quinta-feira, dezembro 07, 2017

EVANGÉLICOS INFLUENCIARAM DECISIVAMENTE A HISTÓRICA DECISÃO DE DONALD TRUMP EM RECONHECER JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL

A História comprova que por detrás da formação do estado de Israel estiveram influentes líderes evangélicos - na maioria ingleses - que interpretavam a Bíblia de forma literal e que por isso entenderam que havia chegado a hora de o Senhor Deus estar a cumprir a Sua promessa de reunir o Seu povo dos "4 cantos da terra", trazendo-os de volta para a Terra da promessa, a herança que Ele, o Soberano Deus, deu como herança a um único povo: os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Não só o grande "profeta" Theodor Herzl teve grandes amigos evangélicos que o influenciaram a "sonhar" com o retorno dos judeus a Israel, como o próprio rei britânico que há precisamente 100 anos assistiu à tomada da então denominada "Palestina" das mãos dos turcos otomanos, ao fim de 400 anos de ocupação, era ele próprio um cristão assumido. 
Daqui a dois dias estaremos comemorando os 100 anos exactos da conquista britânica da Cidade de Jerusalém pelo general Allenby, um devoto crente estudioso da Bíblia e que, naquela manhã histórica, buscou na Palavra de Deus orientação sobre como poderia conquistar a Cidade santa sem que um único tiro fosse disparado ou uma gota de sangue fosse derramada. E assim foi! Desse inesperado "milagre" falaremos daqui a dois dias, se o Eterno Deus nos permitir.
O próprio primeiro-ministro actual de Israel, Benjamin Netanyahu, tem confessado por diversas vezes e em público que Israel não tem melhores amigos do que os cristãos evangélicos. 

INFLUÊNCIA EVANGÉLICA DECISIVA 
E foram mais uma vez os cristãos evangélicos, desta vez os norte-americanos, que influenciaram decisivamente o actual presidente norte-americano Donald Trump na sua histórica e corajosa decisão anunciada ontem, dia 6 de Dezembro de 2017, de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel, passando-se a partir de agora à prometida deslocação da embaixada norte-americana de Tel Aviv para Jerusalém.
Como se sabe, a fortíssima comunidade evangélica dos EUA identifica-se maioritariamente com os conservadores israelitas, reconhecendo-se nas raízes comuns: a Bíblia.

Sabe-se que têm havido constantes visitas de cristãos evangélicos conservadores à Casa Branca, tornando a questão de Jerusalém um tema incontornável para o presidente Trump. 
Segundo Johnnie Moore, pastor californiano porta-voz de um conselho de destacados pastores conselheiros da Casa Branca, "tal decisão não teria tido lugar sem eles (os evangélicos)."
"Não tenho quaisquer dúvidas de que os evangélicos desempenharam um papel significativo na decisão" - afirmou o pastor, acrescentando: "Não acredito que tal pudesse ter acontecido sem eles."
Desde há muito que os evangélicos conservadores norte-americanos têm reclamado o formal reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, no cumprimento de uma decisão do Senado em 1995 que decretou a mudança da embaixada para Jerusalém, mas que tem sido constantemente protelada pelos consecutivos presidentes norte-americanos. Com Trump e Pence, as portas abriram-se e a decisão foi finalmente tomada.
Um grupo dirigido pelo ex-candidato presidencial, o evangélico Mike Huckabee, o "My Faith Votes" (A minha fé vota) lançou uma enorme campanha por e-mails, através dos quais os apoiantes pediam ao presidente Donald Trump para reconhecer Jerusalém como capital de Israel. 

Outro grupo denominado "American Christian Leaders for Israel" (Líderes Cristãos Americanos por Israel) enviou uma carta a Donald Trump alertando de que era chegada a hora de mudar a embaixada para Jerusalém: "Estamos profundamente preocupados em que, por cada dia que se vai passando, torna-se cada vez mais difícil mudar a embaixada, e se não o fizer agora, talvez isso nunca venha a acontecer."
Esta carta foi subscrita por 60 influentes pastores, representando cerca de 60 milhões de evangélicos norte-americanos.
O conhecido mediático pastor pró-Israel John Hagee, que visitou o presidente norte-americano há poucas semanas atrás, comentou sobre a histórica decisão que ela tem "importância bíblica, tendo uma precisão absoluta no tempo bíblico."

CRISTÃOS EVANGÉLICOS CELEBRAM

Logo que foi anunciada a decisão da Casa Branca, milhares de cristãos evangélicos pelo mundo fora têm vindo a congratular o presidente Trump e a sua administração, celebrando a histórica e tão ansiada decisão, pela qual muitos têm estado a orar.
Desde a Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém, a organizações como a "Proclamando Justiça às Nações" ao enviado especial da ONU ao "Conselho Mundial das Igrejas Cristãs Independentes", muitos têm expressado as suas congratulações ao líderes norte-americanos. 
Milhões de cristãos evangélicos levam a sério a promessa de bênçãos àqueles que amam Israel (Génesis 12:3), e expressam-no orando, defendendo e até visitando fisicamente a Terra de Israel.

A HISTÓRICA DECISÃO DE 6 DE DEZEMBRO DE 2017
"Determinei que esta é a altura de reconhecer oficialmente Jerusalém como a capital de Israel. Após mais de duas décadas de adiamentos, não estamos mais perto de um acordo de paz permanente entre Israel e os palestinianos...esta decisão não é mais nem menos do que o reconhecimento da realidade." - Donald Trump
"Jerusalém é a capital do povo judeu, estabelecida em tempos antigos. Jerusalém é hoje o assento do governo de Israel."
E sobre a mudança da embaixada norte-americana para Jerusalém, Trump anunciou: "Estou também orientando o Departamento de Estado para que comece a preparação para deslocar a embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. Isto irá iniciar imediatamente o processo da contratação de arquitectos, engenheiros e outros, para que assim, uma nova embaixada, quando completa, seja um majestoso tributo à paz."

Assim seja. Bem haja, Donald Trump! God bless America!
Shalom, Israel!




quarta-feira, dezembro 06, 2017

O MUNDO DE OLHOS POSTOS EM JERUSALÉM

A provável decisão de reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel e a consequente deslocação da embaixada norte-americana para Jerusalém por parte do actual governo dos EUA será determinante para o início do cumprimento profético de Zacarias 12:2 e 3, que diz: "Fala o Senhor: Eis que Eu farei de Jerusalém um cálice de tontear para todos os povos em redor...Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra."
E de facto assim é: desde o líder da Igreja Católica Romana, à Europa, da Liga Árabe à Turquia, da Arábia Saudita às igrejas tradicionais "cristãs" situadas em Jerusalém, todos estão contra a esperada decisão de Donald Trump que reconhecerá a soberania israelita sobre a Cidade santa de Jerusalém.
Nunca o mundo esteve tão "unido" a uma só voz contra os desígnios de Deus relativos à Sua Cidade e ao Seu povo. De facto, esta "rebeldia" é contra o próprio Deus, uma vez que quem se opõe aos Seus planos e promessas coloca-se numa mortal rota de colisão contra o Criador e Sustentador de Israel!
"Por que se enfurecem os gentios, e os povos imaginam coisas vãs? Os reis da terra se levantam, e os príncipes conspiram contra o Senhor e contra o Seu Ungido, dizendo: Rompamos os Seus laços, e sacudamos de nós as Suas algemas. 
Ri-se Aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles. Na Sua ira, a Seu tempo, lhes há de falar, e no Seu furor os confundirá.
Eu, porém, constituí o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião (Jerusalém)." - Salmo 2:1-6.

BANDEIRAS QUEIMADAS, MURALHAS ILUMINADAS COM AS CORES DOS EUA
A ira dos árabes habitantes de Gaza tem-se feito sentir durante todo o dia, tendo muitos palestinianos vindo para as ruas queimar bandeiras norte-americanas e israelitas.
Por outro lado, e em perfeito contraste, o município de Jerusalém irá iluminar as seculares muralhas de Jerusalém com as cores da bandeira dos EUA logo após o esperado discurso de Donald Trump.

"UMA MEDIDA HÁ MUITO DEVIDA"
Segundo Donald Trump, esta medida de deslocar a embaixada é "há muito devida." E de facto assim tem sido. Presidente após presidente, todos têm protelado uma decisão já tomada pelo governo norte-americano em 1995, mas a falta de coragem tem impedido a prossecução de tal medida. 
Ao anunciar esta tarde essa mudança, Donald Trump estará não só a cumprir uma promessa eleitoral, mas a dar um passo corajoso na execução da justiça e na confirmação do direito do povo judeu a escolher a sua própria capital.
Bem haja Trump! 

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 05, 2017

DITADOR TURCO ERDOGAN AMEAÇA ROMPER RELAÇÕES COM ISRAEL CASO TRUMP RECONHEÇA JERUSALÉM COMO SUA CAPITAL

Os ditadores gostam de desviar a atenção das brutalidades que cometem nos seus países, apontando a mira para outros alvos, normalmente transformando-os em "bodes expiatórios" dos seus próprios crimes.
E o presidente turco não podia ficar atrás: mais uma vez vem fazer do estado soberano de Israel o alvo do seu ódio. Como se já não bastasse o seu lamentável e condenável comportamento quando da "flotilha" que tentou entrar abusivamente em águas territoriais de Israel, Erdogan vem agora ameaçar Israel com retaliações, que podem passar até pelo corte de relações políticas, caso Jerusalém seja reconhecida como capital do estado soberano judaico. 
Um porta-voz do presidente palestiniano Mahmoud Abbas também ameaçou que a liderança palestiniana poderia interromper as relações com os seus pares norte-americanos, caso o reconhecimento fosse feito pelo presidente Trump. Até seria bom que tal acontecesse, para que os EUA deixasse de injectar dinheiro e outras ajudas na economia palestiniana...

ISRAEL REAGE...
Diplomatas israelitas reagiram de imediato à ameaça do ditador turco através de uma simples e clara declaração: "Jerusalém tem sido a capital do povo judeu há mais de 3.000 anos e a capital do estado de Israel há 70 anos, quer Erdogan o reconheça ou não."

A PRESSÃO AUMENTA SOBRE TRUMP
Desde a União Europeia à Arábia Saudita, há uma cada vez maior oposição mundial à decisão de Trump em reconhecer Jerusalém como capital do estado de Israel. É interessante que Israel é o único país do mundo cujas decisões têm de ser determinadas pelos outros países...
Deus queira que Trump tenha a coragem de apressar o desenrolar da História, tomando a mais que justa e tardia decisão de reconhecer de uma vez por todas o direito de Israel a decidir qual e onde é a sua capital.

Shalom, Israel!


segunda-feira, dezembro 04, 2017

57 NAÇÕES ISLÂMICAS CONVOCAM CIMEIRA DE EMERGÊNCIA PREVENDO O RECONHECIMENTO DE JERUSALÉM COMO CAPITAL DE ISRAEL POR DONALD TRUMP

Jerusalém torna-se cada vez mais uma "pedra pesada". Já assim foi profetizado há 2.500 anos.
O polémico anúncio de que Trump irá nesta próxima Quarta-Feira confirmar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel está a gerar enormes ondas de contestação e até de ameaças de uma nova Intifada.
A "Organização da Cooperação Islâmica" acabou de convocar as 57 nações muçulmanas que fazem parte da organização para uma cimeira, caso o presidente norte-americano acabe por anunciar o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel.
Nesta próxima Quarta-Feira o presidente norte-americano tem diante de si este dilema, e, apesar de o ter anunciado na sua campanha eleitoral, a oposição interna e externa a tal decisão cresce de minuto a minuto, prevendo-se um aumento da violência em Israel caso o reconhecimento se confirme.
Os 57 países membros da organização muçulmana irão esta noite reunir-se de emergência em Jeddah, na Arábia Saudita: "Se os Estados Unidos derem o passo de reconhecerem Jerusalém como a assim-chamada capital de Israel, recomendamos unanimemente a convocação de uma reunião ao nível de conselho de ministros dos Negócios Estrangeiros, seguida de uma cimeira islâmica o mais rapidamente possível."
A "OCI" alertaram também que o reconhecimento de Jerusalém ou o estabelecimento de qualquer missão diplomática na cidade em disputa será visto como "um claro ataque contra as nações árabes e islâmicas."

ABBAS APELA À MOBILIZAÇÃO GERAL
O movimento Fatah associado ao líder palestiniano Mahmoud Abbas apelou entretanto a uma mobilização geral dos palestinianos no caso de Trump reconhecer Jerusalém como capital de Israel.
O governo turco alertou entretanto o presidente norte-americano para não dar o anunciado passo, prevendo que a acontecer, tal decisão iria gerar "um desastre."

Passo a passo, o anunciado está tomando o lugar no plano profético...

Shalom, Israel!

sábado, dezembro 02, 2017

MÍSSEIS ISRAELITAS DESTROEM DEPÓSITO DE ARMAMENTO NUMA BASE MILITAR IRANIANA PERTO DE DAMASCO

Durante esta madrugada Israel terá disparado mísseis contra uma base militar construída pelo Irão perto de Damasco, tendo alegadamente destruído um depósito de armas.
Ouviram-se grandes explosões no local, resultado dos cinco mísseis disparados pela poderosa aviação israelita. Segundo os sírios, as forças militares de Damasco terão conseguido interceptar dois desses mísseis, não conseguindo mesmo assim evitar os estragos provocados pelos outros.
Um órgão de comunicação social árabe afirma que os mísseis foram disparados já dentro do espaço aéreo do Líbano. 
Israel, tal como sempre faz, não comentou estas notícias. 
Desde há muito que Israel tem vindo a avisar o Irão para não construir bases militares na Síria. Israel não pode de forma alguma permitir que o seu maior inimigo actual, o Irão, que promete destruir por completo o estado "sionista", se instale na sua vizinhança, mesmo que para isso tenha de usar a força. Está no seu direito. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 01, 2017

6 RESOLUÇÕES ANTI-ISRAEL APROVADAS PELA ONU, COM OS VOTOS CONTRA DO REINO UNIDO, EUA E CANADÁ

A Assembleia Geral da ONU comemorou ontem os 70 anos da resolução da partição da "Palestina" entre judeus e árabes votando 6 resoluções propostas por países árabes condenando Israel e apoiando fortemente os palestinianos, com quem a ONU tanto parece se solidarizar.
A desfaçatez da desacreditada ONU é tão grande, que até uma resolução relacionada com Jerusalém que denomina o Monte do Templo unicamente com um nome islâmico foi aprovada, para não falar de uma outra que condena a presença israelita nos Montes Golan.

BEM HAJA, REINO UNIDO!
Votando isoladamente da União Europeia, de quem se desligou recentemente, o embaixador do Reino Unido na ONU votou contra a resolução proposta pela Síria que condena Israel pela "ocupação" dos Montes Golan, afirmando que "o dever da Assembleia Geral é de atrair a atenção às violações das leis humanitárias internacionais onde quer que elas ocorram. Esta resolução arrisca-se a desacreditar essa responsabilidade vital."
Segundo o embaixador britânico, "esta resolução corre o risco de endurecer ambos os lados (Síria e Israel) , e pouco faz para fazer avançar a paz ou o mútuo entendimento. É desnecessária e desproporcional."
E acrescentou: "A intenção do regime sírio é fazer uso desta resolução adicional para desviar a atenção das suas acções criminosas e matança indiscriminada dos seus próprios cidadãos."

MAIORIA CONDENA ISRAEL
A resolução proposta pela Síria condenando Israel por não ceder ao regime de Assad o controle sobre os Montes Golan e os seus 20 mil habitantes drusos foi aprovada com 105 votos a favor, 6 contra e 58 abstenções.

NENHUMA MENÇÃO AOS CRIMES DO HAMAS
Ao contrário desta perversa e injusta proposta, a ONU esqueceu por completo os crimes cometidos pelo Hamas, tais como esfaqueamentos de cidadãos israelitas, disparos ou veículos atirados contra judeus. Este "esquecimento" demonstra inequivocamente de que lado está a desacreditada ONU, sempre condenando Israel pelo uso da sua força para defesa dos seus cidadãos, ao mesmo tempo que passando por cima dos crimes cometidos pelos palestinianos da Autoridade Palestiniana, Hamas e Jihad Islâmica.
Por outro lado, e em desenvergonhado contraste com as condenações feitas a Israel nesta reunião da ONU, serão passadas apenas 6 resoluções de condenação a seis países onde os direitos humanos são constante e brutalmente violados: Síria, Coréia do Norte, Irão, Criméia, Myanmar, e ainda uma condenação ao embargo dos EUA a Cuba. 
Uma das resoluções condenou Israel pela "ocupação", sendo que outra fê-lo, alegando a "actos de violência e terror" cometidos por Israel, sem mencionar uma única palavra sobre os crimes cometidos pelos palestinianos. 

ISRAEL É O BODE EXPIATÓRIO
Hillel Neuer, director executivo do grupo de monitorização sediado em Genebra "UN Watch"comentou as resoluções anti-Israel de forma bem clara: "O ataque de hoje da ONU a Israel, com esta torrente de resoluções unilaterais é surreal."
E acrescentou: "A resolução de hoje sobre Jerusalém refere-se ao Monte do Templo apenas pelo seu nome islâmico, Haram al-Sharif. Numa altura em que nem a UNESCO tolera tal terminologia, a Assembleia Geral não se devia envolver na negação da herança judaica e cristã."
"Ao mesmo tempo que nesta sessão irão haver 20 resoluções contra Israel, nenhuma resolução da Assembleia Geral das Nações está hoje prevista para condenar os mais que evidentes abusadores dos direitos humanos, como são a Arábia Saudita, Turquia, Venezuela, China, Cuba, Paquistão, ou o Zimbawe."
"As resoluções de hoje alegam preocupação para com os palestinianos, porém a ONU parece esquecer as dezenas de palestinianos que têm sido mortos, prejudicados ou expulsos pelas forças de Assad, e as mais de 3.000 vítimas mortas depois de 2011."
De facto, conclui-se que o interesse da ONU nem sequer é a protecção dos palestinianos, mas sim fazer mais uma vez de Israel o bode expiatório de todos os crimes humanitários. 

Mais do mesmo. Da ONU, nada de bom se pode esperar. Antes pelo contrário...

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 30, 2017

15 DISPAROS DE MORTEIRO CONTRA SOLDADOS ISRAELITAS NA FRONTEIRA DE GAZA LEVAM A PRONTA RETALIAÇÃO DAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL

Alegadamente como retaliação pela destruição de um túnel que ligava a Faixa de Gaza a território israelita, terroristas de Gaza dispararam hoje 15 tiros de morteiro contra militares israelitas que faziam trabalhos de engenharia junto à fronteira Norte da Faixa. 
Israel respondeu de imediato através de 4 ataques aéreos e com tanques de guerra.
Não há informação de danos humanos.

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 29, 2017

NOVA IORQUE IRÁ ASSISTIR À "REPETIÇÃO" DO VOTO HISTÓRICO DA ONU QUE HÁ 70 ANOS PERMITIU O ESTABELECIMENTO DO ESTADO MODERNO DE ISRAEL

A mundialmente famosa "Times Square", no coração de Nova Iorque, irá assistir à "repetição" do acto histórico na ONU que há exactamente 70 anos permitiu a Israel a sua existência como estado legal. 
Um gigantesco écran (tela) de 700 metros quadrados irá projectar alguns dos momentos mais importantes da famosa votação na sede da ONU, no dia 29 de Novembro de 1947. Serão transmitidas imagens de há 70 anos e de agora, incluindo o primeiro primeiro-ministro israelita David Ben Gurion, e o actual Benjamin Netahyahu, e outras celebridades, todas elas proferindo a frase: "Eu amo Israel!"

Logo depois destas declarações, um grupo de dança israelita com dezenas de participantes irá apresentar as suas danças comemorativas deste tão importante evento, trajados segundo as modas da época e dançando a famosa "Horah", tal como inúmeros judeus fizeram há 70 anos após o anúncio do voto na ONU que permitiu o estabelecimento do estado de Israel. 
O video foi preparado pela "Organização Sionista Mundial" e calcula-se que será visto esta tarde por centenas de milhares de pessoas.

CERIMÓNIA ESPECIAL NA SALA DA VOTAÇÃO
VOTAÇÃO NA ONU EM 29 DE NOVEMBRO DE 1947
Esta tarde o vice-presidente norte-americano presidirá a uma cerimónia especial que "repetirá" a histórica votação da "Resolução 181 da Assembleia Geral", conhecida também como "Plano de Partição", e que propôs a divisão da então "Palestina" sob mandato britânico em 2 estados, um judeu e um árabe. 
Presidiu à assembleia geral da ONU que em 29 de Novembro de 1947 votou com a presença de 56 dos 57 países membros, o diplomata brasileiro Oswaldo Aranha. 33 países (72%) votaram a favor do plano, 13 (28%) votaram contra e 10 abstiveram-se. O único país ausente na votação foi a Tailândia. 
O DIPLOMATA BRASILEIRO OSWALDO ARANHA PRESIDINDO
À ASSEMBLEIA GERAL DA ONU NO DIA 29 DE NOVEMBRO DE 1947

Apesar de ter sido à partida rejeitada pelas nações árabes e precedendo uma guerra das mesmas contra o ainda "bébé" estado de Israel em 1948, a realidade é que a votação favorável e repleta de incidentes diplomáticos permitiu que os judeus tivessem finalmente direito legar à sua Terra, da qual estiveram afastados durante quase 2 mil anos.
Esta cerimónia a realizar esta tarde é organizada pela delegação de Israel na ONU e terá lugar na mesma sala onde então teve lugar a votação, e que agora pertence ao Museu Queens de Nova Iorque.
Para além do vice-presidente norte-americano Mike Pence, mais de 700 pessoas foram convidadas para o evento, incluindo embaixadores e diplomatas dos 33 países que naquele histórico dia 29 de Novembro de 1947 votaram a favor do estabelecimento de um estado judaico na então Palestina. 
O Museu Queens, que serviu como sede da ONU entre os anos 1946 e 1950 foi decorada de forma a parecer igual àquilo que era no dia da votação, com mesas de madeira, um pódio, e um mapa do mundo pendurado na parede.
O embaixador de Israel na ONU, Danny Danon, não podia estar mais satisfeito com a presença do vice-presidente norte-americano: "É uma grande honra para Israel receber o vice-presidente Pence para as festividades. O presidente dos Estados Unidos há 70 anos atrás era Harry Truman, e ele foi o primeiro líder mundial a reconhecer o estado de Israel. Israel não tem desde então tido melhor amigo do que os Estados Unidos."

RELAÇÃO DOS VOTOS NO DIA 29 DE NOVEMBRO DE 1947:
Países que votaram a favor: Canadá, EUA, Bélgica, Dinamarca, França, Islândia, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Suécia, União Soviética, Ucrânia, Bielorússia, Checoslováquia, Polónia, África do Sul, Libéria, Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Bolívia, Brasil, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Haiti, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Perú, Uruguai, Venezuela.
Países que votaram contra: Grécia, Turquia, Egipto, Cuba, Afeganistão, Índia, Irão, Iraque, Líbano, Paquistão, Arábia Saudita, Síria, Iémen.
Países que votaram com abstenção: Reino Unido, Argentina, Chile, Colômbia, El Salvador, Honduras, México, China, Etiópia, Jugoslávia.

FACTOR INTERESSANTE, QUIÇÁ PROFÉTICO...
A assembleia-geral que deveria ter votado esta resolução estava marcada para o dia 26 de Novembro. Dada a tendência de voto nesse dia, a votação a favor não conseguiria os dois terços necessários para a sua aprovação. Devido a várias contingências, a votação foi então adiada por 3 dias. Nesses dias foram feitos pelos apoiantes sionistas inúmeros contactos, estabelecidas pressões diplomáticas e compromissos, permitindo que na votação final realizada 3 dias depois da data prevista, o voto conseguisse a maioria...

Shalom, Israel!



terça-feira, novembro 28, 2017

NETANYAHU AVISA ASSAD QUE ISRAEL ATACARÁ SE A SÍRIA DEIXAR QUE O IRÃO ESTABELEÇA BASES MILITARES NO SEU PAÍS

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu alertou o actual presidente sírio Bashar Assad de que Israel intervirá directamente na guerra civil síria caso Assad dê permissão oficial ao Irão para estabelecer bases militares na Síria. 
Israel tem-se mantido longe do conflito que desde há seis anos vem devastando a Síria, estando no entanto a par dos constantes abastecimentos de material e equipamento de guerra ao grupo terrorista Hezbollah por parte do Irão, permitindo que milhares de terroristas filiados a este grupo muçulmano combatam na Síria ao lado das forças leais a Assad. 
Israel tem vindo a tratar feridos de guerra que atravessam a fronteira para o lado israelita, e tem respondido a ocasionais disparos que caiem no seu território. Sabe-se também que a poderosa aviação israelita tem atacado comboios de carregamentos de armas e munições destinados ao Hezbollah, mas até agora nunca houve uma intervenção directa de Israel no conflito.
Israel quer a todo o custo impedir que Assad convide formalmente o regime iraniano a instalar-se na Síria depois da guerra, tal como já aconteceu com a Rússia que, a convite de Assad, mantém as suas tropas no terreno. O aviso de Netanyhau vai exactamente nesse sentido. Seria inconcebível ter as forças inimigas do Irão na fronteira com Israel, sabendo-se de antemão que o principal objectivo do regime iraniano é a pura e simples aniquilação do estado de Israel.
Segundo um canal de TV israelita, a pretensão iraniana é de construir uma base naval, provavelmente para submarinos, uma base aérea e fábricas de armamento para armas de precisão. 

Já no início do mês, conforme então noticiámos, a BBC tinha informado da instalação de uma base iraniana permanente no sítio onde se localiza um quartel sírio, a 14 quilómetros da capital Damasco e a 50 da fronteira com Israel.
Sabe-se também que pouco antes disso Netanyahu terá telefonado ao presidente francês Emmanuel Macron, informando-o de que Israel olha para a actividade iraniana na Síria como "um alvo" para as suas forças, podendo por isso realizar ataques contra objectivos iranianos se tal achar necessário.

Macron terá tentado dissuadir Netanyahu de avançar com "acções drásticas."
Mas Netanyahu foi claro: "O objectivo deve ser minimizar a influência do Irão, não só no Líbano, mas também na Síria...Israel tem até agora tentado não intervir naquilo que se passa na Síria. Mas depois da vitória sobre o 'estado islâmico', a situação alterou-se, pois as forças pró-iranianas têm ganho o controle...A partir de agora Israel olha para as actividades do Irão na Síria como um alvo. Não hesitaremos em agir no caso de as nossas necessidades de segurança assim o exigirem."
Num discurso proferido na semana passada, Netanyahu jurou que o Irão não terá permissão para ganhar espaço naquela região: "Já tornámos claro muitas vezes que não aceitaremos armas nucleares nas mãos do Irão, nem tampouco permitiremos o estabelecimento de forças iranianas perto da nossa fronteira, na região síria em geral, ou em qualquer outra parte."
Para aumentar as já elevadas tensões na região, um comandante militar iraniano declarou na passada Quinta-Feira que uma futura guerra na região resultará na aniquilação de Israel. Ali Jafari,  comandante dos "guardas revolucionários do Irão" disse aos repórteres iranianos que "qualquer nova guerra levará à erradicação do regime sionista."
Israel tem mantido constantes conversações com o governo russo sobre esta questão.

Shalom, Israel!


segunda-feira, novembro 27, 2017

"TEMOS LIGAÇÕES COM UMA DEZENAS DE PAÍSES ÁRABES" - AFIRMA EMBAIXADOR DE ISRAEL NA ONU

Apesar de muitos países árabes não reconheceram oficialmente o estado de Israel, mesmo assim mantêm laços diplomáticos com o estado judaico.
O embaixador israelita para a ONU, Danny Danon, afirmou que Israel desfruta de calorosas relações com muitos países árabes, pese embora o facto de oficialmente eles não reconhecerem Israel.
"Eles ainda não votam connosco, mas posso dizer-vos que eles têm relações connosco" - afirmou Danon, acrescentando: "Estamos a falar de uma dezena de países árabes muçulmanos, incluindo aqueles que percebem o potencial das relações com Israel."
"O estado de Israel não é o problema regional, é antes a solução regional. É por isso que estamos fortalecendo esta relação."

Por razões óbvias, Israel não revela a que países se refere, calculando-se que um deles seja a própria Arábia Saudita. Os rumores apontam para isso...

Shalom, Israel! 

sábado, novembro 25, 2017

GUTERRES FALHA REDONDAMENTE AO EQUIPARAR ISRAEL COM O HEZBOLLAH

Mal vai o sr engº Guterres se não mudar a mira dos seus disparos. Demonstrando uma provável mas injustificável ignorância sobre as razões das ameaças, o secretário-geral da ONU pediu ontem "restrição" a ambas as partes envolvidas numa possível guerra - neste caso o Hezbollah e Israel - como se as razões de uns e outros tivessem o mesmo peso e as mesmas justificações...
É lamentável que o sr. Guterres chegue ao ponto de "mostrar preocupação com os contínuos voos da Força Aérea de Israel sobre o Líbano." Segundo o relatório da ONU, houve um aumento de 80% nas "violações" do espaço aéreo libanês por parte de Israel em comparação com o ano passado. Segundo Guterres, 93% dessas "violações" foram feitas com drones israelitas.

Infelizmente, Guterres comprova mais uma vez ter sido "engolido" pela pérfida postura da ONU, uma organização direccionada pelos interesses árabes e muçulmanos e vocacionada a combater Israel através de um número impressionante de condenações. 

Gostaria de perguntar ao ex-primeiro ministro português o que é que um estado de direito faria ao saber e ser constantemente informado da presença militar em solo libanês de um grupo terrorista xiita financiado pelo Irão e cujos objectivos são por demais conhecidos: destruir Israel. Gostaria que o sr. Guterrres me dissesse como responder às ameaças explícitas do Hezbollah ao apontar dezenas de milhares de rockets contra Israel, avisando de forma clara que se destinam a atacar o vizinho sionista, almejando inclusivamente atingir as cidades de Haifa e Tel Aviv...
Gostaria de perguntar ao sr. Guterres como é que se lida com a ameaça terrorista. Gostaria de lhe perguntar por que é que as forças da ONU presentes na região, passaram todas para o lado de Israel, de onde placidamente observam o que se passa em território sírio. Por que é que não as manda para o Líbano? Por que é que a ONU, em vez de se deixar das suas idiotices e paranóias, não trata mas é de enviar os seus "capacetes azuis" para o Líbano, para desarmar o terrível e sofisticadamente equipado grupo Hezbollah, que não só tem ocupado ilegalmente um país soberano - o Líbano - como é o braço direito do Irão no terreno, e com planos nada ocultados de destruir o estado hebreu?
Infelizmente, Guterres é mais uma desilusão. Passou a ser mais um papagaio e um fantoche às mãos da mais que desacreditada organização mundial, cuja agenda parece sempre mais favorecer os malfeitores e os terroristas, do que os estados de direito...

"POSSÍVEL GUERRA"
No relatório ontem publicado pela ONU, Guterres alerta para a "probabilidade de uma guerra" entre Israel e o Hezbollah. E vem ainda acrescentar que a ameaçadora retórica utilizada pelos líderes de ambas as partes "eleva o risco de um erro de cálculo e do escalar para um conflito", provocando uma crescente ansiedade entre a população local.
Num claro desequilíbrio de juízo de valores, Guterres chega ao ponto de negar a Israel a veracidade dos seus relatórios - confirmando os carregamentos de armas para o Hezbollah - alegando que "a ONU não está em posição de os substanciar independentemente." Então, pergunta-se: para que é que serve então a ONU? Por que é que não metem pés a caminho e investigam a realidade? 
Mesmo perante a evidência das provas fornecidas por Israel, Guterres teima em fechar os olhos à realidade, alegando que "não foi estabelecida nenhuma evidência que prove as alegações."

É triste que o actual secretário-geral da ONU já demonstre o mesmo respeito por um temível grupo terrorista que por um estado de direito visivelmente ameaçado e que tem todo o direito de se precaver contra essas mais que sérias ameaças. É a grande desilusão. Não só isso, mas até revolta contra essa forma mais que injusta de ver e lidar com a situação.

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 24, 2017

MAIOR ATAQUE TERRORISTA DE SEMPRE NO SINAI CAUSA MAIS DE 235 MORTOS

Tudo leva a crer que tenha sido o Daesh o grupo islâmico terrorista responsável pelo massacre desta manhã no Norte do Sinai, Egipto, e que causou pelo menos 235 mortos e 109 feridos.
Segundo as autoridades egípcias, os terroristas fizeram detonar um engenho explosivo dentro da mesquita Al Rawdah, em Bir al-Abed, tendo depois disparado contra os fiéis que ali se reuniam para as rezas matinais de sexta-feira.
Ainda nenhum grupo reivindicou este massacre, no entanto o mesmo poderá ter sido cometido pelo Daesh, que o exército egípcio vem combatendo naquela região desde há três anos.

MESQUITA ONDE SE REALIZOU O ATAQUE
Segundo testemunhas, os terroristas não só dispararam contra os fiéis que saíam correndo para fora da mesquita, como chegaram a disparar contra as próprias ambulâncias que transportavam as vítimas.
Sabe-se que alguns dos fiéis eram sufistas, que os "linha-dura" como o Daesh consideram ser apóstatas por reverenciarem os santos e as imagens, que para os muçulmanos é sinal de idolatria.
O presidente Sisi reuniu de emergência com o seu gabinete, prometendo que o ataque "não ficará impune" e que o Egipto prosseguirá na sua luta contra o terrorismo.
A Força Aérea do Egipto já começou entretanto a bombardear aquela área próxima da mesquita, tendo até agora destruído 2 veículos e morto 15 terroristas.

ISRAEL SOLIDÁRIO
O governo israelita enviou já as suas condolências, enviando uma mensagem de solidariedade ao governo e povo egípcio. O ministro para a Educação, Naftali Bennet, afirmou: "esta é a altura para haver unidade internacional na guerra contra o terrorismo, onde quer que ele se apresente: Rússia, Europa, EUA, Israel e o mundo árabe - todos temos sido atingidos pelo terrorismo e temos de unir na nossa luta contra o mesmo."

Shalom!

quinta-feira, novembro 23, 2017

VASTA MAIORIA DOS ÁRABES ISRAELITAS TÊM ORGULHO EM SER "ISRAELITAS"

73 por cento dos árabes israelitas "sentem pertencer" ao estado judaico. 
Para além desta percentagem acima, 60% sentem "orgulho" de ser israelitas.
Este é pelo menos o resultado de uma nova sondagem conduzida pelo diário "Israel Hayom" encomendada pelo "Instituto de Pesquisas Nova Onda."
Cerca de dois terços dos inquiridos declararam-se não religiosos. 35% consideram-se religiosos. Quase metade das pessoas questionadas - 46% - consideram-se árabes israelitas, 42% como árabes palestinianos e apenas 3% se consideram simplesmente israelitas.
Cerca de 73% consideram que o conflito israelo-árabe tem a ver com terras, enquanto 19 % acham que se deve a questões religiosas.
Um total de 60% declararam estar "muito orgulhosos", ou "razoavelmente orgulhosos" por serem israelitas. 37% afirmaram "não estar orgulhosos."
A maioria dos árabes israelitas interrogados alegaram acreditar que os judeus têm laços históricos e religiosos a Israel. O desejo generalizado deles (82%), é de não viverem sob soberania palestiniana. Apenas 14% demonstraram esse desejo.
Este inquérito envolveu 426 israelitas árabes maiores de 18 anos.
Este novo inquérito corresponde aos resultados dos anteriores. Cerca de 20% dos habitantes de Israel são árabes. 
Todos quantos vivem em Israel sabem bem que os árabes têm emprego e recebem serviços em todos os departamentos do estado. Eles estudam em todas as universidades de Israel, incluindo a Universidade Ariel, na Samaria, e trabalham como juízes, médicos, oficiais do exército e parlamentares.
Obviamente que têm uma boa razão para se orgulharem de ser israelitas...

Shalom, Israel!

quarta-feira, novembro 22, 2017

ISRAEL INTERCEPTA CAMIÃO CARREGADO DE EXPLOSIVOS DESTINADOS A GAZA

Não, não eram brinquedos de Natal para as crianças de Gaza. Eram explosivos. Certamente para atormentar as pacatas populações israelitas que vivem perto da fronteira com a Faixa de Gaza.
Segundo o Ministério da Defesa de Israel, um laboratório de testes químicos recentemente instalado por Israel na travessia de Kerem Shalom, no sul de Israel, detectou uma enorme quantidade de explosivos dentro de camião que pretendia entrar na Faixa de Gaza. 
As informações sobre a mercadoria retida indicavam que se tratava de óleo para lubrificação de veículos, só que o laboratório concluiu algo de bem diferente e menos "pacífico": a mercadoria era composta de sólidos, líquidos, gases e pós destinados à produção em massa de explosivos...
A carga "explosiva" agora apanhada era composta de várias toneladas. 
Esta foi a primeira "colheita produtiva" desde que o laboratório foi recentemente montado na fronteira. 

Este é um dos extraordinários avanços recentes da ciência israelita. Pode-se até acrescentar que certamente vidas terão sido poupadas com esta descoberta de tão malignos produtos.

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 21, 2017

ESTARÁ O IRÃO A TENTAR ANTECIPAR O "FINAL DOS DIAS" NA SÍRIA?

CARTAZ EM TEERÃO ANUNCIA A VINDA DO MAHDI
É sabido que o Irão está a estabelecer várias bases militares na Síria (calcula-se que são 13), prevendo-se que planeie atacar Israel a partir das mesmas. Contudo, segundo várias fontes, as aspirações persas poderão ter causas mais messiânicas do que militares.
O Irão tem vindo constantemente a ameaçar Israel de destruição total, justificando o seu programa nuclear para esse mesmo propósito. Milhões de dólares têm também sido canalizados do regime iraniano para os grupos e governos fantoches instalados no Líbano e na Síria. Referimo-nos obviamente ao grupo terrorista islâmico Hezbollah, no Líbano, e ao presidente do regime sírio, Bashar al-Assad.
Há quem no entanto avance a idéia de que o Irão quer apressar o fim do mundo, bem ao estilo islâmico...
Segundo Ryan Mauro, analista político do "Clarion Project", o escalar do envolvimento militar iraniano na Síria tem contornos religiosos e messiânicos: "Esta não é uma competição normal entre poderes hostis, nem tampouco a habitual apoio iraniano ao terrorismo e à expansão da presença iraniana no Médio Oriente" - afirmou Mauro, acrescentando: "Para o regime iraniano, isto é o cumprimento das profecias."
E para comprovar estas alegações, Mauro lembra que as novas tropas iranianas denominam-se "Ansar al-Mahdi" ("Apoiantes do Messias"), tendo sido também criada a brigada 313, para a qual estão sendo recrutados jovens xiitas sírios. Segundo uma tradição do xiismo islâmico, 313 é o número de guerreiros que chegarão com o Mahdi, o messias islâmico. 
A tradição islâmica defende a idéia de que o Mahdi é o redentor do islamismo. Para eles, a chegada do Mahdi coincidirá com a do Messias cristão, que será o assistente do Mahdi islâmico na luta contra o Anti-Cristo, o falso messias, o "Masih ad-Dajjal."

"JESUS CONSIDERAR-SE-À MUÇULMANO"
A alucinação islâmica não se fica por aqui...Segundo a tradição maometana, o messias islâmico Mahdi irá aparecer juntamente com Jesus, que Se identificará "como muçulmano", matando os cristãos que se recusem a se converter. O islamismo xiita defende que os dias finais compreenderão uma batalha sangrenta que causará a morte a dois terços da humanidade, sendo que os restantes se converterão ao islamismo.
O conceito do Mahdi está explícito na política actual iraniana. Num discurso perante a Assembleia Geral da ONU em 2008, o ex-presidente persa Mahmoud Ahmadinejad deixou os políticos presentes boquiabertos quando implorou explicitamente a Alá para que apressasse a vinda do Mahdi.
Segundo Mauro, "não se está a lidar com actores totalmente racionais. É possível ser-se ao mesmo tempo irracional, pragmático e estratégico, e é isso que o Irão está fazendo. Se se compreenderem estas profecias, compreender-se-à o Irão."

VISÃO IRANIANA DA CONQUISTA ISLÂMICA DE JERUSALÉM
Mauro explicou ainda que segundo a teologia xiita, o Irão acredita que irá liderar a batalha contra os adversários sunitas, entrando dentro de Israel e eventualmente conquistando Jerusalém. Mauro acredita ainda que a recente desestabilização na Arábia Saudita é resultado directo da agenda apocalíptica iraniana.
Realmente tudo leva a crer que o islamismo xiita tem como objectivo "invadir" o mundo inteiro para se tornar na religião dominante. E se essa é a agenda do regime iraniano, como bem parece ser, o mundo que se prepare...
E, obviamente, Israel terá de se precaver.

Shalom, Israel!

segunda-feira, novembro 20, 2017

APENAS 14% DOS ÁRABES ISRAELITAS SE IDENTIFICAM COMO "PALESTINIANOS"

Um estudo realizado pelo "Instituto da Democracia de Israel" revelou que só 14% dos árabes que vivem em Israel é que se consideram realmente "palestinianos", sendo na esmagadora maioria muçulmanos.
Os árabes israelitas representam pouco mais de 20% da população total de Israel, sendo que 83,5% são muçulmanos, 8,9% cristãos, e 7,6% druzos.
Segundo este estudo denominado "Judeus e Árabes: Uma Parceria Condicional", a complexa relação entre judeus e árabes no estado de Israel existe em 3 níveis distintos que não se sobrepõem: estado, sociedade e inter-pessoal. 
Sem dúvida que existem desacordos profundos ao nível de estado, mas ao nível da sociedade e até ao nível inter-pessoal, a situação não é tão negativa, chegando a ser até positiva em algumas áreas da vida.
A auto-definição de "palestiniano" como primeira identidade é mais comum entre os muçulmanos, os jovens mais cultos e entre aqueles que têm parentes de primeiro grau vivendo na Judeia e na Samaria.
É essa minoria que se auto-denomina "palestiniana" que é mais crítica em relação ao estado de Israel, aos judeus e aos israelitas. São também mais cépticos em relação a uma possível integração na sociedade de Israel.

Shalom, Israel!

sábado, novembro 18, 2017

LIBERMAN APELA AOS PAÍSES ÁRABES "MODERADOS" PARA QUE FAÇAM A PAZ COM ISRAEL E CONFRONTEM O IRÃO

"Depois do Daesh, o Irão" - foi exactamente com estas palavras que o ministro da Defesa de Israel Avigdor Liberman comunicou o seu apelo ao mundo árabe, através do seu tweet. 
E Liberman aproveitou para mencionar o exemplo do líder egípcio Sadat, o primeiro líder árabe a fazer a paz com Israel: "O presidente egípcio Anwar Sadat foi um líder corajoso, que foi contra a corrente e abriu o caminho para que outros líderes árabes reconhecessem a importância de alianças estratégicas com Israel."
SADAT NO KNESSET, EM 20/11/77
"40 anos depois da sua visita histórica a Israel, apelos aos líderes na região para que sigam os passos de Anwar Sadat, vindo a Jerusalém e abrindo um novo capítulo, não apenas em termos das relações de Israel com o mundo árabe, mas para toda a região."
Devido a este acto de bravura do antigo presidente egípcio, ele acabou por ser assassinado. 
Liberman desafiou ainda os líderes árabes a algo ainda mais pragmático: "Mais do que qualquer outra coisa, o Médio Oriente necessita hoje de ter uma coligação de estados moderados contra o Irão. A coligação contra o Daesh terminou o seu trabalho, e depois do Daesh o Irão."

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 17, 2017

PRÍNCIPE SAUDITA QUER DAR BILIÕES DE DÓLARES A ISRAEL PARA DERROTAR O HEZBOLLAH

A tensão entre a Arábia Saudita e o Irão aumenta a cada dia que passa, falando-se já de uma guerra com consequências inimagináveis. Basta lembrar que as 2 potências regionais estão entre os maiores mundiais de petróleo...
Mas há mais novidades: a contínua aproximação entre a Arábia Saudita e Israel deixou de ser uma ficção virtual, para se tornar cada vez mais uma realidade factual.
É por isso de todo o interesse dos sauditas que Israel combata um dos seus piores inimigos, o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irão, e, a escassos quilómetros da fronteira Norte de Israel, constituindo uma preocupante ameaça não só para Israel, mas também para a estabilidade de toda aquela região. E, como bem reza o ditado, "o inimigo do meu inimigo meu amigo é", eis que o actual príncipe saudita - que em breve será o próximo monarca - propõe a Israel atacar o Hezbollah a troco de alguns biliões de dólares que o reino saudita promete financiar ao até há pouco arqui-inimigo "sionista."
O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman deverá já na próxima semana ser coroado como rei da Arábia Saudita, uma vez que o seu pai anunciou que irá deixar o trono nessa altura, a menos que aconteça algo de "muito extraordinário."
 
"ESMAGAR O HEZBOLLAH"
Segundo uma fonte alegadamente "de alto nível", o futuro monarca voltará a sua atenção para o seu rival de longo tempo, o Irão, contando com a ajuda dos militares de Israel para esmagar o Hezbollah no Líbano. Acredita-se que o actual príncipe tenciona seriamente esmagar o Irão e o seu fantoche Hezbollah. E ele sabe bem que sozinho nunca o conseguirá fazer. A menos que tenha o apoio do único país capaz de exterminar de vez aquele grupo terrorista: Israel, até há bem pouco o alvo do ódio saudita...
Fala-se que os planos sauditas incluem um ataque inicial ao Hezbollah no Líbano, mas seguido de apoio israelita para combater o inimigo comum. E caso Israel concorde, será apoiado com um número indeterminado de dólares: biliões.
Ainda que negado pelas autoridades sauditas, suspeita-se que o príncipe terá feito em Setembro passado uma visita secreta ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyhau. Imagine-se onde: em Israel!
 
Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 16, 2017

CHEGARAM HOJE A ISRAEL MAIS 231 IMIGRANTES DE 2 "TRIBOS PERDIDAS"

Membros de duas "tribos perdidas" de Israel, 162 pessoas dos Bnei Manassés, da Índia, e 69 oriundos da Etiópia, num total de 231 pessoas, chegaram hoje a Israel para se juntarem a familiares e reiniciarem as suas vidas na Terra Prometida.
Nestes últimos 15 anos, cerca de 1.700 membros da tribo de Bnei Manassés já se instalaram em Israel, mas ainda há 7 mil aguardando a permissão para imigrarem.
Os Bnei Manassés são indianos que se consideram como descendentes da tribo de Manassés, uma das 10 "tribos perdidas" de Israel.
Eles alegam que os seus ancestrais foram enviados para o exílio pelo império assírio há mais de 27 séculos atrás, tendo vagueado pela Ásia Central e pelo Extremo Oriente durante vários séculos, antes de se terem instalado no actual nordeste da Índia, perto da fronteira com Burma e o Bangaldesh.
A última chegada de judeus da Etiópia - alegadamente descendentes da tribo de Dan - coincidiu com o segundo aniversário de uma decisão ainda por implementar e que permitirá que os restantes judeus ainda naquele país possam ser trazidos para Israel.

Pouco a pouco, as profecias vão-se cumprindo...

Shalom, Israel!