segunda-feira, novembro 09, 2020

ISRAEL INAUGUROU SISTEMA DE TESTES RÁPIDOS NO SEU PRINCIPAL AEROPORTO, VISANDO A ABERTURA DO ESPAÇO AÉREO

 

Com os números de casos de pessoas infeccionadas a baixar de dia para dia, e com o anúncio da proximidade das vacinas para a prevenção do covid-19, Israel dá mais um passo visando a aceleração dos testes e a facilitação da deslocações aéreas com partida nos seus aeroportos. Tudo leva a crer que esta nova medida visa para breve a abertura do aeroporto para os voos internacionais, uma expectativa ansiada por muitos turistas e pelos operadores turísticos do país.

Foi esta manhã inaugurado no terminal 3 do aeroporto Ben Gurion, perto de Tel Aviv, o laboratório de testes rápidos do covid-19 chamado "Check2Fly", onde estiveram presentes o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, acompanhado dos ministros para os transportes e da saúde.

O "Check2Fly" é um teste resultante do projecto feito em parceria pela "Omega" - uma empresa ligada aos testes do coronavírus - e um grupo do centro médico Rambam de Haifa. O teste normal leva 14 horas a dar o respectivo resultado, e custa cerca de 10 euros. É possível também optar por um teste mais rápido, com resultados disponíveis em apenas 4 horas, pelo valor de 30 euros. Segundo um dos responsáveis, podem ser testadas 20 mil pessoas por dia, tanto passageiros saindo como entrando em Israel. A previsão é que à medida que os testes vão sendo realizados se possa diminuir o número de horas necessárias para a obtenção do resultado. 

Shalom, Israel!

sábado, novembro 07, 2020

TRUMP LEVANTOU AS RESTRIÇÕES AOS INVESTIMENTOS NORTE-AMERICANOS NA JUDEIA E SAMARIA

 

Injustiçado por muitos judeus norte-americanos que preferiram votar no seu adversário, o actual presidente norte-americano Donald Trump não abandonou mesmo assim os amigos israelitas, deliberando aquela que será talvez a sua última acção favorável a Israel e aos israelitas, levantando as restrições aos investimentos federais norte-americanos ligados à ciência e projectos de pesquisa e agrícolas levados a cabo nos assentamentos judaicos da Judeia e Samaria.

O plano e paz de Trump permite que Israel possa estender a sua soberania a 30% destes territórios onde residem cerca de 460 mil israelitas.

Ao assinar o acordo que permite o levantamento das restrições ao investimento, no passado dia 28 de Outubro, o embaixador norte-americano em Jerusalém afirmou: "Tal como temos visto um tremendo progresso regional com os Acordos de Abraão, estamos também vendo os benefícios tangíveis das políticas do presidente Trump para a cooperação bilateral com Israel."

Shalom, Israel!

quinta-feira, novembro 05, 2020

ONU DECLARA QUE O MONTE DO TEMPLO É UNICAMENTE ISLÂMICO

 


Num vergonhoso e condenável atropelo da História, 139 estados membros das Nações Unidas aprovaram ontem uma resolução que alega que o Monte do Templo, no coração de Jerusalém, o bíblico Monte Moriá, é um local sagrado "unicamente islâmico", denominando-o pelo único nome de al-Haram al-Sharif.

Esta foi uma das sete resoluções pró-palestinianas e anti-Israel que o 4º Comité da Assembleia Geral da ONU aprovou ontem em Nova Iorque.


A resolução que abordou Jerusalém incluiu linguagem que se referiu à ligação das três religiões monoteístas a Jerusalém. Na linguagem da resolução, Jerusalém é referida como "ocupada" apenas na sua parte oriental. 

O embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, disse ao comité que a resolução "ignora por completo qualquer ligação entre o povo judeu e o Monte do Templo - o nosso lugar mais sagrado. Isso é uma desgraça. A tentativa audaciosa de reescrever a História não alterará o facto indiscutível que a conexão judaica à cidade de Jerusalém data de há milhares de anos."

E Erdan acrescentou: "Eles também não alterarão o facto da nossa actual conexão a Jerusalém ser a mais forte de sempre. Um número crescente de países está deslocando as suas embaixadas para Jerusalém, a nossa capital unida e indivisível."

Esta pérfida acção da ONU tem lugar numa altura em que a administração Trump tem aumentado os seus esforços para vincar a ligação de Israel a Jerusalém, que é a capital do moderno estado e onde o Templo judaico, o lugar judaico mais sagrado, permaneceu nos tempos bíblicos. 

"Ao contrário desta câmara, que está desfasada da realidade, um crescente número de nações está reconhecendo que Jerusalém é a inegável capital do povo judeu e do estado judaico. Como Ministro da Segurança Pública, eu assegurei que todas as religiões tinham acesso aos lugares sagrados de Jerusalém" - acrescentou o diplomata.

"Nenhuma resolução aqui passada alterará a conexão eterna entre o povo judeu e o lugar mais sagrado da nossa fé: Har HaBayit, o Monte do Templo" - afirmou Erdan.

"Ao longo dos anos os palestinianos têm andado a promover uma linguagem que inclui apenas o termo islâmico "Haram al-Sharif" e que exclui propositadamente o nome hebraico para o Monte do Templo" - acrescentou o embaixador.

Erdan disse aos estados membros da ONU: "o vosso apoio encorajou os palestinianos não apenas a negar a conexão judaica a este lugar, mas também a negar o acesso ao mesmo, ameaçando até com violência. Ao apoiarem estas resoluções, vocês partilham a responsabilidade pelo comportamento deles."

Esta resolução é o passo mais recente numa longa batalha entre Israel e os estados muçulmanos em relação ao estatuto de Jerusalém, em particular o Monte do Templo, que é o terceiro lugar mais sagrado para o islão. 

PAÍSES CONTRA E A FAVOR DA RESOLUÇÃO

Votaram ao lado de Israel contra esta resolução os seguintes países: a Austrália, o Canadá, a Guatemala, a Hungria, as Ilhas Marshall, a Micronésia, o Nauru e os Estados Unidos. 

16 países abstiveram-se. Foram eles: Áustria, Bielorrússia, Camarões, Colômbia, República Checa, Honduras, Kiribati, Malawi, Papua Nova Guiné, São Tomé e Príncipe, Sérvia, Eslováquia, Ilhas Salomão, Togo, Uruguai e Vanuatu. Alguns destes países que se abstiveram, como é o caso da República Checa, das Honduras, da Sérvia e do Malawi, têm indicado que pretendem deslocar as suas embaixadas para Jerusalém, uma medida que designa o reconhecimento da soberania de Israel sobre - pelo menos - Jerusalém Ocidental. Tanto o Monte do Templo como a Cidade velha de Jerusalém estão localizadas em Jerusalém Oriental.

Votaram a favor da resolução: a República Dominicana e o Brasil, dois países que têm vindo a considerar a mudança das suas embaixadas para Jerusalém, mas que agora votaram a favor desta pérfida resolução. Países europeus que também votaram a favor: Bélgica, Dinamarca, Estónia, França, Finlândia, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Lituânia, Holanda, Polónia, Portugal, Espanha, Suécia, e Reino Unido. 

"E acontecerá naquele dia que farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a carregarem certamente serão despedaçados; e ajuntar-se-á contra ela todo o povo da terra." - Livro do profeta Zacarias 12.3.

Shalom, Israel!


quarta-feira, novembro 04, 2020

O MUNDO CONTINUA A IGNORAR O APOIO HUMANITÁRIO DE ISRAEL À FAIXA DE GAZA

 

Muitas vezes ouve-se por aí que Israel é um país criminoso que bloqueou e abafou o povo de Gaza, não permitindo que bens essenciais ali possam entrar para socorrer a população do enclave. Nada mais longe da realidade...

Israel é o principal fornecedor de bens à população de Gaza, oprimida pelos carrascos do Hamas. Milhões de toneladas de ajuda israelita têm entrado em Gaza nos últimos anos, ao contrário do que se imagina e se propaga pelas cadeias de informação tendenciosas e envenenadas pelo antissemitismo. 

As Forças de Defesa de Israel criaram uma organização humanitária responsável por canalizar ajuda aos palestinianos nos territórios sob sua administração. Trata-se da "COGAT" - Coordenação das Actividades Governamentais nos Territórios. A ênfase desta ajuda são as populações civis. 

A ajuda a Gaza é feita através da passagem fronteiriça de Kerem Shalom. Segundo a "COGAT", durante a última semana de Outubro, entraram em Gaza vindos de Israel 2.291 camiões carregando 69.063 toneladas de bens e equipamento. Tem sido também fornecido combustível, totalizando 3,5 milhões de litros de gasolina e diesel, para além de 130 toneladas de gás de cozinha.

Estes gigantescos suprimentos põem a nu as mentiras dos grupos pró-palestinianos que alegam que Gaza está sob um cerco montado pelos israelitas e pelos egípcios.

A passagem de Kerem Shalom funciona cinco dias por semana, o que significa que na semana passada uma média de mais de 450 camiões atravessaram diariamente a fronteira com ajuda humanitária, incluindo alimentos, medicação e equipamento médico, roupas e materiais de construção. 

Há algum tempo atrás a ONU acusou o Hamas de "estar a roubar do seu próprio povo e aumentando o sofrimento dos palestinianos em Gaza", ao desviar alguma da ajuda que ali chega, especialmente cimento que é usado pelo Hamas para construir túneis militares em vez de casas para a população.

Israel permite também a saída de Gaza de toneladas de bens comerciais, incluindo produtos agrícolas como morangos, que a população de Gaza exporta para países como os Emirados e o Catar. 

Esta é a verdade. 

Shalom, Israel!

terça-feira, novembro 03, 2020

A IMPORTÂNCIA PROFÉTICA DA DECLARAÇÃO DE BALFOUR - 2 DE NOVEMBRO DE 1917

 

Celebraram-se ontem 103 anos desde que o então secretário dos assuntos exteriores da Grã Bretanha, sir Arthur James Balfour emitiu a famosa "Declaração de Balfour", concedendo aos judeus a permissão para o estabelecimento de um estado judaico na então denominada Palestina: "O Governo de Sua Majestade vê favoravelmente o estabelecimento de um lar nacional para o povo judeu na Palestina, e fará uso dos seus melhores esforços para facilitar a realização deste objectivo, sendo entendido de forma clara que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos de comunidades não judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e estatuto político desfrutado pelos judeus em qualquer outro país."

Com os actuais esforços ridículos dos palestinianos para a revogação desta declaração - como se tal fora possível - é importante lembrar que, apesar de a Grã Bretanha estar prestes a ser na altura a potência administradora da Palestina, outras potências mundiais subscreveram esta decisão na Conferência de San Remo realizada 3 anos depois, com a presença dos ministros das Relações Exteriores dos Estados Unidos (Robert Lansing), da Itália, (Sidney Sonnino), do Japão, (Makino Nabuaki), da Grã Bretanha (Balfour), e da França, (Pichon). Após a vitória destas nações na 1ª Guerra Mundial, foi constituída entre elas a "Liga das Nações". Esta aspiração milenar do povo judeu foi também compreendida e facilitada pelo presidente dos EUA dessa época, Woodrow Wilson, e até o papa Bento XV havia consentido, descrevendo o retorno dos judeus à Palestina como "providencial; Deus permitiu-o."

A "carta Cambon", emitida em 4 de Junho de 1917 por Jules Cambon, o então director do departamento político do Ministério dos Assuntos Exteriores da França, tornou-se uma precursora política essencial à Declaração de Balfour, clarificou o apoio total por parte do governo francês daquela época: "Seria um acto de justiça e de reparação assistir, através da protecção das Potências Aliadas, no renascimento da nacionalidade judaica (nationalité juive) naquela terra da qual o povo de Israel foi exilado há tantos séculos atrás."

Outra realidade importante a ser lembrada é que naquela altura a Palestina não era um território livre, mas sim sob ocupação do império turco otomano durante 400 anos. Todo aquele território foi ocupado durante séculos por vários grupos, desde os bizantinos cristãos, os árabes muçulmanos, os Cruzados europeus, os mamelucos egípcios, e finalmente os otomanos turcos. 

Aquilo que a Grã Bretanha tentou foi fazer um gesto anti-imperialista, após séculos de imperialismo cristão e islâmico sem a existência de estados autónomos, num esforço para devolver as terras administradas pelos otomanos às tribos que então lá viviam. Tratava-se de devolver aquelas terras aos seus donos originais: os judeus. 

A Conferência de San Remo realizada em Abril de 1920 transformou os antigos territórios otomanos em mandatos que seriam administrados em nome da Liga das Nações. Essas potências vencedoras da Primeira Guerra tornaram então a Grã Bretanha "responsável por executar a declaração originalmente feita em 2 de Novembro de 1917 pelo governo de Sua Majestade Britânica, e adoptada pelas referidas potências."

Em Maio de 1918, o governo italiano prometeu a Sokolow ajudar "a facilitar o estabelecimento de um centro nacional judaico na Palestina." Em Janeiro de 1919, o Japão informou Weizmann que "o governo japonês assinala alegremente as aspirações sionistas para estabelecer um lar nacional para o povo judeu na Palestina e anseia com interesse e simpatia a realização de tal desejo."

Após a resolução das Nações Unidas em Novembro de 1947 para a partição da Palestina entre dois povos, o judeu e o árabe, os judeus viram finalmente o seu milenar anseio realizado, conduzindo à declaração da independência em 14 de Maio de 1948.

Mas, mais importante do que as declarações dos homens, está o cumprimento das promessas de Deus, levando a que o Seu povo pudesse voltar à Terra dos seus antepassados.

Shalom, Israel!


segunda-feira, novembro 02, 2020

DESEMPREGO EM ISRAEL JÁ VAI NOS 22,7%

Nenhum país está imune às consequências da actual pandemia, mas uns sofrem mais do que outros. É o caso de Israel, fortemente atingido pela pandemia e pelas suas consequências na economia. O país está neste momento com muito do seu comércio e actividades encerrados, ainda que se comece a assistir a algum desconfinamento devido a um menor número de infectados com o vírus.

O "Gabinete Central de Estatísticas" de Israel reportou agora os últimos dados referentes à primeira quinzena de Outubro, revelando que a taxa de desemprego atingiu os 22,7%, representando mais 160.000 pessoas sem emprego. No mesmo período do mês anterior esse valor era de 19,1%.

O número actual de pessoas sem trabalho é assim de 1.079.500, calculando-se que 832.600 sejam resultado directo ou indirecto da actual crise pandémica. Se pensarmos que a população israelita ronda os 8 milhões, este número é demasiadamente alto. E preocupante.

Shalom, Israel!

sábado, outubro 31, 2020

REPÚBLICA DOMINICANA CONSIDERA MUDAR A SUA EMBAIXADA PARA JERUSALÉM

 

Mais uma nação latina anuncia a possibilidade de deslocar a sua embaixada em Israel para a capital Jerusalém. Até agora apenas os Estados Unidos e a Guatemala mudaram efectivamente as suas representações diplomáticas para a capital judaica. Há outros países que já anunciaram essa possibilidade, mas por enquanto apenas aqueles 2 países o fizeram na actualidade. Entre os países que mostraram esse desejo ainda não concretizado estão as Honduras, o Brasil, a Sérvia, a República Checa, e o Kosovo.

Numa conversa telefónica ontem efectuada entre o ministro dominicano para as Relações Exteriores Roberto Alvarez e o seu par israelita Gabi Ashkenazi, este último agradeceu ao ministro da República Dominicana: "Congratulo o ministro da RE da República Dominicana pela decisão do governo dominicano de considerar deslocar a sua embaixada de Tel Aviv para Jerusalém."

A República Dominicana tinha inicialmente instalado a sua embaixada em Jerusalém, mas deslocou-a para Tel Aviv após a decisão israelita de anexar a parte oriental de Jerusalém como sua capital, em 1980.

Esta decisão segue-se à decisão dos EUA em não fazer distinções territoriais relacionadas com os territórios antes da Guerra dos Seis Dias, em 1967. Para além disso, na passada Quinta-Feira os EUA tomaram mais uma importante decisão, que foi reconhecer que todos os seus cidadãos nascidos em Jerusalém passem a incluir Israel como país de nascença. 

Para a República Dominicana, a decisão terá a ver com o facto de já terem tido a sua embaixada em Jerusalém e também porque é naquela cidade capital que se encontra o governo de Israel. 

Shalom, Israel!


sexta-feira, outubro 30, 2020

CENTENAS DE PALESTINIANOS PROTESTAM CONTRA MACRON NO MONTE DO TEMPLO

 

Centenas de indivíduos protestaram esta manhã no Monte do Templo, em Jerusalém, contra o voto do presidente francês Emmanuel Macron de proteger o direito às caricaturas do profeta Maomé. Três dos manifestantes foram detidos pela polícia. Os outros foram dispersados pela polícia. Outras manifestações tiveram lugar nos arredores da capital Jerusalém.

Os manifestantes vociferaram: "Sacrificamos com as nossas almas e o nosso sangue pelo nosso profeta Maomé", e outras que a polícia israelita descreveu como "slogans nacionalistas."

Os manifestantes chamaram também a Macron: "O inimigo de Alá!"

Vários manifestantes exibiram faixas declarando que insultar Maomé é passar a linha vermelha e outros empunhavam bandeiras com a declaração da fé islâmica.

Os comentários do presidente francês continuam a abalar todo o mundo muçulmano, com especial incidência no Paquistão, com cerca de 2.000 manifestantes gritando palavras de ordem contra a França, cortando estradas e outros pisando bandeiras francesas e apelando ao boicote dos produtos daquele país. Esperavam-se mais protestos nesta tarde no Paquistão, no Líbano e na Faixa de Gaza. 

Estes protestos islâmicos surgem a meio de tensões entre a França e o mundo muçulmano, que se iniciaram com a publicação de novos cartoons do profeta Maomé pelo jornal satírico Charlie Hebdo, e que levaram a que um muçulmano decapitasse um professor que mostrou as caricaturas aos seus alunos. Ontem mesmo, um refugiado tunisino, carregando um exemplar do Corão, assassinou 3 pessoas numa igreja católica, em Nice, tendo uma delas sido decapitada. No mesmo dia de ontem deram-se outras 2 tentativas em território francês e um ataque a um guarda na embaixada francesa na Arábia Saudita. Um pouco por todo o lado têm sido feito apelos a boicotes dos produtos franceses, sendo o principal porta voz o presidente turco Recep Erdogan, já em conflito com Macron por causa das suas disputas territoriais marítimas no Mediterrâneo Oriental. 

Um responsável sénior da Autoridade Palestiniana condenou os ataques de ontem, afirmando: "O assassinato de inocentes é proibido pela perspectiva religiosa, moral e humanitária."

Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 29, 2020

COM MEGA EXERCÍCIO MILITAR NO NORTE, ISRAEL PREPARA-SE PARA UMA GUERRA EM MÚLTIPLAS FRENTES

Não, Israel não está em guerra. Pelo menos por enquanto. Mas as ameaças são enormes. As ameaças vêm do Norte (Hezbollah e Síria) e da Faixa de Gaza.

As Forças de Defesa de Israel completaram hoje a primeiro exercício deste ano, uma simulação em larga escala de uma guerra no Norte contra o Hezbollah e outros párias iranianos, e em menor escala contra a Faixa de Gaza.

Denominada como "Seta letal", o exercício visou melhorar a capacidade militar ofensiva, especialmente no número de alvos a conseguir atingir diariamente. Este exercício iniciou-se no passado Domingo e foi o maior realizado em 2020, juntando as forças regulares no activo aos reservistas, embora a sua dimensão tenha sido reduzida devido à pandemia.

"Este exercício é especial por 3 razões principais" - informou o chefe das FDI Aviv Kohavi, acrescentando: "Por um lado, estabelecemos para nós próprios um objectivo de melhorarmos as nossas capacidades ofensivas; em segundo lugar, este é um exercício que estabelece uma linha desde o nível do batalhão até ao staff do general, com toda a coordenação e cooperação entre os diversos ramos (dos militares); e em terceiro lugar, este exercício tem um número de novos elementos que estamos assimilando (no exército)."

Segundo um dos chefes militares, este exercício simulou a pior das situações em simultâneo: uma guerra contra o Hezbollah e forças relacionadas no Líbano e na Síria, contra grupos terroristas em Gaza, e contra párias do Irão "em países não fronteiriços." Não foram especificados que países seriam. Os ataques inimigos incluiriam bombardeamentos massiços com artilharia sobre Israel, na forma de simples rockets e mísseis teleguiados de alta precisão, bem como ataques com mísseis de cruzeiro. 

Estes exercícios correspondem aos novos e actualizados planos de guerra para o Norte aprovados há 2 semanas, em preparação para um possível ataque do Hezbollah.

"Estamos preparados - depois deste exercício, ainda melhor preparados - e prontos para qualquer desenvolvimento, desde um dia de conflitos até mais do que isso" - afirmou um responsável militar.

Shalom, Israel!

quarta-feira, outubro 28, 2020

DESCOBERTAS EM BANIAS RUÍNAS DE UMA DAS MAIS ANTIGAS IGREJAS EM ISRAEL

 

Exactamente no lugar onde Jesus foi confessado por Pedro como sendo o verdadeiro Messias, o Filho de Deus, e onde Ele mesmo pela primeira vez prometeu o estabelecimento da Sua Igreja - não a de Pedro... - foram agora descobertas as ruínas daquela que se crê poderá ser uma das mais antigas igrejas em Israel.

Banias - a bíblica Cesaréia Filipe mencionada nos Evangelhos - é um dos pontos mais belos e tranquilos do Norte de Israel. É ali que se pode ver uma das nascentes do Jordão. Confesso que é um dos lugares que mais amo naquela Terra e onde sinto uma indescritível tranquilidade. Nas nossas visitas durante o Verão somos abençoados pelo cheiro penetrante das muitas figueiras ali existentes e pela frescura das águas frescas provenientes dos Montes Hermon. Rodeados das ruínas daquilo que foi um panteão do culto a vários deuses e demónios - em especial o deu grego Pan - podemos visualizar o que seria aquela cidade pagã e idólatra nos dias do Messias. Sempre penso que não foi por acaso que Ele escolheu precisamente aquele lugar específico para confrontados com a inúmera quantidade de panteões de idolatria à sua volta, os discípulos tiveram de confessar a sua fé no verdadeiro Deus incarnado: "E vós, quem dizeis que Eu sou? E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo!" A partir daquela confissão, os discípulos começam a entender os propósitos do Messias; escolher um povo, o qual iria separar para Si, ao qual chamou de "a Minha Igreja."

No sopé das majestosas quedas de água que ali jorram foram agora descobertos os restos daquilo que foi uma igreja bizantina construída por volta do ano 300 d.C. por cima do antigo templo romano ao deus grego Pan, que deu o nome a este parque natural. O nome actual Banias deriva de Pan+ias, uma vez que os árabes não conseguiam pronunciar a letra "b". Percebe-se pelas ruínas que os construtores cristãos da época adaptaram o templo pagão para satisfazer as necessidades desta "nova religião." Pelo menos é assim que acredita o professor Adi Erlich, da Universidade de Haifa. Segundo a sua opinião, esta igreja teria sido construída para comemorar a interacção de Jesus com Pedro, que reconheceu ali o seu Mestre como sendo o Messias.

O local da escavação é singular, uma vez que combina um penhasco, uma gruta, nascentes de água e um terraço criado em tempos remotos a partir do colapso de parte do penhasco sobre o qual o templo foi erigido. Segundo Erlich, a adoração do deus Pan começou a ser realizada junto à gruta e à nascente de água por volta do 3º século a.C. O templo foi edificado por volta do ano 20 a.C. O local tornou-se num importante centro cristão por volta do ano 320 d.C., tendo a Igreja o seu próprio bispo já naquela altura.

O edifício de grande estilo era adornado com arquitectura clássica romana, e era um espaço aberto, com um pequeno poço no meio, foi identificado com toda a segurança como sendo um templo dedicado a Pan devido à inscrição de dedicação gravada no altar ao deus dos pastores, da música e do sexo. A estrutura da arquitectura romana original do templo foi depois "cristianizada" e transformada num templo cristão.

Entre os vários achados de cariz cristão estão pequenas cruzes gravadas na decoração do mosaico do chão do templo. O símbolo da cruz tornou-se generalizado na iconografia cristã depois do reino do imperador romano Constantino, em meados do século IV d.C. Um nicho voltado para leste no templo pagão e que teria certamente alojado uma estátua de Pan foi reinventado para se tornar numa abside da igreja. 

Foi ainda descoberta "uma pedra muito interessante" revestida e pontilhada com cruzes gravadas. Seriam certamente grafitis "eu estive aqui" gravados por peregrinos dos séculos 6º e 7º. A certa altura da sua existência, o templo sofreu danos através de um tremor de terra, sendo renovado no 7º século.

A actual escavação está sendo realizada em cooperação com a Universidade de Haifa, e é parte de uma vasta variedade de actividades realizadas para preservar e conservar a arqueologia monumental descoberta nestes últimos anos em Israel. 

Estes novos achados serão preservados e tornados acessíveis aos muitos milhares de turistas que vêm de todo o mundo visitar as quedas de água em Banias. 

terça-feira, outubro 27, 2020

MAIS 5 A 10 NAÇÕES A CAMINHO DA NORMALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES COM ISRAEL - AFIRMOU TRUMP

 

Antes de entrar no avião que o levará a mais algumas campanhas eleitorais nos EUA, o presidente norte-americano Donald Trump informou que pelo menos 5 nações árabes irão "definitivamente" assinar acordos de normalização com Israel, prevendo ainda que esse número duplique para os dez.

"Temos cinco, mas teremos provavelmente nove ou dez na calha" - afirmou Trump, acrescentando: "Vamos ter muitos, eventualmente todos eles."

Questionado sobre a altura em que esses acordos serão efectivados, Trump informou que tal acontecerá depois das eleições. "Estamos agora a fazer um grande trabalho, e estou envolvido em todos esses acordos. A beleza disso é que se trata de paz no Médio Oriente sem dinheiro nem sangue."

"Não há nenhum sangue na areia, e as coisas estão a acontecer. Sim, temos 5 países assegurados e penso que vamos ter outros cinco praticamente assegurados."

Trump não especificou quais são os países, apenas revelando que as perspectivas de normalização se relacionam "com todos eles (países) - os grandes e os mais pequenos."

Shalom, Israel!

segunda-feira, outubro 26, 2020

MUSEU DA TORRE DE DAVID RENOVADO E AMPLIADO COM OBRAS DE 40 MILHÕES DE DÓLARES

 

A belíssima Torre de David - um dos pontos mais idílicos da Cidade de Jerusalém - que muito de nós aprendemos a amar - vai passar por extensas obras de ampliação e conservação das salas de exposição, outros equipamentos e com um novo acesso directo subterrâneo a partir do exterior das muralhas de Jerusalém.

Este novo projecto de renovação e conservação do museu da Torre de David visa preservar e conservar a cidadela histórica e o parque arqueológico, ao mesmo tempo que duplicará a área total do museu para 20.000 metros quadrados, incluindo uma nova cafetaria subterrânea à entrada do parque, novas casas de banho, sete novas galerias de exposição, novos espaços para exibições e dois elevadores que permitirão a acessibilidade do museu a todas as pessoas.

Um passeio alinhado com os achados descobertos neste sítio arqueológico conduzirá os visitantes da nova entrada do museu ao novo complexo educacional, ligando até aos parques de estacionamento por debaixo do shopping Mamilla, do outro lado da rua. 

Um dos achados mais impressionantes foram as fundações do palácio do rei Herodes, 10 metros abaixo do solo actual, revelando 2 mil anos de História através de uma experiência multi-sensorial que levará os espectadores a "viajarem" pelo palácio do famoso rei contemporâneo de Jesus.

Ao entrarem pela galeria pelo elevador, os visitantes serão levados até à entrada das escavações, e descerão até às profundidades da terra, camada por camada, até ao início da História da Cidade. 

Têm sido recentemente descobertas escavações romanas e bizantinas por debaixo da praça adjacente ao Portão de Jaffa, que era a antiga entrada para a Cidade Santa, e que foram abandonadas por mais de uma década. Toda essa área foi agora anexada ao museu.

Segundo o presidente do município de Jerusalém, Moshe Lion, a Torre de David é um dos patrimónios históricos e arqueológicos mais importantes do mundo: "A Torre de David, localizada no Portão de Jaffa, providencia uma ligação entre a antiga Cidade de Jerusalém e a parte nova da mesma; e a sua renovação beneficiará toda a paisagem urbana para todos os amantes de Jerusalém e para os visitantes que vêm conhecer a cidade oriundos de todas as partes do mundo."

Mais de 500 mil pessoas visitaram o museu em 2019, gerando 80% dos recursos para os gastos decorrentes do museu.

Shalom, Israel!


domingo, outubro 25, 2020

ISRAEL ENVIA TRIGO NO VALOR DE 5 MILHÕES DE DÓLARES PARA O "NOVO AMIGO" SUDÃO

Israel sempre foi conhecido pela sua generosidade, até mesmo em relação aos seus inimigos.

Em seguimento ao acordo para a normalização de relações diplomáticas entre Israel e o Sudão, o governo de Jerusalém decidiu hoje enviar uma valiosa ajuda humanitária para o "novo amigo." 

"Estamos ansiando por uma paz calorosa, e estamos enviando imediatamente 5 milhões de dólares em trigo para os nossos novos amigos no Sudão" - afirmou o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. E acrescentou: "Israel está trabalhando de perto com os EUA de forma a assistir na transição no Sudão."

Economicamente debilitado, sabe-se que o Sudão concordou com a normalização principalmente para que pudesse ser removido da lista norte-americana dos estados promotores do terrorismo e receber ajuda financeira. O bem estar económico da nação é a força motriz para o estabelecimento de relações com o estado judaico.

Esta ajuda de Israel incluirá também investimentos nas áreas da agricultura e tecnologia, para além de alguma ajuda para o alívio da dívida do país. O país está em estado de transição, com milhares nas ruas a manifestarem-se contra as péssimas condições económicas do país.

Netanyahu informou que "nos próximos dias" seguirá para Cartum uma delegação israelita com o objectivo de se finalizarem os acordos. O primeiro-ministro informou ainda que já haviam sido assinados acordos para que aviões israelitas pudessem sobrevoar o espaço aéreo sudanês, facilitando assim os voos entre Israel e o Brasil e a América do Sul.

Shalom, Israel!

sábado, outubro 24, 2020

SUDÃO NORMALIZA RELAÇÕES COM ISRAEL. OUTROS PAÍSES ÁRABES SE SEGUIRÃO, INCLUINDO A ARÁBIA SAUDITA

 


Hoje foi mais um dia de euforia na sala oval, em Washington: o presidente norte-americano conseguiu mais um trunfo, desta vez o estabelecimento ou a normalização das relações diplomáticas entre o Sudão e Israel. Netanyahu saudou este novo acordo com as palavras: "É um novo mundo!"

Segundo Trump, o Sudão demonstrou um compromisso em combater o terrorismo. "Este é um dos grandes dias na História do Sudão" - afirmou Trump, acrescentando que o Sudão e Israel têm mantido um estado de guerra durante décadas.

"É um novo mundo!" - afirmou Netanyahu ao telefone com o presidente Trump. E acrescentou: "Estamos a cooperar com todos. Construindo um melhor futuro para todos nós."

"Estamos expandindo o círculo da paz tão rapidamente com a sua liderança" - ouviu-se Netanyahu dizer ao presidente Trump, que, por sua vez respondeu: "Há muitos, muitos mais a vir."

O comunicado foi também feito através da TV estatal sudanesa: "O Sudão e Israel concordaram em normalizar as suas relações, terminar o estado de agressão entre eles."

AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ...

Foi exactamente em Cartum, a capital sudanesa que em 1967 o mundo árabe declarou que não haveria nenhum reconhecimento, nenhuma negociação, e nenhuma paz com Israel. Hoje, o Sudão junta-se aos Emirados Árabes Unidos e ao Barein como o terceiro país árabe a fazer a paz com Israel em 2020.

MAIS A CAMINHO...

Segundo Trump, há pelo menos outros 5 países que querem normalizar as relações com Israel, entre os quais a própria Arábia Saudita. E acrescentou que muitos mais se seguiriam.

Questionado sobre a reacção a este novo acordo, Netanyahu expressou-se: "Ultrapassa a nossa imaginação!" E acrescentou: "Isto muda a vida das pessoas. Não nos envolveremos no derramamento de sangue; não nos envolveremos em antagonismos. Iremos comprometer-nos com a cooperação para o presente e para o futuro...Estamos mesmo agora vendo os frutos da paz...dias depois de assinarmos os acordos." E, entusiasmado, acrescentou: "Nunca vimos algo assim."

Segundo Trump, será realizada em Washington uma nova cerimónia para a assinatura de acordos de paz entre Israel e o Sudão e "mais alguns outros estados árabes."

"Todos virão juntos. Iremos ver uma grande e maravilhosa festa no final."

Assim seja. Shalom, Israel!

quinta-feira, outubro 22, 2020

PREVISTO PARA DIAS ANÚNCIO DA NORMALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE ISRAEL E O SUDÃO

O próximo país árabe a normalizar as relações diplomáticas com Israel deverá ser o Sudão. Prevê-se que o anúncio deva vir a ser feito já neste próximo fim de semana ou no início da próxima.

Este é o resultado de mais um esforço diplomático mediado pelos Estados Unidos, e confirmado ontem com a deslocação de uma comitiva norte-americana e israelita a Cartum. Esta viagem inédita foi realizada em jacto comercial num voo directo entre Tel Aviv e Cartum e volta. Vários responsáveis da Mossad e do gabinete do primeiro-ministro tiveram reuniões com os seus congéneres na capital sudanesa, chegando-se a um acordo final para o estabelecimento de relações amistosas entre os dois países. As conversações prosseguiram durante o dia de hoje.

Espera-se agora um telefonema final entre o presidente Donald Trump, o líder de transição sudanês general Abdel Fattah al-Burhan, o primeiro-ministro do Sudão Abdalla Hamdok, e o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. 

Já ontem o secretário de estado norte-americano Mike Pompeo havia-se pronunciado, esperando ver o Sudão a estabelecer relações diplomáticas com Israel como resultado da decisão norte-americana de retirar o Sudão da lista dos países promotores do terrorismo. Pompeo expressou-se confiando que "cada nação reconhecesse Israel, a pátria judaica de direito, no seu direito fundamental de existir como país."

Desde que começou 2020, o mundo já não é mais o mesmo...

Shalom, Israel! 

quarta-feira, outubro 21, 2020

NÚMERO DE INFECTADOS PELA COVID-19 EM ISRAEL CAI DRASTICAMENTE

 

Provavelmente graças ao rigor do actual confinamento, o número de pessoas infeccionadas pela covid-19 em Israel tem estado a cair bastante nestes últimos dias, dando sinais de esperança aos profissionais de saúde e à população em geral. Por outro lado, os olhos de vários países europeus estão colocados na evolução da pandemia em Israel e a realidade ali vivida serve de "termómetro" para as medidas actualmente em vigor ou ainda a tomar no continente europeu.

O número de novos casos ontem registados foi de 1.165, colocando o rácio de infecções abaixo dos 3%. Foram registados 7 óbitos nas últimas 24 horas. Pela primeira vez em várias semanas, o número de casos sérios no país baixou para menos de 600, mais especificamente 591. O total de óbitos em Israel provocados pela pandemia é actualmente de 2.278. 

Shalom, Israel!

terça-feira, outubro 20, 2020

"HOJE ESTAMOS FAZENDO HISTÓRIA" . AFIRMOU NETANYAHU À CHEGADA A ISRAEL DA PRIMEIRA DELEGAÇÃO DOS EMIRADOS UNIDOS

 

Chegou hoje a Israel a primeira delegação oficial oriundo dos Emirados Árabes Unidos. E veio com uma série de projectos. O primeiro levou já a uma decisão inédita nas relações entre Israel e os estados árabes: a isenção mútua de vistos turísticos. Outra decisão importante, esta participada também pelos Estados Unidos, envolve o investimento de 3 biliões de dólares para um fundo de desenvolvimento regional.

A delegação dos Emirados é composta por 3 ministros, incluindo o da Economia e Finanças. 

"Hoje estamos fazendo história" - afirmou eufórico o primeiro-ministro israelita ao saudar a delegação árabe ainda no aeroporto de Tel Aviv. E acrescentou: "O entusiasmo por este acordo de paz entre o nosso povo é enorme. É real, é amplo, é profundo, e reflecte o potencial que hoje está sendo realizado."

Netanyahu afirmou ainda que judeus e árabes são todos descendentes do patriarca Abraão. "E é em seu nome que nós delineámos esta histórica iniciativa de paz. É no seu espírito que desejamos promover uma coexistência e cooperação no Médio Oriente, baseadas no mútuo respeito e entendimento."

Netanyhau agradeceu ainda ao presidente Donald Trump e ao príncipe dos Emirados Mohammed bin Zayed al-Nahyan por terem tornado possível esta aproximação. "Lembraremos este dia, um glorioso dia de paz" - afirmou Netanyahu.

Foi também criado um fundo destinado ao desenvolvimento regional denominado "Fundo Abraão."

Como resultado deste acordo, realizar-se-ão a partir de agora 28 voos semanais directos entre os dois países. 

Shalom, Israel!

domingo, outubro 18, 2020

ISRAEL E BAREIN FORMALIZAM RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS

 

Foi hoje formalizado oficialmente o "acordo de Abraão" com o Barein. Uma delegação israelita e norte-americana deslocou-se hoje num voo directo para o Barein, onde, na capital Manama, responsáveis de Israel e do Barein assinaram oito acordos bilaterais, incluindo um "Comunicado conjunto para o estabelecimento de relações diplomáticas, pacíficas e amistosas."

Nos documentos assinados ambos os países prometeram não desenvolver acções hostis mútua, bem como agirem contra acções perpetradas por terceiros. Não existe ao que parece qualquer referência ao conflito israelo-palestiniano. Vários acordos foram assinados relacionados com a aviação comercial, comunicações, agricultura e tecnologia. Da parte dos norte-americanos esteve presente o secretário do tesouro, Stevem Mnuchin.

O conselheiro nacional de segurança do governo de Benjamin Netanyahu, Meir Ben-Shabbat, louvou o acordo como o primeiro passo para a paz entre Israel e o Barein. Ele agradeceu ainda aos anfitriões pela calorosa recepção e prometeu que qualquer delegação oficial do Barein terá o mesmo tratamento em Israel.

"Iniciámos o dia como amigos, e estamos finalizando como membros da família - membros da família de Abraão" - afirmou, recordando os acordos assinados no mês passado em Washington.

Shalom, Israel!

sábado, outubro 17, 2020

ISRAEL VAI ALIVIAR O CONFINAMENTO A PARTIR DE AMANHÃ

 

Apesar de 26 pessoas terem morrido nas últimas 24 horas devido ao covid-19 e de ter registado mais de 800 casos diários nestes últimos dias, o governo israelita decidiu aliviar um pouco o confinamento a partir de amanhã.

Há no entanto uma "guerra" com os religiosos ortodoxos Haredi, que querem abrir as escolas já amanhã, decisão que está sendo fortemente contestada pelas autoridades civis, tanto mais que cerca de metade dos casos de infecção pelo covid-19 se têm dado dentro das comunidades ultra ortodoxas. 

Segundo o ministro da Defesa, "Não podem haver dois estados aqui. Nenhum grupo ou pessoa em Israel está cima da lei." Netanyahu já apelou também a que não haja abertura de escolas religiosas amanhã. 

A partir de amanhã já poderão reabrir os parques naturais, as praias, os infantários, o Monte do Templo, a Igreja do Santo Sepulcro, o Muro Ocidental, poendo haver ajuntamentos de até 10 pessoas dentro de edifícios e de até 20 no exterior.

Vários países europeus a braços com uma "explosão" de novos casos diários estão de olhos postos em Israel e nas medidas agora tomadas, como "laboratório", esperando os resultados, de forma a tomarem também novas medidas de futuro desconfinamento.

Shalom, Israel!


sexta-feira, outubro 16, 2020

APESAR DA HABITUAL HIPÓCRITA CONDENAÇÃO EUROPEIA, ISRAEL AVANÇA COM A CONSTRUÇÃO DE 5.288 HABITAÇÕES NA JUDEIA E SAMARIA

Logo a seguir à aprovação esmagadora pelo Knesset do acordo diplomático com os Emirados Árabes Unidos e o Barein, o governo de Jerusalém aprovou ontem a construção de mais 2.700 habitações na chamada "Margem Ocidental" - as bíblicas Judeia e Samaria - perfazendo assim um total de 5.288 novas construções naqueles territórios legitimamente pertencentes a Israel.

Durante este ano 12.159 construções já foram aprovadas. 2.688 novas habitações foram aprovadas na passada Quarta-Feira, com outras 2.260 recebendo uma aprovação prévia. 

As reacções não se fizeram esperar. As construções foram logo condenadas pelos palestinianos e pelos jordanos. Nada de admirar. Também não é admirar a condenação feita por 5 países da União Europeia: a França, a Alemanha, a Grã-Bretanha, a Itália e a Espanha. Para a habitual hipocrisia diplomática europeia, as construções são uma medida "contraprodutiva" que mina os esforços regionais de paz.

Como se diz no bom português, "os cães ladram e a caravana passa."

Shalom, Israel!