domingo, setembro 16, 2007

SÍRIA COM ARMAMENTO NUCLEAR?


O raide israelita de há dez dias na Síria poderá ter revelado a existência de tecnologia nuclear oriunda da Coreia do Norte e transferida para a Síria - cita um número crescente de peritos e responsáveis israelitas e norte-americanos.
Os jornais israelita Yediot Ahronot e o britânico The Observer relataram no Domingo passado que pelo menos 8 jactos de combate israelita participaram no raide, penetrando na fronteira leste da Síria antes de atacarem aquilo que os oficiais temem seja uma instalação para a extracção de urânio. Além dos aviões de ataque , ambos os jornais referem que um avião de recolha electrónica de informações também sobrevoou o local do ataque a centenas de metros de altura para recolha adicional de informações.
O jornal americano Washington Post relatou que o ataque aconteceu exactamente 3 dias depois da atracagem de um navio norte coreano na Síria alegadamente para descarregar cimento. Um perito afirmou que tanto os EUA como Israel estavam convencidos que o carregamento continha equipamento nuclear de alta sensibilidade que capacitaria a Síria a lançar um programa de armamento nuclear.
Oficiais sírios negaram veementemente que hajam quaisquer estruturas nucleares algures no seu país.
Mas o antigo embaixador dos EUA nas Nações Unidas, John Bolton, disse ao Jerusalem Post que a simples lógica retirará as conclusões claras de que tanto o Irão como a Coreia do Norte procurariam um aliado que não esteja sob suspeita da produção de armamento nuclear para cobrir os elementos mais visíveis dos seus programas de armamento nuclear.
Bolton afirmou acreditar que a Síria está a providenciar estruturas para o enriquecimento do urânio para fornecer ao Irão e à Coreia do Norte, países que estão sob apertada vigilância por parte da ONU. Acrescentou ainda que não é por acaso que a Coreia do Norte esteve entre as nações que mais vigorosamente condenaram o alegado raide aéreo israelita na Síria.

sexta-feira, setembro 14, 2007

DESCOBERTO TÚNEL EM JERUSALÉM


Mais uma descoberta impressionante em Jerusalém vem confirmar a veracidade histórica dos registos feitos por Flávio Josefo na sua clássica obra "As Guerras dos Judeus" (felizmente já disponível em português) sobre os trágicos acontecimentos vividos durante a destruição do segundo templo (construído por Herodes).
Arqueólogos que escavavam no passado Domingo na Cidade de David, em Jerusalém, encontraram um túnel que remonta aos tempos da destruição do 2º templo pelos romanos (ano 70 d.C.). A reacção dos arqueólogos foi de espanto, pois procuravam a estrada principal e deram com este "tesouro", ao mesmo tempo que comprovaram a enorme estrutura desta construção.
Segundo o arqueólogo responsável pela escavação, o professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, o túnel fazia parte do sistema de escoamento da cidade e foi usado pelos judeus da época para se esconderem dos invasores romanos e eventualmente escaparem do incêndio que destruiu a cidade santa.
As paredes, a um metro abaixo do solo, tinham até 3 metros de altura e foram achadas intactas em muitos pontos.
Vasos e louça de barro intacta, moedas e outros artefactos comprovam o facto de que o povo viveu durante algum tempo no sistema de túneis da cidade, um facto que foi registado na obra "As Guerras dos Judeus", de Flávio Josefo. O túnel foi também rompido e penetrado em alguns pontos ao longo da sua extensão, por onde os soldados romanos entraram para capturarem os judeus que viviam debaixo das ruas.
Já foram escavados cerca de 100 metros na parte sul da Cidade de David, perto do tanque de Siloé. Nós mesmos observámos as escavações em Julho passado, e reconhecemos que o tanque de Siloé agora descoberto é o genuíno, ao contrário do que se pensava antes. O antigo túnel percorria cerca de 1 km debaixo de terra até às imediações do muro ocidental (muro das lamentações).
Cada vez mais as alegações dos muçulmanos de que Jerusalém nunca pertenceu aos judeus são ridicularizadas pelas provas científicas. Jerusalém é de facto a capital dos judeus, símbolo das maiores glórias e tragédias ao longo da História. Mas em breve voltará a ser o centro do mundo e receberá o Messias que estabelecerá o Seu trono no monte Sião.
Shalom, Israel!

quarta-feira, setembro 12, 2007

SHANA TOVA!


Hoje mesmo, ao pôr do sol, iniciou-se o ANO NOVO JUDAICO, conhecido por Rosh Hashana. Entrou-se assim no ano 5768 do calendário judaico. Dias de festa em Israel, que esperamos não venham a ser manchados por actos terroristas cometidos por palestinianos que não respeitam a alegria dos outros, antes têm prazer em acabar com a mesma.
O Rosh Hashana é uma festa bíblica, e que começa com o soar do shofar, no primeiro e segundo dias do ano judaico, no mês de Tishri, no calendário judaico.
Este dia também chamado como "Festa das Trombetas", é uma celebração muito alegre, e que anuncia a redenção divina de Israel. O shofar (chifre de carneiro) é tocado, e pedaços de maçã são embebidos de mel e comidos em antecipação de um ano novo que se espera doce.
As pessoas esvaziam os seus bolsos e e atiram os conteúdos para um recipiente com água enquanto declaram a palavra de Miquéias 7:19, como um símbolo dos nossos pecados serem completamente cobertos pelo perdão do Senhor:
"Tornará a ter compaixão de nós; pisará aos pés as nossas iniquidades e lançará todos os nossos pecados nas profundezas do mar." (Miquéias 7:19).
É também um tempo sério e de introspecção, ao iniciarem-se os dez "dias de temor" nos quais a pessoa deve tomar em consideração os males que tiver cometido no ano passado e procurar acertá-los. A tradição judaica sustenta que Deus decide a sorte de cada ser durante esses dez dias antes do Dia da Expiação, o Yom Kippur, quando Ele decide quem terá o seu nome inscrito no Liv
ro da Vida.
"Tocai
a trombeta em Sião, promulgai um santo jejum, proclamai uma assembléia solene. Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento."
É uma época em que o povo deve considerar o arrependimento, a redenção de Deus, a vinda do Messias, o julgamento de Deus, e a Sua criação do homem original.
No Novo Testamento, vemos a vinda do Messias proclamada com o soar da trombeta, uma continuação dos pensamentos apresentados no Velho Testamento. Lemos, por exemplo, o seguinte, no início de 1 Tessalonicenses 4:16: "Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus..."
Há muitas correlações destas entre o Velho e o Novo Testamento que nós, como crentes, podemos ver representadas na celebração de todas as festas bíblicas com as suas várias tradições judaicas. Desde Génesis ao Apocalipse Deus tem estado a revelar o Messias a quem tiver olhos para ver.
"Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." (1 Coríntios 15:51,52)
Que estejas inscrito no Livro da Vida! Shana Tova para todos os que nos lêem!
Shalom, Israel!

terça-feira, setembro 11, 2007

ISRAEL DESTRÓI ARMAMENTO PARA TERRORISTAS


Segundo a CNN informou hoje, a incursão dos aviões israelitas no espaço aéreo sírio na quinta-feira passada foi de facto um ataque contra um enorme carregamento de armas que estavam sendo transferidas do Irão para a Síria, e que o ataque poderá ter incluído forças terrestres.
A operação em terra teria o objectivo de marcar os alvos ou assinalar os estragos causados pelo ataque aéreo. Foi ainda relatado que o ataque aéreo deixou "uma enorme cratera" no solo do deserto sírio. As notícias têm como origem informações do governo norte-americano, e aparentemente o resultado da operação deixou Israel bastante satisfeito.
As informações dizem que Israel terá atacado um tipo de armamento fornecido pelo Irão ao Hezzbolah, em território sírio. Diversas fontes informaram ainda a repórter da CNN que este tipo de transferência de armas tem decorrido ininterruptamente durante os últimos 3 ou 4 anos. Nada que nos admire...cla
Oficiais disseram que não foi um grande ataque, mas que foi rápido, uma vez que os sírios já estavam no encalço dos israelitas. A opinião é que o ataque da aviação israelita com aviões de longo alcance F15 foi um claro aviso à Síri, do tipo: "Não apoiem o resurgimento do Hezzbolah no Líbano".
A Síria já fez uma queixa ao secretário geral da ONU, e já ameaçou que iria responder da forma certa. A Turquia também pediu explicações a Israel pela descoberta de tanques de combustível caídos dos aviões e encontrados em território turco, junto da fronteira com a Síria. Sabe-se que após o ataque, os aviões "escaparam" para a fronteira sírio-turca, percorrendo a viagem de regresso rumo ao Mediterrâneo.
Ainda que Israel diga que aparentemente a Síria não está interessada numa guerra com Israel, a verdade é que a vigilância na fronteira norte continua em alerta máximo.
Já que o mundo fecha os olhos às movimentações perigosas do Irão no apoio claro ao terrorismo, Israel terá de fazer alguma coisa. Para já, Israel não comenta o incidente.
Shalom, Israel!

sábado, setembro 08, 2007

CAPTURADO BRAÇO ARMADO DO HAMAS


Forças especiais do exército de Israel (comandos) executaram uma operação bem sucedida que culminou com o rapto de um comandante do braço armado do Hamas no sul da Faixa de Gaza.
Esta informação fornecida por fontes palestinianas adianta que Mohawah al-Qadi, membro senior do braço armado da organização terrorista e um comandante da força executiva foi raptado na sexta-feira passada por tropas camufladas na cidade de Rafah, a sul da Faixa de Faza.
"Uma força especial sionista vestindo uniformes das forças executivas entraram na rua George em Rafah oriental num carro civil de marca Subaru e então avançaram para a travessia de Sufa que liga a Israel" - afirmou um porta voz do braço armado do Hamas, as Brigadas Ezzedine al-Qassam.
As IDF - Forças Armadas de Israel - ainda não comentaram.
Al-Qadi, capturado juntamente com o seu assistente Saqer Abd al-Al era "responsável pela relações públicas das forças executivas."
Fontes palestinianas também informaram que este homem estava de alguma forma ligado ao rapto do soldado israelita Gilad Schalit em Junho de 2006.
O rapto deste soldado israelita foi uma das razões que levaram Israel a atacar as forças do Hezzbolah no verão passado.
Esta foi uma operação arriscada das forças especiais de Israel, uma vez que penetraram 2 quilómetros dentro do espaço palestiniano, num terreno saturado de terroristas e observadores do Hamas, um autêntico ninho de cobras.
Vejamos se esta operação bem sucedida conseguirá agora a libertação de Shalit, refém dos terroristas há mais de um ano. Deus permita que sim.
Shalom, Israel!

quinta-feira, setembro 06, 2007

PLANEADA PUNIÇÃO PARA OS ATAQUES DOS KASSAM


Em consequência do lançamento de rockets pelos terroristas palestinianos na Faixa de Gaza contra a cidade mártir israelita de Sderot, como "celebração" do início do novo ano escolar em Israel, e que provocou o pânico entre inúmeras crianças e que só pela protecção divina não atingiu nenhuma pessoa, o gabinete de segurança do governo israelita reuniu-se de emergência no dia de ontem para decidir qual a acção a tomar. Ficou posta de lado qualquer tipo de incursão militar de grande escala - pelo menos por agora. O governo está por outro lado a estudar a possibilidade de infligir outros tipos de castigos, talvez mais convincentes, como será a possibilidade do corte temporário da água e do gás na Faixa de Gaza.
O corte da electricidade em toda a Faixa poderia exercer uma maior disciplina para os palestinianos, e além disso foi considerado ainda o corte da água e do combustível.
O vice primeiro-ministro afirmou que cada kassam disparado contra Israel deveria "uma resposta adequada"... e que "o Hamas precisará de saber isso antecipadamente...não continuaremos a suprir electricidade, combustível e água enquanto eles estiverem a tentar matar as nossas crianças." Admira-me a contenção de Israel. Espero que não tenham de morrer crianças israelitas para que o governo decida realmente tomar uma acção dura contra os terroristas e seus aliados.
Shalom, Israel!

domingo, setembro 02, 2007

QUANDO UM MUÇULMANO DIZ A VERDADE SEM QUERER...


É impressionante como um muçulmano radical é capaz - embora sem querer - de admitir uma coisa que muitos ditos "cristãos" não admitem como realidade: a volta dos judeus à sua terra como prenúncio do regresso do Messias a Israel...
Na sexta-feira passada, um líder religioso iraniano disse ao país que o presidente norte-americano George Bush é o portador da bandeira daquilo que ele etiquetou como uma distorção "satânica" do cristianismo que defende a ajuda aos judeus para que eles possam reivindicar a sua terra bíblica.
Em alegações produzidas pela agência noticiosa iraniana IRNA, o ayatollah Mohammed Kashani disse que ajudar os judeus a voltarem à Terra de Israel viola os ensinos de Jesus, mas que alguns cristãos acreditam que trazer todos os judeus à região que ele chamou de "Palestina" pode apressar o retorno do Messias.
"Eles estão a tentar reunir todos os judeus do mundo na Palestina (sic), que é definitivamente uma jogada com raízes políticas e satânicas, mas a ideia é expandida no quadro de uma ideia por trás da esperança da reaparição do Messias" - pregou Kashani.
O clérigo insistiu que Bush é o principal proponente dessa filosofia e política, mas notou com satisfação que tanto o presidente como os seus pontos de vista são cada vez menos populares na América e no mundo ocidental.
Ao contrário dos Estados Unidos dirigidos por Bush, Kashani afirmou que a República Islâmica do Irão é "um poder mundial divino".
Jesus disse que se os Seus seguidores se calassem, "as pedras falariam"... Às vezes tem de ser um muçulmano radical a falar aquilo que muitos evangélicos deveriam falar. Até onde irá a crença dele? Até onde estará ele com medo que a verdade se concretize?
Ainda que Bush nada faça para o retorno dos judeus à sua terra, a verdade é que eles estarão ali presentes na volta do Messias. E as profecias estão a cumprir-se a cada dia...
Shalom, Israel!

sábado, setembro 01, 2007

VALE A PENA NEGOCIAR COM ISRAEL...


Apesar de tudo parecer tão "perigoso" quando se trata de Israel, a verdade é que cada vez mais pessoas acham uma boa ideia investir neste país.
Numa importante reunião de foro económico realizada no mês passado em Israel, o "15º Fórum anual para as políticas económicas" e organizado pelo Instituto Democrático de Israel, os dados sobre o crescimento económico de Israel no período 2006-2007 impressionaram a todos.
Apesar da guerra no Líbano no verão passado e da contínua luta contra o terrorismo, os participantes do encontro, também conhecido como "Forum de Cesaréia" falaram da pujante economia israelita.
Em 2007, Israel tem assistido a um crescimento tanto no comércio interno como nas exportações. Analistas da Morgan Stanley calculam que o crescimento real do PNB para 2007 atingirá os 6% e manterá esse nível por mais tempo. Parece que a guerra fez com que a economia se organizasse e voltasse a crescer.
Apesar do surgimento do Hamas na liderança palestiniana e da violenta tomada de posse da Faixa de Gaza, a intervenção do primeiro ministro Ehud Olmert salientou uma queda significativa na dívida nacional. A guerra e a instabilidade não impediram o país de pagar os seus compromissos.
E apesar dos foguetes do Hezbollah estarem direccionados às cidades de Israel, o desemprego tem continuado a cair, e isso continuamente. Previsões do Banco de Israel apontam para uma taxa de desemprego de 7,5% para o final de 2007. Apesar de mais de 1 milhão de israelitas estarem a viver ao alcance dos foguetes dos terroristas, os judeus estão a trabalhar mais e a conseguir sustentar as suas famílias.
Num claro desprezo aos boicotes internacionais, os investidores continuam a olhar para Israel como um terreno estável e fértil para estabelecerem fábricas, escritórios e plantas de pesquisa. No ano passado, o mega-investidor Warren Buffett fez um estudo e concordou em investir 4 biliões de dólares na economia israelita com a compra da empresa Iscar Lda. Campanhas apelando do desinvestimento não têm eco face às oportunidades económicas percebidas pela comunidade internacional.
Ao mesmo tempo que o Irão pronuncia constantes apelos e ameaças à destruição de Israel, os países mais poderosos continuam a alimentar o crescimento da economia israelita.
O próprio governador do Banco de Israel anunciou durante a conferência que em 2007 o estado de Israel foi aceite como candidato à OCDE.
A inclusão nesta prestigiada organização económica colocaria Israel na companhia dos 30 países mais desenvolvidos que promovem a democracia e a economia de mercado.
Israel é um milagre de Deus. Só essa compreensão levará ao entendimento destes factos e desta impressionante realidade.
Shalom, Israel!

quinta-feira, agosto 30, 2007

ONU ORGANIZA CONFERÊNCIA NO P.E. PARA CONDENAR ISRAEL


Outra coisa não seria de esperar: uma conferência organizada pela ONU no Parlamento europeu, iniciada hoje, não poupou palavras de condenação a Israel pela sua política com os palestinianos, acusando Israel de usar uma política de "apartheid". Vários oradores apelaram a um boicote contra Israel, sugerindo formas de isolamento deste país, tudo isto no primeiro dia da conferência organizada para alegadamente promover a "paz no Médio Oriente".
A "Conferência Internacional da Sociedade Civil em apoio à paz israelo-palestiniana" foi organizada pelo "Comité das Nações Unidas para o Exercício dos direitos inalienáveis do povo palestiniano" e atraiu figuras políticas e membros de organizações não governamentais (ONG's) simpatizantes dos palestinianos.
Uma deputada inglesa lembrou o boicote à África do Sul por causa do apartheid, apelando: "O boicote funcionou na África do Sul, façamo-lo de novo."
Além de muitos outros ataques a Israel, o vice-presidente do parlamento europeu manifestou-se também contra o muro que divide Israel dos territórios palestinianos.
"Esta é uma conferência dos que odeiam Israel" - testemunhou um representante do parlamento europeu, salientando que são os mesmos que apelidaram o sionismo de racismo há poucos anos atrás, em Durban, que estão por trás desta conferência.
Claro que esta realização só prova a bancarrota moral em que se encontram as Nações Unidas, facto que comprovamos recentemente em Nova Iorque. Afinal, quem pode dar crédito a uma organização que passa a vida a condenar Israel e que nunca condena veementemente o terrorismo árabe contra os judeus?
Pior ainda é a situação em que certos países europeus se colocam, como é o caso da Inglaterra, que está a promover uma campanha contra Israel e que já está a começar a sentir os efeitos na sua própria terra. A Alemanha, pelo contrário, liderada por uma mulher corajosa que no seu primeiro discurso mostrou o seu apoio a Israel, está num admirável crescimento económico que há muito não se via, confirmando a promessa bíblica em Gen. 12:3, em que Deus promete abençoar aqueles que abençoam Israel.
Quem dera mais países europeus dessem ouvidos à palavra de Deus, mas parece que estão a seguir um rumo perigosamente oposto.
Deus não ficará indiferente, pois é Ele Quem zela por Israel!
Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 28, 2007

MAIS UMA DESILUSÃO A CAMINHO...


No encontro de hoje realizado em Jerusalém entre o primeiro ministro de Israel, Ehud Olmert e o presidente palestiniano Abbas, foram esboçados alguns acordos como preparação para a conferência de paz a realizar em Washington no próximo mês de Novembro.
Os assuntos abordados hoje têm a ver com questões extremamente sensíveis como a questão do estatuto de Jerusalém e as fronteiras do futuro estado palestiniano.
Dois outros encontros foram já acordados entre as 2 partes para antes de Outubro, para que alguns acordos tenham sido já estabelecidos ates da conferência.
Outras áreas foram ainda referidas para levar à mesa das negociações com a presença de outros países, como o Egipto, e os EUA . Trata-se da questão da "rota Filadélfia", uma faixa de terra que separa o Egipto da Faixa de Gaza, e por onde têm passado explosivos e armas para o Hamas.
De referir que a conferência de Outubro contará ainda com o enviado do "quarteto", o ex-primeiro ministro inglês Tony Blair.
Como sempre referimos, e é nisso que acreditamos, a realização destes acordos de paz que envolvem a entrega de terra aos filhos de Ismael irá trazer a desgraça não só para os elementos envolvidos mas também para os próprios países que eles representam. Infelizmente, as experiências do passado parecem não ter servido de lição.
Shalom, Israel!

terça-feira, agosto 14, 2007

NETANYAHU DO LADO CERTO


Netanyahu aproxima-se da vitória nas eleições primárias para a escolha do líder que representará o partido Likud na corrida à liderança de Israel. Por "coincidência", o quartel general deste candidato é exactamente no mesmo prédio onde uma conhecida organização messiânica com ênfase evangelística desenvolve o seu ministério na cidade de Tel Aviv...
A organização Dugit Messianic Information Center tem como alvo evangelizar os judeus nas ruas, num café convívio, através de literatura e outros meios apropriados. E fá-lo ousadamente num país onde os judeus messiânicos sofrem por vezes a opressão dos religiosos, alguns influentes no próprio governo de Israel.
O que é interessante, é que numa recente visita de Netanyahu ao prédio, e ao questionar que organização era aquela ali presente, a sua resposta foi: "Bom".
Moshe Feiglin, seu rival nas eleições primárias de Terça-Feira acusou-o de manter "ligações" com os missionários que estão a "tentar converter os judeus ao cristianismo."
Netanyahu é conhecido por manter fortes ligações à comunidade evangélica mundial e tem evitado falar mal dos seus conterrâneos judeus messiânicos, ao contrário do seu rival que não tem poupado críticas aos seguidores de Jesus.
As primárias irão durar toda a Terça-Feira próxima, e Netanyahu tem obtido uma grande maioria nas sondagens realizadas. Não admira... Deus irá certamente abençoá-lo! Há poucos anos atrás tivemos o privilégio de o ouvir ao vivo em Jerusalém num empolgante discurso que nos demonstrou a sua clara intenção e propósito de não entregar terras "em troca pela paz" e muito menos permitir que a Cidade Santa de Jerusalém seja alguma vez dividida. É um homem de convicções claras e determinadas, bem fundamentadas na Bíblia.
Este será porventura o homem certo para presidir aos destinos da nação de Israel, numa altura em que Olmert não para de fazer e dizer disparates, chegando ao ponto de já querer aceitar um estado palestiniano lado a lado e até dividir Jerusalém...
Shalom, Israel!

segunda-feira, agosto 13, 2007

LEI ISLÂMICA EM GAZA

Segundo fontes oficiais palestinianas os dirigentes do Hamas na Faixa de Gaza estão a pressionar os cristãos locais a tornarem-se muçulmanos ou então a abandonarem a região.
A acusação surge menos de uma semana depois de notícias terem revelado que a mais importante mulher académica de Gaza tinha sido demitida das suas funções, forçada a converter-se ao Islão e casar-se com um muçulmano.
Sana Al Sayegh, nascida cristã, continua sendo a responsável pela Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade da Palestina na cidade de Gaza. Os seus colegas
da faculdade muçulmanos simpatizantes do Hamas estão claramente por trás da sua conversão forçada ao islão.
Em mais um sinal demonstrando a intenção do Hamas em criar um estado islâmico em Gaza, o grupo ofereceu-se para comutar em um ano a pena aos prisioneiros que deixem crescer a barba em obediência à lei islâmica e que memorizem pelo menos cinco capítulos do Corão.
Uns meros 2 mil cristãos vivem ainda na Faixa de Gaza no meio de uma população de 1,5 milhões de muçulmanos. Quando em Junho passado o grupo tomou o controle da região, um dos líderes do grupo avisou que os cristãos vivendo na região teriam de se submeter estritamente à lei islâmica.
É essa a democracia que o mundo teima querer ver no meio de Israel... Que Deus livre Israel dessa tirania do Islão.
Shalom, Israel!

sexta-feira, agosto 10, 2007

MAIS EVANGÉLICOS DESCOBREM ISRAEL...


3.000 evangélicos delegados da "Igreja Internacional do Evangelho Quadrangular" a nível mundial visitam Israel pela primeira vez, para a realização da sua conferência mundial anual, realizada pela primeira vez em Jerusalém. A conferência sob o tema "Assim na terra como no céu", inclui adoração, oração e testemunho global, abarcando a visão por Israel.
"A minha oração era para que houvesse iluminação da graça de Deus nesta hora a favor de Israel e é isso que está a acontecer" - testemunhou o pastor Jack Hayford - "e não vem pela cultura, mas por revelação".
Hayford é o fundador da "Churchy on the Way" (Igreja no Caminho), na área de Los Angeles e é o presidente da denominação Quadrangular. A Igreja Quadrangular está presente em 145 países.
Hayford tem desenvolvido relacionamentos com judeus na sua terra natal da Califórnia há mais de 30 anos - alguns dos quais têm posto a sua fé no Messias Jesus - está a destacar os judeus messiânicos presentes na conferência.
Muitas organizações cristãs em Israel tendem a ser demasiado cautelosas no seu relacionamento com os judeus messiânicos de forma a evitarem ofender os seus anfitriões judeus, mas Hayford afirmou que a Igreja Quadrangular coloca-se ousadamente ao lado dos crentes judeus em Israel e colocou como oradores alguns dos líderes messiânicos judeus.
"Reconhecemos que há precauções, mas não há razão para tal." - afirmou Hayford - "Temos de ter um sentido de ousadia para estarmos ao lado da Igreja em Israel. É isso que o Messias quer de nós."
Muitos participantes têm demonstrado a alegria de estarem em Israel, mas também há momentos de oração pela nação de Israel. Muitos testemunham da mudança na perspectiva e entendimento da própria Bíblia.
Estes são exemplos a serem seguidos pela comunidade evangélica mundial. Profeticamente, lembremo-nos que é de Israel que virá a bênção para todas as nações - Isaías 2. É bom que a Igreja entenda isso...
Shalom, Israel!



quarta-feira, agosto 08, 2007

RÚSSIA SUPERVISIONA 2 PORTOS SÍRIOS


A Rússia acaba de jogar mais uma peça no seu jogo perigoso de apoio às nações inimigas de Israel: pela primeira vez desde a queda do império soviético, a Rússia planeia estabelecer bases permanentes na Síria como parte de um grande negócio de armas entre os dois países. Relatos recentes indicam que a Marinha russa planeia voltar a operar nos portos sírios de Tartus e Latakia. O acordo portuário e o recente negócio de armas foram viabilizados depois que foi posto fim a uma disputa por causa de uma dívida da Síria a Moscovo no valor de 11 biliões de dólares.
As autoridades da defesa de Israel temem que os navios russos venham a realizar missões de espionagem nos mais recentes sistemas israelitas de comunicações e de armamento.
Há várias implicações nesta recente posição russa na Síria:
1º - trata-se de um desafio aos EUA e ao domínio da 6ª esquadra no Mediterrâneo.
2º - com a sua presença real na Síria, a Rússia avisa que está activamente a participar em qualquer processo e conflito no Médio Oriente e que terá uma palavra a dizer nestas questões.
Obviamente que num conflito entre Israel e a Síria (nada longe da realidade próxima) a Rússia não ficaria neutra, colocando assim mais uma ameaça ao equilíbrio da região.
Para quem estuda as profecias bíblicas, este é mais um alinhamento para o grande conflito que há-de vir...
Shalom, Israel!

sábado, agosto 04, 2007

JERUSALEM: UM DESTINO DE ADORAÇÃO


Uma importante conferência sobre adoração normalmente realizada em Kansas City, nos EUA, passou a partir deste ano a ser realizada em Jerusalém, capital eterna do estado de Israel, demonstrando que a Cidade está-se a tornar num "louvor na terra", conforme a Bíblia profetizou.
A conferência "One Thing Jerusalem" coloca a capital de Israel no mapa dos adoradores e líderes de adoração do mundo inteiro.
O primeiro destes eventos em Israel salientou uma tendência crescente entre os judeus messiânicos e cristãos, especialmente os jovens, de realizarem peregrinações de adoração à Cidade Santa.
É importante notar que, quanto mais se aproxima o tempo do fim, mais o povo de Deus sente o desejo e a necessidade de estar em Jerusalém. É para lá que virá o Grande Libertador!
Shalom, Israel!


segunda-feira, julho 30, 2007

RÚSSIA VENDE 250 AVIÕES DE ATAQUE AO IRÃO


Todos os meios de comunicação israelitas alertaram hoje para a revelação preocupante de que a Rússia se prepara para fornecer ao Irão 250 aviões de longo alcance Sukhoi-30, aviões de combate bombardeiros capazes de transportar bombas. Este assunto está a ser seriamente investigado pelo Departamento de Defesa de Israel.
As investigações revelam ainda que o Irão se prepara para adquirir vários aviões tanque de reabastecimento aéreo como parte de um negócio que envolve 1 bilião de dólares. Os Sukhoi-30 são capazes de operar a grandes distâncias e o uso de aviões tanque de reabastecimento no ar daria ao Irão a capacidade de realizar ataques aéreos em toda a região do Médio Oriente.
Dirigentes em Israel receiam que esta venda de aviões ao Irão seja a resposta de Moscovo aos recentes planos norte americanos de aumentar a ajuda militar a Israel e providenciar à Arábia Saudita armamento sofisticado no valor de 20 biliões de dólares. Os estudiosos percebem que o alinhamento entre as duas super potências está a gerar uma nova guerra fria, desta vez centralizada no Médio Oriente.
Recentemente, a Rússia forneceu também ao Irão sistemas anti-aéreos super-sofisticados para proteger as instalações nucleares iranianas.
Para os estudantes das profecias bíblicas, estas movimentações poderão bem ser a preparação para o quadro profético de Ezequiel 38 e 39. Quer queira quer não, a Rússia estará envolvida no processo, e as indicações apontam todas para essa direcção.
Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 27, 2007

RESPOSTA A CONDOLEEZZA RICE


Residentes israelitas na Judeia e Samaria ("Margem Ocidental") emitiram na Quinta-Feira um comunicado informando a secretária de estado norte-americano Condoleezza Rice que a área na qual vivem não é "território ocupado", mas terra bíblica dada por Deus a Israel.
O comunicado foi emitido pelo Conselho das Comunidades Judaicas na Judeia e Samaria (Yesha) em resposta a uma entrevista dada por Condoleezza no início desta semana na qual ela insistiu que Israel não tem futuro nos "territórios ocupados" e que deveria pelo contrário concentrar os seus esforços nas regiões da Galiléia e do Negueve.
Representantes da Yesha salientaram ainda que do ponto de vista da segurança, a retirada de Gaza em 2005 provou que a hipotética entrega do controle administrativo da Judeia e de Samaria à Autoridade Palestiniana provocaria um aumento desastroso do terrorismo islâmico na região.
Poderá não ser uma mera coincidência o facto de que exactamente nos dias em que os judeus residentes em Gaza foram forçados a abandonar as suas casas e seus bens na região, muito por pressão dos EUA, o sul dos EUA foi devastado pelo furacão Katrina, com a perda de muitas vidas e bens ...
Há um alto preço a pagar por aqueles que insistem em lutar contra os planos de Deus (Genesis 12:3).
Shalom, Israel!

quinta-feira, julho 26, 2007

A LAMENTÁVEL VISÃO DE RICE...


Numa clara intromissão nos assuntos que só a Israel dizem respeito, a americana Condoleezza Rice, enviada de Bush ao Médio Oriente, acaba por revelar a lamentável dualidade que se tem visto no actual governo norte-americano: por um lado, os EUA parecem apoiar incondicionalmente Israel, mas isso terá mais a ver com uma visão tradicional e até romântica da questão judaica; por outro lado, os EUA tentam empurrar e pressionar Israel a aceitar a idéia de dois estados vivendo lado a lado, falando-se até de Jerusalém como capital do estado palestiniano...
Vem agora a sra. Rice dizer a Israel que deve parar de dispender tanta energia com a Judéia e a Samaria (não construindo mais aldeamentos naquelas terras bíblicas), alegando que o mundo não irá permitir que Israel administre aquelas regiões, mas que invista antes na Galiléia e no Negueve...
É impressionante que tenham que ser os outros a dizer a Israel o que tem ou não tem de fazer...
Se a secretária do estado norte americano, filha de pastor, andasse a ler mais a Bíblia, talvez não se atrevesse a meter a foice em seara alheia, por sinal uma seara bastante inflamável...
A situação não está para afirmações levianas desta natureza, e bem faria a América se entendesse de uma vez por todas que é impossível conviver-se lado a lado com aqueles que visam apenas a destruição do estado de Israel.
Parece que o 11 de Setembro ainda não lhes serviu de lição...
Shalom, Israel!

terça-feira, julho 24, 2007

DIA 9 DO MÊS DE AVIV

Recordam-se hoje em Israel e entre o povo judeu algumas das tragédias que marcaram a História deste povo eleito. Tristes "coincidências" que levam todo o judeu a reflectir e a preocupar-se com o seu futuro, uma vez que parece que o mundo ainda não aprendeu com as lições do passado.
Foi exactamente neste dia 9 do mês de Aviv, que coincide com o dia de hoje (24 de Julho), que o 1º templo de Salomão e o 2º templo construído por Herodes foram destruídos. Mas a funesta coincidência de datas aponta ainda para este dia a tomada de decisão de Hitler para a "decisão final", a investida da Inquisição espanhola, e o início da expulsão dos judeus da Inglaterra.
Para os judeus praticantes da religião, este é um dia para jejuar e lamentar. Muitos judeus passam o dia a estudar a Bíblia (Velho Testamento), quer junto ao Muro Ocidental - denominado por isso de Muro das Lamentações - ou em sinagogas locais,
à medida que oram e anseiam pela construção do 3º Templo, conforme profetizado por Ezequiel.
Hoje mesmo, Tony Blair, nomeado porta voz da UE para a questão do Médio Oriente, visitou Israel e os territórios autónomos para tentar relançar o processo de paz. Se ele soubesse no que se está a meter, fugiria dessa proposta tão envenenada. Outros antecessores tentaram, mas caíram em desgraça: Yihzak Rabin foi assassinado, Clinton fracassou em questões morais, Arafat morreu com sida, etc. Deus amaldiçoou aqueles que repartem a Sua terra, mas estes homens não ouvem a voz de Deus... Tentam resolver algo que só Deus pode solucionar. E a solução está profetizada... basta ler o Livro dos Livros!
Shalom, Israel!

quarta-feira, julho 18, 2007

À VOLTA DO MONTE DO TEMPLO...


No passado Domingo, cerca de 5 mil israelitas realizaram mais uma marcha à volta do Monte do Templo, segundo fontes da polícia de Jerusalém.
A marcha é um evento mensal realizado por judeus religiosos e que partilham o desejo de ver a reconstrução do Templo ao Deus Todo Poderoso, mas normalmente atrai grupos mais pequenos.
A marcha de Domingo teve lugar exactamente 1 semana antes do dia 9 do mês Av, a data do calendário judaico que lembra a data em que o primeiro e o segundo templo foram destruídos pelos babilónicos e pelos romanos, respectivamente. É um dia de nacional de lamentação e jejum por todo o Israel.
Estivemos pessoalmente no local, tendo tido a possibilidade de subir à esplanada do Templo na passada segunda-feira, e constatamos que é chegada a hora de os judeus terem a sua aspiração realizada: a edificação de um templo no local exacto onde outrora se erguiam os grandes templos de Salomão e de Herodes. Cremos que não faltará muito tempo para que tal venha a acontecer. A expectativa cresce de dia para dia...
Shalom, Israel!

domingo, julho 08, 2007

3 SOLDADOS ISRAELITAS = 250 PALESTINIANOS...


Numa generosíssima aritmética judaica, 3 vidas israelitas contam tanto como 250 palestinianos. Não, não é ironia nossa! É a realidade do valor que os judeus atribuem à vida humana. Cada ser humano conta muito, por isso, para resgatar 3 soldados israelitas presos pelos grupos palestinianos, Israel está disposto a pagar um alto preço: libertar 250 presos palestinianos acusados de vários crimes, excepto "crimes de sangue".
Israel continua a mostrar sinais de boa vontade para com os palestinianos, num intenso desejo de paz e segurança para todos. Aproveitando a actual crise vivida entre o Hamas e a Fatah, Israel tenta reforçar os laços com a actual direcção palestiniana, mormente com o presidente Abbas, dando-lhe assim força para poder dominar a rebelião palestiniana vivida na Faixa de Gaza e em Samaria.
Num outro gesto de boa vontade, o governo de Jerusalém decidiu hoje ainda descongelar alguns milhões de dólares retidos de impostos aos palestinianos, e ainda renovar a colaboração entre as forças de segurança israelitas e palestinianas, facilitar a deslocação de palestinianos dentro do território e ainda aumentar os laços comerciais entre a população judaica e a palestiniana residente na "Margem Ocidental".
Como sempre, Israel dá o primeiro passo de boa vontade no desejo de que a paz possa predominar naquela região. Veremos como reage a outra parte...
Shalom, Israel!

sexta-feira, julho 06, 2007

NOVOS ALDEAMENTOS NA JUDÉIA E SAMARIA


Um grupo de israelitas está a planear estabelecer 5 novos aldeamentos (erradamente apelidados de "colonatos") na Judéia e na Samaria (Margem Ocidental) nas próximas semanas e meses, segundo informações dadas pela imprensa israelita.
Os "Fiéis da Terra de Israel" explicaram através do seu porta voz que "as novas comunidades não serão pequenos postos no topo dos montes, como aqueles que o governo israelita sob pressão americana está disposto a remover, mas,pelo contrário, serão grandes aldeamentos com edifícios permanentes e milhares de residentes."
A organização já está a recrutar famílias para viverem nas novas comunidades.
"Temos esquecido o essencial. Tudo agora passou a ser postos de fronteiras, barreiras e refúgios. Nós temos de estar ligados à Terra de Israel, e não deixar que os nossos inimigos se apoderem dela." - vincou o porta voz da organização.
Outra porta voz da organização disse à agência noticiosa israelita que os israelitas "já estão saturados de terem de se proteger atrás de muros de protecção, de andarem sempre a se defender e terem de retirar. É tempo de reivindicarmos o espírito pioneiro que antes tínhamos e começarmos novamente a encher a terra com a nossa população."
A primeira comunidade a ser construída será um conjunto de 2.500 casas nos subúrbios da cidade de Efrata. A colina onde as casas vão ser construídas está dentro das fronteiras municipais de Efrata, ainda que fora da zona de segurança.
Outra comunidade será depois construída a sul de Efrata, na estrada para Hebron, e outras três na região da Samaria.
Pouco a pouco, e contra a vontade da grande maioria - especialmente dos "politicamente correctos" - o povo de Israel vai ocupando a terra que há milhares de anos lhe foi oferecida por Deus.
Shalom, Israel!

ISRAELITAS ABENÇOAM AGRICULTURA PORTUGUESA


Israelitas ensinam agricultores
portugueses a cultivar com pouca
água. Os agricultores transmontanos
vão conhecer durante a próxima
semana as mais avançadas tecnologias
de regadio desenvolvidas por israelitas

«Com menos água do que nós, eles conseguem fazer maravilhas», afirmou Fernando Brás, dirigente da Associação de Agricultores de Trás-os-Montes, a promotora desta iniciativa, que é apoiada pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte.

Uma comitiva de técnicos, empresas e representantes do governo israelita vão visitar, entre segunda-feira e sábado, as zonas transmontanas de maior produção agrícola e fazer demonstração de técnicas para regadio.

Durante esta semana terão lugar também reuniões de trabalho e conferências com organizações de produtores, regantes, e empresas de comercialização de produtos agrícolas.

Israel não tem a abundância de rios e lençóis de água doce como a região Transmontana, mas conseguiu tornar produtivas terras áridas, com pouco quantidade de água, um bem que por ser escasso se tornou, no Médio Oriente, precioso, e motivo de conflito entre povos.

Pomares e culturas hortícolas germinam no deserto graças a técnicas que tornaram os israelitas pioneiros na gestão e utilização da água e tecnologias para regadio.

Segundo o dirigente transmontano, cinco empresas e técnicos daquele país vão fazer demonstrações das soluções existentes para maximizar os recursos hídricos e adaptar os sistemas de rega às reais necessidades.

Estas acções acontecem num ano excepcional para os agricultores, em que as barragens estão cheias, garantia de que não há falta de água, apontada como principal impedimento da exploração de todas as potencialidades agrícolas da região.

A questão com que vão ser confrontados os agricultores é se haverá realmente falta de água ou se será possível racionalizar a que existe e diminuir os custos com o regadio.

Um sensor de humidade pode ser o suficiente para poupar água num sistema de rega, permitindo desligar o mecanismo quando o solo estiver suficientemente irrigado.

Este exemplo foi apontado por Fernando Brás, que é também presidente da junta de regantes do Vale da Vilariça, um dos mais férteis do país, onde centenas de agricultores se queixam frequentemente da falta de água.

O vale é irrigado por duas barragens e uma terceira encontra-se em enchimento e irá permitir a duplicação da área de regadio até aos dois mil hectares.

Fernando Brás questiona-se se não será possível gerir este perímetro de rega electronicamente, a partir da sede da associação, aproveitando as tecnologias existentes.

Esta solução ou outras, como a activação dos sistemas via telemóvel, diminuem também os custos com o regadio, já que deixaria de ser necessário activar manualmente e em cada exploração os sistemas de irrigação.

Sensibilizar os agricultores para estas questões é a finalidade da deslocação da comitiva israelita durante uma semana a Trás-os-Montes e Alto Douro.

Os técnicos israelitas vão visitar barragens e explorações e contactar com organizações e produtores na Vilariça, em Mirandela, Valpaços, Vila Nova de Foz Côa e Armamar.

Lusa/SOL

As profecias bíblicas dizem que de Israel virá a bênção para o mundo. Sem dúvida que, se o mundo descobrisse a realidade e o potencial de Israel, deixaria de voltar as costas à nação e ao povo que tanto têm para nos ensinar, e a bênção viria para todos.

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 02, 2007

O HAMAS TENTOU CONTROLAR O MONTE DO TEMPLO


Oficiais da segurança israelita comunicaram que desmontaram recentemente uma operação que evitou que a organização terrorista do Hamas ganhasse o controle religioso sobre o monte do Templo, em Jerusalém.
Os oficiais relataram ao diário Jerusalem Post que o Hamas tinha durante vários anos despejado fundos para construções e renovações no monte do Templo, ao mesmo tempo que iam financiando agências de caridade na cidade de Jerusalém. O alvo do grupo era recrutar árabes locais para a sua causa e instalar pregadores da sua ideologia no local sagrado.
Segundo a reportagem, o Hamas tem conseguido avanços nestes esforços desde o ano 2000, quando o grupo islâmico da Jordânia - o Waqf - que supervisiona as mesquitas no monte do Templo começou a sofrer dificuldades financeiras. Os israelitas acreditam não existir actualmente em Jerusalém nenhuma organização promovida e sustentada pelo Hamas.

domingo, julho 01, 2007

A QUESTÃO DE JERUSALÉM


A questão de Jerusalém tornar-se-à em breve "o cálice de tontear" e a "pedra pesada" que esmagará a muitos dos que, contrariando as promessas divinas, insistem em tentar negociar/repartir a cidade com os muçulmanos.
O sr. Tony Blair, acabado de sair do governo britânico, iniciou o caminho que o levará inevitavelmente à desgraça. Após o seu encontro com Bento XVI e a sua "conversão" ao catolicismo, ele está agora designado para promover o "diálogo" e relançar o "processo de paz" no Médio Oriente. Todos os seus antecessores falharam e caíram em desgraça (ex: Bill Clinton e Yzhak Rabin), mas parece que eles não aprendem a lição. Um estudo cuidadoso da Bíblia e das profecias relacionadas com Jerusalém levaria a que esses homens respeitassem o estatuto da cidade como capital eterna e indivisível do estado soberano de Israel.
O respeito (ou talvez o medo) para com o Islão faz com que o Ocidente comprometa estas grandes realidades a troco do dinheiro e do petróleo. Os líderes ocidentais tentam ignorar a realidade histórica desta Cidade santa, que nunca foi capital de nenhum outro estado que não o de Israel.
Jerusalém nada tem a ver com o Islão histórico, uma vez que não é mencionada uma única vez no Corão. Ao passo que na Bíblia é referida mais de 800 vezes como estando ligada à existência de Israel e do seu povo...!
As alegações actuais de que Jerusalém tinha a "mesquita longínqua" da qual Maomé ascendeu aos céus é um completo disparate, visto que no tempo de Maomé Jerusalém era dominada pelos cristãos e o monte do templo era a lixeira da cidade...!
Claro que o conflito irá agudizar-se a cada dia que passa, tanto mais que se aproxima o retorno do Glorioso Messias, facto que os muçulmanos conhecem e que os atemoriza, ao ponto de tentarem tudo por tudo para mudar o rumo da História. Mas não conseguirão, pois só Um tem o futuro nas Suas mãos, e certamente cuidará que toda a Sua Palavra seja integralmente cumprida, ainda que para desgraça da maior parte da humanidade.
E a Paz só virá a Jerusalém, quando esta voltar a receber o Messias, não mais para O crucificar, mas para o coroar como Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Shalom, Israel!

terça-feira, junho 26, 2007

MAIS UMA PROFECIA SE CUMPRE...


PREPARA-SE A ABERTURA DE UM CANAL QUE LIGARÁ O MAR MORTO AO MAR VERMELHO - EZEQUIEL 47!

Onze empresas internacionais passaram a fase inicial de qualificação de um processo contínuo para a escolha de um construtor que adjudique a obra da abertura de um canal entre o Mar Morto e o Mar Vermelho.
As onze empresas irão agora submeter estudos sobre a viabilidade do projecto à Comissão conjunta entre israelitas, jordanos e palestinianos que analisam o projecto.
Crê-se que o projecto levará 25 anos a realizar-se.
Para além de revitalizar o Mar Morto que vai "encolhendo" rapidamente de ano para ano - sendo o lugar mais baixo do planeta e o corpo de água mais salina do mundo - o canal providenciará também 850 milhões de metros cúbicos de água por ano a Israel e à Jordânia.
Para os estudiosos das profecias bíblicas, este é mais um motivo de regozijo, uma vez que as profecias de Ezequiel 47:1-9 referem exactamente esta grande realização, o que prova mais uma vez que estamos a viver nos últimos dias!
Israel voltará a estar no centro das atenções do mundo, mas pelo lado positivo!
Shalom, Israel!

sábado, junho 23, 2007

OPRAH SOLIDÁRIA COM ISRAEL


A raínha dos talk-shows norte americanos, a famosíssima Oprah Winfrey aceitou o convite de Elie Wiesel para visitar Israel, referindo que está solidária com o sofrimento do povo de Israel. Elie Wiesel é um dos laureados com o prémio Nobel da paz, ele próprio um sobrevivente do Holocausto nazi.
Oprah Winfrey chegará em breve a Israel para uma viagem de solidariedade, segundo ela própria anunciou num recente evento em Nova Iorque, onde foi homenageada pela fundação humanitária Elie Wiesel pelo seu contributo na promoção de causas humanitárias. Oprah declarou-se solidária com o sofrimento do povo de Israel.
Wiesel convidou Oprah a visitar Israel "onde está actualmente a decorrer a maior de todas as guerras contra o terrorismo."
O embaixador de Israel nas Nações Unidas, presente no evento, afirmou que a visita de uma personalidade desta projecção e influência nos media internacionais poderia ajudar a acabar com a indiferença face à ameaça do terrorismo sofrida pelos israelitas.
Resta-nos esperar que a visita seja benéfica para esta boa causa e que sirva de exemplo para muitos outros, até mesmo alguns ditos cristãos, que ficam tão "preocupados" com o "sofrimento" dos palestinianos - muitos deles terroristas - mas nunca expressam uma palavra de solidariedade para com os judeus. A recente posição do Conselho Mundial das Igrejas, para além de repugnante, acaba por confirmar o que sempre pensámos dessa organização, tão manchada pela sua solidariedade com "movimentos de libertação", e que muitas vezes não passam de movimentos terroristas.
Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 22, 2007

ÚLTIMOS LUGARES PARA A VIAGEM A ISRAEL


Ainda está a tempo de realizar o sonho da sua vida!

VENHA CONNOSCO A ISRAEL!

Esta excursão está quase completa, mas ainda podemos reservar um lugar para si! A excursão realiza-se entre 10 e 17 de Julho próximo. Para mais informações sobre o programa e inscrição, contacte-nos pelo e-mail:

viagens.shalom@clix.pt

Venha abençoar Israel! Génesis 12:3

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 19, 2007

COMEÇA O SOFRIMENTO DOS CRISTÃOS EM GAZA


Para além do terror causado pelo Hamas contra os seus "irmãos" árabes da Fatah, levando a que muitos tentem fugir para o Egipto e para Israel (Israel neste momento está a acolher e a tratar nos seus hospitais feridos graves oriundos da Faixa de Gaza e maltratados pelos terroristas do Hamas), serão obviamente os cristãos os que mais sentirão o sofrimento imposto pelos extremistas islâmicos.
Grupos muçulmanos radicados em Gaza afiliados com o Hamas e possivelmente com a Al Qaeda estão a avisar os cristãos locais que a conquista militar do Hamas naquela volátil faixa costeira significa que eles terão de se submeter completamente às leis rituais islâmicas.
Numa entrevista ao diário "WorlNetDaily", o Sheikh Abu Saqer, líder do grupo Jihadia Salafiya, disse que os muçulmanos de Gaza "esperam que os nossos vizinhos cristãos compreendam que o novo governo do Hamas significa mudanças reais. Têm que se preparar para o governo islâmico, se é que querem viver em paz em Gaza."
A "
actividade missionária" não será mais tolerada e quem for suspeito de tentar converter muçulmanos locais à fé cristã será "severamente punido", disse Abu Saqer. Além disso, o consumo de álcool é agora proibido em Gaza e todas as mulheres terão agora de se cobrir completamente em público.
De forma a impôr estas medidas, Abu Saqer anunciou a formação de um novo "braço militar" que acompanhará de perto o cumprimento destes regulamentos.
Após o ataque da semana passada a uma Igreja católica e a uma escola cristã, a maioria não está convencida que mesmo a completa submissão aos senhores muçulmanos conservadores venha trazer alguma forma de paz e segurança à pequenina população cristã que vive na região.
De facto, "encurralados" no meio dos fanáticos muçulmanos, os cristãos não são mais do que uma minoria de 2.000 entre 1,3 milhões de palestinianos na Faixa de Gaza: menos de 1% da população.
E os cristãos evangélicos são ainda menos.
"Somos uma minoria das minorias" - disse o pastor Hanna Massad, da Igreja Baptista de Gaza. "É mesmo difícil! A comunidade cristã aqui conta 2.000 pessoas, incluindo católicos, ortodoxos gregos e cristãos evangélicos."
A Igreja Baptista de Gaza, a única Igreja evangélica na Faixa, ministra a umas 150 a 200 pessoas.
Além de explosões e outras ameaças, o motorista da Igreja foi recentemente morto no meio de um tiroteio e a Sociedade Bíblica e a própria Igreja têm sido constantemente ameaçadas.
Mas a atitude dos crentes é tremendamente positiva, e em vez de se esconderem e lastimarem a situação, eles estão activos em clínicas, levando ajuda humanitária e disponíveis para ajudar no meio da trágica situação em que vivem.
O director da Sociedade Bíblica de Gaza, Labib Madanat, pede à Igreja no mundo que apoie e encoraje os crentes em Gaza: "Comparados com os crentes na Margem Ocidental, os crentes em Gaza estão mais focados naquilo que Deus quer que eles façam nesta situação. Gaza é muito mais difícil. O sentimento da necessidade de total dependência do Senhor é muito mais forte aqui."
Oremos pelos nossos irmãos na Faixa de Gaza!
Shalom, Israel!

domingo, junho 10, 2007

10 DE JUNHO DE 1967 - DIA DA VITÓRIA

Faz hoje precisamente 40 anos - 10 de Junho de 1967 - que se completou um dos eventos mais proféticos e marcantes dos tempos modernos: a guerra (conhecida como "guerra dos seis dias") que deu origem à reconquista da cidade santa de Jerusalém, fazendo com que ela voltasse a ser a capital eterna e indivisível do estado de Israel!
Interessante que nesse dia 10 de Junho de '67 - um Sábado - Israel descansou das batalhas, o que não pode de forma alguma ser interpretado como uma mera coincidência, mas sim como uma intervenção divina, pois nos planos de Deus não há coincidências. Desgostem-se todos aqueles que assim não pensam, mesmo muitos dos meus amigos evangélicos, pois estão a caminho de grandes surpresas: a Palavra profética de Deus está se cumprindo nos nossos dias e nada ficará por cumprir. Se não, provem-me por razões humanas a sobrevivência do minúsculo estado de Israel, e o facto inédito de um país com menos de 1/3 do armamento dos inimigos conseguir em apenas 6 dias triplicar o seu território?!
Esta guerra começada a 5 de Junho, acaba a 10 com a conquista do Sinai ao Egipto, a Faixa de Gaza, a "Cisjordânia" (territórios bíblicos da Samaria e Judéia), os Montes Golan aos sírios, e a parte oriental de Jerusalém aos jordanos! Talvez o mais significativo tenha sido a tomada da esplanada do templo (ocupada pelas 2 mesquitas) e o muro ocidental, com a entrega da esplanada à soberania jordana (o maior disparate que Moshe Dayan podia fazer em toda a sua vida...!)

UM POUCO DE HISTÓRIA

Até 1967, a União Soviética vinha prestando apoio bélico ao Egipto, Iraque e Síria, enquanto Israel recebia armas norte-americanas e francesas. A situação na fronteira da Síria atingiu o seu ponto crítico em Abril de 1967. Os sírios haviam instalado bases de artilharia nos Montes Golan para bombardear localidades israelitas. O derrube de sete aviões de guerra sírios e a ameaça israelita de intervenção provocou o início da mobilização árabe.

Grande quantidade de tropas e de material militar foram estacionados na fronteira com Israel. Em 30 de Maio, foi assinado um pacto militar entre a Jordânia e o Egipto; e, em 4 de Junho, entre o Iraque e o Egipto. A partir daí, Israel começou uma mobilização geral. Na manhã de 5 de Junho de 1967, aviões da força aérea israelita atacaram bases aéreas do Egipto, destruindo centenas de aviões em 48 horas.

Enquanto isso, forças blindadas e a infantaria motorizada travaram combates com as forças egípcias, avançando pelo deserto do Sinai. A Jordânia, a Síria e o Iraque intervieram, bombardeando posições de Israel. No dia 7 de Junho, após a conquista de parte de Jerusalém oriental e de toda a margem ocidental do Jordão por Israel, a Jordânia e Israel acataram o pedido de cessar-fogo feito pelas Nações Unidas.

Um dia depois, entrou em vigor o armistício com o Egipto, depois de os israelitas terem conquistado a Faixa de Gaza e toda a península do Sinai, até ao Canal de Suez. Por último, no dia 10 de Junho, entrou em vigor o cessar-fogo com a Síria, depois de Israel conquistar os Montes Golan.

Israel continuará a estar no centro das atenções do Deus Todo-Poderoso! Essa é a única explicação para a sobrevivência desta nação, cada vez mais injustiçada e ameaçada pelos poderes humanos!

"Isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos!" - Salmo 118:23

Shalom, Israel!


sexta-feira, junho 08, 2007

A TRAIÇÃO DE OLMERT


Exactamente no dia 8 de Junho de 1967, as forças armadas de Israel (IDF) conquistam os Montes Golan, território bíblico, com muito sangue, suor e lágrimas. Exactamente 40 anos depois, um dos maiores jornais israelitas revela a proposta secreta do 1º ministro israelita à Síria para a "devolução" dos estratégicos montes aos sírios - os inimigos de sempre...!
Custa a acreditar, mas é a verdade! Como pode Israel ter à frente dos seus destinos um traidor desta envergadura que, após a vergonhosa operação no Líbano no verão passado, está agora disposto - com os aplausos dos esquerdistas - a entregar à Síria um território estratégico e pertencente a Israel?
Em troca da entrega dos Golan, Olmert propõe que a Síria esfrie as suas relações com o Irão, com o Hezbollah e com outros grupos terroristas. Custa a acreditar que Olmert esteja no seu perfeito juízo. Alguém de bom senso acreditará na seriedade de Assad e dos sírios?
Através de terceiras partes, Olmert comunicou a Assad, o presidente sírio, que nunca haveria paz entre ambos os países sem que houvesse uma cedência por parte dos israelitas no que concerne aos Golan, atrevendo-se a dizer que esta era a opinião da população judaica, sendo o preço que estariam preparados a pagar pela paz...
Só que uma sondagem feita imediatamente a seguir a esta notícia do jornal revelou que 84 por cento da população israelita se opõe à retirada dos montes Golan, enquanto que 74 por cento não confiam na palavra de Assad.
Sabe-se nos bastidores que o Ocidente está a pressionar Israel para aceder às exigências sírias de forma a aliviar as ligações perigosas entre o Irão e a Síria. É lamentável que tenha mais uma vez de ser Israel a ter de pagar o preço pela incapacidade do Ocidente de resolver a questão iraniana...
A Síria tem ultimamente mostrado sinais de uma possível guerra com Israel, ao estacionar perto da fronteira grandes arsenais de mísseis e sistemas de defesa anti-aérea. Israel tem estado também a preparar-se para esta eventualidade.
Nos 19 anos que se seguiram à independência do estado de Israel, a Síria utilizou os montes Golan como rampa de lançamentos de ataques contra a Galiléia, no norte de Israel, chegando a desviar o curso das nascentes do rio Jordão, de forma a cortar o fornecimento de água a Israel.
O cenário actual é muito semelhante aos dos tempos anteriores à guerra dos 6 dias...
Oremos pela paz em Israel - Salmo 122:3.
Shalom, Israel!

terça-feira, junho 05, 2007

FOI HÁ PRECISAMENTE 40 ANOS...



Em 4 de Junho de 1967 o recém-nascido estado de Israel estava à beira da extinção. Mal refeitos ainda dos efeitos do Holocausto, os judeus nem sonhavam que esta próxima guerra os iria conduzir ao cumprimento de um dos seus maiores sonhos e ao cumprimento de uma das mais importantes profecias do Novo Testamento: a reconquista de
Jerusalém levaria a que a mesma voltasse a ser ocupada pelo povo eleito, dessa forma fazendo com que Jerusalém deixasse de ser pisada pelos gentios.

Em 4 de Junho de 1967 as nações árabes à volta de Israel juravam tornar o Mediterrâneo azul num mar vermelho com o sangue de todos os judeus que haveriam de ser expulsos da sua terra.
Na manhã de 5 de Junho, há precisamente 40 anos - uma geração bíblica - Ben-Eliyahu, voou numa das primeiras missões aéreas contra os campos aéreos egípcios do Sinai.
"Isto é um assunto de vida e de morte" - disse ele - "Isto tem a ver com a destruição do estado de Israel. Parece o terceiro capítulo da nossa independência em 1948, 1956 e agora 1967."
"As pessoas estavam em pânico; o povo falava da iminente destruição do estado de Israel, numa guerra em que haveria um elevado número de mortos, pelo menos uns 10 mil seriam mortos." - proferiu o General Shlomo Givas.
Os rabis em Jerusalém previam tantos mortos que reservaram todos os parques públicos em Jerusalém para cemitérios.
Temia-se uma grande catástrofe em Israel. Por quê?
Israel encontrava-se em grande minoria em todas as três frentes, tanto no número de soldados como no de armas. O Egipto a sul, a Jordânia a leste e a Síria a norte. A União Soviética tinha despejado 2 biliões de dólares em armas nos países árabes. Os inimigos de Israel apresentavam-se com o dobro das tropas, o triplo dos tanques de guerra e quatro vezes mais aviões no campo de batalha. Israel estava novamente como David enfrentando o gigante Golias.
Mas logo antes da guerra, o principal inimigo de Israel, o Egipto, sofreu uma série de erros e confusões. "Houve um desentendimento entre o presidente Nasser e os seus generais" - informou o correspondente militar do canal 2 de Israel, Ehud Yaari. "E as coisas não correram como eles previam. E quando rebentou a guerra, nós podíamos ver e ouvir, e foi isso que fizemos. Nós ouvimo-los. Podíamos ver que o comando principal dos militares egípcios não estava no controle."
O alto comando egípcio também desprezou avisos dados pelos serviços secretos egípcios de que haveria um iminente ataque aéreo israelita.
Na noite anterior ao início da guerra, o comandante em chefe egípcio, Abd al-Akim Amer reuniu o seu alto comando para uma festa na base aérea, longe da frente da guerra.
"Eles foram completamente apanhados de surpresa" - disse Yaari - "Alguns deles tentaram ir para os aviões e juntarem-se às suas unidades. Não o conseguiram."
Duas semanas antes da guerra, o Egipto substituiu todos os seus comandantes no Sinai por outros que desconheciam completamente o terreno.
Na manhã de 5 de Junho, os radares da Jordânia detectaram a Força Aérea Israelita a levantar.
Enviaram um sinal de alerta para o Cairo, mas o oficial encarregado de descodificar usou o código errado e não conseguiu decifrar aquela informação vital. O aviso nunca chegou.
Ao mesmo tempo, a Força Aérea de Israel dizimava a Força Aérea egípcia no terreno, uma vitória chave para o decorrer da guerra.
Sarah Rigler, autora de obras sobre a Guerra dos Seis Dias acredita que séries de erros por parte dos egípcios revelaram a acção de uma mão invisível.
"Podemos dizer: olha que coincidência de sorte, ou ver então a Mão Divina" - disse ela - "Podemos ver que Deus fez com que todas estas coisas acontecessem da forma que aconteceram porque queria que o ataque israelita fosse bem sucedido. Ele queria que vencêssemos. Ele queria que reconquistássemos os nossos lugares sagrados."
Para algumas pessoas, a confusão no exército egípcio antes da guerra evocou memórias da história bíblica de Gedeão, quando desbravou os inimigos de Israel. Em vez de ter sido aniquilado, Israel venceu uma das mais decisivas vitórias na História militar.
Muitos judeus ortodoxos e cristãos acreditaram que a nação israelita testemunhara um milagre.
"Para os cristãos evangélicos, a Guerra dos Seis Dias foi um momento tremendo em que se viu a Mão de Deus intervir a favor do povo judeu." - afirma Joel Rosenberg - "O que foi incrivelmente extraordinário foi ver este momento em que os líderes árabes e muçulmanos diziam que iam atirar com os judeus para o mar e parecer que se aproximava um novo holocausto. De repente, em apenas seis dias, o povo judeu defendeu-se a si próprio, destruiu os seus inimigos, calcou a sua terra; reconquistou o controle da cidade de Jerusalém ao fim de 2 mil anos, e descansou ao sétimo dia. Isso para os evangélicos soou a muito bíblico em todo o planeta e eles regozijaram-se juntamente com o povo judeu."
"No rescaldo imediato da guerra, todos, tanto religiosos como seculares reconheceram que isto provinha de Deus, pois era algo tão improvável" - afirmou Rigler.
E a autora acrescentou: "Isto foi um milagre. Até para Moshe Dayan, que era o comandante das forças israelitas e que era uma pessoa muito secularizada. Ele foi visitar o Muro das Lamentações no dia a seguir à sua libertação e há uma tradição de se colocarem nas brechas do muro pequenos pedaços de papel com pedidos dirigidos a Deus. Dayan também colocou uma pequena nota para Deus. E é claro que mal ele abandonou o local, os jornalistas, nas suas aparentemente formas discretas correram e pegaram no papelinho para o ler. E o que é que ele dizia? Era uma linha dos Salmos, que dizia: "Isto é de Deus. E é maravilhoso aos nossos olhos".
Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 04, 2007

ISRAEL PRESTES A ALCANÇAR NOVA DESCOBERTA NA CIÊNCIA AGRÍCOLA

Os pesquisadores israelitas estão à beira de conseguir mais uma descoberta que irá contribuir para o desenvolvimento da agricultura mundial: um novo método de engenharia genética que possibilitará as culturas sobreviverem em terrenos salgados.
O sal que fica como resíduo nos terrenos após a evaporação ou utilização da água é devastador para as culturas de regiões onde não existe suficiente água potável para limpar o solo do seu conteúdo salínico.
Apresentado recentemente num artigo do Jornal da Academia Americana de Ciências, o método israelita, ao ter sucesso, significará uma maior independência agrícola para muitos países pobres do mundo.
Os agriculturalistas israelitas estão por detrás de muitas inovações no campo da agricultura nestes últimos 50 anos, incluindo o sistema de irrigação gota-a-gota que é hoje utilizado em regiões áridas do mundo inteiro.
Israel, como de costume, sempre na vanguarda!
Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 01, 2007

ACADÉMICOS BRITÂNICOS BOICOTAM ISRAEL


Na crescente tendência das nações para condenarem e isolarem Israel de todas as formas possíveis - nada de novo, aliás... - são agora os "cientistas" ingleses a caírem na armadilha de condenarem Israel pelos seus "crimes", não imaginando o mal que estarão atraindo para a sua própria nação. Faz-nos lembrar uma famosa frase transcrita num grande monumento ao Holocausto nazi no Norte de Israel: "Aqueles que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros." Nada de mais verdadeiro nesta época actual...
Agora é o Sindicato das Universidades e Colégios Britânicos que promulgou uma "moratória nas colaborações culturais e de pesquisa com Israel" e fez passar uma moção condenando " a cumplicidade dos académicos de Israel com a ocupação". Acrescentou ainda que "as críticas a Israel não podem ser vistas como anti-semitismo."
Tanto o boicote como as afirmações controversas têm sido duramente criticadas por Israel e pelos seus apoiantes. Na opinião do Prof. Alik Honigman, um dos directores do Centro Médico da Universidade Hebraica, os académicos britânicos estão a adoptar as "tácticas condenáveis da ex-União Soviética, que coloriam as suas pesquisas científicas com os seus próprios pontos de vista políticos."
Os responsáveis das quatro escolas médicas israelitas planeiam encontrar-se em breve para abordarem o voto inglês, e na próxima segunda-feira o Comité do Knesset para a Ciência e a Tecnologia irá reunir-se para discutir o boicote britânico.
Surgem agora receios de que outras instituições britânicas sigam este triste exemplo dado pelos académicos, pelo que já estão sendo encetados diálogos para que tal não venha a acontecer.
Os académicos ingleses estão obviamente conotados com a extrema esquerda que não aceita a existência do estado de Israel, e estão a esforçar-se para que a União Europeia siga as mesmas pisadas. Claro que a preocupação deles não parecem ser as constantes violações aos direitos humanos nos países árabes, muçulmanos, na China, etc. etc. Há um estranho silêncio ensurdecedor quanto a esses assuntos. Mas quanto se trata de Israel a história é outra. Assim vai o nosso mundo. O pior é quando nós não estamos a fazer nada em relação a este crescente anti-semitismo que não para de crescer em toda a Europa.
Israel certamente terá mais a ensinar do que a aprender destes países "evoluídos". Essa certeza ninguém a tira...
Shalom, Israel!