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quarta-feira, maio 27, 2020

PAÍSES ÁRABES "FECHAM OS OLHOS" À ANEXAÇÃO POR ISRAEL DE TERRITÓRIOS NA JUDEIA E NA SAMARIA

Contrariamente ao que parece ser e ao que alguns querem dar a entender, vários países árabes estão alegadamente a "fechar os olhos" aos anunciados planos de "anexação" de territórios bíblicos na Judeia e Samaria, denotando um crescente desinteresse pela "causa palestiniana", da qual certamente já se cansaram.
Alguns líderes árabes, sabendo da decisão tomada pelo governo de Jerusalém, trataram logo de vociferar as suas habituais e desacreditas ameaças, no costumeiro alarido propagado pelo inimigos de Israel. Não faltaram ameaças de instabilidade civil e regional e até de violência.
Na semana passada, o rei Abdullah II da Jordânia, em entrevista ao jornal alemão "Der Spiegel", ameaçou que "a anexação israelita do vale do Jordão e dos territórios da Margem Ocidental poderia conduzir a um confronto entre Jerusalém e Aman, podendo levar ao cancelamento dos Acordos de Oslo e ao colapso da Autoridade Palestiniana.

ATRÁS DOS BASTIDORES, A HISTÓRIA É OUTRA...
Mas, atrás dos bastidores, a história é outra...
Segundo um jornal israelita, os dirigentes de países árabes como a Jordânia, o Egipto e a Arábia Saudita estão silenciosamente a aceitar o plano de anexação, isso apesar das declarações públicas de condenação à decisão isarelita.
Até mesmo o rei Abdullah II da Jordânia não mencionou a questão numa grande manifestação pública recentemente realizada na Jordânia.
Talvez uma das razões para tal seja o facto de ele saber que se entrar em conflito com Israel, cancelando ou suspendendo o acordo de paz realizado entre os dois países, a sua posição de autoridade sobre os lugares sagrados em Jerusalém pode ser posto em causa. Além disso, sabe-se muito bem que o rei jordano prefere ter as tropas israelitas do outro lado da fronteira do Jordão a controlar a região do que forças palestinianas ou rebeldes a fazê-lo.
O rei Abdullah tem também, obviamente, todo o interesse em manter boas relações com a administração norte-americana de Donald Trump, tanto mais que se avizinham eleições nos EUA que o actual presidente poderá ganhar.
O rei hashemita não quer também ver junto a si a instabilidade contínua vivida hoje na Faixa de Gaza depois que os israelitas abandonaram aquele território. Devido ao corte de relações com as autoridade de Israel, a Autoridade Palestiniana pode perder o controle nos territórios próximos do Jordão, e dar lugar ao movimento terrorista do Hamas, com quem certamente Abdullah II não deseja conviver.
Aquilo que o rei jordano propaga publicamente é claramente para consumo interno e não expressará os seus verdadeiros sentimentos.
Um alto representante egípcio também testemunhou que nesta altura a maior preocupação dos árabes é a contínua e crescente tentativa de domínio homogéneo xiita iraniano naquela região, sendo para os árabes uma preocupação maior do que com a causa palestiniana.
E os egípcios sabem muito bem que só podem contar com Israel e os EUA para combaterem essa crescente influência xiita em toda a região do Médio Oriente.

Shalom, Israel!

segunda-feira, maio 25, 2020

NETANYAHU PROMETE AVANÇAR EM JULHO COM A ANEXAÇÃO DA JUDEIA E SAMARIA

Israel deverá aproveitar a oportunidade actual para estender a soberania do seu território até à Judeia e Samaria- territórios bíblicos pertencentes a Israel, mas cuja soberania não é internacionalmente reconhecida.
"Pela primeira vez, desde 1948, há uma oportunidade histórica para aplicar a soberania (conforme o acordo com os EUA), como um acto diplomático e acto soberano de Israel sobre a Judeia e a Samaria" - afirmou esta manhã o primeiro-ministro israelita, numa alocução no seu partido Likud, acrescentando: "Esta é uma oportunidade que não pode ser perdida."
Netanyahu afirmou que a data alvo é Julho, e que "não a iremos mudar."
O primeiro-ministro informou também que tem estado permanentemente a trabalhar o "mapa do plano de paz" com representantes da administração norte-americana. O projecto da "anexação" terá de ser levado a votação a partir do dia 1 de Julho.

OPOSIÇÃO INTERNACIONAL
A Jordânia já ameaçou cortar relações com o vizinho Israel, caso a "anexação" avance.
Com excepção da Áustria e da Hungria, a União Europeia, especialmente a França, está contra a proposta de "anexação" israelita das regiões bíblicas da Judeia e da Samaria.

Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 11, 2020

ABBAS REJEITA NA ONU O PLANO DE PAZ DE TRUMP

Apelidando-o como um "plano israelo-americano", o presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas rejeitou o plano de paz de Trump para o conflito árabe-israelita, esta manhã, durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU.
Mas Abbas, uma verdadeira raposa política em quem ninguém pode confiar, veio ao mesmo tempo afirmar que os palestinianos não recorrerão à violência como forma de oposição ao plano. Como se tal já não estivesse a acontecer. Mas o arqui-mentiroso Abbas ainda foi mais longe nas suas declarações na ONU, ao alegar que "Não somos contra os judeus."
O que custa a acreditar é que ainda haja alguém que dê crédito a esse indivíduo, um dos maiores inimigos da paz no Médio Oriente, fomentador do terrorismo e financiador dos que o praticam.

O discurso de Abbas desta manhã perante o Conselho de Segurança atingiu um tom mais "bélico", quando se referiu ao plano de paz de Trump, acusando-o de "legitimizar os assentamentos e a anexação da terra palestiniana", para além de promover o "regime de apartheid."
E acrescentou, dizendo que os EUA não podem ser o único mediador. 
Ostentando um mapa perante os presentes, Abbas alegou que o território a conceder aos palestinianos mais parecia "um queijo suíço."

ABBAS "NÃO É SÉRIO"
Discursando pouco depois de Abbas, o embaixador de Israel para a ONU Danny Danon afirmou que o presidente palestiniano não é sério sobre as negociações com Israel, independentemente do plano de paz que esteja sobre a mesa.
"O presidente Abbas recusa-se a ser pragmático. Ele recusa-se a negociar. Ele não está interessado em que se encontre uma solução realista para o conflito" - afirmou Danon.
E Danon acusou Abbas de ser o obstáculo à paz: "Só quando ele se demitir é que Israel e os palestinianos conseguirão avançar."

  Shalom, Israel!

terça-feira, fevereiro 04, 2020

UNIÃO EUROPEIA REJEITA "PLANO DE PAZ" DE DONALD TRUMP PARA O MÉDIO ORIENTE

Já era mais que esperado: os 27 países da União Europeia rejeitaram o controverso "plano de paz" do presidente norte-americano para o Médio Oriente, mais precisamente o conflito israelo-árabe.
Profeticamente falando, esta rejeição encaixa exactamente naquilo que muitos de nós pensamos sobre o "acordo de paz" a ser proposto pelo falso Messias para os últimos dias, dando início ao período conturbado a que a humanidade irá assistir, mais conhecido como "as últimas 7 semanas de Daniel." Por muitos acordos que possam ser feitos, sabe-se bem que só um será capaz de agradar a árabes e a israelitas, mas esse será o último e o mais trágico de todos. Na minha modesta opinião, esse acordo será liderado por um europeu, quiçá mesmo um romano, uma vez que quando se refere ao Anticristo, o profeta Daniel refere-se ao "príncipe do povo que há-de vir", ou seja, um líder oriundo do antigo espaço do império romano, pois foi o império romano que destruiu e arrasou o Templo de Jerusalém.

Sem o saber, a Europa está a cumprir o plano de Deus, pois será provavelmente da Europa o papel preponderante para os últimos acontecimentos relacionados com Israel e os árabes.

Hoje mesmo, a União Europeia rejeitou o plano, alegando estar preocupada com o plano israelita de anexar novos territórios "palestinianos."
A declaração hoje feita pelo chefe para a política exterior da Europa, Josep Borrell, sublinha a pretensão europeia de 2 estados lado a lado na Terra de Israel, com base nas linhas fronteiriças de 1967, com a possibilidade de troca de terras, compostos pelo estado de Israel e um "estado viável da Palestina, independente, democrático, contíguo a soberano." Tudo utopia de quem não conhece a mentalidade palestiniana...

Ao que parece, dada a rejeição da Liga Árabe, da Autoridade Palestiniana e agora da União Europeia, o tão badalado "acordo do século" não passará das 181 páginas em que está registado...

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 29, 2020

PALESTINIANOS DIZEM "MIL VEZES NÃO" AO PLANO DE DONALD TRUMP

As reacções ao controverso plano de Trump para dividir a Terra de Israel entre judeus e árabes, vão desde a satisfação de muitos israelitas por verem a possível anexação de territórios ao longo de muitos anos disputados, à plena condenação pelos radicais palestinianos do Hamas, à determinação do líder palestiniano em recusar peremptoriamente este tipo de acordo, à aceitação por parte de algumas nações árabes, como é o caso da Arábia Saudita, do Egipto, do Qatar e dos Estados Árabes Unidos. 
Apesar de este famigerado acordo condenado por Deus possibilitar aos inimigos de Israel a concessão de 70% das terras da Judeia e da Samaria, o líder palestiniano Mahmoud Abbas reagiu de imediato, logo após a revelação do plano: "Nós dizemos: 1.000 vezes não ao acordo do século."
Abbas acrescentou ainda que os palestinianos estão comprometidos em acabar com a "ocupação israelita" e com estabelecimento de um estado com Jerusalém Oriental como capital.
E reafirmou: "Não nos ajoelharemos, e não nos renderemos. Os nossos direitos não estão à venda."

RISCOS POSSÍVEIS
Há no entanto um risco inerente a toda esta loucura proposta pelo presidente norte-americano. A pressão internacional e até local sobre os palestinianos para a aceitação do acordo pode levar a uma mudança de atitude da liderança palestiniana, ou até a uma mudança da mesma por pressão popular. Nessa eventual hipótese, a formação de um estado palestiniano na Terra de Israel, lado a lado com os judeus, ainda por cima com Jerusalém Oriental como capital, colocaria imediatamente em risco a paz e a tranquilidade do estado judaico. 
Veja-se apenas o exemplo da Faixa de Gaza. Israel cedeu aos palestinianos todo aquele território, abandonando-o por completo nas suas mãos. Os palestinianos de Gaza escolheram no entanto um governo radical islâmico, conduzindo aos ataques diários a que as comunidades do Sul de Israel estão infelizmente sujeitos. Se isso aconteceu com Gaza, imagine-se o que seria com um estado detentor do seu próprio exército, paredes meias com Israel...

Esperemos que todos estes planos estejam destinados ao fracasso. 
Esperemos que entretanto Israel anexe aquilo que lhe é de direito no seu território.
Esperemos que a comunidade internacional perceba finalmente quem deseja a paz e a tranquilidade, e quem vê unicamente a aniquilação dos judeus na sua própria terra como a única solução para o eterno conflito...

Só o tempo o dirá...

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 28, 2020

DONALD TRUMP REVELA O "PLANO DA TRAIÇÃO"

Perante uma audiência controladamente embevecida com o desvendar do "acordo de paz" para o Médio Oriente, o presidente norte-americano Donald Trump, lado a lado com o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu, ofereceu aos árabes palestinianos a possibilidade de criarem o seu próprio estado, com Jerusalém oriental como capital, e um "bolo" financeiro de 50 biliões de dólares.

A AMBIGUIDADE DE JERUSALÉM
Por um lado, o "plano de paz" afirma Jerusalém como "capital indivisível" do estado de Israel, mas por outro, oferece Jerusalém oriental como capital de um futuro "estado palestiniano." 
Confesso que não consigo entender esta ambiguidade. Alguma cidade pode ser simultâneamente a capital de dois estados, ainda por cima inimigos? 

VALE DO JORDÃO ANEXADO POR ISRAEL
Das 80 páginas deste acordo, um dos destaques vai para a anexação israelita de todo o vale do Jordão, criando assim uma longa fronteira com a Jordânia que se estenderá por todo o território israelita. Essa foi aliás uma das referências mais elogiadas por Netanyahu no seu discurso proferido logo a seguir ao de Trump. 

MAPA DE UM HIPOTÉTICO ESTADO
DA PALESTINA, JÁ ACEITE POR
ISRAEL, COM JERUSALÉM
ORIENTAL COMO CAPITAL
2 ESTADOS NA MESMA TERRA?
O ponto mais condenável deste "plano de paz", ou "acordo do século" - como tanto o presidente norte-americano gosta de chamar - é a possibilidade da criação de um estado palestiniano, daqui a 4 anos, com a sua capital em Jerusalém Oriental. Esta é uma verdadeira traição às ambições dos judeus sionistas, uma cedência às chantagens dos árabes palestinianos, e, pior que tudo, uma verdadeira afronta aos planos de Deus. 
Na Sua Palavra, o Eterno Deus é bem claro: "O Senhor terá zelo da Sua Terra", e "Congregarei todas as nações e as farei descer ao vale de Josafá, e ali com elas entrarei em juízo; por causa do Meu povo, e da Minha herança, Israel, a quem eles espalharam entre as nações, repartindo a Minha Terra" (Livro do profeta Joel 2:18 e 3:3. 
A cedência do actual primeiro-ministro Netanyahu, que por "casualidade" se torna a partir de hoje réu de 3 "crimes" de estado em Israel, e a anuência do seu rival nas próximas eleições, Benny Grantz,, é não só absurda, perigosíssima para a segurança e o bem estar de Israel, como é também uma imperdoável provocação e demonstração de rebelião para com os planos de Deus. E isso costuma pagar-se bem caro...

Resta-nos a esperança de que os árabes palestinianos não aceitem este plano. Não que eles tenham qualquer razão nas suas reivindicações, mas poderão ser o entrave para que este "plano da traição" não passe do papel, e seja mais uma tentativa gorada para a resolução de um conflito que está na agenda para o grande líder mundial que pouco a pouco se vai aproximando do palco da História...

Shalom, Israel!

segunda-feira, janeiro 27, 2020

COMEÇA A "GUERRA" ISLÂMICA CONTRA O PLANO DE PAZ DE TRUMP

As forças palestinianas e terroristas já estão a alinhar-se para combater o "plano de paz" a ser anunciado amanhã em Washington por Donald Trump.
O ISIS já anunciou "uma nova fase" de ataques visando Israel. Os palestinianos já ameaçaram dissolver a Autoridade Palestiniana. 
"O foco é agora a luta contra os judeus, reivindicando o que eles roubaram dos muçulmanos" - anuncia o comunicado hoje emitido pelo grupo terrorista islâmico ISIS.
Na mesma gravação, ainda não identificada, ouve-se ainda um rol de ameaças: "Insto a que luteis contra os colonatos judaicos. façam deles o vossos campo de experiências para as vossas armas."

"SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS"
Entretanto, a liderança palestiniana ameaçou de "sérias consequências" para a região no caso de o plano de Trump ser implementado.

Amanhã pode ser um dia crucial na História da humanidade, e talvez não pelas melhores razões. 
Ao chegar a Washington, no seu primeiro encontro de hoje com Donald Trump, Netanyahu voltou a afirmar : "Sr. presidente: Anseio fazer História consigo amanhã."
"O acordo do século é a oportunidade do século" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "Não vamos deixá-lo escapar."

Amanhã é o dia...

Shalom, Israel!

sexta-feira, janeiro 24, 2020

DONALD TRUMP PRESTES A REVELAR "PLANO DE PAZ" PARA O CONFLITO ISRAELO-ÁRABE

Durante a visita do vice-presidente norte-americano Mike Pence a Jerusalém, para participar no Fórum Mundial do Holocausto, o convite foi formulado ao actual primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e ao seu principal rival nas próximas eleições legislativas, o líder do partido "Azul e Branco" Benny Gantz, para se deslocarem na Terça-Feira a Washington, onde será revelado finalmente o "plano de paz" para o Médio Oriente.
O plano de paz proposto por Trump tem tudo para ser liminarmente rejeitado pelos palestinianos, uma vez que inclui o reconhecimento de Jerusalém como capital do estado judaico, o direito dos israelitas a anexarem os actuais assentamentos judaicos, a obrigação dos palestinianos de reconhecerem Israel como estado judaico com Jerusalém como sua capital, a obrigação do Hamas entregar as suas armas, etc. Estas são algumas cláusulas que já "vazaram" através dos mídia, mas só para a semana se conhecerão todos os pormenores do acordo.
Ao que parece, Benny Gantz irá rejeitar o convite, alegando que é "uma ratoeira", uma vez que o proposto plano de paz só convirá a Netanyahu. 
Caso os palestinianos rejeitem este novo plano - como é mais do que esperado - Trump condescenderá com qualquer medida de anexação que Israel levar a efeito.
Enfim temos todos os condimentos para nada dar certo...mais uma vez. Até ao dia em que se levantará o falso Messias, com uma proposta irrecusável que todos aceitarão de braços abertos. Estaremos próximos? Creio bem que sim. Ou seja: temo bem que sim...

Shalom, Israel!

terça-feira, abril 16, 2019

"PLANO DE PAZ" DE TRUMP PARA O MÉDIO ORIENTE NÃO INCLUI NENHUM ESTADO PALESTINIANO

Segundo noticias difundidas pelo "The Washington Post", tão esperado "plano de paz" de Donald Trump para o conflito israelo-árabe não incluirá o estabelecimento de um estado palestiniano lado a lado com Israel.
Não será pois de estranhar que essa ideia não tenha feito parte da recente campanha eleitoral em Israel.
Segundo o artigo publicado no jornal norte-americano, o "plano do século", como já é designado, promove a provisão de grandes oportunidades económicas para os palestinianos e o controle israelita nos territórios disputados.
Desde há dois anos que Jared Kushner, genro de Donald Trump, tem estado incumbido de esboçar um "plano de paz" para o Médio Oriente. Kushner, judeu praticante, tem descrito o plano como assentando em quatro princípios base: liberdade, respeito, segurança e oportunidades.
O "plano de paz" deverá ser apresentado ao mundo ainda durante esta Primavera ou, no máximo, no início do Verão.

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 27, 2018

PLANO DE PAZ DE TRUMP PARA O MÉDIO ORIENTE ESTÁ PRONTO E SERÁ REVELADO NO INÍCIO DE 2019

Danny Danon, o embaixador israelita nas Nações Unidas, informou hoje que o "plano de paz" há longo tempo a ser preparado pela administração do presidente norte-americano Donald Trump, se encontra "pronto", prevendo-se que seja revelado no início do próximo ano.
O embaixador afirmou também na conferência de imprensa de hoje que desconhece ainda os pormenores do plano. Para além disso, Danny Danon não soube também especificar se o plano de Trump inclui uma "solução dois estados."

REACÇÃO IRANIANA
O principal inimigo de Israel, o Irão, já veio entretanto vociferar as usas ameaças habituais, afirmando que este "acordo do século" (como tem vindo a ser chamado o plano de paz de Trump) é um "truque" entre o grande inimigo do Irão, os EUA, e Israel, para estabelecerem um domínio do estado judaico no Médio Oriente. 
"Estaremos contra o regime de Israel e não permitiremos que este plano de paz venha a ter lugar na região" - afirmou o líder parlamentar iraniano Ali Larijani numa conferência anual ligada à unidade islâmica.

Shalom, Israel!

sexta-feira, novembro 02, 2018

EMMANUEL MACRON AFIRMA TER "PLANO DE PAZ" PARA O MÉDIO ORIENTE...

Se a há muito esperada "proposta de paz" de Trump para o Médio Oriente falhar, o presidente francês Emmanuel Macron afirmou ter em mãos um "plano de paz."
Apesar dos muitos rumores e insinuações sobre o há muito esperado plano de paz do presidente norte-americano para resolução do conflito israelo-árabe, a verdade é que nada de concreto se sabe acerca do mesmo.
É nesse "vácuo" criado pela passividade norte-americana que Macron quer entrar, querendo jogar uma cartada forte no Médio Oriente, cortejando o sector palestiniano, ao não concordar com a declaração de Trump sobre a soberania judaica de Jerusalém. 
Como "bom" europeu, sempre usando dois pesos e duas medidas, o presidente francês quer dividir Jerusalém em 2 capitais, para judeus e árabes...
Claro que, ao contrário dos israelitas, os palestinianos confiam muito mais em Macron do que em Trump, e o primeiro-ministro Netanyahu já nos habituou às suas demonstrações de pouca confiança nas intenções dos líderes europeus. E faz bem...

A verdade é que os pormenores tanto do "plano de paz" de Trump como do de Macron continuam no "segredo dos deuses"...É caso para perguntar: o que virá aí? Assistiremos em breve ao cumprimento de Daniel 9:27?
Só Deus sabe...mas parece estar mais próximo do que imaginamos.

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 22, 2018

"PLANO DE PAZ" PARA O MÉDIO ORIENTE PROVOCA UM VERDADEIRO CORRE-CORRE...

JARED KUSHNER (GENRO DE DONALD TRUMP) COM
O REI DA JORDÂNIA, ABDULLAH II

Agora que pouco a pouco se vai desvendando o plano Trump para a "paz" no Médio Oriente, as correrias dos enviados e líderes regionais e mundiais entrou num ritmo quase alucinante.

ENVIADOS NORTE-AMERICANOS COM O PRESIDENTE
SISSI DO EGIPTO 21 DE JUNHO DE 2018

EGIPTO, JORDÂNIA, QATAR, ARÁBIA SAUDITA... ISRAEL
Após visitas-relâmpago ao Egipto, Jordânia, Qatar, e Arábia Saudita, os enviados norte-americanos Jason Greenblatt e Jared Kushner dirigem-se agora à paragem final: Israel, onde deverão chegar durante o dia de hoje.
Estas visitas visam implementar o plano de paz israelo-palestiniano ainda não desvendado ao público. A situação na Faixa de Gaza será também um assunto presente na agenda dos enviados, especialmente na visita de hoje ao estado judaico.
Porta-vozes das autoridades norte-americanas têm informado que o plano de paz está quase pronto, prevendo-se a sua revelação durante o Verão. Sabe-se que enfrenta a oposição dos palestinianos que cortaram relações com a administração Trump, após esta ter em Dezembro passado reconhecido Jerusalém como a capital de Israel e decidido mudar a sua embaixada para aquela cidade.
Não há por isso conversações agendadas com os palestinianos.
Estas visitas dos enviados norte-americanos aos países árabes "moderados" visam convencê-los a exercerem pressão sobre os palestinianos para que estes aceitem o plano da administração Trump. 

REI DA JORDÂNIA VAI A WASHINGTON
Sabe-se entretanto que o rei da Jordânia Abdullah II está a planear deslocar-se já nesta próxima Quinta-Feira para se encontrar com o presidente norte-americano Donald Trump e certamente discutir o plano de paz proposto pelos americanos. 

Shalom, Israel!