terça-feira, janeiro 13, 2026

A OPOSIÇÃO IRANIANA REPORTA 12.000 CIVIS ASSASSINADOS NOS PROTESTOS ANTI-GOVERNAMENTAIS


O boicote à internet e à própria Starlink pelo regime satânico dos aiatolás iranianos não permite uma visão clara do que realmente se está a passar nas ruas das cidades e províncias do Irão. Há relatos horríveis de cadáveres amontoados nos hospitais, feridos que não são tratados por oposição das forças do regime que agora controlam os hospitais, pessoas que são simplesmente liquidadas à queima-roupa pelas hediondas forças do regime, que se sabe estar a fazer uso de armas militares contra civis, etc.

Aquilo que os grupos da oposição iraniana reportam é a existência de 12 mil mortos como consequência dos recentes protestos, fazendo deste o pior massacre dos tempos modernos no Irão. 

De acordo com o grupo "Iran International", a maior parte dos mortes aconteceram nas noites de 8 e 9 deste mês, com a matança perpetrada primariamente pelos "Guardas Revolucionários" e pelas forças "Basij" agindo sob as ordens do líder supremo do Irão, Ali Khamenei. As informações estarão a chegar de diversas fontes dentro do país, incluindo de indivíduos próximos do "Supremo Conselho Nacional de Segurança" e do gabinete presidencial, bem como de membros dos "Guardas Revolucionários Islâmicos" em Mashhad, Kermanshah, e Isfahan. Outras informações adicionais foram fornecidas por médicos, testemunhas oculares e por familiares das vítimas. 

As autoridades do satânico regime já detiveram pelo menos 10.721 pessoas.

Os responsáveis iranianos classificam as notícias internacionais como propaganda fabricada, culpando agentes estrangeiros pela violência, classificando-os de terroristas e arruaceiros. E, como seria de esperar, os principais visados são os EUA e Israel, os "grande Satã" e "pequeno Satã". O regime organizou entretanto grandes manifestações pró-governamentais numa tentativa de transmitir uma imagem de estabilidade. 

Os tumultos iniciaram-se quando a divisa iraniana colapsou sob a pressão das sanções internacionais. Aquilo que inicialmente eram protestos contra a economia espalhou-se rapidamente para 185 cidades, passando a ser protestos políticos contra o regime teocrático imposto ao povo com a revolução islâmica de 1979. Manifestantes gritavam "Morte ao ditador!", referindo-se ao aiatolá Ali Khamanei, o cruel e sanguinário ditador de 86 anos de idade. 

TRUMP PROMETE AJUDA


Numa mensagem hoje divulgada na sua rede social, o presidente Donald Trump, para além de palavras de encorajamento ao povo iraniano, prometeu que "a ajuda está a caminho". Não se sabe de que ajuda se trata. Por enquanto já se sabe que a administração norte-americana sancionará com 25% de taxas todos os países que fizerem negócios com o Irão. Mas a "ajuda" que o povo pede a Trump é muito mais do que isso. De facto, as movimentações mais recentes levam a crer que poderá estar para breve um forte ataque militar norte-americano a instalações cruciais do regime, provocando uma instabilidade difícil de controlar e que poderá levar ao derrube do mesmo. Hoje mesmo o presidente irá reunir-se com o seu governo para decidir quais as acções a levar a cabo para ajudar o povo iraniano nesta dramática situação de sofrimento e instabilidade.

Israel está obviamente de prevenção máxima, uma vez que a haver um ataque da aviação norte-americana contra interesses do regime iraniano, a retaliação recairá, tal como já ameaçado, sobre Israel e sobre os interesses norte-americanos na região.

Shalom, Israel!



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