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quinta-feira, fevereiro 24, 2022

PUTIN METE-SE AGORA COM ISRAEL...

Já antes do premeditado ataque à Ucrânia, Moscovo já tinha entrado em rota de colisão com Jerusalém por causa dos Montes Golan: "A Rússia não reconhece a soberania israelita sobre os Montes Golan, que fazem parte da Síria" - afirmou o embaixador russo para as Nações Unidas Dmitry Polyanskiy no Conselho de Segurança da ONU, ontem reunido para debater o conflito entre os palestinos e Israel. 

A reunião mensal do CS teve lugar ontem para debater em especial o conflito entre a Rússia e a Ucrânia. 

Esta declaração do embaixador russo não terá sido ocasional, uma vez que foi feita apenas algumas horas após Israel ter quebrado a sua neutralidade sobre o conflito, tendo dado o seu apoio à Ucrânia. 

Na reunião do Conselho de Segurança, a Rússia lembrou Israel de que está ao lado da Síria, onde se encontra militarmente entricheirada, apoiando a exigência síria de que Israel "devolva" os Montes Golan, os quais foram conquistados pelas FDI durante a Guerra dos Seis Dias.

Israel anexou legalmente os Montes Golan em 1981, mas até agora só os Estados Unidos é que reconheceram essa anexação. No passado mês de Dezembro o governo israelita aprovou um investimento de 1 bilião de shekels para a região, incluindo a criação de duas novas cidades.

O embaixador russo aproveitou ainda para condenar a soberania judaica sobre a capital Jerusalém. 

Moscovo reconheceu Jerusalém ocidental como capital de Israel em 2017, mas parece que o embaixador russo ignorou esse facto, referindo-se a Tel Aviv como sendo a capital de Israel. 

Shalom, Israel!


sexta-feira, outubro 22, 2021

PRIMEIRO-MINISTRO ISRAELITA NUM ENCONTRO "CALOROSO E ÍNTIMO" COM PUTIN DURANTE 5 HORAS

A reunião de hoje entre Naftali Bennett, primeiro-ministro de Israel, e o presidente russo Vladimir Putin prolongou-se por cinco horas seguidas, "obrigando" o líder israelita a permanecer mais um dia em Sochi (Sul da Rússia) devido à entrada do Shabbath. 

O encontro foi descrito como "caloroso e íntimo." Sabe-se que ambos concordaram sobre a continuidade da actual política respeitante aos ataques aéreos israelitas na Síria, tendo falado ainda sobre questões pessoais. Foram abordados os esforços para travar o programa nuclear iraniano e também os planos para que seja criada uma força-tarefa destinada a encontrar soluções para qu eturistas russos possam entrar em Israel com a vacina russa Sputnik V, a qual ainda não ganhou a aprovação em Israel.

Este ano celebram-se 30 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 16, 2020

RÚSSIA: "O NOSSO OBJECTIVO FINAL É O ESTABELECIMENTO DE UM ESTADO PALESTINIANO"

 

Em afirmações prestadas por Sergey Lavrov, ministro russo para as relações exteriores, numa reunião com o seu par dos Emirados Árabes Unidos ontem realizada em Moscovo, o ministro afirmou que o estabelecimento de um estado palestiniano é o objectivo final da diplomacia russa: "A normalização entre Israel e os estados árabes não significa que a resolução da questão palestiniana se torne numa prioridade secundária."

"Estamos unidos na nossa opinião com os Emirados Árabes Unidos na questão palestiniana. A normalização dos laços de Israel com estados árabes está a ganhar força. Isso é com certeza um fenómeno positivo em geral, pois elimina disputas há muito sustentadas e estabelece canais de comunicação cultural e legal" - afirmou Lavrov.

No entanto, o ministro russo enfatizou que a Rússia sempre reivindicou que o processo palestiniano não pode ser relegado para "uma segunda prioridade e esquecido." Lavrov reiterou que a questão palestiniana deve ser solucionada na base das resoluções das Nações Unidas existentes que devem incluir o estabelecimento de um estado palestiniano independente a ser estabelecido lado a lado com o estado de Israel, com paz e segurança. Para Lavrov a comunidade internacional tem de ajudar ao reatamento das conversações directas entre Israel e os palestinianos.

Para tal, e segundo Lavrov, a Rússia tem repetidamente proposto a renovação do trabalho do "Quarteto para a paz" - representantes da Rússia, Estados Unidos, Nações Unidas e União Europeia. O ministro acrescentou ainda que Moscovo vê a necessidade de partilhar os esforços do Quarteto com representantes da Liga Árabe, um outro "Quarteto" que incluiria o Egipto, a Arábia Saudita, a Jordânia e os Emirados Árabes Unidos. 

"Penso que podemos e devemos combinar os esforços do quarteto internacional com o quarteto árabe a  ser estabelecido de forma a concordarmos com as condições para que se renovem as negociações directas entre os palestinianos e Israel. O nosso objectivo final é conseguir-se uma total normalização no Médio Oriente, o estabelecimento de um estado palestiniano, e o estabelecimento de laços entre Israel e todos os países na região" - concluiu o ministro russo.

Desta forma, e tal como já antes aconteceu, a Rússia coloca-se na mira da ira do Deus de Israel, que prometeu vingar-Se de todas as nações que dividirem a Sua Terra.

Shalom, Israel!


terça-feira, junho 25, 2019

"PAZ PARA A PROSPERIDADE" - ASSIM INICIOU JARED KUSHNER A CIMEIRA DO BARHEIN, CONDENADA DESDE LOGO AO FRACASSO...

Hoje é um daqueles dias em que os olhos do mundo estão focados no Médio Oriente... Israel... Jerusalém! De facto, é assim que a agenda profética se irá cada vez mais desenrolar. A História humana começou naquela região e é lá que tudo indica se encerrará este ciclo civilizacional.
No seu discurso de arranque na cimeira económica a decorrer no Barhein, com o objectivo anunciado de se desenvolverem esforços e recursos para ajudar a economia palestiniana - nada menos do que 50 biliões de dólares, já entretanto rejeitados pelos palestinianos - o mentor do "acordo do século"- ou seja, a tentativa para (mais um) acordo de paz entre israelitas e palestinianos - Jared Kushner, genro do actual presidente norte-americano Donald Trump, tentou uma aproximação aos irados palestinianos, prometendo que "a América não desistiu de vós."
Kushner afirmou que "O acordo numa trilha económica em progressão é uma pré-condição necessária para a resolução dos assuntos previamente insolúveis."
E, para tentar contentar ambas as partes, o judeu praticante Kushner, afirmou no seu discurso inaugural: "Para ser claro, o crescimento económico e a prosperidade para o povo palestiniano não são possíveis sem uma solução justa e duradoura para o conflito - uma solução que garanta a segurança de Israel e que respeite a dignidade do povo palestiniano."
A cimeira económica tem a duração de dois dias, e conta com a presença de homens de negocio do mundo inteiro, incluindo israelitas e palestinianos, embora sem representação oficial.

ENTRETANTO, EM JERUSALÉM...
Tal como anunciado, Jerusalém está a assistir pela primeira vez a uma cimeira trilateral, envolvendo representantes de alto nível das duas superpotências e Israel. A cimeira decorreu durante o dia de hoje, mas só veio demonstrar o quanto a Rússia está comprometida com o parceiro Irão, não abrindo mão da parceria política e económica com o regime ditatorial dos ayatollahs, responsável pela instabilidade actual vivida no Golfo e pelas constantes ameaças a Israel. 
O foco da cimeira foi a questão da Síria e do Irão, tendo o representante russo Nikolai Patrushev afirmado serem "inaceitáveis" as tentativas para "demonizar" a República Islâmica do Irão. O representante norte-americano John Bolton, por seu turno, afirmou que, caso o regime de Teerão ultrapasse o limite estabelecido para o enriquecimento de urânio, "todas as opções estão em cima da mesa."
O representante russo veio ainda criticar Israel, alegando que os ataques aéreos na Síria são "indesejáveis", aproveitando ainda para condenar as tentativas para isolar o Irão. 
Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro Netanyahu apelou para que os três países concordassem em expelir as forças estrangeiras da Síria, acrescentando que Israel não permitirá que o Irão estabeleça uma base militar permanente naquele país vizinho.
Questionado sobre se no caso de o Irão ultrapassar o limite estabelecido no acordo nuclear os Estados Unidos lançariam um ataque, Bolton limitou-se a afirmar que "seria um sério erro o Irão ignorar esses limites."

Confesso que esperava mais desta cimeira. Mas, como ficou bem patente, tudo não passou de mais uma encenação que tenta fazer crer que tudo está sob controle, quando de facto se sabe bem que a Rússia não cederá aos seus interesses económicos e estratégicos, ou não fosse o Irão um dos maiores produtores mundiais de petróleo...

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 24, 2019

"FAREMOS SEJA O QUE FOR PARA IMPEDIR UM IRÃO NUCLEAR" - AFIRMOU NETANYAHU AO RESPONSÁVEL RUSSO, NO ENCONTRO EM JERUSALÉM

O primeiro-ministro de Israel Netanyahu alertou de forma clara o chefe da segurança máxima da Rússia, pouco antes da reunião de hoje realizada na capital israelita, que Israel "fará seja o que for preciso" para impedir que o Irão consiga armas nucleares.
"Estou certo de que a Rússia compreende o que para nós significa um regime apela à nossa aniquilação, e age numa base diária para alcançar esse objectivo" - afirmou Netanyahu esta manhã ao enviado russo Nikolai Patrushev. 
"Israel não permitirá que um Irão que apela à nossa aniquilação se entrincheire na nossa fronteira, e faremos tudo o que for preciso para impedir que ele consiga armas nucleares" - enfatizou o primeiro-ministro.
Esta reunião hoje realizada no gabinete do primeiro-ministro em Jerusalém antecede o primeiro encontro trilateral a realizar amanhã com representantes máximos dos EUA, Rússia e Israel. Estarão ali representados na capital israelita os conselheiros para a segurança nacional John Bolton, pelos EUA, Patrushev, pela Rússia, e Meir Ben Shabbat, por Israel. 
"A cooperação entre Israel e a Rússia para a segurança já contribuiu imenso para a segurança e a estabilidade da nossa região, e alterou profundamente a situação regional" - afirmou Netanyahu.

A RÚSSIA E A SEGURANÇA DE ISRAEL
Numa declaração aos repórteres presentes, o enviado russo informou que a cimeira a realizar amanhã entre as 2 potências mundiais e Israel terá como foco "a situação regional, especialmente na Síria", dando também uma ênfase especial às preocupações de segurança por parte de Israel.
"Prestamos uma atenção especial para garantir a segurança de Israel" - afirmou, identificando a situação como "um interesse especial para nós, uma vez que aqui em Israel vivem quase 2 milhões de russos. Israel apoia-nos em diversos canais, incluindo a ONU. O primeiro-ministro (Netanyahu) já disse que partilhamos os mesmos pontos de vista na questão da falsificação da História da Segunda Guerra Mundial."
Patrushev adiantou ainda que, entre outras coisas a abordar com o seu par norte-americano estarão "várias ideias sobre como alcançar a paz na nossa região. E uma vez chegados a acordo, deveremos acrescentar outros estados na região a este formato."
O responsável russo tem tentado "navegar" no meio do conflito entre Israel e o Irão sem comprometer a relação que mantém com ambos os países. No entanto, o mesmo responsável já afirmou que, em relação ao encontro trilateral, irá apoiar as posições iranianas. 
"O Irão está na Síria a convite do governo legítimo daquele país e está activamente envolvido no ataque ao terrorismo. É por isso que temos de levar em conta os interesses do Irão" - afirmou o responsável russo, confirmando mais uma vez que na realidade a Rússia apoia o regime mais promotor do terrorismo islâmico, como é o caso do Irão no seu apoio aos grupos terroristas do Hezbollah e do Hamas.

Por parte dos norte-americanos, sabe-se que o seu representante irá dizer ao seu par russo que o Irão tem de sair da Síria, citando a ausência de qualquer papel positivo do Irão na Síria, bem como em outros lugares: Líbano, Iraque e Iémen. 

CONFRONTO DE ALIANÇAS
A cimeira presenciará certamente um duelo e um encontro de interesses antagónicos e incontornáveis: por um lado, a Rússia, com o seu firme apoio a Teerão e a Damasco, por outro, Washington, com o seu fiel apoio a Jerusalém, ambos tendo o Irão como um grande, senão até o pio inimigo...

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 15, 2018

"SE O IRÃO ATACAR ISRAEL, ESTAREMOS DO VOSSO LADO" - AFIANÇA DIPLOMATA RUSSO

O embaixador da Rússia em Israel afirmou que caso Israel venha a ser atacado pelo Irão, Moscovo estará ao lado do estado judaico.
Esta declaração junta-se a outra em que o diplomata Leonid Frolov asseverou que Israel tem todo o direito de se defender, ao abater um drone intruso no seu território, porém não concorda com a afirmação israelita de que Teerão estaria por trás do lançamento do drone.
"Em caso de agressão contra Israel, não serão só os Estados Unidos a ficar ao lado de Israel - a Rússia também estará ao lado de Israel" - afirmou o embaixador, acrescentando: "Muitos dos nossos compatriotas vivem aqui em Israel, e Israel é em geral uma nação amiga, e portanto não permitiremos qualquer agressão contra Israel."

Nesta entrevista conduzida na passada Segunda-Feira na embaixada russa em Tel Aviv, o embaixador previu também que os israelitas não irão ficar contentes com o novo plano de paz proposto pelos norte-americanos, e menosprezou a ira com as alegações do presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas condenando Israel como um projecto colonial europeu sem ligação ao judaísmo.
"Apoiamos certamente o direito de Israel a se defender, e as acções dos pilotos israelitas foram inteiramente correctas" - afirmou Frolov, acrescentando a sua solidariedade para com os pilotos feridos em combate: "Certamente lamentamos que neste incidente dois pilotos israelitas tenham ficado feridos. Em nome da embaixada russa expresso o meu desejo de uma pronta recuperação dos pilotos israelitas."
Apesar de a Rússia ser uma clara aliada do Irão e da Síria, o embaixador considerou como "absolutamente legítima" a exigência de Israel para que o Irão não possa estabelecer uma forte presença militar na Síria.
Segundo a opinião do embaixador, Moscovo concorda que as forças militares iranianas devem abandonar o país logo que a sangrenta guerra civil termine e um novo governo democrático seja estabelecido. Segundo Frolov, as forças militares do Irão foram solicitadas pelo presidente sírio Assad para o ajudarem no combate aos muitos grupos rebeldes que combatem contra o seu regime, acreditando mesmo assim que todas as forças militares estrangeiras presentes no terreno deixarão a Síria quando a guerra terminar. 

DRONE IRANIANO SEMELHANTE AO QUE FOI
ABATIDO EM ISRAEL
O embaixador russo concorda que Israel tenha o direito a se defender, mas não está de acordo que tenha sido o Irão o responsável pelo envio do drone: "Estou convencido que cada aparelho drone que entra no espaço aéreo de Israel deve ser abatido. Seria ainda melhor abatê-lo sem no entanto o destruir e ver quem é que o construiu e a quem pertence" - asseverou o diplomata russo através de um intérprete. E acrescentou: "Pode-se acusar os iranianos de muitas coisas, mas estúpidos é que eles não são. Eles sabem o que aconteceria se enviassem um drone para Israel. Ninguém duvida que Israel tem capacidade para derrotar as forças iranianas presentes na Síria. Mas não queremos assumir, sem a existência de provas, que os iranianos na Síria sejam loucos."

UMA "ESCALADA INESPERADA"
As Forças de Defesa de Israel afirmaram inequivocamente que o drone - uma réplica do do americano RQ - 170 - foi construído e pilotado por tropas iranianas estacionadas na Síria. Ontem mesmo a embaixadora dos EUA na ONU Nikki Haley disse ao Conselho de Segurança que "milícias apoiadas pelo Irão" estavam por detrás do ataque com o drone, que ela descreveu como sendo uma "escalada inesperada" e "uma chamada de atenção a todos nós."
O diplomata russo adiantou ainda que a Rússia gostaria de ter um maior envolvimento nas conversações de paz, reconhecendo no entanto que "sem os EUA é impossível chegar-se a entendimentos."
Para Frolov é importante ver-se uma maior proximidade dos norte-americanos ao plano de paz, no entanto alertou para "algumas penosas concessões" que o mesmo exigirá aos israelitas.

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 11, 2016

PRIMEIRO-MINISTRO RUSSO MEDVEDEV VISITA JERUSALÉM

Parte hoje de Israel o primeiro-ministro da Federação Russa, Dmitry Medvedev, após 2 dias de visita para celebrar os 25 anos de laços diplomáticos entre as duas nações.
Mal chegou ao aeroporto de Ben Gurion na Quarta-Feira passada, Medvedev dirigiu-se de imediato à Cidade velha de Jerusalém, capital eterna e indivisível do estado de Israel, tendo visitado o Muro Ocidental e a Igreja do Santo Sepulcro.
Ontem, o líder russo reuniu-se com Netanyahu, que aproveitou para lhe deixar o recado: Israel tudo fará para impedir estabelecimento de uma presença militar iraniana na Síria, continuando a intervir para impedir que o Irão arme o grupo terrorista Hezbollah e outros grupos xiitas da região. 
Ainda que o regime do russo Putin mantenha laços com o Irão e esteja apoiando o regime de Assad na Síria, a verdade é que a Rússia tem aumentado a sua cooperação militar com Israel, de forma a impedir algum confronto desnecessário nos céus da Síria.

"Israel, a Rússia, os Estados Unidos e muitos outros países partilham o objectivo de derrotarem o estado islâmico" - afirmou Netanyahu ao líder russo, acrescentando: "Ao mesmo tempo, estamos também preocupados com o segundo actor na promoção do islamismo radical - o Irão - que está na linha da frente dos que desejam a destruição de Israel e que também apoia o terrorismo a 360º em cinco continentes."
Medvedev elogiou a melhoria das relações bilaterais, assinalando os "valores especiais" que israelitas e russos têm em comum: "De cada vez que venho a Israel, sinto-me em casa" - afirmou, acrescentando: "Os nossos países têm desafios comuns, primeiramente o terrorismo, que ameaça o mundo inteiro, mas que se sente de forma particularmente forte nesta parte do mundo."

Na sua visita desta manhã ao Museu do Holocausto, o primeiro-ministro russo mostrou-se particularmente chocado e, após colocar uma coroa de flores no Memorial, declarou: "É muito importante entendermos a natureza da devastação do Holocausto. É arrepiante vermos a terrível magnitude dos horrores sofridos pelas vítimas de uma nação inteira, o povo judeu."

Shalom, Israel!