sexta-feira, janeiro 26, 2018

"OS JUDEUS, SENHOR, OS JUDEUS"...

Durante a época da antiga Prússia, nos anos 1800, o então kaiser perguntou ao seu principal conselheiro se ele lhe poderia provar a existência de Deus.
"Os judeus, senhor, os judeus!" - respondeu-lhe de imediato Otto Von Bismarck.

De facto, não existe uma explicação natural para que um grupo tão pequeno de pessoas, por duas vezes exilado da sua própria terra e consecutivamente perseguido durante 2 milénios ainda possa subsistir nos dias actuais.

Para mais ainda, o facto de este povo ter voltado à sua terra original, após 2 milénios de cruel perseguição um pouco por todo o mundo é um facto único e assinalável. Pode-se até dizer que este é o único povo que após 2 mil anos de exílio conseguiu voltar à sua terra. Não existe história igual em nenhum outro povo..
Tal como revelou o profeta Moisés: "Quem é como tu. ó Israel, um povo salvo pelo Senhor?"
A única explicação para a existência para o milagre da existência do povo judeu e da nação de Israel é a existência de Deus.

E estou certo que este mesmo Deus que interveio para que o povo judeu voltasse à sua terra ancestral, cumprindo integralmente as Suas antigas promessas, é o mesmo que preservará o Seu povo da destruição e da aniquilação tão desejada por tantos inimigos de Deus.
Ele jamais permitirá que o Seu povo eleito seja mais alguma vez arrancado da sua terra: "Trarei do cativeiro o Meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o Senhor teu Deus" - Livro do profeta Amós 9:14 e 15.
E eu digo ao povo judeu: "O teu Deus é o meu Deus!" (Livro de Rute)

Shalom, Israel


quinta-feira, janeiro 25, 2018

MAIORIA DOS JUDEUS E ÁRABES JÁ REJEITA A "SOLUÇÃO 2 ESTADOS"

Os judeus israelitas não acreditam na seriedade dos palestinianos. Os árabes, por seu lado, encontram-se cada vez mais "encurralados", uma vez que os EUA se mostram mais próximos de Israel e a própria Europa à porta da qual o chefe palestiniano Abbas bateu nestes últimos dias em busca de reconhecimento de um estado palestiniano parece não querer avançar para já com qualquer compromisso.
Desiludidos uns e incrédulos outros, a verdade é que um número cada vez maior de árabes e judeus habitantes de Israel rejeita a famosa e controversa "solução 2 estados" proposta nos "Acordos de Oslo."
Uma nova pesquisa realizada pelo "Centro de Pesquisa para a Paz Tami Steinmetz da Universidade de Tel Aviv" e o "Centro Palestiniano para Política e Pesquisa" em Ramalá, revela que o grau de confiança na possibilidade de uma solução - tanto no lado israelita, como no árabe - tem-se deteriorado até ao nível mais baixo.
Como parte da pesquisa, foi perguntada aos entrevistados qual a opinião sobre um plano de paz teórico que seria assinado entre Israel e a Autoridade Palestiniana.
O plano envolveria o estabelecimento de um estado palestiniano desmilitarizado, um retorno de Israel para as linhas fronteiriças de 1967 com troca de terras igual de parte a parte, reunificação familiar em Israel de 100.000 refugiados palestinianos, e Jerusalém Ocidental como capital de Israel e Jerusalém Oriental como capital da "Palestina", com a divisão da Cidade velha entre as duas partes.
Após estudarem o plano, 54 por cento dos israelitas judeus opuseram-se ao mesmo, havendo também 57 por cento dos árabes a fazer o mesmo.

Shalom, Israel!


terça-feira, janeiro 23, 2018

MIKE PENCE ORA JUNTO AO MURO OCIDENTAL, ABBAS BUSCA APOIO NA EUROPA: MAIS UM AVANÇO PROFÉTICO

Este dia está sendo marcado por significativos avanços no posicionamento profético das nações, instituições e povos relacionado com Israel, Jerusalém e o povo judeu.
 
MIKE PENCE ORA JUNTO AO MURO OCIDENTAL
No início desta tarde, e para encerrar a sua visita à capital de Israel, Jerusalém, o evangélico vice-presidente norte-americano Mike Pence e sua esposa Karen oraram junto ao Muro Ocidental, deixando um papelinho nas fissuras do mesmo, tal como milhões de pessoas fazem todos os anos no lugar mais sagrado para os judeus de todo o mundo.
"Aqui, mesmo por cima de nós, no Monte do Templo, o Rei Salomão construiu o Templo" - afirmou o anfitrião de Pence, o rabi Rabinovich, acrescentando: "Nós extraímos a nossa força da nossa profunda ligação à Terra da Bíblia e do nosso compromisso em cumprir as palavras dos profetas."
Questionado pelos repórteres presentes, Mike Pence testemunhou ter ficado "inspirado" pela visita.
 
MAHMOUD ABBAS EM BRUXELAS
Ao mesmo tempo que Pence orava junto ao Muro, o arqui-inimigo de Israel Mahmoud Abbas, chefe da Autoridade Palestiniana, reunia-se no coração da Europa - Bruxelas - com os 28 ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, procurando a todo o custo apoio para o reconhecimento de um "estado palestiniano" e financiamento para a mais que contestada ajuda aos "refugiados palestinianos", que os EUA decidiram reduzir para metade.
No seu encontro de ontem com os líderes europeus, Abbas declarou considerar a União Europeia como "uma verdadeira parceira e amiga", insistindo ainda: "Apelamos assim aos seus membros para que rapidamente reconheçam o estado da Palestina, e nós confirmamos que não há contradição entre este reconhecimento e e o retomar das negociações."

"A EUROPA DEVE ENVOLVER-SE MAIS NO PROCESSO DE PAZ"
No seu encontro com a representante da diplomacia europeia Federica Mogherini, o presidente da Autoridade Palestiniana jogou mais uma peça no xadrez profético, pedindo à Europa uma maior intervenção no processo de paz do Médio Oriente.
"A Europa deve desempenhar um papel político no processo de paz do Médio Oriente de forma a alcançar-se uma solução justa com base nos termos e decisões internacionalmente reconhecidos."
 
2 REALIDADES EM CONFRONTO
O reconhecimento do presidente Donald Trump ontem corroborado no parlamento israelita - o Knesset - pelo vice-presidente Mike Pence de Jerusalém como capital do estado moderno de Israel deu um novo fôlego ao governo de Netanyahu e um renovar da esperança do povo judeu em ter a garantia de um indispensável apoio do seu maior "amigo", os Estados Unidos.
Israel joga assim no adverso tabuleiro internacional com muito mais força, e, após este inqualificável comportamento dos deputados árabes que viraram as costas à segunda personalidade mais importante dos EUA, Israel dará cada vez menos importância pragmática à teimosia palestiniana de querer um estado com Jerusalém oriental como capital. Ou seja: Israel acabou de ganhar mais fôlego para impôr a sua presença nos territórios disputados, e que, por ordem divina, lhe pertencem de pleno direito.

Shalom, Israel!
 

segunda-feira, janeiro 22, 2018

NO SEU DISCURSO DE HOJE NO KNESSET, O VICE-PRESIDENTE NORTE AMERICANO MIKE PENCE PROMETEU QUE A EMBAIXADA DO SEU PAÍS SERÁ DESLOCADA PARA A CAPITAL JERUSALÉM ATÉ AO FINAL DE 2019

Euforicamente recebido hoje no parlamento israelita - o Knesset - Mike Pence, vice-presidente norte-americano, de visita ao estado de Israel, afirmou que a sua embaixada seria deslocada para a capital Jerusalém até ao final de 2019.
O seu discurso, impregnado de citações bíblicas, foi por diversas vezes interrompido pelos entusiasmados aplausos dos deputados israelitas ali presentes, com excepções dos árabes que, mais uma vez fizeram uma triste figura ao abandonarem ruidosamente o recinto no momento em que Pence subiu ao púlpito para discursar.
"Nas próximas semanas, a nossa administração irá avançar o seu plano de abertura da embaixada dos Estados Unidos da América em Jerusalém, e a embaixada dos Estados Unidos abrirá antes do final do próximo ano" - afirmou Pence perante a entusiástica ovação dos presentes.
Para além de convidar os palestinianos a voltarem à mesa das conversações, Pence afiançou Israel de que os Estados Unidos "nunca comprometerão a segurança do estado de Israel. Qualquer acordo de paz terá a garantir a Israel a capacidade de se defender."

Alguns deputados árabes do parlamento israelita tentaram interromper o início do discurso do vice-presidente norte-americano, erguendo cartazes onde se lia em árabe e inglês: "Jerusalém é a capital da Palestina." Foram prontamente forçados a sair para fora da sala do parlamento.
Num gesto de grande inteligência, os muitos parlamentares israelitas aplaudiram ruidosamente a entrada de Pence no pódio, conseguindo dessa forma abafar as vociferações dos deputados árabes.

"ESTAMOS COM O POVO DE ISRAEL"
Logo no início do seu discurso Pence afirmou o compromisso do seu país para com Israel: "A América está com Israel. Estamos ao lado de Israel porque a vossa causa é a nossa causa, os vossos valores são os nossos valores, a vossa luta é a nossa luta."
Mas o evangélico Mike Pence não ficou por aqui, traçando paralelos entre a história judaica datando aos tempos bíblicos e os peregrinos europeus que fundaram os Estados Unidos: "É uma história de um êxodo, uma jornada desde a perseguição à liberdade" - afirmou, relembrando como os "pais fundadores" dos EUA "se voltaram para a sabedoria da Bíblia hebraica."

PENCE APLAUDIDO DE PÉ PELO PRESIDENTE DE ISRAEL
"SHEHECHEYANU"
Lembrando que em Maio Israel assinala os 70 anos da sua independência, Pence passou a falar na língua hebraica para recitar a  oração do "Shehecheyanu", uma oração judaica de acção de graças. e que se traduz assim: "Bendito sejas Tu, Senhor, nosso Deus, Rei do Universo, que nos tem garantido a vida, nos tem sustentado e permitido que chegássemos a esta ocasião."
Como seria de esperar, esta oração em hebraico foi recebida com uma alegre ovação de pé.

O IRÃO E A BOMBA ATÓMICA
Citando as recentes declarações do presidente Trump acerca do acordo nuclear com o Irão, Pence afirmou: "Tenho uma promessa solene a Israel, ao Médio Oriente e ao mundo: os Estados Unidos nunca permitirão que o Irão consiga uma arma nuclear. Os Estados Unidos também não tolerarão mais o apoio do Irão ao terrorismo ou a sua brutal opressão contra o seu próprio povo."

CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS
O speaker do parlamento israelita recebeu efusivamente o vice-presidente norte-americano, e ligou a actual Jerusalém às promessas bíblicas: "Bem vindo a Israel. Bem vindo ao Knesset. Bem vindo a Jerusalém, a capital eterna do estado de Israel e do povo judeu" - afirmou Yuli Edelstein, acrescentando: "Sei que gosta de ler as palavras dos profetas nos seus tempos livres. Aqui em Jerusalém, pode ver com os seus próprios olhos a realização das profecias de Isaías, Ezequiel e Zacarias. Estamos edificando a moderna Jerusalém sobre fundações de há 3.000 anos."

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 18, 2018

ABBAS MOSTRA A SUA VERDADEIRA FACE

Afundando-se cada vez mais no próprio esterco que vai produzindo, o líder da Autoridade Palestiniana, vai aos poucos perdendo o controle da sua habitual hipocrisia, desmascarando-se publicamente e revelando quais são os seus reais intentos.
E o tema da sua controvérsia não poderia ser outro que não a questão incontornável de Jerusalém.
No seu discurso ontem proferido na Universidade Al Azhar, na cidade do Cairo, Mahmoud Abbas fartou-se de debitar as suas habituais mentiras, imposições e distorções da realidade histórica. Desde há muito que esta raposa velha nos demonstrou que, quando fala em inglês diz uma coisa, mas quando fala em árabe, o seu discurso é completamente diferente, muito mais próximo daquilo que o seu coração anti-semita vai germinando.

Usando o tempo para transmitir ao presidente Donald Trump um ultimato relacionado com Jerusalém e o anúncio da mudança da embaixada norte-americana para a capital de Israel, Jerusalém, Abbas vociferou: "Jerusalém é o portão da paz ou da guerra - Trump tem que escolher" - disse, acrescentando que a cidade seria "um portão para a paz apenas quando for a capital da Palestina."
Para além de classificar a decisão de Trump como "pecaminosa", o líder árabe, que de tanto mentir já pensa estar a dizer a verdade, teve a ousadia de afirmar que os palestinianos sempre têm agido de forma pacífica e que continuarão a fazê-lo, alegando que "uma resistência popular e pacífica é o caminho para o sucesso, e irá ser prosseguido."
Falta saber qual o significado da palavra "pacífica" na mente deste homem que se tem mostrado claramente condescendente com os inúmeros actos terroristas cometidos pelos seus parceiros palestinianos ao longo de décadas...
Pacifismo para esta velha raposa deve significar obviamente facadas e tiros, já para não falar em explosivos mortíferos...
E o incorrigível mentiroso compulsivo, insistiu no seu chafurdar na lama que ele próprio vai criando, para debitar que "recorreremos a todas as opções, mas não recorreremos ao terrorismo e à violência." Agora percebem-se certamente sinais de demência e profunda amnésia neste amaldiçoado inimigo de Israel, uma vez que qualquer pessoa de bem se lembrará que ele nunca tem levantado a voz para condenar os incontáveis actos de terrorismo palestiniano...bem pelo contrário...

APELO AOS CRISTÃOS E MUÇULMANOS...MAS NÃO AOS JUDEUS
O líder árabe apelou ainda aos cristãos e aos muçulmanos do mundo inteiro para "defenderem" Jerusalém. No seu discurso de ontem, Abbas repetiu por diversas vezes que Jerusalém era uma cidade para cristãos e muçulmanos, nunca mencionando no entanto os judeus.
Abbas insistiu que a administração palestiniana sobre Jerusalém abriria a cidade a todas as religiões, incluindo o judaísmo. Ora vá alguém de bom senso acreditar neste enganador, líder de um grupo que diariamente trata de destruir todas as evidências da presença e ligação histórica dos judeus à sua capital eterna, Jerusalém...Vá alguém esquecer o que foram os 19 anos de dominação jordana islâmica em Jerusalém "oriental", destruindo sinagogas e lugares de culto judaicos...

"DESCENDENTES DOS CANANEUS..."
Mas a fértil imaginação deste candidato a prémio Nobel da mentira não se fica por aqui. No seu discurso em árabe teve o arrojo de reformular a História à sua maneira e a seu bel prazer, tal como é prática do islamismo que ele tão bem representa. Voltou agora a insistir na velha paranóia de que os palestinianos são descendentes dos cananeus: "Estamos aqui há 5.000 anos, desde os dias dos cananeus que construíram Jerusalém. Nós somos os cananeus" - vociferou Abbas - "temos permanecido aqui e não abandonaremos a nossa terra."
Perante esta afirmação, eu, branco de olhos azuis, nascido e criado em Portugal, declaro que sou descendente de chineses...
"Agarramo-nos à paz como escolha para o nosso povo" - continuou Abbas, confirmando mais uma vez a sua incorrigível inclinação para a mentira despudorada - "mas não a paz a qualquer custo. (Uma paz) baseada em decisões internacionais que asseguram o estabelecimento de um estado palestiniano nas fronteiras de 1967" - afirmou Abbas, referindo-se às fronteiras que existiam na região antes da Guerra dos Seis Dias, quando a Judéia, a Samaria e Jerusalém oriental foram ocupadas pela Jordânia em contravenção às leis internacionais.

E é este homem que a esmagadora maioria dos países considera ser um verdadeiro e honesto parceiro para a paz no Médio Oriente. Assim vai este triste mundo...

Shalom, Israel! 

segunda-feira, janeiro 15, 2018

NETANYAHU RECEBIDO EM EUFORIA NA ÍNDIA

A visita do primeiro-ministro israelita à Índia não podia começar da melhor maneira: à sua chegada ontem ao aeroporto da capital Nova Deli, Netanyahu foi recebido com um longo e efusivo abraço do primeiro-ministro indiano Narendra Nodi, que se deslocou inesperadamente ao aeroporto da capital indiana para recepcionar o primeiro-ministro de Israel.
"Bem vindo à Índia, meu amigo primeiro-ministro Netanyahu. A sua visita à Índia é histórica e especial. Esta visita irá fortalecer os fortes laços entre as nossas duas nações" - escreveu Modi num tweet em hebraico. E Netanyahu não demorou em responder também com um tweet: "Muito obrigado, meu caro amigo Modi, pela recepção pessoal e calorosa à Índia. Apreciei este gesto."
Esta visita dá-se apenas alguns meses depois da visita de Modi a Israel, onde foi calorosamente acolhido pelo primeiro-ministro israelita, tendo na altura sido assinados vários acordos multi-laterais de cooperação e investimentos.
Esta visita histórica de Netanyahu à Índia - a primeira desde a de Ariel Sharon em 2003 - tem um forte cunho comercial, uma vez que o primeiro-ministro se faz acompanhar de uma forte delegação de 130 empresários - a maior de sempre alguma vez levada por um líder israelita.

ASSINADOS 9 ACORDOS DE COOPERAÇÃO
Já foram entretanto assinados nove grandes acordos de cooperação bilateral, que passam desde a aprovação inicial para que companhias energéticas indianas possam explorar petróleo e gás no Mediterrâneo Oriental à possibilidade de livre comércio entre as duas nações. Modi convidou as empresas israelitas a aproveitarem as regras liberalizadas no sector da defesa indiano para "fazerem mais na Índia com as nossas empresas."
Nestes últimos anos têm havido bastantes compras de armamento israelita por parte da Índia, país que tem apreciado a forma como Israel tem estado a enfrentar o terrorismo islâmico.

"Temos tido relações diplomáticas nestes últimos 25 anos, mas algo de diferente está acontecendo agora" - afirmou Netanyahu pouco depois de ambas as partes terem assinado 9 acordos que incluem a segurança cibernética e a exploração espacial e de petróleo e gás natural.
O comércio bilateral entre a Índia e Israel pulou dos 200 milhões de dólares em 1992 para os actuais 4,16 biliões, favoráveis em grande parte a Israel.
Netanyahu planeia aumentar as exportações para a Índia em 25% nestes próximos 5 anos. 

Shalom, Israel!





sexta-feira, janeiro 12, 2018

CIENTISTAS ISRAELITAS CONSEGUIRAM REVERTER EM 30% O AVANÇO DAS CÉLULAS CANCERÍGENAS NO CANCRO DE PEITO

Sempre à frente na investigação médica e científica, Israel tem proporcionado ao resto do mundo grandes avanços benéficos à saúde e ao bem estar individual.
Uma empresa sediada na cidade de Haifa anunciou hoje os resultados prometedores de um estudo desde há dois anos conduzido naquela cidade israelita.
Os pesquisadores conseguiram ter sucesso na interrupção significativa do crescimento de células cancerígenas em ratas de laboratório, tanto mais que se trata de um tipo de cancro do peito muito agressivo que é difícil de tratar.
O tratamento actual para esse tipo de mal inclui uma combinação de cirurgia, rádio terapia e de quimioterapia. Este estudo agora divulgado revelou que 30 por cento das ratas de laboratório tratadas com as injecções deste novo produto exibiram um recuo total dos tumores cancerígenos.
O novo tratamento baseia-se na fórmula "Placental Expanded (PLX)."

Shalom, Israel!

quinta-feira, janeiro 11, 2018

ISRAEL IMPEDIU DEZENAS DE GRANDES ATAQUES TERRORISTAS COM AVIÕES NA EUROPA

Numa reunião realizada na passada Terça-Feira com um grupo de embaixadores de vários países da NATO - "Organização do Tratado Atlântico Norte (OTAN)" - o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu deu-lhes conhecimento de que os serviços secretos de Israel conseguiram impedir "várias dezenas de grandes ataques terroristas" contra cidades europeias, incluindo alguns do tipo do "11 de Setembro" envolvendo a aviação civil.
"Quando falamos acerca do ISIS, é importante entender que Israel ajuda a Europa de duas formas fundamentais: a primeira é que temos através dos nossos serviços secretos fornecido informação que impediu a prossecução de várias dezenas de grandes ataques terroristas, muitos deles em países europeus. Alguns destes poderiam ter sido grandes massacres da pior espécie que o solo europeu jamais experimentou, e ainda pior, porque envolveriam a aviação civil. Israel conseguiu impedir isso, ajudando dessa forma a salvar inúmeras vidas de europeus" - informou o primeiro-ministro, sem contudo especificar detalhes.
Segundo Netanyahu, a segunda forma é o facto de Israel ser uma força poderosa no combate ao terrorismo global nas suas próprias fronteiras, precisamente na fronteira Sul, na península egípcia do Sinai.
"O ISIS está sendo destruído no Iraque e na Síria, mas está tentando estabelecer uma base territorial alternativa no Sinai. Israel está contribuindo para impedir isso através de um sem número de formas" - afirmou Netanyahu, acrescentando: "Eu diria de forma genérica que Israel é a força mais poderosa no combate ao islamismo radical  em todo o Médio Oriente."

O PROBLEMA DO IRÃO
Netanyahu informou ainda os embaixadores presentes no encontro que o objectivo do Irão de "conquista e colonização da Síria" inclui planos para trazer até 100.000 combatentes xiitas reunidos de outros países islâmicos, operando todos sob o comando iraniano. O Irão é uma aliado próximo e apoiante do regime do ditador presidente sírio Assad, numa guerra civil que já dura há 6 anos e que já custou mais de 250.000 vidas. O Irão também apoia o Hezbollah no Líbano, na esperança de fundir essas alianças, formando uma ponte de acesso ao Mediterrâneo. Na tentativa de alcançar esse objectivo, o Irão tem recentemente feito várias tentativas para estabelecer bases militares na Síria.
"Veremos o filho do ISIS e o neto da Al-Qaeda lutando contra essa nova força xiita" - avisou Netanyahu, prosseguindo: "Para onde é que vai ser derramado o resultado de um conflito sunita-xiita na Síria? Para a Europa. Para onde é que fugirão as populações? Para a Europa. Quem é que está actualmente a impedir isso? Israel. Sim, e neste momento só Israel. Mas insisto que é um assunto do interesse comum a todos nós."

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 09, 2018

COMBOIO RÁPIDO ENTRE TEL AVIV E JERUSALÉM SERÁ INAUGURADO NA PASCOA

Finalmente, e ao fim de 17 anos de obras, o comboio rápido que unirá as duas maiores cidades de Israel em 28 minutos vai ficar pronto a operar.
Segundo o ministro dos Transportes de Israel, Israel Katz, a inauguração desta linha deverá ocorrer por volta do início das Festas da Páscoa judaica, que começa na noite de 30 de Março próximo.
Segundo um canal de TV israelita, as viagens feitas neste comboio durante os primeiros 3 meses serão gratuitas.

Shalom, Israel!

sábado, janeiro 06, 2018

ISRAEL BATE NOVO RECORDE NAS EXPORTAÇÕES: 100 BILIÕES DE DÓLARES

Segundo dados fornecidos pelo "Instituto de Exportações de Israel e de Cooperação Internacional", o total de exportações de bens e serviços de Israel durante o ano de 2017 deverá bater um novo recorde, ultrapassando pela primeira vez os 100 biliões de dólares.
Em comparação, Portugal, um país com muito mais território, integrado numa forte comunidade económica e sem quaisquer problemas com os seus vizinhos, atingiu cerca de um quarto desse valor nas exportações desse mesmo ano...
A florescente e dinâmica indústria e economia israelita é verdadeiramente surpreendente. Entre bens e serviços, excluindo as tecnologias de start-up e dos diamantes, as exportações cresceram até aos 92 biliões de dólares, um aumento de 6% em relação ao ano anterior. As exportações industriais equivaleram a 45 biliões, a exportação de diamantes 7 biliões, e a exportação de produtos agrícolas terá atingido cerca de 1,2 biliões de dólares.
As exportações de Israel para a União Europeia deverão ter crescido uns 20 por cento.

Shalom, Israel! 

sexta-feira, janeiro 05, 2018

CHUVAS TORRENCIAIS PROVOCAM GRANDES INUNDAÇÕES EM ISRAEL

Como bem diz o ditado: "Não há fome que não dê em fartura"...
As orações dos rabis junto ao Lago da Galiléia e as orações de milhares de judeus e cristãos feitas há dias junto ao Muro produziram um efeito tão devastador, que agora parece que dá vontade de pedir ao Eterno para que feche as torneiras do céu...
Desde ontem à noite que se romperam as janelas dos céus para dar lugar a chuvas torrenciais um pouco por todo o país. 


Esta manhã 2 crianças de 6 e 9 anos tiveram de ser resgatadas quando já se encontravam no tejadilho do carro que se ia deixando engolir pelas águas diluvianas que se abateram na região de Hadera. Ambas já davam sinais de hipotermia. Um senhor de 70 anos foi também resgatado na mesma situação. 
Polícias que efectuavam uma operação de salvamento passaram por apuros quando o seu veículo também estava perto de ser engolido pelas águas, tendo de ser socorridos pelos bombeiros.
Os ventos também têm atingido o país, com rajadas que chegam aos 100 quilómetros por hora.
Todos os serviços de apoio e de bombeiros estão em prevenção máxima por todo o país.

Desde ontem à noite que já choveram entre 30 a 50 mililitros na Galiléia, fazendo com que o Lago tenha subido já 2 centímetros. Já caíram pelo menos 10 centímetros de neve nos montes Hermon, no extremos Norte do país. 
Segundo os metereologistas, a tempestade começará esta noite a abrandar, deslocando-se em direcção a leste, para a Jordânia e o Iraque.

Shalom, Israel!


quinta-feira, janeiro 04, 2018

ISRAEL LEGISLA PENA DE MORTE SOMENTE PARA "SITUAÇÕES MUITO EXTREMAS"

Ainda não eram conhecidos os contornos da lei inicialmente  aprovada em Israel possibilitando a pena de morte para terroristas, já o mundo inteiro se voltava contra o estado judaico...
E, como seria de esperar, os maiores ataques vêm de países que não têm qualquer crédito em questões de justiça, mas, quando se trata de condenar Israel, não há despudor que chegue...
Segundo a ministra da Justiça de Israel Ayelet Shaked, ainda que esteja a favor da aplicação da pena de morte a terroristas em casos "extremos", ela não vê necessidade de nova legislação sobre a matéria, tal como tem estado a tentar promover o actual ministro da Defesa Avigdor Lieberman.
"Não há necessidade de mais legislação, uma vez que já existe a pena de morte, apenas não tem estado é a ser aplicada."
E a ministra dá o exemplo da última pena de morte que foi aplicada, em 1994, mas que foi transformada em prisão perpétua após apelação do réu, acabando até por ser liberto durante a operação de troca de prisioneiros palestinianos para a libertação do soldado israelita Shalit. Ayelet Shaked acrescentou no entanto que essa troca foi ruinosa, e acordos desses nunca deveriam ser feitos - "terroristas e assassinos nunca deveriam ser libertos."
A ministra informou ainda que depois dessa última sentença de pena de morte, não houve mais nenhum caso. No entanto, acha que no caso de assassinato de crianças a pena deve ser aplicada: "Quando há um terrorista que assassina crianças, devemos então aplicar a pena de morte...no caso de existirem casos extremos de assassinato de várias crianças ou de famílias, existe então espaço para se considerar essa possibilidade."
A proposta de lei que passou a leitura preliminar feita hoje no parlamento - Knesset - permitirá a alteração da actual legislação em vigor, para que, em vez de ter de haver uma opinião unânime dos juízes para sentenciar um terrorista à morte, bastará uma maioria para que tal decisão seja aprovada.

Shalom, Israel!

quarta-feira, janeiro 03, 2018

GOVERNO ISRAELITA APROVA LEI QUE DIFICULTA PARTILHA DA CAPITAL JERUSALÉM

Na madrugada de Segunda para Terça Feira o parlamento de Israel - knesset - aprovou uma emenda à famosa "Lei Básica" relacionada com o estatuto de Jerusalém: para que alguma parte de Jerusalém seja alguma vez cedida a uma força estrangeira, terá de haver uma maioria de dois terços numa votação relacionada com tal proposta, ou seja: têm de haver 80 votos favoráveis dentre os 120 votos parlamentares.
Esta nova lei é um acréscimo à já existente, segundo a qual qualquer cedência de terras israelitas, incluindo Jerusalém, terá de ser sujeita a um referendo.

Shalom, Israel!

terça-feira, janeiro 02, 2018

TEXTO GRAVADO EM BARRO COM 2.700 ANOS ENCONTRADO EM JERUSALÉM CONFIRMA A EXISTÊNCIA DE UM GOVERNADOR NA CIDADE

As escavações em curso perto do Muro Ocidental de Jerusalém trouxeram à luz mais uma valiosíssima prova da existência de um governador judeu na Cidade, há cerca de 2.700 anos atrás, portanto do tempo do Primeiro Templo.
Ainda que a peça de barro com uma inscrição gravada, encontrada no final do ano, pareça ser minúscula, tem uma dimensão e interesse histórico ilimitado, uma vez que vem comprovar a presença dos judeus em Jerusalém há pelo menos 2.700 anos.
O minúsculo texto registado na peça de barro diz: "Pertencente ao governador da cidade."
A descoberta desta peça causou uma grande sensação no meio arqueológico e na própria Cidade em si quando foi apresentada ao presidente da Câmara de Jerusalém, Nir Barkat.
Segundo a responsável das escavações junto ao Muro, "Esta é a primeira vez que uma gravação destas foi encontrada em escavações autorizadas. Isto dá suporte à narrativa bíblica da existência de um governador da cidade, em Jerusalém, há 2.700 anos atrás."
Durante a apresentação desta raríssima peça, Barkat afirmou: "É fascinante receber saudações do período do Primeiro Templo de Jerusalém. Isto comprova que já há 2.700 anos Jerusalém, a capital de Israel, era uma cidade forte e central."
Esta minúscula gravação em barro foi encontrada enquanto os pesquisadores examinavam o lixo extraído de uma estrutura do Primeiro Templo a uns 100 metros do Muro Ocidental, num espaço que tem andado a ser escavado desde 2005.

Estas escavações têm apresentado perspectivas do período do Segundo Templo e da época romana, bem como um enorme edifício de 4 salas da idade do ferro onde uma colecção eclética de 6 placas em barro foi também descoberta, apontando para origens relacionadas com um vibrante centro cosmopolita da época da idade do ferro.
"Esta gravação devia estar anexada a um transporte importante e serviria como uma espécie de logotipo ou como uma pequena lembrança enviada em nome do governador da cidade" - afirmou a responsável pela exploração em curso, Weksler-Bdolah.
A gravação revela 2 homens de pé, voltados um para o outro como se estivessem ao espelho, com um braço levantado e um abaixado. Por baixo desta gravura, encontra-se o texto escrito em hebraico antigo: "Pertencente ao governador (sar) da cidade."
Weksler-Bdolah explicou que o governador funcionava como um actual presidente de câmara municipal. Essa actividade é mencionada na Bíblia Hebraica, no 2º Livro de Reis, em que Josué é alistado como governador da cidade nos dias de Hezequias, e em 2º Crónicas, em que Maaseias é referenciado como governador da cidade nos dias de Josias (34:8).
"A Bíblia menciona dois governadores de Jerusalém, e este achado vem revelar que tal posição era ocupada por alguém da cidade há 2.700 anos atrás" - informou a arqueóloga.
Segundo Weksler-Bdolah, este e outros achados semelhantes naquele local, a 100 metros do Muro, comprova que habitariam ali altas patentes de oficiais durante o período do Primeiro Templo construído por Salomão.

Esta preciosidade foi apresentada ao presidente da câmara municipal de Jerusalém, em cujo gabinete ela estará temporariamente exposta. 
Nas palavras de Barkat, "Jerusalém é uma das mais antigas capitais do mundo, continuamente habitada pelo povo judeu por mais de 3 mil anos. Temos hoje o privilégio de encontrar mais uma da longa corrente de pessoas e líderes que construíram e desenvolveram a cidade. Estamos gratos por estar a viver numa cidade com um passado tão majestoso. Vemo-nos por isso na obrigação de assegurar a sua força para as futuras gerações."

Shalom, Israel!


segunda-feira, janeiro 01, 2018

ORAÇÕES RESPONDIDAS: CHOVE TORRENCIALMENTE EM ISRAEL!

Três dias depois de milhares de judeus se terem reunido junto ao Muro para implorarem a bênção da chuva sobre a Terra de Israel, as orações foram respondidas e de que maneira!
A chuva que tem caído desde esta madrugada de Novo Ano é tão intensa que, segundo a "Autoridade das Águas de Israel" o nível das depauperadas águas do lago da Galiléia já subiu um centímetro. A maior intensidade tem-se dado na Alta Galiléia e nos Montes Golan. A quantidade de chuva caída no Norte do país já atingiu os 30 milímetros. A cidade de Haifa assistiu a uma inusitada quantidade de chuva num espaço de 2 horas, levando à ocorrência de muitas inundações.
Tem também estado a cair muita neve nos Montes Hermon, significando que haverá muita água a fluir para uma das nascentes do rio Jordão assim as neves comecem a derreter na Primavera. O nível da neve caída nestas últimas horas já atingiu os 15 centímetros.
 
Vários avisos de trovoada e de enchentes têm estado a ser emitidos por todo o país, prevendo-se que durante esta tarde a chuva se estenda até ao Sul, incluindo o deserto do Negueve e o Mar Morto.
Prevê-se mais chuva em Israel para Terça e Quinta-Feira próximas.
 
Obrigado, Senhor, por zelares pelas necessidades do Teu povo e da Tua Terra!
 
Shalom, Israel!
 
 
 

sábado, dezembro 30, 2017

ISRAEL ABANDONA A UNESCO DAQUI A UM ANO

Diz o ditado que cada um tem o que merece. Após ter sido tão maltratado e injustiçado pela UNESCO, Israel decidiu sair desta organização anti-semita no dia 31 de Dezembro de 2018, portanto daqui a exactamente um ano.
Dois meses depois de os EUA terem anunciado a sua decisão de sairem da UNESCO, Israel notificou agora formalmente a organização da ONU ligada à "cultura e à educação" - ainda que seja isso que mais lhe falta - a sua retirada da mesma.

"LAMENTO PROFUNDAMENTE"

Hoje mesmo a chefe da organização, Audrey Azoulay, confirmou ter recebido a notificação e partilhou a sua tristeza com a decisão israelita: "Lamento profundamente, e é minha convicção que é dentro da UNESCO e não fora dela que os estados podem melhor procurar ultrapassar as diferenças nos campos de competência da organização."

MAU COMPORTAMENTO
Israel tem mais do que razão para se retirar de uma organização que constantemente tem estado a adulterar os factos históricos em prejuízo de Israel, chegando ao ponto de apagar a ligação histórica e religiosa judaica a lugares sagrados, adulterando-as com alegadas ligações palestinianas. 
Para os tendenciosos responsáveis da UNESCO, não existe presença judaica no Muro Ocidental, no Monte do Templo e em outros lugares da herança judaica, mas sim uma ligação islâmica e palestiniana. O ridículo em tudo isto é que há 100 anos atrás nem sequer se falava no "povo palestiniano."
A retirada de Israel tem mesmo assim uma cláusula, permitindo a possibilidade de Israel rever a sua posição, caso a UNESCO também reveja os seus procedimentos e corrija os absurdos erros em que tem estado a chafurdar nesta matéria.

Shalom, Israel!

sexta-feira, dezembro 29, 2017

TURISMO EM ISRAEL BATE NOVO RECORDE EM 2017!

O número de turistas em Israel aumentou 25% durante este ano de 2017, atingindo o número recorde de 3,6 milhões de visitantes!
Só dos Estados Unidos, vieram cerca de 700.000 turistas. O segundo maior grupo foram os russos, com 307.000 visitantes, logo seguido dos franceses (284 mil), dos alemães (202 mil), e dos ingleses, com 185.000 turistas.
Cerca de 59% visitaram Israel pela primeira vez, sendo que um quarto destes visitantes declararam ter vindo por razões religiosas ou em peregrinação. Seis por cento dos turistas vieram com pacotes organizados.
Jerusalém foi o destino para 78% dos turistas. Tel Aviv-Jaffa atraiu 67%, o Mar Morto 49 por cento, e a Galiléia 35%.
Dados do Ministério do Turismo revelam que a indústria turística contribuiu com 5,8 biliões de dólares para a economia israelita.
Dou graças a Deus pelas cerca de 100 pessoas que consegui este ano levar a Israel, esperando poder aumentar esse número no grande ano de 2018. Conto consigo!

Shalom, Israel!

quinta-feira, dezembro 28, 2017

MILHARES DE JUDEUS JUNTO AO MURO ORANDO A DEUS POR CHUVA

A pedido do ministro para a Agricultura de Israel, milhares de judeus reuniram-se esta tarde junto ao Muro Ocidental - o lugar mais sagrado para os judeus - implorando a Deus que envie chuva à nação de Israel que nesta altura enfrenta uma das maiores secas dos últimos 40 anos.
Desde há cinco anos que a chuva tem vindo a escassear no Inverno de Israel, e este ano a situação agravou-se ainda mais, uma vez que entre Setembro e Novembro chover apenas 45% da quantidade habitual para a época. No mês de Dezembro choveu apenas duas vezes, e a previsão para os próximos dias é de sol, com um pouquinho de chuva no Norte do país.
O ministro para a Agricultura fez um veemente apelo aos israelitas: "Convoco a população a participar neste evento no dia 10 do mês de Tevet" - e, numa afirmação de fé, alertou: "Tragam os guarda-chuvas, porque conjuntamente iremos romper as portas do Céu."
Não faltaram os críticos a este método de dependência da oração para que venha a água ao país, acusando alguns de ser uma prática de vudu, ou condenando as orações promovidas por um estado que se diz laico. No entanto, o ministro, sendo religioso, enfrentou as críticas, alegando que as orações não prejudicam ninguém e podem até ajudar.
O ministro informou ainda que, não obstante esta convocatória para a oração, tem feito esforços para encontrar novos recursos de abastecimento de água para o país. 

MAR DA GALILÉIA NUM MÍNIMO HISTÓRICO
Devido à grande quebra no influxo de água que abastece o lago da Galiléia - apenas 10% do habitual desde o último Inverno - o nível do lago atingiu o seu ponto mais baixo dos últimos 100 anos.

RIO JORDÃO QUASE SECO
A situação piora ainda mais com o Rio Jordão. A corrente de água representa neste momento apenas 25% dos seus níveis históricos.

Apesar de as necessidades de água potável estarem supridas através das 5 plantas de desalinização que Israel tem no Mar Mediterrâneo, esta seca afecta seriamente as regas agrícolas. 
Os metereologistas israelitas avisaram já no início de Dezembro que os próximos meses serão bastante secos.

Resta a oração...

Shalom, Israel!

quarta-feira, dezembro 27, 2017

NOVA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA PERTO DO MURO OCIDENTAL VAI RECEBER O NOME DE "ESTAÇÃO DONALD J. TRUMP"

A Bíblia diz: "A quem honra, honra." E Israel nunca esquece os seus verdadeiros amigos. 
Em homenagem à corajosa decisão do presidente norte-americano Donald Trump de mudar a embaixada do seu país para Jerusalém, dessa forma reconhecendo a Cidade como capital do estado judaico, o ministro para os Transportes de Israel, Yisrael Katz, aprovou ontem as recomendações da comissão preparatória das Ferrovias de Israel para estabelecer a estação de comboios (trens) próxima ao Muro Ocidental na área do Cardo, em pleno bairro judaico de Jerusalém, a poucas centenas de metros do Muro (Kotel). O ministro Katz decidiu também baptizar a estação com o nome "Estação Donald John Trump - Muro Ocidental".

UMA OBRA NOTÁVEL
De acordo com o mesmo relatório, o esquema final do projecto da linha férrea até ao Muro Ocidental incluirá um túnel subterrâneo com uma extensão de 3 quilómetros e que ligará a estação ferroviária baptizada com o nome do já falecido presidente Yitzhak Navon ao Muro Ocidental. O projecto do túnel incluirá 2 estações a uma profundidade de 52 metros: a "estação central da Cidade", a ser construída no cruzamento da Rua King George com a Rua de Jaffa, e a "Estação Donald John Trump - Muro Ocidental."

O túnel, conjuntamente com as duas estações centrais, serão uma extensão da linha expresso entre Tel Aviv e Jerusalém, uma viagem que demorará uns meros 28 minutos, e que passará pelo aeroporto internacional de Ben Gurion, Modi'in, e pela estação de Ninyanei Ha'ooma, na entrada da Cidade. 
"O Kotel (Muro) é o lugar mais sagrado para o povo judeu" - afirmou ontem o ministro Katz, prosseguindo: "e eu decidi baptizar a estação do Kotel com o nome do presidente Donald Trump, em apreciação à sua histórica e corajosa decisão de reconhecer Jerusalém como a capital do estado de Israel."

A IMPORTÂNCIA DO MURO OCIDENTAL
O Muro Ocidental, erradamente apelidado em português como "Muro das Lamentações", recebe anualmente cerca de 11 milhões de visitantes. Quando o projecto ferroviário entrar em acção, haverá 4 comboios a cada hora normal, e 6 em dias de festas ou de ocasiões especiais no calendário judaico. 
Com a nova ligação ferroviária, qualquer pessoa poderá descer do seu voo, chegando ao aeroporto de Ben Gurion, e, em menos de meia hora poderá estar a fazer a sua oração junto ao Muro. Isto só mesmo em Israel!

Shalom, Israel!

terça-feira, dezembro 26, 2017

ISRAEL INVESTE 1,5 BILIÕES DE DÓLARES NA EXPANSÃO DO AEROPORTO DE TEL AVIV

Prevendo um aumento de 50% no tráfego de passageiros de 50% para os próximos 5 anos, a Autoridade Aeroportuária de Israel planeia investir 1,43 biliões de dólares na expansão e melhoramentos do aeroporto internacional Ben Gurion, perto de Tel Aviv.
Segundo os dados da Autoridade, o número de passageiros entrados desde o início do ano aumentou 18%, tendo há dias entrado o passageiro número 20 milhões do ano 2017.
Durante o ano de 2016 passaram pelo aeroporto 17,3 milhões de passageiros. A AAI prevê para os próximos 5 anos um fluxo anual de cerca de 30 milhões de passageiros.
Prevê-se a montagem de mais 86 pontos de check in num dos dois terminais de partidas, bem como de mais postos de check in automático. A área de segurança verá 6 novas máquinas de screening.
Já no início de 2018 entrarão em funcionamento 8 novas mangas de acesso aos aviões e aumentará o espaço para o estacionamento dos aviões.

Israel não pára de crescer! Shalom, Israel!

sábado, dezembro 23, 2017

O DIREITO INALIENÁVEL DE ISRAEL SOBRE JERUSALÉM

Os profetas de há 2.500 anos avisaram que nos "últimos dias" Jerusalém seria o epicentro da grande controvérsia e disputa mundiais. Todos percebem que nenhum outra cidade do mundo tem despertado tantos ódios, cobiças e discussões como esta, a capital do estado de Israel. Jerusalém é a única cidade do mundo que provoca a convocação de uma assembleia geral da ONU. Jerusalém é a única cidade do mundo que divide o mundo em duas partes.
Mas, por que será que os judeus reivindicam pleno direito a Jerusalém como a eterna, una e indivisível capital do estado de Israel?

UMA PEQUENA SINOPSE HISTÓRICA
A ligação histórica dos judeus à sua Cidade santa é incontornável. Há 3.000 anos atrás o rei de Israel, David, fez de Jerusalém a capital do seu reino. Actualmente, podem-se ver do lado de fora das actuais muralhas as ruínas da Cidade de David, acreditando-se que sejam esses os restos da cidade fundada por David.

Salomão, filho de David, erigiu um magnífico Templo no Monte Moriá, o mesmo onde Abraão foi sacrificar o seu filho Isaque. Este Templo foi posteriormente destruído pelos babilónios, que levaram os judeus para o exílio. Depois do exílio, o segundo Templo foi construído e aumentado. O actual Muro Ocidental (Kotel) é uma pequena parte da parede de suporte onde se apoiava o Monte alargado sobre o qual estava o Templo.
Os romanos destruíram o Segundo Templo há 2.000 anos e dispersaram os judeus. Ao longo dos séculos Jerusalém foi sendo ocupada pelos vários impérios que se ergueram na História. 
No entanto, em 2.000 Jerusalém nunca serviu de capital de qualquer povo, a não ser a nação judaica. Com excepção de um breve período, os judeus sempre estiveram presentes na Cidade. Em finais do século 19, os judeus já representavam a maioria da população da Cidade.

BANDEIRA DA "PALESTINA", NA
ENCICLOPÉDIA "LAROUSSE" DE 1939
DIREITOS LEGAIS DE POSSE 
O "Mandato para a Palestina", unanimemente aprovado em 1922 pela "Liga das Nações", e que entrou em vigor no dia 29 de Setembro de 1922, constitui um artigo da lei internacional que nunca foi substituído. Ele estipulava que a então chamada Palestina seria estabelecida como pátria dos judeus.
Jerusalém situa-se dentro das fronteiras da Palestina estipuladas pelo Mandato.
Em 1947, a Assembleia Geral da ONU aprovou a resolução 181 que recomendava que dentro da Palestina fossem estabelecidos dois estados federados, um para judeus e outro para árabes. Nessa altura ainda não se tinham inventado os "palestinianos."
Esta resolução das Nações Unidas propunha que Jerusalém fosse um "corpus separatum" administrado pelas Nações Unidas.
As resoluções da Assembleia Geral da ONU são apenas recomendações, não sendo por isso vinculativas, nem tendo qualquer peso nas leis internacionais.
Mais ainda, a resolução 181 é nula e vazia porque os árabes a rejeitaram, e porque a ONU em nenhuma altura assumiu a responsabilidade de Jerusalém, nunca efectivando o que havia sido recomendado.
Quaisquer reivindicações actuais por parte dos árabes ou de outros de que Israel está condicionado à resolução 181 são pura e simplesmente falaciosas.

No final da Guerra da Independência, em 1949, Israel ocupava Jerusalém Ocidental. a Jordânia tinha ocupado a parte Oriental da Cidade, que engloba partes importantes da herança judaica, incluindo a Cidade de David e o antigo cemitério judaico do Monte das Oliveiras, para além de lugares sagrados judaicos, como o Muro Ocidental, e o Monte do Templo. Esta ocupação, bem como a da Judeia e da Samaria era ilegal; a Jordânia tinha tomado o território numa guerra ofensiva.
Apesar das garantias do acordo de armistício, a Jordânia declarou a parte Oriental de Jerusalém como interdita a judeus. Os judeus não tinham por isso acesso aos lugares sagrados judaicos naquela parte da Cidade. Daí surge a presunção completamente errada de que Jerusalém Oriental era árabe.
Os 19 anos em que os jordanos controlaram Jerusalém Oriental foram os únicos em 3 mil anos de História em que a Cidade foi dividida. 

Em 1967, e como resultado de uma guerra defensiva, Israel tomou Jerusalém Oriental.
Essa Guerra - Guerra dos Seis Dias - começou com o Egipto. Israel tinha enviado uma mensagem à Jordânia, via ONU: "Se vocês não intervierem, não sofrerão quaisquer consequências." Indiferente a este aviso, a Jordânia atacou, e sofreu as respectivas consequências.
Em 1970, o legislador internacional Stephen Schwebel - que mais tarde se tornou no presidente do Tribunal Internacional de Justiça - escreveu que os direitos a um território de um estado agindo em auto-defesa são superiores aos direitos de um agressor que ataque o mesmo território. Em relação a Israel, ele escreveu o seguinte: "Israel tem um título melhor no território daquilo que era a Palestina, incluindo a totalidade de Jerusalém..."

DOCUMENTO DA "LEI BÁSICA - JERUSALÉM:
CAPITAL DE ISRAEL", 
"JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL"
Depois da Guerra dos Seis Dias, a Cidade foi reunificada. Em 30 de Julho de 1980, o parlamento de Israel aprovou como lei básica: "JERUSALÉM: A CAPITAL DE ISRAEL - Jerusalém unida e completa é a Capital de Israel."
Os bairros judaicos em Jerusalém Oriental foram restaurados, as sinagogas destruídas pelos jordanos foram reerguidas, e novos bairros foram estabelecidos.
Os palestinianos árabes reivindicam actualmente o direito a Jerusalém "Oriental." Alegam que Israel tem de recuar para as fronteiras de 1967, o que colocaria o Muro Ocidental, o Monte do Templo e outros lugares sagrados judaicos em mãos árabes.
Mas não existe fronteira de 1967. A linha a que se referem é simplesmente a linha do armistício de 1949, desenhada quando a guerra entre Israel e a Jordânia chegou ao fim. A linha - que apenas designava a disposição dos dois exércitos - foi intencionalmente temporária: o acordo do armistício declara isso de forma bem clara. A linha não serviria de condição para futuras negociações de delimitação das fronteiras finais. 
Mais ainda: o acordo de armistício foi unicamente entre Israel e a Jordânia. Os árabes palestinianos não tiveram nada a ver com isso. É portanto um atentado à lógica ouvir-se actualmente os palestinianos reivindicarem parte de Jerusalém como sua. 
Em completa contradição com as suas alegações, se os árabes palestinianos reivindicam Jerusalém Oriental como sua, por que é que então se opõem tão violentamente à deslocação da embaixada norte-americana em Jerusalém Ocidental?
A realidade desconhecida de muitos é que, quando se comunicam na língua árabe, os árabes palestinianos desmascaram-se, manifestando as suas reais intenções: possuir TODA a Jerusalém. Na TV da Autoridade Palestiniana, por exemplo, são feitas constantes referências à "cidade árabe de Jerusalém ocupada."
Quando os árabes palestinianos se referem a "Jerusalém Oriental" e a "Jerusalém Ocidental", isso pressupõe uma imagem mental de uma cidade dividida pelo meio, o que não é o caso. "Jerusalém Oriental" refere-se a tudo o que estava além da linha de armistício, referida posteriormente como "linha verde."
Actualmente há vários bairros judeus construídos para além daquilo que se chamava a "linha verde" em Jerusalém, como é o caso de Ramot, no Noroeste da Cidade, e Giló, a Sudoeste.

Shalom, Israel!