sábado, janeiro 11, 2014

ARIEL SHARON - CAIU O "LEÃO" DE ISRAEL. "LUTOU ATÉ AO FIM"

Já não restava humanamente qualquer esperança para o grande lutador. Nas palavras da sua enfermeira, "Ele foi um herói. Lutou como um leão até ao fim".
O corpo de Ariel Sharon ficará amanhã exposto no parlamento israelita, na capital Jerusalém, para visita e homenagens públicas, e o funeral terá lugar na Segunda-Feira à tarde, na sua propriedade agrícola do deserto do Negueve, onde ficará sepultado junto da sua esposa Lily. 
Logo que o ex-primeiro ministro de Israel fechou os olhos durante a tarde de hoje, neste sábado dia de descanso judaico, o filho afirmou: "Está feito. Já se foi. Foi quando decidiu ir."
Terminou o sofrimento de 7 anos deste grande herói mítico de Israel. 
Sharon será sempre recordado pela sua bravura e insubmissão às ordens dos superiores durante as guerras de 48, 67 e 73. Como general, comandou as operações no Líbano e dirigiu a retirada dos judeus da Faixa de Gaza em 2005, poucos meses antes do AVc que o deixou em estado de coma vegetativo durante os últimos 7 anos.
No ano de 200 Ariel Sharon, como primeiro-ministro, subiu e percorreu o Monte do Templo, para grande desagrado dos palestinianos que se aproveitaram dessa situação perfeitamente legítima para dar início à segunda intifada.
Para os palestinianos, é um dia de alegria, pela "morte do tirano." 
Vários líderes mundiais já expressaram as suas condolências pela morte de Sharon, elogiando também o seu corajoso contributo para o processo de paz.
Entre eles destacam-se Barack e Michelle Obama, John Kerry, o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon, o primeiro-ministro inglês David Cameron, o presidente francês Francois Hollande, o primeiro-ministro do Canadá Stephen Harper, o presidente russo Vladimir Putin, e a chanceler alemã Angela Merkel.
Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 10, 2014

LOCALIZAÇÃO SECRETA DO "CASTELO DO REI DAVID" VAI SER REVELADA NA PRÓXIMA SEXTA-FEIRA

Até agora tinha sido mantida em segredo a localização daquilo que se supõe ter sido o "castelo do rei David". A razão deste secretismo tem a ver apenas com questões políticas, uma vez que o mesmo se encontra em "território palestiniano", e Israel não queria a todo o custo abrir mais uma frente de polémica, como sempre acontece com os palestinianos, completamente alheios e desinteressados de tudo quanto tenha a ver com cultura e história de Israel. Aliás, para os palestinianos todos os achados e revelações de sítios arqueológicos que provem a ligação dos judeus à Terra de Israel são mais um problema que eles querem combater e apagar a todo o custo.
A pedra lavrada e decorada que foi encontrada relacionada com este palácio que se supõe ter pertencido ao grande rei de Israel é chamada de "capitel proto-eólica" e estava ligada a uma coluna. Até agora só foram encontrados uns 30 desses capitéis, e apenas cinco em áreas onde o rei David viveu.
Tendo sido encontrado numa gruta a sul de Israel, este capitel revela a forte possibilidade de ali se encontrar soterrado um templo ou um grande castelo dos dias do rei David. 
Na próxima sexta-feira, dia 17, o segredo do local será revelado, podendo causar ondas de choque com consequências imprevisíveis, especialmente por se encontrar numa região controlada pela Autoridade Palestiniana.
Segundo os investigadores, este achado pode ser algo de notável, uma vez que poderão ser escavados e descobertos os restos de um grande castelo ou palácio que prova a presença dos reis da Judéia naquela região. Quando esta descoberta foi feita pela primeira vez há quase 2 anos, as ordens foram para "tapar o buraco e esquecer o assunto", obviamente por questões de sensibilidade política.
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 09, 2014

JERUSALÉM: A PRÓXIMA PEDRA DE TROPEÇO NAS CONVERSAÇÕES ENTRE ISRAELITAS E PALESTINIANOS

Não se sabe até que ponto estas actuais conversações de paz entre israelitas e palestinianos "forçadas" pela administração norte-americana, na pessoa de John Kerry, têm alcançado algum sucesso. O representante de Obama tem andado num verdadeiro rodopio entre Israel e os EUA desde há seis meses, mas agora enfrenta uma barreira muito mais pesada e quiçá intransponível: Jerusalém.
Representantes israelitas que se encontraram com Kerry durante a sua última visita a Israel afirmaram que há um consenso entre a população israelita para que se alcance um estatuto final num acordo de paz que leve à criação de um estado palestiniano. Essa é a verdade actual, por muito que nos custe aceitar.
Mas por outro lado é também verdade que a grande maioria dos israelitas têm afirmado consistentemente que não estão dispostos a voltar a dividir Jerusalém e ceder a parte oriental da Cidade afim de se tornar a capital de um estado palestiniano.
Alguns membros do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu temem que ele esteja pronto a ceder sob a pressão dos americanos e por isso estão preparando legislação a apresentar na próxima semana que permita ao Knesset (parlamento) interditar negociações sobre o futuro estatuto de Jerusalém.
Por outro lado, os líderes palestinianos têm-se comprometido entre eles a não assinarem qualquer acordo que não inclua o controle palestiniano sobre Jerusalém oriental, incluindo a Cidade velha e o Monte do Templo.
Já há muito tempo que Washington tem vindo a reconhecer o obstáculo impossível que Jerusalém representa. É por essa razão que a questão de Jerusalém tem sempre sido posta de lado e classificada como um tópico para o "estatuto final" a ser debatido numa data posterior.
Essa data está no entanto a aproximar-se rapidamente, e o governo de Jerusalém vai simplesmente provar mais uma vez que um processo de paz "fabricado" por homens sob as circunstância actuais não é simplesmente alcançável.
Para quem conhece as Escrituras proféticas, isto não é nenhum surpresa. O profeta Zacarias previu que nos últimos dias Jerusalém seria uma "pedra pesada" e um "cálice de tontear":
"E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que carregarem com ela certamente serão despedaçados, e ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra." - Zacarias 12:3

Shalom, Israel!


quarta-feira, janeiro 08, 2014

VENHA CONNOSCO A ISRAEL!

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Shalom!

terça-feira, janeiro 07, 2014

ÁRABES ISRAELITAS NÃO QUEREM FAZER PARTE DE UM "ESTADO PALESTINIANO"

Residentes do chamado "triângulo árabe" - cuja população é predominantemente árabe - olham para o possível acordo entre o governo de Israel e os palestinianos e que inclui a troca de terras como algo de irrealístico. A maioria prefere continuar em Israel e não perder a cidadania israelita.
Apesar de o próprio ministro das Relações Externas de Israel, Avigdor Lieberman se mostrar inclinado a concordar com a troca de terras com os palestinianos, a realidade é que as populações árabes que segundo este acordo poderão ficar debaixo da administração palestiniana não o desejam...
O ministro tinha afirmado que apoiava a opção de uma troca de terra e de população com os palestinianos, clarificando no entanto que aquilo que ele visionava era a transferência das comunidades árabes que vivem no chamado "triângulo árabe" e Wadi Ara, uma artéria principal entre o centro e o norte de Israel e que acompanha a fronteira com a "Margem Ocidental", em troca de aldeamentos judaicos nessa região (Margem Ocidental).
"Se eles se definem como palestinianos" - questionou o ministro - "por que é que não haverão de se juntar aos seus irmãos palestinianos?"
Só que os habitantes árabes desta região têm uma opinião diferente...
Revia Mahajna, advogado residente na aldeia de Musmus, na região de Wadi Ara, diz não haver problema em se denominar de palestiniano e mesmo assim permanecer no estado de Israel:
"Numa perspectiva histórica, vivo em terra palestiniana que passou de pais para filhos muito antes do estado de Israel ter sido formado, e por outro lado tenho um cartão de identificação israelita" - afirmou o advogado palestiniano, acrescentando - "Sou um palestiniano vivendo no estado de Israel tal como há palestinianos que vivem no Canadá ou na Alemanha."
O agente de seguros Adal Mahajna, também de Musmus, afirmou que mesmo que os árabes israelitas se chamem de palestinianos, a maioria prefere ficar em Israel:
"A nossa vida é em Israel, e uma transferência destas irá cortar-nos dos nossos familiares e amigos, árabes e judeus."
A opinião geral é que a maioria dos palestinianos que vivem naquela região não está disposta nem interessada a abandonar a sua cidadania israelita. 
Obviamente que essa população sabe distinguir entre viver em democracia e liberdade sob o estado de Israel e debaixo da opressão e atraso civilizacional dos governos palestinianos e dos terroristas do Hamas...
Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 06, 2014

ISRAEL VENDE GÁS NATURAL AOS PALESTINIANOS

O primeiro contrato assinado por Israel para a concessão de gás natural extraído das gigantescas reservas offshore do "campo Leviathan" no Mar Mediterrâneo foi feito com a companhia palestiniana "Palestine Power Generating Company".
Este acordo assinado entre Israel e os palestinianos permitirá aos palestinianos o fornecimento de 1,2 biliões de dólares de gás natural para gerar electricidade de uma central a ser instalada perto de Jenin, nos território sob administração palestiniana.
O gigantesco reservatório de gás natural na costa israelita ao largo da cidade de Haifa, detido parcialmente pelas companhias israelitas "Delek Drilling", "Avner Oil" e "Gas and Ratio Oil Exploration", será explorado pela empresa americana "Noble Energy" e contém cerca de 550 biliões de metros cúbicos de gás natural. 
Ao longo dos próximos anos, e de acordo com o contrato agora assinado, serão vendidos à companhia palestiniana 4,75 biliões de metros cúbicos de gás natural.
Segundo os porta vozes israelitas que firmaram este acordo, estes acordos comerciais entre ambas as partes ajudarão à obtenção de um acordo de paz.
Segundo informações transmitidas ontem pelo canal de TV israelita "TV 2", o ministro da Energia de Israel teria viajado até à Jordânia para assinar um acordo de venda de gás natural ao reino hashemita, havendo também planos para exportar parte do gás natural para a Europa, através de condutas que passarão pela Jordânia, Turquia e Egipto, bem como pelos territórios sob administração palestiniana.
Shalom, Israel!

sábado, janeiro 04, 2014

ENCONTRADO EM ISRAEL PANO COM A VERDADEIRA CÔR PÚRPURA DOS DIAS DE JESUS

Foi descoberto em Israel um tecido com 2 mil anos tingido com a enigmática tintura azulada "púrpura" descrita na Bíblia. 
Desde os dias de Jesus que tinha sido encontrada apenas 1 amostra desta "cor sagrada" descrita no Antigo Testamento com o nome hebraico "tekhelet", cujo significado é: turquesa, ou azul.
A primeira foi encontrada em Massada, mas o azul dessa amostra de pano era mais escuro. Este actual achado é muito mais próximo da cor original, daí a importância do mesmo.
Esta cor azulada era usada na vestimenta do sumo sacerdote de Israel, só que foi-se perdendo ao longo do tempo, permanecendo sempre um enigma ao longo de muitas gerações.
Durante séculos se discutiu qual seria a verdadeira tonalidade deste "azul púrpura" que, no entender de muitos, simboliza a cor dos céus.
O tecido encontrado e em que foi tingida esta cor poderá ter pertencido a refugiados judeus do tempo da revolução de Bar-Kokhba dos anos 132 - 135 d.C.
O pano agora achado contém alguns dos únicos resquícios jamais encontrados desta antiga coloração, cujo tingimento era feito através de um caramujo (caracol do mar) chamado Murex trunculus.
CARACOL "MUREX TRUNCULUS
A glândula deste caramujo libera um fluído amarelo que, quando exposto à luz solar, torna-se azul-púrpura e pode ser utilizada para tingir tecidos.
Esta recente descoberta foi feita por Naama Sukenik, da Autoridade para as Antiguidades de Israel, e deu-se após a investigação de um pequeno têxtil de lã encontrado nos anos 50.
COR PÚRPURA EXTRAÍDA DO CARACOL DO MAR
Pesquisadores e rabinos têm tentado desde há muito encontrar esta cor enigmática que a Bíblia ordenava que os judeus usassem na orla das suas vestes.
"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que, nas bordas dos seus vestidos, façam franjas, pelas suas gerações; e, nas franjas das bordas, porão um cordão de azul." (Números 15:38)
O Livro das Crónicas revela-nos por exemplo que o véu do Templo de Salomão era tingido de azul-púrpura. 
Já no tabernáculo construído por Moisés o véu tinha também de ser tingido de "azul púrpura" - Êxodo 26:31.
O sacerdote tinha também que usar paramentos em azul púrpura, como o "manto de éfod" e as mantas do mesmo (Êxodo 28:31, 33). 
Essa coloração tinha no entanto sido perdida ao longo do tempo.
Milhares de fragmentos de panos datando da época romana têm sido já encontrados no deserto da Judeia, mas até ao momento apenas dois deles foram descobertos com tintura extraída do caramujo.
Além do pano azul descoberto, Sukenik encontrou ainda dois outros tecidos com a cor púrpura que poderão ter sido usados no tempo dos romanos.
Esta descoberta foi feita nas grutas de Wadi Murabba, localizadas a sul de Qumran, e envolveu a análise de colorações feitas em 180 tecidos. 
De todas as cores utilizadas para tingir tecidos na época helenística e romana e nos dias de Jesus, a púrpura era considerada a de maior prestígio. Houve até ocasiões em que o povo era proibido de usar roupas tingidas de cor púrpura, uma vez que era permitida apenas ao imperador e seus familiares.
Estas medidas serviram para aumentar o prestígio da cor púrpura, cujo preço atingiu os níveis do próprio ouro.
Sendo um prestigiado rabino, certamente que o Messias Jesus também usou esta coloração de púrpura na "orla do Seu manto". Alguns textos do Novo Testamento descrevem o desejo de muitos enfermos e necessitados de tocar na orla do vestido de Jesus: "...trouxeram-Lhe todos os que estavam enfermos. E rogavam-Lhe que, ao menos, eles pudessem tocar a orla do Seu manto; e todos os que a tocavam, ficavam sãos." (Mateus 14:35, 36. Confira também 9:20 - 22). 

É natural que este achado venha a acrescentar algo de muito desejado e importante pelos judeus que estão recriando todas as peças, utensílios e ornamentações para o Terceiro templo de Jerusalém. 
Mais um sinal dos tempos? Certamente!
Shalom, Israel!




sexta-feira, janeiro 03, 2014

ISRAEL VAI ANEXAR O VALE DO JORDÃO

Terá Israel o direito de anexar o Vale do Jordão como território seu?
Na semana passada os ministros do governo de Israel aprovaram a anexação do Vale do Jordão. Entretanto, o assunto tem merecido da comunicação social israelita um aceso debate sobre a legalidade da anexação unilateral desta região.
O único precedente de uma situação destas foi a anexação dos Montes Golan, que Israel nunca definiu tecnicamente como "anexação", e, embora a comunidade internacional sempre tenha rejeitado essa posição israelita, a verdade é que se tornou uma situação factual, ou seja: os Montes Golan fazem parte do território de Israel.
O Vale do Jordão apresenta obviamente um problema diferente. Depois do fim da Primeira Guerra Mundial o território do Vale do Jordão nunca foi reconhecido como pertencendo a qualquer entidade nacional. Tecnicamente, Israel limitou-se a controlar um território que não pertencia a ninguém, pelo menos a nível nacional.
Para além disso, Israel apoderou-se da região numa acção militar defensiva que no passado era reconhecida internacionalmente como uma forma aceitável de conquistar território. E, mais importante ainda, o Vale do Jordão era parte do território originalmente assinalado em 1920 pela comunidade internacional para um futuro estado judaico. As potências mundiais da época indicaram inicialmente aquele território como parte do futuro estado de Israel.
E é claro, para os crentes na Bíblia, há um aspecto mais profundo para o argumento da pertença daquele território a Israel: o Vale do Jordão é indubitavelmente parte da terra prometida aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacob como possessão eterna. Apesar disso, os líderes israelitas insistem no direito de também reivindicarem aquele território dentro do ponto de vista legal e histórico.
Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 02, 2014

ESTADO DE SAÚDE DE ARIEL SHARON DETERIORA-SE


O grande líder e mítico herói hebreu Ariel Sharon parece não ter hipóteses de sobreviver, uma vez que os seus órgãos essenciais começam a falhar. Segundo a opinião dos médicos transmitida ontem e esta manhã ao mundo, a falha do funcionamento dos rins poderá alastrar-se a outros órgãos vitais e provocar a morte.
Ariel Sharon, com 85 anos, antigo primeiro-ministro de Israel, encontra-se em estado de coma desde 2006.
Nestes dois últimos meses o estado de saúde de Sharon tem andado aos "altos e baixos", mas com a falência actual dos órgãos vitais a situação complicou-se bastante.
ARIEL SHARON EM ESTADO DE COMA
A família de Sharon encontra-se neste momento reunida junto ao seu "patriarca", julgando-se - segundo a opinião dos médicos - que o seu fim será uma questão de horas ou de dias.

UMA DAS FIGURAS MAIS EMBLEMÁTICAS DE ISRAEL
Ariel Sharon é uma das personagens políticas mais famosas e controversas em Israel. Foi um dos generais mais destemidos que o país conheceu até hoje. Fazia uso de estratégias ousadas, chegando ao ponto de desobedecer às ordens superiores para concretizar as suas operações. 
Sharon exerceu um papel decisivo nas grandes vitórias israelitas no Sinai, tanto na Guerra dos Seis Dias em 1967, como na Guerra de Yom Kippur, em 1973. A sua forte postura de militar vestido com o uniforme das Forças de Defesa de Israel associada à faixa de pano branco enrolada à volta da sua testa ferida em guerra deu-lhe o título nacional de "Arik, Rei de Israel." 
Sharon foi também ministro da Defesa em 1982, tendo comandado as operações da invasão do Líbano nesse mesmo ano, tendo sido depois obrigado a demitir-se do cargo após um inquérito ter alegadamente provado que Sharon falhou ao não ter evitado o massacre de refugiados palestinianos pelos cristãos falangistas nos campos de refugiados de Sabra e Shatilla. 
Ariel Sharon foi eleito primeiro-ministro no ano de 2001, tendo em meados de 2005 ordenado a retirada das tropas israelitas e dos colonos da Faixa de Gaza após 38 anos de controle militar do território, uma virada de 180º em relação à política de construção de aldeamentos que ele sempre defendera até então.
Em Janeiro de 2006 Ariel Sharon sofreu um enfarte que o deixou em estado de coma vegetativo até agora. Há quem atribua esta situação a "um castigo divino" pela decisão que ele tomou em relação a Gaza.

ANÚNCIO DA VINDA DO MESSIAS?
Como já expusemos anteriormente neste blog, as famosas profecias do mítico rabino Yitzhak Kaduri, que faleceu aos 108 anos, incluíam a predição de que a vinda do Messias teria lugar pouco tempo depois da morte de Ariel Sharon. 
Lembremo-nos de que foi este rabino que gerou uma imensa onda de choque na comunidade religiosa judaica ao revelar a identidade do Messias como sendo Yehoshua (Jesus). Há quem defenda até que ele se encontrou pessoalmente em sonhos ou visões com o próprio Jesus. A verdade é que o rabino alegava ter-se encontrado com o Messias e ter por isso conhecido a Sua identidade...
Estejamos atentos... e preparados para a Sua vinda!
Shalom, Israel!


terça-feira, dezembro 31, 2013

TENHA UM ANO MUITO ABENÇOADO PELO ETERNO DEUS!


A todos os leitores e leitoras venho desejar um Ano cheio de bênçãos e do pleno conhecimento dos planos do Eterno Deus para sua vida!
Shalom!

segunda-feira, dezembro 30, 2013

PROTESTOS CONTRA A LIBERTAÇÃO DE MAIS PRISIONEIROS PALESTINIANOS

Dezenas de pessoas têm-se manifestado desde esta tarde em Jerusalém contra a libertação da última "tranche" de 26 prisioneiros palestinianos que se inicia esta noite. Muitos dos participantes são familiares de vítimas dos crimes cometidos pelos indivíduos que agora estão sendo postos em liberdade.
Três dos detidos libertos foram levados para a fronteira com Gaza, sendo esse o seu destino final. Outros cinco foram transportados para a chamada  "Margem ocidental". Todos os outros prisioneiros serão libertos após a meia noite.
Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 27, 2013

A INVENÇÃO DA "PALESTINA" E OUTRAS MENTIRAS PALESTINIANAS

Cansado de ouvir ridículas afirmações do tipo "Jesus andava na Palestina", e até mapas inseridos nas nossas Bíblias com o título "A Palestina nos dias de Cristo", tenho tentado chamar a atenção de algumas pessoas - algumas delas líderes evangélicos com obrigação de saber um pouco mais do que aquilo que infelizmente demonstram - mas, ainda que encontrando algumas pessoas que confessam ter andado a usar esse nome falso por completa ignorância, agradecendo depois a correcção na informação, outros há que arrogantemente e com uma lamentável e condenável atitude anti-semita teimam em usar tais expressões quando se referem à Terra de Israel, de Judá e da Galiléia. 
ESTA TERRA SÓ TEM UM NOME: ISRAEL!
Que não gostem de judeus ainda admito, agora que venham tentar seguir os exemplos ridículos dos seus amigos palestinianos ao tentarem alterar a verdade Histórica é, no mínimo, muito grave, quando não uma provocação ao próprio Deus de Israel. 
Recentemente um famoso líder de louvor brasileiro teimou comigo num aceso debate no facebook, afirmando que tinha estado na "Palestina". Perante a minha consternação, chegou ao ponto de afirmar que Israel é um estado "forçado" pela maçonaria e pelas Nações Unidas...e que o estado moderno de Israel nada tem a ver com o Israel de antigamente...
O FALSO MAPA DA "PALESTINA"
Não querendo desprestigiar tais "ilustres líderes cristãos", pergunto-me qual será a Bíblia que essa gente anda a ler...

O RIDÍCULO MAHMOUD ABBAS
Recentemente, e mais uma vez, o líder palestiniano Mahmoud Abbas caíu novamente no ridículo ao afirmar que afinal Jesus era "palestiniano". Por este andar e com o devido respeito à Divindade, qualquer dia Jesus também era chinês...
O mal intencionado líder palestiniano tenta vender ao mundo a imagem de um cristianismo originado numa inventada "Palestina", por um líder "palestiniano" vivendo sob ocupação israelita...!
Na sua afirmação, o presidente Abbas (candidato ao prémio Nobel da estupidez), afirmou: "Em Belém, há 2 mil anos atrás, Jesus nasceu - um palestiniano que trouxe o Evangelho e se tornou um guia para milhões pelo mundo fora, tal como nós, palestinianos, estamos lutando pela nossa liberdade 2 mil anos depois. Tentamos seguir os Seus passos até onde for possível." 
MAHMOUD ABBAS
A estas idiotices verberadas pelo provocador líder palestiniano, um ministro israelita respondeu prontamente fazendo uso de uma expressão cristã: "Nós perdoamos-lhe, porque ele não sabe o que faz." 
E um dos mais conhecidos órgãos de informação de Israel, o "Israel National News", apressou-se na defesa do hebreu Jesus: "A Bíblia cristã descreve o Jesus de Nazaré como tendo nascido de uma mãe judia - qualificando-se assim inteiramente como judeu. Conquanto a Sua paternidade seja motivo de discussão, concorda-se em geral que Ele era um rabino judeu que Se rebelou contra a instituição religiosa do Seu tempo. De qualquer forma, o termo "palestiniano" não existia nos dias de Jesus, e as frequentes afirmações feitas pelos líderes palestinianos de que Ele era um árabe palestiniano têm sido vistas pelos israelitas e pelos historiadores como motivo de chacota."

A ORIGEM DO TERMO "PALESTINA"
IMPÉRIO ROMANO NOS DIAS DE CRISTO
O nome "Palestina" foi dado pelo imperador romano Adriano no ano 135 d.C. como alternativa ao nome Judeia, que os romanos decidiram apagar a todo o custo depois de terem destruído o Templo de Jerusalém e expulso os judeus da sua Terra prometida. Após terem expulsado os judeus, e terem esmagado a rebelião judaica liderada por Simão Bar Kokhba, os cruéis invasores romanos capturaram toda a Judéia e a Cidade de Jerusalém, decidindo dar àquela terra um nome relacionado com os filisteus, os antigos inimigos de Israel, chamando-lhe então de "Palaestina", mas tarde "Palestina". E como também tentaram apagar para sempre o nome de Jerusalém, mudaram-lhe o nome para "Aelia Capitolina". 
É interessante que até ao ano 135 d.C. os romanos chamavam àquela região: Judéia e Galiléia.
"TROFÉUS" DO TEMPLO ROUBADOS PELOS ROMANOS
Dessa forma, os implacáveis romanos tentaram extinguir para sempre o direito da soberania judaica sobre toda aquela Terra e minimizar a própria ligação dos judeus àquela Terra, dando-lhe o nome baseado no dos antigos inimigos de Israel: os filisteus. 
Só que não conseguiram, pois desconheciam que estavam a mexer com as promessas inalteráveis de Deus!
Após a conquista romana, o termo "Palestina" passou a ser correntemente usado para toda a região geográfica conhecida pelos judeus como "Eretz Yisrael" (a Terra de Israel), mas a identidade nacional palestiniana surgiu unicamente no século 20, como uma reacção árabe ao movimento sionista.
Tendo em mente a razão anti-semita da mudança do nome de Israel para "Palestina" pelo cruéis invasores e destruidores de Israel - os romanos - numa total provocação aos planos estabelecidos por Deus - como é possível que líderes "cristãos evangélicos" tão informados e formados em tantos assuntos continuam a cometer erro tão grave como dar a Israel - que tem o nome de Deus - um nome que nunca existiu nos dias do nosso Senhor?
Se após terem sido esclarecidos teimarem nesta arrogante postura, terão de se ver com Deus, pois Ele não admite que alguém - seja quem for - tente boicotar ou anular os Seus desígnios. Ele, o Eterno Deus, sempre chamou, chama e chamará àquela Terra, a Terra de Israel!

AS HABITUAIS MENTIRAS PALESTINIANAS
Apesar das reivindicações feitas pelo líder palestiniano de que os árabes cristãos não são uma minoria na "Palestina", mas, nas suas próprias palavras, "uma parte integrante do povo palestiniano", a verdade é outra: a grande maioria dos palestinianos árabes que vivem na Judéia, Samaria e Gaza são na realidade muçulmanos sunitas, não cristãos.
As alegações feitas pelos palestinianos de que os cristãos estão "sofrendo sob a ocupação israelita" é completamente falsa, nada mais do que uma tentativa para desviar os olhos do mundo da triste e preocupante realidade do crescente sofrimento dos cristãos em terras islâmicas, tal como diversos jornais têm vindo a divulgar pelo mundo fora.
Está a assistir-se também um dramático aumento na perseguição aos cristãos pelos muçulmanos nos territórios administrados pela Autoridade Palestiniana, bem como em certas comunidades árabes-israelitas onde um número cada vez maior de árabes cristãos israelitas se têm alistado nas Forças de Defesa de Israel para poderem defender o estado mais seguro para os cristãos em todo o Médio Oriente.
Shalom, Israel, a Terra dada por herança por Deus a um só povo: o povo de Israel!

quinta-feira, dezembro 26, 2013

BELÉM CADA VEZ MAIS ESVAZIADA DE CRISTÃOS

Nesta época em que uma grande parte da Cristandade, e não só, põe os seus olhos em Belém - lugar exacto do nascimento físico do Messias Jesus - a realidade daquela cidade outrora de maioria cristã é agora bem diferente. O número de cristãos residentes naquela cidade bíblica é cada vez mais reduzido, especialmente depois que o governo de Israel entregou a administração da cidade à Autoridade Palestiniana, tornando-a parte dos "territórios administrados pela Autoridade Palestiniana".
Durante a administração legal israelita, qualquer judeu, palestiniano, cristão ou muçulmano podia visitar livremente os locais sagrados e toda aquela região, sem quaisquer restrições. Hoje, sob a administração palestiniana, os judeus não podem entrar sequer na cidade...
Nestes últimos anos, os muçulmanos têm aumentado sistematicamente a pressão sobre a comunidade cristã ali residente, obrigando muitos a sair da sua terra para evitar problemas e ameaças.

Em 1948, a percentagem de cristãos vivendo em Belém era de 85%. Hoje, não chega aos 12%...
Segundo as estatísticas, Israel é um autêntico oásis no meio do mundo islâmico (que inclui as regiões palestinianas de Belém, Nablus, Ramalá e Gaza), pois os cristãos crescem em plena liberdade de culto. A prova disso é que a população cristã aumentou quatro vezes desde a independência de Israel em 1948.
Israel é - como em outras coisas - a excepção.
IGREJA DA NATIVIDADE EM BELÉM
O número de cristãos em Gaza deve andar pelos 1.500 a 3.000, no meio de 1,2 milhões de muçulmanos. 
O êxodo dos cristãos da cidade natal de Jesus tem também influenciado no decréscimo anual de participantes das cerimónias natalícias. 
Shalom, Israel!

segunda-feira, dezembro 23, 2013

O MESSIAS VIRÁ PARA REINAR!

"...Darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado Filho do Altíssimo; 
e o Senhor Deus Lhe dará o trono de David, Seu pai; 
E REINARÁ ETERNAMENTE NA CASA DE JACOB (Israel), e o Seu Reino não terá fim." - Lucas 1:31-33.

Há cerca de 2 mil anos o Messias incarnou numa virgem e nasceu, tal como profetizado séculos antes, em Belém da Judéia: "E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade." - profeta Miquéias 5:2.
Esta profecia de Miquéias identifica a pessoa de Yeshua ("salvação") com o Messias ("o Ungido") de Adonai, e identifica-O de forma inconfundível:

1 - Como Senhor - "...o que será Senhor em Israel..." (v. 2)
2 - Como o Eterno - "...desde os dias da eternidade." (v. 2)
3 - Como o Ferido - "...ferirão com a vara no queixo ao juíz de Israel." (v. 1)
4 - Como Pastor - "...Ele apascentará o povo na força do Senhor..." (v. 4)
5 - Como o Engrandecido - "..agora será Ele engrandecido até aos confins da terra." (v. 4)
6 - Como Senhor da Paz - "E este será a nossa paz..." (v. 5)
7 - Como Libertador - "...assim nos livrará da Assíria..." (v. 6)
8 - Como Destruidor - "...exterminarei do meio de ti as feitiçarias...e arrancarei do meio de ti as tuas imagens de escultura e as tuas estátuas..." (v. 13)
9 - Como Juiz - "E com ira e com furor exercerei vingança  sobre as nações que não ouvem." (v. 15)

Neste mesmo capítulo profético de Miquéias 5, o Messias também é
visto na Sua força e domínio. Daí depreende-se facilmente que a segunda parte desta profecia não se refere ao governo espiritual (Reino espiritual) que Ele trouxe na Sua vinda há 2 mil anos, mas certamente ao Seu próximo Advento, em que não só virá para libertar o Seu povo e trazer juízo, mas também trará o Seu governo físico e literal sobre toda a terra, cujo centro estará em Jerusalém, a qual se tornará mais uma vez na capital do mundo inteiro!
Tal como acontece em muitas outras profecias do Antigo Testamento, o profeta Miquéias "vê" a gloriosa realidade da vinda do Rei e Seu Reino, provavelmente não entendendo que se trataria de 2 épocas distintas, não conseguindo por isso separá-las no tempo e no espaço. Hoje nós podemos entender a realidade do cumprimento já passado, com a vinda de Deus feito homem há cerca de 2 mil anos, separando isso de um cumprimento ainda a ser cumprido num futuro próximo, com o 2º Advento do Messias.

SUA PRIMEIRA VINDA - VEIO PARA SERVIR E DAR A SUA VIDA COMO RESGATE
Na Sua primeira vinda, o Messias cumpriu toda a Lei e os profetas, compartilhou simultâneamente a natureza divina e a humana (sem pecado), mudou a História para sempre, tornando-Se no ponto central da mesma, e realizando o plano de Deus de redenção da humanidade através do sacrifício de Si mesmo.
A Pessoa a Quem foi dado o nome de Yeshua ("salvação") e que "nasceu" em Belém há cerca de 2 mil anos foi inconfudivelmente o Messias de Deus. Isso comprovou-se pela perfeição da Sua vida, pelos milagres realizados, pela autoridade para perdoar pecados, pela morte vitoriosa que experimentou e pela Sua própria ressurreição, cumprindo só numa semana cerca de 300 profecias escritas séculos antes, sem falhar uma sequer!
Algumas das mais famosas profecias que Ele cumpriu identificam-no como o único e verdadeiro Messias Salvador: descenderia da mulher Eva (Génesis 3:16), seria da tribo de Judá (Génesis 49:10), seria descendente de David (2 Samuel 7:14), nasceria de uma virgem (Isaías 7:14), em Belém (Miquéias 5:2), entraria em Jerusalém montado num jumento (Zacarias 9:9), seria traído por um amigo próximo (Salmo 41:9), apesar de ter sido crucificado nenhum dos Seus ossos seria quebrado (Salmo 34:20), Seus pés e Suas mãos
seriam trespassados (Salmo 22:16), clamaria a Deus na Sua morte (Salmo 22:1), Suas roupas seriam divididas pelos seus algozes (Salmo 22:18), viria para salvar tanto gentios como judeus (Isaías 49:6) e ressuscitaria dos mortos (Salmo 16:10) após ter sido sepultado como homem rico (Isaías 53:9,12).

SUA SEGUNDA VINDA - VIRÁ PARA JULGAR E REINAR
Tendo completado a Sua missão na terra, o Messias ressuscitou e ascendeu aos céus não só para receber a devida adoração por aquilo que fez, mas também para realizar o seu ministério de intercessor e mediador junto ao Pai. Até ao dia em que os céus "não mais O reterão", vindo então em triunfo, poder e glória para reinar na terra, juntamente com os Seus eleitos. 
Tal não acontecerá sem que antes tenha dominado todos os Seus inimigos, vindo para julgar os vivos e os mortos e estabelecer o Seu Reino que "subsistirá para sempre."
O Messias reinará então em Jerusalém, estabelecendo um Reino Milenar durante o qual o Seu maior inimigo, Satanás, será amarrado e impedido de dominar mais sobre a terra. Todas as nações ser-Lhe-ão sujeitas, e Ele as regerá com "vara de ferro", isto é: com autoridade suprema e incontestável. A Glória do Senhor será então conhecida e manifestada em toda a terra, a qual será limpa e purificada de todas as imundícias alimentadas pelos pecadores às ordens de Satanás durante milénios. 

Jerusalém voltará a ser o centro do mundo, e todas as nações terão de vir celebrar o Rei na Cidade Santa, pelo menos uma vez por ano. Haverá finalmente a paz e a justiça reinando em toda a terra.
Amém!
Shalom!




sexta-feira, dezembro 20, 2013

3 FABULOSAS EXCURSÕES A ISRAEL PARA 2014!

Esta vai ser a sua melhor oportunidade para conhecer Israel "a sério"!

Você que ama Israel e o povo judeu sente obviamente um grande desejo de conhecer aquela Terra que o Senhor escolheu para habitar e que deu como herança aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacob...talvez tenha sido o seu grande sonho de vida, mas que agora pode finalmente concretizar!

Temos organizadas 3 fabulosas excursões para Israel em 2014, havendo na primeira delas a opção de poder também visitar Petra, classificada como uma das maravilhas do mundo actual. 

Todas estas excursões são acompanhadas e orientadas espiritualmente, para que o participante não apenas vá fazer turismo religioso mas possa desfrutar de bons momentos devocionais e de inspiração/informação profética. Nada como estar na Terra para abrir a Bíblia e lembrar os grandes acontecimentos ali vividos, contemplar a realidade actual como cumprimento das profecias milenares e visionar o que num futuro próximo ali virá a acontecer!
As viagens começam e terminam em Lisboa (Portugal), em voos directos para Israel. Caso venha do Brasil, poderá juntar-se ao grupo em Lisboa ou directamente em Tel Aviv (Israel). Ambas opções são possíveis, basta que nos comunique como pretende fazer a sua viagem.

Este é o nosso email para todas as informações e contactos acerca destas excursões:
viagens.shalom@gmail.com

Contamos consigo!
Shalom!

quinta-feira, dezembro 19, 2013

ÊXODO FORÇADO DOS CRISTÃOS DO MÉDIO ORIENTE

Apesar do ruidoso e perturbador silêncio do mundo "civilizado" sempre disponível para atacar e condenar Israel, a grande tragédia do sofrimento dos cristãos em vários países do Médio Oriente é aflitiva e propensa à simples erradicação da presença cristã nos lugares onde ela mais se desenvolveu na sua origem...
É trágico ver a violência a aumentar contra os cristãos naquela parte do mundo, e isso na mesma proporção do silêncio e paralisia dos países democráticos cuja obrigação moral deveria levar a uma rápida e decisiva intervenção.
Em todo o Médio Oriente há neste momento milhares de cristãos fugindo das suas casas e terras. 

IRAQUE
Praticamente metade dos cristãos iraquianos fugiram do país após a invasão estrangeira de 2003, deixando no país apenas uns 400 mil cristãos, uns meros 35% da população total. 

LÍBANO
Outrora uma maioria no Líbano, a população cristã de um milhão e meio - na maioria católicos maronitas - são agora 35% da população.

SÍRIA
Dezenas de milhar de cristãos sírios já fugiram de cidades como Aleppo,  Homs e Qusayr, perante a invasão dos rebeldes muçulmanos. O tradicional mercado e iluminações de Natal em Qatana, no sul da Síria, são agora coisas do passado, por causa da pressão exercida pelas milícias islâmicas que não querem permitir quaisquer símbolos exteriores da fé cristã. 

EGIPTO
No Egipto, membros das Igrejas católica e ortodoxa coptas compõem uns dez por cento, num total de uma população de 84 milhões. Dezenas de milhar de coptas têm emigrado nestes últimos dois anos, em particular depois da eleição presidencial do candidato da Irmandade Muçulmana Mohamed Morsi e especialmente depois da deposição do mesmo.

"O CRISTIANISMO ESTÁ A COMEÇAR A DESAPARECER DO MÉDIO ORIENTE"
O príncipe Carlos, sucessor ao trono no Reino Unido, avisou que o Cristianismo está a começar a desaparecer da região onde nasceu, devido a uma campanha de perseguição por parte dos muçulmanos.
"Parece-me que não podemos ignorar o facto de que os cristãos no Médio Oriente estão sendo delibera e sistematicamente atingidos pelos militantes fundamentalistas islâmicos" - afirmou o príncipe. 
O herdeiro ao trono britânico falou aos líderes religiosos nesta passada Terça-Feira depois da visita de cristãos do Iraque, Egipto e Síria, que lhe relataram como membros das suas igrejas estão sendo sujeitos a intimidação, expulsos de suas casas e em alguns casos assassinados.
O príncipe Carlos enfatizou a situação dos cristãos nestas palavras: "O Cristianismo nasceu literalmente no Médio Oriente e não podemos esquecer os nossos irmãos e irmãs em Cristo no Médio Oriente," - expressou Carlos, lembrando o lugar do nascimento de Jesus poucos dias antes da celebração do Seu nascimento. E acrescentou: "As suas comunidades eclesiásticas ligam-nos directamente à Igreja primitiva. Lembrei-me disso ao ouvir falar e cantar em aramaico há poucas horas atrás, a língua do nosso Senhor."
"Contudo, hoje em dia, o Médio Oriente e o Norte de África têm a menor concentração mundial de cristãos - apenas quatro por cento da população e é bem claro que a população cristã baixou dramaticamente neste último século e está caindo ainda mais. Todos perdemos algo imensamente precioso, algo que é insubstituível, quando uma tradição tão rica datando de há 2 mil anos começa a desaparecer" - lamentou o príncipe.
O príncipe Carlos classificou a campanha islâmica contra os cristãos no Médio Oriente como "intimidação, falsas acusações e perseguição organizada."

Segundo a tradição, a Igreja copta tem a sua origem no 1º século, tendo sido fundada pelo apóstolo Marcos. 
A Igreja ortodoxa siríaca teria sido fundada pelo apóstolo Pedro, que se tornou o seu primeiro bispo.
Oremos pelos cristãos em sofrimento nestas Terras!
Shalom!


quarta-feira, dezembro 18, 2013

AMÉRICA QUER QUE ISRAEL ENTREGUE OS LUGARES SAGRADOS DE JERUSALÉM AO VATICANO E AOS MUÇULMANOS...

Cada vez mais a distanciar-se de Israel, a política traiçoeira de Obama começa a revelar-se na sua iniquidade e desprezo pela soberania israelita sobre todo o seu território.
Segundo fontes palestinianas e israelitas, o secretário de estado norte-americano John Kerry apresentou sorrateiramente na passada sexta-feira um plano norte-americano para a Cidade de Jerusalém - capital eterna de Israel - que quer forçar um mandato administrativo internacional para controlar os lugares sagrados de Jerusalém oriental.
A composição exacta do mandato internacional ainda está sujeita à discussão, mas o plano de Kerry sugere uma coligação que inclui o Vaticano e alguns países islâmicos como a Turquia e a Arábia Saudita...
Este macabro arranjo internacional sugerido pelos traidores da administração Obama teria uma duração de dois a três anos enquanto as questões de segurança entre palestinianos e israelitas forem sendo finalizados.
Segundo as fontes, Israel não se mostrou obviamente receptivo a esta proposta norte-americana, especialmente a questão da participação da Turquia na coligação. Desde os incidentes com a "flotilha" ao largo da Faixa de Gaza que o governo turco tem estado contra Israel.
Já em Outubro passado John Kerry tinha proposto a Israel que cedesse o seu controle militar sobre a região estratégica do Vale do Jordão, algo que não interessa à própria vizinha Jordânia, nada interessada em ter os palestiniano à sua porta...
Esta administração norte-americana tem desenvolvido um macabro papel no processo de paz entre israelitas e palestinianos, querendo a todo o custo empurrar Israel para a entrega de terras e a soberania sobre lugares estratégicos que acrescentarão uma maior vulnerabilidade ao estado judaico.
Infelizmente, esta será a tendência da maioria dos países do mundo contra o estado de Israel, um país que detém umas ínfimas 2,5 décimas de 1% do território do Médio Oriente, dominado em 99,75% pelos árabes...
Shalom, Israel!


terça-feira, dezembro 17, 2013

EUROPA PRESSIONA ISRAEL, MAS ACENA-LHE COM PROMESSAS ECONÓMICAS...

No seu habitual jogo dúbio, a Europa dos 28 tenta agradar a "gregos e a troianos", por um lado avisando Israel contra a construção de novos aldeamentos na chamada "Margem Ocidental" - entenda-se: Judéia e Samaria bíblicas -, por outro lado acenando com a "cenourinha" de "incentivos imprecedentes" no caso de as conversações de paz serem bem sucedidas.
ISRAEL versus "PALESTINA"
Ontem mesmo os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 28 votaram a favor de uma deliberação prometendo aos israelitas e aos palestinianos "um pacote imprecedente" de ajuda económica, política e relativa a questões de segurança, caso seja conseguido um acordo de paz. 
Os diplomatas europeus garantiram ainda que ambos os lados seriam "elevados" para a condição top de uma "parceria de privilégios especiais", a maior concedida pela União Europeia a nações não membras da mesma.
PISGAT ZEEV, A NORTE DE JERUSALÉM
Logo após a resolução ter sido votada, a UE entregou uma mensagem ao Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita, avisando Jerusalém para não subestimar esta oferta europeia. Os diplomatas europeus manifestaram também a sua preocupação em que Israel possa vir a anunciar uma nova vaga de construções na "Margem ocidental" logo a seguir a uma terceira fase de libertação de prisioneiros palestinianos no final deste mês.
"Novos anúncios de actividade de novas construções após a terceira vaga de libertação de prisioneiros no final deste mês pode ser um golpe fatal para o processo de paz," - relata o jornal israelita Haaretz, citando os ministros europeus. Os diplomatas terão avisado ainda que uma medida dessas levaria ao colapso das conversações de paz com os palestinianos. Se tal acontecer - acusam os europeus - Israel será o grande responsável...
MA'ALEH ADUMIM
Foi também informado que os ministros europeus entregarão uma dura mensagem aos palestinianos no próximo encontro conjunto na Terça-Feira.
De acordo com os 9 meses de conversações propostos pelos Estados Unidos aos israelitas e palestinianos, uma "janela de tempo" para a obtenção de um acordo de paz, Israel concordou em libertar 104 prisioneiros palestinianos presos em Israel antes da realização do acordo de paz em Oslo, no ano de 1993. Israel deverá libertar o último grupo dos terroristas e criminosos palestinianos em 29 de Dezembro.
A questão dos aldeamentos israelitas é um dos impasses nas conversações de paz entre israelitas e palestinianos. Os árabes querem um estado em Samaria e na Judeia, com a capital em Jerusalém oriental, tudo territórios reavidos por Israel em 1967, mas não querem negociar a troca de pequenas terras de forma a acomodar alguns aldeamentos construídos em terras conquistadas pela guerra e delinear a fronteira final.
A Europa dos 28 tem estado cada vez a "levantar a voz" em relação ao impasse das conversações, prova de que a Europa quer cada vez mais envolver-se nesta questão insolúvel até que apareça o "milagreiro", o homem forte que conseguirá levar ambas as partes a um falso acordo de paz. Então virá a Grande Tribulação. E o fim...
Shalom, Israel!