÁRIA COM ISRAEL


A raínha dos talk-shows norte americanos, a famosíssima Oprah Winfrey aceitou o convite de Elie Wiesel para visitar Israel, referindo que está solidária com o sofrimento do povo de Israel. Elie Wiesel é um dos laureados com o prémio Nobel da paz, ele próprio um sobrevivente do Holocausto nazi.
Oprah Winfrey chegará em breve a Israel para uma viagem de solidariedade, segundo ela própria anunciou num recente evento em Nova Iorque, onde foi homenageada pela fundação humanitária Elie Wiesel pelo seu contributo na promoção de causas humanitárias. Oprah declarou-se solidária com o sofrimento do povo de Israel.
Wiesel convidou Oprah a visitar Israel "onde está actualmente a decorrer a maior de todas as guerras contra o terrorismo."
O embaixador de Israel nas Nações Unidas, presente no evento, afirmou que a visita de uma personalidade desta projecção e influência nos media internacionais poderia ajudar a acabar com a indiferença face à ameaça do terrorismo sofrida pelos israelitas.
Resta-nos esperar que a visita seja benéfica para esta boa causa e que sirva de exemplo para muitos outros, até mesmo alguns ditos cristãos, que ficam tão "preocupados" com o "sofrimento" dos palestinianos - muitos deles terroristas - mas nunca expressam uma palavra de solidariedade para com os judeus. A recente posição do Conselho Mundial das Igrejas, para além de repugnante, acaba por confirmar o que sempre pensámos dessa organização, tão manchada pela sua solidariedade com "movimentos de libertação", e que muitas vezes não passam de movimentos terroristas.
Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 22, 2007

ÚLTIMOS LUGARES PARA A VIAGEM A ISRAEL


Ainda está a tempo de realizar o sonho da sua vida!

VENHA CONNOSCO A ISRAEL!

Esta excursão está quase completa, mas ainda podemos reservar um lugar para si! A excursão realiza-se entre 10 e 17 de Julho próximo. Para mais informações sobre o programa e inscrição, contacte-nos pelo e-mail:

viagens.shalom@clix.pt

Venha abençoar Israel! Génesis 12:3

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 19, 2007

COMEÇA O SOFRIMENTO DOS CRISTÃOS EM GAZA


Para além do terror causado pelo Hamas contra os seus "irmãos" árabes da Fatah, levando a que muitos tentem fugir para o Egipto e para Israel (Israel neste momento está a acolher e a tratar nos seus hospitais feridos graves oriundos da Faixa de Gaza e maltratados pelos terroristas do Hamas), serão obviamente os cristãos os que mais sentirão o sofrimento imposto pelos extremistas islâmicos.
Grupos muçulmanos radicados em Gaza afiliados com o Hamas e possivelmente com a Al Qaeda estão a avisar os cristãos locais que a conquista militar do Hamas naquela volátil faixa costeira significa que eles terão de se submeter completamente às leis rituais islâmicas.
Numa entrevista ao diário "WorlNetDaily", o Sheikh Abu Saqer, líder do grupo Jihadia Salafiya, disse que os muçulmanos de Gaza "esperam que os nossos vizinhos cristãos compreendam que o novo governo do Hamas significa mudanças reais. Têm que se preparar para o governo islâmico, se é que querem viver em paz em Gaza."
A "
actividade missionária" não será mais tolerada e quem for suspeito de tentar converter muçulmanos locais à fé cristã será "severamente punido", disse Abu Saqer. Além disso, o consumo de álcool é agora proibido em Gaza e todas as mulheres terão agora de se cobrir completamente em público.
De forma a impôr estas medidas, Abu Saqer anunciou a formação de um novo "braço militar" que acompanhará de perto o cumprimento destes regulamentos.
Após o ataque da semana passada a uma Igreja católica e a uma escola cristã, a maioria não está convencida que mesmo a completa submissão aos senhores muçulmanos conservadores venha trazer alguma forma de paz e segurança à pequenina população cristã que vive na região.
De facto, "encurralados" no meio dos fanáticos muçulmanos, os cristãos não são mais do que uma minoria de 2.000 entre 1,3 milhões de palestinianos na Faixa de Gaza: menos de 1% da população.
E os cristãos evangélicos são ainda menos.
"Somos uma minoria das minorias" - disse o pastor Hanna Massad, da Igreja Baptista de Gaza. "É mesmo difícil! A comunidade cristã aqui conta 2.000 pessoas, incluindo católicos, ortodoxos gregos e cristãos evangélicos."
A Igreja Baptista de Gaza, a única Igreja evangélica na Faixa, ministra a umas 150 a 200 pessoas.
Além de explosões e outras ameaças, o motorista da Igreja foi recentemente morto no meio de um tiroteio e a Sociedade Bíblica e a própria Igreja têm sido constantemente ameaçadas.
Mas a atitude dos crentes é tremendamente positiva, e em vez de se esconderem e lastimarem a situação, eles estão activos em clínicas, levando ajuda humanitária e disponíveis para ajudar no meio da trágica situação em que vivem.
O director da Sociedade Bíblica de Gaza, Labib Madanat, pede à Igreja no mundo que apoie e encoraje os crentes em Gaza: "Comparados com os crentes na Margem Ocidental, os crentes em Gaza estão mais focados naquilo que Deus quer que eles façam nesta situação. Gaza é muito mais difícil. O sentimento da necessidade de total dependência do Senhor é muito mais forte aqui."
Oremos pelos nossos irmãos na Faixa de Gaza!
Shalom, Israel!

domingo, junho 10, 2007

10 DE JUNHO DE 1967 - DIA DA VITÓRIA

Faz hoje precisamente 40 anos - 10 de Junho de 1967 - que se completou um dos eventos mais proféticos e marcantes dos tempos modernos: a guerra (conhecida como "guerra dos seis dias") que deu origem à reconquista da cidade santa de Jerusalém, fazendo com que ela voltasse a ser a capital eterna e indivisível do estado de Israel!
Interessante que nesse dia 10 de Junho de '67 - um Sábado - Israel descansou das batalhas, o que não pode de forma alguma ser interpretado como uma mera coincidência, mas sim como uma intervenção divina, pois nos planos de Deus não há coincidências. Desgostem-se todos aqueles que assim não pensam, mesmo muitos dos meus amigos evangélicos, pois estão a caminho de grandes surpresas: a Palavra profética de Deus está se cumprindo nos nossos dias e nada ficará por cumprir. Se não, provem-me por razões humanas a sobrevivência do minúsculo estado de Israel, e o facto inédito de um país com menos de 1/3 do armamento dos inimigos conseguir em apenas 6 dias triplicar o seu território?!
Esta guerra começada a 5 de Junho, acaba a 10 com a conquista do Sinai ao Egipto, a Faixa de Gaza, a "Cisjordânia" (territórios bíblicos da Samaria e Judéia), os Montes Golan aos sírios, e a parte oriental de Jerusalém aos jordanos! Talvez o mais significativo tenha sido a tomada da esplanada do templo (ocupada pelas 2 mesquitas) e o muro ocidental, com a entrega da esplanada à soberania jordana (o maior disparate que Moshe Dayan podia fazer em toda a sua vida...!)

UM POUCO DE HISTÓRIA

Até 1967, a União Soviética vinha prestando apoio bélico ao Egipto, Iraque e Síria, enquanto Israel recebia armas norte-americanas e francesas. A situação na fronteira da Síria atingiu o seu ponto crítico em Abril de 1967. Os sírios haviam instalado bases de artilharia nos Montes Golan para bombardear localidades israelitas. O derrube de sete aviões de guerra sírios e a ameaça israelita de intervenção provocou o início da mobilização árabe.

Grande quantidade de tropas e de material militar foram estacionados na fronteira com Israel. Em 30 de Maio, foi assinado um pacto militar entre a Jordânia e o Egipto; e, em 4 de Junho, entre o Iraque e o Egipto. A partir daí, Israel começou uma mobilização geral. Na manhã de 5 de Junho de 1967, aviões da força aérea israelita atacaram bases aéreas do Egipto, destruindo centenas de aviões em 48 horas.

Enquanto isso, forças blindadas e a infantaria motorizada travaram combates com as forças egípcias, avançando pelo deserto do Sinai. A Jordânia, a Síria e o Iraque intervieram, bombardeando posições de Israel. No dia 7 de Junho, após a conquista de parte de Jerusalém oriental e de toda a margem ocidental do Jordão por Israel, a Jordânia e Israel acataram o pedido de cessar-fogo feito pelas Nações Unidas.

Um dia depois, entrou em vigor o armistício com o Egipto, depois de os israelitas terem conquistado a Faixa de Gaza e toda a península do Sinai, até ao Canal de Suez. Por último, no dia 10 de Junho, entrou em vigor o cessar-fogo com a Síria, depois de Israel conquistar os Montes Golan.

Israel continuará a estar no centro das atenções do Deus Todo-Poderoso! Essa é a única explicação para a sobrevivência desta nação, cada vez mais injustiçada e ameaçada pelos poderes humanos!

"Isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos!" - Salmo 118:23

Shalom, Israel!


sexta-feira, junho 08, 2007

A TRAIÇÃO DE OLMERT


Exactamente no dia 8 de Junho de 1967, as forças armadas de Israel (IDF) conquistam os Montes Golan, território bíblico, com muito sangue, suor e lágrimas. Exactamente 40 anos depois, um dos maiores jornais israelitas revela a proposta secreta do 1º ministro israelita à Síria para a "devolução" dos estratégicos montes aos sírios - os inimigos de sempre...!
Custa a acreditar, mas é a verdade! Como pode Israel ter à frente dos seus destinos um traidor desta envergadura que, após a vergonhosa operação no Líbano no verão passado, está agora disposto - com os aplausos dos esquerdistas - a entregar à Síria um território estratégico e pertencente a Israel?
Em troca da entrega dos Golan, Olmert propõe que a Síria esfrie as suas relações com o Irão, com o Hezbollah e com outros grupos terroristas. Custa a acreditar que Olmert esteja no seu perfeito juízo. Alguém de bom senso acreditará na seriedade de Assad e dos sírios?
Através de terceiras partes, Olmert comunicou a Assad, o presidente sírio, que nunca haveria paz entre ambos os países sem que houvesse uma cedência por parte dos israelitas no que concerne aos Golan, atrevendo-se a dizer que esta era a opinião da população judaica, sendo o preço que estariam preparados a pagar pela paz...
Só que uma sondagem feita imediatamente a seguir a esta notícia do jornal revelou que 84 por cento da população israelita se opõe à retirada dos montes Golan, enquanto que 74 por cento não confiam na palavra de Assad.
Sabe-se nos bastidores que o Ocidente está a pressionar Israel para aceder às exigências sírias de forma a aliviar as ligações perigosas entre o Irão e a Síria. É lamentável que tenha mais uma vez de ser Israel a ter de pagar o preço pela incapacidade do Ocidente de resolver a questão iraniana...
A Síria tem ultimamente mostrado sinais de uma possível guerra com Israel, ao estacionar perto da fronteira grandes arsenais de mísseis e sistemas de defesa anti-aérea. Israel tem estado também a preparar-se para esta eventualidade.
Nos 19 anos que se seguiram à independência do estado de Israel, a Síria utilizou os montes Golan como rampa de lançamentos de ataques contra a Galiléia, no norte de Israel, chegando a desviar o curso das nascentes do rio Jordão, de forma a cortar o fornecimento de água a Israel.
O cenário actual é muito semelhante aos dos tempos anteriores à guerra dos 6 dias...
Oremos pela paz em Israel - Salmo 122:3.
Shalom, Israel!

terça-feira, junho 05, 2007

FOI HÁ PRECISAMENTE 40 ANOS...



Em 4 de Junho de 1967 o recém-nascido estado de Israel estava à beira da extinção. Mal refeitos ainda dos efeitos do Holocausto, os judeus nem sonhavam que esta próxima guerra os iria conduzir ao cumprimento de um dos seus maiores sonhos e ao cumprimento de uma das mais importantes profecias do Novo Testamento: a reconquista de
Jerusalém levaria a que a mesma voltasse a ser ocupada pelo povo eleito, dessa forma fazendo com que Jerusalém deixasse de ser pisada pelos gentios.

Em 4 de Junho de 1967 as nações árabes à volta de Israel juravam tornar o Mediterrâneo azul num mar vermelho com o sangue de todos os judeus que haveriam de ser expulsos da sua terra.
Na manhã de 5 de Junho, há precisamente 40 anos - uma geração bíblica - Ben-Eliyahu, voou numa das primeiras missões aéreas contra os campos aéreos egípcios do Sinai.
"Isto é um assunto de vida e de morte" - disse ele - "Isto tem a ver com a destruição do estado de Israel. Parece o terceiro capítulo da nossa independência em 1948, 1956 e agora 1967."
"As pessoas estavam em pânico; o povo falava da iminente destruição do estado de Israel, numa guerra em que haveria um elevado número de mortos, pelo menos uns 10 mil seriam mortos." - proferiu o General Shlomo Givas.
Os rabis em Jerusalém previam tantos mortos que reservaram todos os parques públicos em Jerusalém para cemitérios.
Temia-se uma grande catástrofe em Israel. Por quê?
Israel encontrava-se em grande minoria em todas as três frentes, tanto no número de soldados como no de armas. O Egipto a sul, a Jordânia a leste e a Síria a norte. A União Soviética tinha despejado 2 biliões de dólares em armas nos países árabes. Os inimigos de Israel apresentavam-se com o dobro das tropas, o triplo dos tanques de guerra e quatro vezes mais aviões no campo de batalha. Israel estava novamente como David enfrentando o gigante Golias.
Mas logo antes da guerra, o principal inimigo de Israel, o Egipto, sofreu uma série de erros e confusões. "Houve um desentendimento entre o presidente Nasser e os seus generais" - informou o correspondente militar do canal 2 de Israel, Ehud Yaari. "E as coisas não correram como eles previam. E quando rebentou a guerra, nós podíamos ver e ouvir, e foi isso que fizemos. Nós ouvimo-los. Podíamos ver que o comando principal dos militares egípcios não estava no controle."
O alto comando egípcio também desprezou avisos dados pelos serviços secretos egípcios de que haveria um iminente ataque aéreo israelita.
Na noite anterior ao início da guerra, o comandante em chefe egípcio, Abd al-Akim Amer reuniu o seu alto comando para uma festa na base aérea, longe da frente da guerra.
"Eles foram completamente apanhados de surpresa" - disse Yaari - "Alguns deles tentaram ir para os aviões e juntarem-se às suas unidades. Não o conseguiram."
Duas semanas antes da guerra, o Egipto substituiu todos os seus comandantes no Sinai por outros que desconheciam completamente o terreno.
Na manhã de 5 de Junho, os radares da Jordânia detectaram a Força Aérea Israelita a levantar.
Enviaram um sinal de alerta para o Cairo, mas o oficial encarregado de descodificar usou o código errado e não conseguiu decifrar aquela informação vital. O aviso nunca chegou.
Ao mesmo tempo, a Força Aérea de Israel dizimava a Força Aérea egípcia no terreno, uma vitória chave para o decorrer da guerra.
Sarah Rigler, autora de obras sobre a Guerra dos Seis Dias acredita que séries de erros por parte dos egípcios revelaram a acção de uma mão invisível.
"Podemos dizer: olha que coincidência de sorte, ou ver então a Mão Divina" - disse ela - "Podemos ver que Deus fez com que todas estas coisas acontecessem da forma que aconteceram porque queria que o ataque israelita fosse bem sucedido. Ele queria que vencêssemos. Ele queria que reconquistássemos os nossos lugares sagrados."
Para algumas pessoas, a confusão no exército egípcio antes da guerra evocou memórias da história bíblica de Gedeão, quando desbravou os inimigos de Israel. Em vez de ter sido aniquilado, Israel venceu uma das mais decisivas vitórias na História militar.
Muitos judeus ortodoxos e cristãos acreditaram que a nação israelita testemunhara um milagre.
"Para os cristãos evangélicos, a Guerra dos Seis Dias foi um momento tremendo em que se viu a Mão de Deus intervir a favor do povo judeu." - afirma Joel Rosenberg - "O que foi incrivelmente extraordinário foi ver este momento em que os líderes árabes e muçulmanos diziam que iam atirar com os judeus para o mar e parecer que se aproximava um novo holocausto. De repente, em apenas seis dias, o povo judeu defendeu-se a si próprio, destruiu os seus inimigos, calcou a sua terra; reconquistou o controle da cidade de Jerusalém ao fim de 2 mil anos, e descansou ao sétimo dia. Isso para os evangélicos soou a muito bíblico em todo o planeta e eles regozijaram-se juntamente com o povo judeu."
"No rescaldo imediato da guerra, todos, tanto religiosos como seculares reconheceram que isto provinha de Deus, pois era algo tão improvável" - afirmou Rigler.
E a autora acrescentou: "Isto foi um milagre. Até para Moshe Dayan, que era o comandante das forças israelitas e que era uma pessoa muito secularizada. Ele foi visitar o Muro das Lamentações no dia a seguir à sua libertação e há uma tradição de se colocarem nas brechas do muro pequenos pedaços de papel com pedidos dirigidos a Deus. Dayan também colocou uma pequena nota para Deus. E é claro que mal ele abandonou o local, os jornalistas, nas suas aparentemente formas discretas correram e pegaram no papelinho para o ler. E o que é que ele dizia? Era uma linha dos Salmos, que dizia: "Isto é de Deus. E é maravilhoso aos nossos olhos".
Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 04, 2007

ISRAEL PRESTES A ALCANÇAR NOVA DESCOBERTA NA CIÊNCIA AGRÍCOLA

Os pesquisadores israelitas estão à beira de conseguir mais uma descoberta que irá contribuir para o desenvolvimento da agricultura mundial: um novo método de engenharia genética que possibilitará as culturas sobreviverem em terrenos salgados.
O sal que fica como resíduo nos terrenos após a evaporação ou utilização da água é devastador para as culturas de regiões onde não existe suficiente água potável para limpar o solo do seu conteúdo salínico.
Apresentado recentemente num artigo do Jornal da Academia Americana de Ciências, o método israelita, ao ter sucesso, significará uma maior independência agrícola para muitos países pobres do mundo.
Os agriculturalistas israelitas estão por detrás de muitas inovações no campo da agricultura nestes últimos 50 anos, incluindo o sistema de irrigação gota-a-gota que é hoje utilizado em regiões áridas do mundo inteiro.
Israel, como de costume, sempre na vanguarda!
Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 01, 2007

ACADÉMICOS BRITÂNICOS BOICOTAM ISRAEL


Na crescente tendência das nações para condenarem e isolarem Israel de todas as formas possíveis - nada de novo, aliás... - são agora os "cientistas" ingleses a caírem na armadilha de condenarem Israel pelos seus "crimes", não imaginando o mal que estarão atraindo para a sua própria nação. Faz-nos lembrar uma famosa frase transcrita num grande monumento ao Holocausto nazi no Norte de Israel: "Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros." Nada de mais verdadeiro nesta época actual...
Agora é o Sindicato das Universidades e Colégios Britânicos que promulgou uma "moratória nas colaborações culturais e de pesquisa com Israel" e fez passar uma moção condenando " a cumplicidade dos académicos de Israel com a ocupação". Acrescentou ainda que "as críticas a Israel não podem ser vistas como anti-semitismo."
Tanto o boicote como as afirmações controversas têm sido duramente criticadas por Israel e pelos seus apoiantes. Na opinião do Prof. Alik Honigman, um dos directores do Centro Médico da Universidade Hebraica, os académicos britânicos estão a adoptar as "tácticas condenáveis da ex-União Soviética, que coloriam as suas pesquisas científicas com os seus próprios pontos de vista políticos."
Os responsáveis das quatro escolas médicas israelitas planeiam encontrar-se em breve para abordarem o voto inglês, e na próxima segunda-feira o Comité do Knesset para a Ciência e a Tecnologia irá reunir-se para discutir o boicote britânico.
Surgem agora receios de que outras instituições britânicas sigam este triste exemplo dado pelos académicos, pelo que já estão sendo encetados diálogos para que tal não venha a acontecer.
Os académicos ingleses estão obviamente conotados com a extrema esquerda que não aceita a existência do estado de Israel, e estão a esforçar-se para que a União Europeia siga as mesmas pisadas. Claro que a preocupação deles não parecem ser as constantes violações aos direitos humanos nos países árabes, muçulmanos, na China, etc. etc. Há um estranho silêncio ensurdecedor quanto a esses assuntos. Mas quanto se trata de Israel a história é outra. Assim vai o nosso mundo. O pior é quando nós não estamos a fazer nada em relação a este crescente anti-semitismo que não para de crescer em toda a Europa.
Israel certamente terá mais a ensinar do que a aprender destes países "evoluídos". Essa certeza ninguém a tira...
Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 17, 2007

CHUVAS DE BÊNÇÃOS SOBRE JERUSALÉM


Nunca antes visto numa celebração da libertação de Jerusalém: chuvas torrenciais impedem as celebrações nas ruas e levam muitos a reflectir sobre o que significará esta "chuva de bênçãos" num dia como estes.
As celebrações não foram canceladas, apenas adiadas, devido à impossibilidade de se andar debaixo da chuva torrencial que ontem mesmo caiu por 2 horas consecutivas sobre a Cidade santa, provocando inundações na cidade e arredores, com as ruas cobertas por mais de 1 palmo de água.
Ninguém em Jerusalém se lembra de uma coisa destas, muito menos em pleno mês de Maio, quando a chuva em Israel se torna coisa rara.
Logo surgiram os comentadores religiosos tentando explicar a chuva torrencial como sendo um sinal de Deus sobre a restauração de Jerusalém e sua integração em Israel. Muito viram isto como um sinal dos "céus se abrindo" para abençoarem Jerusalém e o seu povo neste dia tão especial. É bom lembrar que esta terra pode passar meses sem um único dia de chuva, pelo que este fenómeno poderá ser realmente interpretado como uma bênção dos céus...!
Israel bem precisa de ser abençoado nesta hora em que mais uma vez os terroristas do Hamas não se cansam de fazer chover destruição sobre a cidade mártir de Sderot, levando à destruição de uma sinagoga no dia de hoje, poucos minutos depois de ali ter terminado uma celebração religiosa. Isto para além das casas destruídas e das famílias que têm sido obrigadas a fugir da cidade. E dos muitos feridos e traumatizados.
As forças armadas de Israel estão a reagir com alguma força, e segundo as últimas informações, irão agir até que o Hamas se renda.
Mais uma vez o terrorismo. Mais uma vez Israel sendo atacado pelos terroristas. Mais uma vez o mundo silencioso quanto a estes ataques contra Sderot. Quando se trata de Israel, os "coitadinhos" são os terroristas, e os "maus da fita" o exército de Israel...
Assim é o mundo quando se trata de Israel. Mais uma vez sozinho, Israel tomará a dianteira na guerra contra o terror. Que Deus esteja com o Seu povo.
Que caia muita chuva sobre Israel, mas daquela que caiu ontem em Jerusalém. Para abençoar e não para destruir.
Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 14, 2007

JERUSALEM CELEBRA 40 ANOS COMO CIDADE UNIDA


É nesta Quarta-Feira, dia 16 de Maio que JERUSALÉM vai celebrar os seus 40 anos da reunificação da cidade durante a guerra dos seis dias, ocorrida em 1967. Durante os seus 3 mil anos de História, a Cidade santa só esteve dividida uma vez, e isso foi durante a governação jordaniana, entre 1948 e 1967.
Segundo os judeus, os cristãos e os muçulmanos, a cidade de Jerusalém é o centro do conflito no Médio Oriente.
Quem tem o direito sobre esta cidade? Os palestinianos insistem que a Cidade é deles, apesar de ela nunca ter sido capital palestiniana nem árabe. Desde os acordos de Oslo em 1993, todas as negociações sobre Jerusalém têm falhado. Todas as propostas, incluindo pôr em causa a soberania de Israel sobre a Cidade e sobre o monte do Templo têm caído por terra - misteriosamente - como se a Cidade tivesse uma linha vermelha que não pode ser atravessada...
Conseguir que a Cidade continue intacta apesar da pressão internacional para que Israel ceda Jerusalém em "troca de paz" só tem sido possível com a ajuda de Deus.
Como seria de esperar, os "dignatários" europeus já recusaram a sua presença nesta celebrações, uma vez que, segundo eles, a parte oriental da cidade está sendo disputada por judeus e palestinianos. É lamentável que a Europa continue na sua atitude hipócrita em relação a Israel. Pagará um alto preço por isso...
A promessa de Deus é que "serão prósperos aqueles que te amam (a Jerusalém)"...
Oremos pela paz em Jerusalém!
Shalom, Israel!


terça-feira, maio 08, 2007

TÚMULO DE HERODES DESCOBERTO AO FIM DE 2 MIL ANOS!


A comunicação feita ontem na Universidade Hebraica por arqueólogos israelitas da descoberta do túmulo de Herodes, o "rei dos judeus" causou uma enorme euforia especialmente entre aqueles que há 30 anos procuravam evidências deste túmulo no monte "Herodium", a cerca de 10 kms de Jerusalém. Herodium é um monte artificial construído por Herodes para alojar um luxuoso palácio e era ali que se supunha que ele tivesse sido sepultado. A descoberta deste túmulo acaba assim com um dos mistérios mais intrigantes da arqueologia israelita.
As escavações no monte Herodium começaram em 1972 com a assistência da Sociedade para a Reivindicação de Antiguidades. Em Agosto de 2006, as escavações começaram a ser realizadas na encosta nordeste da montanha. Degraus monumentais com seis metros e meio de largura permitem o acesso ao túmulo. A maior parte do mausoléu foi destruída ao longo dos tempos. Aquilo que resta é a base da fundação, em pedra, com cerca de 100 metros quadrados. Dentro das ruínas, os arqueólogos encontraram peças do sarcófago onde estavam os restos mortais de Herodes. O caixão, com 2,5 metros de comprimento, é feito de pedra rosada de Jerusalém com enfeites em bronze. O túmulo foi esmagado, muito provavelmente durante a primeira rebelião judaica contra Roma entre 66 e 72 d.C.
Quando em 2006 se tornou claro para os arqueólogos que o túmulo não se encontrava no cemitério, eles decidiram começar as escavações na encosta: "
Acreditávamos que Herodes tinha planeado ser sepultado no sopé da montanha, no espaço do cemitério, mas que à medida que ia envelhecendo mudou de opinião e decidiu ser sepultado no monte." O arqueólogo Netzer, responsável pela descoberta, expressou então: "Estamos convencidos que ao termos descoberto o túmulo, aumentará o número de visitantes a este parque nacional."
O Senado Romano designou Herodes como "Rei dos Judeus" cerca do ano 40 a.C. Ele ficou também conhecido pelos monumentais edifícios construídos à sua descrição. Além da fortaleza de Herodium, ele também foi responsável pela construção de Massada e pelo engrandecimento da estrutura do templo de Jerusalém. Construiu ainda cidades novas como Cesaréia e Herodion. Segundo o historiador judeus Flávio Josefo, Herodes terá morrido no ano 4 a.C.
Herodes faz parte tanto da tradição judaica como da cristã: o Evangelho de Mateus conta que ele ordenou o "massacre dos inocentes", a morte de todos os bébés masculinos na cidade de Belém, onde Jesus tinha nascido, por medo de perder o trono para um novo "Rei dos Judeus", cujo nascimento lhe fora anunciado pelos magos.
Shaul Goldstein, presidente do município de Gush Etzion, onde se encontra Herodium, disse que a descoberta converterá o local num centro de grande importância global e religiosa, tendo de estar preparados para a vinda de milhares de visitantes.
Esta é mais uma prova da veracidade da História bíblica. Muitas outras descobertas assombrosas surgirão ainda nos nossos dias. Para quem ainda duvida, estas são as evidências...
Shalom, Israel!

sexta-feira, maio 04, 2007

150 MIL CONTRA OLMERT


Ontem à noite uma grande multidão de mais de 150 mil pessoas juntou-se em Tel Aviv para protestar contra a manutenção do actual governo, em especial o primeiro-ministro Ehud Olmert.
Vários políticos estiveram presentes, mas a grande massa era a população cansada deste governo que está neste momento a ser julgado pela sua ineficácia na guerra no Líbano.
Os organizadores, que incluiram familiares de vítimas da guerra e muitos reservistas das forças armadas de Israel disseram que este evento foi só o início de uma série de outros a realizar até que Olmert saia do governo.
Entretanto, Netaniahu continua a subir isolado nas sondagens, prevendo-se que, a haverem eleições antecipadas em Israel, ele venha a tornar-se no próximo 1º ministro.
Na nossa opinião, ele é a única alternativa viável para Israel.
Shalom, Israel!

quinta-feira, maio 03, 2007

ISRAEL NA LINHA DA FRENTE


Há muitos anos que Israel nos habituou às notícias sobre os incríveis avanços obtidos e conquistados nas áreas da física, química, medicina, agricultura, etc. Muitos dos novos métodos e produtos utilizados pelo mundo fora nestas áreas têm a sua origem nas descobertas realizadas em Israel ou por judeus espalhados pelo mundo. Pode-se dizer que Israel não pára de nos surpreender... Não admira porque tantos têm ódio ao povo judeu. É uma questão de inveja...
Duas notícias recentes dão conta do avanço israelita no desenvolvimento da pesquisa da defesa da água em relação a contaminações.
Por outro lado, a segunda notícia revela os planos da Microsoft para um novo centro de pesquisa e desenvolvimento na área do software nos arredores de Tel Aviv. O novo centro da Microsoft irá empregar 550 pesquisadores que irão desenvolver novas aplicações da internet e ainda produtos relacionados com a segurança e as telecomunicações.
Sabe-se há muito que Israel é um "celeiro" favorito para "cérebros" nas áreas da informática para mega empresas como a Intel e a Microsoft. Aliás, em cada inovação na internet e no software há sempre uma "mão" israelita (ex: o último programa "Vista", da Microsoft).
A NATO acabou de assinar um contrato de apoio financeiro para o desenvolvimento da pesquisa para a protecção química das águas contra possíveis contaminações químicas e biológicas. Estes novos sistemas permitirão a detecção e eliminação de qualquer acção química que vise contaminar as águas de qualquer sistema de distribuição nas grandes cidades.
Desta forma, mais uma vez, Israel estará dando um grande contributo para a guerra contra o terrorismo.
Shalom, Israel!

terça-feira, maio 01, 2007

OS INIMIGOS DE ISRAEL VÃO-SE PREPARANDO PARA A GUERRA...


Notícias recentes dão conta do contínuo rearmamento e crescimento do poderio militar dos inimigos de Israel.
Enquanto a crise política dentro do estado de Israel se agudiza devido aos inquéritos reveladores do fracasso dos políticos durante a guerra contra os terroristas no verão passado, no Líbano, levando à pressão pública contra a continuação de Olmert como 1º ministro, chegam informações de que o Irão está apenas a três anos de poder produzir armamento nuclear. As dificuldades havidas para a produção do urânio enriquecido parecem ter sido superadas, podendo eventualmente o Irão ser capaz de fabricar uma bomba atómica em 2010.
Na frente norte, a Síria não tem parado de concentrar armamento pesado para um possível ataque a Israel. Nestes últimos tempos a Síria construiu um enormíssimo espaço subterrâneo que inclui 30 bunkers em cimento armado reforçados a aço, ocupados por laboratórios de produção, e postos de comando para mísseis que podem atingir qualquer área de Israel. Ao contrário das rampas de lançamento para mísseis facilmente destrutíveis a partir do ar, o sistema do bunker permitirá que a Síria dispare mísseis contra Israel antes que a aviação israelita consiga destruir os bunkers. A Síria possui centenas de mísseis Scud de longo alcance, da última geração, muitos vindos da Coréia do Norte e recebeu recentemente 100 mísseis de cruzeiro do Irão.
Certamente Israel não tem uma tarefa fácil pela frente. Esperamos que haja um novo 1º ministro eleito que use de mão de ferro contra os inimigos de Israel e que os faça recuar nas suas intenções cruéis. Em nossa opinião, só o candidato Binyamin Netanyahu, do partido Likud preenche essas condições. Aliás, não é por acaso que já atinge os 26% nas preferências do povo, segundo as últimas sondagens realizadas em Israel. O povo está aparentemente cansado de líderes dúbios e fracos e quer alguém que enfrente os inimigos com ousadia e capacidade.
Assim seja. Shalom, Israel!