O presidente Donald Trump deu esta manhã início à cerimónia de assinaturas do "Conselho de Paz", que será subscrito por dezenas de líderes e diplomatas mundiais, entre os quais vários países muçulmanos. O "Conselho de Paz" passará agora a ser oficialmente uma organização internacional, que alguns dizem pretender substituir ou esvaziar a moribunda ONU.
No seu discurso inaugural, Trump afirmou que "temos paz no Médio Oriente." Segundo ele, a guerra em Gaza "está a chegar ao fim", apesar de ainda existirem "pequenos fogos" que importa apagar. Trump referiu-se ao Hamas, afirmando que o grupo terá de entregar as suas armas, caso contrário, "será o seu fim."
O secretário de estado norte-americano Marco Rubio disse esta manhã na conferência que o foco deste novo conselho é "primeiro e acima de tudo" assegurar que "este acordo de paz em Gaza se torne duradoiro." Rubio afirmou ainda que este conselho é "um conselho de acção. O novo conselho servirá como um exemplo do que será possível em outras partes do mundo sem perder o foco naquilo que agora está diante de nós."
Os 2 primeiros países a assinar entretanto a sua adesão a este "Conselho de Paz" foram precisamente o ministro representante do Barein, Sheikh Isa Al Khalifa, e o ministro dos Negócios Estrangeiros de Marrocos, Nasser Bourita. Ambos os países aderiram aos "Acordos de Abraão" ainda durante o primeiro mandato de Trump.
Shalom, Israel!



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