sábado, outubro 13, 2007

BOICOTEM A "CONFERÊNCIA DE PAZ"!


Há cada vez mais e maior oposição à presença dos palestinianos na cimeira para a paz que Bush quer "forçar" para acabar em glória a sua desastrada governação. Depois de tantos disparates, faltava esta iniciativa para arruinar de vez a sua já arruinada reputação quanto a intervenções externas, especialmente no Médio Oriente.
Agora é o líder espiritual supremo do Irão, o sr. Khamenei, que insta aos árabes para que boicotem a conferência de Annapolis.
"Toda a conferência que tem sido organizada em nome da paz tem prejudicado os palestinianos." - afirmou Khamenei perante uma multidão de centenas de milhar na Grande Mesquita do Irão, no encerramento do período do Ramadão.
Além deste apelo, o líder religioso acusou ainda os EUA de todos os males no Iraque. "Os Estados Unidos tomaram a iniciativa desta reunião para salvarem o regime sionista, que levou uma tareia às mãos do Hezbollah durante a guerra no ano passado com o movimento shiita libanês."
"Se os próprios palestinianos não estão a participar nesta conferência, como é que os outros (estados árabes) o fazem? - perguntou, enquanto a multidão clamava "Morte à América!" e "Morte a Israel!"
Apesar da comparência esperada do presidente Abbas, da Autoridade Palestiniana, a conferência está a dividir cada vez mais o mundo árabe e não só.
Da nossa parte, esperamos que ela redunde num enorme fracasso, uma vez que está em jogo a terra sagrada que Deus confiou ao Seu povo eleito de Israel.
Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 12, 2007

INICIATIVA DA DIREITA ISRAELITA DESMARCA-SE DA POLÍTICA "TERRA POR PAZ"


Numa iniciativa em contra-proposta ao assim chamado "plano Jerusalém" lançado pelo vice primeiro-ministro Haim Ramon, que prevê a transferência dos subúrbios árabes da Jerusalém oriental em troca da manutenção de blocos nos aldeamentos da chamada "margem ocidental", o ministro Benny Elon, do partido nacionalista israelita Beiteinu, lançou uma nova iniciativa que propõe o abandono do modelo da "terra pela paz".
A iniciativa de Elon - "Iniciativa israelita" - sugere que uma solução duradoira para o conflito com os palestinianos não deve ser baseada num compromisso de entrega de terra, mas deveria centralizar-se no desmantelamento dos campos de refugiados, numa cooperação estratégica com a Jordânia (que se tornaria no único representante dos palestinianos), ao mesmo tempo que seria mantida a soberania israelita sobre o território.
A "Iniciativa israelita" baseia-se na premissa de que a política da "terra pela paz" não é um modelo que funcione para Israel, e que Israel poderá cooperar com os seus vizinhos moderados que se sentem ameaçados pelo aumento do islamismo radical, especialmente depois que o Hamas ganhou o poder na Faixa de Gaza em Junho passado. O plano de Elon já foi endossado pelo candidato presidencial norte-americano Sam Brownback, e Elon estará apresentando o seu plano nos próximos dias a vários políticos israelitas.
Este plano de Elon é ao mesmo tempo um exemplo das divisões que a próxima cimeira norte-americana para a "paz" já criou no meio do governo do primeiro ministro Ehud Olmert. Várias vozes se fazem ouvir ameaçando demitir-se da actual coligação na perspectiva de que o plano para a divisão de Jerusalém vá para diante.
Esperamos que se estabeleça uma completa confusão e desentendimento entre os promotores e participantes desta macabra conferência, para que Israel possa continuar a manter Jerusalém como a sua eterna e indivisível capital!
Quando será que o mundo entende que Jerusalém é a Cidade dada por Deus ao Seu povo eleito?
Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 09, 2007

DIVIDIR JERUSALEM???


A questão de Jerusalém - profeticamente o rastilho para o conflito final - está novamente a tornar-se no centro de grande discórdia, desta vez causada pelas posições do primeiro-ministro Olmert em preparação para a "cimeira da paz" a realizar no próximo mês, em Annapolis, nos EUA.
Pressente-se que, para agradar a gregos e troianos, Olmert estará disposto a oferecer metade de Jerusalém para os palestinianos, o que viola completamente o estatuto da Cidade santa como indivisível e eterna capital do estado de Israel.
Alegando que "decisões difíceis" terão de ser tomadas para a cimeira, Olmert tenta dessa forma convencer os israelitas de que essa será a única forma de conseguir a paz.
No entanto, 68 por cento dos israelitas não estão dispostos a ceder Jerusalém oriental aos árabes, tirando assim a Olmert o apoio necessário para a macabra e trágica oferta aos inimigos. Sem um apoio expressivo por parte do Knesset (80%), ou através de um referendo, Olmert não poderá negociar Jerusalém.
Por outro lado, autoridades palestinianas têm estado a afirmar que sem uma retirada de Israel da totalidade da parte oriental da cidade e dos bairros que Israel ali ocupa, não poderá haver acordo. A frase utilizada chegou a ser: "Sem Jerusalém não haverá paz."
Outros tentaram e caíram em desgraça. Simplesmente não entenderam que a terra de Deus não se negoceia! Olmert e Bush arruinarão o seu futuro e o das suas nações se tal iniciativa for para diante. Peçamos a Deus que tal "negócio macabro" não se concretize.
Shalom, Israel!

domingo, outubro 07, 2007

LÍDER CRISTÃO ASSASSINADO EM GAZA


O corpo de um líder cristão que havia sido raptado no passado fim de semana foi encontrado esta manhã, em Gaza.
O homem, identificado como Rami Ayyad, de 31 anos, era o director da livraria "O Mestre", gerida pela Sociedade Bíblica Palestiniana e pela Igreja Baptista de Gaza, sendo a única livraria cristã em toda a região. Deixou 2 crianças e a esposa grávida.
Apesar de nenhum grupo ter ainda reivindicado a autoria do assassinato, um número de cristãos da cidade de Gaza afirmaram ao jornal Jerusalem Post que Ayyad havia recebido diversas ameaças de morte no passado recente por parte de radicais muçulmanos que o acusavam de conduzir actividades missionárias.
Tanto a sua livraria como a Sociedade Bíblica Palestiniana têm nos últimos 2 anos sido alvo de vários ataques. Eles lembraram que os ataques contra a comunidade cristã em Gaza, que conta umas 2.500 pessoas, têm aumentado nos últimos meses, especialmente depois que o Hamas tomou o controle da região. Há duas semanas atrás uma idosa cristã foi espancada e assaltada por um homem mascarado que a acusou de ser uma "infiel".
Apesar das promessas do governo do Hamas de que o "hediondo crime será investigado e os seus autores severamente punidos", ninguém de bom senso acredita que esse grupo terrorista esteja tão inocente como parece fazer crer. De qualquer forma, os cristãos na faixa de Gaza e nos territórios onde os muçulmanos dominam, como é o caso crescente em Belém, precisam de muita coragem e das nossas orações.
Shalom, Israel!

sexta-feira, outubro 05, 2007

ISRAEL CONFUNDE RADARES INIMIGOS


Depois do ataque com mísseis na Síria já confirmado por ambas as partes, mantém-se a questão: como foi possível os aviões a jacto israelitas infiltrarem o espaço aéreo sírio sem serem detectados? Os peritos em aviação norte-americanos falaram à revista Aviation Week (Aviação semanal) que Israel utilizou nova tecnologia desenvolvida pelos EUA que permite que os seus usuários invadam e manipulem as redes de comunicação inimigas.
Esta tecnologia de ponta permite que os usuários invadam as redes de comunicação inimigas "para verem o que os sensores inimigos vêem,chegando ao ponto de os controlarem como administradores do sistema, para que assim os sensores sejam manipulados para posições que impedem que os aviões inimigos sejam vistos." - dizem os peritos.
De facto, esta tecnologia infiltra e confunde os sensores inimigos ao dirigirem "feixes de informação" que podem incluir falsos alvos e mensagens enganadoras que permitam uma série de actividades, incluindo o controle.
Este sistema americano foi recentemente experimentado com sucesso em operações no Afeganistão e no Iraque, disseram oficiais à revista Aviation Week.
Esta "nova ferramenta" está a preocupar seriamente o Irão e a própria Rússia, pois põe em causa toda a sua "invencibilidade".
Israel terá de estar sempre na linha da frente, de outra forma o inimigo não olhará a meios para destruir a nação eleita.
Shalom, Israel!

quarta-feira, outubro 03, 2007

80.000 NA PASSEATA PELAS RUAS DE JERUSALEM



As ruas de Jerusalém encheram-se esta Terça-Feira com cerca de 80 mil israelitas, aos quais se juntaram 7 mil turistas cristãos que vieram para expressar solidariedade com a nação judaica nesta festa do Sukkot (Tabernáculos). Entre os cristãos, o maior grupo veio do Brasil, com cerca de 1.500 crentes.
Entre os participantes estavam também representantes do governo e outros governantes locais.
Pela primeira vez o rabinato-mor de Israel proibiu os judeus de participarem no desfile, temendo as "influências missionárias" dos cristãos. Mesmo assim, e apesar da proibição, muitos judeus religiosos e ortodoxos vieram para ver e participar nas festividades do Sukkot.
Representantes do rabinato estiveram presentes distribuindo panfletos entitulados "Ameaça missionária" explicando o porquê da oposição à participação no desfile.
Nas palavras de um dos participantes "Todo o judeu deveria ter uma íntima ligação à Cidade, independentemente de visões políticas ou sectoriais. Jerusalém atravessa fronteiras em todos os sentidos. Sem Jerusalém, o povo judeu é um povo sem raízes e sem um futuro."
Esta participação de cristãos lado a lado com os judeus numa celebração festiva como esta será sempre uma demonstração de como há muitos cristãos nascidos de novo que entendem que as suas raízes estão em Israel e que sem Israel nos planos de Deus a Bíblia não faria sentido no que concerne às origens e ao futuro dos crentes. Israel é a raiz que suporta a árvore. O nosso deve é pois amar Israel, e estar ao lado desta nação e deste povo escolhido por Deus.
Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 01, 2007

CONSELHO DA ONU RECONHECE ERROS CONTRA ISRAEL...


O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas tem na maior parte das vezes focado a atenção de forma injusta na tentativa de encontrar situações de violações dos direitos humanos por parte dos israelitas contra os palestinianos, segundo a Rádio de Israel, na sua citação do presidente do conselho, Doru-Romulus Costea, em entrevista a um jornal espanhol neste fim de semana.
"O corpo que eu dirijo deve examinar as acções de ambos os lados de forma igual, e nós não o temos feito." - disse Costea. "Logicamente que as coisas terão de mudar." - adiantou.
Desde a sua inserção em 15 de Março de 2006, o Conselho de Direitos Humanos da ONU, tem emitido condenações a alegados abusos de direitos humanos apenas por parte de uma nação: Israel. E isso apesar dos contínuos e horrorosos abusos dos direitos humanos na Coreia do Norte, Sudão, Myanmar e em outros locais, já para não mencionar o próprio abuso dos árabes palestinianos aos direitos humanos dos israelitas.
O Conselho de Direitos Humanos da ONU sucedeu à Comissão de Direitos Humanos da ONU, que foi dissolvido devido do seu foco exclusivo sobre Israel e ao seu tratamento preferencial de estados membros que falham na protecção dos direitos dos seus próprios cidadãos.
Finalmente um pouco de justiça...!
Shalom, Israel!

sábado, setembro 29, 2007

FESTA DOS TABERNÁCULOS COMEÇA COM RECORDE DE PARTICIPANTES


A 28ª celebração cristã anual da Festa dos Tabernáculos, promovida pela Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém, teve o seu começo na noite de Quinta-Feira passada nas orlas do Mar Morto com um número recorde de 6.000 participantes oriundos de cerca de 100 países numa colorida experiência de adoração e tocante dramatização bíblica.
Este foi o maior ajuntamento de sempre na abertura da Festa cristã dos Tabernáculos no deserto, uma recordação das peregrinações dos antigos israelitas no deserto. Só o Brasil estava representado por 1.200 participantes cristãos. Espera-se este ano um recorde de 7.000 participantes no Festival.
Além dos vários estilos de música hebraica e clássica, a grande atracção foi o Coro das Crianças Watoto, composto de crianças ugandesas deixadas órfãs com a epidemia da SIDA na África, que, apesar do seu sofrimento, trouxeram uma emocionante mensagem de esperança.
Além da representação sobre a queda das muralhas de Jerusalém, acompanhando o tema da festa deste ano "Tocai a trombeta em Sião", a festa centraliza-se agora em Jerusalém, tendo os participantes sido acolhidos entusiasticamente por diversos líderes do país. Haverá ainda um desfile pelas ruas de Jerusalém e um programa com a participação de vários palestrantes internacionais.
Trata-se de uma das maiores festas de Israel, a festa bíblica dos tabernáculos, que simboliza o descanso do povo de Deus e a presença do Senhor no meio do Seu povo.
Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 28, 2007

ISRAEL SOBE COM ESTATUTO DE NAÇÃO DESENVOLVIDA


A economia de Israel não pára de surpreender pela positiva: o país acaba de ganhar o estatuto de "nação desenvolvida", pela prestigiada organização FTSE, colocando assim o país entre as 24 nações mais desenvolvidas do mundo e tornando Israel no único país de todo o Médio Oriente a alcançar tal estatuto.
Esta nova posição permitirá que a bolsa de valores de Tel Aviv atraia investimentos da ordem dos 2,5 triliões de dólares em fundos globais de investimento.
Esta organização FTSE - Financial Times Stock Exchange Group - uma joint-venture entre o Financial Times e a Bolsa de Londres promoverá Israel do seu estatuto de nação com mercado de capitais emergente para desenvolvida em meados de Junho de 2008.
O incremento de investimentos que poderão vir a ser feitos em fundos de Israel será assim enorme, uma vez que muitos fundos só aceitam acções de mercados desenvolvidos, como será muito em breve o caso de Israel.
Não fosse o milagre do cuidado e protecção de Deus sobre Israel, isto não seria possível. Mas Deus prometeu que nos últimos dias iria abençoar o Seu povo eleito: a nação de Israel.
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 26, 2007

AHMADINEJAD PREGA A CONVERSÃO AO ISLÃO NAS NAÇÕES UNIDAS


No seu discurso de 40 minutos proferido ontem na assembleia geral da ONU, Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irão, este pequenino tirano, pequeno no tamanho, mas grande na malvadez, apelou a "um mundo sem Israel", no qual a América e a Inglaterra ficariam libertos da "opressão sionista". "Essa é a vontade de deus, pelo que irá se cumprir."
No seu discurso, que mais pareceu uma campanha para a conversão do mundo ao islão, o ditador fartou-se de mencionar o nome de Allah, o deus que o inspira, e informou os líderes presentes que "a era da opressão e da violência por parte dos grandes impérios (entenda-se: todos os que se lhe opõem, como é o caso dos EUA, Reino Unido, Alemanha, França, etc.) está a terminar", apelando a essas nações que "deixem de obedecer a Satanás e que se submetam à vontade de Allah" (Nota: não traduzimos Allah por Deus, como faz a comunicação social, uma vez que não acreditamos que o deus dos muçulmanos tenha alguma coisa a ver com o Deus dos judeus e cristãos). "Se assim o fizerem" - anunciou o profeta - "serão salvos", se não, "calamidades cairão sobre eles."
Não mencionando Israel pelo nome, referindo-se sempre à nação judaica como "regime sionista ilegal", "sionistas brutais", culpados pela "opressão dos palestinianos", o presidente iraniano referiu-se à imigração para Israel como "o ajuntamento dos judeus do mundo inteiro com falsas promessas e a sua instalação forçada nos territórios ocupados onde são induzidos à maldade contra o povo palestiniano."
Esta linguagem não é nova, muito menos inédita: há cerca de 70 anos atrás um outro ditador acusava os judeus de serem os culpados de todos os males do mundo. Criou uma carnificina sem memória na História humana, mas a sua proposta foi derrotada e o povo judeu voltou à sua terra prometida. Ignoram estes imbecis que quem mexer "num destes pequeninos irmãos de Jesus está a tocar na menina dos olhos de Deus". E isso é muito perigoso.
Não tendo que temer, Israel terá mesmo assim de se precaver, uma vez que as ameaças do presidente do Irão têm de ser levadas a sério.
Shalom, Israel!



quinta-feira, setembro 20, 2007

GAZA DECLARADA "ENTIDADE INIMIGA"


O governo israelita decidiu nesta Quarta-Feira declarar a Faixa de Gaza como uma "entidade inimiga" em preparação para um possível corte da electricidade para a faixa costeira super-populosa, uma decisão que terá possivelmente contado com a condescendência da secretária de estado norte-americano Condoleezza Rice, mas condenada por responsáveis palestinianos e também pelo secretário geral da ONU, o sul -coreano Ban Ki-Moon.
A decisão israelita foi baseada num plano apresentado pelo ministro da defesa de Israel, Ehud Barak, durante uma reunião do gabinete de segurança realizada hoje, na qual ele recomendou que a electricidade fosse cortada aos 1,4 milhões de residentes palestinianos, como forma de os forçar a pararem com o disparo diário de foguetes Kassam contra comunidades que vivem no Negueve ocidental.
Reagindo ao desenvolvimento da decisão após a sua reunião com a ministra dos negócios estrangeiros israelita, Tzipi Livni, a enviada norte-americana Rice disse que a Gaza dirigida pelo Hamas "é uma entidade inimiga para nós também" mas acrescentou que "os EUA não irão abandonar os palestinianos inocentes que vivem em Gaza".
Em resposta, o porta voz do Hamas chamou à decisão uma compreensiva declaração de guerra para a qual Israel sofreria as consequências, enquanto que o presidente da Autoridade palestiniana Mahmoud Abbas condenou o plano como "uma decisão opressora".
O líder da ONU, Ban Ki-Moon, urgiu também Israel a que reconsiderasse a sua decisão, avisando que qualquer corte dos serviços vitais seria uma violação da lei internacional e uma punição à já sofredora população civil.
Israel tem tido uma admirável paciência com os terroristas que diariamente disparam os foguetes com a intenção de matar israelitas inocentes. Lembremo-nos que ainda há pouco tempo um desses foguetes caiu no pátio de recreio de um infantário, e só pela protecção divina não se deu uma tragédia.
O sr. secretário geral da ONU "lembrou-se" agora de condenar Israel, só que esqueceu as centenas de foguetes disparados contra Israel diariamente e que poderiam ter já causado centenas de vítimas. Como é habitual na ONU: 2 pesos e 2 medidas...
Shalom, Israel!

segunda-feira, setembro 17, 2007

ISRAEL FORNECEU COMIDA PARA 90 PAÍSES


Durante a primeira metade de 2007 a pequenina nação de Israel já exportou produtos alimentares para 90 países, segundo informações oficiais da Associação israelita dos produtores.
Segundo as mesmas fontes, só durante o primeiro semestre deste ano as exportações aumentaram 20%, totalizando mais de 435 milhões de dólares.
O maior importador de comida foram os Estados Unidos, com compras que ultrapassaram os 46 milhões de dólares.
Como será possível que Israel, ao mesmo tempo que sofre um crescente boicote internacional aos seus produtos, consegue mesmo assim aumentar largamente as suas exportações? Só encontro uma explicação: a bênção de Deus sobre o Seu povo eleito e o cumprimento das profecias divinas relacionadas com estes últimos dias.
Shalom, Israel!

domingo, setembro 16, 2007

SÍRIA COM ARMAMENTO NUCLEAR?


O raide israelita de há dez dias na Síria poderá ter revelado a existência de tecnologia nuclear oriunda da Coreia do Norte e transferida para a Síria - cita um número crescente de peritos e responsáveis israelitas e norte-americanos.
Os jornais israelita Yediot Ahronot e o britânico The Observer relataram no Domingo passado que pelo menos 8 jactos de combate israelita participaram no raide, penetrando na fronteira leste da Síria antes de atacarem aquilo que os oficiais temem seja uma instalação para a extracção de urânio. Além dos aviões de ataque , ambos os jornais referem que um avião de recolha electrónica de informações também sobrevoou o local do ataque a centenas de metros de altura para recolha adicional de informações.
O jornal americano Washington Post relatou que o ataque aconteceu exactamente 3 dias depois da atracagem de um navio norte coreano na Síria alegadamente para descarregar cimento. Um perito afirmou que tanto os EUA como Israel estavam convencidos que o carregamento continha equipamento nuclear de alta sensibilidade que capacitaria a Síria a lançar um programa de armamento nuclear.
Oficiais sírios negaram veementemente que hajam quaisquer estruturas nucleares algures no seu país.
Mas o antigo embaixador dos EUA nas Nações Unidas, John Bolton, disse ao Jerusalem Post que a simples lógica retirará as conclusões claras de que tanto o Irão como a Coreia do Norte procurariam um aliado que não esteja sob suspeita da produção de armamento nuclear para cobrir os elementos mais visíveis dos seus programas de armamento nuclear.
Bolton afirmou acreditar que a Síria está a providenciar estruturas para o enriquecimento do urânio para fornecer ao Irão e à Coreia do Norte, países que estão sob apertada vigilância por parte da ONU. Acrescentou ainda que não é por acaso que a Coreia do Norte esteve entre as nações que mais vigorosamente condenaram o alegado raide aéreo israelita na Síria.

sexta-feira, setembro 14, 2007

DESCOBERTO TÚNEL EM JERUSALÉM


Mais uma descoberta impressionante em Jerusalém vem confirmar a veracidade histórica dos registos feitos por Flávio Josefo na sua clássica obra "As Guerras dos Judeus" (felizmente já disponível em português) sobre os trágicos acontecimentos vividos durante a destruição do segundo templo (construído por Herodes).
Arqueólogos que escavavam no passado Domingo na Cidade de David, em Jerusalém, encontraram um túnel que remonta aos tempos da destruição do 2º templo pelos romanos (ano 70 d.C.). A reacção dos arqueólogos foi de espanto, pois procuravam a estrada principal e deram com este "tesouro", ao mesmo tempo que comprovaram a enorme estrutura desta construção.
Segundo o arqueólogo responsável pela escavação, o professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, o túnel fazia parte do sistema de escoamento da cidade e foi usado pelos judeus da época para se esconderem dos invasores romanos e eventualmente escaparem do incêndio que destruiu a cidade santa.
As paredes, a um metro abaixo do solo, tinham até 3 metros de altura e foram achadas intactas em muitos pontos.
Vasos e louça de barro intacta, moedas e outros artefactos comprovam o facto de que o povo viveu durante algum tempo no sistema de túneis da cidade, um facto que foi registado na obra "As Guerras dos Judeus", de Flávio Josefo. O túnel foi também rompido e penetrado em alguns pontos ao longo da sua extensão, por onde os soldados romanos entraram para capturarem os judeus que viviam debaixo das ruas.
Já foram escavados cerca de 100 metros na parte sul da Cidade de David, perto do tanque de Siloé. Nós mesmos observámos as escavações em Julho passado, e reconhecemos que o tanque de Siloé agora descoberto é o genuíno, ao contrário do que se pensava antes. O antigo túnel percorria cerca de 1 km debaixo de terra até às imediações do muro ocidental (muro das lamentações).
Cada vez mais as alegações dos muçulmanos de que Jerusalém nunca pertenceu aos judeus são ridicularizadas pelas provas científicas. Jerusalém é de facto a capital dos judeus, símbolo das maiores glórias e tragédias ao longo da História. Mas em breve voltará a ser o centro do mundo e receberá o Messias que estabelecerá o Seu trono no monte Sião.
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 12, 2007

SHANA TOVA!


Hoje mesmo, ao pôr do sol, iniciou-se o ANO NOVO JUDAICO, conhecido por Rosh Hashana. Entrou-se assim no ano 5768 do calendário judaico. Dias de festa em Israel, que esperamos não venham a ser manchados por actos terroristas cometidos por palestinianos que não respeitam a alegria dos outros, antes têm prazer em acabar com a mesma.
O Rosh Hashana é uma festa bíblica, e que começa com o soar do shofar, no primeiro e segundo dias do ano judaico, no mês de Tishri, no calendário judaico.
Este dia também chamado como "Festa das Trombetas", é uma celebração muito alegre, e que anuncia a redenção divina de Israel. O shofar (chifre de carneiro) é tocado, e pedaços de maçã são embebidos de mel e comidos em antecipação de um ano novo que se espera doce.
As pessoas esvaziam os seus bolsos e e atiram os conteúdos para um recipiente com água enquanto declaram a palavra de Miquéias 7:19, como um símbolo dos nossos pecados serem completamente cobertos pelo perdão do Senhor:
"Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar." (Miquéias 7:19).
É também um tempo sério e de introspecção, ao iniciarem-se os dez "dias de temor" nos quais a pessoa deve tomar em consideração os males que tiver cometido no ano passado e procurar acertá-los. A tradição judaica sustenta que Deus decide a sorte de cada ser durante esses dez dias antes do Dia da Expiação, o Yom Kippur, quando Ele decide quem terá o seu nome inscrito no Liv
ro da Vida.
"Tocai
a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai uma assembléia solene. Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento."
É uma época em que o povo deve considerar o arrependimento, a redenção de Deus, a vinda do Messias, o julgamento de Deus, e a Sua criação do homem original.
No Novo Testamento, vemos a vinda do Messias proclamada com o soar da trombeta, uma continuação dos pensamentos apresentados no Velho Testamento. Lemos, por exemplo, o seguinte, no início de 1 Tessalonicenses 4:16: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus..."
Há muitas correlações destas entre o Velho e o Novo Testamento que nós, como crentes, podemos ver representadas na celebração de todas as festas bíblicas com as suas várias tradições judaicas. Desde Génesis ao Apocalipse Deus tem estado a revelar o Messias a quem tiver olhos para ver.
"Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." (1 Coríntios 15:51,52)
Que estejas inscrito no Livro da Vida! Shana Tova para todos os que nos lêem!
Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 11, 2007

ISRAEL DESTRÓI ARMAMENTO PARA TERRORISTAS


Segundo a CNN informou hoje, a incursão dos aviões israelitas no espaço aéreo sírio na quinta-feira passada foi de facto um ataque contra um enorme carregamento de armas que estavam sendo transferidas do Irão para a Síria, e que o ataque poderá ter incluído forças terrestres.
A operação em terra teria o objectivo de marcar os alvos ou assinalar os estragos causados pelo ataque aéreo. Foi ainda relatado que o ataque aéreo deixou "uma enorme cratera" no solo do deserto sírio. As notícias têm como origem informações do governo norte-americano, e aparentemente o resultado da operação deixou Israel bastante satisfeito.
As informações dizem que Israel terá atacado um tipo de armamento fornecido pelo Irão ao Hezzbolah, em território sírio. Diversas fontes informaram ainda a repórter da CNN que este tipo de transferência de armas tem decorrido ininterruptamente durante os últimos 3 ou 4 anos. Nada que nos admire...cla
Oficiais disseram que não foi um grande ataque, mas que foi rápido, uma vez que os sírios já estavam no encalço dos israelitas. A opinião é que o ataque da aviação israelita com aviões de longo alcance F15 foi um claro aviso à Síri, do tipo: "Não apoiem o resurgimento do Hezzbolah no Líbano".
A Síria já fez uma queixa ao secretário geral da ONU, e já ameaçou que iria responder da forma certa. A Turquia também pediu explicações a Israel pela descoberta de tanques de combustível caídos dos aviões e encontrados em território turco, junto da fronteira com a Síria. Sabe-se que após o ataque, os aviões "escaparam" para a fronteira sírio-turca, percorrendo a viagem de regresso rumo ao Mediterrâneo.
Ainda que Israel diga que aparentemente a Síria não está interessada numa guerra com Israel, a verdade é que a vigilância na fronteira norte continua em alerta máximo.
Já que o mundo fecha os olhos às movimentações perigosas do Irão no apoio claro ao terrorismo, Israel terá de fazer alguma coisa. Para já, Israel não comenta o incidente.
Shalom, Israel!

sábado, setembro 08, 2007

CAPTURADO BRAÇO ARMADO DO HAMAS


Forças especiais do exército de Israel (comandos) executaram uma operação bem sucedida que culminou com o rapto de um comandante do braço armado do Hamas no sul da Faixa de Gaza.
Esta informação fornecida por fontes palestinianas adianta que Mohawah al-Qadi, membro senior do braço armado da organização terrorista e um comandante da força executiva foi raptado na sexta-feira passada por tropas camufladas na cidade de Rafah, a sul da Faixa de Faza.
"Uma força especial sionista vestindo uniformes das forças executivas entraram na rua George em Rafah oriental num carro civil de marca Subaru e então avançaram para a travessia de Sufa que liga a Israel" - afirmou um porta voz do braço armado do Hamas, as Brigadas Ezzedine al-Qassam.
As IDF - Forças Armadas de Israel - ainda não comentaram.
Al-Qadi, capturado juntamente com o seu assistente Saqer Abd al-Al era "responsável pela relações públicas das forças executivas."
Fontes palestinianas também informaram que este homem estava de alguma forma ligado ao rapto do soldado israelita Gilad Schalit em Junho de 2006.
O rapto deste soldado israelita foi uma das razões que levaram Israel a atacar as forças do Hezzbolah no verão passado.
Esta foi uma operação arriscada das forças especiais de Israel, uma vez que penetraram 2 quilómetros dentro do espaço palestiniano, num terreno saturado de terroristas e observadores do Hamas, um autêntico ninho de cobras.
Vejamos se esta operação bem sucedida conseguirá agora a libertação de Shalit, refém dos terroristas há mais de um ano. Deus permita que sim.
Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 06, 2007

PLANEADA PUNIÇÃO PARA OS ATAQUES DOS KASSAM


Em consequência do lançamento de rockets pelos terroristas palestinianos na Faixa de Gaza contra a cidade mártir israelita de Sderot, como "celebração" do início do novo ano escolar em Israel, e que provocou o pânico entre inúmeras crianças e que só pela protecção divina não atingiu nenhuma pessoa, o gabinete de segurança do governo israelita reuniu-se de emergência no dia de ontem para decidir qual a acção a tomar. Ficou posta de lado qualquer tipo de incursão militar de grande escala - pelo menos por agora. O governo está por outro lado a estudar a possibilidade de infligir outros tipos de castigos, talvez mais convincentes, como será a possibilidade do corte temporário da água e do gás na Faixa de Gaza.
O corte da electricidade em toda a Faixa poderia exercer uma maior disciplina para os palestinianos, e além disso foi considerado ainda o corte da água e do combustível.
O vice primeiro-ministro afirmou que cada kassam disparado contra Israel deveria "uma resposta adequada"... e que "o Hamas precisará de saber isso antecipadamente...não continuaremos a suprir electricidade, combustível e água enquanto eles estiverem a tentar matar as nossas crianças." Admira-me a contenção de Israel. Espero que não tenham de morrer crianças israelitas para que o governo decida realmente tomar uma acção dura contra os terroristas e seus aliados.
Shalom, Israel!

domingo, setembro 02, 2007

QUANDO UM MUÇULMANO DIZ A VERDADE SEM QUERER...


É impressionante como um muçulmano radical é capaz - embora sem querer - de admitir uma coisa que muitos ditos "cristãos" não admitem como realidade: a volta dos judeus à sua terra como prenúncio do regresso do Messias a Israel...
Na sexta-feira passada, um líder religioso iraniano disse ao país que o presidente norte-americano George Bush é o portador da bandeira daquilo que ele etiquetou como uma distorção "satânica" do cristianismo que defende a ajuda aos judeus para que eles possam reivindicar a sua terra bíblica.
Em alegações produzidas pela agência noticiosa iraniana IRNA, o ayatollah Mohammed Kashani disse que ajudar os judeus a voltarem à Terra de Israel viola os ensinos de Jesus, mas que alguns cristãos acreditam que trazer todos os judeus à região que ele chamou de "Palestina" pode apressar o retorno do Messias.
"Eles estão a tentar reunir todos os judeus do mundo na Palestina (sic), que é definitivamente uma jogada com raízes políticas e satânicas, mas a ideia é expandida no quadro de uma ideia por trás da esperança da reaparição do Messias" - pregou Kashani.
O clérigo insistiu que Bush é o principal proponente dessa filosofia e política, mas notou com satisfação que tanto o presidente como os seus pontos de vista são cada vez menos populares na América e no mundo ocidental.
Ao contrário dos Estados Unidos dirigidos por Bush, Kashani afirmou que a República Islâmica do Irão é "um poder mundial divino".
Jesus disse que se os Seus seguidores se calassem, "as pedras falariam"... Às vezes tem de ser um muçulmano radical a falar aquilo que muitos evangélicos deveriam falar. Até onde irá a crença dele? Até onde estará ele com medo que a verdade se concretize?
Ainda que Bush nada faça para o retorno dos judeus à sua terra, a verdade é que eles estarão ali presentes na volta do Messias. E as profecias estão a cumprir-se a cada dia...
Shalom, Israel!

sábado, setembro 01, 2007

VALE A PENA NEGOCIAR COM ISRAEL...


Apesar de tudo parecer tão "perigoso" quando se trata de Israel, a verdade é que cada vez mais pessoas acham uma boa ideia investir neste país.
Numa importante reunião de foro económico realizada no mês passado em Israel, o "15º Fórum anual para as políticas económicas" e organizado pelo Instituto Democrático de Israel, os dados sobre o crescimento económico de Israel no período 2006-2007 impressionaram a todos.
Apesar da guerra no Líbano no verão passado e da contínua luta contra o terrorismo, os participantes do encontro, também conhecido como "Forum de Cesaréia" falaram da pujante economia israelita.
Em 2007, Israel tem assistido a um crescimento tanto no comércio interno como nas exportações. Analistas da Morgan Stanley calculam que o crescimento real do PNB para 2007 atingirá os 6% e manterá esse nível por mais tempo. Parece que a guerra fez com que a economia se organizasse e voltasse a crescer.
Apesar do surgimento do Hamas na liderança palestiniana e da violenta tomada de posse da Faixa de Gaza, a intervenção do primeiro ministro Ehud Olmert salientou uma queda significativa na dívida nacional. A guerra e a instabilidade não impediram o país de pagar os seus compromissos.
E apesar dos foguetes do Hezbollah estarem direccionados às cidades de Israel, o desemprego tem continuado a cair, e isso continuamente. Previsões do Banco de Israel apontam para uma taxa de desemprego de 7,5% para o final de 2007. Apesar de mais de 1 milhão de israelitas estarem a viver ao alcance dos foguetes dos terroristas, os judeus estão a trabalhar mais e a conseguir sustentar as suas famílias.
Num claro desprezo aos boicotes internacionais, os investidores continuam a olhar para Israel como um terreno estável e fértil para estabelecerem fábricas, escritórios e plantas de pesquisa. No ano passado, o mega-investidor Warren Buffett fez um estudo e concordou em investir 4 biliões de dólares na economia israelita com a compra da empresa Iscar Lda. Campanhas apelando do desinvestimento não têm eco face às oportunidades económicas percebidas pela comunidade internacional.
Ao mesmo tempo que o Irão pronuncia constantes apelos e ameaças à destruição de Israel, os países mais poderosos continuam a alimentar o crescimento da economia israelita.
O próprio governador do Banco de Israel anunciou durante a conferência que em 2007 o estado de Israel foi aceite como candidato à OCDE.
A inclusão nesta prestigiada organização económica colocaria Israel na companhia dos 30 países mais desenvolvidos que promovem a democracia e a economia de mercado.
Israel é um milagre de Deus. Só essa compreensão levará ao entendimento destes factos e desta impressionante realidade.
Shalom, Israel!