quinta-feira, março 05, 2015

"COMO PODEREI VER O MAL QUE SOBREVIRÁ AO MEU POVO?"

A história da raínha Ester é uma lição de vida que não só revela a importância de fazermos aquilo que é certo na hora certa, mas também a intervenção do Eterno Deus na História através de pessoas incomodadas com as ameaças à sobrevivência do Seu povo e que arriscam as suas vidas para corajosamente assumirem o papel de intercessores e intervenientes na mudança e preservação da humanidade.
Dando ouvidos aos apelos do seu tio Mordecai, a raínha Ester, ainda que não se apercebendo, estava ouvindo o próprio Deus a convidá-la a participar numa mudança radical da História, transformando o mal em bem, a ameaça da extinção colectiva de um povo na miraculosa preservação e vitória do mesmo sobre todos os planos do mal. 
"...Quem sabe se para um conjuntura como esta é que foste elevada a raínha?" - questionou Mordecai, sabendo de antemão que aquela era a mulher que Deus havia separado e escolhido para mudar o rumo dos acontecimentos. 
A resposta da judia oculta promovida por Deus a raínha é verdadeiramente reveladora do carácter nobre, elevado e raro de alguém que se preocupa mais com a salvação dos outros do que com o seu bem estar e até com a sua própria existência: "...Irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci."

UMA MULHER DIFERENTE
Ester não era uma mulher qualquer. Ela percebeu que a sua promoção a raínha tinha tido um propósito: a salvação do seu próprio povo. E diante da autoridade suprema do todo-poderoso rei Assuero, diante da possibilidade de perder a sua própria vida, esta grande mulher assume o papel do verdadeiro intercessor, daquele que provoca mudanças nos reinos espirituais e que se repercutem nos reinos materiais: "...Como poderei eu ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?"

O resto da história é bem conhecido. Convido o/a leitor/a a dedicar algum tempo do dia de hoje a ler esta extraordinária intervenção de Deus na vida do Seu povo através de uma só mulher. Leia o Livro de Ester, e apaixone-se, inspire-se e deixe-se desafiar. Quem sabe se Você também é um/a escolhido/a de Deus para mudar a história do seu povo, da sua família, da sua nação? 
Ouça a voz de Deus e não fique parado. Ore, interceda, intervenha. A sua vida não será mais a mesma. E a vitória virá, dada por Deus e em resposta à disponibilidade de cada um de nós para ocupar o lugar único que nos está destinado na História.
E, quando dirigidos por Deus, veremos os inimigos derrotados e os propósitos divinos vitoriosos nas vidas daqueles que Ele deseja salvar: "...No dia em que os inimigos dos judeus contavam assenhorear-se deles, sucedeu o contrário, pois os judeus é que se assenhorearam dos que os odiavam."

Seja uma Ester do século 21!

Shalom!

quarta-feira, março 04, 2015

TAL COMO A RAÍNHA ESTER HÁ 2.500 ANOS, NETANYAHU TENTA SALVAR OS JUDEUS DAS AMEAÇAS PERSAS

Não só o discurso foi brilhante, como o momento não poderia ter sido melhor: hoje mesmo os judeus celebram a sua alegre festa do "Purim", lembrando a salvação dos judeus na Pérsia de um plano macabro organizado pelo cruel Haman para a sua extinção colectiva.
Decorridos 2.500 anos, os planos voltam a ser activados, desta vez não com forcas, mas com armas nucleares. E é essa ameaça patente sobre Israel e o seu povo que Netanyahu foi ontem denunciar no Congresso norte-americano.

TAL COMO HÁ 2.500 ANOS..
Naquela altura, os judeus estavam no seu exílio babilónico, agora persa, em consequência da vitória do império medo-persa sobre o babilónico de Nabucodonozor. 
O rei da Pérsia chamava-se Assuero, governando sobre 127 províncias e sobre todo o império mundial que agora os persas dominavam. O seu vice-rei chamava-se Haman, e era possuidor de um incurável ódio contra os judeus, que o levou a organizar e apresentar ao rei Assuero um macabro plano para a matança de todos os judeus que viviam na Pérsia. "Enviaram-se as cartas, por intermédio dos correios, a todas as províncias do rei, para que se destruíssem, matassem e aniquilassem de vez a todos os judeus, moços e velhos, crianças e mulheres, em um só dia, no dia treze do duodécimo mês, que é o mês de Adar, e que lhes saqueassem os bens." - Livro de Ester 3:13
Não fosse a coragem e oportunidade da raínha judia Ester, que, com risco da sua própria vida, decidiu abordar o rei e denunciar os planos de Haman, os judeus teriam sido completamente dizimados exactamente neste dia que hoje se comemora. Todos esses eventos tiveram lugar na antiga Pérsia, o actual Irão.
O cruel Haman lançou sortes - "purim" no original - para determinar qual o dia da matança dos judeus. A "sorte", ou o "purim" calhou no dia 13 do mês de Adar. É por isso que esta noite - o início do dia 13 de Adar - os judeus celebram a festa das "sortes", o "Purim", um tempo de grande alegria e festa, em que andam com disfarces nas ruas e trocam presentes entre si...

2.500 ANOS DEPOIS...
Netanyahu está a meio da sua campanha política para as eleições gerais em Israel no próximo dia 17. A sua ida a Washington gerou ondas de discussão em Israel e nos EUA, tanto mais que o presidente norte-americano se opôs claramente à visita do primeiro-ministro, nem sequer o recebendo na Casa Branca. Netanyahu arriscou assim a sua carreira, e não se sabe que frutos irá colher internamente desta sua visita ao Congresso americano. 
Mas, tal como Ester, Netanyahu percebe que este tempo é vital para a sobrevivência do estado de Israel, permanentemente ameaçado pelo crescente desenvolvimento do programa nuclear iraniano. Todas as pessoas de bom senso percebem que o programa nuclear do Irão não se destina a fins pacíficos, de outra forma não teria de ser ocultado a dezenas de metros de profundidade e completamente interditado aos inspectores internacionais, como até agora tem acontecido.
É esse perigo que Obama não consegue ver, mas que Israel pressente, uma vez que está "ali mesmo ao lado", e conhece mais do que ninguém os efeitos do ódio anti-semita dos dirigentes da República Islâmica do Irão, ao investirem e apoiarem os terroristas do Hezbollah e do Hamas com milhões de dólares e armamento para a destruição de Israel. 
Vezes sem conta a liderança iraniana tem prometido "limpar o tumor sionista" do mapa, e Israel sabe que eles dizem o que pensam e pensam o que dizem.
Esse desejo foi bem expresso nas palavras do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, um capanga do Irão: "Se todos os judeus se juntarem em Israel, isso poupar-nos-à o trabalho de andarmos à caça deles pelo mundo fora."

NETANYAHU APOIA-SE NA BÍBLIA
NETANYAHU OFERECE UMA CÓPIA DO LIVRO
DE ESTER AO LÍDER DO CONGRESSO
Não só o primeiro-ministro de Israel fez alusão à história da raínha judia Ester da Pérsia no seu discurso de ontem, como também se referiu a Moisés, que libertou o povo de Israel do Egipto e o conduziu pelo deserto durante 40 anos. No seu discurso de despedida ao seu povo, Moisés encorajou-os a serem bravos e fortes, a colocarem a sua fé em Deus e a não se intimidarem pelos inimigos que inevitavelmente iriam encontrar pelo caminho.


Netanyahu apelou ontem ao Congresso norte-americano - em cuja sala se encontra curiosamente uma imagem de Moisés - para ficar ao lado de Israel, sendo bravo e forte, e a não se deixar intimidar pelo inimigo comum que os EUA e Israel enfrentam: o Irão nuclear.

"Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal conjuntura como esta é que foste elevada a raínha?" - Livro de Ester 4:14.

Shalom, Israel!

terça-feira, março 03, 2015

"O IRÃO É UMA AMEAÇA PARA O MUNDO INTEIRO" - AFIRMOU NETANYAHU NO SEU DISCURSO AO CONGRESSO NORTE-AMERICANO



Netanyahu afirmou esta manhã em Washington que o Irão é um perigo não só para Israel, mas para o mundo inteiro. 
No seu discurso proferido perante uma sala repleta de entusiasmo, o primeiro-ministro israelita afirmou que o presente acordo entre as nações do mundo e o Irão, relacionado com as aspirações nucleares da nação islâmica é um "muito mau acordo" que irá conduzir a um Irão nuclear: "Se o acordo que agora está a ser negociado for aceite pelo Irão, não impedirá o Irão de desenvolver armas nucleares - irá até garantir que o Irão consegar essas armas nucleares - e muitas" - afirmou o primeiro-ministro israelita no seu discurso.

"Este é um muito mau acordo" - prosseguiu Netanyahu - "Estaríamos melhor sem ele." O acordo "não seria um adeus às armas, mas sim um adeus ao controle do armamento."
Netanyahu avisou ainda que o Irão e seus líderes são um perigo não apenas para Israel e para o Médio Oriente, mas para as nações do mundo inteiro, apelando ainda a uma acção global unificada para contrariar o programa nuclear iraniano.
"O regime do Irão é uma grave ameaça, não só para Israel mas também para a paz mundial. Temos de ficar unidos para parar a marcha da conquista, subjugação e do terror iraniano" - afirmou Netanyahu.
"Vez após vez o Irão tem provado que não é confiável" - afirmou Netanyahu, acrescentando - "não obstante o que possa dizer sobre permitir que se verifiquem os termos de qualquer acordo estabelecido para impedir o Irão de obter tais armas."
"O maior perigo que ameaça o nosso mundo é o casamento do Islão militante com as armas nucleares."
O primeiro-ministro acusou ainda o líder supremo iraniano ayatollah Ali Khamenei de anti-semitismo: "Ele cospe o velho ódio com a mais moderna tecnologia."
Netanyahu avisou ainda da necessidade de não se descurar a ameaça iraniana enquanto se está combatendo o "estado islâmico": "Derrotar o ISIS, mas permitir que o Irão consiga armas nucleares, pode ser ganhar uma batalha, mas perder a guerra."

O primeiro-ministro recebeu imensas ovações de pé enquanto caminhava para o pódio de onde discursou para um congresso do qual várias dezenas de democratas se ausentaram, ameaçando que esta intervenção do líder israelita poderia abrir uma fenda permanente nas relações entre os dois países.
"Sei que o meu discurso tem sido assunto de muita controvérsia" - afirmou, continuando - "Lamento que algumas pessoas percebam a minha vinda aqui como política. Essa nunca foi a minha intenção."
Netanyahu iniciou o discurso agradecendo o apoio dos Estados Unidos a Israel, em particular na área militar: "No passado verão, milhões de israelitas foram protegidos de milhares de rockets do Hamas, porque a cúpula do Capitólio ajudou a construir a nossa cúpula de ferro" - afirmou Netanyahu perante uma verdadeira chuva de aplausos.
Segundo Netanyahu, antes de levantar as sanções, o mundo deveria exigir que o Irão cesse os seus ataques contra outros países na região, pare de apoiar o terrorismo pelo mundo fora e "deixe de ameaçar aniquilar o meu país, Israel, o único estado judaico."

CALOROSA RECEPÇÃO
Netanyahu recebeu uma clara e calorosa recepção dos membros do Congresso reunidos esta manhã. Os republicanos aplaudiram constantemente e de pé as afirmações do primeiro-ministro, num total de 25 ovações. Os democratas foram obviamente mais contidos. Apesar das várias dezenas de senadores democratas ausentes, as câmaras e as galerias estiveram repletas.

ELIE WIESEL PRESENTE
Netanyahu dirigiu-se publicamente ao laureado com o prémio Nobel Elie Wiesel, o mítico sobrevivente do Holocausto ali presente: "Gostaria de lhe poder prometer, Elie, que as lições da História foram aprendidas" - afirmou Netanyahu sob uma chuva de aplausos. Quando os mesmos desvaneciam, acrescentou: "Os dias em que o povo judeu ficava passivo face aos inimigos genocidas já passaram.
Mesmo que Israel tenha de ficar só, Israel permanecerá" - prometeu, acrescentando de imediato: "Eu sei que Israel não está só. Eu sei que a América está ao lado de Israel. Eu sei que estais ao lado de Israel."

Assim seja! Shalom, Israel!

segunda-feira, março 02, 2015

NETANYAHU EM WASHINGTON PARA DISCURSO HISTÓRICO NO CONGRESSO NORTE-AMERICANO

São grandes as expectativas, apenas ultrapassadas pelas controvérsias: Netanyahu chegou ontem a Washington onde, numa semana repleta de significado histórico e (quem sabe?) até profético, irá discursar em vários encontros, contra a vontade e expressa ausência do presidente Hussein Obama.
O "grande discurso" que mais interesse e controvérsia tem levantado será proferido amanhã no Congresso dos EUA, sendo o "tema quente" as relações entre os EUA e o Irão, o grande inimigo de Israel.
No momento da sua partida para a capital norte-americana, Netanyahu, já em campanha eleitoral para as eleições parlamentares de 17 deste mês, afirmou: "Estou de partida para Washington numa visita fatídica, talvez até numa missão histórica. Sou o emissário de todos os israelitas, mesmo daqueles que não estão de acordo comigo."
ANTES DESTA HISTÓRICA VIAGEM, O
PRIMEIRO-MINISTRO ISRAELITA FOI
ORAR JUNTO AO MURO DAS LAMENTAÇÕES
Certamente. Quer queiram, quer não, Netanyahu é a face visível do sionismo e o melhor porta-voz dos judeus do mundo inteiro.
E enquanto Netanyahu vai a Washington expressar o seu desejo de ver paz e segurança para Israel, o presidente norte-americano, um pronto defensor dos direitos dos muçulmanos, não só estará ausente no dia do discurso de Netanyahu, como já demonstrou querer um Irão com armas nucleares.
É tempo de nos levantarmos e orarmos a favor do primeiro-ministro israelita, no seu discurso vital, amanhã, em Washington. Ele vai enfrentar uma tremenda oposição dos democratas liberais comandados pelo presidente mais anti-Israel que os Estados Unidos já conheceram até hoje.
A visita de Netanyahu é uma verdadeira provocação a Obama e ao seu apoio ao Irão. Não sendo recebido na Casa Branca, ele vai "invadir" o segundo local mais importante e significativo do governo norte-americano, tentando inverter a marcha decisória do Congresso em relação ao acordo nuclear com o Irão. Netanyahu conta com o apoio dos republicanos, cada vez contestatários das políticas do presidente democrata. 

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 28, 2015

EGIPTO CLASSIFICA O HAMAS COMO ORGANIZAÇÃO TERRORISTA

Dando um grande exemplo à "tolerante" Europa, um tribunal egípcio alistou o grupo palestiniano Hamas como "organização terrorista."
Esta informação foi comunicada esta manhã pela TV estatal do Egipto.
O Hamas é um ramo da "Irmandade Muçulmana", do Egipto, que as autoridades também declararam ser um grupo terrorista e que têm sistematicamente reprimido desde que em 2013 o exército derrubou da presidência um dos seus líderes, Mohamed Morsi.

Bem haja, Egipto, pela coragem desta decisão! 
Ao contrário dos tribunais europeus, que continuam na sua teimosa cegueira, não querendo colocar o Hamas na lista das organizações terroristas. É que para os juristas europeus, o Hamas fica longe de portas. Enquanto isso, o Egipto, tal como Israel, sofre diariamente com esse "mau vizinho", ali mesmo ao lado, na Faixa de Gaza...
Esta foi uma assinalável vitória legal contra o terrorismo palestiniano!

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 27, 2015

ISRAEL E JORDÂNIA ASSINAM ACORDO PARA LEVAR ÁGUA DO MAR VERMELHO PARA O MAR MORTO

Após meses e meses de negociações, foi ontem finalmente assinado um acordo entre as duas nações vizinhas - Israel e a Jordânia - para combater a preocupante escassez de água na região, especificamente no Mar Morto, cujo nível das águas desce cerca de um metro por ano.
Segundo a agência noticiosa jordana "Petra", o acordo agora assinado abrange a "execução da primeira parte" de uma carta de intenções assinada já em Dezembro de 2013, em Washington, entre representantes de Israel, Jordânia, e da Autoridade Palestiniana, com a intenção de salvar o Mar Morto, que corre o risco de simplesmente desaparecer em 2050, se não até antes.
O acordo prevê a construção de um bombeamento anual de 300 milhões de metros cúbicos de água desde o Mar Vermelho até ao Mar Morto.
Parte daquela água deverá ser canalizada através de quatro condutas para o Mar Morto. Outra parte será para dessalinizar e repartir entre Israel e a Jordânia. Os palestinianos receberão também 30 milhões de metros cúbicos de água por ano.
Segundo Silvan Shalom, ministro israelita para a Cooperação regional, "Esta cooperação construtiva entre Israel e a Jordânia vai permitir ajudar a reabilitar o Mar Morto e a criar uma solução para a falta de água na Jordânia e no sul de Israel."

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

POR QUE TANTOS ODEIAM TANTO OS JUDEUS?

O ódio aos judeus é tão antigo quanto a sua própria existência. Mas por quê tanto ódio, em tantos países e em tantas ocasiões da História? 

Entre os anos 250 d.C. e 1948 - um período de 1.700 anos - os judeus experimentaram mais de 80 expulsões de vários países europeus, uma média de uma expulsão a cada 21 anos. 
Os judeus foram neste período expulsos da Inglaterra, França, Áustria, Alemanha, Lituânia, Espanha, Portugal, Boémia, Morávia e outros 71 países.

Os historiadores têm classificado 6 explicações principais para o ódio aos judeus:

1 - ECONÓMICAS - "Odiamos os judeus porque eles possuem demasiado dinheiro e poder."
2 - POVO ELEITO - "Odiamos os judeus porque eles alegam arrogantemente serem o povo eleito."
3 - BODE EXPIATÓRIO - "Os judeus são um grupo conveniente para culpar dos nossos problemas."
4 - DEICIDAS - "Odiamos os judeus porque eles mataram Jesus."
5 - FORASTEIROS - "Odiamos os judeus porque eles são diferentes de nós."
6 - TEORIA RACIAL - "Odiamos os judeus porque eles são uma raça inferior."

Ao examinarmos estas explicações, temos de nos interrogar: são elas as causas do anti-semitismo, ou, pelo contrário, as desculpas para o anti-semitismo? 

A diferença é que se removermos as causas, o anti-semitismo desapareceria. E é exactamente por essa contradição que a verdadeira razão do ódio não tem a ver com as causas, mas sim com as desculpas. Vejamos algumas delas:

1 - ECONÓMICAS - Os judeus da Polónia e da Rússia dos séculos 17 ao 20 eram extremamente pobres, não tinham influência, mas eram mesmo assim pobres. E muitos milhares de judeus expulsos da Espanha e de Portugal só levaram a roupa do corpo.

2 - POVO ELEITO - No final do século 19, os judeus da Alemanha recusaram a ideia de "eleição." Começaram a assimilar-se com o povo. Mesmo assim, foi lá que se iniciou o Holocausto...
Tanto os cristãos como os muçulmanos professam ser o "povo eleito", mas ninguém os persegue por isso.

3 - BODE EXPIATÓRIO - Para se ser um "bode expiatório", é preciso ser-se já odiado. O anti-semitismo faz dos judeus um alvo preferencial e de conveniência. 

4 - DEICIDAS - A Bíblia relata que quem matou Jesus na cruz foram os romanos, ainda que os judeus sejam acusados de cúmplices. É interessante que essa acusação feita aos judeus surgiu séculos depois. Como é que é possível pela lógica perseguirem-se os cúmplices e não os autores materiais do crime? O próprio Messias Jesus pediu ao Pai que perdoasse os Seus carrascos - judeus e romanos. Foi só em 1963, após o Segundo Concílio do Vaticano, que a Igreja Católica Romana decidiu exonerar os judeus desta "culpa."

5 - FORASTEIROS - Com o Iluminismo do final do século 18, muitos judeus tentaram assimilar-se. O anti-semitismo deveria então ter parado por aí. Só que, pelo contrário, com o surgimento dos nazis veio o clamor: "Nós vos odiamos, não por vocês serem diferentes, mas por tentarem ser como nós! Não podemos permitir que vocês infectem a raça ariana com os vossos genes inferiores."

6 - TEORIA RACIAL - O problema contraditório desta teoria é que os judeus não são verdadeiramente uma raça. Qualquer um pode tornar-se judeu. E muitos membros de todas as raças, credo e cor têm-no feito numa ou noutra ocasião. 

Todos os outros grupos que são odiados são-no por uma razão específica. Com os judeus, no entanto, dão-se as maiores contradições: são odiados por serem preguiçosos e raça inferior, mas ao mesmo tempo por dominarem a economia e quererem tomar conta do mundo. São odiados por tentarem manter uma certa separação cultural, familiar e religiosa, mas quando se tentam assimilar, são acusados de constituírem uma ameaça à pureza racial através dos casamentos mistos. Os judeus são simultaneamente vistos como pacíficos e conflituosos. Como capitalistas exploradores e como comunistas revolucionários. Imbuídos de uma mentalidade de "escolhidos", ao mesmo tempo que inferiorizados. 

Uma coisa é certa: não há razões válidas para se odiar os judeus. Talvez seja mais um problema de inveja e mesquinhez...
Um verdadeiro problema de raíz espiritual...

Shalom, Israel!


terça-feira, fevereiro 24, 2015

CHAMAVAM-LHE "RABI" ABRAÃO LINCOLN...POR SER UM GRANDE AMIGO DOS JUDEUS...

Muitos sabem do muito que o presidente norte-americano Abraão Lincoln fez pelos afro-americanos, mas até agora muito pouco se sabia sobre o lugar especial que os judeus tinham no coração do presidente mais amado na América.
A verdade é que Lincoln demonstrou tanto favor para com a comunidade judaica do seu tempo, que eles até o chamavam de "rabi Abraão."
Quando Lincoln nasceu - 12 de Fevereiro de 1809 - havia menos de 3 mil judeus nos Estados Unidos. Na altura em que ele morreu, o número já tinha atingido os 150.000. Muitos dos contemporâneos de Lincoln ficaram deveras alarmados com tão grande crescimento! Sendo uma autêntica praga, o anti-semitismo já se tinha espalhado desde a Europa "cristã" até ao Novo Mundo. Lincoln, porém, como declarado republicano cristão que era, defendeu os judeus da mesma forma como defenderia os afro-americanos.
Lincoln era um devoto estudioso da Bíblia e muitas vezes fazia citações do Velho Testamento durante os seus discursos públicos. Este verdadeiro homem de Deus rejeitava a noção sustentada por muitos cristãos daquele tempo (e não só) de que os judeus eram os responsáveis pela morte do Filho de Deus. Desde o início da sua carreira que ele fez questão de tratar os judeus com respeito. Lincoln orgulhava-se de ter muitos amigos judeus, tendo representado muitos deles na sua carreira de advogado, e tendo até nomeado judeus para vários lugares da sua administração. Muitos judeus serviram como conselheiros pessoais de Lincoln.
Vários generais de Lincoln viam os judeus como intrusos hostis no continente norte-americano e tentaram vê-los expulsos. O general Ulysses Grant tentou expulsá-los, emitindo um édito em que os judeus eram barrados de vender bens aos soldados da União. O presidente Lincoln, que não teve nada a ver com o édito, após confrontar o seu general comandante, fez rescindir imediatamente tão vergonhosa ordem.
Quando o exército da União quis "nomear capelães cristãos para cuidarem das necessidades espirituais dos nossos bravos soldados", Lincoln insistiu em que se nomeassem também judeus para servirem como capelães do exército, algo que nunca tinha sido feito até então. Lincoln transcreveu então a ordem para lei, e os judeus têm desde então servido como capelães das Forças Armadas dos EUA.
Lincoln foi também o primeiro a reconhecer a necessidade de incluir o judaísmo como uma religião oficial nos Estados Unidos. Naquela altura era costume chamar-se aos Estados Unidos uma "nação cristã", mas de forma a assegurar que a crescente população judaica também fosse incluída, Lincoln insistiu que a América fosse chamada "a nation under God" (uma nação sob Deus).
HENRY WENTWORTH MONK, UM FERVOROSO
CRISTÃO SIONISTA, SEGURANDO UM NOVO
TESTAMENTO COM UMA MÃO E UM JORNAL
"THE TIMES" COM A OUTRA
Em 1863, Lincoln emanou a "Proclamação de Emancipação" declarando que "todos os escravos debaixo da confederação estavam livres desde então e para sempre." Pouco depois, Lincoln encontrou-se com um cristão sionista canadiano chamado Henry Wentworth Monk, que lhe explicou que os judeus que estavam sendo oprimidos na Rússia e na Turquia também precisavam de ser emancipados, "restaurando-os ao seu lar nacional na Palestina."
Lincoln respondeu que isso - o renascimento de Israel como nação-estado - era "um sonho nobre partilhado por muitos americanos."
Sabe-se que poucos minutos antes de ser assassinado enquanto assistia com a sua esposa a uma peça de teatro, Lincoln, que naquele dia se encontrava excepcionalmente alegre, confidenciou com a sua amada que tinha um desejo íntimo que gostaria de realizar: visitar a Terra Santa, a Terra de Israel.
Quando o presidente Lincoln foi assassinado, a reacção dos judeus não teve precedentes, com comunidades  em todo o país a fazerem luto por ele da forma típica judaica, durante 7 dias seguidos. Elogios ao falecido amigo dos judeus foram também feitos pelos rabis em todas as sinagogas do país.
Sabe-se de um rabi que, na altura das celebrações fúnebres, afirmou publicamente que Lincoln lhe havia confidenciado ser descendente de judeus. 

Quem dera que o exemplo deste presidente tão amado por todos os americanos, incluindo os judeus, fosse seguido pelos seus sucessores...
Tal não é o caso do actual presidente Hussein Obama, infelizmente o menos amigo de Israel que os EUA conheceram até hoje...não admira que o país tenha chegado a este estado...

Shalom, Israel!


segunda-feira, fevereiro 23, 2015

ISRAEL DESMANTELA CÉLULA TERRORISTA DO HAMAS EM HEBRON

Uma operação conjunta das Forças de Defesa de Israel e do Shin Bet realizada no mês passado na cidade bíblica de Hebron levou à detenção de 11 indivíduos que compunham uma célula terrorista do Hamas que planeava realizar ataques terroristas em território israelita.
Devido à sensibilidade da operação, as notícias desta operação só foram reveladas hoje pelos serviços secretos do Shin Bet.
Dois dos cabeças desta célula terrorista tinham 20 e 28 anos respectivamente, já tinham sido presos em Israel nos últimos anos e mantidos sob controle administrativo.
Segundo o que foi agora revelado, um dos planos macabros destes terroristas era fazer explodir uma pequena bomba nas imediações de Hebron, atraindo dessa forma os soldados das FDI, e despoletar de seguida um rebentamento de grandes proporções. Uma falha técnica impediu que o plano se concretizasse em Dezembro passado.
Os bandidos revelaram também terem outros planos para atacar alvos diversificados, sendo que para tal já tinham recolhido informação relacionada com as movimentações de cidadãos israelitas em Hebron e em Jerusalém.
Como parte da investigação, os terroristas entregaram vários engenhos explosivos e duas armas reservadas para os ataques planeados.
Segundo os serviços de inteligência israelitas, esta detenção vem mais uma vez provar a forte presença do Hamas em Hebron, em particular de indivíduos anteriormente detidos e que regressaram ao ciclo de terror.

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 21, 2015

NETANYAHU VAI DISCURSAR NO CONGRESSO NORTE-AMERICANO EM DATA DE GRANDE SIGNIFICADO BÍBLICO

Desde há semanas que a esperada intervenção do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu no Congresso norte-americano tem gerado uma grande controvérsia, não só em Israel, como nos próprios Estados Unidos, onde o próprio presidente Hussein Obama se manifestou contra e já afirmou que não estará presente, tendo a própria Casa Branca censurado o líder o líder do Congresso John Boehner, por ter alegadamente "rompido o protocolo" ao convidar o líder israelita para falar no Congresso. 
Por outro lado, esses mesmos que agora são contra o discurso do líder israelita não se importam que o líder católico Francisco I ali vá também discursar em Setembro deste ano...

DATAS PROFÉTICAS?
O que talvez muitos não tenham entendido ainda é a coincidência de datas do discurso de Netanyahu ao órgão mais importante dos Estados Unidos e a da celebração de uma festa bíblica - o Purim - que lembra a preservação milagrosa do povo judeu exilado na Pérsia, com a divina intervenção da raínha Ester.
O dia do discurso - 3 de Março próximo - é exactamente na véspera do dia da celebração da salvação dos judeus na Pérsia. Os persas tinham planeado destruir todos os judeus residentes no império, até que o plano foi descoberto por Mordecai, tio de Ester, já raínha da Pérsia nessa altura. Mordecai influenciou-a decididamente a apresentar-se diante do rei, arriscando a sua própria vida, suplicando a este para que poupasse o seu próprio povo, o povo judeu. 
Não só o rei acedeu, como mandou matar os promotores deste verdadeiro genocídio. 
Desde então todos os judeus sempre celebram essa data, numa alegre festa a que chamam "Purim", em que se mascaram e trocam presentes entre si.
Se adaptarmos essa realidade aos dias actuais, basta lembrar que a antiga Pérsia equivale ao actual Irão, e que o mesmo ódio que planeou a extinção do povo judeu há 2500 anos é o mesmo que domina hoje as pérfidas mentes dos dirigentes iranianos.
Espera-se que Netanyahu seja firme no seu discurso, aproveitando a época histórica para denunciar fortemente os planos actuais do Irão com o seu programa de desenvolvimento nuclear cujo objectivo principal é "limpar" Israel do mapa. Com um fracassado presidente que se revelou um falso amigo de Israel e demasiadamente passivo diante do Irão, os EUA precisam de ser lembrados da urgente necessidade de se colocarem 100% ao lado de Israel na sua luta contra o terrorismo islâmico e ainda mais com a cada vez mais iminente ameaça nuclear iraniana. E Netanyahu é o homem certo, na hora certa, para falar à consciência do congresso norte-americano.
Poucas semanas depois deste discurso que se prevê histórico e até profético, Israel entrará em eleições nacionais, não se sabendo até que ponto o actual primeiro-ministro conseguirá manter a sua posição governamental. Talvez o seu discurso seja o "tudo por tudo" nesta hora de tão grande tensão política em Israel e em toda a região circunvizinha.

SINAIS NOS CÉUS
Três dias depois das das eleições - 17 de Março - haverá um eclipse solar que coincidirá com o início do mês bíblico de Nisan. Logo a seguir, no dia 3 de Abril, exactamente um mês após o discurso de Netanyahu, o mundo assistirá a mais uma "lua vermelha" - uma tetrad - coincidindo exactamente com o início da Páscoa judaica...
Grandes acontecimentos podem estar a caminho nas próximas semanas. E, como sempre, Israel é cada vez mais o relógio profético que Deus usa para falar às nações e aos povos que O querem ouvir. Infelizmente, muito poucos...

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 20, 2015

ISRAEL COBERTA DE NEVE!

Impressionante! Até no Sul de Israel cai a neve! Todo o país está debaixo de um intenso nevão, gerando atrasos nos voos, fecho de escolas e outras instituições, contratempos no trânsito, mas muita...muita diversão!
Pela primeira vez em muitos anos a cidade bíblica de Berseba, em pleno deserto, ficou coberta de neve na manhã de hoje. Os habitantes da cidade regozijaram-se e divertiram-se com este acontecimento nunca visto desde 1992.
Esta tempestade de inverno que tem trazido grandes quantidades de chuva, granizo e neve sobre toda a Terra de Israel começou já na manhã de ontem, com os residentes de Jerusalém e dos Montes Golan a despertarem com algumas dezenas de centímetros de neve à porta de suas casas. 
A neve acumulou-se por todo o Norte de Israel, desde Jerusalém a Ariel, Abu Gosh, à alta Galiléia e aos Montes Golan. A neves também atingiu as aldeias druzas nos Montes Carmelo, a Universidade de Haifa, e muitos outros locais, incluindo o vale de Hula.
Na cidade de Tel Aviv e cidades circunvizinhas, o granizo não parou de cair durante parte da madrugada. As estradas que ligam a Jerusalém foram encerradas e as próprias ruas de Jerusalém têm estado interditas ao trânsito enquanto a neve perdurar. Com excepção de algumas linhas que levam à estação central, todas as outras linhas de autocarro têm estado fechadas na capital.

Durante esta tarde a neve tem deixado de cair no Norte, temendo-se agora a ocorrência de inundações. Na parte central e Sul do país a neve e a chuva continuarão a cair durante esta tarde.
Durante esta madrugada estão previstas fortes chuvadas e agitação marítima na costa do Mediterrâneo.
Prevê-se um aumento gradual das temperaturas a partir do próximo Domingo.

Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 19, 2015

FACEBOOK (FINALMENTE!) REMOVE PÁGINA DO HAMAS - QUE JÁ TINHA 2.7 MILHÕES DE "LIKES"

A rede social "Facebook" decidiu finalmente na passada Terça-Feira remover a página noticiosa do grupo terrorista islâmico "Hamas", sob a designação de "Shehab."
Esta decisão foi o resultado da pressão exercida por estudantes israelitas que fazem parte de um programa para combater o anti-semitismo nas redes sociais.
Os estudantes receberam uma mensagem dos administradores do "Facebook" informando que a página - uma das mais populares em todo o mundo de língua árabe, com mais de 2,7 milhões de "likes" - havia sido removida por se ter verificado conter violência gráfica, violando dessa forma as práticas de uso desta rede social.
Durante o ano passado os estudantes israelitas fizeram constantes queixas, incluindo um pedido oficial para que se examinasse o conteúdo da página que compartilha a ideologia do Hamas.
UM DOS CARTOONS PROMOVENDO A VIOLÊNCIA
Segundo um dos mentores desta acção, "sabe-se que esta página está afiliada ao Hamas. A página desempenhava um papel inseparável no acender das chamas e no incitamento entre os palestinianos, encorajando o terrorismo e ataques com veículos, espalhando ainda propaganda anti-semita com apelos à matança de judeus."
A meio dos protestos israelitas, o "Facebook" removeu inicialmente da página o estatuto de "verificado", um estatuto conferido apenas às paginas oficias de celebridades, ministérios governamentais, políticos e empresas comerciais.
Um dos responsáveis israelitas pelo combate ao anti-semitismo através das redes sociais elogiou esta decisão do "Facebook", declarando que a página servia como uma "plataforma para o incitamento ao assassínio e à violência contra judeus e os habitantes de Israel."
E acrescentou: "Esperamos que os outros meios de comunicação social, motores de busca e outros meios mediáticos da internet possam seguir o exemplo e agir sistematicamente para remover conteúdos de ódio, anti-semitismo e racismo, incluindo conteúdos que apelam ao incitamento e até á violência."

Bem haja, Facebook!

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 18, 2015

ISIS PLANEIA ATACAR A EUROPA A PARTIR DA LÍBIA

Segundo o conceituado jornal britânico "Telegraph" noticiou na sua edição de hoje, o movimento terrorista islâmico "ISIS"- que recentemente decapitou 21 cristãos coptas egípcios na Líbia e agora queimou vivas 45 pessoas dentro de jaulas, no Iraque - planeia "inundar" a Líbia com militantes da Síria e do Iraque, que depois atravessarão o Mediterrâneo na qualidade de "emigrantes" em barcos fretados por traficantes.
A Líbia tornar-se-à assim para os terroristas islâmicos um ponto de partida para o lançamento de uma guerra em todo o sul da Europa. 
O periódico britânico cita inclusivamente cartas escritas por apoiantes do "ISIS."
Segundo estas informações hoje divulgadas, após atravessarem o Mediterrâneo desde a Líbia até ao sul da Europa, os terroristas dispersar-se-iam por cidades do sul da Europa cometendo ataques que incluiriam também o comércio marítimo.
O Egipto já fez alguns ataques às posições do "ISIS" na Líbia, mas solicitou à ONU o apoio internacional pata acabar de vez com a crescente ameaça da presença dos terroristas islâmicos na fragilizada Líbia. 
A Líbia fica a menos de 500 quilómetros da Itália, e a instabilidade actual nesse país africano tem deixado os líderes europeus preocupados com a possibilidade de ataques terroristas em pleno solo europeu.
Os chefes da segurança da Itália aprovaram ontem um plano para colocar nas ruas de todo o país 4.800 militares para protecção de potenciais ataques de militantes islâmicos.
Segundo o comunicado emitido ontem, todos os locais e alvos sensíveis serão protegidos pelo menos até Junho próximo.
500 serão colocados em Roma, onde já existe uma protecção militar especial às missões e residências diplomáticas, a sinagoga da capital e às escolas judaicas.

Shalom!

terça-feira, fevereiro 17, 2015

TÚMULO DE ESDRAS NO IRAQUE TOMADO PELOS RADICAIS ISLÂMICOS

TÚMULO DE ESDRAS FOTOGRAFADO EM 1916
Apesar do estranho silêncio dos media internacionais, a imprensa árabe relatou que na semana passada forças islâmicas que operam no sul do Iraque apoderaram-se de um antigo santuário reverenciado como sendo o túmulo do escriba e sacerdote bíblico Esdras.
O site árabe "Al-Araby" relatou que os militantes islâmicos tinham destruído grandes partes do santuário, que incluíam uma sinagoga e uma mesquita, tencionando usar esse espaço agora como quartel general da organização terrorista no sul do Iraque.
TÚMULO DE ESDRAS HOJE
Segundo o "Al-Araby", os terroristas tinham cortado todos os acessos ao túmulo de Esdras para impedir os jornalistas de reportarem a sua conquista e destruição do lugar sagrado.


QUEM ERA ESDRAS?
Após liderar um enorme contingente de exilados judeus de volta à Terra de Israel e instruir o povo judeu na observância da Palavra de Deus, segundo as ordens do imperador persa, a Bíblia não nos fala de que Esdras tenha voltado ao actual Iraque.
Séculos depois, o historiador judeu Flávio Josefo registou que Esdras tinha sido sepultado em Jerusalém, a cidade que conjuntamente com Neemias ele ajudou a reerguer e santificar.
Outras tradições supostamente promovidas pela grande comunidade judaica que ficou na Mesopotâmia asseveram que Esdras tinha sido sepultado nas margens do rio Tigre, na antiga Mesopotâmia (actual Iraque). Foi erigido um santuário no local, reverenciado tanto por judeus como por muçulmanos.
Mesmo depois da imigração em massa de judeus iraquianos para Israel nos anos 1951 e 1952, o túmulo de Esdras, completo com as muitas inscrições em hebraico louvando o Deus de Israel, continuou a ser um lugar de peregrinação para os árabes que viviam na região.

Já em Julho passado os militantes do grupo islâmico terrorista "Isis" destruíram aquilo que se pensa serem os túmulos de Ezequiel e de Jonas, alegando que os túmulos representavam "idolatria."

Shalom, Israel!

segunda-feira, fevereiro 16, 2015

CENTENAS DE TÚMULOS JUDAICOS VANDALIZADOS EM FRANÇA

Num tempo de um preocupante ressurgimento do anti-semitismo por toda a Europa, e não obstante toda a alegada boa vontade que os governos europeus possam ter, esforçando-se para que os judeus não abandonem os seus países, e, correspondendo ao apelo feito mais uma vez pelo primeiro-ministro israelita para que voltem para Israel, a realidade é que os recentes ataques contra judeus (Paris, Bélgica e agora na Dinamarca) são o rastilho que provocará não só o medo, mas também o desejo dos judeus de partirem desses países onde cada vez mais eles são mal vistos e alvo de constantes provocações.
E nem o sossego das tumbas dos falecidos escapa a este ódio anti-semita. Cerca de 200 tumbas judaicas foram vandalizadas e cerca de 100 foram destruídas por vândalos num cemitério judaico na Alsácia, no leste da França, perto da fronteira alemã, naquilo que o Ministro francês para os Assuntos Internos classificou de "acto abominável."
"O país não tolerará esta nova ferida que vai contra os valores que todo o povo francês partilha" - afirmou o ministro, acrescentando que "irão ser feitos todos os esforços para identificar, interrogar, e levar à justiça a pessoa ou pessoas responsáveis por este acto abominável."

"A FRANÇA ESTÁ FERIDA TAL COMO VÓS"
Numa declaração feita esta manhã, o primeiro-ministro francês reagiu à vandalização dos túmulos judaicos e ao consequente apelo-convite para que os judeus franceses façam "aliyah" para Israel, afirmando uma total solidariedade para com os judeus franceses: "A minha mensagem para os judeus franceses é a seguinte: a França está ferida como vocês estão, e a França não quer que vocês saiam...lamento os comentários de Benjamin Netanyhau...o lugar dos judeus franceses é a França."
Já em Janeiro passado, após o atentado contra o supermercado judaico em Paris, o preocupado ministro francês afirmava: "Se os 100.000 judeus deixarem a França, a França não será mais França."

Mas, quer ele queira ou não, a verdade é que os judeus terão de se convencer que só há uma terra onde eles se sentirão "em casa" e verdadeiramente seguros: a sua Terra, a Terra de Israel!

Shalom, Israel!

sábado, fevereiro 14, 2015

"ISRAEL NÃO É PERFEITO, MAS É MESMO ASSIM O POVO ELEITO"

Esta foi a afirmação de um conhecido pastor de uma congregação messiânica em Jerusalém, referindo-se à corrupção que infelizmente também grassa em Israel.
Por razões de segurança, o nome do pastor mantém-se no anonimato.
Este líder judeu messiânico quis manifestar a sua opinião contra aqueles que fazem uso da imperfeição dos judeus e do Israel actual para criticar ou até recusar a sua própria existência.
É esta a opinião e argumento deste pastor, com a qual concordamos:

"O problema da corrupção está presente em toda a Bíblia. Apesar de serem o povo escolhido, os israelitas sempre experimentaram a corrupção.
Tal como no passado, a nação de Israel não é perfeita, e não vive segundo a vontade de Deus. Mesmo assim, a nação de Israel permanece como povo escolhido e beneficiário de uma inquebrável aliança com Deus, e de muitas alianças subsequentes. Israel não pode contudo desfrutar plenamente destas bênçãos até que se apresente limpo diante de Deus.
Deus fez regressar o povo de Israel à Terra de Israel, não por causa da nossa pureza, mas sim apesar da nossa impureza e falta de arrependimento (Ezequiel 36:16-32).
Há críticos que afirmam que como povo eleito, a nação de Israel devia viver em conformidade com a Palavra de Deus para poder receber as Suas bênçãos. Essas pessoas insistem que enquanto Israel não praticar uma moralidade bíblica, não pode ser a nação e povo eleitos, e certamente não poderá desfrutar das bênçãos de Deus, incluindo a própria posse da Terra de Israel.
Estes argumentos têm alguma legitimidade. Mas se usarmos o mesmo argumento olhando para todas as nações que se dizem cristãs, ou todas as igrejas cristãs e comunidades evangélicas, reconheceremos rapidamente que Deus escolheu habitar e trabalhar através de vasos humanos imperfeitos. Se Deus fosse estar à espera de pessoas perfeitas e sem pecado, o Reino dos céus estaria ainda vazio.
Aquele que quiser ficar contra Israel pela sua falha na prática da moral bíblica deve julgar todas as nações segundo os mesmos padrões. Toda a pessoa de toda a nacionalidade, raça e sexo é chamada a viver segundo o código moral divino, e todas as pessoas têm falhado e necessitam de redenção e perdão.
Deus tem um plano de redenção para toda a humanidade, e neste plano há um lugar para a salvação de Israel e do povo escolhido, e para todas as outras nações. Deus está agora implementando este plano em Israel e nas nações vizinhas."

Shalom, Israel!

sexta-feira, fevereiro 13, 2015

ISRAEL ABENÇOADO COM CHUVA, NEVE E TROVOADAS

Este tem sido um Inverno excepcionalmente rigoroso em Israel. Chuvas intensas têm fustigado hoje várias partes do país. As regiões do Norte e as zonas costeiras têm visto trovoadas, e algumas cidades estão em alerta por perigo de inundações.
Os montes Hermon estão a sofrer um intenso nevão, as regiões da alta Galiléia e do Norte dos Montes Golan acordam pintadas de branco.
Segundo as previsões metereológicas locais, a chuva manter-se-à durante todo o dia, espalhando-se também para as regiões centrais e do sul.
Desde ontem que a intensa nuvem de poeira que cobriu Israel nos dois últimos dias começou a dispersar, mantendo-se no entanto uma fraca visibilidade no Sul do país, prevendo-se a continuação de tempestades de areia no deserto do Negueve.
Após assistir a um rápido desabrochar da Primavera, Israel voltou ao Inverno, ficando coberto de nuvens de poeira, seguidas de fortes ventos e chuvadas.
Shalom, Israel!

quinta-feira, fevereiro 12, 2015

MAIS COMPANHIAS AÉREAS A VOAR PARA ISRAEL

Com uma previsão de aumento do número de turistas para este ano - esperam-se 5 milhões para 2017 - e a procura de novos destinos por parte dos turistas israelitas, novas rotas estão sendo abertas e novas companhias estão planeando voar para Israel já durante este Verão.
Algumas das novas companhias aéreas a voar para Israel são a Kenya Airlines (Quénia), a Air Bucharest (Roménia), a chinesa Hainan Airlines, e a Small Planet Airlines, com base na Lituânia.
A italiana Blue Panorama Airlines recomeçará também os voos durante o Verão.
Segundo a "Autoridade Aeroportuária Israelita", várias companhias aéreas irão oferecer novas rotas a partir de Israel durante a época de Verão, que se inicia em 29 de Março e se estende até ao dia 24 de Outubro, incluindo voos directos da EL AL para Boston (EUA), e voos directos da companhia Arkia para Florença e Bolonha, na Itália, Ibiza, na Espanha, e Porto, Portugal.
A companhia Germania oferecerá voos de Tel Aviv para Baden-Baden e para Hamburgo, na Alemanha. Outros novos destinos incluirão Rijeka, na Croácia, Volos, na Grécia, e Târgu-Mures, na Roménia. 
O director geral do aeroporto internacional israelita Ben Gurion informou haver um incremento na procura de companhias aéreas estrangeiras querendo voar para Israel. Cerca de 15 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto israelita durante o ano passado, representando um aumento de 6,6% em relação ao ano anterior. 14,26 milhões de turistas viajaram para o exterior, enquanto os restantes viajaram para Eilat, no sul do país.

AUMENTO DO AEROPORTO DE BEN GURION
À luz do aumento do tráfego de passageiros, irá ser construído uma quarta ala no aeroporto de Tel Aviv, no valor de mais de 100 milhões de dólares, um projecto que irá ocupar mais 17.000 metros quadrados e que incluirá 8 novas mangas para aviões a jacto, com 3 destinadas a aviões de grande porte, permitindo o embarque e o desembarque simultâneo de 2 aviões. 
Esta nova área terminal incluirá ainda dois terminais para autocarros, cafés, lojas e uma grande sala de espera.

5 MILHÕES DE TURISTAS POR ANO
No início da feira de turismo anual realizada estes dias em Tel Aviv, um dos responsáveis da comissão organizadora afirmou que o alvo do turismo de Israel é atingir os 5 milhões de turistas por ano já para 2017: "Este objectivo foi estabelecido por toda a indústria do turismo e pode ser alcançado."
As críticas para o actual marasmo no crescimento do turismo foram entretanto para o governo que, segundo os promotores turísticos, não se tem interessado no investimento de novas estruturas e no marketing do turismo israelita pelo mundo fora.
O alvo é passar dos actuais 3,5 milhões de turistas anuais para os 5 milhões.

Shalom, Israel!

quarta-feira, fevereiro 11, 2015

O PREOCUPANTE DECLÍNIO CONSTANTE DA POPULAÇÃO JUDAICA NA EUROPA

A população de judeus na Europa continua num declínio profundo. 
No início da 2ª Guerra Mundial, em 1939, havia 16,6 milhões de judeus espalhados pelo mundo, com cerca de 9,5 milhões de judeus vivendo na Europa, uma percentagem de 57% da população judaica mundial. 
No final da Guerra, em 1945, a população judaica europeia já tinha sido dizimada para os 3,8 milhões (35% do total mundial). Cerca de 6 milhões de judeus foram assassinados durante o Holocausto.
Hoje, a população judaica europeia não ultrapassa os 1,4 milhões.
Só 10% dos judeus espalhados pelo mundo é que vivem na Europa, e só 0,2% dos europeus é que são judeus.
E a tendência parece continuar. Milhares de judeus franceses estão anualmente a imigrar para Israel, a terra dos seus antepassados.
A população judaica na Europa oriental, outrora bastante vibrante, está praticamente extinta. Dos cerca de 3,4 milhões de judeus que viviam em partes da ex-União Soviética em 1939, a maior parte foi extinta no Holocausto, e muitos outros foram para Israel e para outros lugares. A população judaica actual nessas regiões russas não ultrapassa agora os 310 mil. 
Em outros países da Europa de leste onde em 1939 vivia uma grande e vibrante comunidade judaica, como é o caso da Polónia, Hungria, Roménia e alguns mais, e que contava no total uns 4,7 milhões de judeus, a presença judaica actual conjunta não chega aos 100 mil.

UMA EUROPA MAIS POBRE
Uma Europa sem judeus é algo quase sem precedentes. O continente tem albergado comunidades judaicas durante milénios. Sem judeus, a Europa ficará indubitavelmente muito mais pobre. E isso numa miríade de aspectos. Falamos de uma cultura que produziu entre muitos outros, vultos como Kafka, Freud e Stefan Zweig...
O recente massacre de judeus em Paris por radicais islâmicos é mais uma contribuição para o perverso sonho de Hitler de ver uma Europa "liberta de judeus." 
Mas o que os líderes europeus não sabem é que uma Europa sem judeus não será mais a Europa como a conhecemos. 
Há já líderes judaicos a falar acerca de um "novo êxodo" de judeus europeus. 

UM ISRAEL MAIS RICO
Uma grande parte desse declínio pós-guerra deveu-se ao estabelecimento do estado judaico em 1948. A população judaica em Israel era em 1945 cerca de meio milhão. 
Em 2010, o número de judeus vivendo em Israel já era de 5,6 milhões.
Para quem como nós percebe a soberania de Deus na História, estas são notícias animadoras. As profecias bíblicas milenares indicam claramente que nos "últimos dias" haverá um retorno em massa dos judeus espalhados "pelos quatro cantos da terra" para a única Terra que é sua de direito, a Terra de Israel. 
Este poderá ser apenas o início de algo tremendo e glorioso!

Shalom, Israel!