Vive-se num perigoso impasse no Médio Oriente. O presidente Trump mandou suspender o ataque ao Irão na madrugada de ontem quase ao último minuto. Sabe-se no entanto que o ataque aos interesses militares do regime satânico dos aiatolás do Irão não foi cancelado, apenas adiado, aguardando-se uma melhor altura. Segundo várias fontes, vários países terão pedido a Trump para suspender o ataque, tendo Israel em particular pedido mais tempo para se poder equipar melhor e a tempo para a defesa face a uma possível retaliação por parte do Irão. Outros países árabes e muçulmanos alegaram que o ataque iria despoletar um grande conflito regional.
Israel continua em prevenção máxima, com todos os sistemas de defesa anti-aérea "Iron Dome" estacionados em várias partes do país. Hoje mesmo o comandante supremo das IDF visitou os vários sistemas de defesa espalhados pelo país para constatar a sua prontidão. Israel já avisou que não está interessado num ataque ao Irão, mas que apoiará no entanto os EUA se tal decisão for tomada. Jerusalém e Washingtom estão a manter consultas diárias sobre a questão do Irão. Ao que parece, a administração norte-americana ainda prefere a via diplomática para resolver a questão do Irão.
Por outro lado, há movimentações de porta-aviões norte-americanos e de aviões de guerra na direcção do Médio Oriente...
Aparentemente, os protestos diários terão diminuído de intensidade, mas sem comunicações para o exterior pouco se sabe da realidade actual. Segundo os activistas, foram assassinadas 2.637 pessoas, mas há quem fale em 12 mil e até 20 mil. A verdade dos factos, só o tempo o dirá.
A diplomacia joga agora um papel crucial. Esta manhã Netanyahu conversou ao telefone com o presidente russo Putin, o qual ligou de seguida para o presidente iraniano. Por mais irónico que pareça, Putin ofereceu-se para mediar o conflito entre o Irão e Israel...
Uma das razões para o adiamento do ataque terá também a ver com a informação que o presidente Trump recebeu da parte do Irão de que as execuções previstas de manifestantes iriam ser canceladas. Não se sabe ao certo se o Irão está a cumprir esta promessa, uma vez que as execuções podem estar a ser realizadas em privado, em espaços não públicos. Há muito pouca informação do que realmente se passa agora no Irão, uma vez que continua o "apagão" da internet e dos telefones móveis.
Shalom, Israel!

Sem comentários:
Enviar um comentário