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segunda-feira, janeiro 08, 2024

ISRAEL COMEÇA UMA FASE MENOS INTENSA NA GUERRA EM GAZA


Segundo informou ao "New York Times" o porta-voz do exército israelita Daniel Hagari, os militares de Israel iniciaram uma nova fase menos intensa na guerra na Faixa de Gaza. Segundo ele, esta nova fase da guerra já está em vigor e inclui menos presença de militares no terreno e menos ataques aéreos. 

"A guerra mudou de fase...mas a transição não será cerimonial. Não se trata de anúncios dramáticos" - informou Hagari, poucas horas da chegada a Israel do secretário de estado norte-americano, no seu quarto périplo de visitas a vários países do Médio Oriente, incluindo Israel. Todos os esforços estão a ser feitos para que o conflito não se estenda para além das actuais fronteiras. 


Sabe-se que haverá uma redução contínua de tropas israelitas em Gaza, tendo-se de facto já iniciado no princípio do mês. Os ataques serão agora mais direccionados aos bastiões do Hamas no centro e sul de Gaza, especificamente em Khan Younis e Deir al Balah. 

Israel está também a tentar facilitar a entrada de mais ajuda humanitária à população de Gaza, incluindo tendas para alojar os quase 2 milhões de deslocados. 

ISRAEL ABATEU LÍDER IMPORTANTE DO HEZBOLLAH NO LÍBANO

O grupo terrorista Hezbollah já confirmou a morte do comandante Wissam al-Tawil, que era líder de uma força de elite do Hezbollah. Ele e outro comandante terão sido atingidos quando se dirigiam de carro para uma aldeia no Sul do Líbano. 


ISRAEL PREPARADO PARA A GUERRA NO LÍBANO

De visita à cidade de Kiryat Shmona, na fronteira Norte com o Líbano, o primeiro-ministro falou às tropas ali concentradas, na maioria reservistas, que Israel prefere restabelecer a segurança da região sem ter de ir para a guerra, embora esteja preparado para tal: "O Hezbollah enganou-se connosco em 2006, e não nos está a levar a sério mesmo agora." E acrescentou: "Eles podem ver aqui a nossa tremenda força, a unidade de um povo, uma determinação para fazer o que for necessário para restabelecer a segurança no Norte, e, quero dizer-vos que essa é a minha política."

GRUPO DOS G7 PRESSIONA ISRAEL PARA TERMINAR A GUERRA

Segundo Antonio Tajani, ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, as potências do G7 têm estado a trabalhar com Israel para assegurar um "rápido" fim à guerra com o Hamas e a redução de vítimas civis. Tajani tem estado em contacto telefónico com os seus pares britânico e francês de forma a exercerem pressão neste sentido. 

13.000 pessoas já foram até agora tratadas nos hospitais israelitas desde o início do conflito, incluindo 2.500 soldados. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 04, 2022

ISRAEL ABATEU 3 DRONES ENVIADOS PELO HEZBOLLAH PARA AS PLATAFORMAS PETROLÍFERAS ISRAELITAS

As Forças de Defesa de Israel derrubaram no passado Sábado 3 drones enviados pelo Hezbollah desde o Líbano e que se dirigiam à plataforma israelita de gás natural Karish, no Mar Mediterrâneo. Um dos drones foi abatido por um caça israelita F-16, enquanto os outros dois foram interceptados desde Eilat por uma corveta israelita. 

Segundo as informações de Israel, os drones voavam a baixa altitude e pequena velocidade de forma a iludirem os radares israelitas. No entanto, os aparelhos foram detectados por Israel num "estágio inicial" antes de serem interceptados no momento ideal.

O governo do Líbano já reagiu entretanto, criticando o grupo terrorista Hezbollah pelo incidente pelo "arriscado incidente desnecessário."

A plataforma israelita continuou a sua labuta normal, sem quaisquer interrupções.

Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 14, 2021

BEIRUTE A FERRO E FOGO: 6 MORTOS E DEZENAS DE FERIDOS

Vários confrontos violentos irromperam por várias partes da capital do Líbano, Beirute, durante um protesto organizado pelo movimento terrorista Hezbollah devido ao julgamento da responsabilidade das explosões que no ano passado dizimaram mais de 200 pessoas na zona portuária de Beirute. 

Estes foram os confrontos mais violentos dos últimos anos na capital libanesa, com várias horas de disparos de snipers, metralhadoras, pistolas e lançamento de granadas. Não se sabe ainda quem começou a violência, mas a mesma ocorreu pela manhã durante os protestos organizados pelo Hezbollah e párias exigindo a retirada do juiz que lidera a investigação sobre as explosões ocorridas em Agosto de 2020, e cuja autoria muitos atribuem ao Hezbollah. Os disparos atingiram prédios, tendo alguns caído perto de uma escola privada francesa, gerando pânico entre a população. 

Forças cristãs de direita do Líbano convocaram a população para se manifestar hoje em resposta à convocação organizada pelas forças do Hezbollah e seus párias. Vídeos gravados esta manhã exibem manifestantes cristãos carregando grandes cruzes pelas ruas da capital. O confronto foi na verdade entre muçulmanos e cristãos em Beirute, algo que muitos não querem ver repetido.

Foram já contados 6 mortos e 32 feridos resultantes dos confrontos desta manhã. 

Testemunhas revelaram que as cenas vividas esta manhã foram verdadeiras reminiscências da trágica guerra civil que o Líbano sofreu entre 1975 e 1990. 

Oremos pelo Líbano!

sábado, fevereiro 13, 2021

ISRAEL PREPARADO PARA CONFRONTAR O HEZBOLLAH NA FRONTEIRA NORTE

O mais que inevitável confronto entre o estado de Israel e o Irão dar-se-á em território libanês, onde o grupo terrorista islâmico Hezbollah, apoiado e financiado pelo regime iraniano se instalou, especialmente na região do Sul fronteiriça com Israel. 

Nestes últimos anos, Israel tem estado a atacar e a bombardear comboios com carregamentos de armas e munições que atravessam o território sírio rumo ao Líbano. Esses arsenais vêm do Irão, através do Iraque e são enviados para o Líbano, que continua a fazer vista grossa à cada vez mais agressiva presença do Hezbollah, que já é considerado pelos peritos como um autêntico exército sofisticado e fortemente equipado para atacar Israel. Esses ataques da aviação israelita em território sírio têm-se vindo a intensificar nas últimas semanas, uma vez que a ameaça iraniana é uma constante e tem de ser combatida a todo o custo, tanto mais que, segundo os serviços das Forças de Defesa de Israel, o Irão está a dois anos de construir a bomba nuclear. 

O Irão é a grande ameaça regional. Com a nova administração norte-americana de Joe Biden, o Irão poderá ver o falso acordo nuclear reanimado pelos norte-americanos, terminando dessa forma com as dolorosas sanções económicas impostas ao Irão pela administração do ex-presidente Trump. O Irão não está interessado num confrontado directo com o estado de Israel, mas usa os seus aliados fantoches alojados nas fronteiras com Israel - o Hezbollah no Norte, e o Hamas no Sul - para massacrar e ameaçar as populações israelitas com o constante disparo de rockets e outros engenhos explosivos. 

A última guerra com o Hezbollah foi em 2006, com grandes prejuízos para Israel, mas constituindo uma grande derrota para o grupo terrorista. Volvidos 15 anos, o Hezbollah está muito mais bem equipado e treinado, pelo que a questão não é saber se vai mesmo haver uma guerra com Israel, mas quando.

Recentes exercícios militares israelitas de grande envergadura tiveram lugar na Alta Galiléia e na fronteira com o Líbano, constituindo não só um sério aviso aos inimigos, mas também demonstrando uma imbatível capacitação e resolução das Forças de Defesa de Israel. A praticamente cada hora, sofisticados drones israelitas percorrem os céus do Líbano, mapeando e registando ao pormenor todos os locais de armazenamento de armas e mísseis do Hezbollah e os centros de comando militar desses verdadeiros vermes. E Israel tem já registados milhares desses locais, pelo que uma provável incursão israelita será verdadeiramente arrasadora. Neste momento Israel já deslocou artilharia e forças especiais para junto da fronteira, para além de postos de observação para evitar qualquer infiltração terrorista.

Os receios concentram-se agora na sofisticação dos meios usados por Israel, temendo-se que um simples erro provocado por um robô possa provocar um rastilho que dê origem a um grande conflito. 

Como já disse antes, a questão não é se vai haver um conflito, mas quando. E esse quando parece estar mais próximo do que muitos imaginam...

Shalom, Israel!



sábado, agosto 08, 2020

REVOLTA NAS RUAS DE BEIRUTE

O dia de hoje tem sido marcado por grandes e numerosas manifestações nas ruas da capital do Líbano, Beirute, em protestos contra o governo acusado de ser inoperativo e corrupto. Os protestos exigem explicações e o apuramento rápido da responsabilidade de quem terá provocado ou sido culpado da explosão violenta que na passada Terça-Feira matou mais de 150 pessoas e deixou milhares de feridos.
Desde a explosão que as autoridades políticas têm estado ausentes, com rumores divulgados pelo presidente e pelos políticos próximos ao Hezbollah de que a explosão teria sido causada por interferência estrangeira, e com o grupo terrorista Hezbollah representado no governo a afirmar nada ter a ver com a tragédia. 
Muitos dos protestos são também contra o Hezbollah, com e efígie enforcada num acto simbólico durante os protestos de hoje.
As populações estão revoltadas com os políticos, numa altura em que são elas a ter de limpar o próprio lixo das ruas por causa da ausência dos empregados de limpeza, e não se sabe o paradeiro dos políticos, que se limitaram a deter alguns dos responsáveis portuários.

A revolta ocorre poucos dias depois da visita do presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro presidente estrangeiro a visitar o país, e isso a meio da aparente indiferença dos políticos do próprio país.
Os manifestantes invadiram o ministério das Relações Exteriores e foram ao longo do dia queimando e quebrando vários bens. a polícia teve de disparar gás lacrimogéneo para dispersar o grupo que tentava invadir o parlamento do país.
Segundo a Cruz Vermelha Internacional, 142 pessoas ficaram feridas no decorrer das manifestações de protesto.

Vários políticos foram simbolicamente enforcados em efígie, desde o líder do Hezbollah, ao próprio presidente Michel Aoun. Cinco membros do parlamento já se demitiram, tendo o embaixador do Líbano na Jordânia também pedido a demissão do seu cargo.

Até onde irá e levará esta revolta popular ninguém sabe. Uma coisa é certa: não irá parar tão cedo. As consequências? Só o tempo o dirá...

Shalom, Israel!

quinta-feira, agosto 06, 2020

O PROBLEMA DO LÍBANO CHAMA-SE HEZBOLLAH

Apesar da generosa oferta de ajuda humanitária de Israel ao Líbano, a resposta foi negativa, e isso tem uma causa: o movimento terrorista xiita Hezbollah, fortemente enraizado no Líbano, prefere ver o povo libanês a sofrer do que receber qualquer ajuda do estado judaico.
Israel não só ofereceu ajuda imediata, como pôs os seus hospitais do Norte do país à disposição para o tratamento de vítimas das explosões ocorridas em Beirute na passada Terça-Feira, e que, para além das mais de 135 mortes, causaram vários milhares de feridos.
Israel seria o país com melhores condições para prestar uma grande assistência ao Líbano, não só pelas suas capacidades nesta área, como pela proximidade, uma vez que partilham a mesma fronteira a Norte de Israel e no Sul do Líbano. Ainda que sendo inimigos declarados, a ajuda humanitária abrandaria certamente a inimizade de décadas.

Mas toda esta generosidade e bondade encontra uma barreira intransponível: o grupo terrorista islâmico Hezbollah - um dos vários que luta pela destruição de Israel - e que faz parte integrante do governo do Líbano.
Ainda antes da catástrofe de Terça-Feira, o Líbano estava vivendo os seus piores dias, com a moeda desvalorizada mais de 80%, uma elevada taxa de desemprego, um custo de vida altíssimo, altos níveis de corrupção nunca antes vistos, levando a constantes manifestações de protesto nas ruas da capital Beirute nestes últimos meses.
E para o Hezbollah, desprovido de quaisquer sentimentos humanitários, é preferível ver o povo do Líbano a sofrer do que ser beneficiado por qualquer ajuda vinda do inimigo sionista...
O Hezbollah tem vindo a usar as populações civis do Sul do Líbano como escudos para proteger os milhares de mísseis apontados para Israel, não tendo qualquer despudor em fazer uso das caves de prédios residenciais para instalar o seu arsenal bélico, num completo desprezo pela segurança dos residentes.
Para o Hezbollah não há qualquer problema em armazenar mísseis em lugares como o silo explodido e arrasado na Terça-Feira. Afinal, as mais de 2.700 toneladas de nitrato de amoníaco não iriam certamente servir para a alegada adubação de terrenos, mas para a fabricação de explosivos.

Já há algum tempo que o líder do Hezbollah no Líbano, Hassan Nasrallah, vinha ameaçando destruir Israel através de uma massiva explosão no porto de Haifa fazendo uso de depósitos de amoníaco, que, nas suas alegações, provocariam uma "explosão nuclear."
Talvez esta tragédia obrigue o governo libanês a repensar a presença dos terroristas na sua própria terra, e o perigo que a mesma constitui.
Tal como Deus prometeu a Abraão, todas as nações que amaldiçoassem os descendentes de Abraão, Isaac e Jacob seriam amaldiçoadas. Ora, uma nação - como é o caso do Líbano - que abriga e acolhe no seu território e governo um grupo terrorista islâmico cujo objectivo é a pura e simples aniquilação do estado de Israel não pode recolher a bênção de Deus. Antes pelo contrário. Para desgraça do seu povo, que certamente mereceria algo melhor...

Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 04, 2020

ISRAEL OFERECE AJUDA AO LÍBANO

Em solidariedade para com o governo e povo do Líbano a braços com a terrível tragédia que esta tarde sacudiu literalmente a capital Beirute, provocando pelo menos 50 mortos e mais de 2.750 feridos, Israel já se prontificou para oferecer ao Líbano ajuda médica, incluindo o tratamento de feridos em hospitais israelitas, tendo o presidente Rivlin apresentado as suas condolências, apesar de não existirem relações diplomáticas entre os dois países inimigos de guerra.
A oferta israelita foi feita através do contingente militar da ONU estacionado no Líbano.
Israel já informou que não tem qualquer responsabilidade nas explosões que provocaram vários incêndios e derrocadas na zona portuária de Beirute e arredores. As autoridades do Líbano já descartaram também qualquer responsabilidade de Israel por meio de ataques aéreos.
Este incidente ocorre a meio de grandes tensões entre o grupo terrorista Hezbollah estacionado no Sul do Líbano e Israel, com cujo país o Líbano faz fronteira.

Shalom, Líbano! Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 27, 2020

NETANYAHU AVISA QUE QUALQUER ATAQUE SERÁ CONFRONTADO "COM GRANDE FORÇA"

Uma célula terrorista do Hezbollah atravessou esta tarde a fronteira entre o Líbano e Israel, atacando um tanque israelita. As Forças de Defesa de Israel atacaram prontamente, não só rechaçando os terroristas, como pondo-os em debandada, não havendo registo de quaisquer estragos.
A situação tem estado tensa no Norte de Israel, com ameaças tanto da parte do Hezbollah no Líbano como da Síria.
Israel está em prevenção e já deslocou reforços para a região.
O primeiro-ministro já avisou o grupo terrorista Hezbollah que "está brincando com o fogo", acrescentando que qualquer ataque será confrontado "com grande força."

Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 24, 2020

ISRAEL REFORÇA AS FRONTEIRAS DO NORTE

Explosões registadas esta manhã na fronteira Norte de Israel com a Síria confirmam uma escalada das tensões naquela região fronteiriça do Líbano e Síria, levando as Forças de Defesa de Israel a montar bloqueios em estradas, o envio de mais forças militares e tanques de guerra e um reforço da recolha das informações dos serviços secretos.
Há receios de que o Hezbollah, que controla o Sul do Líbano, tente um ataque contra as forças militares israelitas, tendo já as FDI avisado Beitute - a capital libanesa - de que atribuirá as culpas ao governo do Líbano no caso de haver algum ataque oriundo do grupo terrorista.
Uma explosão ocorrida esta manhã provocou a queda de estilhaços numa aldeia druza em Israel, tendo provocado um aumento das tensões já em si demasiado elevadas naquela região.
O grupo terrorista Hezbollah tem vindo a acusar Israel pela morte de alguns dos seus elementos em vários ataques na Síria alegadamente atribuídos a Israel, não tendo os responsáveis israelitas confirmado os mesmos.
A forte presença militar israelita no Norte do país é vista primeiramente como um reforço à segurança das populações daquela região.

Shalom, Israel!

segunda-feira, setembro 02, 2019

ISRAEL ATACOU VÁRIAS FRENTES EM APENAS 24 HORAS

Respondendo ao ataque vindo do movimento terrorista Hezbollah, desde o vizinho Líbano, Israel atacou imediatamente em várias frentes, sendo o alvo principal de Israel o programa de mísseis de alta precisão na posse dos terroristas xiitas apoiados pelo Irão.
Um alto oficial do exército israelita admitiu pela primeira vez que as Forças de Defesa de Israel atacaram várias frentes para além da Síria, num espaço de 24 horas, visando posições iranianas ou apoiadas pelo regime dos ayatollahs.
Segundo esse general israelita, se não se tivesse agido devidamente, "estaríamos hoje numa situação bem diferente."
O general não identificado acrescentou ainda: "De forma a prevenir essa consolidação pelo Irão, estamos levando a cabo muitas operações que ninguém conhece", adiantando que essas operações estão sendo conduzidas pelas FDI e pela Mossad.
"Tudo o que temos vindo a fazer nestas últimas semanas e dias foi planeado e executado exactamente como queríamos" - afirmou o general, acrescentando: "Tudo faz parte da nossa estratégia global que estamos a levar a cabo de várias formas e em muitas arenas diferentes."

CONFRONTOS NA FRONTEIRA COM O LÍBANO
Estas revelações surgiram poucas horas após uma troca de disparos entre as forças dos terroristas do Hezbollah e as tropas israelitas. Crê-se que o ataque do Hezbollah terá sido a "resposta" ao recente ataque israelita a uma célula terrorista no final de Agosto. 
O Hezbollah disparou mísseis anti-tanque contra posições israelitas, levando a uma resposta pronta por parte de Israel, que fez cerca de 100 disparos de artilharia contra posições do Hezbollah no sul do Líbano. Ao contrário do que o Hezbollah quis fazer crer, nenhum soldado israelita ficou ferido no ataque.
Israel entretanto já avisou o governo do Líbano que, a menos que ponha freio às actividades terroristas do Hezbollah contra Israel, terá de sofrer as consequências pela cumplicidade nos mesmos.

Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 18, 2019

25 ANOS DEPOIS DO ATENTADO NO CENTRO JUDAICO DE BUENOS AIRES, ARGENTINA CLASSIFICA O HEZBOLLAH COMO UMA "ORGANIZAÇÃO TERRORISTA"

Foram precisos 25 anos para que o governo argentino decidisse finalmente classificar o grupo xiita Hezbollah como "organização terrorista", não obstante a quantidade enorme de provas que identificam esse grupo terrorista com a autoria do atentado que há precisamente 25 anos destruiu o centro comunitário judaico na capital argentina, deixando um rasto de 85 mortos e muitos feridos. 
A Argentina responsabilizou o Irão e o Hezbollah pelo atentado, ainda que os seus perpetradores continuem a negar a sua autoria.

O governo da Argentina responsabilizou também o Hezbollah pelo ataque contra a embaixada israelita em Buenos Aires e que provocou 29 pessoas.
As autoridades argentinas decidiram também hoje congelar todos os activos do Hezbollah depositados em bancos argentinos.
Este anúncio coincide com a actual visita do secretário de estado norte-americano Mike Pompeo à Argentina para comemoração do atentado terrorista cometido há precisamente 25 anos.

MANIFESTAÇÃO EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS
"O Hezbollah continua actualmente a representar uma ameaça à segurança e à integridade da ordem económica e financeira da República Argentina" - informa o comunicado oficial.
Líderes norte-americanos e argentinos revelaram que o grupo terrorista Hezbollah opera naquilo que é conhecido como o "triângulo fronteiriço" que liga a Argentina, o Brasil e o Paraguai, onde uma economia paralela financia as suas operações em outras regiões.
Ainda que não se saiba nada mais de concreto, mas é natural que a Argentina venha a decidir outras acções punitivas contra o grupo xiita libanês. 
Pensa-se que esta acção do governo argentino, seguindo os passos dados pela administração Trump, representam não só uma vitória para o presidente norte-americano, como poderá servir de exemplo a seguir pelos governos do Brasil e do Paraguai.
Com cerca de 300.000 membros, a comunidade judaica na Argentina é a segunda maior das Américas, logo a seguir à dos Estados Unidos. 

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 25, 2019

GRÃ-BRETANHA COLOCA NA SUA LISTA NEGRA O GRUPO TERRORISTA ISLÂMICO HEZBOLLAH

O governo da Grã-Bretanha decidiu finalmente incluir o Hezbollah na sua lista negra, classificando-o como "grupo terrorista."
Instalado no Sul do Líbano, junto à fronteira com Israel, este grupo extremamente bem equipado e militarizado é uma ameaça constante a Israel, como se viu recentemente com a descoberta de túneis escavados a partir do Líbano com infiltração no território de Israel.
O ministro das Relações Exteriores da Grã Bretanha mostrou a sua aprovação a esta medida tomada pelo governo inglês, afirmando: "Não podemos nem fecharemos os olhos às actividades terroristas do Hezbollah." E acrescentou, na sua postagem: "Portanto, anunciamos hoje que eles serão inteiramente proscritos pelo governo britânico."
"Esta decisão não muda o nosso inquestionável apoio ao Líbano, nem o nosso forte e amplo relacionamento com o povo libanês."

GANHOS ELEITORAIS NO LÍBANO
No ano passado o grupo terrorista financiado e apoiado pelo Irão conquistou espaço eleitoral no Líbano, tendo actualmente 3 ministros no governo. Os EUA e outros países acusam o grupo de desestabilizarem a região através da intervenção militar na Síria ao lado do presidente e ditador Bashar al Assad.

MEDIDA APLAUDIDA EM ISRAEL
O actual ministro israelita das Relações Exteriores Israel Katz já elogiou o governo britânico pela sua decisão em classificar o Hezbollah libanês como uma organização terrorista, incluindo o seu braço político.
Katz afirmou não haver diferença entre o líder do Hezbollah Hassan Nasrallah e os terroristas que "vão realizando os seus objectivos ou os que cumprem a missão do Irão contra Israel e outros estados árabes da região."

PROSCRITO PELA UNIÃO EUROPEIA EM 2013
Já em 2013 a União Europeia tinha colocado a ala militar do Hezbollah na sua lista de grupos terroristas, tendo o governo de Londres proscrito em 2001 e 2008 respectivamente a unidade de segurança externa do grupo e o seu braço militar. A decisão hoje tomada por Londres inclui também o braço político do Hezbollah, uma vez que, nas palavras do Secretário do Interior inglês Sajid Javid, "Não conseguimos mais distinguir entre o já banido braço militar e o partido político."

Shalom, Israel!



sexta-feira, fevereiro 15, 2019

GRANDE EXERCÍCIO MILITAR EM ISRAEL PARA "SIMULAR SITUAÇÃO DE GUERRA COM O HEZBOLLAH"

O exército israelita conduziu um exercício militar de grandes dimensões na semana passada visando o treinamento de soldados para operações de combate em condições topográficas semelhantes às do Líbano.
Segundo as informações prestadas pelos próprios militares, este foi o maior exercício realizado pela "401ª Brigada dos Corpos Armados" nos últimos anos. Os soldados realizaram simulacros em conjunto com a Força Aérea e pessoal da engenharia e dos serviços secretos.
Dezenas de tanques de guerra, veículos armados de transporte de pessoal e helicópteros foram estacionados na zona de treino, no vale do Jordão.
Segundo o comandante da Brigada, o coronel Dudu Sonago, os militantes libaneses do Hezbollah ganharam vasta experiência e e desenvolveram técnicas de batalha mais sofisticadas como resultado do envolvimento na guerra civil da vizinha Síria.
"À medida que a situação na Síria vai-se estabilizando, o Hezbollah está trazendo as suas forças de volta ao Líbano" - informou o comandante israelita, acrescentando: "Eles já não são mais uma organização de guerrilheiros, mas um verdadeiro exército. Eles combateram lá em regimentos de companhias e de batalhões, de forma muito semelhante aos militares."
"Eles operam em zonas civis e estão preparados e equipados com um grande número de mísseis anti-tanque" - acrescentou o oficial. "Este é um desafio para o qual as FDI têm de se treinar."

Este exercício militar surge numa altura em que as tensões entre Israel e o Líbano atingiram um elevado nível em consequência da destruição pelos militares israelitas de vários túneis escavados pelo Hezbollah e que ligavam o Líbano ao território de Israel. Segundo as FDI, estes túneis seriam utilizados para infiltrar terroristas do Hezbollah em território de Israel.

VIOLAÇÃO DOS ACORDOS
O governo do Líbano continua entretanto a violar os acordos firmados na Resolução 1701 da ONU e que fez cessar a Segunda Guerra do Líbano com Israel em 2006, e em que o Líbano se comprometia a desarmar o grupo armado do Hezbollah, o que até agora não aconteceu, antes pelo contrário, nesta passada Terça-Feira o primeiro-ministro libanês Saad Hariri informou que o novo governo iria permitir ao Hezbollah conservar as suas armas, as mesmas que utilizou contra Israel em 2006 e que tem desde então estado a utilizar.
E, como vem sendo habitual, a ONU faz "vista grossa", e só se lembra de condenar Israel...

Shalom, Israel!


quarta-feira, dezembro 05, 2018

O PLANO DO HEZBOLLAH É CONQUISTAR A GALILEIA

Com esta intervenção das FDI para eliminar os muitos túneis escavados pelo grupo terrorista Hezbollah para penetrar em território judaico, vão-se descobrindo as reais intenções dos militantes islâmicos desse grupo que continua a contar com o beneplácito internacional: nada mais, nada menos, do que conquistar a Galileia bíblica!

"CONQUISTAR A GALILÉIA"
Muito antes desta operação israelita ter sido levada a cabo (ontem), já o plano do Hezbollah "Conquistar a Galiléia" tinha sido anunciado publicamente.
O plano dos terroristas consistia em fazer infiltrar em Israel membros da unidade de elite Radwan (comandadas pelo Hezbollah), que se esconderiam dentro das comunidades israelitas da fronteira com o Líbano, tentando fazer reféns israelitas e usar cidadãos israelitas como escudos humanos.

APOIO DE TEERÃO
De acordo com este plano macabro, o regime xiita dos ayatollahs iranianos estaria financiando e enviando armas para a organização terrorista do Hezbollah, para além de enviarem também operacionais para combaterem ao lado dos membros do Hezbollah.
A temível unidade de elite do Hezbollah teria a seu cargo as operações que levariam à "conquista" da Galiléia.

PREPARADO DESDE 2012
Segundo as FDI, estes planos já datam de 2012, sendo que em 2013 já se suspeitava da escavação de túneis, ainda que nada se tenha encontrado de concreto. 
Entretanto, já em 2015, o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, havia afirmado que o seu grupo estava "pronto e preparado" para um confronto na Galiléia e até para além da mesma. Na entrevista dada na altura, o diabólico líder afirmou estarem "preparados para tudo quanto uma guerra com Israel requerer."
Para além desta força de elite, o líder do Hezbollah planearia também fazer uso de milhares de combatentes que estiveram nas guerras do Iraque e da Síria e ainda de outras milícias que reuniria para combater Israel.

Shalom, Israel!

sexta-feira, setembro 21, 2018

NETANYAHU AMEAÇA HEZBOLLAH COM "ATAQUE INIMAGINÁVEL" SE ISRAEL FOR ATACADO

Perante as ameaças prementes do líder do grupo terrorista xiita Hezbollah, instalado no Líbano, de que agora o grupo tem "mísseis de alta precisão" para destruir Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou ontem durante um estudo bíblico que regularmente dirige no seu gabinete que, caso o Hezbollah se atreva a atacar Israel, receberá um "ataque inimaginável."
Netanyahu esclareceu: "Eu escutei as palavras que vieram direccionadas do Hezbollah, e elas vieram da mesma pessoa que em 2006 (depois da Segunda Guerra no Líbano) disse que se soubesse a resposta que recebeu então por causa do rapto de dois soldados israelitas, teria pensado duas vezes antes de o fazer. Por isso, recomendo hoje que ele não pense duas vezes, mas sim vinte, pois se ele se atrever a nos confrontar, receberá um ataque que está longe de imaginar."
Ontem mesmo o líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, tinha afirmado que o equilíbrio de poder entre o grupo terrorista xiita Hezbollah e Israel "se tinha alterado", e que o grupo dispunha agora de mísseis de alta precisão que seriam usados no próximo conflito.
Israel tem regularmente atacado comboios com armamento oriundo da Síria e destinado ao Hezbollah, e até mesmo as próprias fábricas e armazéns onde material bélico iraniano tem sido escondido. O ministro para a Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, tem constantemente avisado que Israel "tudo fará para impedir a consolidação da presença iraniana na Síria e a transferência de armas da Síria para o Hezbollah."

Shalom, Israel!

domingo, fevereiro 11, 2018

NETANYAHU: "ATAQUES AÉREOS ISRAELITAS PROVOCARAM SÉRIOS DANOS AO IRÃO E À SÍRIA"


O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu afirmou que os ataques aéreos israelitas de ontem em solo sírio provocaram "sérios danos" nas forças armadas do Irão e da Síria: "Continuaremos a transtornar qualquer tentativa para nos atacar. Essa é a nossa política e é nela que iremos permanecer" - afirmou Netanyahu após a reunião com o seu gabinete de segurança.
"Tornámos inequivocamente claro a todos que as nossas regras de acção não mudaram em nada. Continuaremos a atacar em resposta a qualquer tentativa de nos atacarem a nós."
O actual ministro para as Construções e ex-comandante do comando sul das Forças de Defesa de Israel,  Yoav Galant, afirmou na reunião ministerial que "o centro do problema no Médio Oriente é o Irão, que criou um eixo do mal: Irão-Hezbollah-Síria."
E adiantou: " Nós vamos quebrar esse eixo do mal. No Sábado estabelecemos de forma bem clara as linhas vermelhas nesta matéria"  - e acrescentou: "Israel não está apenas falando, mas agindo."
"Não haverá nenhuma infiltração de qualquer tipo de veículo aéreo pilotado ou não dentro do espaço aéreo de Israel que não vá ter uma resposta. Aqueles que os enviarem estarão a colocar as suas vidas em risco, e eu penso que os sírios agora também percebem muito bem que o facto de estarem a acolher os iranianos no seu solo está-lhes a causar grande dano" - acrescentou o ministro.
 
Segundo o ministro para as informações e serviços secretos Israel Katz, os ataques de Israel apanharam o Irão de surpresa: "Tanto eles como nós, sabemos o que atacámos e isso levará algum tempo a digerir, compreender, e a interrogarem-se como é que Israel sabia como atacar esses sítios" - informou o ministro, acrescentando: "Eram sítios escondidos e nós temos agências de espionagem e a capacidade de saber tudo que lá se passa, e ontem provámos isso."
A conclusão unânime dos líderes israelitas é a de que, conquanto Israel não deseje uma escalada da violência nem a guerra, por outro lado não tolerará a presença militar do Irão na Síria e muito menos qualquer incursão no seu território (Israel).
 
Shalom, Israel!
 
Fica o recado dado aos inimigos de Israel. E certamente que Israel levará a sério as suas ameaças.
 
Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 03, 2018

ISRAEL PREPARA-SE PARA CONFRONTAR A AMEAÇA DO HEZBOLLAH (IRÃO) NO LÍBANO

Israel está prestes a desenvolver um vasto arsenal de mísseis de alcance médio.
Meio milhão de shekels foram já inicialmente aprovados pelo Ministro da Defesa para avançar com o projecto de defesa ofensiva, visando confrontar as crescentes ameaças do grupo terrorista islâmico Hezbollah, armado pelo Irão e instalado no sul da Líbano pronto a atacar Israel com cerca de 100 mil foguetes.
Vai ser criada uma vasta rede de sistemas de mísseis de médio alcance terra a terra.
Para além do sistema de defesa israelita, este novo arsenal visa atacar as posições do Hezbollah instaladas um pouco por todo o lado no Líbano, calculando-se que uma em cada três casas no Líbano esteja albergando armamento, mísseis e munições fornecidas pelo Irão ao seu grupo pária Hezbollah. 
Crê-se que em 2020 a fase inicial da instalação deste arsenal já está operacional. 
Estes novos mísseis denominados "Extra", serão fabricados integralmente em Israel e têm um alcance máximo de 150 quilómetros, podendo carregar uma ogiva de 120 quilos cada. No entanto, e segundo um relatório recente, estes mísseis poderão ser em breve substituídos por outros com um alcance duas vezes maior. 
Os barcos de guerra israelita serão também equipados com estes novos sistemas, estando também previsto um modelo adaptado para uso na Força Aérea de Israel.

UM BARRIL DE PÓLVORA
Israel já avisou o Líbano que está sentado num "barril de pólvora", uma vez que todo o país está permitindo o desenvolvimento e o estabelecimento do grupo terrorista Hezbollah no seu território, algo que Israel não poderá tolerar, avisando já que uma próxima guerra não será semelhante à de de 2006, mas muito mais poderosa, um confronto de guerra entre dois estados. 

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 17, 2017

PRÍNCIPE SAUDITA QUER DAR BILIÕES DE DÓLARES A ISRAEL PARA DERROTAR O HEZBOLLAH

A tensão entre a Arábia Saudita e o Irão aumenta a cada dia que passa, falando-se já de uma guerra com consequências inimagináveis. Basta lembrar que as 2 potências regionais estão entre os maiores mundiais de petróleo...
Mas há mais novidades: a contínua aproximação entre a Arábia Saudita e Israel deixou de ser uma ficção virtual, para se tornar cada vez mais uma realidade factual.
É por isso de todo o interesse dos sauditas que Israel combata um dos seus piores inimigos, o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irão, e, a escassos quilómetros da fronteira Norte de Israel, constituindo uma preocupante ameaça não só para Israel, mas também para a estabilidade de toda aquela região. E, como bem reza o ditado, "o inimigo do meu inimigo meu amigo é", eis que o actual príncipe saudita - que em breve será o próximo monarca - propõe a Israel atacar o Hezbollah a troco de alguns biliões de dólares que o reino saudita promete financiar ao até há pouco arqui-inimigo "sionista."
O príncipe herdeiro Mohammed bin Salman deverá já na próxima semana ser coroado como rei da Arábia Saudita, uma vez que o seu pai anunciou que irá deixar o trono nessa altura, a menos que aconteça algo de "muito extraordinário."
 
"ESMAGAR O HEZBOLLAH"
Segundo uma fonte alegadamente "de alto nível", o futuro monarca voltará a sua atenção para o seu rival de longo tempo, o Irão, contando com a ajuda dos militares de Israel para esmagar o Hezbollah no Líbano. Acredita-se que o actual príncipe tenciona seriamente esmagar o Irão e o seu fantoche Hezbollah. E ele sabe bem que sozinho nunca o conseguirá fazer. A menos que tenha o apoio do único país capaz de exterminar de vez aquele grupo terrorista: Israel, até há bem pouco o alvo do ódio saudita...
Fala-se que os planos sauditas incluem um ataque inicial ao Hezbollah no Líbano, mas seguido de apoio israelita para combater o inimigo comum. E caso Israel concorde, será apoiado com um número indeterminado de dólares: biliões.
Ainda que negado pelas autoridades sauditas, suspeita-se que o príncipe terá feito em Setembro passado uma visita secreta ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyhau. Imagine-se onde: em Israel!
 
Shalom, Israel!

sábado, novembro 04, 2017

PRIMEIRO-MINISTRO LIBANÊS DEMITIU-SE APÓS TENTATIVA DE ASSASSINATO

O primeiro-ministro do Líbano Saad Hariri resignou do seu cargo após ter sido revelada uma tentativa de assassinato "há poucos dias atrás."
Alegando ameaças à sua vida, o primeiro-ministro anunciou a sua resignação durante a actual visita a Arábia Saudita.
Não se conhecem muitos detalhes sobre a tentativa de assassinato, excepto que os "perpetradores da tentativa interceptaram as torres de controle no momento em que a comitiva de Hariri ia passando."
Este anúncio da resignação do líder libanês apanhou toda a população de surpresa, acrescentando instabilidade ao clima já demasiado tenso que se vive actualmente na região.
Hariri mencionou num discurso que o clima actual é em todo semelhante ao experimentado na ocasião do assassinato do seu pai, Rafik Hariri, segundo se crê da autoria do movimento terrorista islâmico Hezbollah, que de facto domina toda a região.
Percebe-se a mão do Irão em toda esta instabilidade, algo que Hariri quis combater a todo o custo. "O mal que o Irão espalha na região vai-se voltar contra si" - afirmou Hariri, responsabilizando o regime dos ayatollahs iranianos pelo caos, conflitos e destruição instalados por toda a região.
"O Irão tem a sua garra presa ao destino das nações da região...O Hezbollah é o braço do Irão, não apenas no Líbano, mas em outros países árabes também" - acusou o ministro.
"Nestes últimos anos o Hezbollah tem utilizado a força das suas armas para impor-se como um facto assumido na região" - acrescentou o ministro demissionário.
 
UM PAÍS DIVIDIDO
O Líbano encontra-se profundamente dividido. Por um lado, o sunita muçulmano Hariri, leal ao regime da Arábia Saudita, e por outro, uma parte da população leal ao Irão e ao seu fundamentalismo xiita representado pelo Hezbollah. O actual presidente Michel Aoun é um aliado próximo do Hezbollah.
O Hezbollah é um aliado vital do regime sírio de Bashar Assad na guerra que a Síria está a travar contra o Daesh e contra os grupos armados da oposição.
O agora resignado primeiro-ministro acusou o Irão por não ter conseguido unir o seu país, sendo o responsável pelos abusos cometidos no seu país.
Toda a região está vulnerável ao conflito entre os xiitas do Irão e os sunitas da Arábia Saudita, com Israel pelo meio, altamente preocupado com a presença cada vez maior do Irão na sua fronteira Norte. Várias fábricas de armamento têm sido atacadas nestes últimos meses pela aviação israelita, temendo-se que o Irão procure instalar-se cada vez mais na Síria e no Líbano para atacar o estado judaico.
 
Shalom, Israel!
 

segunda-feira, agosto 14, 2017

"SE O HEZBOLLAH ATACAR ISRAEL, O LÍBANO SOFRERÁ AS CONSEQUÊNCIAS" - PROMETE MINISTRO ISRAELITA EM RESPOSTA À AMEAÇA FEITA ONTEM PELO HEZBOLLAH

Israel não está para brincadeiras. Nas duas últimas guerras provocadas pelos terroristas do Hezbollah em 2006 e pelo Hamas em 2014, as Forças de Defesa de Israel contiveram-se demasiadamente nas suas respostas, tentado ao máximo que os seus ataques fossem "cirúrgicos", poupando ao máximo possível as populações civis, tanto no Líbano como na Faixa de Gaza.
Mas a crueldade e o desrespeito pela vida humana demonstrados pelos terroristas muçulmanos das 2 pérfidas organizações anti-semitas não olham a meios para atingir os seus fins, como foi o caso da enorme quantidade de explosivos guardados em hospitais, creches e escolas, até mesmo em mesquitas, o disparo de rockets a partir de parques infantis e hospitais, a colocação de crianças em zonas de ataque, etc. etc.
Só que desta vez Israel não vai tolerar qualquer iniciativa de ataque por parte desses dois hediondos grupos terroristas islâmicos. 
Hoje mesmo o Ministro para a Educação de Israel, o "linha dura" Naftali Bennet, anunciou "uma nova estratégia" por parte de Israel, e que o seu país considerará o Líbano inteiramente culpado por qualquer ataque do Hezbollah contra território israelita.
"O interesse de Israel é evitar outra confrontação no Líbano, e por isso a nossa estratégia é simples: o Líbano é igual ao Hezbollah, e o Hezbollah é igual ao Líbano" - afirmou Bennet, membro do gabinete de segurança de Israel.
"Ao contrário da Segunda Guerra do Líbano, não iremos desta vez diferenciar entre a organização e o estado do Líbano. Isso significa que qualquer ataque do Hezbollah irá causar destruição no Líbano e nas suas instituições."

AMEAÇA DO HEZBOLLAH
Para celebrar o 11º aniversário da Guerra de 20016, o líder do grupo terrorista islâmico Hassan Nasrallah ameaçou ontem Israel com ataques cruéis. O bandido chegou a sugerir que Israel deslocasse o seu reactor nuclear de Dimona, alegando que é também um alvo visado pela sua organização, cuja destruição acarretaria mais estragos do que se possa imaginar.
Falando a partir do seu bunker oculto para um evento organizado pelo seu grupo terrorista Hezbollah no dia de ontem, Nasrallah ameaçou que caso Israel decidisse novamente invadir o país, teria pela frente uma força 100 vezes superior àquela que enfrentou no último conflito.
Nasrallah alegou ainda que Israel só não ataca o Líbano porque percebe que pagaria um alto preço por tal iniciativa.

RESPOSTA ISRAELITA
"Nasrallah, que pretende ser o 'defensor do Líbano', tornar-se-à o 'destruidor do Líbano'" - afirmou Bennett esta tarde, acrescentando: "Nós não queremos a guerra, e faremos tudo para a evitar, mas o outro lado tem que saber que haverá consequências provocadas por decisões unilaterais que ponham em risco a segurança de Israel."
E o ministro foi ainda mais longe: "Agora que o Líbano tornou claro que é o Hezbollah e que o Hezbollah é o Líbano, é altura de Israel e do mundo fazerem saber ao público libanês que se algum rocket ou morteiro for disparado contra Israel, isso será considerado por Israel como um acto de guerra conduzido pelo governo do Líbano. Se o Líbano permite e capacita terroristas a montarem ataques a partir do seu território soberano, Israel responsabilizará o Líbano por tal."
"E ao contrário da última, vez, Israel não irá usar pinças para procurar uma agulha num palheiro: nós neutralizaremos o palheiro."

O GRUPO TERRORISTA HEZBOLLAH FAZ PARTE DO GOVERNO DO LÍBANO
Segundo Bennett, o Hezbollah tem 12 assentos no governo do Líbano e dois ministros no governo. Para Bennett, isso justifica a afirmação de que um ataque do Hezbollah a Israel será considerado um ataque do próprio Líbano contra o estado judaico. 
"Se formos forçados a lutar - e para ser claro, não temos nenhum desejo de ir para a guerra - olharemos para todas as instituições governamentais libanesas como alvos potenciais. Qualquer lugar usado para lançar rockets contra Israel será considerado espaço militar; qualquer aldeia que abrigue armazéns com munições ou centros de comando, será considerada base militar; qualquer edifício ou infra-estrutura libanesa utilizada para atacar Israel torna-se automaticamente num alvo militar. Os resultados seriam trágicos para o povo do Líbano."