sexta-feira, julho 05, 2019

IRÃO AMEAÇA DESTRUIR ISRAEL EM 30 MINUTOS

Num considerável alinhamento profético (Ezequiel 38 e 39), os líderes da Pérsia (actual Irão) nutrem um cada vez maior ódio comum em relação ao estado judaico, que consideram ser um "tumor maligno" a extirpar do Médio Oriente, aproximando-se sem se aperceberem disso da realidade revelada pelos profetas bíblicos.
As actuais tensões entre os Estados Unidos e o Irão, com as contínuas ameaças de parte a parte, o ultrapassar do limite do enriquecimento do urânio do Irão, possibilitando o fabrico de armas nucleares, os sistemáticos ataques da aviação israelita a posições militares iranianas na vizinha Síria, têm levado o Irão a procurar cada vez mais apoio na Rússia (Magogue ?) e na vizinha Turquia (Togarma bíblica), num preocupante mas anunciado alinhamento com as profecias reveladas por Ezequiel há mais de 2.500 anos, mas mais próximas do que nunca da realidade. 


A própria Turquia, revelando inegáveis pretensões ao domínio político naquela região conturbada do Médio Oriente, está prestes a receber dos russos um moderníssimo sistema de defesa anti-aéreo S-400, anunciando ainda para Agosto uma cimeira trilateral entre a Rússia, o Irão e a Turquia.

DESTRUIÇÃO TOTAL DE ISRAEL EM 30 MINUTOS
Nestes últimos dias, um destacado líder iraniano voltou a ameaçar Israel, tendo no entanto "actualizado" a duração de tal pretensão, dos anteriores 7 minutos, para 30 minutos, o suficiente - no entender dele - para a aniquilação total de Israel.

MOJTABA ZOLNOUR
O responsável iraniano pela Segurança Nacional do parlamento do Irão e Comissário para as Relações Exteriores, Mojtaba Zolnour, prometeu na passada Segunda-Feira arrasar Israel caso os Estados Unidos atacassem o seu país: "Se os EUA nos atacarem, Israel terá apenas meia hora de duração."
Já em 2017 este lunático havia ameaçado os EUA, mas desta vez passou a incluir Israel, aumentando no entanto o tempo de destruição total, dos 7 para os 30 minutos...
Segundo ele, a quinta frota dos EUA "está toda dentro do alcance dos sistemas de mísseis iranianos, e será toda arrasada por completo caso o inimigo cometa algum erro" - ameaçou Zolnour, acrescentando: "E bastam 7 minutos para o míssil iraniano atingir Tel Aviv."
O Irão está a mais de 1.500 quilómetros de Israel. Os mísseis balísticos intercontinentais voam a uma velocidade de cerca de 5 quilómetros por segundo. Baseados nesses cálculos, um ICBM (míssil) equipado com uma ogiva nuclear disparado do Irão chegaria a Israel entre 5 a 7 minutos após ser disparado. Assim sendo, a ameaça do líder iraniano torna-se tecnicamente viável e realista. Claro que tal só aconteceria se Israel não fizesse uso das suas formidáveis capacidades de defesa anti-míssil.

GUERRA DE GOGUE E MAGOGUE?
Não podemos correr para especulações ou deduções fáceis, mas a verdade é que "onde há fumo há fogo", e as profecias bíblicas de há mais de 2.500 anos mencionadas em Ezequiel 37 e 38 nunca tiveram uma proximidade tão grande e clara com a realidade como nestes últimos anos. Há 40 anos, pouco antes da revolução iraniana que levou à deposição do xá da Pérsia e ao surgimento da revolução islâmica dos ayatollahs, ninguém conceberia um quadro destes, uma vez que a Pérsia era então um país muito próximo do Ocidente e nada interessado em ameaçar Israel. 40 anos na profecia bíblica é um momento, e daqui em diante as últimas peças vão ocupando os seus lugares estratégicos em preparação à grande invasão de Israel.
Sabemos pelas profecias que os inimigos serão dizimados completamente no vale de Jezreel, sendo a sua destruição extremamente rápida, dando a perceber a possível utilização de armas nucleares. 
"Rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas Deus as repreenderá, e fugirão para longe; serão afugentadas como a palha dos montes diante do vento, e como pó levado pelo tufão. Ao anoitecer eis que há pavor, e antes que amanheça o dia, já não existem. Este é o quinhão daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam" - Livro do profeta Isaías 17:13 e 14.
O Livro do profeta Zacarias (14:12) apresenta uma perspectiva sobre essas grandes batalhas finais contra Israel que aludem às possibilidades de uma guerra nuclear:
"Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá estando eles de pé, apodrecer-lhes-ao os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca."

"UM TERÇO MORRERÁ"
Uma tradição de Vilna Gaon (uma proeminente autoridade na Torá do século 18) ensina que a guerra de Gogue e Magogue terá uma duração de 12 minutos. Segundo uma interpretação do século 20, "morrerá um terço da humanidade, um terço sofrerá pragas, e um terço sobreviverá."
Esta profecia de uma guerra de 12 minutos é impressionante, uma vez que foi escrita séculos antes da invenção das armas nucleares. Naquela altura era totalmente inconcebível uma guerra tão rápida e fulminante, pois os conflitos convencionais arrastavam-se por meses ou até anos. 
Na opinião do rabi Pinchas Winston, "o tipo de guerra que estamos abordando é um conflito multinacional de proporções extremas, no Médio Oriente, com o foco em Israel. Isto preenche claramente os requisitos de Gog e Magog, significando que poderá ser essa a guerra que precede a chegada do Messias. Porém, reconhecê-la-emos como a guerra de Gog e Magog pelos seus aspectos sem precedentes e inesperados. Tal como é, tudo se move muito mais rapidamente agora. Uma guerra de grande escala será desumanamente rápida."

ISRAEL PREPARA-SE
Face às crescentes ameaças do Irão, Israel não tem outra alternativa senão preparar-se militarmente para um eventual confronto.
Num fórum internacional sobre segurança recentemente realizado, o ministro israelita Yisrael Katz afirmou: "Deve ser levado em conta que cálculos errados por parte do regime iraniano...poderão ser responsáveis por uma mudança da 'zona cinzenta' para a 'zona vermelha' - ou seja: uma confrontação militar."
"Temos de estar preparados para tal, e assim, o estado de Israel continua a dedicar-se a fortalecer o seu poderio militar para a eventualidade de ter de responder a cenários de escalar da situação."

Shalom, Israel!


quinta-feira, julho 04, 2019

CONFIRMADA CIENTIFICAMENTE A ORIGEM EUROPEIA DOS FILISTEUS

Ninguém que conheça a narrativa histórica da Bíblia terá dificuldade em lembrar os constantes conflitos entre israelitas e filisteus, que ocupavam parte da terra prometida aos israelitas, com especial ênfase no desproporcional duelo entre o jovem israelita David e o gigante filisteu Golias, e que o futuro rei de Israel ganhou com o simples lançamento de uma pedra contra a testa do inimigo que constantemente provocava o exército de Israel.
Os leitores da Bíblia estão assim bem familiarizados com aquele povo filisteu, sempre atacando e prejudicando Israel no seu direito à posse da Terra da Promessa. 
Segundo o relato bíblico, os filisteus ocupavam há 3 mil anos as cidades de Asquelon, Gaza, Ashdod, Gat e Ecron, tendo os israelitas de lhes pagar taxas anuais, não podendo ainda carregar quaisquer armas. Foram os reis Saul, o seu filho Jónatas, David, e Ezequias, para além de Josué e Sansão os grandes heróis que conseguiram durante algum tempo derrotar estes invasores filisteus. 

MENCIONADOS 286 VEZES NA BÍBLIA
A palavra hebraica para filisteus - "Plishtim" - está mencionada 286 vezes na Bíblia. Só que, deu-se um súbito desaparecimento das menções a este povo, julgando-se que tenham desaparecido sem deixar qualquer rasto, excepto algumas peças de cerâmica. Os filisteus não são mencionados na Bíblia como um dos povos a serem erradicados de Canaã, também não são mencionados entre as 10 nações que os descendentes de Abraão deslocaram de Canaã, muito menos estão mencionados na lista das nações que Moisés disse que o seu povo iria conquistar. No Livro do Êxodo pode ler-se que Deus desviou os israelitas da rota que os levaria ao encontro com os filisteus à saída do Egipto.

POUCO CONHECIMENTO SOBRE AS ORIGENS
O que muito pouco se sabia até agora era a real origem daquela gente. Desde há muito que se vinha especulando sobre a sua origem de além mar, provavelmente da ilha grega de Creta. 
Novas descobertas agora confirmadas por uma equipa de arqueólogos e cientistas ligados ao "Instituto para a Ciência da História Humana Max Planck", sediado em Jena, Alemanha, liderados pelo pesquisador de genética arqueológica, e realizadas através do estudo dos genomas de 10 esqueletos de filisteus do antigo porto de Asquelon, e que ali viveram há 3.000 - 3.500 anos, vieram provar que os filisteus eram um povo de origem europeia que terão emigrado em massa para as regiões costeiras do actual Israel. 
A equipa foi ainda assessorada por pesquisadores do "Wheaton College", dos EUA, da Universidade Harvard, do Museu Semítico de Harvard, e ainda da Universidade de Munique, na Alemanha e da Universidade Nacional de Seul, na Coréia do Sul. 

NOVAS DESCOBERTAS
Estas novas descobertas, resultantes do trabalho arqueológico conduzido por peritos ao longo de décadas foram agora publicadas na revista "Science Advances", sob o título: "Antigo ADN traz luz sobre as origens genéticas dos filisteus da antiga idade do bronze."
Estas pesquisas apoiam a hipótese de uma alteração cultural iniciada por uma grande migração de um povo geneticamente distinto - provavelmente um grupo de navegadores europeus - até Asquelon, e aponta para as potenciais explicações sobre o facto de esta região ter sofrido uma dramática mudança cultural durante a transição da Idade do Bronze para a Idade do Ferro (12º século a.C.)
"Fizemos a sequência dos genomas de pessoas que viveram há 3.000 anos na cidade filistéia de Asquelon" - afirmou a equipa num video, acrescentando: "Nos séculos 12 e 13 a.C., os impérios colapsaram. A maior parte da civilização entrou em colapso. Cem anos depois, quando as pessoas acordaram, viam um mundo completamente diferente. Um dos grupos que notaram foram os filisteus. Eles eram os grandes inimigos dos israelitas. De onde é que eles vieram? Que lhes aconteceu?"
Os filisteus desapareceram de facto por volta do ano 800 a.C.
A partir daí, não se encontrou mais genética de filisteus naquela região de Israel. 

ORIGEM EUROPEIA
A evidência do ADN nos esqueletos examinados demonstraram origens que anteriormente não se visionavam: "Detectámos que uma porção substancial da sua ancestralidade derivou de uma população europeia. Os predecessores dos filisteus devem ter atravessado o Mar Mediterrâneo e alcançado Asquelon no final da Idade do Bronze, ou no início da Idade do Ferro."
Já no início do século 20 arqueólogos haviam verificado que alguns estilos da cerâmica filisteia nas cidades ocupadas pelos filisteus se identificava com o estilo da época da antiga Grécia. 
O ADN dos esqueletos comprovou assim que os filisteus tiveram uma origem diferente dos povos que já anteriormente viviam naquelas regiões, sugerindo assim uma "invasão" de povos do exterior, tal como se encontra narrado na Bíblia.
Pensa-se assim que os filisteus terão tido origem nas regiões do Sul da Europa, talvez nos então conhecidos "povos do mar." Segundo muitas opiniões, a origem terá sido a ilha grega de Creta.
A verdade é que pouco ou nada restou do ADN filisteu no período da Idade do Ferro. 

NADA A VER COM OS PALESTINIANOS
Estas descobertas comprovam mais uma vez a mentira da alegada ligação dos filisteus aos modernos palestinianos. É uma narrativa viciada e alimentada pela mentira conveniente aos palestinianos e a todos aqueles que tentam por tudo negar qualquer ligação do povo judeu à sua Terra, alegando que os palestinianos seriam de facto descendentes dos antigos povos daquelas regiões. Uma mentira facilmente desmontada e evidenciada pelas descobertas científicas.

Shalom, Israel!

terça-feira, julho 02, 2019

ABERTO O "CAMINHO DOS PEREGRINOS" POR ONDE JESUS CAMINHOU EM JERUSALÉM

Este fim de semana foi profícuo em sensações na Cidade santa de Jerusalém: o antigo caminho percorrido pelos peregrinos judeus, que os levava desde os banhos rituais no Tanque de Siloé até ao Templo foi finalmente escavado e em breve aberto ao público em geral.
Tive o privilégio de fazer essa cansativa subida em Agosto passado juntamente com um grupo que levei a Israel, e, apesar do esforço e da humidade, todos sentimos a emoção de caminhar e pisar nas mesmas pedras que tantos milhões de judeus pisaram ao longo de séculos, e, muito em especial para nós cristãos, a sensação de caminharmos com toda a certeza pelo mesmo caminho trilhado tantas vezes pelo Messias Jesus quando subia ao Templo.
A verdade é que esta nova estrutura arqueológica, cuja descoberta e escavações já têm suscitado a habitual ira dos palestinianos e até da Jordânia, é mais uma incontestável prova da ligação histórica e espiritual dos judeus à Cidade santa de Jerusalém.

UMA DESCOBERTA "ACIDENTAL"
Tal como tantas vezes acontece no mundo da arqueologia, esta descoberta aconteceu "casualmente", sem que ninguém esperasse encontrar tão grande preciosidade arqueológica e histórica debaixo do solo da povoação palestiniana de Siloé, a actual Cidade de David.
Tudo começou em 2004. O rebentamento de uma conduta de esgoto no bairro árabe de Siloé, na parte sul de Jerusalém, levou o município a enviar uma equipa técnica ao local para reparar o estrago, acompanhada por uma equipa de arqueólogos, como sempre acontece com qualquer escavação ou obra realizada em Jerusalém e nos arredores.
À medida que os trabalhos de reparação progrediam, os trabalhadores tropeçaram em cima de uns enormes e largos degraus algumas dezenas de metros acima do tanque de Siloé - o antigo tanque de água onde os peregrinos judeus mergulhavam antes de iniciarem a ascensão religiosa até ao Templo, até à sua destruição no ano 70 d.C. Os degraus então encontrados eram em tudo semelhantes aos que conduziam aos portões de Hulda, um conjunto de entradas actualmente bloqueadas ao longo do muro sul do Monte do Templo. 
A descoberta do tanque de Siloé conduziu a outro achado monumental: o canal central de drenagem de água que servia a antiga Jerusalém. Esse canal é o túnel que os visitantes da Cidade de David percorrem actualmente. iniciando em baixo, junto ao tanque de Siloé e subindo até junto do Muro Ocidental, numa caminhada de cerca de 45 minutos. 
Esta nova descoberta foi denominada de "caminho dos peregrinos", uma vez que os arqueólogos estão convencidos que este é o caminho que milhões de judeus trilhavam três vezes ao ano em cumprimento ao mandamento de subir à Cidade santa de Jerusalém para trazerem sacrifícios a Deus nas três principais Festas judaicas: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. 

DESDE O TANQUE DE SILOÉ ATÉ AO TEMPLO
Este "caminho dos peregrinos" percorre todo o trajecto desde o tanque de Siloé  até à área adjacente ao Muro Ocidental conhecida como "arco de Robinson", onde ainda hoje se podem ver as ruínas da antiga escadaria de pedra que ascendia ao Templo.
O historiador judeu-romano Tito Flávio Josefo, que viveu no 1º século d.C., escreveu que cerca de 2,7 milhões de pessoas costumavam visitar Jerusalém durante as épocas festivas, trazendo com elas cerca de 256.000 ofertas para sacrifício.
Segundo Doron Spielman, vice-presidente da "Fundação Ir David", quase todos os peregrinos judeus teriam entrado na Cidade por este caminho. E era certamente por este mesmo caminho que Jesus caminhava durante o período do Segundo Templo, para além de muitos outros judeus famosos daquela época.

"O CORAÇÃO DO POVO JUDEU"
"Este lugar é o coração do povo judeu, e é como o sangue que corre nas nossas veias" - exclamou Spielman. Realmente, percorrer este caminho nos dias de hoje leva-nos a imaginar o que seria há 2 mil anos o movimento ruidoso e alegre de tantos judeus com a suas crianças no colo, subindo aqueles degraus e ansiando entrar no recinto do Templo...
Spielman acrescentou ainda que "não se pode amputar o coração."
Ao longo do caminho havia lojas de um lado e outro, provavelmente vendendo cabedais, lã, sementes, mel, vinho...tudo com o habitual regateio. Algumas dessas lojas já foram escavadas e trazidas à luz do dia.
Ao lado de umas escadas escavadas no caminho, os arqueólogos encontraram o que restou de uma palmeira queimada, uma árvore infrutífera que certamente serviria para trazer a ansiada sombra para os peregrinos.
"Para entender Jerusalém, você tem de estar aqui" - afirmou Spielman, acrescentando: "Fomos exilados no ano 70 d.C., orávamos três vezes ao dia e estabelecemos um estado. O derradeiro suspiro dos judeus foi mesmo aqui, por baixo de nós."
Spielman salientou ainda a existência de algumas cinzas negras encontradas ao longo do caminho e mencionou ainda as milhares de moedas que os arqueólogos escavaram e que têm gravadas as palavras "Sião Livre."
"Este era o grito de guerra durante a guerra contra os romanos" - explicou, acrescentando: "Em vez de pontas de lanças, eles faziam moedas, uma vez que sabiam que não podiam derrotar os romanos, mas as moedas ficariam para os que um dia voltassem."

UM LONGO E CANSATIVO TRABALHO DE ESCAVAÇÃO
A equipa de arqueólogos tem estado a trabalhar 24 horas por dia nestes últimos meses para ligar a parte escavada do caminho ao tanque de Siloé. É um trabalho fastidioso e demorado, com cada palmo sendo reforçado com pilares de aço de forma a proteger a cidade.
Vários milhões de dólares já foram investidos neste projecto, e apesar de o estado financiar uma parte do mesmo, a maior parte vem de dádivas individuais e de fundações.
Espera-se que quando o caminho abrir oficialmente ao público daqui a alguns meses, cerca de um milhão de turistas o percorram anualmente.

"MUITO IMPORTANTE PARA OS EUA"
Indiferente às críticas habituais dos palestinianos, o embaixador norte-americano em Jerusalém, David Friedman, participou numa cerimónia de "abertura" do caminho no passado Domingo, revelando publicamente a importância que este tesouro histórico e arqueológico tem para os norte-americanos: "A Cidade de David é uma descoberta única no século de enorme significado histórico para muitos americanos, bem como para os israelitas. Foi por isso que eu vim. Não há qualquer mensagem política nisto."
E o embaixador foi ainda mais longe, contribuindo para a desmistificação das habituais mentiras palestinianas, tão convincentes para a ONU e para a União Europeia: "A Cidade de David traz verdade e ciência ao debate que tem há demasiado tempo sido manchado por mitos e decepções. Os seus achados, na maioria das vezes por arqueólogos seculares, trazem um fim aos infundados esforços para negar o facto histórico da antiga ligação de Jerusalém ao povo judeu."

Shalom, Israel!

segunda-feira, julho 01, 2019

ISRAEL ATACOU 12 POSIÇÕES IRANIANAS NA SÍRIA

Enquanto o impasse e as tensões regionais estão em crescendo, especificamente entre os EUA e o Irão, a poderosa aviação israelita atacou e destruiu esta madrugada 12 posições iranianas em território sírio. Cerca de 15 pessoas, incluindo 6 civis terão sido mortas, embora não se saiba ao certo se foram consequência dos ataques da aviação israelita ou dos destroços provocados pela artilharia anti-aérea síria.
Os outros 9 mortos serão, ao que consta, milícias pró-iranianas, oriundas de várias nacionalidades. 
Segundo parece, Israel terá disparado vários mísseis, tanto a partir do ar como do mar, atingindo bases militares ligadas ao Irão, perto da cidade de Homs, havendo ainda outros 10 ataques perto de Damasco, incluindo uma base onde as forças revolucionárias do Irão estão aquarteladas e onde existe um centro de pesquisa de armas. Um quartel militar utilizado pelas milícias iranianas foi também atingido.
Como é habitual, Israel não comentou os ataques, considerados os maiores dos últimos meses e realizados menos de uma semana após o encontro trilateral em Jerusalém entre representantes dos governos russo, norte-americano e o primeiro-ministro israelita Netanyahu, com um dos temas debatidos sido precisamente a presença militar iraniana na Síria. 
O porta-voz do governo sírio alegou entretanto que entre as 5 vítimas civis há um bébé com um mês de idade. 
É muito rara a existência de vítimas civis nestes ataques realizados por Israel, pelo que há que esperar até haver uma confirmação mais segura da razão destas mortes.

MÍSSIL RUSSO CAÍDO NO NORTE DE CHIPRE
Os media sírios reportam que vários mísseis israelitas disparados a partir do espaço aéreo do Líbano teriam sido interceptados pela defesa anti-aérea síria, comprovando-se apenas que um projéctil sírio de fabrico russo disparado pelas anti-aéreas sírias acabou por cair numa floresta no Norte de Chipre, provocando um enorme incêndio. e causando abanões na capital do país, Nicósia. 

Shalom, Israel!




sexta-feira, junho 28, 2019

ISRAEL CONFIRMOU O CESSAR FOGO COM O HAMAS

Apesar das contínuas violações do Hamas, Israel mais uma vez aceitou um acordo de cessar fogo com os terroristas, ainda que avisando que "se o Hamas não cumprir as suas obrigações, Israel restaurará as sanções."
As últimas 24 horas têm sido de intenso sofrimento para as populações israelitas que vivem perto da fronteira com Gaza, devido aos 24 incêndios provocados pelos balões incendiários lançados desde Gaza.
Este acordo de cessar fogo agora confirmado por Israel foi mediado pelo Egipto e pela ONU.
Assim sendo, e enquanto a situação se mantiver calma, Israel estenderá a zona pesqueira de Gaza para as 15 milhas e permitirá o regresso à actividade de dezenas de barcos que haviam sido impedidos de pescar. 
Israel voltará também a reabastecer a Faixa de Gaza com combustível, através da fronteira de Kerem Shalom, que havia sido encerrada no início da semana devido ao aumento dos incêndios provocados pelos palestinianos.
Mesmo com o acordo em negociação, os palestinianos provocaram 4 incêndios através do lançamento de balões incendiários.
Quem não está muito satisfeito são as populações locais que, cansadas de tantos incêndios e ataques palestinianos, acusam Netanyahu de andar a reboque dos terroristas do Hamas.

A ver vamos até quando durará esta trégua...

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 27, 2019

POPULAÇÃO DE ISRAEL DEVERÁ DUPLICAR EM APENAS 30 ANOS!

Colocando Israel à frente em termos de crescimento populacional do mundo desenvolvido, calcula-se que por volta do ano 2050 (daqui a 30 anos) a população dos habitantes de Israel duplique dos actuais 9 milhões, para 17,6 milhões.
A população mundial deverá por essa altura atingir os 11 biliões.
O crescimento populacional em Israel é de 2% ao ano, colocando Israel em primeiro lugar entre as nações desenvolvidas. Sendo um território tão pequeno que quase não se consegue ver num mapa, a verdade é que o aumento da população neste ex-deserto só vem confirmar a veracidade do cumprimento das profecias bíblicas para os "últimos dias."
Por outro lado, Israel passará a ser um dos territórios mais densamente habitados, com um cada vez menor espaço livre. 

PROBLEMAS DE CRESCIMENTO
O crescimento também traz as suas "dores." O custo da habitação em Israel já é extremamente caro, tendo levado a grandes manifestações de protesto em 2011, levando a que o governo tente investir cada vez em grandes planos de urbanização.
1,5 milhões de habitações foram aprovadas para construção até 2040, colidindo no entanto com as queixas dos autarcas e de outras autoridades pela falta de infra-estruturas adequadas a tal crescimento, tais como estradas, esgotos, transportes públicos, escolas e hospitais. 

A verdade é que, no cumprimento das milenares profecias bíblicas, o deserto do Negueve vai-se tornando um lugar habitável, com novas povoações e cidades sendo construídas. E, tal como sempre tem acontecido com esta "nação-milagre", os israelitas acabarão por conseguir resolver os problemas trazidos pelos alegados excessos populacionais. Ou não fosse aquela uma terra de milagres...

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 26, 2019

A ESPIONAGEM INFORMÁTICA ISRAELITA IMPEDIU ATAQUES TERRORISTAS EM DEZENAS DE PAÍSES

Numa conferência realizada hoje em Tel Aviv relacionada com a segurança cibernética, o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu informou que Israel fez uso da inteligência artificial para ajudar a frustrar "grandes ataques terroristas" planeados pelo grupo terrorista "ISIS" e outros em "dezenas de países."
E, dando alguns exemplos, Netanyahu lembrou que Israel ajudou a frustrar um ataque do "ISIS" a um voo da "Etihad Airways" que partiu de Sidney para Abu Dhabi, tendo alertado as autoridades australianas e impedindo uma explosão em pleno voo. A companhia aérea "Etihad Airways" é a companhia de bandeira dos Emirados Árabes Unidos.
"Este incidente em particular, posso mencionar..." - aludiu Netanyahu, acrescentando: "Se multiplicarmos isso por umas 50 vezes, ficaremos com uma ideia do contributo que Israel tem dado para impedir grandes operações terroristas, especialmente do "ISIS", em dezenas de países, tendo a maior parte desses casos sido conseguidos graças à nossa ciber-segurança."
Segundo o primeiro-ministro, Israel partilha informação sobre ameaças cibernéticas com 85 países.
Netanyahu afirmou ainda que o mundo e Israel estão atravessando uma "revolução" em que tudo, desde a agricultura aos carros e à saúde, tudo está sendo interligado. Israel pode desempenhar um papel importante nesta "revolução" devido à sua predominância tecnológica. Mas nada é possível sem segurança cibernética.
Israel tem feito "um enorme investimento" no capital humano, principalmente através do seus programas de treinamento militar, tendo criado um grupo de pessoas com capacidades que "podem lidar com as ramificações desta revolução."

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 25, 2019

"PAZ PARA A PROSPERIDADE" - ASSIM INICIOU JARED KUSHNER A CIMEIRA DO BARHEIN, CONDENADA DESDE LOGO AO FRACASSO...

Hoje é um daqueles dias em que os olhos do mundo estão focados no Médio Oriente... Israel... Jerusalém! De facto, é assim que a agenda profética se irá cada vez mais desenrolar. A História humana começou naquela região e é lá que tudo indica se encerrará este ciclo civilizacional.
No seu discurso de arranque na cimeira económica a decorrer no Barhein, com o objectivo anunciado de se desenvolverem esforços e recursos para ajudar a economia palestiniana - nada menos do que 50 biliões de dólares, já entretanto rejeitados pelos palestinianos - o mentor do "acordo do século"- ou seja, a tentativa para (mais um) acordo de paz entre israelitas e palestinianos - Jared Kushner, genro do actual presidente norte-americano Donald Trump, tentou uma aproximação aos irados palestinianos, prometendo que "a América não desistiu de vós."
Kushner afirmou que "O acordo numa trilha económica em progressão é uma pré-condição necessária para a resolução dos assuntos previamente insolúveis."
E, para tentar contentar ambas as partes, o judeu praticante Kushner, afirmou no seu discurso inaugural: "Para ser claro, o crescimento económico e a prosperidade para o povo palestiniano não são possíveis sem uma solução justa e duradoura para o conflito - uma solução que garanta a segurança de Israel e que respeite a dignidade do povo palestiniano."
A cimeira económica tem a duração de dois dias, e conta com a presença de homens de negocio do mundo inteiro, incluindo israelitas e palestinianos, embora sem representação oficial.

ENTRETANTO, EM JERUSALÉM...
Tal como anunciado, Jerusalém está a assistir pela primeira vez a uma cimeira trilateral, envolvendo representantes de alto nível das duas superpotências e Israel. A cimeira decorreu durante o dia de hoje, mas só veio demonstrar o quanto a Rússia está comprometida com o parceiro Irão, não abrindo mão da parceria política e económica com o regime ditatorial dos ayatollahs, responsável pela instabilidade actual vivida no Golfo e pelas constantes ameaças a Israel. 
O foco da cimeira foi a questão da Síria e do Irão, tendo o representante russo Nikolai Patrushev afirmado serem "inaceitáveis" as tentativas para "demonizar" a República Islâmica do Irão. O representante norte-americano John Bolton, por seu turno, afirmou que, caso o regime de Teerão ultrapasse o limite estabelecido para o enriquecimento de urânio, "todas as opções estão em cima da mesa."
O representante russo veio ainda criticar Israel, alegando que os ataques aéreos na Síria são "indesejáveis", aproveitando ainda para condenar as tentativas para isolar o Irão. 
Na sua intervenção inicial, o primeiro-ministro Netanyahu apelou para que os três países concordassem em expelir as forças estrangeiras da Síria, acrescentando que Israel não permitirá que o Irão estabeleça uma base militar permanente naquele país vizinho.
Questionado sobre se no caso de o Irão ultrapassar o limite estabelecido no acordo nuclear os Estados Unidos lançariam um ataque, Bolton limitou-se a afirmar que "seria um sério erro o Irão ignorar esses limites."

Confesso que esperava mais desta cimeira. Mas, como ficou bem patente, tudo não passou de mais uma encenação que tenta fazer crer que tudo está sob controle, quando de facto se sabe bem que a Rússia não cederá aos seus interesses económicos e estratégicos, ou não fosse o Irão um dos maiores produtores mundiais de petróleo...

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 24, 2019

"FAREMOS SEJA O QUE FOR PARA IMPEDIR UM IRÃO NUCLEAR" - AFIRMOU NETANYAHU AO RESPONSÁVEL RUSSO, NO ENCONTRO EM JERUSALÉM

O primeiro-ministro de Israel Netanyahu alertou de forma clara o chefe da segurança máxima da Rússia, pouco antes da reunião de hoje realizada na capital israelita, que Israel "fará seja o que for preciso" para impedir que o Irão consiga armas nucleares.
"Estou certo de que a Rússia compreende o que para nós significa um regime apela à nossa aniquilação, e age numa base diária para alcançar esse objectivo" - afirmou Netanyahu esta manhã ao enviado russo Nikolai Patrushev. 
"Israel não permitirá que um Irão que apela à nossa aniquilação se entrincheire na nossa fronteira, e faremos tudo o que for preciso para impedir que ele consiga armas nucleares" - enfatizou o primeiro-ministro.
Esta reunião hoje realizada no gabinete do primeiro-ministro em Jerusalém antecede o primeiro encontro trilateral a realizar amanhã com representantes máximos dos EUA, Rússia e Israel. Estarão ali representados na capital israelita os conselheiros para a segurança nacional John Bolton, pelos EUA, Patrushev, pela Rússia, e Meir Ben Shabbat, por Israel. 
"A cooperação entre Israel e a Rússia para a segurança já contribuiu imenso para a segurança e a estabilidade da nossa região, e alterou profundamente a situação regional" - afirmou Netanyahu.

A RÚSSIA E A SEGURANÇA DE ISRAEL
Numa declaração aos repórteres presentes, o enviado russo informou que a cimeira a realizar amanhã entre as 2 potências mundiais e Israel terá como foco "a situação regional, especialmente na Síria", dando também uma ênfase especial às preocupações de segurança por parte de Israel.
"Prestamos uma atenção especial para garantir a segurança de Israel" - afirmou, identificando a situação como "um interesse especial para nós, uma vez que aqui em Israel vivem quase 2 milhões de russos. Israel apoia-nos em diversos canais, incluindo a ONU. O primeiro-ministro (Netanyahu) já disse que partilhamos os mesmos pontos de vista na questão da falsificação da História da Segunda Guerra Mundial."
Patrushev adiantou ainda que, entre outras coisas a abordar com o seu par norte-americano estarão "várias ideias sobre como alcançar a paz na nossa região. E uma vez chegados a acordo, deveremos acrescentar outros estados na região a este formato."
O responsável russo tem tentado "navegar" no meio do conflito entre Israel e o Irão sem comprometer a relação que mantém com ambos os países. No entanto, o mesmo responsável já afirmou que, em relação ao encontro trilateral, irá apoiar as posições iranianas. 
"O Irão está na Síria a convite do governo legítimo daquele país e está activamente envolvido no ataque ao terrorismo. É por isso que temos de levar em conta os interesses do Irão" - afirmou o responsável russo, confirmando mais uma vez que na realidade a Rússia apoia o regime mais promotor do terrorismo islâmico, como é o caso do Irão no seu apoio aos grupos terroristas do Hezbollah e do Hamas.

Por parte dos norte-americanos, sabe-se que o seu representante irá dizer ao seu par russo que o Irão tem de sair da Síria, citando a ausência de qualquer papel positivo do Irão na Síria, bem como em outros lugares: Líbano, Iraque e Iémen. 

CONFRONTO DE ALIANÇAS
A cimeira presenciará certamente um duelo e um encontro de interesses antagónicos e incontornáveis: por um lado, a Rússia, com o seu firme apoio a Teerão e a Damasco, por outro, Washington, com o seu fiel apoio a Jerusalém, ambos tendo o Irão como um grande, senão até o pio inimigo...

Shalom, Israel!

sábado, junho 22, 2019

JERUSALEM JUNTA EUA E RÚSSIA PARA UMA IMPORTANTE CIMEIRA REGIONAL


Com as tensões entre os Estados Unidos e o Irão ao rubro devido ao abate de um avião drone norte-americano pelos iranianos, a capital de Israel vai juntar altos representantes das duas super-potências mundiais - EUA e Rússia - para uma cimeira que abordará questões de segurança regional.
O conselheiro para a segurança nacional dos EUA John Bolton já aterrou em Israel e deverá reunir-se amanhã com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu. 
A cimeira a realizar-se também amanhã em Jerusalém contará com o representante norte-americano, com o secretário russo para o conselho de segurança Nikolai Patrushev, e ainda com vários oficiais de alta patente israelita.
Israel terá a oportunidade de apresentar os seus pontos de vista sobre as questões que hoje ameaçam a região do Médio Oriente, ouvindo também a Rússia e os Estados Unidos.
O início de um conflito entre os EUA e o Irão esteve ontem prestes a iniciar-se quando, como resultado do derrube do drone norte-americano pelo Irão, as forças dos EUA estavam em vias de iniciar uma grande operação de ataque em três áreas distintas. Consciente do resultado calculado em perda de 150 vidas humanas, e percebendo a "desproporcionalidade" da resposta, o presidente Donald Trump decidiu cancelar a operação 10 minutos antes da mesma ter iniciado.
Consta-se que Israel não terá ficado muito satisfeito com esta decisão de Trump, ao mesmo tempo que se pensa ser cada vez mais provável ser Israel a ter de desferir um ataque contra o Irão. 
Todo este "caldeirão" cada vez mais quente faz crer que esta cimeira poderá ser decisiva, uma vez que as duas potências estarão de facto a confrontar-se simbolicamente em Jerusalém, com os EUA a apoiarem Israel e a Rússia a prestar todo o seu apoio ao Irão, numa altura em que as relações entre as duas potências mundiais conhecem o seu pior momento após o fim da guerra fria.

APLAUDIDO POR NETANYAHU
Na passada Terça-Feira o primeiro-ministro israelita aplaudiu a idéia da cimeira se realizar em Jerusalém, classificando-a de "histórica e sem precedentes" e um passo importante para garantir "a estabilidade no Médio Oriente a meio de tempos turbulentos."
"O que é de salientar como importante neste encontro trilateral das duas superpotências no estado de Israel é o facto de a mesma atestar a actual posição internacional de Israel no meio das nações."
Noto com muito interesse o simbolismo deste tão importante encontro se realizar em Jerusalém. É algo que nunca aconteceu! Quem sabe, o resultado do mesmo poderá mesmo conduzir a algo que ultrapassará todo o simbolismo...

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 21, 2019

A SIMBOLOGIA DA ESTRELA DE DAVID

Ao constituir uma das mais antigas nações do mundo, o povo judeu é detentor de uma riquíssima e vibrante História que nos leva aos dias do patriarca Abraão, e aos da própria Bíblia.
Foi o povo judeu que estabeleceu pela primeira vez o princípio do monoteísmo, e que ensinou os 10 Mandamentos a todo o mundo. Numa época em que outros povos antigos enterravam as suas filhas ainda vivas, em que sacrificavam os seus filhos aos deuses, e permitiam que animais selvagens matassem pessoas nos estádios por desporto, os judeus da antiguidade ensinavam a não matar. 
Este compromisso judaico para com a moral e a educação tem perdurado ao longo dos séculos. Os judeus da Espanha medieval escreviam filosofia e davam valiosos contributos à medicina moderna, numa altura em que na Europa se queimavam bruxas apenas pela prática de medicinas naturais. 
Ao mesmo tempo que o grupo islâmico ISIS comete genocídio contra grupos minoritários e destrói artefactos antigos, o povo judeu inova e cria. Entre inúmeras outras coisas, os judeus inventaram uma vacina contra a cólera e as mensagens por SMS. Tudo isto amplamente usufruído até pelos maiores inimigos de Israel... 

Os judeus têm realmente amplas razões para se orgulharem da sua História.
Mas, como pode o povo judeu melhor expressar a sua ligação à sua fé ancestral? Para muitos judeus, isso é demonstrado através da estrela de David embelezando os seus colares e fios de ouro e prata à volta do pescoço.

Hoje em dia, a estrela de David é sem dúvida o símbolo mais comum para expressar a identidade de judeu. Ela está orgulhosamente ostentada na bandeira de Israel, nas ambulâncias do estado judaico, em menorás, em kipás e talits. Ela foi oficialmente adoptada como símbolo oficial do movimento sionista, no ano 1897. A estrela de David é suposta representar o formato do escudo do rei David. Segundo o sistema de crenças judaicas, o escudo do rei David simboliza que os poderosos não vencem pela sua própria força, mas pela vontade soberana de Deus.

SIMBOLOGIA DA ESTRELA DE DAVID
Várias simbologias podem ser vistas representadas na estrela de David:
- o governo de Deus sobre todo o universo em 6 direcções: Norte, Sul, Este, Oeste, Acima e Abaixo. 
- na simbologia da cabala, a estrela de David representa a dicotomia entre o bem e o mal, o mundo espiritual e o mundo material, e Deus e o Seu povo judeu.
- o Zohar ensina que o povo judeu liga-se a Deus através do estudo e da observância da Torá.
- a estrela de David simboliza a ligação entre Deus e a nação judaica.
- o triângulo que aponta para cima indica as boas obras que produzimos, e o triângulo voltado para baixo demonstra como as nossas boas obras fluem para a terra abaixo.
- tal como a estrela de David tem 12 pontas, assim também há 12 tribos de Israel. 

Resumindo: ao envergar a estrela de David, um judeu está a enfatizar a sua conexão à nação de Israel, a Deus e à Torá. Um judeu pode dessa forma expressar o seu orgulho na História milenar da sua nação e povo, mas não só: ele demonstra também ser parte de uma nação plena de realizações, que inventa, inova, escreve filosofia e serve dessa maneira como uma luz para as nações.

Shalom, Israel!

Por Tali Gluck, in "Jerusalem Online"

quinta-feira, junho 20, 2019

ISRAEL CAPTUROU UM ESPIÃO JORDANO QUE TENTAVA MONTAR UMA REDE DE ESPIONAGEM IRANIANA EM ISRAEL

Seguindo informações hoje divulgadas, os serviços secretos israelitas "Shin Bet" acusaram um indivíduo jordano de estar a trabalhar a favor do Irão para o estabelecimento de uma rede de espionagem e o envio de fundos para os terroristas palestinianos.
As forças israelitas detiveram em Abril passado um jordano colaborador do Irão que tentava estabelecer uma rede de espionagem no território israelita.
O homem de negócios Thaer Shafut, de 32 anos, foi enviado para os territórios israelitas da Judeia e Samaria no ano passado "por parte dos serviços secretos iranianos, para levar a cabo missões designadas a estabelecer uma rede em Israel, a qual seria utilizada para encobrir operações ao serviço dos iranianos" - informou o Shin Bet.
Segundo os serviços secretos, este indivíduo entrou em território israelita em Julho/Agosto de 2018 após ter recebido instruções em árabe por parte de dois operacionais iranianos no Líbano e na Síria, identificados pelos nomes de Abu Sadek e Abu Jaffar. Esses encontros terão continuado ao longo do ano passado e também já neste ano.
A ideia era montar operações alegadamente comerciais como cobertura para outras bem mais perigosas, a favor do Irão, um declarado inimigo de Israel.
O indivíduo recebeu instruções para "recrutar espiões que ajudariam a recolher informações para os interesses iranianos."
Segundo o Shin Bet, Shafut era também visto pelos iranianos como um meio através do qual seriam canalizados fundos para operacionais terroristas a actuar em Israel. O Irão ajuda a financiar as operações do grupo terrorista da Jihad Islâmica Palestiniana, bem como do Hamas.
Shafut foi detido em Hebron já em Abril passado, mas só hoje é que os serviços militares permitiram a divulgação.
O indivíduo já foi levado a prestar declarações num tribunal israelita em 10 de Junho, sabendo-se que mantinha contactos com os iranianos através de um dispositivo de comunicações encriptado.
O plano deste malfeitor era, após estabelecer em Israel uma base para a rede de espionagem, viajar ao Irão para ali completar o seu treinamento como agente secreto e formar-se num treinamento avançado relacionado com espionagem. Shaffut planeava abrir uma fábrica na Jordânia que empregaria muçulmanos xiitas que actuariam como "uma âncora para futuras actividades iranianas em território israelita."
Meio milhão de dólares estavam previstos para o arranque deste empreendimento, com a promessa de "muito mais dinheiro no futuro, conforme o necessário para estabelecer esta base de operações."

Felizmente, os planos deste terrorista foram gorados pela inteligência israelita e as sua capacidade de antecipar os passos daqueles que visam a destruição do estado de Israel.

Shalom, Israel!

quarta-feira, junho 19, 2019

ISRAEL VAI TRATAR OS ESGOTOS ORIUNDOS DA FAIXA DE GAZA

Israel vai construir uma conduta entre o Norte da Faixa de Gaza e Sderot, com o objectivo de escoar os esgotos oriundos da Faixa de Gaza e que, não estando a ser tratados, provocam sérios danos ambientais na região israelita do Negueve. 
Esta conduta subterrânea a construir com o custo aproximado de 4 milhões de euros permitirá desviar as águas de esgotos derramadas no Norte da Faixa de Gaza para território israelita, mais especificamente até à planta de tratamento de águas residuais de Sderot.

Devido ao colapso da economia palestiniana, o sistema de tratamento de esgotos de Gaza entrou em colapso, pelo que os residentes têm andado a despejar as águas e o lixo directamente para o território israelita, através do rio Hanoun, junto à travessia da fronteira Erez.
O despejar diário de milhares de metros cúbicos de águas residuais representa um grave problema ambiental para a região, provocando maus cheiros e a contaminação dos solos. Israel não encontrou outra solução para o problema, vendo-se obrigado a desviar estas águas pétridas, com receio de que as mesmas acabassem por atingir a aquífero próximo de onde a companhia das águas de Israel bombeia água para consumo.

Este novo projecto levará à instalação de uma conduta de cerca de 15 quilómetros de comprimento, e o seu custo será retirado dos envios regulares enviados por Israel para a Autoridade Palestiniana.
A conduta subterrânea estender-se-à ao longo da fronteira, por debaixo dos terrenos cultivados pelas comunidades israelitas e por baixo da linha férrea de Sderot, até à planta de tratamento de águas.
Prevê-se que a construção da conduta se inicie dentro dos próximos dias.

Shalom, Israel!

terça-feira, junho 18, 2019

PELA PRIMEIRA VEZ EM ISRAEL, OS TEMÍVEIS AVIÕES F-35s PARTICIPAM EM GIGANTESCO EXERCÍCIO MILITAR SIMULANDO UMA GUERRA COM O HEZBOLLAH E GAZA

Um enorme aparato militar e aéreo em Israel revela o quão preparado o país quer estar para a eventualidade de uma mais que previsível guerra com os terroristas do Hezbollah, a Norte, na fronteira com o Líbano, e com o grupo terrorista do Hamas, que domina pela força o enclave da Faixa de Gaza.
A Força Aérea de Israel está a conduzir um exercício múltiplo, simulando o combate em várias frentes, com a novidade de se verem os aviões F-35s a participarem pela primeira vez. 
Este gigantesco exercício aéreo que envolve jactos de caça, helicópteros, aviões de carga, drones, unidades de defesa aérea e forças de apoio terrestre, iniciou-se no passado Domingo e deverá estar concluído amanhã. Os treinos envolvem a simulação de ataques em várias frentes de combate: Faixa de Gaza, Síria e Líbano.
O simulacro prevê um cenário em que o inimigo se encontra armado com tecnologia avançada, tal como os sistemas de defesa anti-aérea russos S-300 e S-400, uma linha da frente sob intensos ataques com mísseis, e outros desafios, tais como pistas danificadas e centros de comunicações das Forças Aéreas desactivados pelos ataques.
O simulacro concentra-se principalmente na fronteira Norte, tendo em vista as ameaças colocadas pelo Hezbollah no Líbano e pelas forças iranianas na Síria.
As forças foram também testadas na sua capacidade de conduzirem bombardeamentos estratégicos, ao mesmo tempo que minimizando efeitos colaterais em pessoas inocentes próximas das zonas de ataque.
"Estamos treinando com grande intensidade contra um inimigo desafiante e inteligente, que possui tecnologia superior à que actualmente existe na região" - informou um dos oficiais das FAI.
Este oficial acrescentou ainda que os novos F-35s fornecem e acrescentam valor às "múltiplas capacidades letais...de que não dispunhamos até agora."
As FAI confirmaram terem recebido pelo menos 14 destes temíveis aviões, fornecidos pelo construtor norte-americano Lochheed Martin, dos 50 que foram encomendados. Os aviões restantes irão sendo fornecidos aos pares até ao ano 2024.
Em meados de 2018 as FAI informaram que tinham sido o primeiro país do mundo a utilizar estes aviões em combate real. 
Esta quinta geração dos caças  F-35 tem sido aplaudida pelos militares como sendo "a viragem do jogo", não só pelas suas capacidades ofensivas e dissimuladas, mas também pela sua capacidade em conectar os seus sistemas com outros aviões e formar assim uma rede de informação partilhada.

Shalom, Israel!

segunda-feira, junho 17, 2019

POR QUE VOCÊ NÃO APOIA ISRAEL?





Excelente apresentação do ex-primeiro ministro do Canadá. Realmente, a pergunta que se coloca, não é: Por que é que apoia Israel? mas antes: Por que é que você não apoia Israel?

Vale a pena ver e ouvir. Legendas em português.

Shalom, Israel!

sexta-feira, junho 14, 2019

PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, ÍNDIA VOTA A FAVOR DE ISRAEL

"Este é na verdade um voto histórico!" - afirmou exuberante Vijeta Uniyal, fundador dos "Indianos por Israel", acrescentando: "A Índia quebrou finalmente um padrão de votação."
Pela primeira vez na história da relação entre estes dois países, a Índia votou ao lado de Israel nas Nações Unidas, na semana passada, contra a proposta de conceder o estatuto de observador a uma organização de alegados "direitos humanos" palestiniana denominada "Shahed."

A moção apresentada no Conselho Económico e Social da ONU (ECOSOC) foi rejeitada com uma maioria de 28 contra 14 votos.
Maya Kadosh, a deputada chefe da missão consular de Israel na Índia, enviou uma mensagem congratulando esta inédita decisão da Índia: "Obrigado, Índia, por estar ao lado de Israel na ONU e rejeitar o pedido da organização terrorista "Shahed" para obter o estatuto de observador na ONU. Iremos juntos continuar a agir contra organizações terroristas que visam prejudicar."

Segundo Kadosh, esta organização palestiniana de "direitos humanos" está ligada ao grupo terrorista Hezbollah e à Jihad Islâmica Palestiniana.

"Este é um bom sinal...a Índia foi o primeiro país dentro do grupo da Ásia a apoiar-nos, por isso estamos muito alegres" - testemunhou a deputada.

Parabéns também ao Brasil, que votou também ao lado de Israel.

Shalom, Israel!

quinta-feira, junho 13, 2019

CRISTIANISMO EM VIAS DE EXTINÇÃO NO LOCAL ONDE NASCEU: BELÉM DA JUDEIA

Os cristãos árabes palestinianos que ainda restam na bíblica cidade de Belém, onde o rei David e o Rei dos Reis nasceram sofrem intensa opressão por parte dos muçulmanos, estando a resiliente população cristã praticamente em vias de extinção.
Os relatos de perseguição e violência são constantes, mas as autoridades locais - a Fatah - exerce uma forte pressão sobre os cristãos de Belém para que não relatem os actos de violência e de vandalismo que constantemente sofrem, uma vez que tal publicidade negativa iria prejudicar a falsa imagem que a Autoridade Palestiniana tenta transmitir ao mundo de que é capaz de proteger as vidas e os bens da minoria cristã que está sob o seu governo...Tal imagem iria causar repercussões negativas nas enormes ajudas prestadas à AP pela comunidade internacional, especialmente pela Europa.
Para a Autoridade Palestiniana é de todo o interesse transmitir ao mundo uma imagem que retrate os palestinianos como vítimas da "injusta agressão e descriminação" por parte de Israel. Tal narrativa estaria em causa, caso a comunidade internacional se apercebesse da realidade no terreno: palestinianos perseguindo outros palestinianos unicamente por questões de religião.

OCULTADAS DOS MEDIA
Para a Autoridade Palestiniana é muito mais importante ocultar aos media internacionais os constantes ataques aos interesses cristãos do que os ataques em si. E parece que têm sucesso. Só alguns "corajosos" se atrevem a reportar tais incidentes, levando a que os principais meios de comunicação internacionais ignorem por completo a situação dramática que se vive na região sob administração palestiniana.
"A sistemática perseguição aos cristãos árabes que vivem nas regiões palestinianas encontra um quase completo silêncio da comunidade internacional, dos activistas dos direitos humanos, dos media e dos ONG...Numa sociedade onde os cristãos árabes não têm voz nem protecção, não é surpresa que estejam a sair" - afirmou Justus Reid Weiner, advogado e intelectual conhecedor da região.
Segundo a organização cristã "Portas Abertas", os cristãos palestinianos vêm sofrendo de um "elevado" nível de perseguição, sendo a sua origem - nas próprias palavras da organização - a "opressão islâmica."
"Aqueles que se convertam do islamismo para o cristianismo enfrentam no entanto a pior perseguição cristã, e é para eles difícil participarem em segurança nos cultos das igrejas. Na Margem Ocidental eles são ameaçados e colocados sob intensa pressão, em Gaza a sua situação é tão perigosa que eles vivem a sua fé cristã no maior segredo...A influência da ideologia islâmica radical está em crescendo, e as igrejas históricas têm de usar de diplomacia nos seus contactos com os muçulmanos" - afirma um relatório das "Portas Abertas."
Segundo esta organização, apesar de serem relatadas perseguições em outras regiões do mundo de domínio islâmico, como no Paquistão, Egipto, Nigéria, etc., pouco se fala acerca dos cristãos que vivem sob a administração da Autoridade Palestiniana. 

VANDALISMO CONTRA IGREJAS CRISTÃS
Têm havido constantes relatos de vandalismos a templos cristãos em Belém, como por exemplo, no passado dia 13 de Maio, em que intrusos vandalizaram uma igreja cristã maronita no centro de Belém, profanando-a e roubando equipamento dispendioso pertencente à igreja, incluindo as câmaras de vigilância. Três dias depois, a "sorte" calhou à igreja anglicana na povoação de Aboud, perto de Ramalá. Vândalos cortaram a vedação, quebraram os vidros da igreja e entraram. Conspurcaram o espaço e roubaram muito equipamento valioso. 
Segundo informações na página do Facebook da igreja em Belém, esta já é a sexta vez em que esta igreja é sujeita a actos de vandalismo e roubo, incluindo um fogo posto em 2015 e que causou enormes prejuízos, deixando a igreja encerrada durante muito tempo. 
Enquanto estes actos de vandalismo contra os templos cristãos passaram a ser a norma, há também um outro problema, tão grave ou ainda pior: bandos de muçulmanos atacando cristãos, impondo-lhes um imposto - o dhimmis - como compensação pela "tolerância" que lhes é atribuída como "cidadãos de terceira classe", já para não falarmos da perda de direitos a que estão sujeitos. 
Apesar dos apelos de ajuda dirigidos às autoridades palestinianas, estas não reagem nem agem em conformidade.

EM VIAS DE EXTINÇÃO
A triste realidade é que o cristianismo está em vias de extinção na precisa terra onde nasceu. De facto, a basílica da Natividade tem longas filas de turistas desejosos de descer à suposta gruta onde Jesus nasceu. Os cultos continuam a ser realizados regularmente, tanto na Igreja cristã ortodoxa como na católica. Essa é a face que os palestinianos querem mostrar ao mundo, em especial aos milhares de turistas que ali afluem. Mas a realidade dos cristãos que ali vivem é outra, e essa sim, deveria ser denunciada alto e bom som, para que o mundo se aperceba que os palestinianos nem para si próprios são misericordiosos, muito menos tolerantes...
Quando Belém fazia parte do território israelita, cerca de 60% da população era árabe cristã. Actualmente, sob a administração palestiniana, não ultrapassa os 15%...

Shalom, Israel!