O boicote à internet e à própria Starlink pelo regime satânico dos aiatolás iranianos não permite uma visão clara do que realmente se está a passar nas ruas das cidades e províncias do Irão. Há relatos horríveis de cadáveres amontoados nos hospitais, feridos que não são tratados por oposição das forças do regime que agora controlam os hospitais, pessoas que são simplesmente liquidadas à queima-roupa pelas hediondas forças do regime, que se sabe estar a fazer uso de armas militares contra civis, etc.
Aquilo que os grupos da oposição iraniana reportam é a existência de 12 mil mortos como consequência dos recentes protestos, fazendo deste o pior massacre dos tempos modernos no Irão.
De acordo com o grupo "Iran International", a maior parte dos mortes aconteceram nas noites de 8 e 9 deste mês, com a matança perpetrada primariamente pelos "Guardas Revolucionários" e pelas forças "Basij" agindo sob as ordens do líder supremo do Irão, Ali Khamenei. As informações estarão a chegar de diversas fontes dentro do país, incluindo de indivíduos próximos do "Supremo Conselho Nacional de Segurança" e do gabinete presidencial, bem como de membros dos "Guardas Revolucionários Islâmicos" em Mashhad, Kermanshah, e Isfahan. Outras informações adicionais foram fornecidas por médicos, testemunhas oculares e por familiares das vítimas.
As autoridades do satânico regime já detiveram pelo menos 10.721 pessoas.
Os responsáveis iranianos classificam as notícias internacionais como propaganda fabricada, culpando agentes estrangeiros pela violência, classificando-os de terroristas e arruaceiros. E, como seria de esperar, os principais visados são os EUA e Israel, os "grande Satã" e "pequeno Satã". O regime organizou entretanto grandes manifestações pró-governamentais numa tentativa de transmitir uma imagem de estabilidade.
Os tumultos iniciaram-se quando a divisa iraniana colapsou sob a pressão das sanções internacionais. Aquilo que inicialmente eram protestos contra a economia espalhou-se rapidamente para 185 cidades, passando a ser protestos políticos contra o regime teocrático imposto ao povo com a revolução islâmica de 1979. Manifestantes gritavam "Morte ao ditador!", referindo-se ao aiatolá Ali Khamanei, o cruel e sanguinário ditador de 86 anos de idade.
TRUMP PROMETE AJUDA
Israel está obviamente de prevenção máxima, uma vez que a haver um ataque da aviação norte-americana contra interesses do regime iraniano, a retaliação recairá, tal como já ameaçado, sobre Israel e sobre os interesses norte-americanos na região.
Shalom, Israel!

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